Os robôs aspiradores se tornaram aliados na limpeza da casa, mas alguns hábitos reduzem a autonomia e aceleram o desgaste da bateria. Com o tempo, isso faz com que o aparelho funcione por menos tempo, demore mais para carregar e precise de substituição da bateria antes do esperado.
Embora as baterias de íons de lítio sejam mais resistentes ao chamado "efeito memória", ainda sofrem desgaste natural ou "ficam viciadas". Alguns hábitos do dia a dia aumentam esse processo e diminuem a vida útil do componente.
Pequenas mudanças na rotina ajudam a preservar o desempenho do robô por muito mais tempo. Com isso, separamos os principais hábitos que podem "viciar" a bateria do robô aspirador:
Deixar a bateria descarregar completamente com frequência;
Guardar o robô descarregado por vários dias;
Usar o aparelho em ambientes muito quentes;
Desligar o robô da base logo após a limpeza;
Bloquear a ventilação durante o carregamento;
Utilizar carregadores incompatíveis;
Ignorar a limpeza dos sensores e das rodas.
1. Deixar a bateria descarregar completamente com frequência
Muitas pessoas acreditam que é necessário esgotar totalmente a bateria antes de recarregar o robô aspirador. Essa recomendação fazia sentido para baterias antigas, mas não para as de íons de lítio utilizadas na maioria dos modelos atuais.
Descargas profundas frequentes aumentam o desgaste químico das células e reduzem o número de ciclos de carga disponíveis, então sempre que possível, deixe o robô retornar automaticamente à base antes que a bateria chegue a níveis muito baixos.
2. Guardar o robô descarregado por vários dias
Se o robô aspirador ficar desligado por semanas ou meses com pouca carga, a bateria pode entrar em descarga profunda. Em alguns casos, ela perde capacidade permanentemente ou sequer consegue voltar a funcionar normalmente.
Caso vá ficar um longo período sem usar o aparelho, o ideal é armazená-lo com aproximadamente 40% a 60% de carga, em um local seco e longe da luz solar direta.
3. Usar o aparelho em ambientes muito quentes
O calor é um dos maiores inimigos das baterias de íons de lítio. Utilizar o robô em ambientes extremamente quentes ou deixá-lo carregando próximo a janelas ensolaradas acelera o envelhecimento dos componentes internos.
Temperaturas elevadas aumentam as reações químicas dentro da bateria, reduzindo sua capacidade ao longo do tempo. Sempre que possível, utilize e carregue o aparelho em ambientes ventilados.
4. Desligar o robô da base logo após a limpeza
A base de carregamento também ajuda o aparelho a manter o nível ideal da bateria e gerencia automaticamente pequenas recargas quando necessário, então deixar na base reduz o risco de a bateria permanecer descarregada por longos períodos, situação que pode acelerar seu desgaste.
5. Bloquear a ventilação durante o carregamento
Carregar o robô em locais apertados, cobrir com panos ou posicionar onde não há circulação de ar pode fazer a temperatura subir durante o carregamento.
O excesso de calor prejudica a eficiência da bateria e reduz sua vida útil. Por isso, mantenha a base instalada em um local aberto, plano e com boa ventilação, conforme recomendado pelo fabricante.
6. Utilizar carregadores incompatíveis
Trocar o carregador original por outro modelo incompatível pode fornecer tensão ou corrente inadequadas para o robô aspirador. A recomendação é usar a base e a fonte fornecidas pelo fabricante ou acessórios certificados para aquele modelo. Assim, o sistema de gerenciamento da bateria funciona corretamente durante todo o processo de carregamento.
7. Ignorar a limpeza dos sensores e das rodas
Embora pareça não ter relação com a bateria, deixar rodas, escovas e sensores sujos faz o robô trabalhar mais para concluir a limpeza. Isso aumenta o consumo de energia e força a bateria a realizar ciclos mais intensos.
Manter o aparelho limpo reduz o esforço dos motores, melhora a eficiência da limpeza e ajuda a preservar a autonomia por mais tempo, diminuindo o desgaste natural da bateria.
A bateria do robô aspirador é um dos componentes mais importantes e mais caros de substituir. Evitar hábitos como descarregar completamente o aparelho, expô-lo ao calor excessivo ou utilizar acessórios incompatíveis ajuda a prolongar sua vida útil. E se o seu robô aspirador perdeu força, veja como fazer manutenção das escovas em casa.
O GPT-5.6 Sol, da OpenAI, e o Claude Fable 5, da Anthropic, chegaram ao público depois de uma fiscalização que nenhum modelo de IA havia enfrentado até agora. Os dois foram avaliados pelo governo dos Estados Unidos antes do lançamento amplo, e o Fable 5 chegou a ficar fora do ar por quase três semanas sob controles de exportação impostos pelo Departamento de Comércio estadunidense.
O episódio pode ser uma virada de chave no tratamento dado pelos Estados Unidos a modelos de fronteira, que passaram a ser tratados como ativos ligados à segurança nacional.
O que diferencia esses modelos dos anteriores?
A OpenAI descreve o GPT-5.6 Sol como seu modelo mais potente até hoje. A empresa abandonou a nomenclatura numérica simples e dividiu a nova geração em três níveis: Sol, o modelo principal; Terra, opção intermediária e mais barata; e Luna, voltado a tarefas rápidas.
Segundo a OpenAI, o Sol estabelece um novo recorde no Terminal-Bench 2.1, benchmark de fluxos de programação em linha de comando, e avança em biologia e cibersegurança usando menos tokens do que a versão anterior.
O Claude Fable 5 segue uma lógica parecida. A Anthropic o classifica como um modelo "Mythos-class", nível de capacidade acima da linha Opus, com desempenho de ponta em quase todos os benchmarks testados pela empresa.
Clientes como Stripe e GitHub relataram ganhos expressivos em tarefas de programação de longa duração. O modelo custa US$ 10 por milhão de tokens de entrada e US$ 50 por milhão de saída, menos da metade do preço do Mythos Preview, versão anterior de capacidade equivalente.
Mais capacidade, mais fiscalização
O grande ganho de desempenho foi em cibersegurança, área que passou a preocupar autoridades americanas.
A OpenAI afirma que o Sol não ultrapassa o limite que chama de "Cyber Critical" em seu framework interno de segurança, mas reconhece que benchmarks não capturam todas as formas de uso combinado com outras ferramentas.
A Anthropic usa raciocínio semelhante para justificar os classificadores do Fable 5, criados para impedir que o modelo dê vantagem a agentes maliciosos em ataques cibernéticos.
Em 2 de junho, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que criou um processo voluntário de revisão, no qual laboratórios de IA podem compartilhar modelos com o governo até 30 dias antes do lançamento.
GPT-5.6: apuração do governo aconteceu antes do lançamento
A OpenAI confirma que apresentou ao governo os planos e as capacidades do GPT-5.6 antes do anúncio de 26 de junho e que, a pedido da administração, restringiu o acesso inicial a um pequeno grupo de parceiros cujos nomes foram compartilhados com autoridades.
A empresa diz não acreditar que esse acesso governamental deva se tornar padrão de longo prazo, mas afirma ter aceitado o passo como caminho mais rápido para uma disponibilidade mais ampla.
A ampliação teve outro capítulo, relatado pela imprensa e não confirmado oficialmente pela OpenAI. A agência Axios, citando fonte não identificada, informou que o Departamento de Comércio aprovou uma liberação mais ampla do GPT-5.6 após testes adicionais do Center for AI Standards and Innovation, órgão do próprio departamento.
A Casa Branca negou publicamente ter dado qualquer sinal verde à OpenAI, afirmando que esse tipo de permissão não é exigido nem concedido e que decisões sobre lançamentos cabem às empresas. O GPT-5.6 ficou disponível ao público em na última quinta-feira (9).
Claude Fable 5: da suspensão às restrições de exportação
A Anthropic lançou Fable 5 e Mythos 5 em 9 de junho. Três dias depois, o governo aplicou controles de exportação aos dois modelos, exigindo restrição de acesso a cidadãos estrangeiros dentro e fora do país.
Sem forma confiável de verificar nacionalidade em tempo real, a empresa suspendeu o acesso para todos os usuários, inclusive americanos.
Segundo a Anthropic, a medida seguiu um relatório de pesquisadores da Amazon que identificou uma forma de contornar as salvaguardas do Fable 5 ligadas a vulnerabilidades de software.
Testes posteriores mostraram que outros modelos, incluindo o GPT-5.5, reproduziam o mesmo tipo de resposta, o que indicava não se tratar de capacidade exclusiva do Fable 5.
A empresa desenvolveu um novo classificador junto ao governo antes de retomar o serviço em 1º de julho, quando os controles, suspensos em 30 de junho, deixaram de valer. O Mythos 5 teve acesso liberado a organizações americanas em 26 de junho, segundo a própria empresa.
Soberania tecnológica
Os dois episódios acontecem dentro de um movimento mais amplo de controle estatal sobre IA avançada.
A Anthropic defende publicamente, desde 2025, o fortalecimento de controles de exportação sobre chips e pesos de modelos de IA, posição apresentada formalmente ao Departamento de Comércio como resposta à chamada "regra de difusão", com o argumento de que a vantagem americana em capacidade computacional é central para a segurança nacional frente à China.
A disputa também aparece no plano comercial. A Reuters registrou que o lançamento do GPT-5.6 ocorreu na mesma semana em que a SpaceXAI lançou o Grok 4.5 e a Meta apresentou o Muse Spark 1.1, enquanto desenvolvedores chineses seguem reduzindo o custo de modelos com capacidades competitivas.
No lado chinês, algumas decisões recentes do governo evidenciam a forma como lidam com soberania digital. A Meta, por exemplo, foi impedida de adquirir a Manus AI, empresa chinesa pioneira em IA agêntica.
Essa abordagem será padrão para os próximos lançamentos?
Nem OpenAI nem Anthropic tratam o modelo atual de revisão governamental como definitivo.
A OpenAI diz esperar que o processo evolua para um formato repetível, negociado dentro da ordem executiva de junho. A Anthropic anunciou compromissos mais amplos com o governo, incluindo acesso antecipado a modelos que avancem a fronteira de capacidade e participação em um framework de classificação de gravidade de jailbreaks, desenvolvido junto com Amazon, Microsoft e Google.
Se esse tipo de supervisão vai se repetir a cada novo modelo de ponta depende de como o governo americano formalizar as regras anunciadas em junho.
Um ajuste simples nas configurações de rede do Windows pode ajudar a evitar malwares no PC: alguns servidores de DNS são configurados para bloquear sites e endereços IP associados a vírus e outras ameaças — e tudo isso pode ser feito de graça.
A mudança de servidor DNS é simples, ajuda a filtrar endereços maliciosos e em alguns casos até deixa a navegação mais rápida porque agiliza o carregamento de páginas da web.
O Canaltech explica o método a seguir:
O que é DNS?
Como mudar o servidor DNS do PC
Servidores com bloqueio de malware
Como mudar o DNS de toda a rede Wi-Fi
O que é DNS?
DNS é a sigla para Domain Name System, ou “Sistema de nomes de domínio”, em tradução livre, e funciona como uma saudosa agenda telefônica para conectar sites a seus respectivos endereços IPs.
Cada página da web é identificada por um endereço IP (aquela combinação numérica separada por pontos), enquanto os endereços de domínio, como canaltech.com.br, servem para facilitar a experiência do usuário. Um servidor DNS faz justamente o trabalho de coletar a URL e associá-la ao seu respectivo IP.
Ao conectar à web, o aparelho pode importar o servidor DNS usado pela provedora de internet por padrão, mas existem soluções próprias do Google e de outras empresas que podem ter recursos adicionais, como o bloqueio de ameaças.
Como mudar o servidor DNS do PC
Neste caso, o servidor usado foi o da Cloudflare com proteção contra malwares. Siga os passos a seguir:
Abra o Menu Iniciar e procure pelo Painel de Controle;
Clique em “Rede e Internet”;
Acesse “Central de Rede e Compartilhamento”;
Pressione “Alterar as configurações do adaptador”;
Escolha o Wi-Fi ou a rede conectada;
Selecione “Alterar as configurações desta conexão” no menu superior;
Acesse “Protocolo IP Versão 4 (TCP/IPv4)”;
Entre em “Propriedades”;
Ative o campo “Usar os seguintes endereços de servidor DNS”;
Insira o endereço 1.1.1.2 e salve.
Também é possível repetir o processo com o protocolo IPv6 na tela de propriedades da rede. Nesse caso, insira o código 2606:4700:4700::1112.
Atenção: trocar o DNS não deve ser a única medida de segurança no PC e não substitui o uso de um antivírus para conter ameaças. A mudança traz uma camada de proteção adicional à navegação pela internet
Servidores com bloqueio de malware
Você pode usar os seguintes servidores para proteger as redes contra ameaças:
Cloudflare
1.1.1.2 (IPv4 primário)
1.0.0.2 (IPv4 secundário)
2606:4700:4700::1112 (IPv6 primário)
2606:4700:4700::1002 (IPv6 secundário)
Quad9
9.9.9.9 (IPv4 primário)
149.112.112.112 (IPv4 secundário)
2620:fe::fe (IPv6 primário)
2620:fe::9 (IPv6 secundário)
OpenDNS
208.67.222.222 (IPv4 primário)
208.67.220.220 (IPv4 secundário)
Como mudar o DNS de toda a rede Wi-Fi
Mudar o servidor DNS do roteador permite que todos os dispositivos conectados recebam a mesma camada de proteção. É necessário encontrar o endereço de IP no aparelho e digitá-lo no navegador para abrir o painel de controle.
Última década do século passado, os anos 1990 deixaram saudade em muita gente que tinha uma locadora como segunda casa. Com inúmeros filmes marcantes, o período produziu clássicos influentes da sétima arte que mudaram as regras do jogo da indústria com muita diversidade e a promessa de uma nova era.
Marcada pela ascensão do cinema independente, a década de 1990 trouxe uma evolução nos efeitos visuais, abrindo espaço para novas possibilidades no cinema. Além disso, foi a época em que muitos filmes grandiosos se tornaram fenômenos culturais, sendo amados por muita gente até os dias de hoje.
Melhores filmes dos anos 1990
Se você adora a estética da década de 1990 e os filmes produzidos no período, provavelmente deve saber de cor e salteado grandes destaques lançados naquela época. Muitos deles são tão icônicos que entraram naquela categoria seleta de filmes irretocáveis.
Pensando nisso, o Canaltech selecionou 8 filmes dos anos 1990 que são perfeitos do início ao fim para quem quer matar a saudade de tempos que não voltam mais.
1. Matrix (1999)
Impossível falar dos anos 1990 sem mencionar Matrix, um dos filmes mais influentes da história do cinema. Dirigido pelas Irmãs Wachowski, o longa deixou um legado com seus efeitos visuais inovadores e uma estética cyberpunk que fez todo mundo ficar preocupado com o famoso bug do milênio na virada do século.
No filme que impulsionou a carreira de Keanu Reeves, acompanhamos a jornada de Thomas Anderson, um programador conhecido como Neo que descobre que vive em uma simulação de um sistema artificial chamado Matrix. Uma vez que a verdade vem à tona, ele se junta com a resistência para tentar salvar a humanidade da manipulação das máquinas.
Onde assistir Matrix: HBO Max e Telecine.
2. O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991)
Mais um clássico perfeito dos anos 1990 é O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final, sequência do longa de 1985 com Arnold Schwarzenegger. Na trama, a Skynet envia o androide letal para o passado novamente com a missão de matar o jovem John Connor, mas sua mãe, Sarah Connor, faz o impossível para protegê-lo com a ajuda de um robô antigo.
Com James Cameron de volta à direção, a sequência de O Exterminador do Futuro foi um dos maiores fenômenos da década de 1990, sendo um marco nos gêneros de ação e ficção científica. É considerada uma das melhores sequências já feitas na história do cinema.
Onde assistir O Exterminador do Futuro 2: Universal+ (canal no Prime Video).
3. Esqueceram de Mim (1990)
No lado da comédia, Esqueceram de Mim também é um clássico definitivo dos anos 1990 que marcou a vida de muita gente. Estrelado por Macaulay Culkin, o filme de Chris Columbus fez sucesso com a história de Kevin, um garoto encrenqueiro de oito anos que, acidentalmente, é esquecido sozinho em casa pela família durante as férias de Natal.
Filme perfeito para assistir durante as festividades de fim de ano, Esqueceram de Mim é aquele tipo de história que nunca perde a graça, independentemente de quantas vezes você já tenha assistido. Um grande clássico da comédia para quem sente falta da infância.
Onde assistir Esqueceram de Mim: Disney+.
4. O Sexto Sentido (1999)
Impossível ter passado pelo final dos anos 1990 sem ter ficado chocado com a reviravolta de O Sexto Sentido, clássico da filmografia de M. Night Shyamalan. Dono de um dos plot twists mais surpreendentes da história do cinema, o longa imortalizou a frase "eu vejo gente morta" na cultura pop, sendo uma obra obrigatória para quem gosta de cinema.
Em O Sexto Sentido, Malcolm Crowe (Bruce Willis) é um psicólogo infantil que, após um trauma profissional, tenta ajudar Cole Sear (Haley Joel Osment), um menino de oito anos que afirma ver espíritos de pessoas mortas.
Onde assistir O Sexto Sentido: Disney+.
5. Pulp Fiction: Tempo de Violência (1994)
Não dá para falar dos anos 1990 sem mencionar a ascensão de Quentin Tarantino e Pulp Fiction: Tempo de Violência, um dos filmes mais emblemáticos e influentes do cineasta. Você nem precisa saber sobre o que é o filme, mas com certeza já viu várias referências a ele em diversos lugares.
Com John Travolta e Samuel L. Jackson no elenco, Pulp Fiction acompanha três histórias interligadas que se passam em Los Angeles: a de dois assassinos profissionais, a de um pugilista e da esposa de um gângster. Apostando nos elementos que marcaram a assinatura de Tarantino, como a violência gráfica e o humor ácido, o longa traz uma narrativa não linear extremamente intrigante.
Onde assistir Pulp Fiction: Mercado Play e Paramount+.
6. As Virgens Suicidas (1999)
Marco na carreira da diretora Sofia Coppola e da atriz Kirsten Dunst, As Virgens Suicidas é mais um clássico perfeito do início ao fim lançado nos anos 1990. Inspirado no livro de Jeffrey Eugenides, o longa influenciou toda uma geração com seu visual sonhador e onírico, a trilha sonora impecável e uma representação melancólica sobre a juventude feminina.
Ambientado na década de 1970, o filme acompanha a rotina das cinco irmãs Lisbon, adolescentes que vivem sob uma forte repressão religiosa dos pais e que são alvos da atenção de garotos do bairro. Quando uma delas comete suicídio, os progenitores se tornam ainda mais superprotetores, trancando-as em casa para impedir que elas tenham qualquer contato com meninos. Mas a ação tem consequências devastadoras para todos.
Onde assistir As Virgens Suicidas: Prime Video e Apple TV (compra ou aluguel).
7. Pânico (1996)
Para quem gosta de terror, Pânico é um dos grandes marcos do gênero na década de 1990. Início de uma das franquias mais populares de slasher, o longa foi o responsável por subverter as expectativas do público com uma metalinguagem afiada e um humor ácido que fazem sucesso até os dias de hoje.
No primeiro filme, somos apresentados à adolescente Sidney Prescott (Neve Campbell), que se torna alvo de um assassino mascarado na cidade de Woodsboro cujo modus operandi começa com ligações telefônicas perturbadoras para as vítimas.
Onde assistir Pânico: Mercado Play e Paramount+.
8. Titanic (1997)
Uma das histórias de amor mais trágicas e emocionantes da história do cinema, Titanic dispensa grandes apresentações. Estrelado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, o longa de James Cameron foi um grande fenômeno dos anos 1990, batendo recordes de bilheteria com uma reconstrução minuciosa e impressionante do famoso naufrágio da embarcação que dá nome ao filme.
Empolgante do começo ao fim, Titanic narra o breve e avassalador encontro entre um artista pobre e uma jovem rica que se apaixonam perdidamente na fatídica viagem do Titanic, no ano de 1912. Com a jovem noiva de um herdeiro arrogante, ela faz o impossível para seguir o seu coração e ir contra as regras, mas a colisão do navio com um iceberg logo transforma a noite de todos os tripulantes em um inferno.
Onde assistir Titanic: Disney+.
Nostalgia dos anos 1990
Nada como mergulhar na nostalgia dos anos 1990 para aproveitar o melhor que o cinema teve para oferecer naquela época. Aproveite para incrementar sua maratona da década com mais 6 filmes dos anos 1990 com reviravoltas bombásticas.
Na hora de montar ou atualizar o setup gamer, a escolha do monitor frequentemente coloca o usuário diante de uma sopa de letrinhas e números nas especificações. Entre resolução, tipo de painel e tempo de resposta, a taxa de atualização, medida em Hertz (Hz), se destaca como um dos fatores mais determinantes para a fluidez da jogabilidade.
Essa métrica indica quantas vezes por segundo a tela é capaz de renovar a imagem exibida, impactando diretamente a percepção de movimento e o tempo de reação do jogador durante a jogatina.
Historicamente, o padrão de 60 Hz reinou absoluto por décadas. No entanto, a evolução das placas de vídeo e a exigência por maior competitividade transformaram o mercado, empurrando a indústria a adotar frequências cada vez mais altas, passando de centenas de Hertz.
Para entender qual é o número ideal, é preciso alinhar a categoria dos jogos preferidos ao poder de processamento do hardware disponível, evitando investimentos desnecessários ou gargalos de desempenho.
60 Hz: o padrão mínimo e suas limitações
A taxa de 60 Hz representa o padrão mínimo moderno e, por muito tempo, foi o objetivo máximo de desempenho para qualquer jogador de console ou PC. Nessa frequência, a tela atualiza a imagem a cada 16,6 milissegundos, um intervalo de tempo generoso que permite até mesmo aos painéis LCD mais simples e baratos alterarem a cor dos seus pixels sem apresentar problemas graves de rastros na tela.
Para quem foca o orçamento em placas de vídeo de entrada ou prefere jogar títulos focados em narrativa, games de estratégia e simuladores, os 60 Hz entregam uma experiência satisfatória e muito jogável.
Por outro lado, o avanço tecnológico transformou essa taxa em algo bem aquém do que é possível hoje, mesmo em PCs de entrada. Em títulos que exigem movimentação rápida de câmera ou respostas reflexivas imediatas, a barreira dos 60 Hz impõe uma limitação física perceptível: a imagem borra com facilidade durante giros rápidos e a transição entre os quadros perde a nitidez.
Além disso, o tempo de resposta do sistema fica severamente limitado por essa janela de atualização mais longa, criando uma sensação de comandos "pesados" ou levemente atrasados se comparados a qualquer monitor que opere em frequências superiores.
Caso tenha um monitor de 60 Hz e coragem, dá até para fazer um overclock simples.
120 Hz como o novo padrão da indústria
Atualmente, 120 Hz deixou de ser um recurso premium (como era no passado) para se posicionar como o ponto de partida para qualquer experiência gamer digna. A diferença visual ao saltar do básico 60 Hz para 120 Hz é brutal e perceptível imediatamente, até mesmo na movimentação do cursor do mouse na área de trabalho.
Nos jogos, essa quebra de barreira elimina grande parte do desfoque de movimento, tornando transições de câmera mais suaves e ambientes dinâmicos muito mais nítidos.
Para títulos de ação em terceira pessoa, jogos de corrida e campanhas imersivas de RPG, essa frequência entrega o equilíbrio perfeito entre qualidade visual e fluidez. Além disso, o mercado absorveu essa tecnologia de forma tão eficiente que os custos de fabricação despencaram, tornando os monitores de 120 Hz ou 165 Hz opções extremamente acessíveis e com excelente custo-benefício para a maioria dos jogadores.
Cenário competitivo: a necessidade de 240 Hz para cima
Quando o foco muda para o cenário competitivo e jogos de tiro em primeira pessoa, como Valorant, Counter-Strike 2 e Apex Legends, cada milissegundo conta. É nesse nicho que os monitores de 240 Hz ou mais mostram seu real valor.
O principal benefício aqui não é apenas o ganho na fluidez, mas sim a redução drástica do input lag (o atraso entre o comando no periférico e a resposta na tela) e a atualização em tempo quase real da posição dos adversários.
Ainda que o olho humano não veja tudo isso com clareza, ou seja, a diferença de 120 Hz para 240 Hz é menos impactante do que de 60 Hz para 120 Hz, atletas de eSports e jogadores dedicados conseguem extrair vantagens competitivas reais desse nível de desempenho. A fluidez extrema permite rastrear alvos em movimento rápido com maior precisão, transformando a estabilidade da imagem em frações de segundo decisivas para a vitória.
O casamento obrigatório entre Hz e FPS
De nada adianta adquirir o painel mais veloz do mercado se o restante do computador não conseguir acompanhar o ritmo. A taxa de atualização do monitor estabelece o teto físico de quadros que podem ser exibidos, mas quem gera esses quadros é o conjunto de processadore placa de vídeo.
Se o monitor opera a 240 Hz, mas o hardware do computador só entrega 90 quadros por segundo em um jogo pesado, a experiência visual real será limitada aos 90 FPS máximos, gerando desperdício do potencial da tela.
Para evitar os rasgos na imagem (tearing) quando essas taxas não estão perfeitamente sincronizadas, tecnologias como AMD FreeSync e NVIDIA G-Sync tornaram-se obrigatórias. Elas ajustam dinamicamente os Hertz do monitor à taxa de quadros produzida pela GPU em tempo real. Portanto, tudo é uma questão de equilíbrio.
A BYD fechou o 1º semestre de 2026 como principal destaque entre as marcas que mais venderam carros elétricos e híbridos no Brasil. A marca chinesa colocou três representantes em cada um dos top 10 e, assim, se firmou como maior referência desses segmentos no país.
Na relação dos 10 carros elétricos mais vendidos do Brasil entre janeiro e junho, a BYD deu um show e, além de ocupar as duas primeiras posições, respectivamente com o Dolphin Mini (1º) e com o Dolphin (2º), também posicionou o Yuan Pro no top 5, justamente na quinta posição.
Outras fabricantes que merecem destaque no top 10 dos BEVs são a Chevrolet e a Geely, cada uma com dois representantes. A marca da GM colocou o Spark EUV na quarta posição e a Captiva EV em décimo lugar, enquanto a parceira da Renault apareceu com o EX2 fechando o pódio e o EX5 no oitavo posto.
Híbridos mais vendidos tem GWM na ponta
Entre os híbridos mais vendidos, embora a BYD tenha colocado o maior número de carros no top 10, quem ocupou a liderança foi a GWM, com o Haval H6 registrando 18.508 emplacamentos e, assim, deixando para trás o Song Pro, na segunda posição, e o Song Plus, terceiro colocado, além do King, o sexto do segmento.
A GWM ainda teve ainda o Tank 300, no décimo posto, atrás de outra marca que "empatou" com a BYD em número de representantes do ranking: a Toyota, que colocou o Corolla Cross em quinto, o Corolla sedan em sétimo e o Yaris Cross na oitava colocação.
10 carros elétricos mais vendidos do Brasil no 1º semestre de 2026
BYD Dolphin Mini: 35.680
BYD Dolphin: 18.054
Geely EX2: 14.780
Chevrolet Spark EUV: 3.487
BYD Yuan Pro: 2.668
GWM Ora 03: 1.837
Volvo EX30: 1.346
Geely EX5: 1.343
GAC Aion V: 959
Chevrolet Captiva EV: 928
10 carros híbridos mais vendidos do Brasil no 1º semestre de 2026
Quem estuda para concurso sabe que o mais difícil nem sempre é aprender o conteúdo. Também é preciso organizar um edital que pode ter dezenas de páginas, encontrar tempo para estudar, revisar o que já foi visto, resolver questões e acompanhar se o rendimento está realmente melhorando. Sem um bom planejamento, é comum perder tempo com tarefas que pouco contribuem para a preparação.
Para se preparar para o concurso, o ChatGPT pode ajudar. A ferramenta consegue montar cronogramas, adaptar explicações ao seu nível de conhecimento, criar materiais de revisão, analisar provas anteriores e acompanhar sua evolução ao longo dos estudos.
No entanto, é importante usar a inteligência artificial com senso crítico. O ChatGPT pode cometer erros, criar informações incorretas ou interpretar de forma equivocada leis, normas, editais, gabaritos e decisões judiciais. Por isso, sempre confirme informações importantes em fontes oficiais e materiais atualizados.
Nesta matéria, os prompts foram organizados em uma sequência para acompanhar o processo de preparação do início ao fim. Eles podem ser usados separadamente, mas tendem a funcionar melhor quando aplicados na ordem apresentada, já que cada etapa fornece o contexto necessário para a próxima.
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
Configurar o ChatGPT para estudar para concursos
Montar um plano de preparação
Aprender e revisar os conteúdos
Resolver questões e aprender com os erros
Analisar provas anteriores
Criar simulados progressivos
Reúna estas informações antes de começar
Antes de abrir o ChatGPT, vale separar alguns materiais que serão usados ao longo da preparação. Tenha em mãos:
Edital oficial;
Data prevista da prova.
Nome da banca organizadora;
Lista de disciplinas;
Tempo que você consegue estudar durante a semana;
Provas anteriores do mesmo cargo ou de funções semelhantes.
Quanto mais contexto você fornecer, melhores tendem a ser as respostas. Os comandos vagos normalmente geram planejamentos genéricos. Já informações sobre sua rotina, nível de conhecimento, disponibilidade e objetivo permitem que o ChatGPT adapte as sugestões à sua realidade.
Também pode ser interessante manter a maior parte da preparação na mesma conversa. Assim, a ferramenta preserva parte do contexto e acompanha sua evolução ao longo do tempo. Ainda assim, não dependa apenas do histórico do chat: registre cronogramas, metas e anotações importantes em outro local para evitar perder essas informações.
Antes de pedir resumos, simulados ou cronogramas, o ideal é explicar ao ChatGPT qual concurso você pretende fazer e qual papel espera que ele desempenhe. Esse contexto reduz respostas genéricas e torna as próximas solicitações mais úteis.
1. Transformar o ChatGPT em assistente para concursos
Este primeiro comando funciona como a base de todos os demais. Ele define o papel da ferramenta, estabelece limites para evitar respostas inventadas e orienta o ChatGPT a conhecer sua realidade antes de sugerir qualquer estratégia.
Quanto mais completo for esse contexto inicial, menos informações precisarão ser repetidas nos prompts seguintes.
Prompt:
“Quero que você atue como meu assistente de estudos para o concurso de , organizado pela banca . Sua função será me ajudar a planejar os estudos, compreender conteúdos, revisar matérias, resolver questões e acompanhar meu desempenho. Não invente leis, regras, dados ou respostas. Quando não tiver certeza, informe claramente. Antes de começar, faça as perguntas necessárias para entender meu nível, minha rotina e meu objetivo.”
2. Fazer um diagnóstico inicial do candidato
Depois de apresentar seu contexto, vale pedir que o ChatGPT faça um retrato da sua preparação. A ideia é identificar quais disciplinas você domina melhor, quais são suas principais dificuldades e quais conteúdos merecem mais atenção neste momento.
Responda às perguntas com sinceridade e procure atualizar esse diagnóstico conforme avança nos estudos. Sempre que fizer simulados ou acumular resultados em questões, envie essas informações para que as próximas recomendações reflitam sua evolução.
Prompt:
“Faça um diagnóstico da minha preparação para o concurso de . Pergunte sobre minha experiência com concursos, domínio de cada disciplina, horas disponíveis por dia, dificuldades, materiais utilizados e desempenho em questões. Ao final, apresente meus principais pontos fortes, lacunas e prioridades.”
3. Organizar o conteúdo do edital
O edital reúne todas as regras da seleção, mas nem sempre é fácil localizar rapidamente informações importantes. O ChatGPT pode estruturar esse conteúdo por disciplina e destacar os principais pontos.
O ideal é enviar o edital oficial em PDF e comparar o resultado com o documento original, principalmente datas, critérios de eliminação, pesos e requisitos.
Prompt:
“Vou enviar o edital do concurso de . Analise o documento e organize o conteúdo programático por disciplina, assunto e subassunto. Destaque prazos, etapas, critérios de eliminação, pesos, número de questões e outras informações importantes. Não presuma informações que não estejam no arquivo.”
4. Criar uma matriz de prioridades
Nem todas as disciplinas precisam receber a mesma quantidade de tempo. Este prompt ajuda a identificar quais conteúdos merecem mais atenção ao considerar o peso no edital, a frequência com que costumam aparecer nas provas e o seu nível atual de conhecimento.
Isso não significa deixar algumas matérias de lado. A ideia é distribuir melhor o tempo de estudo para reforçar os assuntos mais importantes, sem deixar de revisar os demais ao longo da preparação.
Prompt:
“Com base no edital, no peso das disciplinas, no número provável de questões e no meu nível atual, crie uma matriz de prioridades. Classifique cada conteúdo como prioridade alta, média ou baixa e explique o motivo da classificação.”
Etapa 2: montar o plano de preparação
Depois de entender o edital e seu perfil, é o momento de organizar a rotina de estudos. Um bom planejamento precisa caber na sua realidade e prever espaço para revisões, simulados, imprevistos e descanso.
5. Criar um cronograma até a prova
Na hora de montar um cronograma, é importante evitar aqueles planejamentos que preenchem todas as horas do dia e são difíceis de cumprir na prática. O ideal é criar uma rotina equilibrada, com espaço para teoria, revisões, resolução de questões, simulados e momentos de descanso.
Também vale revisar esse planejamento toda semana. Conforme você avança nos estudos, ganha mais tempo em alguns conteúdos ou identifica novas dificuldades, o cronograma pode ser ajustado para continuar fazendo sentido.
Prompt:
“Minha prova será em . Tenho horas disponíveis nos dias úteis e horas aos fins de semana. Crie um cronograma até a prova, dividindo teoria, revisão e questões. Considere minhas prioridades e inclua períodos de descanso, recuperação de atrasos e simulados.”
6. Transformar o cronograma em metas semanais
Ter metas claras ajuda a acompanhar sua evolução ao longo da preparação. Mais do que definir quantas horas você vai estudar, é importante estabelecer objetivos que possam ser conferidos no fim da semana, como concluir um conteúdo, revisar um capítulo ou resolver uma quantidade específica de questões.
Assim, fica mais fácil perceber o que foi cumprido, identificar atrasos e reorganizar o planejamento sempre que necessário.
Prompt:
“Converta meu cronograma em metas para os próximos sete dias. Para cada disciplina, indique o conteúdo que devo estudar, o número de questões que devo resolver e quais tópicos devo revisar. Organize as metas de forma realista e mensurável.”
7. Criar uma sessão diária de estudo
Nem sempre o dia acontece como planejado. Quando houver menos tempo disponível ou mudanças na rotina, este comando ajuda a reorganizar o estudo sem abandonar completamente o cronograma. A divisão em blocos também facilita manter o foco durante cada etapa.
Prompt:
“Tenho disponível para estudar hoje. Minhas prioridades são . Monte uma sessão de estudo com blocos de teoria, revisão, questões e correção. Inclua pequenas pausas e indique o objetivo de cada bloco.”
Etapa 3: aprender e revisar os conteúdos
O ChatGPT consegue adaptar explicações ao seu nível de conhecimento e apresentar o mesmo assunto sob diferentes perspectivas. Ainda assim, as respostas não substituem livros, apostilas ou materiais oficiais.
8. Pedir uma explicação progressiva
Se você sente dificuldade para entender determinado assunto, pode pedir que o ChatGPT explique o tema aos poucos. Começar pelos conceitos mais simples e avançar gradualmente costuma facilitar a compreensão antes de chegar aos pontos mais cobrados pela banca.
Depois da explicação, compare as informações com o seu material de estudo. Assim, você confirma os conceitos mais importantes e reduz o risco de aprender algum conteúdo incorreto ou desatualizado.
Prompt:
“Explique em três níveis. Comece com uma visão simples para iniciantes, avance para os conceitos intermediários e termine com os detalhes mais cobrados em concursos. Use exemplos e destaque possíveis pegadinhas da banca .”
9. Estudar com perguntas socráticas
Para quem aprende melhor participando da explicação, este prompt torna o estudo mais interativo. O ChatGPT faz uma pergunta de cada vez, analisa sua resposta e só depois aprofunda o assunto, ajudando você a construir o raciocínio ao longo da conversa.
Esse esforço para recuperar a informação da memória ajuda a fixar o conteúdo e costuma ser mais eficiente do que apenas ler a resposta pronta.
Prompt:
“Atue como um professor e me ensine por meio de perguntas. Faça uma pergunta por vez, analise minha resposta e dê pistas antes de apresentar a explicação completa. Aumente a dificuldade gradualmente.”
10. Criar um resumo para prova
Na hora de pedir um resumo, é importante focar em um assunto específico, pois pedidos muito amplos, como resumir toda uma disciplina, costumam gerar respostas superficiais e mais difíceis de conferir.
Também aproveite para pedir que o ChatGPT destaque regras, exceções e detalhes que costumam causar confusão nas provas. Assim, o material fica mais útil para consultar durante as revisões.
Prompt:
“Produza um resumo de voltado para o concurso de e para a banca . Priorize conceitos, regras, exceções, prazos, fórmulas e diferenças que possam gerar confusão. Ao final, apresente cinco pontos que eu não posso esquecer.”
11. Gerar flashcards
Os flashcards são uma forma de revisar o conteúdo em poucos minutos. Para funcionar bem, eles precisam ter perguntas objetivas e respostas curtas, facilitando a lembrança da informação sem depender de textos longos.
Depois de gerar os cartões, você pode copiá-los para o aplicativo de revisão que já utiliza. Se tiver um material de referência, envie também para que o ChatGPT use apenas informações que possam ser conferidas.
Prompt:
“Crie flashcards sobre . Use perguntas objetivas na frente e respostas curtas no verso. Misture conceitos, exceções, prazos e situações práticas. Não inclua informações que não possam ser confirmadas no material que eu fornecer.”
12. Montar uma revisão espaçada
Depois de estudar um assunto, o ideal é não deixá-lo de lado até a semana da prova. Este prompt ajuda a distribuir as revisões ao longo do tempo para que você volte ao conteúdo antes de esquecê-lo.
O plano pode ser adaptado conforme a data da prova. Se o exame estiver próximo, por exemplo, faz sentido diminuir os intervalos entre uma revisão e outra.
Prompt:
“Estudei hoje. Crie um plano de revisão espaçada para os próximos , indicando o que devo revisar em cada etapa e qual atividade utilizar: releitura, flashcards, questões ou explicação sem consulta.”
Etapa 4: resolver questões e aprender com os erros
Quem estuda para concurso sabe que responder questões é apenas parte do processo. Depois de conferir o gabarito, é necessário dedicar um tempo para entender porque determinado erro aconteceu, quais assuntos ainda geram dúvidas e quais dificuldades aparecem com mais frequência.
Essas informações ajudam a direcionar melhor as próximas revisões e os estudos.
13. Criar questões por nível de dificuldade
Depois de estudar um conteúdo, você pode pedir ao ChatGPT que crie questões ou quizzes para testar o que acabou de aprender. A ideia é começar pelos exercícios mais simples e aumentar a dificuldade aos poucos.
Lembre apenas que questões geradas por inteligência artificial podem conter ambiguidades ou informações incorretas. Use esse material como complemento e continue priorizando provas e bancos de questões oficiais. Depois de responder, peça uma correção comentada para entender o que acertou e o que precisa melhorar.
Prompt:
“Crie 15 questões inéditas sobre , no estilo da banca . Divida-as entre nível básico, intermediário e avançado. Não mostre o gabarito inicialmente. Depois que eu responder, corrija cada questão e explique meus erros.”
14. Criar um caderno de erros
Errar faz parte do processo de aprendizagem, principalmente durante a preparação para concursos. O importante é entender por que aquele erro aconteceu e evitar repeti-lo nas próximas revisões.
Com esse prompt, o ChatGPT organiza as questões que você errou e ajuda a identificar padrões, como dificuldade em determinado assunto, falta de atenção ou confusão entre conceitos parecidos.
Prompt:
“Vou enviar questões que errei. Para cada uma, identifique o assunto, o motivo provável do erro, o conceito que preciso revisar e uma estratégia para não repetir a falha. Organize os resultados em um caderno de erros.”
15. Analisar o desempenho em questões
Acertar 80% das questões pode parecer um ótimo resultado, mas esse número sozinho nem sempre mostra onde estão as maiores dificuldades. Separar os acertos por disciplina ou assunto costuma revelar quais conteúdos ainda precisam de mais atenção.
Sempre que possível, envie esses resultados ao ChatGPT para receber sugestões de como distribuir melhor o tempo de estudo nos dias seguintes.
Prompt:
“Resolvi questões e acertei . Estes foram meus resultados por disciplina: . Analise meu desempenho, identifique as maiores lacunas e sugira como distribuir meus próximos sete dias de estudo.”
Etapa 5: analisar provas anteriores
As provas anteriores são uma das melhores formas de conhecer o estilo da banca. Ao analisar esses exames, fica mais fácil identificar os assuntos que aparecem com frequência, perceber como as questões costumam ser elaboradas e observar mudanças no perfil das cobranças ao longo do tempo.
16. Analisar uma prova anterior enviada pelo candidato
Uma prova anterior pode revelar bastante sobre a forma como a banca costuma cobrar os conteúdos. Ao enviar o arquivo para o ChatGPT, inclua também o gabarito oficial. Assim, a análise fica mais confiável e diminui o risco de interpretações incorretas, principalmente em questões de Direito ou outros temas que mudam com frequência.
Também vale pedir que a ferramenta cite exemplos específicos da prova, indicando o número das questões sempre que identificar algum padrão, pois isso facilita a conferência da análise.
Prompt:
“Vou enviar uma prova anterior para o cargo de . Analise a distribuição das questões por disciplina e assunto, o nível de dificuldade, o tipo de raciocínio exigido e as principais características da banca. Apresente exemplos de padrões encontrados, citando os números das questões.”
17. Comparar diferentes provas da mesma banca
Uma única prova oferece pistas sobre o perfil da banca, mas comparar várias edições costuma trazer uma visão completa. Dessa forma, fica mais fácil perceber quais assuntos aparecem com frequência, como o nível de dificuldade mudou ao longo do tempo e quais características se repetem nos enunciados.
Prompt:
“Vou enviar provas anteriores da banca para cargos semelhantes a . Compare os documentos e identifique assuntos recorrentes, mudanças no nível de dificuldade, formatos de enunciado e padrões de cobrança. Separe conclusões confirmadas de hipóteses.”
18. Criar um mapa de incidência
Depois de analisar o edital e as provas anteriores, você pode pedir ao ChatGPT que organize os assuntos de acordo com a frequência com que aparecem. Esse levantamento ajuda a identificar conteúdos que costumam receber mais atenção da banca e pode orientar melhor a distribuição do tempo de estudo.
Ainda assim, use esse resultado como um guia, e não como uma previsão. Todo conteúdo previsto no edital continua tendo chance de aparecer na prova, mesmo que tenha sido pouco cobrado nas edições anteriores.
Prompt:
“Com base nas provas enviadas e no edital atual, crie um mapa de incidência dos conteúdos. Indique quais assuntos apareceram mais vezes, quais são relevantes no edital atual e quais merecem maior atenção. Não descarte conteúdos apenas porque não apareceram nas provas analisadas.”
Etapa 6: criar simulados progressivos
Os simulados ajudam a medir sua evolução e mostram como você reage diante de uma prova parecida com a do concurso. Em vez de deixar esse tipo de treino apenas para a reta final, vale incluí-lo em diferentes momentos da preparação e aumentar o nível de dificuldade aos poucos.
19. Criar três simulados para diferentes fases
Uma boa estratégia é pedir simulados com objetivos diferentes. O primeiro pode avaliar os conhecimentos básicos, o segundo misturar mais conteúdos e aumentar o nível de dificuldade, e o terceiro pode reproduzir uma situação mais próxima da prova.
Ao comparar os resultados de cada etapa, fica mais fácil perceber sua evolução e identificar quais assuntos ainda merecem atenção antes do concurso.
Prompt:
“Com base no edital e nas provas anteriores enviadas, crie três simulados para o concurso de . O primeiro deve avaliar fundamentos, o segundo deve misturar conteúdos e elevar a dificuldade, e o terceiro deve reproduzir o nível mais exigente da banca. Mantenha a proporção de questões por disciplina. Não mostre os gabaritos antes que eu termine cada prova.”
20. Criar a prova final com expectativas de cobrança
Na reta final, o ChatGPT pode reunir o edital, as provas anteriores e seu histórico de desempenho para montar um simulado mais próximo do perfil esperado para o concurso. A proposta não é prever quais questões serão cobradas, e sim reproduzir o estilo da banca com base nas informações disponíveis.
Para aproveitar melhor esse exercício, faça a prova nas mesmas condições do concurso: controle o tempo, evite consultas, limite as pausas e, se fizer sentido para o seu exame, preencha um cartão-resposta.
Prompt:
“Use o edital atual, as provas anteriores e meu histórico de desempenho para elaborar um simulado final completo para o concurso de . Reproduza a quantidade de questões, o tempo de prova, a distribuição das disciplinas e o estilo da banca . Priorize assuntos com maior probabilidade de cobrança, mas inclua também conteúdos menos recorrentes. Depois que eu responder, apresente o gabarito comentado, classifique meus erros e indique os últimos ajustes antes da prova.”
O ChatGPT dificilmente fará diferença se for usado apenas para responder a dúvidas isoladas. Quando os prompts são aplicados em sequência, a ferramenta consegue acompanhar diferentes etapas da preparação, desde a organização do edital e do cronograma até as revisões, simulados e análise dos resultados.
Ainda assim, a inteligência artificial deve funcionar como apoio, e não como única fonte de estudo. Sempre confira informações importantes no edital oficial, na legislação atualizada, em provas anteriores, nos gabaritos publicados pela banca e em materiais produzidos por professores e instituições confiáveis.
Comprar uma máquina de lavar nova está longe de ser uma tarefa simples, especialmente quando é preciso escolher entre uma lavadora com tampa frontal (front load) e outra com tampa superior (top load). Entre os diversos fatores que pesam nessa decisão, o consumo de água e energia costuma ser um dos mais importantes na hora de adquirir o eletrodoméstico ideal.
Isso porque a questão vai muito além da localização da tampa da máquina. O design e o funcionamento dos dois modelos interferem diretamente no consumo desses recursos essenciais e até mesmo no desgaste das roupas.
Para te ajudar na escolha da lavadora, o Canaltech analisou dados oficiais do Inmetro sobre os cinco eletrodomésticos mais vendidos de cada categoria para descobrir qual tecnologia entrega maior eficiência no consumo de energia e água.
O segredo está no movimento do cesto
A diferença real no gasto dos modelos de máquina de lavar começa pelo entendimento de como funciona a mecânica de lavagem de cada um. As máquinas de tampa superior realizam a limpeza das roupas por meio de processos de agitação ou turbilhonamento.
Isso significa que essas lavadoras precisam utilizar um volume maior de água para que as peças possam ser agitadas. O batedor localizado no centro ou a hélice no fundo movimenta continuamente as roupas, gerando o atrito necessário para remover a sujeira.
Acontece que esse método é um pouco mais agressivo aos tecidos, o que pode acelerar o desgaste de peças mais delicadas.
Já os modelos com tampa frontal utilizam o sistema de lavagem por tombamento. Nesse sistema, o batedor central é dispensado, e o tambor gira em torno de um eixo horizontal, aproveitando a força da gravidade para elevar as roupas e deixá-las cair durante a lavagem.
Esse processo é mais suave, pois gera menos atrito entre as peças, tornando-se menos agressivo aos tecidos. Além disso, como não há necessidade de encher o tambor com um grande volume de água, o consumo é naturalmente menor.
Qual modelo gasta mais energia?
As máquinas de lavar com tampa frontal tendem a ser maiores do que aquelas com tampa superior, o que pode levar alguns consumidores a acreditar que o consumo de energia desses equipamentos também é muito maior.
Essa percepção também acontece porque grande parte das lavadoras front load vendidas no Brasil são modelos lava e seca, e a função de secagem por calor realmente eleva o consumo de energia.
Mas o cenário muda quando colocamos no papel apenas o ciclo de lavagem convencional com água fria. Isso porque o sistema de lavagem por tombamento proporciona maior eficiência, além de muitos desses aparelhos contarem com tecnologia Inverter.
Para facilitar a visualização desse comparativo, reunimos dados de consumo elétrico (medidos em kWh por ciclo de lavagem) dos cinco modelos mais vendidos de cada categoria. Essas informações foram coletadas da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE)do Inmetro de cada eletrodoméstico.
Modelo
Categoria
Capacidade
Energia (kWh/ciclo)
Samsung WW11T4040BX/AZ
Tampa frontal
11 kg
0,26
Midea MF201W110WB/GK-01
Tampa frontal
11 kg
0,27
Brastemp BNF10ABBNA
Tampa frontal
10 kg
0,27
Midea MF200D130WB/GK-01
Tampa frontal
13 kg
0,28
Electrolux LFC12
Tampa frontal
12 kg
0,31
Electrolux LES11
Tampa superior
11 kg
0,34
Consul CWN14AB
Tampa superior
14 kg
0,36
Brastemp BWJ14ABBNA
Tampa superior
14 kg
0,40
Electrolux LED13
Tampa superior
13 kg
0,40
Electrolux LEC15
Tampa superior
15 kg
0,46
Como os dados oficiais demonstram, todas as lavadoras com tampa frontal mantêm médias de consumo inferiores em relação às de tampa superior. Elas operam sempre abaixo da marca de 0,31 kWh por ciclo e superam as máquinas tradicionais em eficiência energética.
Se compararmos os modelos de 13 kg da Midea e da Electrolux, a diferença é de 0,12 kWh por lavagem. Em uma residência que realiza três ciclos de lavagem por semana, isso pode representar uma economia aproximada de 1,6 kWh por mês que, apesar de modesta, se acumula ao longo do tempo e soma-se à economia de água proporcionada pelo sistema de lavagem por tombamento.
A principal diferença está no consumo de água
A eficiência energética já coloca os eletrodomésticos que utilizam a lavagem por tombamento um pouco à frente, mas é o consumo de água que amplia realmente essa vantagem. Isso porque esse sistema utiliza menos água durante a lavagem, resultando em uma economia significativa em relação aos modelos com tampa superior.
Separamos o volume total de água consumido por ciclo de lavagem nos mesmos dez modelos mais vendidos para deixar essa comparação ainda mais clara.
Modelo
Categoria
Capacidade
Água (litros/ciclo)
Samsung WW11T4040BX/AZ
Tampa frontal
11 kg
53
Midea MF201W110WB/GK-01
Tampa frontal
11 kg
81
Brastemp BNF10ABBNA
Tampa frontal
10 kg
85
Midea MF200D130WB/GK-01
Tampa frontal
13 kg
89,9
Electrolux LFC12
Tampa frontal
12 kg
92
Electrolux LES11
Tampa superior
11 kg
107
Consul CWN14AB
Tampa superior
14 kg
141
Electrolux LED13
Tampa superior
13 kg
150
Electrolux LEC15
Tampa superior
15 kg
160
Brastemp BWJ14ABBNA
Tampa superior
14 kg
184
O contraste fica evidente quando colocamos frente a frente modelos com capacidades semelhantes. Por exemplo, enquanto a máquina de tampa frontal da Midea de 13 kg consome cerca de 90 litros de água, a lavadora da Electrolux de 13 kg com tampa superior (LED13) alcança 150 litros por ciclo.
E essa diferença de 60 litros por lavagem tem um grande impacto a longo prazo. Em uma residência que realiza três ciclos de lavagem por semana, a economia pode chegar a cerca de 780 litros de água por mês, o equivalente a mais de 9,3 mil litros ao longo de um ano.
Tampa frontal ou superior: qual modelo vale o investimento?
Ainda que os dados apresentados apontem que as máquinas de lavar com tampa frontal oferecem maior economia no consumo de energia e água, a decisão sobre qual modelo escolher depende principalmente do planejamento financeiro e das necessidades da rotina de cada consumidor.
Se o orçamento para adquirir uma nova lavadora estiver mais apertado, os modelos com tampa superior cumprem bem o papel por apresentarem um valor de aquisição mais acessível.
Mas, se a prioridade for reduzir os gastos ao longo do tempo e houver uma margem maior no orçamento, vale a pena investir em uma máquina com tampa frontal. Ainda que exijam um investimento inicial maior, esses modelos podem compensar essa diferença com a economia de água e energia, além de reduzirem o desgaste das roupas.
Outra dúvida que costuma surgir entre os consumidores é sobre qual modelo gasta mais: uma lavadora tradicional ou uma lava e seca. O Canaltech também reuniu as informações necessárias para ajudar nessa decisão.
Necromancia digital é o termo usado para descrever a recriação da aparência ou da voz de pessoas mortas usando inteligência artificial. A prática ganha espaço com o fácil acesso aos serviços de IA de imagens e vídeos, mas também é o centro de dilemas éticos e sobre o processo de luto.
As redes sociais estão repletas de vídeos virais com celebridades falecidas fazendo tarefas comuns, como assistir a um jogo de futebol e publicações que envolvem a pessoa no “pós-vida”: um exemplo é um vídeo que viralizou do ator Sam Neill, de Jurassic Park, encontrando dinossauros num suposto paraíso, publicado no mesmo dia de sua morte.
A maioria dos posts nas redes não envolve consentimento da família das pessoas, além de abrir brechas jurídicas sobre quem tem os direitos sobre a imagem e a aparência de falecidos.
Necromancia digital e os limites éticos da IA
Os exemplos mencionados são de pessoas famosas, mas a prática pode se estender para praticamente qualquer pessoa falecida que tenha imagens na web — o que é cada vez mais comum em tempos de alta exposição nas redes sociais.
Os geradores de imagens conseguem criar arquivos a partir de uma foto original, mantendo toda a fisionomia das pessoas. No caso dos vídeos, a experiência pode ficar ainda mais fiel com o uso de ferramentas que clonam a voz de alguém a partir de um pequeno trecho.
A reação de cada pessoa a um conteúdo do tipo pode variar com respostas positivas ou negativas, mas a prática em si já esbarra no limite ético sobre o consentimento e até onde a imagem pode ser usada, como aponta o coordenador do Curso Superior de Tecnologia em IA do UniSenac (RS), Victor Hugo Lopes à reportagem do Canaltech:
“A principal questão ética é o consentimento. A pessoa autorizou esse uso em vida? A família concorda? Além disso, existe um limite entre preservar uma memória e criar uma simulação que pode induzir alguém a acreditar que continua interagindo com aquela pessoa. A tecnologia, por si só, não é o problema, o problema é como ela é usada”.
Lopes entende que esses limites podem ser determinados com regras específicas e mecanismos de segurança aplicados pelas empresas que desenvolvem as ferramentas:
“É possível colocar freios, mas eles dependem muito mais de legislação e governança do que da tecnologia em si. Regras sobre consentimento, transparência, identificação obrigatória de conteúdos sintéticos e responsabilização de empresas serão fundamentais”.
Impacto no luto
Um dos pontos de discussão sobre a necromancia digital é o impacto no luto. A IA é usada como um meio para criar um cenário que não existe, mas simular como se fosse algo real.
A psicóloga Cristiane Belmonte explica que há um risco de transformar um recurso tecnológico em um mecanismo de negação, que é uma reação natural que faz parte do processo após perder uma pessoa próxima:
“Em vez de elaborar a perda, a pessoa permanece tentando manter um vínculo que, infelizmente, não existe mais da mesma forma. A tecnologia oferece possibilidades que antes eram inimagináveis, mas precisamos lembrar que ela não pode substituir um processo natural da vida. O luto é doloroso justamente porque precisamos aprender a viver com a ausência e a tecnologia pode atrasar o processo quando impede esse enfrentamento”.
Há, ainda, empresas especializadas em criar chatbots de pessoas falecidas, chamados “deathbots” (“Robôs da morte”, em tradução livre) ou “griefbots” (“robôs do luto”). Os exemplos mostram que a prática já foi transformada em negócio.
O fácil acesso à IA torna isso possível, mas também pode abrir caminho para práticas maliciosas, como alerta Victor Hugo Lopes, do UniSenac:
“O desafio é que a mesma tecnologia que pode ser usada para homenagens ou preservação da memória também pode ser utilizada para manipulação emocional, golpes, desinformação ou exploração comercial da imagem de pessoas que já faleceram. Por isso, a discussão ética e regulatória precisa acompanhar essa evolução tecnológica.
É importante diferenciar empresas que criam um legado digital com consentimento da própria pessoa em vida, de usos não autorizados, em que alguém recria a voz ou a imagem de uma pessoa falecida usando modelos de clonagem de voz ou deepfakes. Tecnicamente é possível fazer ambos, mas eticamente e juridicamente são situações completamente diferentes”.
Quem tem os direitos sobre uma pessoa falecida?
Há um impasse jurídico, visto que existem diferenças entre as leis de cada país sobre o uso da imagem de uma pessoa após a morte. O uso da imagem de uma pessoa sem consentimento para criar uma foto ou vídeo com IA já é problemático e a situação fica ainda mais delicada nesses casos.
O advogado Mestre e Doutorando em Teoria do Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pedro Amorim de Souza, informa que a lei brasileira determina que apenas a pessoa falecida tem direito sobre o uso da própria aparência após a morte:
“A resposta jurídica, a princípio, é de que somente a própria pessoa falecida pode autorizar sua recriação pós-morte. No direito brasileiro contemporâneo, nenhuma outra figura, nem cônjuge, nem filhos, nem herdeiros, possui esse poder. Isso porque os direitos da personalidade, que incluem imagem, voz, expressões, trejeitos e forma de se manifestar, são intransmissíveis e extinguem-se com a morte, quando, de acordo com o art. 6º do Código Civil, deixa de existir a pessoa natural”, comenta.
A Intel abandonou a tecnologia Hyper-Threading nas últimas gerações de seus processadores, algo que levou a empresa a se arrepender, já que causou "desvantagem competitiva" contra a rival AMD. Agora, o CEO, Lip-Bu Tan, afirmou que a tecnologia voltará com os processadores Coral Rapids, que equiparão a 8ª geração de CPUs Xeon para data centers. Apesar da boa notícia, nada foi dito sobre os modelos da linha Intel Core para PC.
Em reunião com acionistas, o chefe da Intel diz que continuam "trabalhando para aumentar a competitividade" contra sua maior rival (AMD, a sigla que a Intel não menciona). Na ocasião, ele menciona que multi-threading retornará com os Xeon Coral Rapids, que estão sendo preparados somente para 2028, já que o mercado ainda receberá os Xeon 7 Diamond Rapids, que não terão SMT.
Hyper-Threading é essencial em data centers
A ideia de tirar o Hyper-Threading veio como uma tentativa de economizar espaço no chip e gastar menos energia, focando no desempenho por núcleo individual. Só que, enquanto isso podia até passar batido em desktop, a história foi bem diferente nos servidores. O mercado corporativo depende totalmente do processamento em paralelo para lidar com várias tarefas ao mesmo tempo, e a falta desse recurso fez a Intel perder força onde o bicho pega.
Com os Xeon 7 Diamond Rapids ainda sem o recurso, a Intel vai ter que aguentar a pressão dos processadores EPYC da AMD por mais algum tempo, já que a rival consegue entregar muito mais threads lógicos por processador. Trazer o recurso de volta só em 2028 com os Coral Rapids mostra que a empresa reconhece a pisada de bola e quer correr atrás do prejuízo para ser relevante novamente em data centers de alto desempenho.
A expectativa é que esses novos Xeon já estreiem em litografias bem avançadas da marca, como o node Intel 14A, o que daria a margem necessária no silício para reintroduzir a tecnologia sem sacrificar o consumo. E embora o anúncio tenha sido totalmente voltado para servidores, o retorno do multithreading nessa linha abre brecha para que a tecnologia também acabe voltando para as CPUs de PC no futuro, algo já mencionado em rumores.
O etanol voltou a ganhar protagonismo no Brasil em 2026, especialmente após a aprovação da gasolina E32, que aumentou a mistura obrigatória de etanol anidro. Essa mudança reduziu ligeiramente a eficiência da gasolina, tornando o combustível vegetal uma alternativa mais vantajosa para o bolso do motorista.
Nesse cenário, os testes recentes do Inmetro revelaram quais são os carros flex mais eficientes quando abastecidos com etanol puro. O levantamento mostrou que os modelos híbridos se destacam, mas também há espaço para veículos compactos a combustão que conseguem boas médias de consumo.
A lista com os 10 carros mais econômicos é importante para quem busca economia e eficiência, já que o etanol, além de ser mais barato, contribui para reduzir a dependência da gasolina e fortalece o uso de energia renovável no país.
Carros mais econômicos com etanol em 2026
O grande destaque é o Toyota Yaris Cross HEV, que lidera o ranking com consumo urbano de 13,2 km/l e rodoviário de 10,7 km/l ao rodar com etanol no tanque. Logo atrás apareceu o Toyota Corolla HEV, com 12,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada. O terceiro lugar ficou com o Corolla Cross HEV, que registrou 11,6 km/l em trechos urbanos e 9,2 km/l em rodoviários.
Entre os modelos puramente a combustão, o Renault Kwid se destacou, com 10,4 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada, mostrando que ainda há espaço para veículos compactos sem eletrificação. Outro nome relevante é o Fiat Mobi Like, que alcançou 10,1 km/l em uso urbano e 11,1 km/l em rodoviário.
O ranking também incluiu SUVs híbridos como o GWM Haval H6 HEV2, que registrou 10,2 km/l na cidade e 9,0 km/l na estrada, além de hatches populares como o Hyundai HB20 1.0 e o Chevrolet Onix, ambos com médias próximas a 10 km/l em ciclo urbano.
Ranking dos carros mais econômicos com etanol em 2026
Toyota Yaris Cross HEV – 13,2 km/l (urbano) | 10,7 km/l (rodoviário)
Toyota Corolla HEV – 12,5 km/l | 10,7 km/l
Toyota Corolla Cross HEV – 11,6 km/l | 9,2 km/l
Renault Kwid – 10,4 km/l | 10,7 km/l
GWM Haval H6 HEV2 – 10,2 km/l | 9,0 km/l
Fiat Mobi Like – 10,1 km/l | 11,1 km/l
Hyundai HB20 1.0 – 9,9 km/l | 10,7 km/l
Chevrolet Onix Turbo Manual – 9,8 km/l | 12,4 km/l
A Gigabyte anunciou oficialmente o suporte para módulos de memória DDR5 baseados nos chips da fabricante chinesa CXMT (ChangXin Memory Technologies) em sua linha completa de placas-mãe. A iniciativa é uma saída para enfrentar a escassez desse componente, que fica cada vez mais caro, oferecendo maior flexibilidade e disponibilidade de componentes aos consumidores.
Para os sistemas baseados em processadores AMD, a novidade chega para as placas-mãe AM5 nas séries 600 e 800. O suporte é liberado por meio de uma atualização de BIOS baseada na versão do firmware AGESA 1.3.0.1c, combinada com os recursos proprietários de otimização de memória da Gigabyte.
Com este ajuste, as plataformas AMD passam a operar de forma estável com módulos de 16 Gb e 24 Gb, alcançando velocidades de até 8.200 MT/s, assim como memórias de grandes marcas já conhecidas.
Chipsets mais recentes da Intel também ganham suporte pela Gigabyte
Já nas plataformas Intel, que abrangem os chipsets das séries 700 e 800, a compatibilidade com as memórias da CXMT está disponível de fábrica através das versões atuais da BIOS que já acompanham os produtos, sem a necessidade de baixar novos arquivos ou realizar procedimentos adicionais.
A movimentação da Gigabyte acompanha uma tendência recente do segmento, em que grandes marcas de hardware passam a colocar a CXMT como quarta força relevante na fabricação mundial de chips DRAM, ao lado de gigantes como Samsung, SK Hynix e Micron.
No momento, sabemos somente da Corsair como uma das grandes marcas que adotaram módulos da CXMT em suas memórias, com disponibilidade inicial somente no mercado chinês. Com a atual situação crítica, é bem provável que a tecnologia chinesa chegue ao mercado global com o tempo e com novas parceiras.
O WhatsApp começou a testar um novo visual para as mensagens no iPhone. De acordo com o site WABetaInfo, a versão Beta mais recente do app para iOS tem formas mais arredondadas e visualização sem bordas para fotos e vídeos.
A primeira mudança está nos balões de mensagens, que ganham bordas mais arredondadas e ficam mais parecidas com um formato de pílula em recados de texto. A versão padrão do app também tem curvas, mas o efeito é mais sutil.
A maior diferença está ao receber fotos e vídeos: o aplicativo removeu a borda que cobre a miniatura das imagens e deixa um visual mais parecido com o Direct do Instagram, por exemplo.
Vale destacar que os ajustes apareceram apenas na versão Beta do aplicativo e ainda não estão disponíveis para o público geral, sem previsão de lançamento.
Mudanças recentes na interface do WhatsApp
O visual WhatsApp para iPhone mudou bastante desde o ano passado com a chegada do estilo de design Liquid Glass no iOS. A Meta lançou uma série de atualizações no app para adaptá-lo à interface com elementos transparentes e flutuantes.
O efeito de vidro pode ser encontrado logo na tela inicial do app com o menu inferior e os ícones no topo da tela. Além disso, o app já testa elementos transparentes dentro da conversa, incluindo um espaço flutuante na caixa de texto para as mensagens.
O mercado de SUVs 0km está em alta, assim como os preços que envolvem os novos lançamentos desse segmento. Por isso, modelos usados acabam aparecendo como ótimas alternativas para o consumidor. É o caso do Renault Duster, SUV que teve sua primeira geração produzida entre 2011 e 2019.
O modelo oferece excelente espaço interno, robustez e baixo custo de manutenção, pontos que, somados ao "precinho" praticado em julho, tornam a escolha pelo Duster ainda mais racional para quem busca por uma renovação na garagem.
Um ponto importante é que, a partir de 2017, o modelo passou a ser vendido com o conjunto mecânico oriundo do Nissan Kicks. No Duster, o motor 1.6 flex aspirado foi rebatizado como SCe, recebendo melhorias para aumentar a potência de 115 cv para 120 cv e entregar 16,2 kgf/m de torque. O câmbio automático CVT, que simula seis marchas, trouxe mais conforto ao dirigir o SUV.
Por que comprar um Renault Duster usado?
Entre os principais destaques do Renault Duster, que em julho está "no precinho", estão a robustez mecânica, suspensões bem calibradas para as condições brasileiras, altura livre do solo de 21 cm e o amplo espaço interno. O porta-malas de 475 litros também é um diferencial frente a rivais da mesma categoria.
O custo-benefício é outro ponto forte, já que o Duster oferece manutenção simples e barata, além de boa disponibilidade de peças. Mesmo usado, continua sendo uma opção prática para quem busca um SUV acessível e versátil.
Preços, anos e versões do Duster em promoção
As ofertas com o preço do Duster no chão em julho foram encontradas em anúncios no e-commerce, e são bem variadas. Na linha 2018, os valores variam entre R$ 62.339 e R$ 65.520. Entre as versões estão: Expression 1.6 flex manual (R$ 62.339), Expression CVT (R$ 64.962), Dakar manual (R$ 63.712), Authentic manual (R$ 64.920), Dynamique manual (R$ 64.106) e Dynamique CVT (R$ 65.520).
Já na linha 2019, os preços do SUV francês ficam entre R$ 64.623 e R$ 67.652. Os destaques são: Expression manual (R$ 64.623), Expression CVT (R$ 67.451), Authentic CVT (R$ 67.320), Dynamique manual (R$ 65.709) e Dynamique CVT (R$ 67.652).
O Diabo Veste Prada 2 estreia no Disney+ na próxima semana para resgatar novamente toda a nostalgia do filme dos anos 2000. Com retorno de Meryl Streep e Anne Hathaway, o longa chegou aos cinemas em abril, tornando-se um dos grandes sucessos de bilheteria do ano.
Referência na comédia, o filme de 2006 foi um marco no cinema por apresentar uma visão ácida e glamourosa do universo da moda, transformando Miranda Priestly e Andy Sachs em grandes ícones da cultura pop.
20 anos depois, a dupla assume um novo desafio diante de uma crise da mídia imprensa. Com Miranda lutando para conseguir investimento de publicidade para manter a revista Runway de pé, Andy, que agora é uma jornalista premiada, se reúne novamente com a ex-chefe para ajudá-la na missão (e conseguir pagar as contas no fim do mês).
O desafio, no entanto, vai muito além da crise do mercado editorial, já que antigos ressentimentos vem à tona, além de uma série de obstáculos que transformam essa tarefa em uma jornada épica no mundo da moda.
Por que O Diabo Veste Prada virou um clássico moderno
Quando o primeiro filme de O Diabo Veste Prada chegou aos cinemas, em 2006, o mundo foi impactado pela história de Andy, uma jovem jornalista que consegue um emprego na renomada revista de moda Runway, uma das mais importantes de Nova York.
Mas o que parecia ser o trabalho dos sonhos para muita gente se torna uma espécie de pesadelo para ela, pois a arrogante editora-chefe Miranda Priestly não é uma pessoa fácil de se lidar.
Embora seja lembrado pela energia fashionista, O Diabo Veste Prada deixou um legado na comédia por ser muito mais do que um filme sobre moda. Ao longo da jornada de Andy, encontramos temáticas voltadas para ambição, identidade e a pressão de um ambiente de trabalho competitivo.
Diante desse cenário, a Runway funciona quase como um personagem dentro do enredo, além da trama ter envelhecido muito bem ao explorar justamente a cultura da performance por resultados que, muitas vezes, são quase inatingíveis.
Miranda Priestly: mais do que uma chefe impossível
Impossível falar de O Diabo Veste Prada sem mencionar o legado de Miranda Priestly, a editora-chefe vivida por Meryl Streep que se tornou um verdadeiro ícone da cultura pop.
Indo além da figura estereotipada de uma chefe cruel, Miranda sempre fez sucesso por ser uma personagem complexa que, ao mesmo tempo que exerce um poder gigantesco ao redor dos funcionários da revista, também tem suas fragilidades.
Dessa forma, embora seja retratada como uma chefe fria e egocêntrica, Miranda tem várias camadas que, aos poucos, vão sendo reveladas para o público, indo muito além de suas críticas a roupas questionáveis.
Andy Sachs e a jornada de amadurecimento
Falando especificamente sobre Andy Sachs, o processo de amadurecimento da personagem do primeiro para o segundo filme é uma das trajetórias mais interessantes do filme.
No começo, vemos Andy como uma jovem ansiosa para dar o ponto de partida na sua carreira como jornalista, entrando na Runway como assistente por enxergar uma oportunidade de crescimento na área. Deslocada do universo da moda, ela topa o desafio acreditando que não vai precisar se esforçar muito, mas logo se depara com um choque de realidade.
Seja por meio da arrogância de Miranda ou pela atitude esnobe de Emily, Andy descobre rapidamente que o mundo da moda é mais sério do que ela pensava, o que a força a entender, aos poucos, que aquele universo também exige que ela tenha repertório e faça sacrifícios pessoas para crescer.
Emily e Nigel: os personagens que dão alma à Runway
Para além de Miranda e Andy, o universo de O Diabo Veste Prada também fez sucesso com as personalidades marcantes de Emily e Nigel (Stanley Tucci). Mais do que apenas coadjuvantes, ambos são extremamente importantes para o andar da carruagem no filme.
Emily, por exemplo, mostra o que a devoção absoluta pode fazer com você dentro do ambiente de trabalho, especialmente no universo da moda. Servindo como um contraponto em relação à Andy por estar inserida na área há mais tempo que a novata, Emily tem um humor afiado que até virou meme na cultura pop.
Nigel, por sua vez, aparece como o lado mais emocional do filme, formando uma amizade com Andy que humaniza a frieza por trás das portas da Runway. Dessa forma, conhecemos uma versão mais vulnerável da revista que, por trás da aparência, esconde muita gente que quer apenas sobreviver no mercado competitivo.
O que estava por trás dos looks
Você pode até associar O Diabo Veste Prada aos figurinos marcantes, mas o filme dos anos 2000 não se resume apenas a isso. Isso porque a moda também pode ser usada para transmitir poder, pertencimento e transformação.
A mudança visual de Andy, por exemplo, é uma boa forma de entender isso na prática, já que as roupas que ela usa a cada fase de sua jornada na Runway mostram muito mais que uma alteração na aparência.
Afinal, as roupas também transmitem o lado psicológico da coisa, levantando a pergunta: será que Andy realmente amadureceu, se adaptou ao universo da moda ou apenas se perdeu?
O que prestar atenção antes da sequência
Caso você esteja esperando a estreia de O Diabo Veste Prada 2 no Disney+, vale ter em mente que não é necessário saber cada detalhe do primeiro filme para apreciar a nova aventura de Andy e Miranda.
Isso porque entender a dinâmica de poder entre a editora-chefe e sua antiga assistente, a rivalidade entre Andy e Emily e a relevância de Nigel como um lado mais afetuoso da saga fashionista são os elementos chaves para acompanhar a sequência do melhor jeito.
Com cada um tomando seu rumo no final do longa de 2006, O Diabo Veste Prada 2 nos apresenta a uma nova fase da carreira dos principais personagens, mostrando que os anos podem ser transformadores, mas, ao mesmo tempo, ainda guardarem a essência de cada um.
A Meta lançou um novo selo de verificação gratuito para contas do Facebook. O objetivo é garantir que o perfil é real e evitar a presença de contas falsas com IA.
A verificação exige apenas o envio de selfies e compara a sua imagem com as fotos de perfil da conta. Após a conclusão, o selo fica exibido no próprio perfil, em grupos e nas plataformas Namoro e Marketplace — a Meta tem planos de levar o recurso aos posts no Feed no futuro.
“Enquanto a IA facilita fazer mais no Facebook, um sinal claro que diferencia pessoas reais se torna essencial”, explica a Meta em nota oficial. A novidade começou a ser liberada hoje (24) em mercados selecionados e deve ser expandida em breve, mas ainda não está disponível no Brasil em teste feito pelo Canaltech.
Quem pode obter o selo de verificação?
O selo está disponível para perfis com pelo menos 18 anos de idade e que atendem aos requisitos de boas práticas com os padrões da comunidade. A Meta não especifica os termos, mas reforça que o método é dedicado para pessoas que não praticam golpes ou fraudes na rede social.
Qual a diferença para o Meta Verified?
O selo serve apenas para atestar que um perfil é real e tem um design mais simples. É uma proposta diferente do Meta Verified, serviço de assinatura para Facebook e Instagram que garante o selo azul ao lado do perfil.
O Verified é um plano pago que inclui benefícios adicionais, como destaque na busca e mais opções para personalizar a conta com links. O serviço é direcionado para marcas e criadores de conteúdo, enquanto a novidade anunciada pela empresa é gratuita e voltada a contas pessoais.
O fim de semana chegou e, com ele, os jogos grátis que ajudam a segurar as pontas antes do quinto dia útil. Sem gastar R$ 1 a mais, é possível se divertir e aproveitar várias experiências nos consoles e nos PCs.
Entre esta sexta-feira (24) e domingo (26), o grande destaque da lista de jogos grátis do fim de semana é um verdadeiro clássico: Metal Gear Solid Master Collection Vol.1 — que traz uma trilogia stealth emblemática aos jogadores.
A melhor parte é que a coletânea da Konami está disponível tanto no XBOX (exige assinatura do Game Pass) quanto no Steampara todos conhecerem a saga criada por Hideo Kojima.
Na aventura, você verá um mundo repleto de traições e pronto para entrar em guerra. Com o risco das armas nucleares, cabe aos espiões resolver a situação antes que uma tragédia aconteça.
No melhor jogo grátis deste fim de semana, você poderá aproveitar todos os games disponíveis na coleção de forma completa — porém, é bom correr para finalizar tudo antes de segunda-feira (27), quando ele deixará o período gratuito.
Contudo, ele não é o único que merece a sua atenção. Se Metal Gear Solid abre alas, se prepare que vem vários outros títulos marcantes para você dar uma oportunidade.
Confira os melhores jogos grátis para resgatar até domingo e jogar gratuitamente.
5. In Sound Mind
Para quem busca terror em primeira pessoa, In Sound Mind está liberado na Amazon Luna para testar o seu coração. Cheio de quebra-cabeças e embates contra chefões, o jogo grátis de fim de semana te levará para a maior ameaça de todas: sua própria mente.
O projeto foi produzido pelo mesmo time que trabalhou em Nightmare House 2, conhecido mod que também faz os jogadores revisitarem memórias perturbadoras e cheias de segredos. Ele está disponível apenas nos PCs.
4. Foretales
A Epic Games Store trouxe ao público o jogo Foretales, com um grande trunfo para os jogadores: você pode resgatar as aventuras sem custos, tanto nos computadores quanto nos dispositivos mobile — via app.
Focado na narrativa, você tem um título deck builder que permite ser o grande salvador do mundo (ou o seu maior vilão). No papel de Volepain, você precisa investigar uma maldição terrível e escolher com sabedoria o seu caminho. Vai encarar?
3. Tides of Tomorrow
Com um mundo pós-apocalíptico diante do jogador, Tides of Tomorrow é uma aventura narrativa imersiva que também conta com elementos multiplayer. De acordo com certas escolhas, as terras flutuantes mudam sua aparência, atmosfera e reações — o que gera um alto fator replay.
O jogo grátis deste fim de semana está disponível no XBOX, porém restrito aos assinantes do Game Pass. Vale notar que ele é desenvolvido pelo mesmo time que trabalhou no aclamado Road 96, então é interessante dar uma atenção à aventura.
2. For Honor
Diversos guerreiros entram em batalha em For Honor, um dos grandes sucessos da Ubisoft focado em PvP. Liberado no XBOX para todos, a experiência permite escolher entre soldados medievais, vikings, samurais e outras figuras clássicas para vencer os embates contra diversos inimigos.
É importante lembrar que ele está prestes a completar 10 anos, então já possui uma infinidade de conteúdo e milhares de jogadores que continuam a ação desenfreada — logo, não vai faltar conteúdo para te divertir.
1. Bleach: Rebirth of Souls
Para celebrar o retorno do anime, os jogadores do XBOX podem aproveitar o jogo de luta Bleach: Rebirth of Souls. Na experiência, além de lutar com os principais ceifadores de almas, você pode acompanhar a história completa de Ichigo Kurosaki e seus amigos.
Com vários personagens clássicos da obra, muita ação e batalhas dramáticas, você pode curtir o jogo grátis do fim de semana sem a exigência da assinatura do Game Pass — seja antes, seja depois de ver os novos episódios.
Mais jogos para aproveitar
Além destes, as plataformas trazem mais games para você conferir nos próximos dias. Um deles é Mystic Academy: Escape Room, liberado no Amazon Luna para os assinantes.
Já no XBOX, também está disponível Killing Floor 3 — que recebeu recentemente o conteúdo da Temporada 4, Operation: Shadow Hunter. Este não exige que seja assinante do Game Pass para aproveitar.
Com esta extensa seleção, qual jogo grátis você escolherá para curtir no seu fim de semana? Compartilhe e nos conte qual está mais ansioso para conferir.
A Honor pode ter em desenvolvimento um novo celular intermediário com tela de 7 polegadas, tamanho que colocaria o aparelho de volta no território dos chamados phablets. O modelo ainda deve contar com um chipset da linha MediaTek Dimensity 8 e bateria superior a 10.000 mAh.
As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (24) pelo informante Digital Chat Station. Ele não revelou qual fabricante trabalha no projeto, mas seu histórico de publicações indica que o celular pode fazer parte do catálogo da Honor.
Nos comentários da publicação no Weibo, alguns usuários levantaram a possibilidade de o aparelho ser o Honor Power 3. O nome, porém, ainda não foi confirmado pelo informante nem pela fabricante.
Honor já testa celulares com telas gigantes
Este não é o primeiro rumor sobre um celular da Honor com tela próxima das 7 polegadas. Em maio, Digital Chat Station afirmou que a marca testava diferentes painéis OLED grandes para futuros aparelhos.
Entre as opções estariam uma tela plana de 6,89 polegadas, com resolução próxima de 2K, e outra de 7 polegadas, com definição em torno de 1,5K.
No início de julho, o informante também revelou que um projeto com tela plana de 7 polegadas e taxa de atualização de 185 Hz havia começado a ser desenvolvido. Novamente, o histórico das publicações apontava para um aparelho da Honor.
Tela ultrapassaria padrão dos celulares atuais
Os principais celulares com telas grandes disponíveis atualmente costumam ficar nas 6,9 polegadas. Modelos como Xiaomi 17 Ultra, Huawei Mate 80 Pro Max e iPhone 17 Pro Max adotam painéis desse tamanho.
Caso o novo aparelho chegue às 7 polegadas, a Honor ultrapassará por pouco esse padrão. A bateria acima de 10.000 mAh também deve acompanhar as dimensões maiores do celular.
Por enquanto, não há confirmação oficial sobre o nome, a resolução final da tela, a data de apresentação ou os mercados que receberão o aparelho. As especificações permanecem restritas aos vazamentos.
A Intel reportou nesta quinta-feira (23) o resultado trimestral mais forte em quase 15 anos, com receita de US$ 16,1 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 25,4% em relação ao ano anterior. O número superou a estimativa de analistas consultados pela LSEG, de US$ 14,42 bilhões, segundo Reuters e CNBC.
O lucro ajustado por ação também ficou acima do esperado. Foram 42 centavos de dólar, contra a previsão de 21 centavos.
As ações da fabricante de chips subiram 5,2% após a divulgação do balanço, de acordo com a Reuters, embora tenham recuado durante o pregão de sexta-feira, caindo mais de 4%.
Para o terceiro trimestre, a Intel projeta receita entre US$ 15,8 bilhões e US$ 16,8 bilhões, acima da média de US$ 15,1 bilhões esperada pelo mercado. O lucro ajustado por ação previsto é de 38 centavos, também superior à estimativa de 27 centavos.
O que está por trás do resultado
O avanço da Intel está ligado à demanda por infraestrutura de inteligência artificial, principalmente pela chamada IA agêntica, em que sistemas autônomos executam tarefas como programação sem intervenção humana constante. Esse movimento tem elevado os pedidos por processadores de data center.
A receita da divisão de data center e IA somou US$ 6,26 bilhões no trimestre, um salto de 59% na comparação anual.
O CFO David Zinsner afirmou que a empresa está com restrição de oferta, já que os clientes de data center pedem mais chips do que a Intel consegue produzir no momento.
Para conter esse gargalo, a companhia fechou dez acordos de longo prazo com clientes para fornecimento de CPUs e chips especializados chamados XPUs, com duração de três a cinco anos. Parte desses contratos já trava preços, enquanto outros garantem apenas volume de compra.
A divisão de computadores pessoais também cresceu, com receita de US$ 8,88 bilhões, alta de 13%. Zinsner explicou que o volume de unidades vendidas caiu, mas o preço médio subiu, já que a Intel priorizou chips voltados a dispositivos de ponta. A empresa prevê vendas estáveis de PCs no terceiro trimestre por causa da escassez de memória que afeta o setor.
O negócio de manufatura sob encomenda, a chamada foundry, faturou US$ 5,77 bilhões, crescimento de 31%. A Tesla se tornou cliente do processo de fabricação 14A, ainda em desenvolvimento, para o projeto de chip de IA batizado de "Terafab". O CEO Lip-Bu Tan afirmou que a Intel está "totalmente comprometida" com a produção em larga escala dessa tecnologia a partir de 2028.
A margem bruta ajustada da empresa também recuou seu porte anterior de crise: passou de 2,5% no mesmo período do ano passado para 42% agora. A Intel atribui a melhora ao ganho de escala com o aumento de receita e à venda de chips com margens mais altas.
Diante do cenário de demanda, a companhia elevou sua previsão de investimentos para este ano de US$ 18 bilhões para US$ 20 bilhões, com aumento adicional esperado para 2027. As ações da Intel acumulam alta de mais de 170% em 2026, mesmo após recuarem 28% neste mês.
A Microsoft anunciou nesta quarta-feira (22) que trabalha em uma forma de acelerar os downloads no XBOX. De acordo com a companhia, será introduzido um cliente de download inteligente, que otimizará o processo de instalação e velocidade de update.
Na declaração oficial, é detalhado como funcionará esse processo e como o usuário verá uma agilidade maior para baixar jogos dentro da plataforma:
“Logo após seu download começar, o cliente checará quais servidores de conteúdo estão disponíveis para a instalação ou atualização. Então, a velocidade de conexão será testada para cada servidor e selecionará a conexão disponível mais veloz para a instalação. O teste de velocidade ocorre periodicamente durante o procedimento, para garantir que o cliente continue a usar a conectividade mais rápida”, explicou.
Apesar de o recurso ser liberado para os consoles XBOX, usuários também notaram que isso aprimorou a experiência no app para computadores e dispositivos portáteis. Na prática, pode dar o adeus à lentidão — o que permitirá jogar mais cedo do que antes.
É importante notar que, até o momento, o recurso está disponível apenas para os Insiders da marca — e é ainda mais restrito, já que é direcionado aos XBOX Alpha Skip-Ahead (uma categoria que só integra quem recebe um convite da própria Microsoft).
Tchau para os atrasos no XBOX Series
Tanto no console mais atual da companhia quanto no XBOX One, a velocidade dos downloads sempre foi um problema. Os usuários nunca viam a conexão que realmente pagavam às suas operadoras em ação.
Ainda que a Microsoft nunca tenha confirmado, especialistas apontavam que a lentidão era causada pela descompressão de dados no espaço do disco local — mesmo que estivesse em processo de baixar. Porém, aparentemente o problema era outro.