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Quanto vale a pena pagar no Galaxy A56 em julho de 2026?

15 July 2026 at 21:54

Lançado em 2025, o Galaxy A56 continua sendo um dos celulares intermediários mais equilibrados disponíveis no Brasil. Mesmo após a chegada do Galaxy A57, o modelo segue competitivo graças ao bom conjunto de tela, câmeras, desempenho e, principalmente, à política de atualizações da Samsung, que garante vários anos de suporte.

Contudo, isso não significa que qualquer preço faça sentido. Em julho de 2026, o aparelho já passou pela fase de lançamento e entrou no período em que promoções se tornam frequentes. Por isso, vale analisar quanto realmente compensa pagar pelo modelo.

O Galaxy A56 ainda vale a compra?

Em nosso review, pontuamos que o A56 oferece uma experiência bem consistente para a maioria dos usuários. A Samsung conseguiu evoluir diversos pontos em relação ao antecessor, especialmente no desempenho, acabamento e tempo de suporte ao software.

O aparelho é um intermediário que faz poucas concessões, oferecendo tela de excelente qualidade, construção premium e desempenho suficiente para quem utiliza redes sociais, aplicativos de produtividade, streaming e até jogos sem maiores dificuldades.

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Entre os consumidores, a percepção segue o mesmo caminho. Nas principais lojas online, o Galaxy A56 acumula avaliações muito positivas, com notas próximas de 4,8 ou 5 estrelas.

Os elogios mais recorrentes envolvem a qualidade da tela AMOLED, a boa duração da bateria, a fluidez da One UI e o conjunto de câmeras, enquanto as críticas costumam mencionar apenas a ausência de entrada para cartão microSD e a evolução discreta em relação ao Galaxy A55.

Quanto seria um preço justo?

No lançamento, o Galaxy A56 chegou custando R$ 2.999. Entretanto, com mais de um ano de mercado e um sucessor já disponível, o valor precisa refletir essa desvalorização natural.

Hoje, é possível encontrá-lo por aproximadamente R$ 2.000, dependendo da capacidade de armazenamento e da loja. Considerando o cenário atual, esta é uma boa referência:

  • Até R$ 1.700: excelente compra;
  • Entre R$ 1.700 e R$ 1.900: preço justo;
  • Entre R$ 1.900 e R$ 2.100: ainda vale, mas já exige comparação com concorrentes;
  • Acima de R$ 2.100: não compensa, já que existem opções mais recentes oferecendo desempenho semelhante.
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Vale esperar por uma promoção?

Na maioria dos casos, sim. O mercado brasileiro costuma registrar descontos frequentes em eventos promocionais e campanhas de varejo, fazendo o Galaxy A56 aparecer até abaixo dos R$ 1.700 diversas vezes ao longo do ano.

Como o modelo continua recebendo atualizações por muitos anos e mantém hardware competitivo, comprar durante uma boa promoção aumenta ainda mais seu custo-benefício.

Em julho de 2026, o preço ideal para o Galaxy A56 gira em torno de R$ 1.700 a R$ 1.900. Nessa faixa, ele oferece um conjunto difícil de superar, reunindo tela AMOLED de 120 Hz, construção premium, bom desempenho com o Exynos 1580, câmeras consistentes e uma das melhores políticas de atualização entre os celulares Android.

Se aparecer por menos de R$ 1.700, pode ser considerado um excelente negócio. Já valores acima dos R$ 2.000 só fazem sentido em ofertas que incluam acessórios ou versões com maior armazenamento, pois nessa faixa a gama de celulares é muito mais ampla.

 

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Drone de guerra da Ucrânia mais barato que iPhone voa 110 km com uma carga

15 July 2026 at 21:01

A empresa ucraniana Vyriy Drone anunciou uma nova versão do seu drone FPV equipado com inteligência artificial, o Vyriy 15 FPV, que chama atenção pelo custo-benefício. O equipamento custa US$ 500 (cerca de R$ 2.700 em conversão direta) e é capaz de voar até 110 quilômetros com uma única carga, multiplicando por seis o alcance da geração anterior.

A novidade faz parte da estratégia da Ucrânia de ampliar a produção de drones de baixo custo para uso militar, reduzindo a dependência de armamentos mais caros e aumentando a capacidade de resposta no campo de batalha.

De acordo com a Vyriy Drone, a primeira versão do equipamento possuía alcance de cerca de 18 quilômetros. Com a atualização, o novo modelo consegue percorrer 110 quilômetros utilizando apenas uma carga de bateria.

Segundo a empresa, a evolução foi possível graças à combinação de novos motores, melhorias na eficiência energética e um sistema de controle otimizado por inteligência artificial, que ajuda a reduzir o consumo durante o voo.

IA ajuda na navegação

O uso de inteligência artificial para auxiliar na navegação e na execução das missões é um dos seus maiores diferenciais.

A tecnologia permite que o equipamento mantenha sua rota mesmo em ambientes sujeitos a interferências eletrônicas, um recurso cada vez mais importante diante do uso de sistemas de bloqueio de sinal em conflitos modernos.

A Vyriy Drone também afirma que boa parte dos componentes utilizados no equipamento já é produzida na própria Ucrânia, reduzindo a dependência de fornecedores estrangeiros.

O objetivo é acelerar a fabricação e garantir um fornecimento contínuo para atender às necessidades das forças ucranianas durante o conflito.

O avanço desses equipamentos mostra como drones de baixo custo e longo alcance vêm ganhando importância em operações militares modernas.

Em vez de depender exclusivamente de armamentos sofisticados e muito caros, exércitos têm investido cada vez mais em plataformas relativamente acessíveis, capazes de realizar missões de reconhecimento e ataque com menor custo operacional.

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Brasil ainda tem 26 mil localidades sem sinal de celular, diz Anatel

15 July 2026 at 19:47

Apesar do avanço da cobertura móvel, o Brasil ainda possui 26,4 mil localidades sem acesso à rede 4G que também não possuem obrigações regulatórias para receber a tecnologia. Os dados fazem parte da edição de 2026 do Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT), elaborado pela Anatel, que mapeia os principais desafios de conectividade no país.

O estudo mostra que as maiores lacunas de cobertura estão concentradas em áreas rurais, remotas, indígenas e quilombolas, onde a expansão da infraestrutura ainda enfrenta dificuldades de investimento e logística.

Segundo o PERT, mais de 15 mil localidades sem cobertura móvel correspondem a setores censitários identificados pelo IBGE, enquanto outras 11,4 mil foram mapeadas pela própria Anatel em parceria com órgãos como a Fundação Palmares e o Incra.

O cenário é especialmente preocupante nas aldeias indígenas. Apenas 16% possuem cobertura 4G adequada, enquanto aproximadamente 2,5 mil comunidades ainda precisam receber infraestrutura de telefonia móvel. Além disso, cerca de 2,4 mil aldeias não contam com qualquer sinal de 4G.

O levantamento aponta ainda que 30.031 localidades brasileiras seguem sem backhaul de fibra óptica e sem qualquer obrigação regulatória para implantação dessa infraestrutura. O problema também afeta 652 municípios, sendo cerca de 40% no Nordeste, além de 186 cidades em Minas Gerais.

Segundo a Anatel, essas regiões deverão receber atenção prioritária em futuras políticas públicas voltadas à ampliação da conectividade no país.

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Anatel quer ampliar conceito de conectividade

Além de expandir a infraestrutura, a agência afirma que pretende adotar uma visão mais ampla de "conectividade significativa", levando em consideração não apenas a disponibilidade de redes, mas também fatores como qualidade da conexão, acesso a dispositivos, habilidades digitais e segurança no uso da internet.

O PERT também prevê a criação de novos indicadores de experiência do usuário e um acompanhamento contínuo da evolução da cobertura por meio de painéis de monitoramento.

Embora a cobertura 4G e 5G já alcance a maior parte das áreas urbanas brasileiras, a Anatel reconhece que a universalização do serviço ainda depende de investimentos direcionados para regiões de difícil acesso.

Para a agência, reduzir essas lacunas exigirá o cumprimento das obrigações regulatórias pelas operadoras e uma atuação conjunta entre governos e empresas para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional.

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Versão global do Redmi Note 17 tem bateria menor que modelo chinês

15 July 2026 at 18:32

A Xiaomi deve repetir uma estratégia já adotada em outros smartphones e lançar a versão global do Redmi Note 17 com uma bateria menor que a disponível na China. Segundo o insider Kacper Skrzypek, todos os modelos internacionais sofrerão uma redução na capacidade da bateria, embora mantenham praticamente o restante das especificações.

A mudança afetará os três integrantes da família: Redmi Note 17, Redmi Note 17 Pro e Redmi Note 17 Pro Max. Ainda assim, os aparelhos continuarão oferecendo baterias acima da média do mercado.

Segundo o vazamento, o Redmi Note 17 global terá bateria de 7.000 mAh, enquanto a versão chinesa conta com 8.000 mAh.

Já o Redmi Note 17 Pro deve passar de 9.000 mAh para 8.000 mAh, enquanto o Redmi Note 17 Pro Max cairá de 10.000 mAh para 9.000 mAh.

Apesar da redução na bateria, o relatório afirma que a Xiaomi não pretende alterar o restante do hardware dos aparelhos para o mercado global.

Redmi Note 17

Isso significa que os smartphones devem manter os mesmos processadores, telas, câmeras e velocidades de carregamento, preservando boa parte da experiência oferecida pelos modelos originais.

Motivo da mudança não foi confirmado

A Xiaomi não explicou oficialmente por que costuma reduzir a capacidade das baterias em seus celulares vendidos fora da China.

A decisão pode estar relacionada a regulamentações internacionais, certificações de transporte e disponibilidade de componentes, fatores que já influenciaram outros lançamentos da fabricante.

A família Redmi Note 17 foi anunciada oficialmente no mercado chinês com foco em autonomia e custo-benefício. Ainda não existe uma data oficial para a apresentação global da linha, mas certificações e vazamentos indicam que o lançamento internacional deve acontecer nos próximos meses.

Até lá, as informações sobre as baterias menores devem ser tratadas como rumor, já que a Xiaomi ainda não confirmou as especificações dos modelos destinados ao mercado global.

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