A Vivo anunciou uma parceria com a Adobe para oferecer seis meses grátis do Adobe Express Premium aos clientes elegíveis do Vivo Valoriza. O benefício está disponível para usuários dos planos Controle, Pós-pago, Total e Fibra.
A plataforma reúne ferramentas para criação e edição de conteúdos, como imagens, vídeos, publicações para redes sociais, panfletos e apresentações. O serviço também oferece recursos de inteligência artificial desenvolvidos com o Adobe Firefly.
Durante o período gratuito, os clientes poderão usar funções de IA para gerar imagens e vídeos, além de ferramentas de edição com inteligência artificial.
O plano Premium ainda dá acesso a mais de 400 milhões de recursos livres de royalties,30 mil fontes e quase 700 mil modelos prontos. Também estão incluídas funções avançadas de animação, redimensionamento e gerenciamento de marca.
Como resgatar o Adobe Express Premium de graça
Para ativar o benefício, o cliente deve acessar o aplicativo Vivo e entrar na área de benefícios. Lá, será possível resgatar um código promocional para usar no aplicativo da Adobe e liberar os seis meses gratuitos do Adobe Express Premium.
A oferta vale tanto para novos usuários quanto para quem já assina o plano Premium. Segundo a Vivo, o benefício equivale a R$ 138 em acesso gratuito.
“Esta parceria representa mais um passo importante na nossa estratégia de levar inovação de forma prática e acessível, ampliando o acesso a soluções de inteligência artificial que agregam valor real ao dia a dia dos consumidores”, afirmou Flávia Carneiro, diretora de Marketing B2C da Vivo.
Para Renata Decoussau, diretora de Marketing da Adobe para a América Latina, a parceria amplia o acesso às ferramentas criativas da empresa no Brasil.
“Com o Adobe Express, estamos levando essa mesma oportunidade criativa para todos, por meio de uma experiência simples, acessível e impulsionada por inteligência artificial. Nossa parceria com a Vivo expande esse acesso para milhões de brasileiros”, destacou a executiva.
A Samsung confirmou que encerrará o Ambient Service após 1º de agosto de 2026. A mudança afeta o serviço ligado ao Modo Ambiente das TVs da marca, recurso que exibe cenários animados, imagens e outros conteúdos quando o aparelho não está em uso.
O aviso apareceu no aplicativo SmartThings e confirma um processo que já havia começado nas TVs com Tizen 9. Aos poucos, a Samsung reduziu o espaço do Modo Ambiente no sistema e passou a dar mais destaque à Art Store.
Inicialmente, a empresa informou que o conteúdo do Ambient Mode passaria a fazer parte da Art Store. Depois, o atalho do recurso começou a desaparecer da barra lateral das TVs em alguns mercados e o conteúdo foi transferido para o novo serviço.
Nas TVs com Tizen 9 ou versões mais recentes, parte dos antigos fundos dinâmicos do Modo Ambiente ainda aparece no Daily Board. No entanto, ainda não está claro se esses conteúdos continuarão disponíveis após o encerramento oficial do Ambient Service.
O que muda para quem usa o Modo Ambiente?
Com o fim do serviço, a principal alternativa oferecida pela Samsung é a Art Store. A plataforma reúne mais de mil pinturas e fotografias digitais para exibição na TV, mas o acesso completo ao catálogo exige uma assinatura.
A proposta, porém, é diferente. Enquanto a Art Store prioriza obras de arte e imagens estáticas, o Modo Ambiente também oferecia cenários animados e sons de fundo, com uma experiência mais próxima de um ambiente virtual.
Quem não quiser pagar pela Art Store ainda terá acesso a uma seleção gratuita de obras pela aba "Streaming". Neste caso, porém, o usuário tem pouco controle sobre a ordem em que os conteúdos aparecem.
Outra opção é criar galerias personalizadas pelo SmartThings no celular e exibir as próprias imagens na TV. Dessa forma, ainda será possível usar o televisor como uma espécie de quadro digital, mesmo após o fim do Ambient Service.
A TV 3.0, também chamada oficialmente de DTV+, já chegou nas primeiras 22 cidades no Brasil. A nova geração da televisão aberta promete a maior mudança no setor desde 2007, quando o país iniciou a transição do sinal analógico para o digital.
Os primeiros conversores compatíveis já chegaram ao mercado, enquanto o sinal está em fase experimental em locais como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Mas a novidade também trouxe uma dúvida para quem já assiste à TV aberta: será preciso trocar a antena digital?
A resposta mais simples é não. A antena digital usada atualmente não se torna inútil com a chegada da TV 3.0. O próprio Ministério das Comunicações já indicou que conversores externos podem ser ligados às antenas digitais UHF e VHF usadas hoje.
Isso não significa, porém, que as antenas continuarão exatamente iguais para sempre. A TV 3.0 introduz uma nova forma de transmissão que pode aproveitar duas polarizações do sinal ao mesmo tempo. Para extrair o máximo da tecnologia, novas antenas preparadas para esse sistema começam a chegar ao mercado.
Sua antena digital atual vai funcionar com a TV 3.0?
Sim. Uma antena digital atual pode continuar a ser usada com um conversor compatível com a TV 3.0.
Isso é possível porque a nova geração continua a usar as faixas destinadas à televisão terrestre. As especificações técnicas da DTV+ permitem transmissões nas frequências de VHF e UHF, usadas para a recepção da TV aberta.
A principal mudança está na forma como o sinal pode ser transmitido e recebido. A TV digital atual trabalha normalmente com uma única via de recepção. Já a TV 3.0 adota o MIMO, sigla para Multiple Input, Multiple Output, tecnologia que pode usar sinais transmitidos em polarizações diferentes.
Na prática, uma antena preparada para MIMO recebe essas duas conexões separadamente. O receptor pode combinar as informações para melhorar a eficiência e a robustez da recepção, algo especialmente útil em locais nos quais o sinal sofre com obstáculos, reflexos ou interferências.
O Fórum SBTVD, responsável pelo desenvolvimento técnico da DTV+, realizou testes com antenas MIMO e definiu o uso da tecnologia como uma das bases da nova camada física da TV 3.0.
Portanto, a antena antiga pode continuar funcionando, mas uma antena MIMO própria para a TV 3.0 tende a aproveitar melhor as possibilidades do novo sistema.
O lado positivo é que os conversores já comercializados, como os da Aquário e Intelbras, já incluem uma antena interna compatível com a tecnologia no kit.
Como conectar uma antena antiga ao conversor da TV 3.0?
Aqui está a parte que pode gerar mais confusão.
Alguns receptores preparados para o sistema MIMO possuem duas entradas de antena, normalmente identificadas como RF IN 1 e RF IN 2 ou Tuner 1 e Tuner 2. Já a antena digital tradicional tem apenas um cabo coaxial.
Nesse caso, o cabo único deve ser conectado à entrada principal indicada pelo fabricante, normalmente a RF IN 1 ou Tuner 1.
Com apenas uma via de recepção, o aparelho trabalha sem o ganho proporcionado por uma antena MIMO completa. A diferença prática está principalmente na capacidade de aproveitar as duas polarizações do sinal e, consequentemente, obter uma recepção mais robusta.
A qualidade e os recursos disponíveis também dependem da configuração escolhida por cada emissora. A TV 3.0 foi projetada para suportar diferentes modos de transmissão, inclusive combinações entre SISO, com uma via de recepção, e MIMO, com duas.
Não use um adaptador em "Y"
Um erro que deve ser evitado é tentar transformar o cabo único da antena em dois por meio de um divisor de sinal para preencher as duas entradas do conversor. Isso não transforma uma antena comum em uma antena MIMO.
Um divisor passivo de duas vias reduz a potência disponível em cada saída. Em condições ideais, a divisão já corresponde a uma perda próxima de 3 dB, sem contar as perdas adicionais do próprio componente e dos cabos.
Além disso, as duas entradas de um sistema MIMO existem para receber sinais distintos, associados às diferentes polarizações. Dividir exatamente o mesmo sinal em dois não cria uma segunda polarização e pode apenas piorar a recepção.
Portanto, nada de adaptadores em "T" ou "Y" para tentar alimentar as duas entradas.
Para que servem as duas entradas do conversor?
Para usar o sistema MIMO como projetado, é necessária uma antena compatível com a tecnologia.
Essas antenas trabalham com duas vias de recepção, associadas às diferentes polarizações do sinal, e entregam dois sinais separados ao receptor. É por isso que os equipamentos preparados para esse cenário possuem duas entradas RF.
O Fórum SBTVD define o modo MIMO como uma configuração na qual são criados dois caminhos de sinal ligados a antenas com polarizações cruzadas. A tecnologia tem papel importante no ganho de eficiência e na robustez da nova TV aberta.
Mesmo que sua antena atual possa ser reaproveitada, há outro componente que não pode ser ignorado: o televisor.
As TVs vendidas até agora no Brasil não possuem o hardware necessário para decodificar diretamente o sinal da DTV+. Uma simples atualização de software também não resolve o problema, já que a nova geração usa uma camada física diferente e novos padrões de compressão de vídeo.
Assim, para assistir à TV 3.0 em um televisor atual, é necessário usar um conversor externo compatível. A instalação é semelhante à dos antigos conversores usados na migração da TV analógica para a digital.
A antena é ligada ao conversor, enquanto um cabo HDMI leva a imagem e o som até a televisão.
No futuro, os televisores devem sair de fábrica com o receptor da DTV+ integrado. Até que isso aconteça de forma ampla, o conversor externo será o caminho para quem quiser acessar o novo padrão sem trocar de TV.
A Samsung prepara uma nova função misteriosa de câmera para seus próximos celulares dobráveis. Chamada de Mirror View, a novidade chegará primeiro aos Galaxy Z Fold 8, Galaxy Z Fold 8 Ultra e Galaxy Z Flip 8, mas ainda não há detalhes sobre o que o recurso fará.
A função fará parte de uma próxima atualização do Camera Assistant, aplicativo da Samsung que permite personalizar o comportamento da câmera além das configurações disponíveis por padrão. A nova versão será voltada para aparelhos com a One UI 9.0.
Função Mirror View ainda é um mistério
Até o momento, a Samsung não publicou uma descrição da Mirror View. O nome sugere que o recurso pode alterar a forma como a prévia da câmera aparece na tela, mas ainda não é possível saber exatamente como ele funcionará.
Mais detalhes devem ser revelados com a apresentação dos novos dobráveis da Samsung, prevista para o fim de julho. Inicialmente, a novidade ficará restrita ao Galaxy Z Fold 8, Galaxy Z Fold 8 Ultra e Galaxy Z Flip 8.
No futuro, porém, a expectativa é que a função também chegue a gerações anteriores dos celulares dobráveis da marca por meio de uma atualização.
Camera Assistant terá outras novidades
A próxima versão do Camera Assistant também permitirá desativar o encerramento automático da câmera. Com a opção ativa, o aplicativo não fechará sozinho após permanecer algum tempo sem uso.
Outra mudança envolve o ajuste de velocidade mínima do obturador, lançado no Camera Assistant com a One UI 8.5. O recurso permite definir um limite para o tempo de exposição no modo Foto, o que pode ajudar a reduzir borrões de movimento e ruído em algumas situações.
Atualmente, o aplicativo oferece as opções de 1/1000, 1/500, 1/120 e 1/30 de segundo. Com a nova atualização, a Samsung acrescentará a alternativa de 1/60 de segundo.
Por fim, o Camera Assistant ganhará suporte a mais idiomas e melhorias de usabilidade para controladores de lente sem fio da TILTA. A atualização deve ser liberada próximo ao lançamento dos novos dobráveis.