O Google Meet agora permite que usuários de iPhone participem de reuniões pelo navegador Safari, sem a necessidade de instalar o aplicativo ou o Gmail. O recurso começou a ser liberado na terça-feira (23) e está chegando de forma gradual para usuários do Google Workspace e também para contas pessoais. A atualização pode levar mais de 15 dias até ficar disponível para todos.
Com a atualização, o Google remove uma das principais barreiras do serviço no iOS, que era a necessidade de instalar um app para algo simples como entrar em uma reunião. Agora, qualquer pessoa com um link pode acessar pelo navegador, colocar o nome e pedir para participar, mesmo sem conta Google. A mudança aproxima o Meet da experiência do FaceTime, que desde o iOS 15 já permite entrar em chamadas pelo navegador.
A função também facilita o convite de participantes externos, especialmente em reuniões rápidas ou pontuais. Além disso, o sistema mantém o fluxo tradicional de permissões de segurança, como acesso à câmera e ao microfone, antes de liberar a entrada na chamada.
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Usuários do iPhone agora podem acessar o Google Meet pelo navegador Safari. (Imagem: Mariia Shalabaieva/Unsplash)
Como acessar o Google Meet pelo Safari?
O acesso ao Google Meet no iOS foi simplificado para funcionar de forma automática. Os usuários de iPhone ou iPad que não tenham o aplicativo instalado serão redirecionados para o Safari ao clicar em um link de reunião.
Ao abrir o link no navegador, o participante pode apenas digitar seu nome (ou fazer login, se preferir), permitir o uso da câmera e do microfone e, em seguida, tocar em “Pedir para participar”. O anfitrião da reunião precisa aprovar a entrada, como já acontece no fluxo tradicional do Meet.
Além disso, será possível acessar as reuniões usando navegadores de terceiros no iOS, não apenas o Safari, e o recurso também funcionará em iPads. Também vale ressaltar que não há controles de administrador para gerenciar esse recurso no Workspace, ou seja, a funcionalidade será ativada automaticamente sem que a empresa possa bloqueá-la ou gerenciá-la.
O Google começou a liberar uma nova opção de personalização no Google Mensagens para colocar papéis de parede nas conversas. A novidade, que era um dos recursos mais conhecidos do Samsung Messages, está chegando aos poucos e, por enquanto, só pode ser usada por um pequeno grupo de usuários da versão beta do aplicativo. Ainda não há previsão de quando a função será liberada para todos.
O recurso permite escolher um papel de parede para cada conversa usando imagens de categorias, como Animais, Paisagens, Arquitetura, Macro, Preto e Branco e Paisagens Urbanas, ou fotos salvas na galeria do celular.
A chegada da função acontece em um momento oportuno, já que o Samsung Messages será descontinuado no próximo mês. Com a atualização, a opção “Alterar cores” passa a se chamar “Tema do chat”, que reúne as ferramentas de personalização em um só lugar. O plano de fundo escolhido aparece apenas para quem o configurou, sem alterar a visualização da outra pessoa na conversa.
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Os primeiros relatos sobre a novidade apareceram nas redes sociais. No Telegram, o usuário Pintu Patra compartilhou capturas de tela do recurso no grupo GApps Leaks após identificar a novidade em um smartphone Pixel.
Já no Reddit, o usuário Stevenmc8602 publicou detalhes da atualização no fórum r/GoogleMessages, afirmando que percebeu a chegada da função após notar um “ponto vermelho” de notificação no menu do aplicativo.
Google Mensagens começou a testar papéis de parede personalizados para conversas. (Imagem: João Melo/Canaltech)
Quem tem acesso aos papéis de parede personalizados?
Até o momento, os papéis de parede personalizados estão disponíveis apenas para uma parcela limitada dos participantes do programa beta do Google Mensagens. Mesmo entre os testadores, a distribuição está desigual, já que diversos usuários com a versão beta instalada afirmam não ter recebido a novidade.
Embora referências à função tenham sido identificadas em análises do código do aplicativo ainda em abril, o Google não confirmou quando a personalização chegará à versão estável do Google Mensagens.
Essa é a primeira Copa do Mundo em que é possível usar a inteligência artificial para criar experiências visuais altamente realistas de você no estádio, como jogador, torcedor ou até protagonista da partida. Antes, em 2022, a IA já existia, mas ainda não tinha a capacidade de gerar imagens hiper-realistas no nível de qualidade como vemos hoje.
Para isso, basta enviar uma foto de referência e usar comandos detalhados para guiar a IA. Quanto mais informações sobre estilo, iluminação e cenário, mais realista fica o resultado.
8 comandos para criar fotos na Copa do Mundo
Veja 8 comandos para criar fotos suas na Copa do Mundo 2026:
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Na arquibancada
Com a taça da vitória
Transmissão ao vivo
No gramado
Coletiva de imprensa
Capa de revista esportiva
Boneco colecionável da Copa
Figurinha da Copa
1. Na arquibancada
Aqui a ideia é te colocar no meio da torcida como se você estivesse assistindo a um jogo ao vivo da Seleção Brasileira. Nada de pose forçada, o foco é capturar um momento natural, com bandeiras, luzes do estádio e aquela atmosfera de transmissão esportiva.
Exemplo de prompt:
“Use a foto enviada como referência, preservando totalmente a identidade e características faciais da pessoa. Crie uma cena hiper-realista estilo transmissão esportiva ao vivo em um jogo da Seleção Brasileira, com a pessoa na arquibancada, expressão natural e espontânea, sem posar ou olhar para a câmera. Ao redor, torcedores com camisetas do Brasil, bandeiras e ambiente realista de estádio. Iluminação autêntica de evento esportivo, com leve granulação, motion blur sutil e estética de TV em alta definição. Enquadramento 16:9, estilo documental e fotojornalístico, com aparência de registro real de transmissão ao vivo.”
Você pode criar uma foto no meio da torcida, como se estivesse assistindo a um jogo da Seleção Brasileira em um estádio lotado. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
2. Com a taça da vitória
Esse é o cenário da conquista. Você aparece no gramado da final da Copa de 2026, levantando o troféu com a camisa da Seleção, cercado por confetes e flashes de fotógrafos.
Exemplo de prompt:
“Use a foto enviada como referência, preservando totalmente a identidade e características faciais da pessoa. Crie uma imagem hiper-realista em proporção 4:5 da final da Copa do Mundo de 2026, com a pessoa usando a camisa da Seleção Brasileira, no gramado, levantando a taça em celebração. Estádio lotado, confetes amarelos e verdes, flashes de fotógrafos e iluminação de transmissão esportiva. Estilo fotojornalístico, lente 85 mm, aparência natural e extremamente realista.”
É possível gerar uma foto sua com a taça nas mãos, simulando a vitória do Brasil. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
3. Transmissão ao vivo
Aqui o objetivo é simular uma câmera de TV internacional registrando sua reação durante um momento decisivo do jogo.
Exemplo de prompt:
“Use a foto enviada como referência. Crie uma imagem hiper-realista em proporção 4:5 como se uma câmera de TV tivesse registrado a pessoa durante um jogo da Copa do Mundo de 2026, em destaque na arquibancada reagindo a um gol do Brasil, vestindo a camisa da seleção brasileira. Estilo de transmissão ao vivo, enquadramento jornalístico, iluminação de estádio, profundidade de campo profissional e aparência de TV esportiva internacional.”
Você aparece em uma cena capturada por câmeras de TV durante um momento decisivo do jogo. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
4. No gramado
Nesse cenário, você invade o campo após o apito final como se fosse um dos campeões. Pode aparecer com medalha no peito, segurando a bola da partida e cercado por fotógrafos e torcedores.
Exemplo de prompt:
“Use a foto como referência para criar uma imagem hiper-realista 4:5 da pessoa no gramado após a final da Copa do Mundo, vestindo a seleção brasileira, segurando a bola e com medalha de campeã. Estádio lotado, confetes caindo, torcedores comemorando e fotógrafos ao fundo. Estilo fotografia esportiva cinematográfica com iluminação dramática de estádio.”
Dá para te colocar no campo após o apito final, celebrando como se tivesse vencido a Copa do Mundo. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
5. Coletiva de imprensa
Com este prompt, você vira o centro das atenções em uma entrevista pós-jogo, sentado em uma mesa com microfones e fundo típico de coletiva da FIFA.
Exemplo de prompt:
“Use a foto enviada como referência para criar uma cena hiper-realista 4:5 de uma coletiva pós-final da Copa do Mundo, com a pessoa no centro usando a camisa do Brasil, cercada por microfones e câmeras, em um ambiente de imprensa esportiva com fundo genérico, estilo editorial premium e clima de vitória.”
Você surge em uma entrevista pós-jogo, cercado por microfones e câmeras como o grande destaque da partida. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
6. Capa de revista esportiva
Esse prompt transforma sua imagem em uma capa de revista esportiva fictícia, como se você tivesse sido o destaque da Copa de 2026.
Exemplo de prompt:
“Use a foto enviada como referência. Crie uma capa de revista esportiva fictícia 4:5 com essa pessoa em destaque após grande atuação do Brasil na Copa do Mundo de 2026, vestindo a camisa da seleção. Estilo hiper-realista, composição editorial premium, fundo de estádio e textos genéricos legíveis, sem marcas reais.”
Também dá para transformar sua imagem em uma capa de revista esportiva. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
7. Boneco colecionável da Copa
Aqui você vira um item de coleção. A IA cria a versão de um boneco baseado na sua aparência, dentro de uma embalagem estilizada de produto oficial da Copa.
Exemplo de prompt:
“Use a foto enviada como referência. Crie um boneco colecionável premium da Copa do Mundo de 2026 baseado nessa pessoa. O boneco aparece dentro de uma embalagem de colecionador, vestindo a camisa da Seleção Brasileira e com acessórios de futebol, como bola, chuteira etc. Estilo de fotografia de catálogo profissional, aparência hiper-realista e acabamento de produto premium em proporção 4:5.”
Você pode virar um boneco colecionável estilizado, dentro de uma embalagem premium inspirada na Copa do Mundo. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
8. Figurinha da Copa
Esse é o clássico dos álbuns de futebol. Você aparece no formato de figurinha oficial, com nome, dados e o estilo visual típico das coleções da Copa do Mundo.
Exemplo de prompt:
“Remova a imagem do jogador e substitua pela pessoa da segunda foto. Mantenha a camisa da Seleção Brasileira e preserve o estilo, texturas, sombras e cores da figurinha original. Altere o nome para [SEU NOME] e insira nas informações: [DATA / ALTURA / PESO] e [SEU TIME]. Defina a equipe como BRAZIL. Preserve exatamente o mesmo estilo e tamanho da figurinha original, sem incluir logos oficiais.”
É possível criar sua própria figurinha no estilo dos álbuns oficiais da Copa do Mundo. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
A Anthropic anunciou o Claude Tag, uma nova integração que transforma o Claude em um “colega de trabalho” dentro do Slack. Com isso, os usuários podem mencionar a IA usando @Claude para delegar tarefas, permitindo que ela acesse dados, ferramentas internas e repositórios de código. A novidade já está disponível em versão beta e é voltada para clientes dos planos Claude Enterprise e Team.
Segundo a empresa, o recurso substitui o antigo app do Claude no Slack e faz parte de uma mudança mais ampla na forma como a IA é usada no ambiente corporativo, indo além de respostas pontuais para atuar como assistente contínuo de trabalho.
O Claude Tag utiliza o modelo Opus 4.8 e foi projetado para funcionar de forma mais integrada ao dia a dia das equipes. Ele consegue acompanhar conversas nos canais, manter contexto entre tarefas e executar ações de forma assíncrona, respondendo quando conclui o trabalho.
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Os administradores também podem controlar permissões, definir limites de uso e criar “identidades” diferentes da IA para áreas específicas da empresa, como engenharia ou vendas, além de gerenciar gastos e acessar logs detalhados de todas as ações realizadas pelo Claude, incluindo o registro do usuário que solicitou cada tarefa.
A Anthropic afirma ainda que organizações terão até 30 dias para migrar do antigo aplicativo para o novo sistema, com créditos iniciais para testes. A proposta é posicionar o Claude como um participante ativo das equipes, que consegue assumir desde tarefas técnicas até rotinas de suporte e análise de dados.
A Anthropic lançou o Claude Tag, uma integração que transforma o Claude em um “colega de trabalho” no Slack. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Como funciona o Claude Tag?
O funcionamento do Claude Tag se baseia na ideia de que a IA não é apenas um chatbot, mas um colaborador dentro do ambiente de trabalho. Ao ser mencionado com @Claude em um canal do Slack, o sistema interpreta a solicitação, quebra a tarefa em etapas e executa cada uma delas de forma sequencial.
Durante o processo, o Claude trabalha de maneira assíncrona. Ele pode levar minutos ou até mais tempo para concluir uma solicitação complexa e retornar na thread com o resultado. Isso permite que os usuários continuem outras atividades enquanto a IA trabalha em segundo plano.
O Claude pode acompanhar o histórico das conversas nos canais em que está ativo, o que reduz a necessidade de repetição de informações. Dependendo das permissões, ele pode acessar bases de dados e ferramentas conectadas para enriquecer suas respostas. A IA funciona de forma compartilhada, assim, qualquer membro do canal pode ver no que ela está trabalhando e retomar a conversa exatamente de onde a última pessoa parou.
O sistema também pode, quando autorizado, aprender automaticamente a partir de outros canais do Slack e de fontes de dados corporativas, com exceção de canais privados, ampliando seu contexto ao longo do tempo. Além disso, pode agendar tarefas para si mesmo e conduzir projetos de forma autônoma por horas ou até dias.
Também é possível enviar mensagens diretas (DMs) para o Claude. Nesses casos, ele responde de forma privada utilizando as ferramentas e conectores pessoais configurados pelo próprio usuário. Além disso, o sistema pode operar de forma proativa. Quando habilitado, ele identifica atualizações relevantes, acompanha tarefas pendentes e sugere ações em conversas que ficaram paradas.
O Google Chrome recebeu uma atualização com novos recursos de preenchimento automático que tornam o navegador capaz de completar formulários usando dados de viagens, veículos e documentos pessoais. A novidade está sendo liberada gradualmente para usuários de Android, iOS e também na versão desktop.
O recurso funciona com o Google Wallet, que dá ao Chrome acesso a informações salvas na carteira digital, como passaporte, CNH, Known Traveler Number, números de viagem e dados de veículos, incluindo placa e VIN (Número do Chassi). Tudo isso pode ser preenchido automaticamente em formulários compatíveis, reduzindo a necessidade de digitação manual.
A função transforma o autofill em um sistema mais completo e inteligente. Se os dados já estiverem salvos no Google Wallet, o Chrome pode usá-los automaticamente ao detectar campos compatíveis. Caso o usuário insira essas informações pela primeira vez no navegador, será possível optar por salvá-las de forma segura para uso futuro.
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O Google reforça que o controle permanece totalmente com o usuário e que nenhum dado é salvo ou preenchido sem permissão explícita. As informações sensíveis são criptografadas e podem ser editadas ou removidas a qualquer momento nas configurações do Google Chrome ou do Google Wallet.
Além disso, os passes privados que armazenam dados pessoais sensíveis, como documentos de identidade, contam com controles próprios de gerenciamento.
O Chrome ganha integração com o Google Wallet para preencher automaticamente dados de viagens, documentos e veículos em formulários. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
Como usar o preenchimento automático no Chrome?
Para usar os novos recursos de preenchimento automático no Chrome, siga estes passos:
Abra o Google Chrome;
No ícone de três pontos, acesse as “Configurações”;
Vá até a seção “Preenchimento automático e senhas”;
Preencha os dados de endereço, pagamentos, viagens e outros;
Em “Configurações de preenchimento automático”, marque a opção “Preenchimento automático aprimorado”.
Para que o Chrome consiga usar as informações do Google Wallet, como os detalhes de uma viagem ou a placa e o chassi (VIN) de um carro, o recurso de preenchimento aprimorado deve estar ativado e os dados precisam estar salvos previamente no site wallet.google.com.
Um escritório de advocacia operado por inteligência artificial marcou um feito inédito no sistema judiciário britânico ao vencer seu primeiro caso em tribunal. A Garfield AI conseguiu recuperar £ 7.000 (cerca de R$ 45 mil) em pagamentos atrasados para Tamires Camal Taquidir, freelancer de Recursos Humanos no setor de hospitalidade, no Tribunal de Condado de Wandsworth. A decisão é considerada um marco para o uso de IA na área jurídica.
O caso, julgado em 14 de maio de 2026 e concluído em cerca de três horas, foi conduzido quase integralmente pela plataforma. A IA cuidou desde as notificações iniciais até a organização das provas e dos documentos apresentados no tribunal. Já a empresa devedora contou com uma equipe jurídica tradicional.
Tamires gastou cerca de £ 400 (cerca de R$ 2.369) com o serviço da Garfield AI e teve apoio de um advogado humano apenas na sustentação oral durante a audiência. Para os fundadores da empresa, o resultado mostra que a tecnologia pode tornar a cobrança de pequenas dívidas mais acessível.
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Segundo a Solicitors Regulation Authority (SRA), que autorizou a operação da empresa em 2025, o objetivo é justamente ampliar o acesso à justiça para pequenos negócios e profissionais autônomos. A expectativa é reduzir custos e simplificar processos que, muitas vezes, fazem os credores desistirem de buscar seus direitos.
Alguns profissionais questionam quem deve ser responsabilizado caso a IA cometa erros. O advogado David Enright, por exemplo, levantou essa preocupação ao perguntar: "Se você confia na IA e não em um advogado, de quem você reclama quando as coisas derem errado?".
Há também quem argumente que, apesar dos avanços, os sistemas atuais ainda não conseguem analisar situações complexas ou identificar oportunidades jurídicas menos óbvias com a mesma flexibilidade de um profissional experiente.
Por outro lado, o cofundador e CTO da Garfield AI, Daniel Long, afirma que a ferramenta “não se trata de truques ou de substituir advogados”, mas sim de dar poder a pessoas comuns e pequenas empresas para fazerem valer seus direitos quando a via tradicional seria “lenta, cara ou complexa demais”.
IA jurídica da Garfield AI vence primeiro caso no Reino Unido, recupera £7 mil em dívidas e gera debate sobre o futuro da advocacia. (Imagem: Reprodução/Freepik/rawpixel.com)
Garfield AI é o primeiro escritório de advocacia operado por IA
A Garfield AI se tornou o primeiro escritório de advocacia regulamentado no Reino Unido a usar inteligência artificial no atendimento, atuando principalmente em pequenas causas e na cobrança de dívidas. A plataforma foi autorizada pela Solicitors Regulation Authority (SRA) em 2025, em um modelo que permite o uso de IA para automatizar etapas do processo jurídico, mas sob supervisão humana.
A aprovação, porém, não foi imediata. O processo levou cerca de oito meses e envolveu uma série de avaliações da SRA, que concentrou grande parte das análises em evitar as chamadas "alucinações" da IA — quando o sistema gera informações ou citações incorretas. O objetivo era garantir que a automação não comprometesse a proteção dos consumidores nem a confiabilidade dos serviços jurídicos.
O sistema auxilia na produção de documentos, organização de provas e condução do processo até a fase de julgamento. Apesar da automação, o modelo não é totalmente independente, há validações do usuário e participação de profissionais humanos em etapas específicas, especialmente na sustentação oral em tribunal.
A Apple liberou nesta semana o segundo beta do iOS 27 para desenvolvedores registrados. Identificada pelo build 24A5370h, a atualização traz refinamentos para a Apple Intelligence, amplia recursos do Mensagens e adiciona novas funções para acessórios e serviços da empresa.
Entre as principais novidades está o novo recurso Write with Siri, que substitui o antigo Writing Tools e funciona sobre o teclado. A ferramenta permite criar, revisar e reescrever textos usando linguagem natural, além de mostrar as mudanças em uma comparação entre a versão original e a editada.
O campo de comando do Write with Siri aparece a partir da Dynamic Island e, se o usuário simplesmente começar a digitar, o aviso acima do teclado encolhe e vira apenas um pequeno ícone.
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Também é possível usar o recurso por voz, sem precisar tocar em botões, graças à nova capacidade da Siri de entender o que está sendo exibido na tela. Além disso, a prévia da Voz Expressiva da Siri agora mostra as opções de Ritmo e Expressividade como recursos que chegarão em atualizações futuras.
O beta 2 também expande o suporte ao protocolo RCS no aplicativo Mensagens, adicionando reações e respostas em linha. Outra novidade é a chegada do Apple Wallet Insights para usuários dos Estados Unidos, com visualizações de gastos e transações recorrentes.
Além disso, o Beta 2 corrige um problema que impedia a instalação de novos firmwares nos AirPods Max 2. A atualização também permite atualizar a Apple TV 4K de forma remota pelo app Casa e melhora a estabilidade do iPhone Mirroring no macOS 27 Golden Gate, com ajustes no redimensionamento de apps e no retorno automático das janelas ao tamanho original do iPhone.
O iOS 27 é compatível com iPhone 11 e modelos posteriores, mas os recursos avançados da Apple Intelligence exigem aparelhos mais recentes. Por se tratar de uma versão de testes, instabilidades e maior consumo de bateria ainda podem ocorrer.
A Apple liberou o segundo beta do iOS 27 para desenvolvedores. (Imagem: Matheus Melo/ Canaltech)
Como baixar o segundo beta do iOS 27?
A versão já pode ser instalada por quem participa do programa de desenvolvedores:
Acesse “Ajustes”;
Vá em “Geral”;
Toque em “Atualização de Software”.
Quando o beta público do iOS 27 será liberado?
Segundo o cronograma da Apple, a primeira versão beta pública do iOS 27 será disponibilizada em julho de 2026. Até lá, o sistema permanece exclusivo para desenvolvedores cadastrados.
A versão final do sistema continua prevista para setembro, período em que a empresa também deve apresentar sua nova geração de iPhones.