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5 piores jogos da franquia Assassin's Creed

18 July 2026 at 19:37

Quando uma franquia de games é muito grande, com vários títulos lançados, como Call of Duty, as chances de existirem jogos ruins são grandes. Assassin's Creed é uma dessas franquias, totalizando 14 jogos principais e vários spin-offs.

A icônica série da Ubisoft está de volta com Assassin's Creed Black Flag Resynced, um remake do 4º título principal, e agora é uma boa hora para lembrar dos piores títulos da franquia.

Assassin's Creed tem duas fases. A primeira delas vai do primeiro jogo até AC Syndicate, onde as mecânicas são basicamente as mesmas, com leves melhorias jogo a jogo. Já a segunda, mais conhecida como a era RPG de ação da franquia, começa com AC Origins e, por enquanto, vai até AC Shadows. No meio desses games, quantos ruins existem? Listamos os 5 piores jogos de Assassin's Creed.

5. Assassin's Creed

Não me entendam mal, Assassin's Creed foi pioneiro em muita coisa em 2008, o início de uma saga incrível que ficaria muito melhor nos três jogos seguintes (trilogia de Ezio Auditore), mas ele tem seus problemas. O primeiro deles, e esse é especialmente grave para pessoas não nativas da língua inglesa: a falta de legendas, nem que fosse em inglês mesmo.

Isso privou muitos jogadores pelo mundo de entender a história assim que o jogo saiu, já que era necessário entender tudo escutando. Fora esse problema que considero grave, o gameplay era bastante travado, mesmo para a época. Jogá-lo hoje vai fazê-lo, às vezes, querer jogar o controle na tela (e nem é soulslike)

4. Assassin's Creed Valhalla

Muitos jogadores se sentiram sobrecarregados com o tamanho de AC Odyssey, mas em 2020, não imaginávamos o que nos aguardaria. Assassin's Creed Valhalla chegou como um jogo massivo, em todos os aspectos: quantidade de missões paralelas e tamanho do mundo aberto são dois exemplos. Isso cansou muitos jogadores, mas a coisa só pioraria (nesse aspecto, pelo menos) nos anos seguintes.

O jogo continuou crescendo, ganhou expansões, eventos, missões relacionadas a outros jogos da franquia, quase virou um GaaS. Particularmente, achei tudo isso muito cansativo, principalmente porque era muito repetitivo. Cheguei em 60 horas de jogo e já não aguentava mais. Além disso, Valhalla sofria do mesmo problema do jogo anterior: não tinha cara de Assassin's Creed. De qualquer forma, é o maior sucesso comercial da franquia até agora.

3. Assassin's Creed Rogue

A trilogia icônica protagonizada por Ezio Auditore da Firenze é a única parte na história da franquia que continua uma narrativa com o mesmo personagem. Depois disso, o máximo que temos (com exceção de Kassandra de Odyssey) é a ligação com AC4 Black Flag, AC3 e AC Unity com Assassin's Creed Rogue.

Tudo isso soa bem interessante, mas acontece que, depois de três jogos com maior impacto, personagens marcantes (como Edward Kenway), AC Rogue não conseguiu inovar em nada e acabou sendo um jogo bem esquecível. Eu acredito que ele ainda diverte mais do que o número um da lista, mas ele poderia ser aquele caso do tipo "poderia ter resolvido por e-mail", sabe? Ele foi o último jogo antes da segunda grande mudança da série que aconteceria com Unity.

2. Assassin's Creed Unity

Eu fico dividido em relação a essa indicação nessa posição, mas não dá para negar que o lançamento de Assassin's Creed Unity foi um desastre, literalmente um Cyberpunk 2077 seis anos antes. O jogo tinha bugs que eram até engraçados e renderam muitos memes no mundo dos games de 12 anos atrás, mas muitos deles também quebraram o jogo, nos impedindo de progredir.

Diferente do número um abaixo, AC Unity é um bom jogo, com mecânica de parkour incrível para a época, gráficos belíssimos com cutscenes muito bem feitas, algo que foi se perdendo com os jogos seguintes. O multiplayer era legal, os personagens eram cativantes, os combates funcionavam bem, mas foi amaldiçoado pelo estado de lançamento.

1. Assassin's Creed Odyssey

Depois de acertar com Assassin's Creed Origins, mudando a fórmula completamente e deixando toda a grande base de jogadores desconfiados, a Ubisoft erra a mão com Assassin's Creed Odyssey. Apesar da ambientação incrível, aspecto em que, na minha opinião, o estúdio francês nunca errou em nenhum jogo, eles pisaram feio na bola com a necessidade de "grinding" super exagerado.

Você precisa passar muito tempo evoluindo para conseguir melhores equipamentos e chances de derrotar os inimigos mais fortes. Esse grinding, na maior parte do jogo, é necessário também até para progredir na história principal. Além disso, o combate não é bom como em AC Origins, que acabou sendo melhorado em Valhalla depois. Particularmente, acho os protagonistas um tanto chatos também. Para terminar, não parece um Assassin's Creed e, curiosamente, é o terceiro título mais vendido da franquia.

A franquia Assassin's Creed tem alguns outros jogos que poderiam até entrar para esta lista, como os spin-off Liberatio e Freedom Cry que, embora importantes para AC3 e AC4, não deixaram sua marca. Por isso, esse é o nosso top 5 piores jogos de Assassin's Creed:

  1. Assassin's Creed Odyssey
  2. Assassin's Creed Unity
  3. Assassin's Creed Rogue
  4. Assassin's Creed Valhalla
  5. Assassin's Creed

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HDMI ou DisplayPort? Qual é o melhor cabo para jogar no PC?

18 July 2026 at 18:33

Montar um PC gamer potente envolve escolher a melhor placa de vídeo, um processador de última geração e um monitor com alta taxa de atualização. No entanto, um detalhe crucial que muitas vezes passa despercebido é o cabo utilizado para interligar esses componentes. A escolha entre HDMI e DisplayPort pode ditar se você extrairá o potencial máximo do seu hardware ou se sofrerá com limitações invisíveis de desempenho.

Embora ambos os formatos cumpram a função básica de transmitir áudio e vídeo digitais, eles nasceram de filosofias diferentes. O HDMI foi criado por um consórcio de empresas de eletrônicos, dominando o mercado de TVs, consoles e home theaters. Já o DisplayPort foi desenvolvido pela VESA (Video Electronics Standards Association) com foco exclusivo nos computadores, visando atender às demandas técnicas específicas de telas de alta resolução e taxas de quadros extremas.

Largura de banda e a evolução das versões

Para entender qual é o melhor tipo de cabo para jogar no PC, é necessário olhar para as versões de cada tecnologia, já que a largura de banda determina a resolução e a taxa de atualização máximas suportadas. Monitores mais antigos equipados com DisplayPort 1.4 conseguem gerenciar resoluções de até 4K a 144 Hz ou 1440p a 240 Hz nativamente (ou além disso com o uso de tecnologias de compressão como DSC).

Por outro lado, placas de vídeo mais antigas limitadas ao HDMI 2.0 não conseguem passar de 4K a 60 Hz sem reduzir a fidelidade de cores da imagem, o que prejudica a experiência de leitura e nitidez no PC.

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O cenário mudou significativamente com a chegada do HDMI 2.1, que elevou a largura de banda para impressionantes 48 Gbps, permitindo jogos em 4K a 120 Hz ou até 144 Hz sem perdas, tornando-se o padrão ideal para consoles modernos e TVs de alta performance. No entanto, a VESA respondeu com o DisplayPort 2.1.

Presente nas placas de vídeo e monitores mais recentes, essa versão do DP dá conta de até 80 Gbps de largura de banda total nas especificações mais altas, abrindo margem para taxas altíssimas de atualização em 4K e preparando o terreno para o futuro dos jogos em 8K.

Em termos práticos, para o jogador de PC entusiasta, o DisplayPort 2.1 leva vantagem técnica sobre o HDMI 2.1 ao eliminar gargalos de transmissão em resoluções extremas. Se você possui uma GPU de última geração e um monitor OLED com taxas que superam os 240 Hz, o DisplayPort é o tipo de cabo que você deve usar, pois ele garante que toda a informação saia da placa de vídeo e chegue à tela instantaneamente, sem a necessidade de compressão agressiva de dados.

HDMI vs. DisplayPort: Comparativo Direto

Embora os números máximos de largura de banda deem uma vantagem teórica ao DisplayPort nas gerações mais recentes, a escolha para o dia a dia do jogador depende diretamente das versões das portas disponíveis tanto na placa de vídeo quanto no monitor.

Abaixo, você confere o teto de desempenho e os principais recursos de cada padrão nas conexões mais utilizadas pelo mercado de PCs:

  • DisplayPort 1.4: lançado em 2016, possui largura de banda de 32,4 Gbps. Suporta nativamente resoluções como 4K a 120 Hz ou 1440p a 240 Hz. É o padrão mais comum em monitores gamers intermediários e traz suporte nativo e universal ao NVIDIA G-Sync e AMD FreeSync.
  • HDMI 2.1: um ano depois, essa tecnologia elevou a largura de banda para 48 Gbps. Suporta até 4K a 144 Hz ou 8K a 60 Hz sem compressão. É a conexão padrão de TVs modernas e consoles como PlayStation 5 e Xbox Series X, trazendo recursos de áudio como eARC e suporte nativo a VRR.
  • DisplayPort 2.1: a especificação mais recente e de alto nível para PCs, com largura de banda de até 80 Gbps. Permite alcançar taxas de atualização muito altas, como 4K acima de 240 Hz nativos ou resoluções de até 8K a 120 Hz, eliminando gargalos para as placas de vídeo entusiastas de última geração.
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Sincronização vertical e tecnologias de tela

A eliminação de artefatos visuais como o tearing (aqueles rasgos incômodos na imagem) é uma das maiores prioridades de quem joga no PC. As tecnologias de Taxa de Atualização Variável (VRR), presentes também no AMD FreeSync e Nvidia G-Sync, resolvem esse problema sincronizando a atualização do monitor com a renderização da GPU.

Nesse quesito, o DisplayPort, historicamente, levou a melhor por integrar o suporte a taxas variáveis diretamente desde as versões mais antigas, facilitando a compatibilidade com a esmagadora maioria dos monitores gamers do mercado.

O HDMI demorou um pouco mais para adotar o VRR de forma nativa e universal, o que só foi padronizado a partir da versão HDMI 2.1. Em versões anteriores (como HDMI 2.0), o suporte ao FreeSync funcionava por meio de extensões específicas da AMD, mas o suporte oficial ao G-Sync da NVIDIA frequentemente exigia uma conexão DisplayPort. Consequentemente, donos de placas GeForce que usam monitores G-Sync mais antigos são quase obrigados a adotar o DisplayPort para ativar o recurso.

Portanto, para o PC de mesa, o DisplayPort continua sendo a escolha mais segura e compatível quando o assunto é sincronização de quadros. Ele evita incompatibilidades de drivers e garante que os recursos adaptativos funcionem perfeitamente logo no primeiro boot, independentemente da marca do monitor.

Recursos práticos e o veredito para o seu setup

Além dos números brutos de desempenho, uma vantagem do DP é o suporte ao Multi-Stream Transport, que permite fazer o "daisy-chaining", que é conectar múltiplos monitores em série usando apenas uma saída da placa de vídeo.

Apesar disso, o HDMI mantém seu reinado absoluto na sala. Se o seu plano envolve conectar o computador de jogos diretamente a uma TV 4K de grande porte, o HDMI será sua única opção viável, já que a imensa maioria das TVs não inclui portas DisplayPort. Além disso, o HDMI carrega o recurso eARC (Enhanced Audio Return Channel), essencial para transmitir áudio de alta fidelidade sem compressão diretamente para sistemas de som integrados ou soundbars.

No fim das contas, a escolha ideal depende, praticamente, do seu setup. Se você joga em uma mesa com um monitor gamer de alta taxa de atualização, o DisplayPort deve ser sua preferência para garantir estabilidade, VRR sem falhas e largura de banda de sobra. Por outro lado, se você transformou sua sala em uma arena gamer conectando o PC a uma TV moderna para usufruir de jogos em telas gigantes, o HDMI 2.1 será o seu melhor aliado.

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Governo Federal regulamenta programa para Brasil fabricar mais chips

17 July 2026 at 17:11

A produção em massa de semicondutores é concentrada nos EUA e na Ásia, em países como China, Coreia do Sul, Taiwan e Japão. Porém o Brasil não quer ficar de fora e, para isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou o Decreto nº 13.065 regulamentou o Programa Brasil Semicondutores (Brasil Semicon), visando impulsionar o avanço tecnológico, a pesquisa e a produção nacional de chips, componentes eletrônicos, displays e painéis solares.

O principal pilar do Brasil Semicon é criar um ambiente de negócios favorável por meio da simplificação e da desoneração tributária em toda a cadeia produtiva. O objetivo é reduzir os custos de produção no país, atrair investimentos privados e facilitar os processos de importação e exportação de insumos essenciais, elevando a competitividade da indústria nacional no cenário internacional.

Com o programa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) estão autorizados a estruturar linhas de financiamento específicas. Esses recursos serão destinados à instalação e ampliação de fábricas, automação de linhas de fabricação, compra de maquinário e investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Além disso, a iniciativa foca na capacitação de recursos humanos a médio e longo prazo, promovendo a especialização científica e técnica de profissionais do setor.

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 Brasil fabrica semicondutores, mas em um nível bem baixo

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Semicondutores (Abisemi), o Brasil atende atualmente cerca de 8% da demanda interna por esses componentes, usados na fabricação de smartphones, computadores e automóveis. A regulamentação do programa abre caminho para mitigar riscos de crises geopolíticas globais no fornecimento de microchips, gerando emprego e renda qualificada em solo nacional.

Infelizmente, não existe qualquer previsão para que o Brasil comece a girar as primeiras engrenagens, já que isso depende de diferentes fatores. Enquanto isso, o Governo Federal precisa lidar com os preços dos eletrônicos importados dos EUA que ficarão ainda mais caros por conta do tarifaço de Donald Trump.

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AMD Ryzen 7 7700X3D chega como uma das melhores CPUs para jogos do mundo

17 July 2026 at 15:13

A AMD segue com o suporte contínuo à plataforma AM5, mesmo que muitos ainda prefiram AM4 por conta dos preços das memórias DDR5. O Time Vermelho está aumentando o lineup de processadores da família Ryzen 7000X3D com o lançamento do Ryzen 7 7700X3D em todo o mundo, SKU com especificações quase idênticas às do 7800X3D, com uma leve diferença nos clocks.

Lá fora, o Ryzen 7 7700X3D chega custando US$ 329, cerca de US$ 20 a quase US$ 100 a menos lá nos EUA, dependendo da loja. Considerando a maior diferença, a nova CPU é ainda mais interessante. Ainda não existe previsão de lançamento por aqui, mas considerando o preço de R$ 1.900 do 7800X3D, ele teria que custar menos para fazer sentido.

Como disse antes, o Ryzen 7 7700X3D tem os mesmos 8 núcleos e 16 threads e 104 MB de cache do 7800X3D. A única diferença entre ambos os processadores está nas frequências. O novo modelo opera entre 4 e 4,5 GHz, 200 a 500 MHz a menos. Por conta disso, a diferença de desempenho entre os dois não é muita coisa, como os vários reviews pelo mundo já mostram.

Desempenho do Ryzen 7 7700X3D

Testes do Hardware Unboxed mostram o Ryzen 7 7700X3D somente 5 FPS atrás de seu irmão mais velho e mais forte em um cenário em que esse componente é a limitação. Já quando a placa de vídeo é o limite, a diferença sobe para 7 FPS. 

Já em relação ao relançado Ryzen 7 5800X3D, que tem a mesma quantidade de núcleos e threads, além de cache L3 também, a diferença média entre ambas as CPUs fica entre 21 e 28 FPS, provando que a arquitetura Zen 3 ainda tem lenha para queimar, especialmente com um modelo equipado com 3D V-Cache.

Olhando para a rival Intel, o 7700X3D supera ainda o Core Ultra 7 270K Plus, considerado a melhor opção do Time Azul atualmente, e ambos custam a mesma média de preço. Abaixo da nova CPU Zen 4 existe ainda o Ryzen 5 7600X3D, que entregou desempenho médio de 5 FPS abaixo, embora fique bem abaixo em jogos específicos que precisem de mais de 12 threads.

O Ryzen 7 7700X3D chega em um momento em que a AMD tem amassado a Intel em vendas em diferentes regiões do mundo. Vamos esperar para ver se ele entra para a elite também.

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