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Truque simples de DNS ativa bloqueio de malware grátis no Windows; veja como

Um ajuste simples nas configurações de rede do Windows pode ajudar a evitar malwares no PC: alguns servidores de DNS são configurados para bloquear sites e endereços IP associados a vírus e outras ameaças — e tudo isso pode ser feito de graça.

A mudança de servidor DNS é simples, ajuda a filtrar endereços maliciosos e em alguns casos até deixa a navegação mais rápida porque agiliza o carregamento de páginas da web.

O Canaltech explica o método a seguir:

  • O que é DNS?

  • Como mudar o servidor DNS do PC

  • Servidores com bloqueio de malware

  • Como mudar o DNS de toda a rede Wi-Fi

O que é DNS?

DNS é a sigla para Domain Name System, ou “Sistema de nomes de domínio”, em tradução livre, e funciona como uma saudosa agenda telefônica para conectar sites a seus respectivos endereços IPs.

Cada página da web é identificada por um endereço IP (aquela combinação numérica separada por pontos), enquanto os endereços de domínio, como canaltech.com.br, servem para facilitar a experiência do usuário. Um servidor DNS faz justamente o trabalho de coletar a URL e associá-la ao seu respectivo IP.

Ao conectar à web, o aparelho pode importar o servidor DNS usado pela provedora de internet por padrão, mas existem soluções próprias do Google e de outras empresas que podem ter recursos adicionais, como o bloqueio de ameaças.

Como mudar o servidor DNS do PC

Neste caso, o servidor usado foi o da Cloudflare com proteção contra malwares. Siga os passos a seguir: 

  1. Abra o Menu Iniciar e procure pelo Painel de Controle;

  2. Clique em “Rede e Internet”;

  3. Acesse “Central de Rede e Compartilhamento”;

  4. Pressione “Alterar as configurações do adaptador”;

  5. Escolha o Wi-Fi ou a rede conectada;

  6. Selecione “Alterar as configurações desta conexão” no menu superior;

  7. Acesse “Protocolo IP Versão 4 (TCP/IPv4)”;

  8. Entre em “Propriedades”;

  9. Ative o campo “Usar os seguintes endereços de servidor DNS”;

  10. Insira o endereço 1.1.1.2 e salve.

Trocar DNS Windows

Também é possível repetir o processo com o protocolo IPv6 na tela de propriedades da rede. Nesse caso, insira o código 2606:4700:4700::1112.

Atenção: trocar o DNS não deve ser a única medida de segurança no PC e não substitui o uso de um antivírus para conter ameaças. A mudança traz uma camada de proteção adicional à navegação pela internet

Servidores com bloqueio de malware

Você pode usar os seguintes servidores para proteger as redes contra ameaças:

Cloudflare

  • 1.1.1.2 (IPv4 primário)

  • 1.0.0.2 (IPv4 secundário)

  • 2606:4700:4700::1112 (IPv6 primário)

  • 2606:4700:4700::1002 (IPv6 secundário)

Quad9

  • 9.9.9.9 (IPv4 primário)

  • 149.112.112.112 (IPv4 secundário)

  • 2620:fe::fe (IPv6 primário)

  • 2620:fe::9 (IPv6 secundário)

OpenDNS

  • 208.67.222.222 (IPv4 primário)

  • 208.67.220.220 (IPv4 secundário)

Como mudar o DNS de toda a rede Wi-Fi

Mudar o servidor DNS do roteador permite que todos os dispositivos conectados recebam a mesma camada de proteção. É necessário encontrar o endereço de IP no aparelho e digitá-lo no navegador para abrir o painel de controle.

Confira o passo a passo para trocar o DNS em toda a rede. 

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O que é Necromancia Digital e por que prática divide tanto opiniões

Necromancia digital é o termo usado para descrever a recriação da aparência ou da voz de pessoas mortas usando inteligência artificial. A prática ganha espaço com o fácil acesso aos serviços de IA de imagens e vídeos, mas também é o centro de dilemas éticos e sobre o processo de luto.

As redes sociais estão repletas de vídeos virais com celebridades falecidas fazendo tarefas comuns, como assistir a um jogo de futebol e publicações que envolvem a pessoa no “pós-vida”: um exemplo é um vídeo que viralizou do ator Sam Neill, de Jurassic Park, encontrando dinossauros num suposto paraíso, publicado no mesmo dia de sua morte. 

A maioria dos posts nas redes não envolve consentimento da família das pessoas, além de abrir brechas jurídicas sobre quem tem os direitos sobre a imagem e a aparência de falecidos. 

Necromancia digital e os limites éticos da IA

Os exemplos mencionados são de pessoas famosas, mas a prática pode se estender para praticamente qualquer pessoa falecida que tenha imagens na web — o que é cada vez mais comum em tempos de alta exposição nas redes sociais.

Os geradores de imagens conseguem criar arquivos a partir de uma foto original, mantendo toda a fisionomia das pessoas. No caso dos vídeos, a experiência pode ficar ainda mais fiel com o uso de ferramentas que clonam a voz de alguém a partir de um pequeno trecho.

A reação de cada pessoa a um conteúdo do tipo pode variar com respostas positivas ou negativas, mas a prática em si já esbarra no limite ético sobre o consentimento e até onde a imagem pode ser usada, como aponta o coordenador do Curso Superior de Tecnologia em IA do UniSenac (RS), Victor Hugo Lopes à reportagem do Canaltech:

“A principal questão ética é o consentimento. A pessoa autorizou esse uso em vida? A família concorda? Além disso, existe um limite entre preservar uma memória e criar uma simulação que pode induzir alguém a acreditar que continua interagindo com aquela pessoa. A tecnologia, por si só, não é o problema, o problema é como ela é usada”.

Lopes entende que esses limites podem ser determinados com regras específicas e mecanismos de segurança aplicados pelas empresas que desenvolvem as ferramentas:

“É possível colocar freios, mas eles dependem muito mais de legislação e governança do que da tecnologia em si. Regras sobre consentimento, transparência, identificação obrigatória de conteúdos sintéticos e responsabilização de empresas serão fundamentais”.

Impacto no luto

Um dos pontos de discussão sobre a necromancia digital é o impacto no luto. A IA é usada como um meio para criar um cenário que não existe, mas simular como se fosse algo real.

A psicóloga Cristiane Belmonte explica que há um risco de transformar um recurso tecnológico em um mecanismo de negação, que é uma reação natural que faz parte do processo após perder uma pessoa próxima:

“Em vez de elaborar a perda, a pessoa permanece tentando manter um vínculo que, infelizmente, não existe mais da mesma forma. A tecnologia oferece possibilidades que antes eram inimagináveis, mas precisamos lembrar que ela não pode substituir um processo natural da vida. O luto é doloroso justamente porque precisamos aprender a viver com a ausência e a tecnologia pode atrasar o processo quando impede esse enfrentamento”.

Os mortos como negócio

Existem alguns casos emblemáticos de recriações póstumas, como um comercial com a cantora Elis Regina de 2023 e um acordo da empresa ElevenLabs para recriar a voz de Stan Lee em seu aplicativo. Nesses casos, as respectivas companhias afirmaram que houve um acordo com detentores de direitos de imagem das pessoas. 

Comercial Volkswagen Elis Regina

Há, ainda, empresas especializadas em criar chatbots de pessoas falecidas, chamados “deathbots” (“Robôs da morte”, em tradução livre) ou “griefbots” (“robôs do luto”). Os exemplos mostram que a prática já foi transformada em negócio.

O fácil acesso à IA torna isso possível, mas também pode abrir caminho para práticas maliciosas, como alerta Victor Hugo Lopes, do UniSenac:

“O desafio é que a mesma tecnologia que pode ser usada para homenagens ou preservação da memória também pode ser utilizada para manipulação emocional, golpes, desinformação ou exploração comercial da imagem de pessoas que já faleceram. Por isso, a discussão ética e regulatória precisa acompanhar essa evolução tecnológica.

É importante diferenciar empresas que criam um legado digital com consentimento da própria pessoa em vida, de usos não autorizados, em que alguém recria a voz ou a imagem de uma pessoa falecida usando modelos de clonagem de voz ou deepfakes. Tecnicamente é possível fazer ambos, mas eticamente e juridicamente são situações completamente diferentes”.

Quem tem os direitos sobre uma pessoa falecida?

Há um impasse jurídico, visto que existem diferenças entre as leis de cada país sobre o uso da imagem de uma pessoa após a morte. O uso da imagem de uma pessoa sem consentimento para criar uma foto ou vídeo com IA já é problemático e a situação fica ainda mais delicada nesses casos.

Inteligência Artificial

O advogado Mestre e Doutorando em Teoria do Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pedro Amorim de Souza, informa que a lei brasileira determina que apenas a pessoa falecida tem direito sobre o uso da própria aparência após a morte:

“A resposta jurídica, a princípio, é de que somente a própria pessoa falecida pode autorizar sua recriação pós-morte. No direito brasileiro contemporâneo, nenhuma outra figura, nem cônjuge, nem filhos, nem herdeiros, possui esse poder. Isso porque os direitos da personalidade, que incluem imagem, voz, expressões, trejeitos e forma de se manifestar, são intransmissíveis e extinguem-se com a morte, quando, de acordo com o art. 6º do Código Civil, deixa de existir a pessoa natural”, comenta.

A dependência da tecnologia já cria um movimento contrário: pessoas buscam um "detox de IA" para reduzir o protagonismo dessas ferramentas no dia a dia.

 

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WhatsApp sem bordas: novo design de fotos e vídeos chega ao iPhone

O WhatsApp começou a testar um novo visual para as mensagens no iPhone. De acordo com o site WABetaInfo, a versão Beta mais recente do app para iOS tem formas mais arredondadas e visualização sem bordas para fotos e vídeos. 

A primeira mudança está nos balões de mensagens, que ganham bordas mais arredondadas e ficam mais parecidas com um formato de pílula em recados de texto. A versão padrão do app também tem curvas, mas o efeito é mais sutil.

A maior diferença está ao receber fotos e vídeos: o aplicativo removeu a borda que cobre a miniatura das imagens e deixa um visual mais parecido com o Direct do Instagram, por exemplo. 

Vale destacar que os ajustes apareceram apenas na versão Beta do aplicativo e ainda não estão disponíveis para o público geral, sem previsão de lançamento.

Mudança design WhatsApp iOS

Mudanças recentes na interface do WhatsApp

O visual WhatsApp para iPhone mudou bastante desde o ano passado com a chegada do estilo de design Liquid Glass no iOS. A Meta lançou uma série de atualizações no app para adaptá-lo à interface com elementos transparentes e flutuantes.

O efeito de vidro pode ser encontrado logo na tela inicial do app com o menu inferior e os ícones no topo da tela. Além disso, o app já testa elementos transparentes dentro da conversa, incluindo um espaço flutuante na caixa de texto para as mensagens. 

Relembre outras mudanças recentes no WhatsApp, incluindo mais opções para gerenciar grupos no app.

 

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Facebook ganha novo selo de verificação gratuito; saiba como funciona

A Meta lançou um novo selo de verificação gratuito para contas do Facebook. O objetivo é garantir que o perfil é real e evitar a presença de contas falsas com IA.

A verificação exige apenas o envio de selfies e compara a sua imagem com as fotos de perfil da conta. Após a conclusão, o selo fica exibido no próprio perfil, em grupos e nas plataformas Namoro e Marketplace — a Meta tem planos de levar o recurso aos posts no Feed no futuro.

“Enquanto a IA facilita fazer mais no Facebook, um sinal claro que diferencia pessoas reais se torna essencial”, explica a Meta em nota oficial. A novidade começou a ser liberada hoje (24) em mercados selecionados e deve ser expandida em breve, mas ainda não está disponível no Brasil em teste feito pelo Canaltech.

Selo verificação Facebook

Quem pode obter o selo de verificação?

O selo está disponível para perfis com pelo menos 18 anos de idade e que atendem aos requisitos de boas práticas com os padrões da comunidade. A Meta não especifica os termos, mas reforça que o método é dedicado para pessoas que não praticam golpes ou fraudes na rede social.

Qual a diferença para o Meta Verified?

O selo serve apenas para atestar que um perfil é real e tem um design mais simples. É uma proposta diferente do Meta Verified, serviço de assinatura para Facebook e Instagram que garante o selo azul ao lado do perfil. 

O Verified é um plano pago que inclui benefícios adicionais, como destaque na busca e mais opções para personalizar a conta com links. O serviço é direcionado para marcas e criadores de conteúdo, enquanto a novidade anunciada pela empresa é gratuita e voltada a contas pessoais.

 

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Firefox agora separa vida pessoal do trabalho em uma mesma janela; veja como

O Firefox conta com um novo recurso chamado Multi-Account Containers (“Contêineres de múltiplas contas”, em tradução livre). A ferramenta permite abrir abas na mesma janela com perfis diferentes do navegador, incluindo as contas pessoais e profissionais.

Os navegadores têm suporte a múltiplos perfis, mas cada um opera numa janela separada (como escolher um perfil da Netflix ou de outro streaming). No caso do Firefox, é possível manter todo o trabalho numa única janela, mas cada aba é vinculada a um dos acessos e separadas por cores.

O aplicativo permite até acessar abas do mesmo site no computador, mas com logins diferentes. É possível abrir uma aba do Gmail para acessar o e-mail pessoal e outra com a caixa de entrada do e-mail corporativo, por exemplo.

Como o recurso funciona?

O Firefox divide as abas e os respectivos perfis em “contêineres”: cada um tem informações próprias de login, mas compartilham o mesmo ambiente da janela do navegador. Existem opções para personalizar cada seção, como aplicar VPN a uma aba específica ou determinar que um site seja sempre aberto num único contêiner.

Visualmente, cada contêiner recebe uma cor específica, então as abas são diferenciadas por etiquetas. 

Firefox contêiner

Como usar os contêineres para organizar abas do Firefox

A ferramenta funciona a partir de uma extensão que precisa ser adicionada ao navegador:

  1. Abra a página da extensão (https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/multi-account-containers/);
  2. Baixe e instale o componente;
  3. Autorize o acesso;
  4. Selecione o ícone dos contêineres no topo da tela. 

O navegador da Mozilla já dominou o cenário na década de 2000 e ainda é uma alternativa forte ao Chrome. Veja algumas dicas interessantes para configurar o Firefox no PC. 

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Sabia que o Windows tem um identificador universal? Entenda para que ele serve

A Microsoft confirmou que o Windows tem um código identificador global para cada dispositivo. O recurso é usado para monitorar o licenciamento do sistema operacional, mas também pode ser usado por agências de segurança para monitorar e vincular uma pessoa a um computador, por exemplo.

O “CPF do Windows” recebe o nome de Identificador Global de Dispositivos (GDID, na sigla em inglês) e não pode ser removido: o registro é criado ao configurar um computador novo ou acessar uma conta Microsoft. 

O código é atrelado ao aparelho e armazenado localmente, mas a MS pode acessá-lo nos relatórios recebidos sobre o dispositivo, de acordo com o site Windows Latest.

A medida levanta algumas preocupações sobre privacidade, visto que não existe uma tela de consentimento sobre o processo ou algum caminho para ocultar os dados. Por outro lado, reforça um uso da MS em apurações policiais.

Computador Windows 11

Identificador foi usado em investigação do FBI

O GDID veio à tona após ser usado durante uma investigação do FBI (agência de segurança dos EUA) para encontrar um hacker chamado Peter Stokes, acusado de participar de um grupo responsável por invadir os sistemas de uma loja de joias de luxo dos EUA.

O identificador sinalizou que Stokes fez diversas ações em países diferentes usando o mesmo computador com Windows, o que possibilitou uma operação para localizá-lo.

A Microsoft não comentou os desdobramentos do GDID publicamente e não ofereceu mais informações além do conteúdo mencionado na denúncia do FBI. 

Confira algumas dicas que podem deixar o Windows mais seguro contra invasões.

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Liquid Glass te dá enjoo? Veja 5 formas de suavizar o visual do iOS 27

Marcado por elementos transparentes, o design Liquid Glass não é unanimidade entre usuários de iPhones, iPads e Macs. No entanto, a Apple traz algumas opções para suavizar o efeito de vidro no iOS.

Ajustes nas configurações permitem alterar o nível de transparência e diminuir o impacto de algumas animações do sistema, o que pode ajudar muito quem se incomoda com a interface. 

A maior parte das mudanças envolve as configurações de acessibilidade do sistema, mas também existem comandos disponíveis nas telas para trocar a aparência do iPhone. Saiba mais a seguir:

5 formas de suavizar o visual do iOS

Confira algumas dicas:

  1. Ajustar o nível de transparência

  2. Reduzir movimentos

  3. Diminuir a transparência

  4. Alterar efeitos de brilho

  5. Usar o tema escuro

1.Ajustar o nível de transparência

A primeira dica é a mais direta: o iPhone tem um campo para ajustar o nível de transparência em diferentes elementos da interface. Basta acessar o app Ajustes, abrir a tela “Aparência” e acessar a seção do Liquid Glass.

No iOS 26, o ajuste é feito apenas com os modos “Claro” (mais transparente) e “Tingido” (mais opaco). O iOS 27, já disponível em versão Beta, traz um seletor para ajustar o nível manualmente.

Liquid Glass iOS 27 Beta

 

2. Reduzir movimentos

Outra função disponível na tela de aparência do iOS é o “Reduzir movimento”, usado para suavizar diversas animações do sistema operacional que recorrem aos efeitos transparentes. O modo pode causar estranheza no começo por mudar muitas transições do iPhone, mas é uma alternativa para conter o Liquid Glass.

3. Diminuir a transparência

As configurações de acessibilidade do iPhone têm uma ferramenta para diminuir a transparência e aumentar o desfoque na interface. O modo é diferente do ajuste direto do Liquid Glass e foca em aumentar a legibilidade. 

Para ativar, abra a tela de Acessibilidade no app Ajustes, entre em “Tela e Tamanho do Texto” e ative “Reduzir transparência”.

4. Alterar efeitos de brilho

O comando “Reduzir brilho” na mesma tela de acessibilidade permite diminuir alguns dos efeitos de luz ao interagir com o teclado e outros botões do iOS. É mais uma alternativa para “driblar” os efeitos de vidro.

5. Usar o tema escuro

O tema escuro do sistema aumenta o contraste e pode amenizar alguns efeitos brilhantes causados pelo Liquid Glass. Para mudar, basta acessar a tela “Aparência” e escolher a opção.

Compare a mudança numa das telas do iOS com todos os ajustes aplicados:

Comparativo Liquid Glass iOS

 

Quer diminuir o tempo de tela? Confira algumas dicas para ficar menos tempo no iPhone.

 

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