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10 jogos parecidos com God of War para jogar enquanto Laufey não chega

20 June 2026 at 22:05

A Santa Monica Studio anunciou God of War: Laufey de surpresa. O jogo no estilo hack and slash acompanhará Faye, esposa falecida de Kratos e mãe de Atreus, enquanto desbrava um local conhecido como Everywhen, um pós-vida onde diferentes mitologias se chocam.

O jogo recebeu um generoso trailer de jogabilidade de pouco mais de 20 minutos. Embora ainda não tenhamos uma data de lançamento confirmada, o jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, sugeriu que God of War: Laufey pode chegar em 2027:

"Só para constar, eu não daria muita importância ao fato de God of War: Laufey não ter uma data ou previsão de lançamento. Ao contrário de muitos outros grandes anúncios, este não está a anos de distância".

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Na narrativa, o título protagonizado por Faye começa durante o início do reboot God of War (2018) e deve se estender até os eventos de Ragnarök.

Para se preparar, o Canaltech trouxe esta lista de jogos que podem entrar no seu backlog antes do lançamento de God of War: Laufey. Obviamente, se você não jogou nenhum God of War da saga nórdica ou a trilogia original, recomendamos fortemente jogá-los antes do novo game da franquia. Vale notar que a lista está em uma ordem aleatória.

O que torna um jogo parecido com God of War?

A saga nórdica de God of War foi muito bem-sucedida ao levar Kratos para um jogo de ação em terceira pessoa com uma pegada mais cinematográfica e narrativa. No entanto, as raízes da série remontam aos anos 2000, quando o espartano estreou no PlayStation 2 como um dos hack and slash mais influentes de todos os tempos.

Não há tantos jogos parecidos com God of War, pelo menos não em um nível de produção AAA. O que temos são games que exploram a mitologia ou mecânicas de combate características da série da Sony. Nesses casos, há um leque muito maior de opções para quem quer fazer um esquenta antes do lançamento de God of War: Laufey.

A ideia é reunir jogos com pelo menos um pilar da franquia protagonizada por Kratos: combate físico, escala épica, progressão, narrativa cinematográfica, mitologia ou chefes marcantes.

8. Darksiders

Darksiders é uma excelente opção para quem busca combates frenéticos e brutais no estilo hack and slash clássico. Quem curte armas mais robustas e chefes gigantes vai adorar essa recomendação. Embora haja certa resistência nas comparações entre God of War e a franquia criada pela Vigil Games, dificilmente os fãs que gostaram de um não curtirão o outro.

Darksiders III seguiu um caminho mais soulslike (Divulgação/THQ Nordic)

As remasterizações dos dois primeiros jogos da franquia, bem como Darksiders 3, podem ser facilmente encontrados em plataformas atuais e entram em promoção com frequência, garantindo uma boa acessibilidade.

7. Dante’s Inferno

Dante's Inferno é outro clássico hack and slash indispensável para qualquer jogador. O Canaltech costuma citar o jogo com frequência em listas de títulos excelentes que tiveram sua sequência cancelada, clássicos que merecem ser relançados com novos gráficos e como um dos jogos de XBOX 360 que ainda valem a pena ser jogados hoje em dia.

Sequência de Dante's Inferno nunca viu a luz do dia (Divulgação/Electronic Arts)

Se o PlayStation 3 tinha God of War III ao seu dispor, donos dos consoles de sétima geração da Microsoft podiam aproveitar Dante's Inferno. O game, baseado na Divina Comédia, de Dante Alighieri, nos coloca na pele de um guerreiro das Cruzadas morto no campo de batalha, que precisa resgatar sua amada das mãos de Lúcifer.

Dante's Inferno se assemelha muito ao God of War clássico e divide com o jogo da Santa Monica a atmosfera e os inimigos grotescos, Quick Time Events, câmera em terceira pessoa, seções de plataforma, puzzles e, claro, um hack and slash visceral.

6. Devil May Cry 5

Para quem quer um combate mais parecido com os jogos mais recentes de God of War, Devil May Cry 5 é uma excelente pedida. Obviamente, há um abismo de distância entre os dois jogos nos quesitos história, narrativa, temática e estilo, mas eles acabam se encontrando em certos aspectos do combate.

Devil May Cry 5tem mais de sete anos (Divulgação/Capcom)

Devil May Cry 5 carrega um gameplay focado em combos e estilo. A diferença no combate está principalmente no 'peso'. Enquanto GoW é um pouco mais pesado e menos técnico, o hack and slash da Capcom é bem mais veloz e complexo. Curiosamente, God of War: Laufey parece herdar um pouco desse combate mais estilizado e veloz.

5. Black Myth: Wukong

Para quem gosta de explorar mitologias nos games, Black Myth: Wukong dá uma aula no assunto ao trazer lendas chinesas. O RPG de ação é uma adaptação de Jornada ao Oeste, história que inspirou diversas obras, como Dragon Ball.

Black Myth: Wukong puxou indústria de games da China para outro patamar (Divulgação/GameScience)

Black Myth: Wukong possui uma dificuldade mais elevada do que a de God of War, mas bebe bastante da água disponibilizada pela Santa Monica, como animações e um sistema de equipamentos bem parecidos com o que foi visto na saga nórdica de Kratos.

4. Bayonetta

Bayonetta assumes uma face mais excêntrica e exagerada de God of War, mas tem uma ação estilizada e combates hack and slash muito bem-vindos para os fãs da franquia da Sony, em especial da trilogia grega.

Sequências de Bayonetta seguiram como exclusivas de sistemas da Nintendo (Divulgação/Platinum Games, Nintendo)

O jogo da Platinum Games traz diversos elementos familiares, como chefes gigantes, combos e combate veloz. Para quem tem uma ligação maior com a história de Kratos, Atreus e companhia, o foco de Bayonetta não é na narrativa.

3. Hellblade: Senua's Sacrifice

A duologia Hellblade vai um pouco na contramão de outras sugestões. Em vez de trazer um combate próximo ao da franquia God of War, a Ninja Theory trouxe ao mundo um jogo com uma narrativa mais densa e menos expositiva. No primeiro jogo, há algumas seções de combate um pouco mais parecidas com God of War, embora com um leque menor de golpes e habilidades.

Primeiro jogo de Hellblade tinha uma ênfase um pouco maior em combate (Divulgação/Microsoft)

Assim como na IP da Santa Monica, Hellblade explora as mitologias nórdica e celta, com histórias e lendas muito bem conhecidas pelos fãs de Kratos. A mecânica principal do jogo são as fúrias, vozes que acompanham o quadro de psicose da protagonista Senua. Embora as semelhanças sejam bem limitadas aqui, Hellblade: Senua's Sacrifice oferece batalhas contra deuses como Sutr e Valravn, ainda que o final divida opiniões.

2. Hellblade II: Senua's Saga

O segundo jogo, Hellblade II: Senua's Saga, adota ainda mais o nível cinematográfico e narrativo e abre mão de parte do combate visto no em Senua's Sacrifice. A apresentação gráfica é indiscutivelmente uma das melhores da geração, apesar da direção que a Ninja Theory seguiu ser bem questionável para alguns.

 Hellblade II: Senua's Saga é para fãs de aventuras ultra-lineares e cinematográficas (Divulgação/Microsoft)

Um terceiro jogo intitulado Senua chega em 2027 para PlayStation 5, assim como God of War: Laufey. Na nova entrada, a desenvolvedora irá adotar um foco maior na exploração e no combate, algo muito pedido pelos fãs e que deve aproximar as experiências de Senua e Kratos.

1. Ghost of Tsushima

Outro first-party da Sony que pode ser uma excelente pedida para quem quer se preparar para God of War: Laufey é Ghost of Tsushima. Muitos fãs do jogo da Sucker Punch recomendam o game para quem gostou de God of War. 

Ghost of Tsushima foi um dos últimos grandes exclusivos do PlayStation 4 (Divulgação/Sony)

Esse é o tipo de jogo que entrega uma experiência mais narrativa e de aventura, um verdadeiro padrão para os últimos jogos single-player da Sony. Não há uma relação direta entre God of War e Ghost of Tsushima, com exceção do sentimento de aventura épica com o selo de qualidade PlayStation. Além dos gráficos de alto nível, o jogo ambientado em Tsushima do ano de 1274 apresenta um combate corpo a corpo um tanto visceral.

Melhor forma de aproveitar jogos parecidos com God of War

Para quem gostou de God of War (2018) ou Ragnarök, recomendamos começar fortemente por Devil May Cry 5 ou Hellblade: Senua's Sacrifice. Embora distantes do conjunto da obra da Santa Monica, esses dois jogos agradarão tanto a quem curtiu o combate de Kratos e quer explorar algo mais técnico e rápido quanto a quem amou o aprofundamento na mitologia nórdica e quer experienciá-la de uma maneira bem diferente.

Já para quem está em busca de algo mais próximo aos clássicos, é bem provável que Darksiders, Bayonetta ou Dante's Inferno ressoem mais com você. No fim das contas, o importante é aproveitar jogos excelentes que carreguem alguns dos vários pilares de God of War e se preparar para a aventura de Faye em Everywhen.

Jogos parecidos com God of War não são tão parecidos assim?

Como dito no início, jogos mais recentes de God of War têm poucos concorrentes AAA nos dias de hoje. Apesar dos jogos listados acima parecerem distantes das obras da Santa Monica Studio, é possível que muitos que não os experimentaram sintam um gostinho dos títulos estrelados por Kratos.

Leia a matéria no Canaltech.

6 empresas de games que já patrocinaram times de futebol

20 June 2026 at 14:00

O primeiro pensamento que vem à nossa cabeça quando falamos em futebol e videogames é o EA Sports FC, ou, para os mais íntimos, o "Fifinha". Embora esse mercado seja totalmente dominado pela Electronic Arts, os jogos de futebol foram muito importantes para o crescimento dos consoles, em especial no início da era 3D.

Jogos de esporte, no geral, desempenhavam um papel muito importante para demonstrar o poder técnico de consoles da quinta geração, como o PS1: renderização em 3D, gráficos poligonais, texture mapping e jogabilidade fluida. Títulos como Winning Eleven, FIFA e até mesmo Virtua Striker foram uma febre em lojas e locadoras no Brasil e no mundo.

As empresas de games sabiam da importância desses títulos para o sucesso de seus consoles e não pouparam esforços para trazer esses jogos para seus sistemas, além de investirem no próprio esporte.

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Em clima de Copa do Mundo e dos clássicos de futebol como Ronaldinho Soccer, o Canaltech trouxe uma lista com seis empresas de games que já patrocinaram times de futebol.

6. Nintendo

A Big N, que hoje está um pouco distante do mundo do futebol, já patrocinou um time no início dos anos 90. Visando levar o seu mais novo sistema ao maior número de jogadores possível, a Nintendo fechou uma parceria master de um ano com o clube espanhol Sevilla FC na temporada 92/93.

O uniforme do time estampava 'Super Nintendo' na região do peito, considerada uma das áreas nobres do patrocínio de camisas de times. Por que uma empresa japonesa de videogames patrocinou um clube da Espanha? Existe um excelente motivo. Na época, o craque argentino Diego Armando Maradona atuava no Sevilla, o que garantiu uma exposição mundial ao Super Nintendo.

Nintendo Patrocínio Fiorentina
Nintendo patrocinou clube italiano para fazer frente ao PlayStation (Reprodução/Football Nation)
Nintendo Game Boy Pocket Fiorentina
Edição do Game Boy Pocket da Fiorentina tem apenas 3 mil exemplares (Reprodução/Classic Football Shirts)
Nintendo Patrocínio Sevilla
Nintendo pegou carona com Diego Maradona no Sevilla (Reprodução/Classic Football Shirts)

Outro destaque da Nintendo no futebol foi a parceria com a ACF Fiorentina entre 1997 e 1999 na Série A, uma tentativa de fazer frente ao sucesso do PlayStation no país. Como parte do acordo, a fabricante japonesa lançou uma edição especial do Game Boy Pocket temática da Fiorentina.

5. SEGA

A rival da Big N não ficou para trás e também foi bem ativa no patrocínio de clubes de futebol. A dona do ouriço azul investiu no JEF United Ichihara, da liga japonesa, entre 1992 e 1996. A camisa estampava o Sonic e o logo clássico da marca como primeira e principal patrocinadora.

Após patrocinar times nacionais, a SEGA começou a mirar na Europa para promover o saudoso Dreamcast. Entre 1999 e 2002, a empresa fechou um acordo com o Arsenal, do Reino Unido. Estimativas apontam que a dona do Sonic pagou entre £10 milhões e £12 milhões para levar o seu console de sexta geração ao uniforme do clube londrino.

SEGA patrocínio futebol
SEGA patrocinou clubes da liga de futebol japonesa (Reprodução/ TreasureHuntingSonic, X)
SEGA patrocínio Arsenal
Thierry Henry, ídolo do Arsenal, em partida contra o Manchester United (Reprodução/Premiere League)

Além do Arsenal, a SEGA patrocinou outros três clubes europeus: UC Sampdoria (Itália), AS Saint-Étienne (França) e o RC Deportivo de La Coruña (Espanha).

4. Konami

Outra japonesa engajada com patrocínios de futebol é a Konami, o que não chega a ser uma surpresa. A produtora foi um dos grandes players no segmento de simuladores esportivos e fazia frente ao antigo FIFA da EA. Nessa época, a Konami fechou uma parceria com o São Paulo, que estampou o logo do PES 2019 nos ombros do uniforme do clube paulista.

São Paulo FC foi um clube exclusivo do PES 2019 (Divulgação/Konami)

A empresa voltou a firmar um patrocínio com o clube em 2024, já na era do eFootball. Dessa vez, a japonesa estampou os números nas camisas dos jogadores. A Konami sempre foi muito ativa em patrocínios e acordos devido à sua proximidade com o esporte. Somente no Brasil, foram oito times que se envolveram com a marca.

3. Eidos Interactive

Em uma parceria histórica com o inglês Manchester City, a produtora britânica Eidos Interactive foi uma das poucas companhias ocidentais a patrocinar clubes de futebol. O patrocínio master aconteceu nas temporadas 1999/2000 e 2001/2002, época em que o time da cidade de Manchester exibia o logo do estúdio no peito.

Eidos também ficou famosa pela franquia Deus-EX posteriomente (Divulgação/Manchester City)

Na época, a Eidos colhia todo o sucesso de Tomb Raider e Lara Croft no fim dos anos 90, o que justifica e muito a sua presença no uniforme do City. Ambas as instituições seguiram caminhos parecidos com o passar dos anos: o clube inglês foi adquirido por um grupo do Emirados Árabes em 2008 e se tornou um dos times mais valiosos do mundo, enquanto a Eidos foi comprada pela Square Enix e, posteriormente, vendida para o Embracer Group.

2. Commodore Amiga

Uma das marcas mais importantes do cenário de computadores entre os anos 80 e 90, a Commodore foi responsável por um dos maiores patrocínios a clubes da Europa. A companhia firmou parcerias com times como Chelsea, Bayern de Munique e Paris Saint-Germain para trazer visibilidade internacional para sua linha de computadores, o Amiga.

O Commodore Amiga foi um importante PC para os videogames (Reprodução/Hyperion Entertainment, Amiga Corp.)

Estamos falando de uma das plataformas mais importantes para jogos de computador, com clássicos como Marble Madness, Sensible Soccer, Defender of the Crown, Turrican II, Flashback, Out of This World e Gods. A linha Amiga conseguia replicar a experiência dos arcades em computadores domésticos, algo fundamental para o crescimento do PC gaming.

1. XBOX

O lado verde da força não ficou de fora dos patrocínios de clubes de futebol. Embora o futebol não seja o esporte mais popular dos Estados Unidos, a Microsoft apostou suas fichas e investiu no Seattle Sounders por quase dez anos. A parceria começou em 2008, na era do XBOX 360, momento em que o clube nem estava inscrito na Major League Soccer, a liga de futebol estadunidense.

Patrocínio do XBOX no uniforme do Seattle Sounders
Patrocínio do XBOX no uniforme do Seattle Sounders (Divulgação/MLS)
Patrocínio do XBOX no uniforme do Seattle Sounders
Acordo com Seattle Sounders incluia design de Gears 4 (Divulgação/Seattle Sounders)

O logotipo do XBOX estampava o peito da camisa do Seattle Sounders. Uniformes com o XBOX Game Pass e edições especiais de Forza, Halo e Gears fizeram parte do acordo de patrocínio do clube até 2018, último ano da parceria.

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Ciência descobre quais tipos de jogos ajudam a relaxar e reduzir a solidão

19 June 2026 at 23:00

A JMIR Serious Games sugere que alguns tipos e gêneros de videogames ajudam adultos a lidar com a solidão e a construir resiliência emocional, segundo uma pesquisa com mais de 2 mil pessoas publicada nesta quarta-feira (17). O estudo The Effects of Open-World and Fun, Accessible Games on Perceived Loneliness and Stoicism in Adults: Cross-Sectional Survey Study concluiu que títulos como The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Yoshi’s Crafted World oferecem respostas emocionais positivas aos jogadores.

A pesquisa entrevistou 2.252 adultos maiores de 2021 sobre seus hábitos com videogames, perspectiva emocional e sentimento de solidão. Pessoas que jogaram jogos de mundo aberto, como o exclusivo do Nintendo Switch, e games mais casuais, como Yoshi’s Crafted World, relataram se sentir menos isoladas do que as pessoas que não jogavam.

Os jogadores que tiveram experiências em ambos os títulos da Nintendo também registraram pontuações mais altas em traços de estoicismo, descrito como resiliência emocional, autocontrole e a capacidade de lidar com desafios sob pressão.

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Ao EurekAlert!, o coautor da pesquisa, Andreas Eisingerich, afirmou que: “Ao contrário do estereótipo do gaming como mero escapismo, descobrimos que jogos open-world, acessíveis e alegres podem ajudar a promover uma mentalidade resiliente e estoica e a aliviar a solidão”.

Yoshi proporcionou restauração de baixo risco em entrevistados da pesquisa (Reprodução/Nintendo)

Vale destacar que esses benefícios emocionais foram observados em gêneros específicos de jogos, e não ao videogame em geral.

Jogos não substituem terapia

Embora o estudo da JMIR Serious Games tenha registrado impactos emocionais positivos em quem joga títulos como The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Yoshi’s Crafted World, ele não sugere que jogar videogame substitua o acompanhamento profissional.

No entanto, essas experiências "produzem um suporte psicológico sinérgico" e podem servir como um "excelente custo-benefício para intervenções de saúde mental pública que enfrentam a epidemia de solidão".

Por outro lado, os videogames também podem causar sensação de esgotamento em quem trabalha na área ou joga com frequência. O Canaltech conversou com profissionais e influenciadores do segmento de games sobre como identificar o cansaço mental causado pelo excesso de jogos, conhecido como Gaming Burnout.

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Reunião secreta do PlayStation vaza com detalhes sobre fim de jogos no PC

19 June 2026 at 22:40

O CEO da PlayStation, Hideaki Nishino, confundiu os jogadores ao afirmar que a marca irá considerar lançamentos de jogos para o PC "se puder maximizar a experiência de jogo para esse título". A fala veio de uma entrevista à Famitsu traduzida do japonês pelo usuário Genki.

Segundo o CEO, games single-player desenvolvidos por estúdios do PlayStation terão como objetivo "refinar ainda mais o valor da experiência de jogo que podemos oferecer no PlayStation".

Nishino comentou durante a entrevista: "Acreditamos que é importante que games live-service sejam jogados pelo maior número de pessoas possível por meio do multiplayer online, por isso continuaremos a lançar nas plataformas PS5 e PC como base."

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O executivo finalizou que, independentemente da plataforma, o PlayStation irá tomar decisões com base no desejo da marca de entregar a melhor experiência de gameplay que maximize recursos exclusivos de cada título.

PlayStation CEO Hideaki Nishino on PS5 games releasing on PC:

“From the start we have determined platform selection based on the characteristics of each title. If releasing on PC can maximize the gaming experience for that title, we will continue to consider it.

At this time… pic.twitter.com/3d9CrIzieO

— Genki✨ (@Genki_JPN) June 18, 2026

Embora a mensagem aparente ser contra as decisões recentes da Sony de afastar seus exclusivos do PC, aparentemente tudo não passou de uma confusão. O jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, afirmou que não há ambiguidade dentro da Sony.

Jogos single-player do PlayStation continuarão exclusivos

Duas fontes do PlayStation não identificadas afirmaram ao jornalista que, durante uma reunião geral há algumas semanas, o chefe dos estúdios do PlayStation, Hermen Hulst, disse à equipe que jogos narrativos single-player seguirão exclusivos do PlayStation.

Segundo o executivo, nas palavras de Schreier, esse tipo de jogo "era inconsistente com os lançamentos para PC, não gerava lucro suficiente" e eles querem "manter suas propriedades intelectuais alinhadas à própria plataforma". De acordo com o jornalista, não haverá uma decisão de exclusividade caso a caso, como ocorre com o XBOX.

Leia a matéria no Canaltech.

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