❌

Normal view

"Truque" para gelar bebida em carros elétricos viraliza, mas pode custar caro

11 September 2026 at 11:15

Nada melhor do que uma boa bebida gelada para refrescar nos dias quentes, não é? Publicações nas redes sociais mostram que há motoristas usando o compartimento dianteiro dos carros elétricos como uma “caixa térmica” improvisada para deixar  bebidas bem fresquinhas. O problema é que a prática é perigosa, e pode causar desde a perda da garantia do carro até choques graves.

À primeira vista, a ideia pode até parecer inofensiva: em um dos vídeos publicados no Instagram, o compartimento dianteiro (conhecido como frunk) de um Geely EX2 aparece cheio de gelo e cervejas. Claro, o espaço até pode lembrar uma caixa térmica, mas vale lembrar que o frunk não foi projetado para esta finalidade.

Em outra publicação, um proprietário de um BYD Dolphin Mini utiliza a função Vehicle-to-Load (V2L) para alimentar uma fritadeira elétrica, enquanto as rodas do carro e os cabos de energia ficam submersos.

Riscos de danos em carros elétricos

Os carros elétricos foram projetados para operar com segurança — contanto, claro, que sejam usados conforme as recomendações das fabricantes. Por isso, estas "gambiarras" acenderam o alerta de especialistas em engenharia automotiva sobre os perigos de panes elétricas, choques graves e perda da garantia de fábrica.

De acordo com Eduardo Zambelli, diretor de eletromobilidade da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), o acúmulo de líquido em áreas como o frunk, que não foi projetado para armazenar bebidas e nem para escoar o líquido do derretimento do gelo, pode danificar vedações e sistemas do veículo, além de caracterizar uso inadequado para a fabricante.

Já a tecnologia V2L permite, sim, usar a energia da bateria para alimentar aparelhos externos, mas exige cuidados com o uso — portanto, nada de usar o recurso em locais úmidos ou alagados, porque a prática eleva o risco de acidentes por descarga elétrica.

A orientação da AEA é uma só: os motoristas devem sempre respeitar os limites de potência especificados pela montadora e consultar o manual do proprietário antes de utilizar qualquer recurso do veículo.

Aproveite para conferir nossa lista de 7 coisas proibidas de se fazer em um carro elétrico!

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Toyota derruba preço do SW4 para encarar rivais chineses

10 September 2026 at 21:00

Procura um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena ficar de olho no SW4, modelo de sete lugares da Toyota que, agora, pode ser oferecido com desconto de mais de R$ 54 mil sobre o preço de tabela. Mas é preciso correr, já que a oferta vale somente até o fim do mês.

As condições valem para a versão SW4 SRX Platinum, que normalmente sai por R$ 424.590, mas agora pode ser adquirida por R$ 369.990. O “precinho” parece vir em resposta ao espaço que rivais vêm ganhando  no segmento, como o chinês GWM Haval H9, que segue conquistando os brasileiros.

Toyota SW4 SRX Platinum 2024

O rival chinês montado em Iracemápolis (SP) chegou inclusive a liderar o segmento de utilitários grandes nos meses de março e maio. No acumulado até agosto, a diferença entre os dois modelos encolheu para menos de 800 unidades.

Como é o Toyota SW4

O SW4 entrega o propulsor 2.8 turbodiesel de 204 cv, transmissão automática de seis marchas e tração 4x4. Quem levá-lo para a garagem vai ter um carro equipado com central multimídia de 9”, sistema de som JBL, câmera 360º, bancos ventilados e ar-condicionado de duas zonas.

Claro, o preço e equipamentos são atraentes por si só, mas a Toyota tem um diferencial importante em relação aos concorrentes: a japonesa construiu sua reputação por anos, sendo a favorita dos motoristas que buscam veículos com robustez, liquidez e facilidade na hora da revenda.

Além disso, o desconto é só uma das frentes que a marca vem trabalhando. Além dos descontos selecionados, a Toyota acelera na eletrificação e prepara nova fase no Brasil a partir de 2026.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

SUV que fez história no Brasil ainda é o mais buscado no mercado de usados; veja ranking

10 September 2026 at 19:15

O mercado de SUVs usados no estado de São Paulo segue sendo liderado pelo Ford EcoSport. O modelo da italiana segue na dianteira das vendas dos seminovos no primeiro semestre do ano, conforme revelado por dados do Data OLX Autos.

O modelo pioneiro da categoria alcançou 9% de participação nas transações paulistas de seminovos no período, superando concorrentes diretos no mercado regional. Além disso, o EcoSport figurou na liderança das buscas na plataforma, concentrando 7% das pesquisas, acompanhado por  nomes como o Renegade (6%) e Kicks (5%).

Já no ranking de comercialização, o pódio paulista ficou por conta do Jeep Renegade na segunda colocação, com 8% das vendas, e pelo Nissan Kicks em terceiro, registrando 7% das conversões.

Compra de SUV usado

Se focarmos nos anúncios disponíveis, contudo, o Jeep Renegade assume o topo do ranking, ostentando 10% da vitrine com preço médio de R$ 74.559. Por outro lado, neste caso o EcoSport fica com 8% do volume de vendas, custando R$ 50.842. Finalmente, o Nissan Kicks ocupa a terceira posição em anúncios (7%), com preço médio de R$ 82.366.

De forma geral, os dados mostram que os utilitários esportivos seguem com forte apelo no comércio, se mantendo como opções interessantes para quem precisa de usabilidade urbana sem abrir mão de valores acessíveis.

Mesmo hoje, o Ford EcoSport segue considerado como um marco na história automotiva por ter sido o grande pioneiro da popularização dos SUVs no Brasil, mercado onde estreou mundialmente em 2003 desenvolvido sobre a plataforma do Fiesta da época. A trajetória do utilitário no país teve seu ápice com a versão EcoSport Storm, que trazia como principal diferencial o sistema de tração integral sob demanda.

Para matar a saudade do modelo, que tal conferir quanto custaria um Ford EcoSport hoje, com a inflação?

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Roubos de carros elétricos sobem mais de 100% em SP; entenda o motivo

10 September 2026 at 17:15

O volume de roubos e furtos de carros elétricos e híbridos disparou. De acordo com dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), a alta já passou de 100% no estado de São Paulo enquanto acompanha a expansão acelerada da frota eletrificada, que soma mais de 765 mil unidades no país.

Somente neste ano, o período entre janeiro e maio saltou de 44 para 101 ocorrências, o que representa aumento de 129% em comparação com o período no ano passado. Atualmente, a capital paulista concentra a maioria das ocorrências no estado, com 74 registros entre janeiro e maio.

IPVA carros trânsito

Apesar do salto nos números, a ABVE ressalta que os dados não indicam que os modelos eletrificados sejam mais vulneráveis do que os carros a combustão — tanto que, segundo a instituição, os sistemas desses carros têm níveis de proteção muito semelhantes, fazendo com que a facilidade de invasão ou acionamento seja equivalente.

Furtos de carros elétricos

Ricardo Bastos, presidente da ABVE, observa que o salto nos números veio acompanhado também do crescimento da frota, aliado à maior compreensão do consumidor destas tecnologias. “E a gente sabe que do outro lado os bandidos também começaram a entender melhor o carro elétrico e o eletrificado. Normalmente o bandido prefere um carro que ele já conheça”, observou.

Em outras palavras, os números altos devem ser compreendidos como um sinal de que os criminosos já estão mais familiarizados com os carros elétricos — e, aqui, o conhecimento vale tanto para o sistema do veículo quanto para o alto valor de mercado de muitos destes. Embora o pacote de baterias seja o item mais valioso do veículo, especialistas descartam que o furto isolado do componente seja o principal fator das ocorrências.

Além da alta complexidade técnica, as baterias dos carros elétricos podem pesar meia tonelada, operam com altíssima voltagem e só podem ser removidas com ferramentas. Por isso, o crime ocorre pelo furto do carro “completo”, que é levado a desmanches ilegais para o reaproveitamento de componentes elétricos.

Outra modalidade em alta é o furto de cabos em eletropostos públicos. Criminosos miram o cobre presente na fiação para venda no mercado clandestino de sucatas, em ações rápidas executadas em locais desprotegidos. Para conter o problema, operadoras de recarga vêm investindo em revestimentos com malha de aço e compartimentos trancados liberados apenas por apps específicos.

E, afinal, será que o truque da chave do carro no micro-ondas protege contra roubos?

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Gasolina E32: vale a pena gastar com adaptações para transformar em flex?

10 September 2026 at 15:00

A gasolina E32 chegou aos postos do Brasil no início de agosto e, na sequência, impulsionou a procura por módulos conversores eletrônicos de R$ 500 entre proprietários de carros a gasolina preocupados com a nova mistura. O motivo? O ajuste regulatório elevou para 32% o teor de etanol anidro no combustível nacional, e alguns motoristas começaram a procurar alternativas para tentar evitar possíveis efeitos da maior concentração do composto no combustível.

O que acontece é que, desde o início de agosto, a gasolina comum e aditivada disponível nos postos do Brasil passou a ser do tipo E32, que conta com 68% da gasolina que você já conhece, enquanto os outros 32% são de etanol anidro; portanto, a nova mistura aumenta o etanol em apenas 2%, suficiente para derrubar um truque popular nos postos.

Combustível gasolina

Os ensaios do setor mostram que a adição de dois pontos percentuais do biocombustível é tão discreta que não exige nenhuma alteração mecânica para garantir o funcionamento correto e a durabilidade dos componentes. Por outro lado, a análise não apontou possíveis efeitos a longo prazo da mistura, levantando preocupações entre motoristas.

Converter carro antigo em flex

Alguns apostaram em adaptações para evitar supostos danos ao motor ou tentar a conversão para etanol, apostando em equipamentos que prometem permitir que carros a gasolina funcionem com etanol ou com a mistura dos combustíveis. No entanto, especialistas em engenharia automotiva reforçam que esses dispositivos não transformam tecnicamente o veículo em um modelo flex.

Na verdade, aparelhos do tipo atuam apenas aumentando o tempo de abertura dos bicos injetores, exigindo que o próprio motorista configure manualmente a taxa de injeção adicional. O equipamento não altera os mapas de ignição da central eletrônica nem adapta mangueiras, bombas de combustível e vedações, que permanecem vulneráveis à corrosão e ao desgaste químico se expostos ao etanol puro.

Análises do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) confirmam que a gasolina E32 mantém o desempenho e a operação normal dos veículos sem necessidade de adaptação — e, inclusive, pode até elevar a octanagem da gasolina e fornecer alguma redução nos depósitos de combustão. Por outro lado, o etanol tem menos energia por litro, ou seja, sua maior concentração pode aumentar um pouco o consumo.

Os especialistas reforçam que instalar conversores simplificados para lidar com a nova gasolina é desnecessário e pode gerar problemas graves, como contaminação do catalisador ou travamento hidráulico do motor. Por isso, pode ficar tranquilo: por ora, não há necessidade de usar conversores para “proteger” carros mais antigos dos efeitos da gasolina com 32% de etanol.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Chevrolet confirma quando vai começar a produzir novo SUV híbrido no Brasil

10 September 2026 at 13:00

A General Motors já definiu um cronograma para começar a produzir seu Chevrolet Captiva PHEV na Planta Automotiva do Ceará (PACE), em Horizonte. Segundo informações de Thomas Owsianski, presidente da GM na América do Sul, o trabalho deve começar em novembro por meio do sistema de kits importados (SKD) da joint venture chinesa SAIC-GM-Wuling.

Vale recordar que a GM já tinha confirmado a produção de carro elétrico no Ceará no ano passado — e, na época, a ideia era começar tudo ainda em 2026. O que muda é que, agora, o executivo confirmou o mês da chegada do híbrido e ainda reforçou que o lançamento marca a estreia da fabricante na produção de veículos híbridos plug-in no país.

Interior do Chevrolet Captiva PHEV

Em sua fala, ele reforçou a importância da operação da fábrica cearense enquanto pilar central da estratégia de eletrificação do grupo. O novo utilitário esportivo vai ser o terceiro modelo eletrificado montado em solo cearense em menos de um ano, juntando-se aos elétricos Spark EUV e Captiva EV.

Como vai ser o Chevrolet Captiva

Baseado no modelo chinês Wuling Starlight S, o Captiva PHEV combina motor 1.5 a gasolina e propulsor elétrico com bateria de 20,5 kWh, entregando 204 cv de potência. O sistema garante cerca de 80 km de alcance puramente elétrico e autonomia combinada próxima dos 1.000 km.

Na prática, as especificações indicam que o modelo vem para o mercado nacional para encarar concorrentes já consolidados na categoria, como BYD Song Pro, BYD Song Plus e GWM Haval H6 PHEV.

Paralelamente ao SUV, a montadora confirmou que estuda utilizar a estrutura do Ceará para produzir um hatch elétrico de entrada, que provavelmente seria derivado do Wuling Bingo Pro. Esta estratégia também sinaliza uma forma de disputar a fatia de mercado já ocupada por modelos como BYD Dolphin Mini e Geely EX2.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Chevrolet joga no chão preços do Sonic e compacto sai mais em conta que Fiat Audace

9 September 2026 at 21:00

Quem quer levar o Chevrolet Sonic para a garagem não pode ficar de fora dos descontos oferecidos pela marca, que reduzem o preço do compacto em mais de R$ 15 mil — mas só para compradores com CNPJ ativo. Quem atende aos requisitos pode optar pelas versões Premier e RS, com reduções de até 11,1% na tabela pública. Com a oferta, o modelo sai mais em conta que o Fiat Audace Hybrid, que normalmente custa R$ 132.990.

Dito isso, vamos aos preços. A opção Premier normalmente custa R$ 135.940, mas sai por R$ 120.851 no faturamento para pessoa jurídica, com economia de R$ 15.089. Já a configuração topo de linha RS, cujo valor de tabela é de R$ 141.940, passa a custar R$ 126.327 na modalidade, o que representa desconto de R$ 15.613 sobre o preço do varejo.

Chevrolet Sonic

A estratégia veio para fortalecer a presença da fabricante no mercado corporativo ao facilitar a renovação de frotas e a aquisição por empresas de diferentes portes. Como de costume, a recomendação do CT Auto é que os interessados entrem em contato com as lojas da região para conferir os modelos disponíveis, bem como eventuais outros requisitos.

Como é o Chevrolet Sonic

O Chevrolet Sonic veio como a maior aposta da GM para conseguir espaço próprio no segmento dos SUVs compactos. Para isso, o carro entrega design moderno, acabamento interno caprichado, ótimo isolamento acústico, suspensão com o equilíbrio ideal entre conforto e estabilidade e consumo mais eficiente que o do Chevrolet Tracker.

Na parte mecânica, ambas as configurações compartilham o mesmo conjunto motorizado. Assim, o Sonic vem equipado com motor 1.0 turboflex com sistema de injeção direta, que rende até 115 cv de potência e 18,9 kgfm de torque, atuando em conjunto com a transmissão automática de seis marchas.

Além disso, o Sonic usa “truque” para minimizar a polêmica da correia banhada a óleo, já observado nos carros da família Onix.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Carro elétrico desvaloriza muito? Estudo revela surpresa nos seminovos

9 September 2026 at 19:00

Será que os carros elétricos sofrem desvalorização assim como os modelos a combustão? Segundo um levantamento do Banco BV em conjunto com a Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), a resposta é: depende, e os principais fatores são a combinação entre a idade do carro e a tecnologia.

O movimento ocorre porque os seminovos eletrificados com até dois anos mantêm alta valorização devido à forte demanda e baixa oferta. Por outro lado, os modelos com mais de três anos sofrem quedas acentuadas provocadas pela rápida evolução tecnológica do setor.

carro elétrico carregando carregador

A transformação recente do mercado explica esse descompasso. Se considerarmos o período dos primeiros anos da expansão elétrica no país, a chegada contínua de novas marcas e versões reduziu os custos do segmento e acelerou o avanço na capacidade das baterias e na velocidade de recarga.

Depreciação de carro elétrico

O resultado? A pressão começou a crescer nas cotações de revenda dos elétricos mais antigos. Segundo a Fenauto, a perda de valor nos eletrificados usados não decorre apenas da rodagem e do desgaste físico — na verdade, o principal fator parece ser a rápida defasagem de seus recursos frente às novidades da indústria.

O que acontece é que, enquanto as unidades com até 12 meses de uso se beneficiam da procura aquecida por modelos recentes, os carros com cerca de três anos ou mais seguem enfrentando a concorrência direta de zero-quilômetros modernos e mais acessíveis.

Na prática, a oferta de carros novos com maior autonomia e preços reduzidos foi um fator de peso na precificação do mercado. Os modelos de entrada mais recentes já entregam alcance superior por valores mais em conta que aqueles cobrados por carros elétricos há quatro anos, ou seja, os seminovos veteranos tiveram que encarar reajustes para continuarem competitivos.

E, afinal, será que os carro elétricos gastam menos que o a combustão? Fizemos as contas!

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Nova resolução altera a Lei Seca no Brasil; veja as principais mudanças

9 September 2026 at 15:00

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou as novas diretrizes da Lei Seca no Brasil por meio da Resolução nº 1.031/2026. O novo texto regulamenta a fiscalização de álcool e substâncias psicoativas nas rodovias e vias urbanas do país, além de padronizar a implementação do equipamento popularmente chamado de “drogômetro”.

Basicamente, o drogômetro é um dispositivo capaz de realizar análises qualitativas para detectar até 12 classes de substâncias, como cocaína e anfetaminas. No caso de remédios prescritos, a simples presença de vestígios na saliva não rende multa automática — para comprovar a infração, o agente precisa atestar pelo menos dois sinais clínicos de alteração psicomotora no condutor.

bafômetro

E, embora a norma já tenha sido publicada, autuações com o teste de saliva não vão ser imediatas. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os equipamentos foram usados até o momento somente em caráter de testes, de modo que ainda não estão integrados à frota.

Lei Seca, bafômetro e penalidades

Já a fiscalização do nível de álcool segue por conta do já conhecido etilômetro (ou “bafômetro”, como é popularmente chamado), que vai servir para triagem inicial no uso passivo; já o teste ativo, que exige o sopro, vai ser necessário para validar a infração.

A recusa a qualquer um dos exames continua punida com multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses. O que muda é que a nova regra proíbe a aplicação simultânea de multas por recusa e por condução sob influência na mesma abordagem.

Além disso, o novo texto também torna obrigatórios os exames para constatar a ocorrência de álcool ou outras substâncias em condutores envolvidos em acidentes fatais. Agora, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e os órgãos estaduais de trânsito passarão por uma fase de adaptação gradual, que envolve licitação de equipamentos homologados pelo Inmetro, treinamento de agentes e atualização dos sistemas operacionais de fiscalização.

Já se perguntou quantas cervejas pode tomar antes de dirigir? Descubra na nossa matéria!

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Nova Mobylette elétrica precisa de CNH e emplacamento? Descubra

9 September 2026 at 13:00

A Caloi está se preparando para lançar uma nova versão 100% elétrica da clássica Mobylette no Brasil. Com chegada oficial ao mercado prevista para outubro, o modelo promete ajudar quem precisa de uma solução para deslocamentos curtos e médios nas cidades — e sem a necessidade de Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Na verdade, o modelo dispensa tanto a CNH quanto o emplacamento, porque opera dentro do limite regulamentar de velocidade de 32 km/h para autopropelidos e bicicletas elétricas. Segundo a marca, a Mobylette elétrica entrega autonomia estimada de até 60 km com sua bateria de 500 Wh.

de assistência ao pedal.três modos selecionáveis na dianteira e traseira. Para gerenciar a entrega de potência, o conjunto oferece sistema de iluminação em LED, cockpit de aço no padrão BMX, mesa de alumínio e pneus largos de 4 polegadas equipadas com aro 20 Já a estrutura mecânica do modelo conta com rodas de 

Nova Mobylette elétrica

A novidade surge em meio à demanda crescente de soluções de micromobilidade no país — basta considerar que, no fim do ano passado, o Brasil já somava mais de 300 mil bicicletas elétricas em circulação, segundo informações da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike).

Quem quer levar a Mobylette elétrica para casa ainda vai precisar esperar um pouco. Por ora, a Caloi ainda não revelou o pacote completo de dados técnicos nem a tabela oficial de lançamento, mas a nova Mobylette já começou a aparecer listada em plataformas de varejistas nacionais com preços estimados na faixa de R$ 5 mil.

Curtiu a novidade? Aproveite para conferir também o novo acessório que transforma bike comum em elétrica em questão de minutos!

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Renault derruba preço do Renault Boreal e SUV sai mais em conta que Hyundai Creta

8 September 2026 at 21:00

Quem quer um Renault Boreal para chamar de seu não pode perder os descontos do programa Move Brasil, que rendem reduções de mais de R$ 50 mil no SUV, que sai mais em conta que o Hyundai Creta, o qual costuma custar a partir de R$ 165 mil. Vale lembrar, no entanto, que os benefícios valem somente para taxistas e motoristas de aplicativo.

O que acontece é que o programa elevou o limite de financiamento para R$ 200 mil, o que significa que taxistas já podem ter acesso às versões Techno e Iconic do Boreal; já no caso dos motoristas de app, dá para adquirir as versões Evolution e a Techno.

Renault Boreal

Na prática, os abatimentos para taxistas chegam a 26,3% na opção topo de linha Boreal Iconic, cujo valor cai de R$ 214.990 para R$ 158.480; aqui, a redução é de R$ 56.510. Já no caso dos motoristas de app, a versão Evolution passa a ser comercializada por R$ 167.990, com redução de R$ 12 mil sobre o preço público.

Como funciona o programa Move Brasil

De forma resumida, o programa Move Brasil - Táxis e Aplicativos foi criado para oferecer crédito especial para a compra de carros que atendam os critérios determinados pelo programa — o que inclui SUVs bem equipados, como é o caso das versões do Boreal contempladas pela oferta.

Para acessar o benefício, o profissional deve realizar o cadastro no portal oficial do Move Brasil – Táxi e Aplicativos. Após a validação do Governo Federal (que deve ser enviada em até cinco dias úteis), o motorista pode procurar uma concessionária para passar pela análise de crédito bancário e concluir a aquisição do veículo.

Quer eliminar qualquer dúvida antes de fechar negócio? Confira nossa matéria que explica 3 motivos para comprar o Renault Boreal e 2 para fugir do SUV francês!

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Cidades usam “truque” no semáforo para incentivar motoristas a respeitar velocidade

8 September 2026 at 19:00

E se reduzir a velocidade ajudasse a diminuir o tempo no trânsito das grandes cidades? Pode parecer pouco lógico, mas é esta a proposta que cidades norte-americanas como Albuquerque e Portland implementaram com o sistema inteligente de semáforos Rest in Red.

Trata-se de uma tecnologia urbana projetada para desacelerar o trânsito por meio da sincronia dos sinais verdes nos faróis — mas só para motoristas que dirigem respeitando os limites de velocidade. Assim, a "onda verde" é ajustada para ocorrer conforme o limite médio de 48 km/h.

carros no trânsito

Na prática, quem roda na velocidade permitida ganha passagem livre pelos cruzamentos e gasta menos tempo em deslocamento. Por outro lado, os condutores apressados acumulam paradas em sinais vermelhos configurados para bloquear o excesso de velocidade.

Onda verde nos faróis

A medida veio para atender a antigas reivindicações de moradores destas cidades, que reclamavam do excesso de velocidade e insegurança nas vias urbanas. No caso, a maior vantagem do mecanismo está na mudança de comportamento, recompensada pelo percurso mais fluido e contínuo, em vez de depender exclusivamente da aplicação de penalidades.

Além disso, a otimização utiliza a própria infraestrutura de semáforos já existente nas vias, sem a necessidade de obras complexas no viário. Quer mais? Saiba que os resultados preliminares já obtidos apontam que o equilíbrio entre fiscalização e tecnologia melhora a segurança e diminui acidentes.

Vale lembrar que o modelo segue em das autoridades locais, mas a estratégia já mostrou que ajustes na gestão digital do tráfego podem, sim, transformar o respeito à lei em um benefício prático e imediato no deslocamento urbano.

Não pense que não há inovações para as vias brasileiras. Conheça o semáforo da USP que "sabe" se você já atravessou a rua e pode revolucionar trânsito!

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Por que não vai dar para ver o eclipse solar de 2026 no Brasil?

10 August 2026 at 19:53

Um eclipse solar total promete fascinar observadores nesta quarta (12). O Brasil vai ficar de fora do fenômeno, mas quem estiver em algumas regiões do hemisfério norte vai poder conferir a visão espetacular proporcionada pela Lua ocultando o disco solar, quando o dia se transforma em crepúsculo temporariamente.

A totalidade do eclipse se estende por uma faixa de apenas 293 km de largura, ou seja, só quem estiver por lá vai conseguir ver o Sol totalmente oculto pela Lua. Esta faixa começa sobre o Oceano Ártico e percorre o leste da Groenlândia, o oeste da Islândia e o norte da Espanha, até se encerrar no Mar Mediterrâneo.

eclipse solar total 2026

Mas não pense que o espetáculo se encerra por aí. Quem estiver nos arredores desta área — o que inclui partes do Reino Unido, França, Portugal e Espanha — vai conferir um eclipse solar parcial, em que apenas uma parte do disco solar é escondida pela Lua.

Eclipse solar no Brasil

A má notícia é que os observadores no Brasil não vão poder acompanhar o fenômeno por “culpa” da geometria espacial, porque a sombra da Lua vai estar voltada para o hemisfério norte. Embora os eclipses solares totais ou anulares ocorram em média uma vez por ano, a faixa de visibilidade desses eventos é tão estreita que faz com que estes eventos pareçam raros.

“Se o observador está na estreita faixa da Terra atingida pela umbra, ele vai ver o eclipse total. Se está na área atingida pela penumbra, verá como parcial”, explicou Dra. Josina Oliveira do Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional.

Felizmente, o calendário astronômico já reserva dois grandes destaques em um futuro nada distante. Em 6 de fevereiro de 2027, um eclipse anular vai ser visível no litoral do Rio de Janeiro e vai poder ser visto de forma parcial em quase todo o Brasil.

Já em 2 de agosto de 2027, um eclipse total histórico vai cruzar o sul da Espanha, o norte da África e a Arábia Saudita. Este último promete mobilizar observadores do mundo todo por durar 6 minutos e 23 segundos — para comparação, o eclipse mais longo já registrado neste século ocorreu em 2009 e durou 6 minutos e 39 segundos.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

O que mudou no roubo de carros elétricos em SP em 2026?

10 August 2026 at 19:00

Os furtos e roubos de veículos elétricos e híbridos no Estado de São Paulo cresceram 129,6% entre janeiro e maio de 2026, acompanhando o aumento da frota em circulação. O dado integra um levantamento da empresa Ituran com base em estatísticas da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), que contabilizou 101 ocorrências no período; no ano anterior, foram somados 44 registros.

Claro, os números absolutos seguem baixos em relação à frota total, mas a alta reflete a rápida expansão dos eletrificados no Brasil, que já somam quase 900 mil emplacamentos acumulados. Como os carros elétricos e híbridos vêm ficando mais frequentes nas ruas, esses veículos acabam mais expostos aos crimes mesmo representando uma parcela ainda pequena da frota brasileira de automóveis.

carro elétrico carregador

O estudo aponta ainda uma alteração no padrão dos crimes. Se em 2025 os roubos com abordagem direta à vítima representavam a maioria dos casos (59,1%), em 2026 os furtos sem contato com o proprietário passaram a dominar o cenário, atingindo 84,2% do total. A maioria dos modelos envolvidos nas ocorrências tem entre dois e cinco anos de fabricação.

Roubo de carros em SP

São Paulo foi o palco da maior parte dos registros nos períodos analisados: sozinha, a capital paulista concentrou 74 das 101 ocorrências registradas no estado, sendo o bairro da Vila Mariana o líder em registros (9 casos), seguido por Saúde e Vila Prudente.

Vale lembrar que, embora sejam preocupantes, os dados não indicam que os carros eletrificados sejam mais visados por criminosos do que os modelos a combustão. Na verdade, o que acontece é que, conforme o mercado dos eletrificados vem amadurecendo, estes carros passam a ocupar mais as estatísticas de segurança pública.

A expectativa de especialistas é de que o monitoramento estatístico ganhe ainda mais relevância conforme esses veículos se tornem cada vez mais populares nas ruas brasileiras.

Aproveite para conferir nossa matéria sobre quais são os 10 modelos mais roubados e furtados em SP!

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Dormir ao volante: como a exaustão afeta o cérebro do mesmo jeito que a embriaguez

10 August 2026 at 17:30

A fadiga e o sono se consolidaram como causas significativas de acidentes nas rodovias brasileiras: sozinhos, estes fatores são responsáveis por cerca de 60% dos acidentes viários no país, porque afetam de forma significativa a capacidade cognitiva dos condutores. Os dados são de um relatório da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), publicado em 2019, junto de um estudo da Denox em colaboração com a MedNet.

Membros da Associação das Clínicas de Trânsito de Minas Gerais (Actrans-MG) explicam que a privação de descanso causa efeitos no cérebro que são comparáveis àqueles da embriaguez, colocando vidas em risco constante.

sono pessoa dormindo no volante

Segundo Adalgisa Lopes, especialista em segurança viária e presidente da Actrans, a fadiga faz com que os motoristas percam a noção dos próprios limites, acreditando que podem aguentar um pouco mais mesmo quando já têm as funções cognitivas degradadas. Além disso, a percepção de riscos fica distorcida.

Sono no volante

Quando um motorista passa 24 horas sem dormir, a degradação psicomotora equivale à taxa de alcoolemia de 0,10%, nível considerado como crime de trânsito no Brasil. A exaustão extrema provoca episódios involuntários de microssono, que são apagões mentais de até cinco segundos, junto da "hipnose da estrada", estado de dissociação em que o condutor guia no piloto automático sem processar os perigos à sua frente.

O cenário é ainda mais crítico para motoristas profissionais de ônibus e caminhões, que normalmente são expostos a rotinas intensas e prazos rígidos. Embora a categoria seja respaldada pela Lei do Descanso, existem apenas 139 Pontos de Parada e Descanso certificados para cobrir uma malha viária federal que supera os 75 mil quilômetros. Sem locais seguros para estacionar, muitos motoristas optam por rodar exaustos para evitar assaltos no acostamento.

E não adianta apelar para medidas como tomar café, abrir os vidros do veículo ou ouvir música alta, já que estas ações servem apenas para adiar temporariamente os sintomas da sonolência. Assim, a orientação fundamental é uma só: ao perceber os primeiros sinais de fadiga, o motorista deve imediatamente parar em um local seguro para descansar.

Curtiu o tema? Aproveite para conferir nossa matéria com 8 mitos e verdades sobre o sono!

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Quer comprar um carro híbrido? Detalhe na bateria pode pesar no seu bolso

10 August 2026 at 16:15

Você está pensando em trazer um carro híbrido para a garagem? Se sim, vai levar em conta alguns fatores importantes antes de fechar negócio, como as diferenças operacionais e custos "escondidos" na arquitetura do carro e suas baterias entre os modelos disponíveis no mercado brasileiro.

Sozinhos, os híbridos vêm sustentando crescimento consistente nas vendas. O aumento sugere que os motoristas no Brasil seguem atraídos por benefícios interessantes para o bolso, como menor consumo de combustível, isenções fiscais e até de rodízio.

BYD Song Plus

Claro, esses benefícios são interessantes, mas a complexidade mecânica dessas diferentes arquiteturas exige uma análise rigorosa do perfil de uso. É que, se o proprietário não alinhar seus hábitos de direção ao sistema elétrico escolhido, pode se deparar com um carro mais pesado e menos eficiente que o bom e velho motor a combustão.

Dicas antes de comprar um carro híbrido

O mercado brasileiro divide-se principalmente entre híbridos leves (MHEV), plenos (HEV), plug-in (PHEV) e elétricos com extensor de alcance (EREV). Os modelos leves têm geradores auxiliares acionados como apoio para as arrancadas, enquanto os plenos alternam a tração elétrica de forma autônoma no trânsito.

Já as versões plug-in do tipo PHEV, como o BYD Song Plus, exigem recargas frequentes na tomada; caso contrário, o motor a combustão precisa sustentar o peso das baterias descarregadas, ou seja, o consumo de combustível aumenta. Os EREV, enquanto isso, contam com extensores de alcance, ou seja, o motor a combustão funciona só como gerador estacionário.

Por isso, quem procura um seminovo do segmento deve exigir o histórico completo de revisões em concessionárias para assegurar a garantia do conjunto elétrico; normalmente, as fabricantes cobrem o conjunto elétrico por oito anos. A verificação prévia do estado de saúde das baterias com equipamentos adequados, como scanners especializados, também ajuda a escapar de custos com manutenção corretiva.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

BYD aposenta versão do Seal 07 poucos meses após seu lançamento

10 August 2026 at 14:06

Parece que a chinesa BYD está avançando na nova geração do Seal 07, seu sedan que deve ser lançado no país em um futuro não tão distante. É o que indicam os registros de homologação publicados pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China, que mostram que a renovação vem apenas cinco meses após o lançamento do modelo anterior.

Como o antecessor frustrou os resultados de vendas, o novo sedan vem para aposentar a outra versão. Assim, por enquanto, o que já se sabe é que o novo modelo traz visual inspirado no irmão maior Seal 08, mas tem dimensões maiores, trazendo 5,08 metros de comprimento e 2,96 metros de entre-eixos.

BYD Seal 07

Embora tenha traços visuais do antecessor, a reformulação busca distanciar o modelo da baixa aceitação de seu antecessor com linhas aerodinâmicas, iluminação contínua em LED e um sensor LiDAR instalado no teto para alimentar o sistema de condução semiautônoma DiPilot 5.0.

Como é o BYD Seal 07

Por ora, o esperado é que o novo Seal 07 chegue na já conhecida versão 100% elétrica e, claro, na híbrida plug-in. As opções elétricas contam com motores de 333 cv e 408 cv de potência, permitindo que o sedan alcance velocidade máxima de 240 km/h.

Já a variante híbrida, por sua vez, combina um motor a combustão 1.5 turbo com um propulsor elétrico de 218 cv junto da bateria de 38 kWh, que entrega até 245 quilômetros de autonomia operando apenas no modo elétrico.

Embora os registros oficiais indiquem a proximidade da estreia comercial, a BYD ainda não divulgou a data exata para o lançamento nas concessionárias. Mesmo assim, a montadora parece ter pressa, já que o modelo atual não somou nem 700 unidades vendidas na China em junho.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Por que tem diferença entre a velocidade do velocímetro e a do GPS?

12 July 2026 at 17:05

Você costuma usar apps como Waze e Google Maps na hora de dirigir? Se sim, já deve ter percebido que o velocímetro no painel do carro costuma indicar uma velocidade um pouco diferente daquela mostrada pelo GPS do celular. Mas, afinal, por que essa diferença existe? 

Primeiro, vale destacar que a variação não é um erro de fabricação e nem do aplicativo, mas sim uma margem que integra os veículos de propósito como uma forma de trazer mais segurança.

É por isso, aliás, que muitos carros apresentam aumento de até 10% sobre a velocidade real. O que não pode acontecer é o contrário, ou seja, que o velocímetro indique uma velocidade menor que a real com margem de 2%. 

-
Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.
-

E a velocidade no GPS?

Com essa variação em mente, voltemos ao GPS. A principal questão aqui é que o dispositivo não costuma indicar sempre um número real com a precisão esperada por uma série de fatores, como interferências e irregularidades da pista. 

A velocidade exibida no velocímetro é sempre diferente da velocidade à qual o carro realmente está se movendo (Fotorec/Pixabay/CC)

Pode não parecer, mas até mesmo os aclives e declives da via podem interferir na velocidade exibida. O que acontece é que estes desníveis fazem com que a velocidade das coordenadas do carro na horizontal seja menor que a velocidade real de rodagem, o que também explica a discrepância. 

Gostou dessa curiosidade? Então você não pode deixar de ler também 5 fatos sobre baterias de carros elétricos que certamente você não conhece.

Leia a matéria no Canaltech.

Mão inglesa: por que em alguns países o carro tem volante do lado direito?

11 July 2026 at 23:05

Já se perguntou o porquê de os carros em alguns países terem o volante no lado direito, em vez do esquerdo? O motivo da diferença está relacionado a uma herança histórica, cujos vestígios ainda são encontrados em 76 países — a maioria deles é ex-colônia britânica, com exceção do Japão. 

Alguns historiadores afirmam que o volante no lado direito é resultado das carroças de carga: o cocheiro se sentava do lado esquerdo, para ter visão melhor dos vários cavalos do veículo, enquanto seu assistente ficava na direita com o chicote em mãos. Quando os carros chegaram, a tradição do condutor do lado esquerdo teria permanecido. 

Outra explicação envolve a segurança dos cavaleiros na Europa, que preferiam cavalgar pelo lado esquerdo da trilha; ao fazer isso, eles tinham a mão direita pronta para desembainhar a espada em eventuais duelos, caso necessário. Claro, os tempos mudaram, mas no Reino Unido a tradição continuou. 

-
Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.
-

Carro com volante na direita 

Alguns países deixaram o sistema britânico no ano passado — é o caso da Argentina e Portugal, que o mantiveram até 1945 e 1928, respectivamente; por outro lado, nações como Austrália, Índia, Cingapura e Japão permanecem fiéis ao modelo. 

Mais de 70 países seguem com o volante no lado direito (Nik/Unsplash)

E não pense que a mão inglesa causa grandes diferenças no interior do carro. Assim como acontece no modelo universal, as hastes da seta ficam no lado esquerdo, e o pedal do acelerador continua à direita. O que muda, de fato, é que a alavanca do câmbio fica à esquerda do motorista, mas as marchas mantêm a posição. 

Leia a matéria no Canaltech.

Água no farol de LED pode causar prejuízo gigantesco; veja o motivo

11 July 2026 at 21:05

Já percebeu que às vezes os faróis do carro podem ficar embaçados? É fundamental entender que nem todo embaçamento indica um defeito — quando a umidade do ar está alta, por exemplo, o revestimento dos faróis pode ficar coberto por uma névoa fina, que desaparece em pouco tempo. Por outro lado, vale redobrar a atenção se o farol ficar com gotas espessas o suficiente para escorrer. 

Sejam gotas, seja líquido acumulado na base do farol, o cenário indica uma só explicação: há infiltração de água ali. As razões para a entrada de água são variadas e nem sempre ligadas a erros de fabricação — por exemplo, normalmente o desgaste natural das borrachas, o fechamento incorreto das tampas após a troca de lâmpadas ou pequenas trincas causadas por impactos de pedras na estrada são os principais vilões. 

Carros com farol de LED precisam de cuidado extra para evitar água (Imagem: Reprodução/Bild.de)

O problema, no entanto, é que a umidade ali dificulta a funcionalidade dos faróis. É o que explica Juliana Gubel, da Philips Automotiva, destaca que a umidade interna atua como um prisma, dispersando o feixe de luz de maneira irregular e reduzindo drasticamente a visibilidade do condutor.

-
Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.
-

O prejuízo nos sistemas de LED

Com a popularização dos faróis em LED, o problema tornou-se ainda mais custoso para o bolso do proprietário. Diferente das lâmpadas halógenas, os conjuntos de LED muitas vezes não permitem a substituição de placas individuais oxidadas, obrigando a troca do conjunto completo. 

O acúmulo de água dentro do farol exige atenção para evitar problemas maiores (Imagem: Adam Stefanca/Unsplash/Gemini)

Além do risco de curto-circuito, a infiltração prolongada pode causar manchas irreversíveis no refletor e, em casos extremos de choque térmico, levar à explosão de lâmpadas convencionais devido à diferença de temperatura.

Por isso, se o condutor observar que há gotas espessar ou líquidos acumulados, é preciso remover a unidade ótica do farol para a secagem desta numa estufa, seguida da limpeza e aplicação de novos selantes de poliuretano. 

Leia a matéria no Canaltech.

❌