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5 melhores jogos para testar PC gamer em QHD

2 August 2026 at 20:03

Quem busca por um monitor com a resolução 2560x1440, também conhecida como QuadHD, quer maior fidelidade gráfica em relação ao Full HD. Essa quantidade de pixels na tela tem sido a configuração intermediária para os PC gamers, proporcionando ótima qualidade gráfica, especialmente em uma tela de 27 polegadas, pela densidade de pixels, como também altas taxas de FPS, algo que não é tão simples em 4K.

Enquanto o 1080p costuma sobrecarregar a CPU, em QHD a placa de vídeo passa a ser o componente mais exigido, embora ainda exista um certo equilíbrio com o processador.

Para ajudar você a estressar o seu hardware e verificar a estabilidade do sistema, selecionamos os 5 melhores jogos para testar o seu PC gamer em QHD.

1. Cyberpunk 2077

Mesmo anos após o seu lançamento original, Cyberpunk 2077 ainda é um dos principais benchmarks para qualquer nível de PC. Na resolução QHD, a densidade visual de Night City ganha mais nitidez comparada com 1080p, mas cobra o seu preço.

O jogo é amplamente reconhecido por levar as tecnologias de Ray Tracing e Path Tracing ao limite, exigindo que a placa de vídeo processe reflexos em superfícies molhadas, iluminação global e sombras de alto nível em tempo real, empurrando o uso da GPU frequentemente para os 100%.

No entanto, engana-se quem pensa que o título da CD Projekt Red castiga apenas o chip gráfico. Devido à sua natureza de mundo aberto massivo, com inteligência artificial complexa para pedestres, tráfego intenso de veículos e transições dinâmicas de cenários, Cyberpunk 2077 também exige um processamento massivo por parte da CPU.

Testar sua máquina em 1440p permite avaliar perfeitamente o equilíbrio do desempenho do conjunto, garantindo que o processador consiga empurrar a GPU de forma fluida sem causar engasgos ou gargalos em áreas de aglomeração urbana.

2. Crimson Desert

Crimson Desert é exigente, mas bem otimizado. O game estabeleceu um novo patamar para os visuais de mundos abertos na atualidade, principalmente quando falamos de natureza. Rodar este título na resolução QHD revela a riqueza de detalhes do continente de Pywel, destacando uma física avançada de deformação do terreno, tecidos realistas e uma vegetação extremamente densa que reage dinamicamente ao vento e às ações dos personagens, como The Witcher 3 já fazia há uma década.

A imensidão dos cenários cria um ambiente de estresse constante sobre a largura de banda da memória RAM e a velocidade de leitura do SSD NVMe, eliminando qualquer margem para travamentos. Além disso, as transições fluidas entre a exploração de planícies e as cutscenes exigem que a placa de vídeo processe efeitos climáticos pesados em tempo real.

3. Forza Horizon 6

Forza Horizon 6 eleva a barra visual ao integrar o Ray Tracing diretamente durante a jogabilidade em mundo aberto, e não apenas no modo de visualização de garagem. Em 1440p, a combinação de alta velocidade com reflexos gerados por traçado de raios nas carrocerias dos carros e poças d'água cria uma experiência que impressiona. O hardware é desafiado a processar cenários vastos e detalhados que passam pela tela a mais de 300 km/h, exigindo renderização veloz sem margem para atrasos.

Esse dinamismo faz o jogo de corrida da Playground Games um excelente termômetro para verificar a estabilidade de quadros por segundo e o tempo de resposta (frametime) do seu sistema. Como as corridas envolvem múltiplos competidores e efeitos de iluminação em constante mudança sob diferentes condições climáticas, o jogo coloca à prova a eficiência da arquitetura da sua placa de vídeo em lidar com Ray Tracing em alta resolução sem depender exclusivamente de técnicas de upscaling. Uma performance fluida aqui indica um sistema perfeitamente calibrado para jogos de alta taxa de atualização em 1440p.

4. Pragmata

O grande destaque técnico de Pragmata está no uso intensivo de Path Tracing, principalmente em reflexos nas inúmeras superfícies reflexivas dos ambientes da estação espacial do game. Em QHD, isso resulta em ambientes ainda mais detalhados, mas com um preço altíssimo.

A aplicação do Path Tracing torna Pragmata um verdadeiro triturador de placas de vídeo em 1440p, sendo o teste pesadíssimo para os núcleos de aceleração de Ray Tracing da sua GPU, seja uma GeForce ou Radeon. O nível de estresse gráfico gerado por essa tecnologia obriga o uso de reconstrução de raios e exige bastante da memória de vídeo.

5. Spider-Man 2

A chegada de Spider-Man 2 aos PCs trouxe uma Nova York virtual com um nível de complexidade e fidelidade geométrica sem precedentes. Rodando em 1440p, os reflexos por Ray Tracing nas janelas de vidro dos arranha-céus e a iluminação global que interage com o balanço do "Miranha" transformam o visual do jogo em um espetáculo à parte. O título exige muito poder de processamento bruto da placa de vídeo para calcular a oclusão de ambiente e as sombras detalhadas de uma metrópole densamente povoada, algo que também pesa bastante na CPU.

Além do poder gráfico, a locomoção em alta velocidade pelos cenários através das teias ou das asas de teia impõe um desafio considerável ao armazenamento da máquina. O jogo usa ao máximo as tecnologias de streaming de assets direto do SSD, exigindo que o processador trabalhe em perfeita harmonia para descompactar dados em tempo real e evitar quedas brutas de performance.

Manter a estabilidade em Spider-Man 2 em 1440p com Ray Tracing ativado comprova que o seu PC possui um ótimo equilíbrio entre largura de banda, armazenamento e processamento gráfico.

Essa lista poderia ser ainda maior com jogos como Horizon Forbidden West, Resident Evil Requiem, Alan Wake 2, Red Dead Redemption 2, entre outros, mas são estes os melhores jogos para testar o PC gamer em QHD que o Canaltech escolheu:

  1. Cyberpunk 2077
  2. Crimson Desert
  3. Forza Horizon 6
  4. Pragmata
  5. Spider-Man 2

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"Vitrola" de maleta estraga disco de vinil? Veja o que dizem especialistas

2 August 2026 at 19:30

O retorno da mídia física e da tecnologia analógica trouxe uma grande dúvida para quem deseja entrar no mundo dos LPs: a famosa "vitrola" de maleta é uma boa opção ou pode estragar o disco de vinil? Essa discussão ganha ainda mais espaço porque muitas pessoas já adquiriram equipamentos de áudio desse tipo.

Esses toca-discos geralmente são vendidos em diferentes cores e formatos, quase sempre com design retrô, e dominaram as redes sociais nos últimos anos. Boa parte desse sucesso se deve aos preços atrativos, que normalmente variam entre R$ 500 e R$ 600.

Ou seja, muitas pessoas enxergam nesses dispositivos uma porta de entrada acessível para começar a ouvir discos de vinil sem gastar muito. Mas, por trás do charme vintage, existe uma mecânica mais modesta que levanta debates técnicos sobre esse tipo de equipamento.

Vitrola de maleta

O problema está na mecânica dos equipamentos

Quando analisamos os toca-discos instalados nessas maletas, a principal questão gira em torno da qualidade das peças que compõem o sistema de reprodução. Esses equipamentos costumam vir equipados com alto-falantes embutidos de pouca definição, além de cápsulas de cerâmica e agulhas de baixa qualidade.

Outro ponto é que a estrutura do braço não possui um contrapeso ajustável na base, o que impede o controle preciso da força aplicada pela agulha sobre o disco. João Augusto, consultor da Polysom, a maior fábrica de discos de vinil da América Latina, explica que a principal limitação dessas "vitrolas" está justamente na simplicidade do conjunto mecânico.

"Esses toca-discos não estragam o vinil, mas não conseguem reproduzi-lo da forma ideal por faltar a robustez necessária. Eles foram desenvolvidos originalmente para tocar compactos de 7 polegadas, que são mais leves e exigem menos do motor. Com os LPs, a história é outra, porque são mais pesados e precisam de um motor mais potente para manter a rotação saudável", destaca o especialista.

Vitrola de maleta

Por que discos novos "pulam" na maleta?

Uma das maiores frustrações de quem compra uma vitrola portátil é colocar um disco novo, especialmente modelos de 180 gramas, e perceber que a agulha começa a "pular" durante a reprodução das músicas. A primeira reação do usuário pode ser achar que o disco veio com defeito, mas o problema costuma estar no próprio aparelho.

João explica que isso acontece porque o conjunto mecânico desses toca-discos é bastante simples e não foi projetado para reproduzir LPs mais pesados.

Em comparação com toca-discos mais robustos, os modelos instalados nas maletas costumam ter um braço mais curto, não contam com contrapeso ajustável nem com recursos como o anti-skating, sistema que ajuda a manter a agulha corretamente posicionada no sulco do disco durante a reprodução.

Na prática, todas essas limitações dificultam uma leitura estável do sulco e favorecem pulos e distorções, principalmente nas últimas músicas de cada lado do disco, quando a agulha já está mais próxima do centro do LP.

Vitrola de maleta

Agulha desgastada e "gambiarra da moeda": os verdadeiros riscos

João Augusto afirma que um disco de vinil não será arruinado por ser reproduzido em uma vitrola de maleta. Ainda assim, o especialista destaca que existem riscos associados a algumas práticas dos usuários.

Uma delas é continuar utilizando o toca-discos quando a agulha já está desgastada ou esgarçada. Outro alerta é em relação à famosa "gambiarra da moeda", em que muitos usuários colocam uma moeda sobre a cápsula para aumentar o peso do braço e evitar que o disco pule.

Essa adição de peso para compensar a fragilidade do equipamento é justamente o que pode maltratar e desgastar o PVC do disco.

Diante disso, o consultor da Polysom afirma que a recomendação para quem pretende investir no hobby e aproveitar todo o potencial da mídia física é priorizar aparelhos mais robustos, e não escolher um modelo apenas pela aparência.

“A orientação é optar por toca-discos mais completos. Não só pela saúde do disco, que sobreviverá, mas pela qualidade do que o usuário vai ouvir com um equipamento mais avançado”, destaca João. 

Na prática, a avaliação do especialista mostra que, antes de comprometer a coleção de LPs, as vitrolas de maleta costumam limitar justamente aquilo que tornou o vinil tão popular novamente: o prazer de ouvir música com clareza, riqueza de detalhes e sem distorções.

E, se você já faz parte do time de colecionadores de discos, vale conhecer estes 9 apps para catalogar vinis e organizar sua coleção de LPs.

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Testamos o JBL Soundgear Clips, o fone de “brinco” que não é para todo mundo

2 August 2026 at 19:00

Uma das últimas tendências que tem movimentado o mercado de wearables é o novo formato de “brinco” para fones de ouvido Bluetooth. Uma das marcas a apostar neste tipo de acessório é a JBL, com o Soundgear Clips. 

O fone tem um formato mais “aberto”, com uma pequena esfera apoiada na parte interna da orelha, sem entrar no canal auditivo. A estrutura contorna a lateral e se estende até a parte traseira, onde fica um módulo maior que abriga os sensores, a bateria e os principais componentes. 

A grande aposta deste design é, sem dúvidas, a estética. Ele funciona muito bem como um fone de ouvido, é elegante e termina, também, como uma peça de moda. Mas será que faz sentido além disso? 

Neste texto, conto o que eu achei do JBL Soundgear Clips usando esse tipo de fone pela primeira vez, e estando totalmente habituado a modelos intra-auriculares. 

Design confortável para horas de uso 

Visual de brinco à parte, o que mais me chamou atenção neste formato foi o conforto durante o uso. Apesar de “abraçar” a orelha, ele não incomoda nada. Você sente que ele está lá, mas o fone não começa a “machucar” com o tempo. 

Em fones comuns, sejam eles “de borrachinha” ou os auriculares mais básicos, é natural que após algumas horas a orelha comece a cansar, por mais confortável que o acessório seja. Com os Clips, você quase esquece que eles estão lá se não houver música tocando. 

Assim, ele é ideal para deixar na orelha o dia inteiro, mesmo sem reproduzir nada. Dá para ouvir áudios ocasionais no WhatsApp sem precisar ficar colocando e tirando o fone o tempo inteiro. 

JBL Soundgear Clips

Qualidade sonora boa, mas pouco expressiva

A qualidade de áudio do JBL Soundclips é boa: os fones não ficam “chiando” no volume máximo, e nem ficam estridentes demais. São os fones ideias para quem não é tão exigente com sonoridade. Eles entregam o suficiente para a maioria dos usuários. 

Mas se você é amante de graves e gosta de perceber perfeitamente cada frequência da música, ele pode não atender muito bem. Para quem está acostumado às batidas fortes que fones e caixas de som da JBL entregam, talvez sinta falta de um pouco mais de expressividade por parte dos Clips.

Mas este não é um problema necessariamente do hardware do fone, mas do formato. Por serem totalmente abertos e não oferecerem o mínimo de vedação, ele deixa passar muito do barulho externo, ao passo que o som também vaza muito para fora. 

Isso também leva a outro problema: os Clips não são os mais indicados para o uso no transporte público, ou em outros locais mais barulhentos. 

Eles não oferecem nenhum nível de isolamento acústico, então o som de fora interfere muito na usabilidade. No trem ou metrô, por exemplo, não é possível ouvir a música direito se o volume estiver no médio: é preciso colocar no máximo ou bem perto disso. 

E, neste cenário, vai-se embora a privacidade: quem estiver por perto pode ouvir suas músicas ou seus áudios, porque o som vaza bastante. 

JBL Soundgear Clips

Vale a pena comprar o JBL Soundgear Clips?

Pelo estilo e conforto, sem dúvidas, vale a pena comprar os fones JBL Soundgear Clips. Eles são ótimos para quem quer um fone de ouvido com qualidade aceitável, e ainda agregar no estilo. 

Mas, se recursos como cancelamento de ruído e sonoridade pesam mais na balança, os R$ 600 cobrados, em média, não justificam o que o fone entrega. Nesse cenário, compensa mais um fone “comum”, como os Galaxy Buds 3 FE ou o JBL Live Buds 3, que são um pouco mais caro, mas entregam o que falta nos Clips. 

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5 placas de vídeo NVIDIA que envelheceram melhor que o esperado

2 August 2026 at 18:31

Por muito tempo houve discussões sobre como a NVIDIA "capava" as placas de vídeo mais antigas via driver. Independentemente da veracidade dessa discussão, vários anos se passaram e a maioria dessas GPUs já não rendem bem atualmente, seja pela falta de força, ou mesmo pela limitação de VRAM, mas algumas ainda resistem ao teste do tempo e têm bala na agulha hoje.

Vamos dar uma olhada em 5 placas de vídeo da NVIDIA que envelheceram bem, não se restringindo somente às antigas, já que nossa lista conta com GPUs relativamente modernas também.

5. GTX 1080 Ti

Quando foi lançada em 2017, a GTX 1080 Ti já era um colosso em termos de desempenho. Anos depois, o modelo topo de linha da arquitetura Pascal continua surpreendendo. Embora em força bruta de processamento gráfico ela se aproxime de modelos de entrada atuais, como a RTX 3060 de 12 GB, seu grande trunfo continua sendo a memória: 11 GB GDDR5X.

Essa margem generosa de VRAM permite que a 1080 Ti continue rodando títulos modernos em 1080p e até 1440p sem sofrer com gargalos de textura ou stuttering que afetam até placas de 8 GB que vieram depois. Mesmo sem núcleos dedicados a Ray Tracing ou suporte nativo ao DLSS, a lendária GTX 1080 Ti se recusa a morrer.

4. RTX 3050 (8 GB)

A RTX 3050 enfrentou desconfiança em seu lançamento por ser uma GPU focada no segmento de entrada de sua geração. Contudo, o tempo provou o valor da versão de 8 GB de VRAM (diferente da variante posterior de 6 GB, que cortou especificações cruciais).

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Para quem busca estabilidade de desempenho em 1080p, os 8 GB de memória de vídeo oferecem o buffer necessário para segurar texturas no alto sem estourar o limite da placa. Somado a isso, a presença dos Tensor Cores dá acesso ao DLSS, garantindo uma sobrevida muito superior à de suas antecessoras diretas.

3. RTX 3080 (12 GB)

Lançada originalmente com 10 GB de VRAM, uma escolha bastante criticada para o segmento high-end, a RTX 3080 ganhou uma revisão posterior que foi bem recebida: a versão com 12 GB de VRAM e barramento levemente expandido (384-bit).

Essa versão corrigiu o único ponto fraco do modelo original. Com poder bruto de sobra para encarar jogos pesados em 1440p com taxa de quadros alta (e até arriscar o 4K em títulos mais leves), os 2 GB extras de VRAM deram à placa margem para durar por mais um tempo.

2. RTX 4090

Pode parecer cedo para falar sobre o envelhecimento de uma placa da série RTX 40, mas a RTX 4090 já se consolidou como um marco divisor de águas. O salto de desempenho entregue pela arquitetura Ada Lovelace nesse topo de linha foi tão grande que a placa continua no topo da lista de performance por um longo período.

Com 24 GB de VRAM GDDR6X, poder computacional enorme e suporte completo às tecnologias de renderização neural da marca (incluindo avanços como DLSS 4 e o Frame Generation de última geração), a RTX 4090 é o tipo de GPU que continuará entregando desempenho de ponta em 4K por anos, ignorando os requisitos crescentes da indústria.

1. RTX 3060 (12 GB)

No topo da nossa lista está a placa que herdou o espírito da lendária GTX 1060, mas com uma vantagem crucial: a NVIDIA decidiu equipá-la com 12 GB de VRAM para responder ao mercado na época. Essa decisão aparentemente despretensiosa garantiu à RTX 3060 12 GB uma longevidade espetacular.

Enquanto modelos mais fortes da mesma geração (como a RTX 3060 Ti ou a RTX 3070) começaram a esbarrar em limites de memória em lançamentos recentes pesados, a RTX 3060 segue firme e forte (obviamente com menos poder de fogo). A combinação de um chip equilibrado, suporte ao DLSS e um buffer de memória de respeito faz dela a GPU intermediária que melhor envelheceu nos últimos anos. Esse pode até ser um dos motivos do retorno da RTX 3060 de 12 GB.

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Assim como na matéria sobre as GPUs da NVIDIA que envelheceram mal, o ponto aqui é o mesmo: VRAM é importantíssimo e pode ditar como uma placa envelhece. As placas de vídeo listadas aqui têm poder de fogo e memória suficientes para ir além do seu prazo de validade, sendo boas até hoje, anos depois de seus lançamentos.

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Galaxy S26 x S26 Plus x S26 Ultra: existe diferença notável entre as câmeras?

2 August 2026 at 18:00

O Galaxy S26, o Galaxy S26 Plus e o Galaxy S26 Ultra fazem parte da mesma família, mas não oferecem exatamente a mesma experiência fotográfica. Enquanto os dois primeiros compartilham um conjunto bastante parecido, o modelo Ultra aposta em mais resolução e em uma câmera adicional para justificar sua posição acima dos irmãos.

Para entender o quanto essas diferenças aparecem na prática, analisamos as fotos dos três celulares lado a lado. Todos os registros foram feitos no mesmo cenário, sob as mesmas condições de luz e no mesmo instante, o que permite observar com mais precisão aspectos como definição, tratamento de HDR e reprodução de cores.

A comparação ficou concentrada nas câmeras e nos enquadramentos equivalentes entre os aparelhos. A telefoto adicional do Galaxy S26 Ultra não entrou no teste direto, já que o Galaxy S26 e o S26 Plus não possuem um sensor correspondente.

Galaxy S26 Ultra entrega imagens mais definidas

O Galaxy S26 Ultra foi o celular que apresentou os melhores resultados no comparativo. A diferença não salta aos olhos logo no primeiro contato, mas aparece quando as três fotografias são observadas lado a lado.

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A principal vantagem está na definição. O modelo Ultra preserva mais informações nas imagens, principalmente em superfícies com texturas e elementos menores. Esses detalhes ficam mais fáceis de distinguir, o que deixa a fotografia com uma aparência ligeiramente mais refinada.

Isso não significa que o Galaxy S26 e o S26 Plus produzam imagens sem nitidez. Os três celulares entregam bons resultados, mas o Ultra consegue extrair um pouco mais da cena e mantém detalhes que aparecem de forma mais discreta nos outros dois modelos.

HDR do Ultra é mais preciso

O tratamento de HDR também favorece o Galaxy S26 Ultra. Em cenas com áreas claras e escuras, o celular consegue equilibrar melhor a exposição e preservar mais informações em diferentes pontos da fotografia.

Esse comportamento ajuda a evitar que determinados elementos da cena percam destaque. O resultado é uma imagem mais completa, com melhor leitura das texturas e uma distribuição mais precisa entre luzes e sombras.

Mais uma vez, a diferença é sutil. Sem uma comparação direta, dificilmente ela chamaria tanta atenção. Ao colocar as fotos lado a lado, porém, o trabalho mais cuidadoso do Ultra fica perceptível.

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Cores são mais naturais no Galaxy S26 Ultra

Outra vantagem do Galaxy S26 Ultra está na reprodução de cores. As imagens do celular apresentam tons menos saturados e mais próximos do que foi visto no ambiente no momento da captura.

O Galaxy S26 e o S26 Plus entregam fotografias um pouco mais intensas nesse aspecto. Isso pode até agradar quem prefere imagens com cores mais vivas, mas o Ultra se aproxima mais de uma reprodução realista.

Não existe uma diferença gritante entre os aparelhos. Na verdade, ela é pequena o bastante para passar despercebida quando as fotos são vistas separadamente. A maior fidelidade do Ultra só fica realmente clara na comparação direta.

Galaxy S26 e S26 Plus praticamente empatam

Entre o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus, a disputa termina em empate. Os dois celulares apresentaram resultados muito parecidos em todos os cenários analisados, sem uma vantagem consistente de qualquer lado.

Definição, tratamento de HDR e reprodução de cores seguem praticamente o mesmo padrão nos dois modelos. Mesmo com as fotografias colocadas lado a lado, é difícil encontrar alguma diferença que realmente altere a qualidade final.

Isso faz sentido, já que os conjuntos de câmeras dos dois aparelhos são essencialmente os mesmos. Portanto, para quem estiver em dúvida entre o Galaxy S26 e o S26 Plus, a câmera não deve ser o principal critério de escolha.

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 Onde a câmera extra e a maior resolução do Ultra fazem diferença?

A vantagem do Galaxy S26 Ultra pode ficar mais evidente em situações que aproveitam seu conjunto fotográfico mais completo. A câmera telefoto adicional é útil para fotografar objetos distantes, detalhes de prédios, apresentações, animais ou qualquer cena na qual não seja possível se aproximar fisicamente.

Nesses casos, uma lente dedicada consegue preservar melhor a definição do que um simples recorte digital. Ela também amplia as opções de enquadramento, já que permite aproximar o assunto sem depender apenas da câmera principal.

A resolução maior também oferece benefícios em cenários bem iluminados. Além de registrar mais informações, ela dá mais liberdade para recortar ou reposicionar a imagem depois do clique sem perder tanta qualidade. Isso pode ser útil para destacar uma pessoa ou um detalhe específico que ocupava uma parte pequena da foto original.

Ainda assim, a câmera telefoto extra do Galaxy S26 Ultra não entrou neste comparativo. Como o Galaxy S26 e o S26 Plus não têm um sensor equivalente, não seria possível repetir exatamente a mesma captura nos três aparelhos. Por isso, a análise ficou concentrada nas câmeras e nos enquadramentos que os modelos compartilham.

Qual Galaxy S26 tem a melhor câmera?

O Galaxy S26 Ultra tem a melhor câmera entre os três celulares. Ele entrega mais definição, preserva melhor as texturas, apresenta um HDR mais preciso e reproduz cores de forma ligeiramente mais natural.

A vantagem, porém, está nos detalhes. A diferença de qualidade não é tão notável e dificilmente será percebida sem uma comparação direta. 

Ainda assim, quem prioriza fotografia e observa com mais atenção aspectos como HDR, fidelidade de cores e preservação de informações encontrará o conjunto mais competente no Ultra.

O modelo mais avançado também oferece mais versatilidade com sua câmera telefoto adicional e maior resolução. Esses diferenciais podem pesar mais para quem costuma fotografar à distância, aplicar zoom ou recortar as imagens depois da captura.

Já o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus ficam praticamente no mesmo nível. Os resultados são tão parecidos que não há um vencedor claro entre eles. Portanto, para escolher entre os dois, faz mais sentido considerar outros aspectos do aparelho, e não a qualidade das câmeras.

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Marca chinesa promete carros baratos para destronar gigantes no Brasil

2 August 2026 at 17:03

Confirmada para o mercado brasileiro, conforme antecipou o CT Auto em outubro de 2024, a Lepas, marca chinesa ligada ao grupo Chery, anunciou que chegará ao país com foco em carros de entrada e preços acessíveis.

A operação será conduzida pela Omoda & Jaecoo, já presente no Brasil, e tem como objetivo principal disputar diretamente com gigantes do mercado, como Fiat e Volkswagen, líderes tradicionais do segmento de carros de entrada, como o Mobi e o Polo.

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Em entrevista para os amigos do Autoesporte, Shane Wang, uma das principais executivas da marca, revelou que o plano é lançar 11 modelos globais nos próximos dois anos, embora nem todos estejam confirmados para o Brasil. A prioridade será desenvolver carros compactos e adaptados às necessidades locais.

Quais os segredos da Lepas?

Todos os modelos da Lepas vendidos no Brasil terão motor flex, reforçando a adequação ao mercado nacional. Há também a possibilidade de versões híbridas flex, seguindo a estratégia da Omoda & Jaecoo para 2027.

Em outros países, a Lepas já utiliza o motor 1.5 turbo Acteco, conhecido por equipar modelos da Caoa Chery como Tiggo 5X e Tiggo 7. Isso mostra que a marca tem tecnologia pronta para ser aplicada em seus futuros compactos e SUVs.

Marca chinesa quer produção local

A Lepas pretende enfrentar diretamente SUVs como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, além de hatches como Chevrolet Onix, VW Polo e o futuro Fiat Argo X. Também deve competir com rivais elétricos e híbridos, como BYD Dolphin e GWM Ora 5.

Lepas 8

Para garantir preços competitivos, a marca avalia a possibilidade de produção local. Uma das alternativas é utilizar a fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia (RJ), que pode ser assumida pela Omoda & Jaecoo. Isso reduziria custos e aumentaria a escala de produção, tornando os modelos mais acessíveis ao consumidor brasileiro.

A chegada da Lepas vai aumentar a invasão de marcas da Ásia no país. Confira, também, quantas marcas chinesas já vendem carros no Brasil em 2026.

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Waze vs Google Maps: qual é o melhor para o dia a dia no trânsito?

Waze e Google Maps são as duas principais opções para lidar com o trânsito entre os apps de navegação. Ambas as ferramentas pertencem ao Google, mas têm particularidades e podem atender a diferentes públicos.

O Maps é uma plataforma mais abrangente, com suporte a diferentes tipos de transporte, enquanto o Waze é uma alternativa sólida para quem se locomove com carros e motos. Os dois apps trazem dados atualizados sobre congestionamento e rotas alternativas para o dia a dia.

O Canaltech comparou os diferenciais de cada plataforma e explica os melhores cenários para usar cada app:

  • Disponibilidade

  • Recursos 

  • Atualizações ao vivo

  • Diferenças nas rotas

  • Waze ou Google Maps: qual escolher?

Disponibilidade

Esse é um fator praticamente idêntico para ambas as plataformas: Waze e Google Maps têm aplicativos para celulares (Android e iOS), sistemas automotivos e uma versão Web. É possível sincronizar os dados na mesma conta, então o histórico entre aparelhos pode ser compartilhado.

No caso dos celulares com Android, o Maps vem instalado como padrão, enquanto é necessário baixar o Waze pela Play Store. 

Google Maps Waze ícones

Recursos 

A experiência básica é muito parecida nos dois apps: digitar o endereço de destino, escolher uma das rotas e seguir as instruções. Recentemente, os apps receberam integração com a IA do Gemini para comandos de voz mais elaborados.

Por outro lado, cada plataforma tem ferramentas exclusivas que diferenciam as experiências de uso.

Os destaques do Google Maps são:

  • Informações detalhadas sobre estabelecimentos comerciais e pontos de interesse

  • Download de mapas para navegação offline

  • Rotas personalizadas para carros, motos, bicicletas, transporte público (com detalhes sobre linhas de ônibus e metrô) e a pé

  • Widgets de tela inicial no Android e no iOS

  • Mais formas de visualização dos mapas, incluindo o Street View

Os pontos favoráveis ao Waze são:

  • Maior acervo de vozes para personalizar a navegação

  • Preferências por tipo de combustível e lista de preços em postos próximos (atualizada pela comunidade)

  • Alertas de trânsito mais específicos como lombadas, buracos na pista 

  • Personalização de rotas para evitar conversões difíceis e vias não pavimentadas

  • Colaboração em tempo real com a comunidade

Atualizações ao vivo

Em metrópoles com muito congestionamento, como São Paulo e Rio de Janeiro, os alertas sobre trânsito são essenciais em horários de pico. Esse é um ponto muito favorável ao Waze, que recebe atualizações em tempo real pela comunidade sobre obras na pista e outros incidentes no dia a dia.

O Google Maps também pode incluir alertas de radares móveis e obras, mas opera com menor frequência e importa dados do rival Waze. 

Waze recursos

Diferenças nas rotas

É comum ver comentários de pessoas que preferem o Google Maps porque o Waze pode sugerir rotas incomuns. Ambos podem compartilhar dados similares e rotas parecidas na hora de traçar um caminho, então esse é um risco possível para os dois aplicativos.

Por padrão, o Waze sugere três opções de trajetos, incluindo opções sem pedágios ou que evitam rodovias. O Maps pode recomendar menos caminhos. 

Google Maps recursos

Waze ou Google Maps: qual escolher?

A decisão varia de acordo com o que cada pessoa procura no aplicativo.

O Google Maps se destaca por ser uma opção mais ampla: o mesmo app concentra informações sobre trânsito, transporte público e estabelecimentos como restaurantes, mercados e pontos turísticos. É uma boa alternativa para quem não usa somente um meio de transporte, por exemplo.

O Waze, por sua vez, é recomendável para quem precisa usar carro ou moto com frequência no dia a dia. Por trazer dados atualizados e contar com uma comunidade muito ativa, é ideal para evitar contratempos no trânsito, enquanto não tem informações tão detalhadas sobre estabelecimentos ao redor como o rival.

O tipo de viagem também é um fator importante na decisão. Vai pegar a estrada para uma longa viagem e sinal instável de internet? O Maps pode ser uma opção melhor pelo download de rotas. Trabalha como motorista de aplicativo ou fica em constante deslocamento em horários de pico? O Waze se destaca por trazer todos os alertas.

Quer saber mais sobre cada app antes de tomar uma decisão? Confira o que significam os ícones do Waze e dicas de prompts para usar o Gemini no Maps. 

 

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Ted Lasso: quem é novo e quem não retorna na temporada 4

2 August 2026 at 15:33

O treinador mais otimista da televisão está prestes a retornar com a aguardada quarta temporada de Ted Lasso, que estreia dia 5 de agosto na Apple TV. Entrando em uma nova fase, a série volta com personagens inéditos e algumas ausências que vão deixar saudades nos fãs.

Retomando a jornada do personagem titular três anos depois que a terceira temporada foi ao ar, o quarto capítulo de Ted Lasso vai acompanhar o técnico assumindo um novo desafio: de volta à Richmond, na Inglaterra, ele passa a comandar um time de futebol feminino da segunda divisão.

Segundo a descrição oficial, Ted vai se juntar com a equipe para, ao longo da temporada, “aprender a se arriscar, apostando em oportunidades que todos jamais imaginariam”.

Considerando a troca de time, a quarta temporada de Ted Lasso vai introduzir novos personagens, enquanto traz algumas figuras familiares para o público que acompanha a comédia da Apple TV desde seu lançamento, em 2020. 

Personagem novos na temporada 4 de Ted Lasso

Com Jason Sudeikis reprisando seu papel como o personagem titular, a quarta temporada de Ted Lasso destaca personagens inéditos para dar vida à equipe de futebol feminino que estrela o capítulo atual. 

Um dos destaques dessa nova fase é a atriz Tanya Reynolds (Sex Education), que interpreta Alice Chilton, uma das treinadoras do time de futebol feminino comandado por Lasso. A personagem vai trabalhar ao lado de Ted e do Treinador Beard (Brendan Hunt) para tentar revitalizar a equipe.

Ted Lasso

Falando ainda sobre as integrantes do time de futebol, as novas adições são:

  • Abbie Hern (Enola Holmes 2) como Gemma, uma jogadora ambiciosa;
  • Jude Mack (Alvo Primário) como Boots, a goleira inteligente;
  • Faye Marsay (Game of Thrones) como Lizzie, descrita como “tenaz”;
  • Aisling Sharkey (Jurassic World: Domínio) como Niamh, uma zagueira;
  • Rex Hayes (The Pact) como Siobhan, também zagueira e irmã-gêmea de Niamh.

Quem não retorna para a temporada 4 de Ted Lasso?

Ao longo de suas três primeiras temporadas, Ted Lasso conquistou o coração do público com a jornada dos jogadores do AFC Richmond, um time de futebol masculino que não conseguia ter um bom desempenho em campeonatos até a chegada do técnico americano.

Embora tenham feito sucesso nas temporadas anteriores, boa parte dessa equipe não deve retornar ao programa da Apple TV. Entre as principais ausências estão Jamie Tartt (Phil Dunster), Dani Rojas (Cristo Fernández) e Sam Obisanya (Toheeb Jimoh), que não estão creditados como personagens titulares.

Nick Mohammed, o intérprete de Nate nas três primeiras temporadas, também não deve voltar à Ted Lasso como personagem fixo.

Vale ressaltar que, apesar dessas ausências, figuras icônicas da série, como Rebecca (Hannah Waddingham), Keeley (Juno Temple) e Roy Kent (Brett Goldstein) estão confirmados no elenco da quarta temporada de Ted Lasso.

A temporada 4 de Ted Lasso estreia no dia 5 de agosto na Apple TV com episódios semanais.

Caso você esteja animado para acompanhar as novas aventuras futebolísticas do treinador otimista, saiba como a temporada 4 de Ted Lasso promete trazer "magia" do ano 1 de volta.

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Testamos a Alexa Plus em português: veja o que muda na prática

2 August 2026 at 15:00

A nova Alexa Plus vai muito além de ganhar uma voz diferente. Testei a assistente em português e, logo nas primeiras conversas, ficou claro que a inteligência artificial generativa mudou completamente a forma de interagir com ela.

Não precisei escolher as palavras com cuidado, pude corrigir pedidos no meio da conversa e até fazer perguntas em sequência sem recomeçar do zero.

Em vários momentos, a Alexa entendeu o contexto da minha casa e usou informações da minha rotina para responder de forma mais personalizada. Mas a experiência não é perfeita. Na hora de reproduzir filmes e séries na TV, por exemplo, encontrei falhas mesmo quando a assistente localizou exatamente o conteúdo que eu havia pedido.

Para o teste, usei tanto modelos antigos, como a Echo Dot 4 e Echo 4, quanto mais recentes, como a Echo Show 11 de última geração e a Echo Spot.

Conversas ficaram mais naturais

Uma das maiores mudanças que percebi é a liberdade para formular comandos. Não é mais necessário decorar a frase exata de uma rotina ou o nome cadastrado de cada dispositivo para controlar a casa.

Ao dizer apenas “apaga a luz”, por exemplo, a Alexa Plus consegue interpretar a situação, identificar o cômodo em que está instalada e apagar a luz correspondente. A experiência fica mais próxima de uma conversa e menos parecida com o uso de um controle remoto por voz.

Também consegui reunir várias ordens em uma única frase. Dá para pedir que a assistente apague a luz da sala, acenda a do abajur, ligue a televisão e ajuste o ar-condicionado sem separar cada ação em um comando diferente.

Essa inteligência também aparece em tarefas simples. Ao ditar vários produtos para a lista de compras, a Alexa Plus consegue separar cada item corretamente, em vez de registrar toda a frase como se fosse um único produto.

Teste Alexa Plus

A Alexa Plus também consegue resolver buscas a partir de descrições vagas. Isso ajuda quando você quer encontrar um filme ou uma música, mas não lembra o título. Basta dar uma descrição de cena ou parte da letra.

Rotinas podem ser criadas sem abrir o aplicativo

Uma das funções que mais me surpreendeu foi a criação de rotinas. Antes, eu precisava abrir o aplicativo da Alexa e navegar por vários menus até configurar tudo do jeito que queria. Com a Alexa Plus, bastou explicar por voz o que eu pretendia automatizar. Durante a conversa, consegui testar o resultado, fazer ajustes e refinar a rotina sem tocar no celular.

Também experimentei criar tarefas recorrentes mais específicas, como um lembrete para tomar um remédio sempre no mesmo horário, e funcionou sem complicação.

Na prática, percebi que a Alexa Plus vai além dos lembretes tradicionais: em vez de apenas disparar um alarme, ela pode acompanhar determinadas informações periodicamente e me avisar quando houver alguma novidade relevante.

Memória faz a Alexa reconhecer hábitos da casa

A memória contextual é uma das funções que mais diferenciam a Alexa Plus da versão anterior. Entre as possibilidades do recurso, estão:

  • Guardar preferências, restrições e informações sobre a rotina dos moradores;
  • Considerar restrições alimentares ao sugerir receitas e indicar substituições adequadas;
  • Enviar receitas e outras informações ao celular para consulta pelo aplicativo;
  • Receber documentos, como convites de eventos, e guardar dados como datas, horários e locais;
  • Consultar informações desses arquivos em interações futuras.

Na prática, o recurso também torna algumas conversas surpreendentemente pessoais. Durante o teste, após ela errar em uma resposta, eu falei para a Alexa “ir dormir”. Ela respondeu, também em tom de brincadeira, que não dormia e ficava “processando piadas ruins para amanhã”.

Logo depois, lembrou que eu acordo às 5h da manhã e disse que eu era quem deveria estar pensando em dormir. A resposta chamou atenção porque não se limitou a uma piada genérica: a Alexa recuperou uma informação sobre a minha rotina, entendeu o contexto e usou o dado de forma bem-humorada.

Teste Alexa Plus

O curioso é que ela fez a brincadeira antes mesmo de eu definir o alarme. Eu sempre peço para a Alexa me acordar no momento em que vou me deitar, sem deixar um horário programado para todos os dias. Então ela, de fato, se lembrou da minha rotina.

Alexa Plus também cria e edita imagens

Nos dispositivos Echo com tela, a Alexa Plus também funciona como uma ferramenta de criação e edição de imagens. O usuário pode pedir uma imagem completamente nova a partir de uma descrição ou solicitar alterações em uma imagem existente.

Depois que o resultado aparece na tela, dá para pedir que a Alexa envie a imagem ao celular. Isso facilita tanto o compartilhamento com outras pessoas quanto o armazenamento no smartphone.

Esse envio não se limita às imagens. Informações encontradas durante uma conversa, como receitas, roteiros e outros conteúdos, também podem ser encaminhadas ao celular para uma consulta mais confortável.

O recurso funciona bem, e a Alexa gera imagens de forma satisfatória. Nas vezes em que testei, as fotos ficaram tão boas quanto as geradas por IAs como ChatGPT ou Gemini. Mas, em alguns cenários, ela pode ter alguma dificuldade, apesar de eu não ter tido problemas durante o uso.

No exemplo abaixo, dei um comando simples, para gerar uma imagem de um cachorro preto com manchas brancas no peito correndo em um parque. A foto gerada sequer parece ter sido gerada por uma inteligência artificial. 

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Alexa ainda tropeça ao reproduzir filmes e séries

Nem tudo funcionou tão bem quanto a Amazon prometeu. Nos meus testes, a Alexa Plus conseguiu encontrar os filmes e séries que pedi, mas nem sempre executou a reprodução apenas com comandos de voz.

Quando pedi para reproduzir How I Met Your Mother no Disney+, por exemplo, a assistente localizou a série e exibiu as plataformas nas quais ela estava disponível. O problema é que, mesmo indicando o serviço no comando, ela não iniciou o episódio automaticamente. No fim, precisei escolher manualmente uma das opções na tela.

Já com o YouTube, a experiência foi bem mais convincente. Consegui abrir o aplicativo, procurar uma transmissão ao vivo da Copa do Mundo na CazéTV e iniciar o vídeo usando apenas a voz. Foi preciso dar um comando de cada vez, abrir o app, pesquisar o vídeo e depois reproduzi-lo, mas todo o processo funcionou sem que eu precisasse tocar na TV.

Alexa Plus muda mesmo a experiência?

Depois de testar a Alexa Plus em português, fiquei com a impressão de que ela não transforma os dispositivos Echo em produtos completamente novos, mas muda bastante a forma de usá-los.

A possibilidade de falar de maneira mais natural, juntar vários pedidos em uma única frase e criar rotinas apenas com a voz elimina boa parte da rigidez que sempre existiu na Alexa tradicional.

Também gostei da memória contextual. Quando ela funciona como esperado, a assistente não apenas lembra das informações que compartilhei, mas consegue aproveitá-las durante a conversa de um jeito que faz mais sentido.

O envio de documentos amplia ainda mais essa experiência, porque permite alimentar a IA com dados que eu nunca precisei ditar em voz alta. Já recursos como a criação de imagens e o compartilhamento de conteúdos com o celular mostram que a Alexa Plus vai além da automação da casa.

O principal ponto fraco que encontrei foi a reprodução de vídeos. Em mais de uma ocasião, a assistente encontrou exatamente o filme ou a série que eu queria assistir, mas não iniciou a reprodução automaticamente. Isso interrompe uma experiência que, no restante do tempo, parece muito mais natural.

Mesmo com essa limitação, terminei os testes com uma impressão positiva. A Alexa Plus em português parece menos robótica e muito mais capaz de entender o que eu realmente quero dizer, sem que eu precise pensar na frase exata para cada comando.

E, como a ferramenta ainda está em acesso antecipado, é provável que a Amazon corrija essas falhas e adicione novos recursos antes do lançamento definitivo. A Alexa Plus chegou ao Brasil há pouco mais de um mês, e sua IA promete que também poderá até pedir um Uber por você no futuro. 

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Tablet para crianças: vale a pena um modelo infantil ou um iPad antigo?

2 August 2026 at 14:30

Quando o assunto é tablet para criança, muitos pais ficam em dúvida entre investir em um modelo infantil, com capa emborrachada e recursos pensados para os pequenos, ou optar por um iPad ou Galaxy Tab usado.

À primeira vista, os aparelhos infantis parecem a escolha mais segura, mas nem sempre oferecem a melhor experiência no dia a dia. Em muitos casos, um tablet de categoria superior, mesmo com alguns anos de uso, entrega desempenho e longevidade muito maiores.

A decisão depende principalmente do equilíbrio entre resistência física, desempenho e tempo de vida útil.

Tablets infantis: resistentes, mas com limitações

Fabricantes como Positivo e Multi oferecem tablets desenvolvidos para crianças, normalmente acompanhados de capas grossas de borracha, alças para transporte e sistemas de controle parental. A proposta é suportar quedas e facilitar o uso pelos pequenos.

O problema é que esses aparelhos costumam utilizar processadores de entrada, pouquíssima memória RAM e armazenamento limitado. Isso significa que, embora funcionem bem para vídeos, livros digitais e jogos muito simples, podem apresentar lentidão após algum tempo de uso ou quando vários aplicativos ficam instalados.

Outro ponto é o suporte de software. Muitos modelos recebem poucas atualizações, o que reduz a compatibilidade com aplicativos mais recentes ao longo dos anos.

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Para crianças pequenas, que utilizam basicamente plataformas de vídeos, aplicativos educativos e desenhos, eles ainda cumprem seu papel. Porém, conforme a idade avança e o uso se torna mais exigente, as limitações aparecem rapidamente.

Um iPad antigo ainda faz sentido?

Em muitos casos, sim. Um iPad de gerações anteriores ou um Galaxy Tab intermediário usado costuma oferecer processadores significativamente mais rápidos, telas de melhor qualidade e maior tempo de suporte aos aplicativos.

Mesmo modelos lançados há alguns anos ainda conseguem executar jogos educativos, chamadas de vídeo, plataformas de ensino e aplicativos de desenho com muito mais fluidez do que diversos tablets infantis vendidos atualmente.

A principal desvantagem é a resistência. Diferente dos modelos infantis, esses aparelhos não possuem proteção reforçada de fábrica. Felizmente, esse problema pode ser resolvido com capas emborrachadas de boa qualidade e películas resistentes, que aumentam bastante a proteção contra quedas.

Outro cuidado importante é verificar o estado da bateria e da tela antes da compra, já que aparelhos usados podem apresentar desgaste após anos de utilização.

O que pesa mais na prática?

Para crianças de até cinco anos, a resistência costuma ser o fator mais importante. Nessa fase, quedas são frequentes e o uso normalmente se limita a vídeos, músicas e aplicativos educativos.

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Já para crianças em idade escolar, o desempenho passa a fazer mais diferença. Videoaulas, pesquisas, leitura de PDFs, aplicativos de desenho e jogos exigem um hardware mais competente. Nesses casos, um iPad antigo ou um Galaxy Tab usado costuma proporcionar uma experiência mais agradável e permanecer útil por mais tempo.

Também vale considerar o custo-benefício. Em algumas situações, um tablet usado de categoria superior pode custar praticamente o mesmo que um modelo infantil novo, oferecendo desempenho muito superior.

Se a prioridade é máxima resistência para crianças muito pequenas, um tablet infantil continua sendo uma alternativa interessante. Porém, pensando em longevidade e desempenho, um iPad ou Galaxy Tab geralmente representa um investimento mais inteligente.

Com uma boa capa protetora, esses aparelhos combinam durabilidade suficiente para o uso doméstico com uma experiência muito mais fluida. Isso reduz a frustração causada por travamentos, aumenta a vida útil do dispositivo e acompanha melhor o crescimento da criança, tornando a compra mais vantajosa no longo prazo.

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10 jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez

2 August 2026 at 14:11

Nos anos 1990 e durante uma parte dos anos 2000, as locadoras eram o principal refúgio para quem buscava jogos de Super Nintendo e Mega Drive. Para muitos fãs de videogames, ir ao estabelecimento aos sábados de manhã beirava o “religioso”.

Ainda que nenhum deles tivesse todos os cartuchos desses videogames, alguns faziam muito mais sucesso que outros e sempre apareciam para quem chegava cedo ou via um momento de sorte. 

Dito isso, uma lista seleta de títulos do SNES sempre era procurada pelos corredores. Aqueles dos quais você se lembra até da capa, de tanto segurá-los em suas mãos ou ver seus amigos locarem para aquele fim de semana “multiplayer”.

Para ajudar você a se lembrar deles, hoje o Canaltech lista 10 jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez.

10. Chrono Trigger

Um dos maiores JRPGs de uma geração, Chrono Trigger (1995) era uma experiência ampla e repleta de camadas, considerado como uma verdadeira obra-prima. Além disso, vê-lo nas locadoras foi o contato de muitos com o gênero.

Como não é um título “curto”, muitos ainda tentavam alugá-lo múltiplas vezes para conseguir avançar mais rápido na aventura e ver a sua conclusão em um fim de semana. Porém, com ao menos 23 horas de aventura, muitas crianças só viram o encerramento anos depois. 

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9. Mortal Kombat 3

Sem tantas opções mainstream de luta como vemos hoje, Mortal Kombat 3 (1995) se destacava pela agressividade, pelos movimentos elaborados e por trazer sangue de verdade — diferente da primeira versão, que teve a sua cor censurada.

Seja para jogar com aquele primo que não saía da sua casa, seja para se divertir nas torres e modo arcade, não é à toa que ele foi um dos jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez — já que garantia horas de diversão, de várias formas distintas.

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8. Mega Man X

No início dos anos 1990, Mega Man já era muito conhecido entre os gamers e Mega Man X (1993) chegou com uma abordagem inédita: com uma história mais madura, personagens estilizados como os animes e ação desenfreada durante o gameplay.

Quem não se lembra de anotar os códigos, tentar encontrar as partes da armadura de X e fazer uma verdadeira “speedrun” para derrotar Sigma que atire a primeira pedra. Um clássico, ele fez parte da vida de muitos fãs e continua vivo no coração desses.

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7. Goof Troop

Produzido por Shinji Mikami, pai da franquia Resident Evil, Goof Troop (1992) era o verdadeiro It Takes Two (2021) daquela geração. Pateta e Max tinham de se ajudar para vencer os desafios, enquanto completavam dezenas de quebra-cabeças.

Inspirado nos desenhos animados da Disney, o título foi um verdadeiro sucesso — tanto por incentivar o trabalho em equipe (em vez da disputa direta, como os outros), quanto por ser incrivelmente divertido. 

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6. Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time

O beat ‘em up  Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time (1991) permitia escolher entre um dos quatro irmãos quelônios para impedir a ameaça do Destruidor. Durante a aventura, você tinha de derrubar o exército do Clã do Pé e vários chefões.

Com fases que mudavam a ambientação, estágios nos quais era permitido surfar nos esgotos e soluções criativas para o gênero, Leonardo, Raphael, Donatello e Michelangelo viram nele o ápice de sua presença nos videogames. 

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5. Top Gear

Quando se fala em Top Gear (1992), é impossível não se lembrar do Super Nintendo, das locadoras, sua trilha sonora que marcou toda uma geração e a intensidade das corridas que conquistava os jogadores.

Com diversos veículos para escolher, power-ups e desafios, ele era a escolha favorita de muita gente que ama velocidade. Mesmo que tenha alguns que prefiram Top Gear 3000 (1995), o importante era curtir a diversão solo ou com amigos.

4. Donkey Kong Country

Donkey Kong Country (1994) representou o ápice gráfico do SNES e era o queridinho de muitos nas locadoras. Enquanto Mario era visto como “jogo de criança”, o gorila da Nintendo representava algo mais “descolado” e cheio de atitude.

Você podia controlar o próprio DK e Diddy Kong, explorar várias fases, passar pelos trechos com o carrinho de mineração e encarar muitos inimigos em busca das bananas. Mesmo que prefira o segundo ou o terceiro, o que vale é o entretenimento na franquia.

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3. Super Mario Kart

Em Super Mario Kart (1992), você tinha uma verdadeira central de diversão. Quem alugou a fita para Super Nintendo lembra que era possível correr em diversas pistas, disputar com amigos e até encarar todos em um “battle royale” completo.

Apreciado pela tecnologia do Mode 7, por apresentar todo um conceito que até então era inédito para os jogos do gênero e abrir toda uma nova vertente para outros mascotes (Sonic, Crash e outros a seguem até hoje), ele impressionava e muitas vezes era até disputado nesses estabelecimentos.

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2. Street Fighter II 

Apesar da fama de MK, Street Fighter II (1992) marcou muito mais os jogadores do SNES. No papel de um lutador, você viajava o mundo para enfrentar diversos outros no meio das ruas para ter a chance de encarar M. Bison e a organização Shadaloo.

Muitos até podiam curti-lo sozinhos, mas era um dos títulos mais esperados para disputar com os colegas e ver quem seria o melhor — e com qual personagem, é importante lembrar. Ele marcou uma geração e se tornou um dos principais games de luta de todos os tempos.

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1. International Superstar Soccer Deluxe

O Brasil é o país do futebol e só tinha um jogo que sintetizava isso para os fãs com um Super Nintendo: International Superstar Soccer Deluxe (1995). A Konami trazia seleções, times, códigos para cheats dentro do jogo e muito entretenimento entre os jogadores.

Muitos o pegavam várias vezes nas locadoras, para treinar e para poder chamar a galera em casa e fazer o emblemático “campeonatinho”. Pode não ter sido a sua preferência, mas era de alguém próximo e esse cartucho sempre parava na sua casa de algum modo. 

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Jogos mais alugados de Super Nintendo

A popularidade das locadoras chegou ao fim, mas sua cultura permanece no coração de muitos — mais de 30 anos depois de seu ápice. Era o local no qual fãs com um Super Nintendo se reuniam, trocavam dicas e formavam conexões que às vezes duravam poucos minutos, mas que trouxeram experiências incríveis.

Ainda que alugar cartuchos como The Legend of Zelda: A Link to the Past, Disney’s Magical Quest, Contra III: The Alien Wars, Super Metroid, Super Castlevania IV e dezenas de outros fosse comum, alguns títulos ficaram gravados na memória de todo mundo. São eles:

  1. International Superstar Soccer Deluxe

  2. Street Fighter II

  3. Super Mario Kart

  4. Donkey Kong Country

  5. Top Gear

  6. Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time

  7. Goof Troop

  8. Mega Man X

  9. Mortal Kombat 3

  10. Chrono Trigger

Bateu saudade desta época? Você também pode conferir qual levou a melhor entre Mega Drive ou Super Nintendo: qual foi o mais popular no Brasil nos anos 1990. Também foi ali que surgiu o polêmico sistema de classificação etária nos jogos (com muita confusão e disputa entre as grandes companhias). 

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7 atalhos escondidos no Android que agilizam o dia a dia

2 August 2026 at 13:33

O Android reúne diversos recursos que passam despercebidos por boa parte dos usuários. Enquanto as novidades de inteligência artificial costumam chamar mais atenção, há funções nativas capazes de economizar tempo em tarefas do dia a dia.

Muitas dessas ferramentas já vêm integradas ao sistema e não exigem a instalação de aplicativos. Mesmo assim, acabam sendo pouco conhecidas porque ficam escondidas em menus ou são ativadas por gestos que nem todo mundo conhece. 

Com alguns desses atalhos, você pode abrir a câmera em segundos, copiar textos de aplicativos que não permitem seleção, usar dois apps ao mesmo tempo, pesquisar qualquer item exibido na tela e acessar configurações com menos toques. São pequenas funções que, quando incorporadas à rotina, tornam a navegação mais rápida e conveniente.

Google Pixel 10 Pro

7 atalhos escondidos do Android

Confira sete recursos que podem tornam o uso do celular mais prático:

  1. Iniciar a câmera com o botão liga/desliga

  2. Acessar atalhos ao pressionar ícones de apps

  3. Copiar texto da tela de Aplicativos Recentes

  4. Usar os ícones de Configurações Rápidas

  5. Utilizar a tela dividida

  6. Usar o recurso Circule para Pesquisar

  7. Compartilhar arquivos com o Quick Share

1. Iniciar a câmera com o botão liga/desliga

Nem sempre dá tempo de desbloquear o celular e abrir o aplicativo da câmera antes que um momento passe. Por isso, muitos smartphones Android oferecem um atalho que abre a câmera instantaneamente com dois toques no botão liga/desliga, mesmo quando a tela está bloqueada. 

2. Acessar atalhos ao pressionar ícones de apps

Muitos aplicativos escondem atalhos úteis na tela inicial. Para acessá-los, basta tocar e segurar o ícone para abrir um menu com ações específicas.

No Gmail, por exemplo, é possível começar um novo e-mail. Já o Google Maps mostra atalhos para navegar até casa ou trabalho, e o YouTube abre a área de Shorts ou de inscrições. Se usar um desses comandos com frequência, arraste-o para a tela inicial para criar um atalho permanente.

Galaxy A57 5G

3. Copiar texto da tela de Aplicativos Recentes

Alguns aplicativos impedem a seleção de texto, o que dificulta copiar códigos, endereços ou mensagens. Em celulares Android, como o Google Pixel, é possível copiar textos de apps abertos recentemente.

Para isso, abra a tela de aplicativos recentes, toque em “Selecionar” abaixo da prévia do app e destaque o trecho desejado. Depois, basta copiar, compartilhar ou pesquisar o conteúdo.

4. Usar os ícones de Configurações Rápidas

Você provavelmente já usa o painel de Configurações Rápidas para ligar ou desligar o Wi-Fi, o Bluetooth ou a lanterna. O que muita gente não sabe é que, ao manter um desses ícones pressionado, o Android abre a página daquela configuração, sem precisar navegar pelos menus.

Uma dica é organizar esse painel de acordo com o seu uso. Assim, os atalhos que você acessa com mais frequência ficam nas primeiras posições e podem ser usados com apenas um toque.

Galaxy A57 5G

5. Utilizar a tela dividida

Se você vive alternando entre dois aplicativos para concluir uma tarefa, vale experimentar o modo de tela dividida. Com ele, os dois apps ficam abertos ao mesmo tempo, evitando aquela sequência de abrir um, voltar, abrir outro e repetir o processo.

Isso facilita situações do dia a dia, como comparar preços enquanto faz uma compra, acompanhar uma receita enquanto cozinha ou fazer anotações durante a leitura de um texto. É um recurso simples, mas que pode deixar a multitarefa mais prática.

6. Usar o recurso Circule Para Pesquisar

Encontrou um produto, um lugar, uma roupa ou um trecho de texto e quer saber mais? Com o Circule para Pesquisar, você faz uma busca sobre o que está na tela, assim, não é necessário alternar entre aplicativos ou copiar informações para o Google.

O recurso reconhece imagens, textos e outros elementos exibidos na tela e mostra os resultados em uma janela sobre o aplicativo que está aberto. Atualmente, ele está disponível em celulares Pixel compatíveis e em alguns modelos premium da Samsung.

Circule para Pesquisar

7. Compartilhar arquivos com o Quick Share

Enviar fotos, vídeos ou documentos para outro celular Android pode ser bem mais rápido com o Quick Share. O recurso encontra aparelhos compatíveis por perto e transfere os arquivos entre eles, dispensando o envio por e-mail ou aplicativos de mensagens.

A ferramenta também facilita o compartilhamento de arquivos grandes ou de várias fotos ao mesmo tempo. Basta o destinatário aceitar a solicitação para que a transferência seja iniciada.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse em saber como usar atalhos no Android para automatizar o dia a dia.

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Qual o impacto do "silêncio elétrico" no trânsito das cidades?

2 August 2026 at 13:04

Além da tecnologia, da emissão zero de poluentes e do efeito-dominó nos preços, o crescimento nas vendas de carros elétricos trouxe mais uma mudança que, para muitos, já é perceptível nas ruas em que eles são maioria: o silêncio. Diferente dos motores a combustão, que emitem ruídos constantes, os elétricos deslizam quase sem som. Essa característica, que pode parecer apenas um detalhe técnico, está transformando a experiência urbana de forma profunda.

Em grandes centros, onde o barulho do trânsito é parte da rotina, a redução sonora já começa a ser notada. Estudos, como o conduzido pela USP em 2024, apontaram que a poluição sonora é uma das principais causas de estresse e problemas de saúde mental em áreas urbanas. Com veículos mais silenciosos, como é o caso dos carros elétricos, há uma expectativa de melhora na qualidade de vida dos moradores.

Carros trânsito

Por outro lado, o silêncio dos elétricos abre espaço para novas discussões sobre segurança. Pedestres e ciclistas podem não perceber a aproximação de um carro sem ruído e, por conta disso, serem vítimas de acidentes. Esse ponto específico levou fabricantes a incluírem sons artificiais em baixa velocidade. Essa adaptação mostra como até o silêncio precisa ser regulado para garantir equilíbrio entre conforto e segurança.

Impacto do "silêncio elétrico" na saúde urbana

A redução da poluição sonora pode trazer benefícios diretos à saúde. Menos ruído significa menos estresse, melhor qualidade do sono e até maior produtividade. Cidades que já contam com frotas significativas de elétricos começam a perceber esses efeitos positivos.

Carros elétricos nas ruas

Por outro lado, o silêncio também exige mudanças culturais. Motoristas e pedestres precisam se adaptar a uma nova dinâmica de trânsito, onde a ausência de som pode gerar distrações ou riscos inesperados.

Regulamentação do silêncio

Para evitar acidentes, muitos países já exigem que carros elétricos emitam sons artificiais em baixas velocidades. Em 2019, a União Europeia criou uma lei para instalação do AVAS (Sistema Acústico de Alerta de Veículos). Essa medida buscou equilibrar a segurança sem perder os benefícios do silêncio. É uma prova de que até o silêncio precisa ser pensado como política pública.

A longo prazo, o desafio das montadoras será o de encontrar sons que alertem sem incomodar, criando uma nova identidade sonora para os veículos elétricos, como fez a BMW com o iX XDrive 50 (vídeo acima). Assim, o silêncio urbano pode se tornar não apenas um benefício, mas também um símbolo de modernidade que, hoje, está cada vez mais presente dentro e fora do Brasil.

E já que o assunto é carro elétrico, deixo aqui uma pergunta: você sabe o que acontece com a bateria de um carro elétrico quando acaba a vida útil? Confira. 

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Wagner Moura fica preso em casa no novo suspense da Netflix; conheça

2 August 2026 at 12:08

O que você faria se, da noite para o dia, o seu lar se tornasse uma espécie de prisão que te impedisse de sair? Embora pareça um cenário próximo ao que vivemos na época da pandemia, o brasileiro Wagner Moura vai experienciar essa tensão em A Última Casa, o novo filme de suspense da Netflix.

Aposta da gigante do streaming para agosto, o longa estreia no dia 7 de agosto com uma situação inusitada envolvendo uma família que, inexplicavelmente, fica presa dentro da própria residência. 

Diante dessa premissa, a trama promete deixar o público com a pulga atrás da orelha para entender o mistério sombrio por trás do confinamento forçado, contando também com a atriz Greta Lee no elenco. 

Família presa no lugar que deveria protegê-la

A Última Casa possui um enredo um tanto quanto simples, mas que esconde enigmas ao longo do desenvolvimento da trama. 

Segundo a descrição oficial da Netflix, o filme vai acompanhar um casal que, subitamente, é aprisionado com os filhos dentro do próprio lar. Sem saída, o grupo trabalha em conjunto para sobreviver com mantimentos escassos, enquanto tentam entender o porquê eles estão confinados no local. 

Misturando suspense e ficção científica, A Última Casa promete conquistar o público com esse mistério, fazendo com que o espectador tente montar o quebra-cabeça para compreender o que realmente está acontecendo com a família. 

Suspense de confinamento com ficção científica

Se você também se sentiu preso dentro da sua residência durante a pandemia, provavelmente vai se identificar em algum grau com a situação vivida pela família de A Última Casa.

Apesar do filme da Netflix não indicar nenhuma relação com o caos pandêmico de 2020, a trama conta com duas frentes complementares. Uma delas é o suspense de confinamento, que explora as limitações do espaço para mostrar a família lidando com a falta de mantimentos e uma convivência sob pressão constante. 

A outra vertente é a ficção científica, que consiste no mistério por trás do fenômeno inexplicável que transformou a casa em um ambiente hostil para os personagens. É justamente a partir desse acontecimento que as relações familiares se transformam, com a ameaça proporcionando uma atmosfera claustrofóbica.

A Última Casa

Wagner Moura e Greta Lee lideram o elenco

Rostos do filme, Wagner Moura e Greta Lee lideram o elenco de A Última Casa como Riley e Jason, o casal que fica preso dentro do próprio lar com os dois filhos e faz o possível para proteger as crianças diante da misteriosa ameaça. 

Moura, para começar, dispensa grandes apresentações entre o público brasileiro. Indicado ao Oscar por seu trabalho em O Agente Secreto (2025), o ator é conhecido internacionalmente por produções como Narcos e Guerra Civil (2024), além de ser o nome por trás do sucesso nacional Tropa de Elite (2007).

Lee, por sua vez, é mais conhecida por sua performance nos filmes Vidas Passadas (2023), Tron: Ares (2025) e, recentemente, Toy Story 5 (2026). Ela também esteve na série The Morning Show.

A Última Casa

Outros atores confirmados no longa são Gabriel Chung (Segredos de um Escândalo), Riley Chung (Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes), Emma Ho (Titãs) e Noah Alexander Sosnowski (Seção 8 - Organização Secreta).

Quem está por trás de A Última Casa

Para dar vida ao projeto, a Netflix firmou uma parceria com o diretor Louis Leterrier, cuja experiência nos gêneros de ação e suspense podem transformar A Última Casa em uma jornada intensa. Os trabalhos mais conhecidos de Leterrier são os filmes Truque de Mestre (2013), Velozes e Furiosos 10 (2023) e O Incrível Hulk (2008), e a série Lupin.

Já o roteiro é assinado por Matthew Robinson, mais lembrado por filmes como Amor e Monstros (2020) e Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra (2025).

Vale mencionar ainda que o ator Omar Sy, conhecido por estrelar a série Lupin, está na equipe criativa do filme como produtor. 

A Última Casa

Vale a pena assistir A Última Casa?

Com um mistério tão intrigante impulsionando a trama, A Última Casa deve funcionar para quem gosta de suspenses que trazem aquela energia claustrofóbica de histórias de sobrevivência em um espaço limitado. 

Indo além da dupla de protagonistas, ambos atores renomados que já fazem o seu play valer por isso, o filme constrói seu enigma a partir do fenômeno inexplicável que deixa a família confinada dentro de casa, um elemento curioso que possui grandes chances de manter a sua atenção do começo ao fim. 

Outro ponto que pode aumentar as suas chances de gostar do filme é que a trama explora uma relação familiar que é colocada à prova em meio a uma situação extrema, gerando desconfortos e tensões que podem escalar à medida que o confinamento se prolonga. 

A Última Casa

Pelo que o trailer revela, A Última Casa parece ser um suspense mais psicológico e de sobrevivência do que um thriller eletrizante com muita ação envolvida. Tais elementos podem existir, mas a premissa sugere uma execução mais contida, inclusive da ficção científica. 

O que vale ter em mente é que a produção promete uma jornada de sobrevivência intensa em que o lugar que deveria ser o nosso maior abrigo se torna uma ameaça contra a nossa própria sobrevivência. 

Aproveite também para ver todas as novidades da Netflix em agosto de 2026: veja todos os lançamentos do mês.

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O novo desperdício corporativo está na infraestrutura mal governada

*Por Bruno Paiuca

O imaginário corporativo associa, de modo natural, o desperdício a salas vazias, andares subutilizados, estoques excessivos, processos burocráticos e estruturas administrativas infladas. Nesse contexto, eficiência significava reduzir espaço físico, renegociar contratos e enxugar operações. Esse raciocínio ainda existe e tem sua importância, mas o principal centro de perdas das empresas modernas é mais complexo e está ligado à tecnologia.

Nesse sentido, atualmente, o desperdício mais difícil de identificar roda silenciosamente em servidores, ambientes em nuvem, recursos provisionados sem controle e arquiteturas digitais que cresceram sem governança proporcional.

O fato é que a transformação digital alterou profundamente a natureza das operações empresariais, que passaram a depender de cloud computing para praticamente tudo, desde armazenamento, processamento, aplicações críticas, segurança e analytics até IA, integração de sistemas e escalabilidade operacional.

O problema é que a velocidade da adoção tecnológica foi muito superior à maturidade de gestão sobre essa infraestrutura. Em muitos casos, companhias migraram para a nuvem acreditando que elasticidade significava eficiência automática e descobriram (ou ainda não), que seus workloads não demandam infraestrutura de forma tão elástica quanto supostamente imaginavam. Flexibilidade sem controle ou sem demanda também amplia desperdício em escala.

Os números ajudam a traduzir a dimensão do desafio. O relatório FinOps in Focus 2025, da Harness, projeta que empresas devem desperdiçar US$ 44,5 bilhões em infraestrutura cloud ao longo deste ano por falhas de governança, baixa integração entre engenharia e finanças e ausência de visibilidade operacional. Esse dado indica uma baixa maturidade na adoção de arquiteturas Cloud Native, e mostra como muitas organizações investem nessa tecnologia, sem antes estarem com suas operações preparadas para tal.

O mesmo levantamento mostra que 52% dos líderes de engenharia afirmam que a desconexão entre áreas técnicas e financeiras gera desperdício direto nos ambientes de nuvem. Em paralelo, menos da metade das organizações possui visibilidade em tempo real sobre recursos ociosos, workloads superdimensionados e ambientes sem utilização efetiva.

Além disso, em muitas empresas, ambientes criados para testes permanecem ativos indefinidamente, máquinas virtuais seguem provisionadas acima da necessidade real, bancos de dados continuam consumindo recursos após projetos encerrados, armazenamentos esquecidos acumulam custos mensais invisíveis ao negócio e recursos são mantidos sem ownership definido ou métricas claras de utilização. A soma desses pequenos desperdícios cria um efeito estrutural relevante, especialmente em organizações que operam em larga escala.

Uma análise da VendorBenchmark, baseada em mais de 700 ambientes corporativos, aponta que as empresas desperdiçam entre 28% e 34% de todo o investimento em cloud com recursos ociosos, provisionamento excessivo e ambientes esquecidos. Trazendo esse percentual para a realidade financeira, uma companhia que investe US$10 milhões anuais em infraestrutura pode perder até US$3,4 milhões sem necessariamente perceber onde está o problema.

A infraestrutura só gera valor quando há governança

O levantamento reforça uma mudança importante no conceito contemporâneo de eficiência operacional: o desperdício deixou de ser predominantemente físico e passou a ser distribuído, digital e muito mais difícil de enxergar sem mecanismos estruturados de governança.

Esse contexto ajuda a explicar por que o debate sobre FinOps deixou de ser restrito à otimização de custos e passou a ocupar uma posição estratégica dentro das organizações. Durante muito tempo, a percepção sobre FinOps esteve ligada apenas à redução de despesas em cloud. Hoje, o mercado começa a entender que o tema envolve algo muito mais amplo, ou seja, governança operacional, responsabilidade financeira compartilhada, visibilidade contínua e alinhamento entre tecnologia e negócio.

O relatório State of FinOps 2025, da FinOps Foundation, mostra justamente essa mudança de mentalidade. Pela primeira vez, a implementação de governança e políticas em escala aparece como prioridade superior até mesmo à simples redução de custos. O levantamento considera organizações responsáveis por mais de US$69 bilhões em gastos com cloud e evidencia que as empresas perceberam que eficiência sustentável depende menos de cortes pontuais e mais da capacidade de estabelecer disciplina operacional contínua.

Ademais, existe um componente cultural importante nessa discussão. Muitas organizações ainda tratam a infraestrutura digital como responsabilidade exclusivamente técnica. O problema é que cloud deixou de ser apenas um tema de TI há bastante tempo. Cada decisão de provisionamento possui impacto financeiro direto e cada ambiente ativo representa consumo operacional contínuo.

Nesse sentido, recursos sem monitoramento afetam diretamente a eficiência, a previsibilidade e a margem do negócio. Por isso, a governança contemporânea de infraestrutura exige um modelo muito mais integrado, baseado em uma lógica operacional orientada por responsabilidade contínua.

Como o FinOps redefine a eficiência operacional

Na prática, isso envolve monitoramento em tempo real, automação para desligamento de recursos ociosos, definição clara de ownership, políticas de provisionamento, rastreabilidade de consumo e integração efetiva entre as áreas de negócio e tecnologia.

Esse movimento também exige maturidade técnica e executiva para evitar decisões simplistas, como acreditar que a repatriação de cargas seja, por si só, a solução para os desafios de custo e eficiência. Em muitos casos, essa decisão pode ser tão pouco refletida quanto a adoção desenfreada de cloud observada na década anterior.

O contexto atual torna essa discussão ainda mais crítica. A sobrecarga dos times de tecnologia, combinada ao avanço da inteligência artificial, aumenta a demanda por performance, produtividade e escalabilidade, ao mesmo tempo em que amplia as superfícies de ataque. Nesse cenário, modelos legados de gestão de infraestrutura, com limitada ou nenhuma capacidade de gerenciamento por API, podem limitar a capacidade das empresas de responder a demandas cada vez mais explosivas e dinâmicas.

Da mesma forma, essa limitação pode comprometer a capacidade de responder a incidentes, especialmente quando comparada às capacidades oferecidas pelos hyperscalers. O valor da cloud, portanto, não está necessariamente em uma planilha fria de custos, mas nas capacidades disponíveis a um clique para provisionar, escalar, proteger e defender o negócio no ambiente digital.

Esse novo cenário altera a forma como a competitividade deve ser interpretada. Por anos ela esteve associada à expansão tecnológica acelerada, agora, o mercado mais maduro entende, requer e precifica governança, crescendo a percepção de que sustentabilidade operacional depende da capacidade de administrar essa expansão com inteligência, já que uma infraestrutura eficiente é aquela mais coerente com a necessidade real do negócio.

No fim das contas, o novo desperdício corporativo está escondido em dashboards ignorados, ambientes esquecidos, recursos sem dono e operações digitais que cresceram sem governança proporcional. Justamente por ser silencioso, distribuído e tecnicamente complexo, esse desperdício se tornou ainda mais perigoso para empresas que dependem de escala, previsibilidade e eficiência para sustentar seu crescimento.

Hoje, a reflexão que fica para as organizações não está associada apenas a quanto elas investem em tecnologia, mas quanto desse investimento realmente gera valor operacional.

Confira também como Multicloud sem FinOps pode virar complexidade cara.

Bruno Paiuca Especialista Convidado

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Como fazer o celular tocar só para ligações importantes

2 August 2026 at 00:02

Muitas pessoas deixam o celular no silencioso para evitar interrupções constantes causadas por notificações, grupos de mensagens e chamadas de spam. O problema é que, ao fazer isso, também correm o risco de não perceber uma ligação realmente importante.

Tanto o Android quanto o iPhone contam com recursos que resolvem esse problema. Com alguns ajustes, é possível fazer o aparelho tocar apenas quando determinados contatos ligarem, enquanto todas as outras chamadas continuam silenciosas. 

O recurso é útil para quem não quer ser incomodado durante o trabalho, estudos ou à noite, mas precisa continuar disponível para familiares, parceiros ou colegas em situações urgentes. 

Ligação telefônica

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • Como colocar o celular para tocar apenas em ligações importantes?

  • É possível liberar mais de um contato?

  • O recurso funciona no WhatsApp?

Como colocar o celular para tocar apenas em ligações importantes?

Os dois sistemas oferecem funções para liberar chamadas de contatos específicos mesmo quando o celular está no modo silencioso ou com o recurso "Não Perturbe" ativado. Veja como configurar!

Android

No Android, siga os passos abaixo:

  1. Abra o app Telefone;

  2. Clique sobre o nome do contato desejado;

  3. Marque o contato como favorito;

  4. Vá nas “Configurações” do aparelho;

  5. Toque em “Modos”;

  6. Procure a opção “Não perturbe”;

  7. Entre em “Pessoas”;

  8. Clique em “Chamadas”;

  9. Selecione “Contatos marcados com estrela”.

O nome das opções pode variar conforme a fabricante do aparelho e a versão do sistema operacional. Na Samsung, por exemplo, a opção “Modos” é substituída por “Notificações”.

iOS

Já no iOS, o passo a passo é o seguinte:

  1. Abra o app Contatos;

  2. Escolha o contato desejado;

  3. Vá em “Editar”;

  4. Clique em “Toque”;

  5. Selecione “Acesso de emergência”;

  6. Salve a alteração.

Ligação telefônica

É possível liberar mais de um contato?

Sim. Você pode escolher mais de uma pessoa para ignorar o modo silencioso. No Android, basta marcar todos os contatos desejados como favoritos para que as ligações deles sejam liberadas quando o recurso "Não Perturbe" estiver configurado para aceitar chamadas desses contatos. 

No iPhone, a opção Acesso de emergência é ativada individualmente em cada contato. Dessa forma, é possível configurar quantas pessoas forem necessárias para que as chamadas delas toquem mesmo com o aparelho no silencioso. 

O recurso funciona no WhatsApp?

Não. Essa configuração vale apenas para ligações telefônicas feitas pelo aplicativo de chamadas do celular. 

As chamadas recebidas pelo WhatsApp, Telegram, Signal e outros aplicativos dependem das configurações de notificações desses próprios apps e do sistema operacional. Ou seja, ativar exceções para contatos nas ligações convencionais não faz com que chamadas desses aplicativos também ignorem o modo silencioso.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber como parar de receber ligações de spam.

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Sedan V6 da Hyundai vira "negócio da China" no mercado de usados

1 August 2026 at 23:05

O Hyundai Azera 3.0 V6 2017 se tornou uma das maiores oportunidades do mercado de usados ​​no Brasil. O modelo, que já foi referência em luxo e desempenho , hoje pode ser encontrado por valores próximos aos de carros compactos novos .

Essa realidade chama a atenção de quem busca conforto, potência e sofisticação sem gastar muito . Afinal, o Azera entrega um pacote completo de desempenho e equipamentos por um preço que surpreende.

Hyundai Azera 2017

De acordo com a Tabela Fipe mais recente, o  Azera 3.0 V6 2017 custa em média R$ 118.649 , valor inferior a muitos hatches do segmento de entrada, com motores menos potentes, menor espaço interno e lista de acessórios enxuta.

Conjunto mecânico e consumo do Hyundai Azera

O sedã é equipado com motor 3.0 V6 a gasolina de 250 cv e 28,8 kgf/m de torque , acoplado ao câmbio automático de seis marchas . O desempenho impressionante: aceleração de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos e alcança 235 km/h de velocidade máxima .

Mesmo com porte avançado, o Azera apresenta consumo razoável: 7 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada . Com tanque de 70 litros, a autonomia pode chegar a 721 km em rodovias , garantindo viagens longas sem preocupação.

Espaço de sobra e muita tecnologia

O Azera mede 4,92 m de comprimento , tem 2,84 m de entre-eixos e portas-malas de 461 litros , oferecendo amplo espaço interno. O acabamento inclui bancos de couro com ajustes elétricos e memórias , aquecimento nos dianteiros, teto panorâmico e ar condicionado digital de duas zonas.

Hyundai Azera 2017

Na lista de tecnologia e segurança, estão presentes chave presencial, piloto automático adaptativo, GPS integrado, som premium Infinity, câmera de ré, airbags múltiplos, controles de estabilidade e tração, painéis de xenônio e sistema ISOFIX . É um conjunto difícil de encontrar em carros da mesma faixa de preço.

Curtiu o Hyundai Azera como opção para renovar a garagem ou ainda prefere carros 0km? Então, aproveita e dá uma conferida na listinha com 5 carros econômicos e baratos para comprar em 2026 no Brasil .

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Review Samsung Odyssey G9 | OLED com tela curva de 49 polegadas e muita imersão

1 August 2026 at 22:03

Existem diferentes níveis de imersão em games devido à variedade de monitores disponíveis no mercado. Eu já experimentei modelos com tela curva de 37 polegadas e VA e um monstro de 57 polegadas com tecnologia Mini LED. Agora chegou a vez de ver como o OLED se comporta nesse tipo de tela com o Samsung Odyssey G9, um monitor de 49 polegadas que proporciona muita imersão em games e aumento de produtividade.

Depois de um mês usando o gigante Acer Predator Z57, grande o suficiente para quase abraçar o usuário na mesa, passei um tempo com o Samsung Odyssey G9. Aqui, eu trago minhas impressões com esse monitor, mas é inevitável a comparação com o outro modelo (que não é rival direto), já que, coincidentemente, ambos chegaram um depois do outro e focam em painel curvo.

Prós

  • Design fino e elegante
  • Tela OLED de alta velocidade
  • Antirreflexo muito eficiente
  • Apesar de grande, não ocupa toda a mesa
  • Preço competitivo para a categoria

Contras

  • Fonte externa gigante
  • Falta calibração melhor nas cores do OLED
  • Escurecimento automático da tela pode atrapalhar

Design e construção

O Samsung Odyssey G9 vem na cor prata, como muitos monitores da fabricante, e tem um design enxuto, elegante e muito fino, num nível que impressiona. Isso é possível já que sua fonte é externa (entre outros motivos) e não é uma qualquer: é um trambolho retangular gigante, maior do que uma fonte de um notebook gamer com uma GeForce RTX 5080, por exemplo. Nas minhas fotos, fiz questão de deixá-la em cima da mesa para você ter uma ideia.

A base do monitor segue um design já conhecido da Samsung, como o presente no monitor 3D da marca, entre outros. Ele é grande, já que precisa sustentar uma tela bastante comprida com quase 1,20 m. Mesmo sendo um monitor enxuto no design, ele não é nada leve, pesando 12,6 kg.

Por ser um monitor curvo enorme, o Odyssey G9 oferece ajustes simples. É possível alterar a altura da tela e a inclinação somente. Lembra que falei que a comparação com o Acer Predator Z57 seria inevitável? Então, ele, mesmo sendo consideravelmente maior, ainda permite ajuste de rotação em um nível que muitos monitores tradicionais não entregam, mesmo exigindo um espaço absurdo para girar uma tela daquele tamanho.

Tela e qualidade de imagem

Aqui entra o maior destaque do Odyssey G9. Por mais que eu tenha tido um nível de imersão sem igual com o monitor da Acer, a qualidade da imagem deixava a desejar por conta da mistura de VA com Mini LED em zonas escuras. No modelo da Samsung, isso não é um problema, já que temos OLED, o melhor painel hoje (embora QD-OLED ainda vá um passo além). Apesar de ser muito superior, existe um probleminha.

O Odyssey G9 tem o design mais enxuto e bonito que já vi em um monitor curvo - Raphael Giannotti

Eu tenho testado diferentes telas, seja em monitores para PCs de mesa, ou ainda em notebooks high-end. Por isso, tenho uma base de comparação considerável e devo dizer que os ajustes da Samsung não me convenceram. Mesmo com HDR10+, as cores não são tão vivas como em outras telas com OLED, como o Dell XPS 13 de 2025, por exemplo.

Em geral, a imagem é bonita, claro. Afinal, junto do painel OLED, temos a resolução Dual QuadHD (5120x1440) na proporção 32:9 (super ultrawide), que é uma grande quantidade de pixels na tela, com densidade de pixels por polegada de 110 (PPI), o que acaba gerando um alto nível de nitidez. Isso não só é muito bem-vindo em jogos, mas também para trabalhar, já que você não verá caracteres e ícones serrilhados, muito importante se seu foco primário é profissional. E falando nisso, esse tamanho de tela permite deixar, pelo menos, quatro janelas de bom tamanho abertas, o que é ótimo para a produtividade.

O Odyssey G9 tem uma funcionalidade interessante. Após 10 minutos sem nada se mexer na tela, ela apaga (não totalmente) para economizar energia, mas existe um problema (pelo menos em meu uso). Como costumo usar quase tudo em modo escuro, incluindo o Bloco de Notas do Windows 11, onde sempre faço meus rascunhos (viva o auto-save), a tela não reconhece a movimentação dos caracteres enquanto escrevo e escurece, sendo necessário mover algo maior na tela para o brilho voltar. Confesso que isso me irritou um pouco, já que passei semanas com isso acontecendo e não existe uma forma de configurar essa função.

Fechando essa seção da tela, preciso elogiar a película antirreflexo que a Samsung colocou aqui. Eu trabalho de frente para uma janela (que fica a mais de 5 metros de distância), então posso adiantar que muitas telas falharam nesse teste, principalmente os OLED, mas esse não é o caso do Odyssey G9. Na verdade, é o melhor antirreflexo que já vi; não atrapalhou nem mesmo na hora de jogar um game escuro de dia.

Especificações técnicas do Samsung Odyssey G9

Tela

  • Tamanho: 49 polegadas
  • Tipo de Painel: OLED, curvo (1800R)
  • Resolução: 5120 x 1440 (DQHD)
  • Proporção de Tela: 32:9
  • Revestimento da Tela: Antirreflexo (fosco)

Desempenho

  • Taxa de Atualização: 240 Hz
  • Tempo de Resposta: 0,03 ms (GTG)
  • Contraste: 1,000,000:1
  • Brilho: 250 cd/m²
  • Tecnologia de Sincronização: AMD FreeSync Premium e NVIDIA G-Sync

Cor e imagem

  • Gama de Cores: CDI-P3 99%
  • Profundidade de Cor: 1 bilhão de cores
  • Suporte a HDR: HDR10

Conectividade

  • Portas de Vídeo: 1 x DisplayPort 1.4 e 2 x HDMI 2.1
  • Portas USB: Tipo-C 3.2 Gen 1
  • Conector de energia
  • Conector de fone de ouvido

Recursos e informações adicionais

  • Proteção Ocular: Sim
  • Ajustes Ergonômicos: Altura, inclinação
  • Picture in Picture: Sim (e PBP)
  • Montagem VESA: Compatível com 100 mm x 100 mm
  • Black Equalizer: Sim
  • Alto-falantes: Não
  • Consumo de energia: 200W (máximo)

Dimensões e peso

  • Dimensões com Suporte: 119,4 cm de largura x 28,4 cm de profundidade x 52,9 mm de altura
  • Peso com base: 12,9 kg
  • Peso sem base: 9,2 kg

Usabilidade e compatibilidade

Na minha review do Acer Predator Z57, eu deixei bem claro que montar uma tela daquele tamanho, sozinho, era quase um tormento. Cheguei até a machucar minha lombar. O Odyssey G9 é menor e mais leve, mas nem tanto assim. Como qualquer monitor, basta pegar a base e encaixar na traseira que já está tudo pronto, o problema mesmo é tirá-lo da caixa e colocá-lo na mesa. Essa é a desvantagem desses monitores gigantes.

OLED é sempre incrível, mas eu já vi ajustes melhores em outros painéis - Raphael Giannotti

Como acontece em diferentes modelos, a Samsung coloca o controlador do menu da tela na parte traseira, o que acaba dificultando na hora de mudar configurações. Muitos monitores deixam esse controle logo abaixo da tela, às vezes abaixo da logo da marca, facilitando o acesso. Acho que está na hora de rever essa questão.

Samsung-Odyssey-G9-review (39)

Em relação à compatibilidade, isso é algo que adicionei para os monitores super ultrawide. A proporção 32:9 não é, nem de longe, algo popular. Ainda vemos o 21:9 tendo problemas de compatibilidade com jogos, e essa questão é pior nessa proporção maior. Muitos títulos modernos já oferecem suporte, mas mesmo nesses que funcionam, nem tudo é mil maravilhas.

A esmagadora maioria não tem cutscenes em 32:9, já que eles reduzem para 21:9 (ou até mesmo 16:9, dependendo do jogo), algo que já quebra a imersão. Elementos de HUD nem sempre estão na melhor posição da tela gigante. E, o pior para mim, imagem esticada nos cantos da tela.

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Notei isso em diferentes jogos, Forza Horizon 6, que até cheguei a ilustrar na review do Acer, mas vi esse problema o tempo todo em Rocket League, o único game online que jogo, que fica com uma distorção considerável no carro se olharmos para ele no canto da tela em relação ao centro da tela. Isso não acontece em 16:9 e é um problema em qualquer monitor 32:9. No fim das contas, mesmo nos jogos que suportam essa proporção de tela, ainda existe algum problema.

Concorrentes

No Brasil, existem dois modelos do Samsung Odyssey G9. Um deles tem alto-falantes embutido e custa próximo de R$ 10.000 - e não foi esse o que eu recebi. O outro, que usei para esta análise, não dispõe de alto-falantes e sai na faixa dos R$ 8.100 (para efeito de curiosidade, quase R$ 10.000 a menos que o Acer Predator Z57).

Por esse preço, temos o LG UltraGear com painel OLED e tela curva de 45 polegadas. Esse modelo é 21:9 (resolução QHD), oferece taxa de atualização de 240 Hz, tempo de resposta de 0,03 ms, além de outras características parecidas com as do monitor da Samsung. Ele tem saído por cerca de R$ 8.000.

Compre o monitor LG UltraGear 45" OLED

Já a segunda indicação é da Acer, mas não o Predator Z57, e sim o X49, modelo com painel OLED, resolução Dual QuadHD também, além de 240 Hz e 0,03 ms. Esse modelo pode ser encontrado por volta de R$ 8.500.

Compre o monitor Acer X49

Vale a pena comprar o Samsung Odyssey G9?

Não restam dúvidas de que o monitor Samsung Odyssey G9 é uma das melhores opções com painel OLED em uma tela curva. A sua construção é a mais elegante e minimalista da categoria. Mesmo sendo grande, não ocupa muito espaço no setup.

Senti falta de ajustes mais refinados nas cores, algo que é até possível minimizar com paciência através das configurações.

De novo: esse é meu ponto de vista baseado nas minhas referências. Se você nunca viu um OLED na vida e ficou convencido, se prepare para um nível de imersão como você nunca teve, principalmente com a tela curva.

Compre o Samsung Odyssey G9

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5 carros chineses que muita gente nem lembra que foram vendidos no Brasil

1 August 2026 at 21:03

A atual invasão de carros chineses no Brasil, liderada por marcas como BYD, GWM, Omoda & Jaecoo e Geely, faz muita gente acreditar que a presença das montadoras do país asiático por aqui começou há poucos anos. Na realidade, essa história é bem mais antiga e remonta ao fim dos anos 2000, quando diversas fabricantes desembarcaram apostando em preços baixos para conquistar espaço no mercado brasileiro.

Naquele período, nomes como Chery, JAC Motors, Chana, Hafei, Effa, Jinbei e Lifan tentaram desafiar as marcas tradicionais. Algumas conseguiram sobreviver e evoluir, enquanto outras desapareceram rapidamente, deixando para trás modelos que hoje são verdadeiras raridades nas ruas.

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Muitos desses carros tiveram vida curta por uma combinação de fatores, como acabamento simples, desempenho modesto, baixa confiança do consumidor e uma rede de concessionárias limitada. Ainda assim, eles tiveram um papel importante ao abrir caminho para a atual geração de carros chineses, muito mais tecnológicos e competitivos.

Pioneiros chineses que desapareceram no Brasil

Embora vários modelos tenham passado quase despercebidos, alguns se tornaram símbolos da primeira tentativa de popularização dos carros chineses no Brasil. Hoje, encontrá-los circulando pelas ruas é cada vez mais raro, principalmente pela dificuldade de encontrar peças e pela baixa procura no mercado de usados.

Curiosamente, boa parte dessas marcas chegou ao país prometendo democratizar o acesso a carros completos por preços inferiores aos dos concorrentes nacionais. A estratégia, porém, esbarrou na desconfiança do consumidor brasileiro e na dificuldade de consolidar operações de pós-venda. Anos depois, BYD, GWM e outras fabricantes voltariam ao mercado com uma proposta completamente diferente, baseada em eletrificação, tecnologia e investimentos industriais no Brasil.

5 carros chineses que foram vendidos no Brasil

  1. Effa M100 (2007)
    Considerado um dos primeiros carros de passeio chineses vendidos oficialmente no Brasil, o pequeno hatch apostava no baixo preço para enfrentar modelos nacionais de entrada. Apesar do bom pacote de equipamentos para a época, o acabamento simples e o desempenho limitado impediram seu sucesso comercial.
  2. Hafei Ruiyi
    Comercializado principalmente como minivan e furgão compacto, o Ruiyi chamou atenção pelo amplo espaço interno e pelo preço competitivo. Era voltado a pequenos empresários, mas nunca alcançou volume significativo de vendas.
  3. Lifan 320
    Lançado em 2011, o hatch ficou conhecido pelo desenho que lembrava o clássico Mini Cooper. Apesar do visual simpático e da boa lista de equipamentos, sofreu com a baixa valorização no mercado de usados e uma rede de assistência técnica limitada.
  4. Chana CV2
    Um dos poucos carros de passeio da Chana vendidos no país, o compacto apostava na relação custo-benefício e em itens de série acima da média para a época. No entanto, nunca conseguiu conquistar o consumidor brasileiro e saiu discretamente do mercado poucos anos depois.
  5. Jinbei Topic
    Diferentemente dos demais, a Jinbei ficou mais conhecida por seus utilitários e vans. A Topic chegou a ser bastante utilizada por empresas de transporte escolar, turismo e logística urbana, mas praticamente desapareceu das ruas com o passar dos anos.

Além desses 5 carros chineses, há também muitas marcas que pouca gente sabe que atuam no país. Confira, então, quais são as chinesas que vendem carros no Brasil em 2026.

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Como funciona o ChatGPT Work, o agente de IA que trabalha por você

1 August 2026 at 20:30

O ChatGPT Work é a nova aposta da OpenAI para transformar o ChatGPT em um agente de IA que consegue executar tarefas e não apenas responder perguntas. Em vez de pedir ajuda para uma ação pontual, o usuário pode delegar uma atividade e acompanhar a IA enquanto ela organiza etapas, consulta informações e entrega o resultado.

Os agentes de IA, como o ChatGPT Work, são sistemas projetados para agir com mais autonomia. Eles conseguem interpretar instruções, dividir um trabalho em partes menores, usar ferramentas conectadas e tomar decisões ao longo do processo. Isso significa que a tecnologia pode ir além da geração de texto e assumir atividades que normalmente exigiriam várias interações manuais.

Com a tecnologia da família GPT-5.6, o ChatGPT Work consegue transformar anotações, arquivos e dados espalhados em entregas completas, como relatórios, apresentações, planilhas e outros materiais usados no dia a dia profissional.

Capa ChatGPT

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • O que é o ChatGPT Work?

  • Como funciona o ChatGPT Work?

  • Qual a diferença entre o novo agente e a versão padrão da IA?

  • Quais são os recursos do ChatGPT Work?

  • Quais tarefas o agente pode realizar no dia a dia?

  • Quais aplicativos e serviços podem ser conectados ao agente?

  • Quais dados são usados pelo ChatGPT Work?

  • Quem pode usar o ChatGPT Work?

O que é o ChatGPT Work?

O ChatGPT Work é um agente de IA que ajuda a executar tarefas complexas no ambiente de trabalho. A ferramenta consegue acompanhar projetos longos, entender mudanças durante o processo e tomar decisões ao longo da execução, sem exigir uma nova orientação para cada etapa.

Assim, o agente consegue lidar com diferentes tipos de informações, não apenas textos. Ele pode analisar arquivos, trabalhar com códigos, acessar aplicativos conectados e organizar etapas de um projeto.

Como funciona o ChatGPT Work?

O ChatGPT Work funciona em três etapas: entender o contexto, planejar a execução e realizar as tarefas. Primeiro, o agente reúne informações disponíveis nas ferramentas autorizadas, como arquivos, documentos, mensagens, calendários e outros aplicativos conectados. 

ChatGPT

Depois, organiza os próximos passos para alcançar o objetivo solicitado e começa a executar as ações necessárias. Durante o processo, o usuário pode acompanhar o andamento do trabalho, tirar dúvidas, ajustar a direção da tarefa e aprovar decisões importantes.

Além disso, o ChatGPT Work consegue continuar acompanhando tarefas mesmo quando o usuário não está no computador. Por exemplo, o agente pode monitorar atualizações no Slack toda semana para preparar uma pauta de reunião ou consultar dashboards diariamente para gerar relatórios com as informações mais recentes.

Qual é a diferença entre o novo agente e a versão padrão da IA?

O ChatGPT tradicional funciona principalmente a partir de comandos enviados pelo usuário. A pessoa faz uma pergunta ou solicita uma tarefa específica, e a IA responde com base naquela interação.

Já o ChatGPT Work funciona de uma forma diferente. O usuário pode pedir tarefas completas, como criar um relatório com dados de diferentes fontes ou preparar uma apresentação, e o agente organiza as etapas, consulta ferramentas e executa as ações necessárias para concluir o trabalho.

O Canaltech tem uma matéria completa com todas as diferenças entre o ChatGPT Work e o ChatGPT que usamos no dia a dia.

ChatGPT

Quais são os recursos do ChatGPT Work?

O ChatGPT Work tem recursos que ajudam o agente a entender tarefas, acessar informações e executar atividades com menos intervenção do usuário. Entre os principais estão:

  • Agente ativo: o ChatGPT Work consegue analisar informações, planejar etapas e executar tarefas usando arquivos, aplicativos e serviços conectados. O usuário pode acompanhar o processo e intervir quando necessário;

  • Tarefas agendadas: permite programar ações recorrentes ou definir respostas para determinados eventos;

  • Uso do computador: o agente consegue interagir com a interface do computador para realizar ações, como clicar, digitar e organizar arquivos durante uma tarefa;

  • Integração com aplicativos: a ferramenta pode se conectar a serviços usados no trabalho, como plataformas de comunicação, armazenamento de arquivos, ferramentas de gestão, desenvolvimento e criação;

  • Sites: disponível em beta público, o ChatGPT Work transforma análises, projetos e ideias em sites interativos ou aplicativos web. A ferramenta pode criar dashboards, calendários de lançamento e portais internos, que podem ser testados dentro do próprio ChatGPT e compartilhados com outras pessoas por meio de um link;

  • Navegador integrado: o agente consegue consultar informações na internet, acessar sites e analisar dados de ferramentas online enquanto executa uma tarefa.

ChatGPT

Quais tarefas o ChatGPT Work pode realizar no dia a dia?

A ideia do agente é assumir tarefas que costumam consumir bastante tempo no trabalho. Ele pode ajudar em diferentes áreas de uma empresa com atividades como: 

  • Finanças: comparar dados de planilhas, analisar variações de orçamento e preparar relatórios;

  • Vendas: organizar informações de clientes, criar planos de conta e montar provas de conceito;

  • Marketing: transformar pesquisas em briefings, acompanhar resultados de campanhas e criar análises;

  • Operações: monitorar projetos, revisar processos e reunir informações importantes;

  • Desenvolvimento: auxiliar em revisões de código, alterações em projetos e análise de repositórios.

Quais aplicativos e serviços podem ser conectados ao agente?

O agente consegue se conectar a ferramentas que já fazem parte da rotina de muitas empresas. Essas integrações permitem que ele consulte informações e use dados de diferentes plataformas durante uma tarefa. Entre os serviços compatíveis estão:

  • Comunicação: Slack, Microsoft Teams e ferramentas de e-mail;

  • Arquivos e documentos: Google Drive, Google Workspace, SharePoint e Microsoft 365;

  • Gestão e negócios: sistemas de CRM, ferramentas de projetos e calendários.

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Quais dados são usados pelo ChatGPT Work?

Para executar as tarefas, o agente usa apenas as informações que foram liberadas pelo usuário ou pela organização. Isso pode incluir os seguintes itens:

  • Dados de aplicativos conectados, como calendários, mensagens e e-mails;

  • Arquivos, como planilhas, apresentações e PDFs;

  • Documentos armazenados no computador;

  • Informações encontradas na internet por meio do navegador integrado.

Em empresas, os administradores podem controlar quais ferramentas e dados ficam disponíveis para o agente. A OpenAI afirma que o ChatGPT Work usa a mesma estrutura de segurança do ChatGPT Enterprise e possui mecanismos para revisar ações sensíveis antes que elas sejam executadas.

Quem pode usar o ChatGPT Work?

O acesso ao ChatGPT Work depende do plano e da plataforma utilizada. No aplicativo para desktop, disponível para macOS e Windows, o recurso chega para usuários de todos os planos, incluindo a versão gratuita. A nova experiência também reúne recursos que antes ficavam separados no aplicativo Codex.

Na web e nos celulares, o lançamento inicial é focado em usuários dos planos Pro, Enterprise e Edu. Os planos Plus e Business devem receber o recurso gradualmente.

Diferente de uma conversa comum no ChatGPT, o Work foi pensado para tarefas demoradas e complexas. Por isso, o consumo de recursos varia conforme o tamanho do projeto e o tempo necessário para concluir cada atividade.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse pelo texto “GPT-5.6 e ChatGPT Work: o que as novidades da OpenAI trazem de diferente?”. 

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