A Ugreen lançou na China o P5, novo power bank compacto com 10.000 mAh de capacidade e preço de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta. Além do cabo USB-C integrado e da potência de até 22,5 W, o acessório aposta em recursos de segurança para evitar incêndios e explosões.
O modelo foi desenvolvido para atender às novas normas nacionais de segurança da China para 2026 e recebeu a certificação obrigatória 3C. Segundo a fabricante, a bateria não pegou fogo nem explodiu durante testes de perfuração, compressão e exposição a altas temperaturas.
Bateria passou por testes contra incêndios e explosões
A segurança é um dos principais destaques do P5. O power bank usa materiais retardantes de chamas e possui dois sensores NTC para monitorar a temperatura durante o funcionamento.
De acordo com a Ugreen, o sistema mantém a temperatura em até 48 °C. A fabricante também submeteu a bateria a testes mais extremos, como perfuração com prego, compressão e exposição a calor elevado.
A célula usada no P5 é fornecida pela EVE Energy e possui tecnologia de íon de lítio com polímero, com capacidade energética de 37 Wh. A promessa é manter mais de 90% da capacidade original mesmo após 500 ciclos de carga.
O sistema de gerenciamento ainda acompanha temperatura, tensão e número de ciclos. Essas informações podem ser consultadas pelo aplicativo da Ugreen no celular ou pelo software da marca para computadores.
Cabo integrado carrega até três dispositivos
O P5 mede 117,8 x 72 x 16,8 mm e pesa aproximadamente 203,4 gramas. Segundo a Ugreen, ele é cerca de 25% mais leve que o antigo PB203.
Um dos diferenciais do design é o cabo USB-C de 18,5 cm integrado ao corpo. Além de servir para recarga, ele funciona como alça de transporte quando não está conectado a algum aparelho. A marca afirma que o componente suporta cerca de 10 mil dobras.
Além do cabo, há uma porta USB-C e outra USB-A. Com isso, o power bank consegue carregar até três dispositivos ao mesmo tempo.
A potência máxima chega a 22,5 W com apenas uma saída em uso. Ao conectar vários aparelhos simultaneamente, o limite total cai para 15 W. Um pequeno display na parte frontal mostra a porcentagem de carga restante.
O P5 também suporta USB Power Delivery, Quick Charge, Adaptive Fast Charging e SuperCharge Protocol. Para recarregar a própria bateria, a potência chega a 20 W e o processo completo leva cerca de 3 horas e 6 minutos.
Segundo testes divulgados pela Ugreen, 30 minutos de carga são suficientes para levar um iPhone 17 a aproximadamente 58%. No mesmo período, o Huawei Mate 80 chega a 37% e o Xiaomi 17 a 21%. Os números são estimativas da própria fabricante e podem variar conforme o aparelho e as condições de uso.
Preço e disponibilidade
O Ugreen P5 começa a ser vendido na China em 16 de setembro, pelo preço sugerido de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta.
Por enquanto, a empresa não revelou planos para lançamento global nem confirmou se o novo power bank será vendido oficialmente no Brasil.
A Apple retirou os iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max de sua loja oficial após o lançamento dos novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, apresentados nesta quarta-feira (9). A decisão segue a estratégia adotada pela empresa nos últimos anos, que costuma manter apenas modelos mais básicos de gerações anteriores em seu catálogo.
Com isso, quem ainda pretende comprar um iPhone 17 Pro ou 17 Pro Max precisa recorrer a varejistas que possuem unidades em estoque. A Apple não deve repor esses aparelhos e, quando as últimas unidades acabarem nas lojas, os modelos tendem a desaparecer gradualmente do mercado.
A mudança também pode mexer nos preços. Nas próximas semanas e meses, o varejo pode reduzir os valores para liberar os estoques restantes. Por outro lado, conforme a disponibilidade ficar menor, algumas versões podem voltar a subir de preço.
iPhone 18 Pro assume o posto de topo de linha
Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max foram anunciados como os novos celulares mais avançados da linha tradicional da Apple. Os aparelhos estrearam o chipset A20 Pro de 2 nm e receberam mudanças no conjunto de câmeras, com uma nova principal de 48 MP com abertura variável.
A Apple também redesenhou o sistema de refrigeração, com uma câmara de vapor maior, e reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica. A autonomia oficial chega a até 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e 45 horas no Pro Max.
A nova geração passa a ocupar diretamente o espaço deixado pelos modelos Pro de 2025 na loja oficial.
Como ficou a linha de iPhones da Apple
Após a atualização do catálogo, a Apple passa a vender oficialmente os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, o dobrável iPhone Duo, além dos iPhone 17, iPhone Air, iPhone 17e e iPhone 16.
O iPhone 17 permanece como representante da geração passada, enquanto as versões Pro deixam de fazer parte da loja. Isso não significa que elas desaparecerão imediatamente do mercado, mas a disponibilidade agora depende exclusivamente dos estoques mantidos por varejistas.
O McDonald's começou a entregar lanches com drones em Xangai, na China, após a Meituan colocar em operação uma nova rede aérea de entregas na região de West Bund nesta quinta-feira (10). A parceria também marca a estreia da primeira rota exclusiva de drones para uma marca de alimentação no país.
A nova rede conecta pontos como o West Bund Dream Center, Xuhui Riverside, Model Speed Space e a área em frente ao McDonald's da Longteng Avenue. Quase 20 redes de alimentação já fazem parte da operação, entre elas McDonald's, A Ma Handmade e M Stand.
A expectativa da Meituan é ampliar a cobertura e superar 40 marcas integradas até o fim do ano.
Pedido pode chegar em cerca de 10 minutos
O processo mistura automação com o trabalho dos funcionários. Após o preparo, um colaborador leva o pedido até o "aeroporto" de drones mais próximo, onde um braço robótico coloca a encomenda na aeronave.
No destino, outro braço retira o pacote e o coloca em um armário de retirada. Nos casos mais rápidos, todo o trajeto pode levar cerca de 10 minutos.
A proposta é usar as rotas aéreas principalmente em regiões nas quais o transporte terrestre enfrenta mais obstáculos, como parques, áreas de difícil localização ou locais com acesso mais complicado para entregadores.
Os drones também podem atuar em conjunto com os profissionais de entrega em trajetos mais longos, terrenos extremos ou situações climáticas mais severas.
Drone opera até sob chuva forte e neve
A Meituan usa o M-Drone 4L Winch, modelo de quarta geração equipado com um sistema de descida por cabo. A aeronave pode parar no ar e baixar o pacote diretamente até um ponto determinado.
Segundo a empresa, o equipamento suporta chuva forte, neve moderada, ventos de força 6 e temperaturas entre -20 °C e 50 °C. A companhia afirma que o modelo consegue atender mais de 97% dos cenários urbanos encontrados na China.
No solo, a estrutura conta com o M-Port 3, uma estação inteligente de apenas 1,4 m², área próxima à de uma cabine telefônica. O módulo possui um braço robótico responsável pelo carregamento automático das encomendas.
Sistema recalcula rota em caso de imprevistos
A rede também conta com o M-DaaS 3, sistema responsável pelo despacho e controle das aeronaves. A Meituan o descreve como um "supercérebro" capaz de identificar anormalidades em até 100 milissegundos.
Caso haja uma mudança repentina no clima ou alguma alteração no espaço aéreo, o sistema pode recalcular a rota do drone ou acionar protocolos de segurança.
Com a nova operação em West Bund, a Meituan amplia sua aposta em drones para complementar a logística tradicional e reduzir o tempo de entrega em regiões nas quais motos e bicicletas enfrentam mais limitações.
A chegada do iPhone 18 Pro abre uma boa oportunidade para quem quer um celular premium da Apple, mas prefere economizar com a geração anterior. Com base no histórico recente de preços, o iPhone 17 Pro de 256 GB já vale a compra entre R$ 8.000 e R$ 8.200, enquanto o iPhone 17 Pro Max de 256 GB faz sentido entre R$ 9.200 e R$ 9.400.
Esses valores não representam necessariamente o menor preço que os aparelhos podem atingir. Eles indicam uma faixa na qual o desconto já é relevante frente à média recente, sem depender de uma nova queda nas próximas semanas.
A mesma lógica vale para as capacidades maiores. Em boa parte das versões, uma redução próxima de 4% a 6% sobre o preço médio recente já cria um ponto interessante para compra.
Quanto vale pagar no iPhone 17 Pro?
O iPhone 17 Pro de 256 GB manteve uma média próxima de R$ 8.500 nos últimos meses. Uma oferta por R$ 8.200 já reduz o preço em cerca de 3,5% frente a esse patamar.
Por R$ 8.000, o desconto se aproxima de 6% e já pode ser considerado muito bom. Abaixo disso, a promoção entra em uma faixa ainda mais agressiva e pode não permanecer disponível por muito tempo.
Nas versões maiores, a lógica é parecida. O modelo de 512 GB já apareceu abaixo de R$ 10 mil, então preços entre R$ 9.900 e R$ 10.200 já são interessantes. Se cair para R$ 9.800 ou menos, a oferta fica ainda melhor.
Já o iPhone 17 Pro de 1 TB, que ficou recentemente na casa dos R$ 13 mil, começa a fazer sentido entre R$ 12.200 e R$ 12.500. Abaixo de R$ 12 mil, já entra em uma faixa excepcional.
E quanto vale pagar no iPhone 17 Pro Max?
O iPhone 17 Pro Max de 256 GB costuma custar entre R$ 9.600 e R$ 9.800. Nesse cenário, encontrar o celular por até R$ 9.400 já torna a compra interessante.
A faixa de R$ 9.200 ou menos é ainda melhor, com uma redução que pode ficar próxima de 6% frente aos valores recentes.
A versão de 512 GB costuma ficar perto de R$ 11,8 mil, então uma queda para R$ 11.100 a R$ 11.400 já é suficiente para considerar a compra. Se aparecer por R$ 10.800 ou menos, a oferta se torna especialmente boa.
No modelo de 1 TB, que ficou próximo de R$ 13,2 mil recentemente, a faixa de R$ 12.500 a R$ 12.800 já é interessante. Abaixo de R$ 12.500, o preço fica ainda mais agressivo.
O iPhone 17 Pro Max de 2 TB exige uma análise um pouco mais cautelosa. Além de ter menor volume de vendas, ele não possui um equivalente direto na geração iPhone 16 Pro Max para comparação histórica. Por isso, abaixo de R$ 15 mil já é uma faixa interessante, enquanto R$ 14.500 ou menos pode ser considerado um preço muito bom.
Modelo
Bom preço
Preço muito bom
iPhone 17 Pro 256 GB
R$ 8.000 a R$ 8.200
R$ 8.000 ou menos
iPhone 17 Pro 512 GB
R$ 9.900 a R$ 10.200
R$ 9.800 ou menos
iPhone 17 Pro 1 TB
R$ 12.200 a R$ 12.500
R$ 12.000 ou menos
iPhone 17 Pro Max 256 GB
R$ 9.200 a R$ 9.400
R$ 9.200 ou menos
iPhone 17 Pro Max 512 GB
R$ 11.100 a R$ 11.400
R$ 10.800 ou menos
iPhone 17 Pro Max 1 TB
R$ 12.500 a R$ 12.800
R$ 12.500 ou menos
iPhone 17 Pro Max 2 TB
até cerca de R$ 15.000
R$ 14.500 ou menos
Histórico mostra que esperar demais pode não compensar
A geração passada ajuda a entender por que o lançamento de um novo iPhone não garante uma queda contínua no preço do anterior.
Após a chegada do iPhone 17 Pro, o iPhone 16 Pro Max de 256 GB passou de aproximadamente R$ 8.300 para R$ 8.000 nas semanas seguintes. A redução ficou perto de 3,6%, mas o preço voltou a subir pouco depois.
O movimento foi parecido com o iPhone 16 Pro de 128 GB. O aparelho custava perto de R$ 7.000, apareceu brevemente por cerca de R$ 6.600 e depois retornou à faixa habitual. Nesse caso, a queda chegou a aproximadamente 5,7%.
Isso ajuda a mostrar que uma promoção logo após a chegada da nova geração pode ser mais interessante do que esperar indefinidamente por outro corte.
Estoque menor pode até fazer o preço subir
Essa cautela é ainda mais importante nas versões de 512 GB e 1 TB. Conforme os iPhones Pro antigos deixam de ser produzidos e o estoque diminui, algumas capacidades passam a aparecer com menos frequência no varejo.
Com isso, o preço deixa de acompanhar uma curva normal de desvalorização. Há casos em que versões do iPhone 16 Pro com mais armazenamento chegaram a custar mais do que modelos equivalentes de gerações mais novas justamente por causa da baixa disponibilidade.
Por esse motivo, o preço atual de um iPhone 16 Pro ou Pro Max com muito armazenamento nem sempre serve como uma referência adequada para definir quanto o iPhone 17 Pro deveria custar.
A média recente do próprio aparelho passa a ser um indicador mais útil. Se a queda ficar perto de 4% a 6%, o desconto já está dentro do comportamento observado após a chegada de uma nova geração.
No fim, o melhor negócio não precisa coincidir com o menor preço histórico. Se qualquer versão do iPhone 17 Pro ou Pro Max cair para uma faixa suficientemente abaixo de sua média recente, já pode fazer sentido comprar antes que uma promoção desapareça ou o estoque diminua ainda mais.
É importante destacar que esses valores indicados não são, necessariamente, o melhor preço justo de forma independente, pois seguem o histórico de redução das gerações passadas da Apple ao longo dos anos. Dessa forma, os preços são mais "realistas" com o que, de fato, pode acontecer.
A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável. O aparelho adota o formato de “passaporte”, com uma tela externa para o uso convencional e um painel maior que aparece quando o dispositivo é aberto. Com isso, a Apple entra diretamente na disputa com fabricantes que já estão há anos no segmento. Entre os principais concorrentes está o Galaxy Z Fold 8, atual dobrável no formato livro da Samsung.
Apesar da estreia tardia, o iPhone Duo chegou com algumas características que não estão disponíveis no rival sul-coreano. Curiosamente, a lista inclui até recursos que a própria Samsung já ofereceu em gerações anteriores, mas decidiu abandonar nos Fold mais recentes.
Há desde diferenças de resistência e câmeras até pequenos cuidados de software que aproveitam o formato dobrável. Confira 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.
1 - Tela interna mais resistente a riscos
Um dos pontos que mais chamam atenção no iPhone Duo é a promessa de maior resistência a riscos na tela dobrável interna.
A Apple não detalhou qual é o nível dessa proteção, então ainda será preciso esperar por testes práticos para entender o quanto o painel aguenta. Ainda assim, é um aspecto importante em dobráveis, já que telas flexíveis tradicionais são bem mais sensíveis e podem ficar marcadas apenas com a pressão da unha.
O Galaxy Z Fold 8 também recebeu melhorias de construção e durabilidade, mas não traz uma promessa equivalente de resistência a riscos no painel flexível.
Esse é justamente um recurso que a Samsung já ofereceu em seus dobráveis. O suporte para S Pen, porém, foi aposentado com o Galaxy Z Fold 6 e não voltou no Fold 8.
A ausência da caneta virou um dos pontos de reclamação entre usuários da linha. No iPhone Duo, a Apple estreia no segmento com uma função que a principal rival decidiu deixar para trás.
3 - Vira um relógio de cabeceira
Quando fica entreaberto sobre uma mesa, o iPhone Duo pode assumir a função de relógio de cabeceira, com as informações exibidas de uma forma adaptada à posição do aparelho.
A ideia não é inédita no mercado. Dobráveis de fabricantes como Honor, Motorola e Huawei também exploram esse tipo de uso quando ficam parcialmente fechados.
No Galaxy Z Fold 8, porém, não há uma experiência nativa equivalente.
4 - Câmera escondida embaixo da tela
O iPhone Duo também aposta em uma câmera escondida sob a tela interna, o que evita um recorte aparente no painel maior.
Neste caso, a situação é curiosa porque a Samsung foi uma das fabricantes que mais apostaram nessa tecnologia. Os Galaxy Z Fold usaram câmera sob o display até o Galaxy Z Fold 6.
A companhia abandonou a solução no Fold 7 e manteve essa decisão no Fold 8. Com isso, a Apple estreia seu dobrável com uma característica que já fez parte da identidade dos aparelhos da Samsung.
5 - Certificação IP68 contra poeira e água
Em resistência, o iPhone Duo também leva vantagem no papel graças à certificação IP68 contra poeira e água.
O principal diferencial está na proteção contra partículas sólidas. O Galaxy Z Fold 8 possui certificação IP48, portanto não alcança o mesmo nível de resistência contra poeira do aparelho da Apple.
Esse é um ponto especialmente importante em dobráveis, já que a dobradiça e outras partes móveis tornam a proteção contra pequenas partículas um desafio maior do que em celulares convencionais.
6 - Grava vídeos em 4K a 120 fps
Para quem usa o celular para vídeo, o iPhone Duo também oferece uma possibilidade que o Galaxy Z Fold 8 deixa de fora: gravação em 4K a 120 quadros por segundo.
A vantagem segue uma característica que já aparece em outros iPhones mais avançados. A Apple oferece uma taxa de quadros maior em 4K, o que dá mais liberdade para cenas em câmera lenta sem reduzir tanto a resolução.
No Galaxy Z Fold 8, a gravação chega a 4K a 60 fps ou 8K a 30 fps. Assim, o Samsung alcança uma resolução superior, mas não oferece a mesma combinação de 4K com 120 fps.
7 - Animação ao abrir e fechar a tela
A última diferença é bem mais estética, mas mostra o cuidado da Apple com a transição entre os dois formatos do iPhone Duo.
O iOS possui uma animação específica para a passagem entre a tela externa e a interna, baseada na identidade visual Liquid Glass. Ao abrir ou fechar o aparelho, o conteúdo recebe um efeito de transparência durante a troca entre os displays.
Isso não muda a funcionalidade do celular, mas deixa a transição mais natural e ajuda a dar continuidade ao que estava na tela. O Galaxy Z Fold 8 alterna normalmente entre os dois painéis, mas não possui um efeito visual semelhante.
A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e aproveitou a estreia do novo formato para ressuscitar o Touch ID nos iPhones. O leitor de impressões digitais fica integrado ao botão lateral e pode autenticar o usuário tanto com o aparelho aberto quanto fechado.
O recurso não aparecia em um novo iPhone desde o iPhone SE de terceira geração, apresentado em março de 2022. Já na linha principal da marca, os últimos modelos com Touch ID foram o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus, lançados em 2017.
Touch ID migra para o botão lateral
Nos iPhones antigos, o Touch ID ficava integrado ao botão de Início abaixo da tela. No iPhone Duo, a Apple adotou uma solução diferente e colocou o sensor biométrico diretamente no botão lateral.
Segundo a empresa, a posição permite uma autenticação fácil e consistente independentemente da forma de uso do dobrável. Além do Touch ID, proprietários de um Apple Watch também podem usar o relógio para desbloquear o iPhone Duo.
A escolha faz sentido pelo formato do aparelho. Fechado, o iPhone Duo tem proporções semelhantes às de um passaporte, em uma proposta próxima de dobráveis como Galaxy Z Fold 8 e Huawei Pura X Max. A tela externa tem 5,4 polegadas, enquanto o painel interno chega a 7,6 polegadas.
Assim, o leitor lateral permanece acessível sem depender de qual tela está em uso. O botão convive ainda com o Camera Control, dedicado a atalhos da câmera.
O iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro, inclusive no Brasil, e chega às lojas em 23 de outubro. O aparelho será oferecido em versões de 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB. Os preços partem de R$ 21.999.
A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) sua nova geração de celulares e confirmou os preços para o mercado brasileiro. O destaque fica para o iPhone Duo, primeiro dobrável da marca, que será vendido por a partir de R$ 21.999 no país, com a versão 2TB de espaço chegando a R$ 30.999.
Além dele, a fabricante também revelou os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, que chegam como os modelos tradicionais mais avançados da linha. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.
iPhone Duo estreia formato dobrável na Apple
O iPhone Duo marca a entrada da Apple no mercado de celulares dobráveis com um formato de livro, semelhante ao adotado por aparelhos como o Galaxy Z Fold 8. O modelo possui uma tela externa para o uso convencional e um painel maior na parte interna, que amplia o espaço para aplicativos e multitarefa.
Por dentro, o celular é equipado com o chipset A20 Pro e traz um sistema de câmeras com dois sensores traseiros de 48 MP. O formato dobrável ainda permite aproveitar a tela externa como visor ao usar as câmeras principais para selfies.
Outra mudança importante está na biometria. Em vez do Face ID, o iPhone Duo traz de volta o Touch ID, agora integrado ao botão lateral. O recurso não aparecia em um modelo principal da linha desde o iPhone 8.
A Apple também adaptou o iOS para aproveitar a tela interna maior, com recursos próprios para multitarefa e aplicativos que usam melhor o espaço adicional oferecido pelo painel dobrável.
iPhone 18 Pro e Pro Max recebem melhorias de câmera e desempenho
Os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o formato tradicional da linha, mas receberam atualizações importantes no hardware. Os dois também usam o A20 Pro, acompanhado por um novo sistema de resfriamento por câmara de vapor.
A câmera principal de 48 MP agora conta com abertura variável, recurso que dá mais controle sobre a entrada de luz e a profundidade de campo. A Apple também reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica nesta geração.
O iPhone 18 Pro Max ainda ganhou atenção especial na autonomia. Segundo a fabricante, o modelo recebeu a maior evolução de bateria já feita em um iPhone, graças à combinação entre uma bateria maior e melhorias de eficiência do novo chipset.
Preços dos novos iPhones no Brasil
Os três aparelhos começam em 256 GB e chegam a até 2 TB de armazenamento. Confira os preços oficiais:
Armazenamento
iPhone 18 Pro
iPhone 18 Pro Max
iPhone Duo
256 GB
R$ 11.999
R$ 12.999
R$ 21.999
512 GB
R$ 13.499
R$ 14.499
R$ 23.499
1 TB
R$ 16.499
R$ 17.499
R$ 26.499
2 TB
R$ 20.999
R$ 21.999
R$ 30.999
A diferença entre as versões mais baratas do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo chega a R$ 10 mil. Já o dobrável com 2 TB custa R$ 30.999, quase R$ 9 mil a mais que sua configuração de entrada.
A Apple apresentou o Apple Watch Ultra 4 com uma evolução importante na bateria. O novo relógio promete até 50 horas de autonomia no uso cotidiano, tempo suficiente para passar mais de dois dias longe da tomada. A duração pode ficar ainda maior com o Modo Pouca Energia, que amplia a estimativa para até 84 horas. A recarga também ficou mais rápida: segundo a Apple, 15 minutos na tomada acrescentam até 18 horas de uso.
A Apple também criou novos modos de treino para quem precisa registrar atividades por muitas horas sem abrir mão do GPS e do monitoramento cardíaco.
No Extended Workout, o Apple Watch Ultra 4 consegue acompanhar exercícios ao ar livre por até 25 horas, com GPS e leitura de frequência cardíaca ativos. Segundo a fabricante, isso representa um aumento de 25% em relação ao modelo anterior.
Para alcançar essa autonomia, o relógio ativa o Modo Pouca Energia durante o exercício. Com isso, algumas métricas avançadas de corrida deixam de ficar disponíveis.
Como funciona o modo para ultramaratonas?
Para atividades ainda mais longas, há o Max Extended Workout. O recurso permite registrar corridas, caminhadas e trilhas por até 45 horas, tempo que, segundo a Apple, costuma ser suficiente para completar uma prova de 100 milhas, cerca de 161 km.
Mesmo nesse modo de economia mais agressivo, o relógio continua com o GPS ativo e registra a localização a cada segundo, o que permite manter um acompanhamento detalhado do percurso.
Em troca da autonomia maior, o Max Extended Workout desativa alertas e parciais do treino, além de deixar algumas métricas indisponíveis. O objetivo é priorizar o registro contínuo da atividade e evitar que o relógio fique sem bateria no meio de provas muito longas.
A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, celulares mais avançados no seu novo portfólio. A geração estreia o chipset A20 Pro de 2 nanômetros, traz câmera Fusion de 48 MP com abertura variável e adota uma Dynamic Island menor. Com o novo hardware, os iPhones deste ano ficaram 40% mais rápidos que o iPhone 17 Pro, segundo a Apple.
Os aparelhos também chegam com nova câmara de vapor, modem próprio C2 e iOS 27 com Apple Intelligence e Siri AI. O iPhone 18 Pro parte de US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 em conversão direta, enquanto o Pro Max começa em US$ 1.299, aproximadamente R$ 6.611.
A pré-venda começa em 12 de setembro, inclusive no Brasil, e as primeiras unidades chegam às lojas no dia 18 de setembro.
Câmera de 48 MP ganha abertura variável
Um dos principais destaques da nova geração está na câmera principal Fusion de 48 MP, que agora possui abertura variável entre f/1.8 e f/4. É a primeira vez que a Apple oferece controle de abertura física em um iPhone.
O mecanismo usa seis lâminas cortadas a laser e pode alterar automaticamente a abertura de acordo com a iluminação e a profundidade de campo necessária. O usuário também pode escolher manualmente entre quatro configurações pelo aplicativo Câmera.
A Apple afirma que o novo sensor melhora as fotografias em baixa luminosidade e entrega mais detalhes. Fotos de grupos também devem preservar melhor a nitidez de pessoas ou elementos posicionados mais ao fundo da cena.
Uma nova etapa de fotografia computacional busca gerar imagens mais nítidas, enquanto os Photographic Styles recebem controles de textura e granulação para ampliar as possibilidades de personalização.
A Apple também destacou melhorias para fotografias sob luz solar intensa e no foco de assuntos em movimento. O recurso Focus Tracking acompanha o objeto durante a captura para ajudar a mantê-lo em foco em gravações de vídeo.
Pro Controls oferece mais ajustes manuais
Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max ganham uma nova interface Pro Controls dentro do aplicativo Câmera. A ferramenta concentra configurações usadas com frequência e amplia os controles manuais disponíveis para fotos e vídeos.
É possível alterar parâmetros como abertura da lente, velocidade do obturador, ISO e balanço de branco, além de consultar um histograma para verificar os níveis de exposição da cena.
A Apple também disponibilizará uma API para que desenvolvedores aproveitem o controle da abertura variável em aplicativos de terceiros.
Para vídeo, efeitos Cinematic poderão ser aplicados após a gravação em conteúdos capturados a até 60 fps. O modo Time-lapse passa a filmar em 4K com Dolby Vision HDR.
O Audio Mix também recebeu novos algoritmos para melhorar a qualidade das vozes e agora consegue isolar músicas presentes no áudio da gravação.
Apple Reference Image ajuda a identificar fotos alteradas
A Apple também apresentou o Apple Reference Image, novo recurso voltado à autenticidade das fotografias capturadas pelos iPhone 18 Pro.
No modo Reference, o novo sensor registra dados assinados durante a captura. O Private Cloud Compute usa essas informações para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada.
Essa versão aparece no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal e funciona como uma espécie de negativo digital, que permite comparar os dois arquivos para identificar possíveis edições.
A Apple também usará metadados e prepara suporte ao padrão SynthID para ajudar a identificar conteúdos criados ou modificados com inteligência artificial.
A20 Pro estreia processo de 2 nm
Os dois modelos chegam com o Apple A20 Pro, fabricado em processo de 2 nm. O chipset possui 50% mais largura de banda de memória que o A19 Pro e traz uma CPU de seis núcleos.
São dois novos núcleos de desempenho e quatro novos núcleos de eficiência, com Neural Accelerators integrados. Segundo a Apple, a CPU é até 20% mais rápida, e a companhia a destaca como a mais veloz já usada em um smartphone.
A GPU possui sete núcleos e oferece desempenho gráfico até 40% superior ao A19 Pro, com foco tanto em jogos quanto em tarefas mais pesadas de criação.
Já o Neural Engine usa uma arquitetura Dual 16-core, com 32 núcleos no total. Segundo a Apple, isso dobra a capacidade de processamento de inteligência artificial em relação ao A19 Pro.
Nova câmara de vapor melhora desempenho contínuo
Para controlar as temperaturas, a Apple reformulou o sistema de refrigeração dos novos iPhones. O A20 Pro usa um encapsulamento inspirado nos chips da linha M, com memória e silício posicionados lado a lado.
A mudança remove a memória do caminho térmico e permite que o chipset tenha contato direto com uma câmara de vapor de nova geração.
Segundo a companhia, o componente tem três vezes mais área que o sistema usado no iPhone 17 Pro. A combinação permite um ganho de até 40% no desempenho sustentado, o maior já registrado pela Apple em um iPhone.
iPhone 18 Pro estreia modem C2 e chip N1
Outra novidade está na conectividade. Os dois celulares usam o N1, novo chip sem fio desenvolvido pela Apple com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread.
Eles também estreiam o modem C2, segunda geração do sistema celular próprio da companhia. A Apple promete uploads significativamente mais rápidos que no C1X e 15% menos consumo de energia. O componente adiciona suporte a 5G mmWave nos Estados Unidos.
Os recursos de conectividade via satélite continuam disponíveis quando não há cobertura de rede celular ou Wi-Fi. A Apple também prorrogou por mais um ano o acesso gratuito às funções de satélite para usuários elegíveis das linhas iPhone 14, 15 e 16.
Dynamic Island fica menor e mostra mais informações
A Apple reduziu o tamanho da Dynamic Island nos novos modelos, mas manteve o sistema Face ID para desbloqueio, autenticação de compras e acesso a aplicativos.
O espaço também ficou mais funcional e agora consegue mostrar até três Atividades ao Vivo simultaneamente.
Siri AI estreia integrada ao Apple Intelligence
Os iPhone 18 Pro chegam com o iOS 27, que traz a nova geração do Apple Intelligence e apresenta a Siri AI, uma reformulação da assistente virtual da companhia.
Segundo a Apple, a Siri recebe atualmente mais de 2,5 bilhões de solicitações por dia. A nova versão passa a usar contexto pessoal para procurar informações em mensagens, e-mails, fotos e outros dados do usuário.
A Siri AI também consegue interpretar o conteúdo exibido na tela e executar ações relacionadas a ele. Um modo dentro do aplicativo Câmera permite ainda perguntar sobre o que está diante do celular e realizar ações a partir dessas informações.
A assistente passa a trabalhar melhor com aplicativos de terceiros. Entre os exemplos mostrados estão enviar mensagens pelo WhatsApp, reproduzir audiobooks no Audible, mandar e-mails e criar listas de compras.
Também é possível escrever pedidos para a Siri e personalizar sua voz e entonação.
Apple Intelligence edita fotos e monitora páginas
O Apple Intelligence também recebe novas ferramentas. O Spatial Reframing permite alterar a composição de uma foto depois da captura, enquanto o Extend consegue expandir a imagem.
O Clean Up foi atualizado e o Image Playground passa a gerar imagens com aparência fotorrealista.
No Safari, o novo Notify Me consegue acompanhar mudanças em páginas e avisar sobre eventos como reposição de produtos em estoque ou quedas de preço.
Para preservar a privacidade, a Apple afirma que parte das tarefas de IA ocorre diretamente no aparelho. Recursos que precisam de mais processamento podem usar o Private Cloud Compute.
Siri AI chega em português em outubro
O Apple Intelligence estará disponível em 16 idiomas, incluindo português, com a chegada do iOS 27.
A nova versão do sistema será disponibilizada gratuitamente em 14 de setembro. A Siri AI estreia na mesma data em versão beta para aparelhos configurados em inglês.
O suporte a mais idiomas, como português, francês, japonês, coreano e espanhol chega em outubro.
O iOS 27 também amplia as opções de personalização do visual Liquid Glass e adiciona novos recursos de proteção infantil e controle parental.
Outra novidade é o iPhone Handoff, que permite alternar entre dois iPhones com o mesmo número em operadoras compatíveis.
Pro Max tem maior salto de bateria já feito pela Apple
A Apple afirma que o iPhone 18 Pro Max registra o maior aumento de autonomia já feito entre gerações de iPhone, graças às melhorias do A20 Pro e à adoção de uma bateria maior.
Nas versões vendidas exclusivamente com eSIM, o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas de reprodução de vídeo, enquanto o iPhone 18 Pro Max chega a 45 horas.
Esses aparelhos usam o espaço antes reservado ao cartão SIM físico para colocar uma bateria maior e oferecem duas horas adicionais de reprodução de vídeo.
As versões exclusivas com eSIM serão vendidas em mercados como Estados Unidos, Canadá, Japão e México. O Brasil não está na lista divulgada pela Apple.
No carregamento, o iPhone 18 Pro recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos pelo cabo ou em aproximadamente 30 minutos sem fio.
No Pro Max, cinco minutos de carga com fio oferecem cerca de sete horas de reprodução de vídeo. A Apple também estima até 30 horas de uso com uma carga completa em seu novo modelo de medição baseado em dados de utilização real.
Construção usa 40% de materiais reciclados
Segundo a Apple, os iPhone 18 Pro e Pro Max são produzidos com 40% de conteúdo reciclado no total.
A bateria usa 100% de cobalto reciclado, enquanto a estrutura possui 85% de alumínio reciclado. A companhia também afirma que 50% da energia usada na cadeia de fabricação vem de fontes renováveis, como solar e eólica.
As embalagens são produzidas integralmente com fibras e podem ser recicladas.
Quatro cores e até 2 TB de armazenamento
Os iPhone 18 Pro e Pro Max serão vendidos nas cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto). O tom Burgundy é a nova opção introduzida nesta geração.
Os dois modelos também terão as mesmas opções de armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.
A Apple anunciou ainda novas capas Silicone, TechWoven e transparentes, além de carteiras FineWoven e alças Wrist Strap e Crossbody Strap.
Preço e disponibilidade
O iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999 para a versão com 256 GB. Já o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 também com 256 GB.
Veja os preços oficiais no Brasil:
Armazenamento
iPhone 18 Pro
iPhone 18 Pro Max
256 GB
R$ 11.999
R$ 12.999
512 GB
R$ 13.499
R$ 14.499
1 TB
R$ 16.499
R$ 17.499
2 TB
R$ 20.999
R$ 21.999
A pré-venda começa no sábado, 12 de setembro, em mais de 65 países e regiões, incluindo o Brasil. As primeiras unidades chegam às lojas na sexta-feira, 18 de setembro.
Outros 20 países e regiões recebem os aparelhos a partir de 25 de setembro.
Ficha técnica do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max
Característica
iPhone 18 Pro
iPhone 18 Pro Max
Chipset
Apple A20 Pro
Apple A20 Pro
Processo
2 nm
2 nm
CPU
6 núcleos
6 núcleos
GPU
7 núcleos
7 núcleos
Neural Engine
32 núcleos
32 núcleos
Conectividade
Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Modem
Apple C2
Apple C2
Armazenamento
256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Câmera principal
Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Sistema
iOS 27
iOS 27
IA
Apple Intelligence e Siri AI
Apple Intelligence e Siri AI
Autonomia em vídeo com eSIM-only
Até 36 horas
Até 45 horas
Cores
Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
A iReader lançou o Tango2S, novo leitor digital que aposta em um formato semelhante ao de um smartphone para disputar espaço com aparelhos como o Kindle. Entre os destaques estão o suporte para cartões de memória de até 2 TB e a bateria de 3.900 mAh, com autonomia anunciada de até 109 horas.
O e-reader já está à venda na China por um preço promocional de 1.599 yuans, cerca de R$ 1.221 em conversão direta. Depois da oferta de lançamento, o valor sugerido sobe para 1.799 yuans, aproximadamente R$ 1.374.
Tela e-ink chega a 50 quadros por segundo
O Tango2S usa uma tela monocromática Carta 1300 de 5,84 polegadas, com resolução de 1576 x 788 pixels e densidade de 300 PPI. O painel também conta com uma tecnologia de atualização rápida que chega a 50 quadros por segundo.
O aparelho mede 154,3 x 77,3 x 7,7 mm e pesa 147 gramas. Com isso, ele fica mais próximo das dimensões de um celular do que de leitores digitais maiores, com foco em facilitar o uso com apenas uma mão.
Por dentro, o e-reader traz um chipset de oito núcleos com GPU dedicada, acompanhado de 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno. O espaço pode ser ampliado por cartão de memória de até 2 TB.
Bateria promete até 109 horas
A bateria tem capacidade de 3.900 mAh e, segundo as informações de lançamento, pode oferecer até 109 horas de autonomia. Isso equivale a pouco mais de quatro dias de uso, embora a duração real dependa da intensidade de leitura e dos recursos ativados.
O Tango2S roda o sistema SmartOS e conta com Wi-Fi de 2,4 GHz e 5 GHz, Bluetooth 5.0 e porta USB-C. O aparelho também oferece suporte a OTG, além de trazer um alto-falante e um microfone integrados.
Na caixa, a iReader inclui o Tango2S, um cabo USB-C e o cartão de garantia. Até o momento, não há informações sobre lançamento oficial do leitor digital fora da China.
A HMD Global resgatou o nome Asha, conhecido dos celulares da era Nokia, com o lançamento do novo HMD Asha 305. O aparelho aposta em uma ficha técnica básica e tem como destaque a bateria com autonomia de até 32 horas de uso.
O celular foi apresentado nas cores preto e verde-limão, mas a fabricante ainda não revelou seu preço. O modelo tem 10,2 mm de espessura e pesa 145 gramas.
HMD Asha 305 tem tela de 5 polegadas
Na parte frontal, o novo Asha 305 conta com uma tela LCD de 5 polegadas, com resolução de 854 x 480 pixels. O conjunto fotográfico também é bastante simples, com uma câmera de 2 MP na traseira e outra de 2 MP para selfies.
O hardware segue a mesma proposta. O celular é equipado com o chipset Unisoc T137, acompanhado de 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento interno.
A bateria tem capacidade de 2.500 mAh e suporta carregamento de apenas 5 W. Apesar do tamanho modesto, a HMD promete até 32 horas de autonomia.
Sistema é baseado em Android, mas não tem Google Play
O HMD Asha 305 roda o Pulse OS, sistema baseado em Android. No entanto, o celular não traz a Google Play Store nem os demais serviços do Google pré-instalados.
Em vez disso, a HMD oferece uma loja própria de aplicativos, com versões mais leves de serviços populares. Entre os exemplos está o TikTok Lite, pensado para aparelhos com hardware mais simples.
Até o momento, a HMD não informou quanto o Asha 305 vai custar nem detalhou em quais mercados o celular será vendido.
O Galaxy Z Fold 8 passou por um dos testes de resistência mais conhecidos da internet e sobreviveu. O novo dobrável da Samsung foi submetido aos testes do canal JerryRigEverything, que inclui riscos, exposição ao calor e, principalmente, uma tentativa de dobrar o celular no sentido contrário.
O resultado foi positivo para um aparelho que custa mais de R$ 11.300 e traz mudanças na construção para aumentar a durabilidade. Mesmo sob forte pressão, o Galaxy Z Fold 8 não apresentou danos estruturais significativos durante o teste de dobra.
Veja o vídeo completo:
Titânio não impede riscos na tela interna
Uma das novidades destacadas pela Samsung nesta geração é o uso de titânio na estrutura interna da tela flexível. Isso, porém, não significa que a superfície tocada pelo usuário seja feita do metal ou tenha resistência semelhante.
A camada superior do display interno continua feita de plástico, uma necessidade do formato dobrável. No teste, a tela começou a apresentar marcas no nível 2 da escala de dureza, o que mostra que até unhas ou objetos pontiagudos podem deixar riscos.
Já a tela externa, protegida por Gorilla Glass, apresentou o comportamento esperado de um smartphone convencional. Os primeiros riscos surgiram no nível 6, com marcas mais profundas no nível 7.
Sensor de digitais surpreende no teste
Um componente que chamou atenção de forma positiva foi o leitor de impressões digitais integrado ao botão lateral. Mesmo após sofrer danos durante o teste, o sensor continuou funcional.
O desempenho foi suficiente para o apresentador classificá-lo como o sensor de digitais mais rápido e preciso já testado pelo canal.
Outro ponto analisado foi o conjunto de câmeras. Os anéis metálicos ao redor das lentes podem facilitar a substituição de uma peça danificada, mas o reparo exige cuidado com a vedação.
Uma montagem inadequada pode abrir espaço para a entrada de poeira no módulo. Nesse cenário, partículas podem alcançar componentes internos e comprometer sistemas delicados, como a estabilização óptica das câmeras.
Galaxy Z Fold 8 sobrevive ao teste de dobra
A etapa mais importante veio no fim. O Galaxy Z Fold 8 foi submetido ao tradicional "bend test", no qual o aparelho sofre pressão para tentar dobrá-lo no sentido contrário ao movimento normal da dobradiça.
O celular resistiu tanto aberto quanto fechado e, apesar de abrir um pouco nas laterais, não apresentou danos na tela ou nas linhas da antena, algo que costuma acontecer com outros dobráveis.
O resultado chamou atenção principalmente pela complexidade do formato. Celulares dobráveis possuem mais peças móveis e uma tela interna flexível, características que tornam a construção mais desafiadora do que a de um smartphone convencional.
No fim, o Galaxy Z Fold 8 saiu como um "sobrevivente" do teste de tortura. Apesar de a tela interna continuar bastante vulnerável a riscos, a estrutura suportou a etapa mais agressiva e reforça a evolução da Samsung na resistência de seus dobráveis.
O avanço da TV 3.0 no Brasil desperta dúvidas entre os consumidores, principalmente sobre quando as primeiras Smart TVs compatíveis chegarão às lojas. Para entender os planos da LG para o país, o Canaltech conversou com a fabricante.
Segundo Diego Oliveira, gerente de Televisores da LG Brasil, a empresa ainda aguarda a definição do padrão definitivo da TV 3.0 antes de anunciar produtos compatíveis.
A fabricante afirma que o cenário regulatório ainda passa por mudanças e, por isso, considera prematuro divulgar cronogramas ou confirmar datas de lançamento.
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Oliveira também explicou que o Processo Produtivo Básico (PPB) para televisores com tela de cristal líquido ainda passa pela fase de publicação. Sem essa etapa concluída, a LG prefere aguardar as definições técnicas e legais para desenvolver aparelhos compatíveis com o novo padrão brasileiro.
Apesar disso, a empresa destaca que suas Smart TVs atuais já contam com recursos considerados fundamentais para a TV 3.0, como inteligência artificial, conectividade e integração com diferentes plataformas.
A LG enviou ao Canaltech o seguinte posicionamento oficial:
"No momento, a LG não possui modelos à venda no varejo compatíveis com a TV 3.0, uma vez que o padrão definitivo dessa nova tecnologia ainda está em fase de definição e implementação no Brasil. Como a fase de publicação do Processo Produtivo Básico (PPB) de televisor com tela de cristal líquido segue em andamento, qualquer anúncio sobre cronogramas ou sobre a disponibilidade de modelos compatíveis neste momento seria prematuro. No entanto, as Smart TVs da LG já são ricas em inteligência artificial, conectividade e capacidade de integração com plataformas, que são os pilares essenciais da TV 3.0."
O que é a TV 3.0
A TV 3.0 inaugura a próxima geração da televisão aberta brasileira e substituirá gradualmente o atual padrão digital.
A principal proposta da tecnologia é unir a transmissão tradicional com a conexão à internet para oferecer uma experiência semelhante à dos serviços de streaming, mas sem abrir mão do sinal gratuito.
Na prática, o usuário continuará assistindo à programação aberta normalmente, sem precisar trocar a TV. A conexão com a internet entra em cena apenas para liberar recursos adicionais, como participação em enquetes, escolha de diferentes ângulos de câmera durante eventos esportivos, compras diretamente pela televisão e outras funções interativas.
TV 3.0 promete revolucionar a transmissão de TV aberta no Brasil (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)
O novo padrão também eleva a qualidade das transmissões, com suporte a resolução 4K, áudio mais imersivo e novos serviços integrados. Entre eles está o envio de alertas automáticos da Defesa Civil para informar a população sobre enchentes, tempestades e outros eventos climáticos.
TV 3.0 ainda passa por ajustes antes da expansão nacional
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, afirmou que a TV 3.0 ainda passa por uma fase de adequações antes do lançamento oficial em escala nacional. A declaração aconteceu durante a apresentação do balanço do programa Brasil Digital, realizada na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Segundo o ministro, as dificuldades fazem parte do processo por se tratar de uma tecnologia inédita no Brasil. Embora as primeiras transmissões tenham começado em 11 de junho, durante a Copa do Mundo, apenas moradores de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília têm acesso ao novo sinal.
Uma das principais críticas de quem já utiliza a tecnologia envolve o preço dos conversores. Equipamentos vendidos por empresas como Aquário e Intelbras custam mais de R$ 600, o que ainda limita o acesso de parte da população.
Questionado sobre medidas para tornar esses dispositivos mais acessíveis, Frederico de Siqueira Filho não apresentou detalhes sobre um eventual programa do governo para reduzir os preços dos aparelhos.
Mesmo assim, o ministro acredita que a TV 3.0 pode prolongar a relevância da televisão aberta diante do crescimento de plataformas como YouTube e serviços de streaming. Para isso, o governo aposta justamente nos recursos interativos incorporados ao novo padrão.
Além de assistir à programação ao vivo, os espectadores poderão escolher diferentes câmeras em transmissões esportivas, participar de enquetes e até realizar compras diretamente pela televisão.
A nova geração da TV aberta também oferece melhorias na qualidade de imagem e áudio, com suporte a conteúdo em 4K, além da integração de serviços públicos, como o envio de alertas da Defesa Civil diretamente para a tela do televisor.
Tecnologias semelhantes já existem em outros países. Coreia do Sul e Estados Unidos, por exemplo, utilizam padrões de televisão aberta com recursos interativos e qualidade de imagem avançada há alguns anos.
O segmento de celulares básicos ganhou novos concorrentes nos últimos meses. A Samsung aposta no Galaxy A37 para oferecer um conjunto mais completo, enquanto o Jovi T1 tenta conquistar quem procura o máximo pelo menor preço.
Neste comparativo, analisamos os principais pontos de cada modelo para mostrar qual faz mais sentido para o seu perfil.
Acabamento e proteção
O Jovi T1 conta com certificação IP65 contra poeira e jatos d'água. A marca também utiliza um vidro de proteção com certificação SGS Five-Star Drop, embora não revele o nome comercial do material. A moldura e a traseira são de plástico.
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Galaxy A37 oferece mais resistência no dia-a-dia (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
O Galaxy A37 sobe um degrau ao oferecer certificação IP68, que garante resistência inclusive à submersão em água. O aparelho utiliza Gorilla Glass Victus+ na tela e na traseira, enquanto as laterais também são feitas de plástico.
Na prática, o Galaxy A37 transmite uma sensação mais premium graças ao acabamento em vidro. Já o Jovi segue a receita tradicional dos intermediários de entrada, com construção em plástico. Além do visual mais refinado, o modelo da Samsung também oferece uma proteção mais completa contra acidentes com água.
Desempenho e tempo de suporte
O Jovi T1 vem equipado com o MediaTek Dimensity 7360 Turbo, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. No AnTuTu, o aparelho alcança 955.604 pontos gerais.
Jovi T1 garante um bom desempenho (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Já o Galaxy A37 utiliza o Exynos 1480 e aparece em versões com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento ou 8 GB de RAM e 256 GB. No mesmo benchmark, ele registrou 1.044.323 pontos com a combinação mais potente.
No uso diário, a diferença entre os dois é pequena. Ambos executam aplicativos com folga e mantêm boa fluidez nas tarefas mais comuns. A vantagem do Galaxy aparece principalmente nos testes sintéticos, o que indica uma margem maior de desempenho em cenários mais exigentes.
A Samsung também leva vantagem no suporte. O Galaxy A37 tem promessa de seis anos de atualizações do Android, enquanto o Jovi T1 chega a cinco anos.
Galaxy A37 mostra superioridade em benchmark (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)
Câmeras: equilíbrio, mas com vantagem para a Samsung
O Jovi T1 traz um sensor principal de 50 MP, uma câmera ultrawide de 8 MP e uma frontal de 32 MP.
O Galaxy A37 aposta em um conjunto com câmera principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e macro de 2 MP. Na frente, a câmera tem 12 MP.
Os dois gravam vídeos em 4K a 30 fps com as câmeras frontal e traseira. A qualidade agrada nos dois aparelhos, mas o Galaxy entrega estabilização ligeiramente melhor e vídeos mais fluidos.
A Samsung também leva vantagem no processamento de imagem. O HDR preserva mais detalhes nas áreas de sombra, enquanto o Jovi tende a escurecer essas regiões. Além disso, o sensor macro amplia as possibilidades de fotografia, mesmo que seu uso seja mais específico.
Veja exemplos de fotos feitas com o Galaxy A37:
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Veja exemplos de fotos feitas com o Jovi T1:
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Bateria: o grande trunfo do Jovi
Aqui, o Jovi T1 abre vantagem. O aparelho utiliza uma bateria de silício-carbono com 6.500 mAh, tecnologia que permite maior densidade energética sem aumentar o tamanho do dispositivo. O Galaxy A37, por sua vez, utiliza uma bateria convencional de 5.000 mAh.
Jovi T1 tem larga vantagem em bateria (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)
No teste padrão de reprodução contínua de vídeo por quatro horas, o Jovi consumiu apenas 14% da carga, o que dá uma estimativa de quase 28 horas de autonomia. O Galaxy gastou 25% no mesmo cenário, com projeção de cerca de 16 horas.
Na prática, com uso no dia-a-dia, o Jovi passa um dia e meio de uso sem dificuldade e pode chegar a dois dias nas mãos de usuários moderados. Já o Galaxy normalmente chega a um dia, e dificilmente passa disso com um uso mais intenso.
No varejo, o Jovi T1 tem preço sugerido de R$ 1.900 em sua única versão, com 256 GB de armazenamento. O Galaxy A37 já aparece em ofertas por cerca de R$ 2.100 na versão com 8 GB de RAM e 256 GB.
O Jovi T1 faz mais sentido para quem prioriza autonomia e quer gastar menos. A bateria muito acima da média é seu principal diferencial e ajuda a justificar a compra.
Já o Galaxy A37 justifica o valor extra para quem busca um conjunto mais equilibrado. O aparelho oferece acabamento mais refinado, proteção superior contra água, câmeras melhores e um período maior de atualizações.
Se a prioridade for passar mais tempo longe da tomada, o Jovi T1 é a melhor escolha. Mas, se você valoriza fotografia, durabilidade e pretende ficar vários anos com o mesmo celular, o Galaxy A37 entrega um pacote mais completo.
Uma das últimas tendências que tem movimentado o mercado de wearables é o novo formato de “brinco” para fones de ouvido Bluetooth. Uma das marcas a apostar neste tipo de acessório é a JBL, com o Soundgear Clips.
O fone tem um formato mais “aberto”, com uma pequena esfera apoiada na parte interna da orelha, sem entrar no canal auditivo. A estrutura contorna a lateral e se estende até a parte traseira, onde fica um módulo maior que abriga os sensores, a bateria e os principais componentes.
A grande aposta deste design é, sem dúvidas, a estética. Ele funciona muito bem como um fone de ouvido, é elegante e termina, também, como uma peça de moda. Mas será que faz sentido além disso?
Neste texto, conto o que eu achei do JBL Soundgear Clips usando esse tipo de fone pela primeira vez, e estando totalmente habituado a modelos intra-auriculares.
Design confortável para horas de uso
Visual de brinco à parte, o que mais me chamou atenção neste formato foi o conforto durante o uso. Apesar de “abraçar” a orelha, ele não incomoda nada. Você sente que ele está lá, mas o fone não começa a “machucar” com o tempo.
Em fones comuns, sejam eles “de borrachinha” ou os auriculares mais básicos, é natural que após algumas horas a orelha comece a cansar, por mais confortável que o acessório seja. Com os Clips, você quase esquece que eles estão lá se não houver música tocando.
Assim, ele é ideal para deixar na orelha o dia inteiro, mesmo sem reproduzir nada. Dá para ouvir áudios ocasionais no WhatsApp sem precisar ficar colocando e tirando o fone o tempo inteiro.
Qualidade sonora boa, mas pouco expressiva
A qualidade de áudio do JBL Soundclips é boa: os fones não ficam “chiando” no volume máximo, e nem ficam estridentes demais. São os fones ideias para quem não é tão exigente com sonoridade. Eles entregam o suficiente para a maioria dos usuários.
Mas se você é amante de graves e gosta de perceber perfeitamente cada frequência da música, ele pode não atender muito bem. Para quem está acostumado às batidas fortes que fones e caixas de som da JBL entregam, talvez sinta falta de um pouco mais de expressividade por parte dos Clips.
Mas este não é um problema necessariamente do hardware do fone, mas do formato. Por serem totalmente abertos e não oferecerem o mínimo de vedação, ele deixa passar muito do barulho externo, ao passo que o som também vaza muito para fora.
Isso também leva a outro problema: os Clips não são os mais indicados para o uso no transporte público, ou em outros locais mais barulhentos.
Eles não oferecem nenhum nível de isolamento acústico, então o som de fora interfere muito na usabilidade. No trem ou metrô, por exemplo, não é possível ouvir a música direito se o volume estiver no médio: é preciso colocar no máximo ou bem perto disso.
E, neste cenário, vai-se embora a privacidade: quem estiver por perto pode ouvir suas músicas ou seus áudios, porque o som vaza bastante.
Vale a pena comprar o JBL Soundgear Clips?
Pelo estilo e conforto, sem dúvidas, vale a pena comprar os fones JBL Soundgear Clips. Eles são ótimos para quem quer um fone de ouvido com qualidade aceitável, e ainda agregar no estilo.
Mas, se recursos como cancelamento de ruído e sonoridade pesam mais na balança, os R$ 600 cobrados, em média, não justificam o que o fone entrega. Nesse cenário, compensa mais um fone “comum”, como os Galaxy Buds 3 FE ou o JBL Live Buds 3, que são um pouco mais caro, mas entregam o que falta nos Clips.
O Galaxy S26, o Galaxy S26 Plus e o Galaxy S26 Ultra fazem parte da mesma família, mas não oferecem exatamente a mesma experiência fotográfica. Enquanto os dois primeiros compartilham um conjunto bastante parecido, o modelo Ultra aposta em mais resolução e em uma câmera adicional para justificar sua posição acima dos irmãos.
Para entender o quanto essas diferenças aparecem na prática, analisamos as fotos dos três celulares lado a lado. Todos os registros foram feitos no mesmo cenário, sob as mesmas condições de luz e no mesmo instante, o que permite observar com mais precisão aspectos como definição, tratamento de HDR e reprodução de cores.
A comparação ficou concentrada nas câmeras e nos enquadramentos equivalentes entre os aparelhos. A telefoto adicional do Galaxy S26 Ultra não entrou no teste direto, já que o Galaxy S26 e o S26 Plus não possuem um sensor correspondente.
Galaxy S26 Ultra entrega imagens mais definidas
O Galaxy S26 Ultra foi o celular que apresentou os melhores resultados no comparativo. A diferença não salta aos olhos logo no primeiro contato, mas aparece quando as três fotografias são observadas lado a lado.
A principal vantagem está na definição. O modelo Ultra preserva mais informações nas imagens, principalmente em superfícies com texturas e elementos menores. Esses detalhes ficam mais fáceis de distinguir, o que deixa a fotografia com uma aparência ligeiramente mais refinada.
Isso não significa que o Galaxy S26 e o S26 Plus produzam imagens sem nitidez. Os três celulares entregam bons resultados, mas o Ultra consegue extrair um pouco mais da cena e mantém detalhes que aparecem de forma mais discreta nos outros dois modelos.
HDR do Ultra é mais preciso
O tratamento de HDR também favorece o Galaxy S26 Ultra. Em cenas com áreas claras e escuras, o celular consegue equilibrar melhor a exposição e preservar mais informações em diferentes pontos da fotografia.
Esse comportamento ajuda a evitar que determinados elementos da cena percam destaque. O resultado é uma imagem mais completa, com melhor leitura das texturas e uma distribuição mais precisa entre luzes e sombras.
Mais uma vez, a diferença é sutil. Sem uma comparação direta, dificilmente ela chamaria tanta atenção. Ao colocar as fotos lado a lado, porém, o trabalho mais cuidadoso do Ultra fica perceptível.
Cores são mais naturais no Galaxy S26 Ultra
Outra vantagem do Galaxy S26 Ultra está na reprodução de cores. As imagens do celular apresentam tons menos saturados e mais próximos do que foi visto no ambiente no momento da captura.
O Galaxy S26 e o S26 Plus entregam fotografias um pouco mais intensas nesse aspecto. Isso pode até agradar quem prefere imagens com cores mais vivas, mas o Ultra se aproxima mais de uma reprodução realista.
Não existe uma diferença gritante entre os aparelhos. Na verdade, ela é pequena o bastante para passar despercebida quando as fotos são vistas separadamente. A maior fidelidade do Ultra só fica realmente clara na comparação direta.
Galaxy S26 e S26 Plus praticamente empatam
Entre o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus, a disputa termina em empate. Os dois celulares apresentaram resultados muito parecidos em todos os cenários analisados, sem uma vantagem consistente de qualquer lado.
Definição, tratamento de HDR e reprodução de cores seguem praticamente o mesmo padrão nos dois modelos. Mesmo com as fotografias colocadas lado a lado, é difícil encontrar alguma diferença que realmente altere a qualidade final.
Isso faz sentido, já que os conjuntos de câmeras dos dois aparelhos são essencialmente os mesmos. Portanto, para quem estiver em dúvida entre o Galaxy S26 e o S26 Plus, a câmera não deve ser o principal critério de escolha.
Onde a câmera extra e a maior resolução do Ultra fazem diferença?
A vantagem do Galaxy S26 Ultra pode ficar mais evidente em situações que aproveitam seu conjunto fotográfico mais completo. A câmera telefoto adicional é útil para fotografar objetos distantes, detalhes de prédios, apresentações, animais ou qualquer cena na qual não seja possível se aproximar fisicamente.
Nesses casos, uma lente dedicada consegue preservar melhor a definição do que um simples recorte digital. Ela também amplia as opções de enquadramento, já que permite aproximar o assunto sem depender apenas da câmera principal.
A resolução maior também oferece benefícios em cenários bem iluminados. Além de registrar mais informações, ela dá mais liberdade para recortar ou reposicionar a imagem depois do clique sem perder tanta qualidade. Isso pode ser útil para destacar uma pessoa ou um detalhe específico que ocupava uma parte pequena da foto original.
Ainda assim, a câmera telefoto extra do Galaxy S26 Ultra não entrou neste comparativo. Como o Galaxy S26 e o S26 Plus não têm um sensor equivalente, não seria possível repetir exatamente a mesma captura nos três aparelhos. Por isso, a análise ficou concentrada nas câmeras e nos enquadramentos que os modelos compartilham.
Qual Galaxy S26 tem a melhor câmera?
O Galaxy S26 Ultra tem a melhor câmera entre os três celulares. Ele entrega mais definição, preserva melhor as texturas, apresenta um HDR mais preciso e reproduz cores de forma ligeiramente mais natural.
A vantagem, porém, está nos detalhes. A diferença de qualidade não é tão notável e dificilmente será percebida sem uma comparação direta.
Ainda assim, quem prioriza fotografia e observa com mais atenção aspectos como HDR, fidelidade de cores e preservação de informações encontrará o conjunto mais competente no Ultra.
O modelo mais avançado também oferece mais versatilidade com sua câmera telefoto adicional e maior resolução. Esses diferenciais podem pesar mais para quem costuma fotografar à distância, aplicar zoom ou recortar as imagens depois da captura.
Já o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus ficam praticamente no mesmo nível. Os resultados são tão parecidos que não há um vencedor claro entre eles. Portanto, para escolher entre os dois, faz mais sentido considerar outros aspectos do aparelho, e não a qualidade das câmeras.
A nova Alexa Plus vai muito além de ganhar uma voz diferente. Testei a assistente em português e, logo nas primeiras conversas, ficou claro que a inteligência artificial generativa mudou completamente a forma de interagir com ela.
Não precisei escolher as palavras com cuidado, pude corrigir pedidos no meio da conversa e até fazer perguntas em sequência sem recomeçar do zero.
Em vários momentos, a Alexa entendeu o contexto da minha casa e usou informações da minha rotina para responder de forma mais personalizada. Mas a experiência não é perfeita. Na hora de reproduzir filmes e séries na TV, por exemplo, encontrei falhas mesmo quando a assistente localizou exatamente o conteúdo que eu havia pedido.
Para o teste, usei tanto modelos antigos, como a Echo Dot 4 e Echo 4, quanto mais recentes, como a Echo Show 11 de última geração e a Echo Spot.
Conversas ficaram mais naturais
Uma das maiores mudanças que percebi é a liberdade para formular comandos. Não é mais necessário decorar a frase exata de uma rotina ou o nome cadastrado de cada dispositivo para controlar a casa.
Ao dizer apenas “apaga a luz”, por exemplo, a Alexa Plus consegue interpretar a situação, identificar o cômodo em que está instalada e apagar a luz correspondente. A experiência fica mais próxima de uma conversa e menos parecida com o uso de um controle remoto por voz.
Também consegui reunir várias ordens em uma única frase. Dá para pedir que a assistente apague a luz da sala, acenda a do abajur, ligue a televisão e ajuste o ar-condicionado sem separar cada ação em um comando diferente.
Essa inteligência também aparece em tarefas simples. Ao ditar vários produtos para a lista de compras, a Alexa Plus consegue separar cada item corretamente, em vez de registrar toda a frase como se fosse um único produto.
A Alexa Plus também consegue resolver buscas a partir de descrições vagas. Isso ajuda quando você quer encontrar um filme ou uma música, mas não lembra o título. Basta dar uma descrição de cena ou parte da letra.
Rotinas podem ser criadas sem abrir o aplicativo
Uma das funções que mais me surpreendeu foi a criação de rotinas. Antes, eu precisava abrir o aplicativo da Alexa e navegar por vários menus até configurar tudo do jeito que queria. Com a Alexa Plus, bastou explicar por voz o que eu pretendia automatizar. Durante a conversa, consegui testar o resultado, fazer ajustes e refinar a rotina sem tocar no celular.
Também experimentei criar tarefas recorrentes mais específicas, como um lembrete para tomar um remédio sempre no mesmo horário, e funcionou sem complicação.
Na prática, percebi que a Alexa Plus vai além dos lembretes tradicionais: em vez de apenas disparar um alarme, ela pode acompanhar determinadas informações periodicamente e me avisar quando houver alguma novidade relevante.
Memória faz a Alexa reconhecer hábitos da casa
A memória contextual é uma das funções que mais diferenciam a Alexa Plus da versão anterior. Entre as possibilidades do recurso, estão:
Guardar preferências, restrições e informações sobre a rotina dos moradores;
Considerar restrições alimentares ao sugerir receitas e indicar substituições adequadas;
Enviar receitas e outras informações ao celular para consulta pelo aplicativo;
Receber documentos, como convites de eventos, e guardar dados como datas, horários e locais;
Consultar informações desses arquivos em interações futuras.
Na prática, o recurso também torna algumas conversas surpreendentemente pessoais. Durante o teste, após ela errar em uma resposta, eu falei para a Alexa “ir dormir”. Ela respondeu, também em tom de brincadeira, que não dormia e ficava “processando piadas ruins para amanhã”.
Logo depois, lembrou que eu acordo às 5h da manhã e disse que eu era quem deveria estar pensando em dormir. A resposta chamou atenção porque não se limitou a uma piada genérica: a Alexa recuperou uma informação sobre a minha rotina, entendeu o contexto e usou o dado de forma bem-humorada.
O curioso é que ela fez a brincadeira antes mesmo de eu definir o alarme. Eu sempre peço para a Alexa me acordar no momento em que vou me deitar, sem deixar um horário programado para todos os dias. Então ela, de fato, se lembrou da minha rotina.
Alexa Plus também cria e edita imagens
Nos dispositivos Echo com tela, a Alexa Plus também funciona como uma ferramenta de criação e edição de imagens. O usuário pode pedir uma imagem completamente nova a partir de uma descrição ou solicitar alterações em uma imagem existente.
Depois que o resultado aparece na tela, dá para pedir que a Alexa envie a imagem ao celular. Isso facilita tanto o compartilhamento com outras pessoas quanto o armazenamento no smartphone.
Esse envio não se limita às imagens. Informações encontradas durante uma conversa, como receitas, roteiros e outros conteúdos, também podem ser encaminhadas ao celular para uma consulta mais confortável.
O recurso funciona bem, e a Alexa gera imagens de forma satisfatória. Nas vezes em que testei, as fotos ficaram tão boas quanto as geradas por IAs como ChatGPT ou Gemini. Mas, em alguns cenários, ela pode ter alguma dificuldade, apesar de eu não ter tido problemas durante o uso.
No exemplo abaixo, dei um comando simples, para gerar uma imagem de um cachorro preto com manchas brancas no peito correndo em um parque. A foto gerada sequer parece ter sido gerada por uma inteligência artificial.
Alexa ainda tropeça ao reproduzir filmes e séries
Nem tudo funcionou tão bem quanto a Amazon prometeu. Nos meus testes, a Alexa Plus conseguiu encontrar os filmes e séries que pedi, mas nem sempre executou a reprodução apenas com comandos de voz.
Quando pedi para reproduzir How I Met Your Mother no Disney+, por exemplo, a assistente localizou a série e exibiu as plataformas nas quais ela estava disponível. O problema é que, mesmo indicando o serviço no comando, ela não iniciou o episódio automaticamente. No fim, precisei escolher manualmente uma das opções na tela.
Já com o YouTube, a experiência foi bem mais convincente. Consegui abrir o aplicativo, procurar uma transmissão ao vivo da Copa do Mundo na CazéTV e iniciar o vídeo usando apenas a voz. Foi preciso dar um comando de cada vez, abrir o app, pesquisar o vídeo e depois reproduzi-lo, mas todo o processo funcionou sem que eu precisasse tocar na TV.
Alexa Plus muda mesmo a experiência?
Depois de testar a Alexa Plus em português, fiquei com a impressão de que ela não transforma os dispositivos Echo em produtos completamente novos, mas muda bastante a forma de usá-los.
A possibilidade de falar de maneira mais natural, juntar vários pedidos em uma única frase e criar rotinas apenas com a voz elimina boa parte da rigidez que sempre existiu na Alexa tradicional.
Também gostei da memória contextual. Quando ela funciona como esperado, a assistente não apenas lembra das informações que compartilhei, mas consegue aproveitá-las durante a conversa de um jeito que faz mais sentido.
O envio de documentos amplia ainda mais essa experiência, porque permite alimentar a IA com dados que eu nunca precisei ditar em voz alta. Já recursos como a criação de imagens e o compartilhamento de conteúdos com o celular mostram que a Alexa Plus vai além da automação da casa.
O principal ponto fraco que encontrei foi a reprodução de vídeos. Em mais de uma ocasião, a assistente encontrou exatamente o filme ou a série que eu queria assistir, mas não iniciou a reprodução automaticamente. Isso interrompe uma experiência que, no restante do tempo, parece muito mais natural.
Mesmo com essa limitação, terminei os testes com uma impressão positiva. A Alexa Plus em português parece menos robótica e muito mais capaz de entender o que eu realmente quero dizer, sem que eu precise pensar na frase exata para cada comando.
A TCL X11L é a televisão mais avançada da marca no Brasil, e estreia por aqui a tecnologia SQD-Mini LED. Eu tive a oportunidade de testar o modelo de perto com séries, vídeos em alta resolução e jogos no PS5 para entender como toda essa ficha técnica se comporta na prática.
A qualidade de imagem é excelente, como eu já esperava de uma TV desta categoria. Ainda assim, o que mais me chamou atenção foi o sistema de áudio. Mesmo com todos os avanços do painel, o som continua como a característica que eu mais gosto nas televisões premium da TCL.
Imagem 4K rica em detalhes
Eu testei a TCL X11L com séries no Disney Plus e vídeos em alta resolução no YouTube. Neste último caso, assisti principalmente a conteúdos sobre natureza e animais, que ajudaram bastante a explorar a definição, as cores e o contraste da tela.
Em vídeos 4K, consegui perceber com clareza detalhes como pelos, penas e pequenas texturas na pele dos animais. Elementos dos cenários, como folhas, pedras, troncos e a superfície da água, também apareceram com bastante nitidez, sem deixar a imagem com um aspecto artificial.
Paisagens abertas foram especialmente interessantes. A TV conseguiu separar bem os diferentes planos da cena, desde objetos mais próximos até montanhas, florestas e outros elementos distantes. Isso dá uma ótima sensação de profundidade e torna documentários ou vídeos da natureza muito mais imersivos.
A vivacidade das cores também foi um dos maiores destaques nesse tipo de conteúdo. Tons de verde, azul, amarelo e marrom apareceram intensos e deram mais vida a florestas, oceanos, aves e outros animais exibidos na tela.
Apesar dessa intensidade, a TV manteve uma boa variedade de tonalidades e não transformou vegetações, terrenos ou áreas de água em grandes blocos de uma única cor.
Isso acontece graças ao painel SQD-Mini LED, que combina os pequenos pontos de iluminação do Mini LED com os cristais Super Quantum Dot. Segundo a empresa, a tecnologia alcança 100% da gama de cores BT.2020 e conta com um sistema óptico mais preciso para distribuir a luz pela tela.
A X11L também traz mais de 20 mil zonas de controle de iluminação. Cada região pode ajustar o brilho de forma mais independente, o que ajuda a reduzir o efeito halo ao redor de legendas, lâmpadas ou outros elementos claros sobre um fundo escuro.
Eu não medi o brilho da tela com equipamentos específicos, mas a TCL informa um pico HDR de até 10.000 nits. Na prática, achei a intensidade excelente, principalmente em reflexos, luzes e outros pontos destacados da imagem.
Preto profundo melhora filmes e séries
O preto profundo é importante porque evita que as partes escuras da imagem fiquem com um aspecto acinzentado. Quando a TV controla bem a iluminação, os pontos claros se destacam mais e o contraste fica muito mais forte.
Eu percebi isso principalmente em filmes e séries com cenas noturnas ou ambientes pouco iluminados. O fundo escuro mantém uma aparência mais convincente, enquanto luzes, rostos e objetos ganham destaque sem parecer que toda a tela ficou iluminada ao mesmo tempo.
Esse contraste também aumenta a sensação de profundidade. Mesmo sem usar um painel OLED, a X11L consegue entregar pretos muito escuros e separar bem os elementos da cena. Para mim, esse é um dos pontos que mais contribuem para a ótima experiência cinematográfica da TV.
O suporte ao Dolby Vision também ajuda a aproveitar melhor conteúdos compatíveis nos serviços de streaming.
Excelente fluidez para jogar no PS5
Eu também conectei o PS5 à TCL X11L e usei Mortal Kombat como principal referência. Como o jogo tem golpes rápidos, movimentação intensa e mudanças constantes na tela, ele funciona muito bem para avaliar a fluidez da imagem.
Durante as lutas, eu notei movimentos suaves e uma resposta rápida aos comandos. Os golpes, animações e transições acompanharam bem o ritmo da partida, sem comprometer a visualização nos momentos mais agitados.
A TV tem taxa de atualização nativa de 144 Hz, que permite exibir mais quadros por segundo em conteúdos compatíveis. Isso deixa os movimentos mais suaves e faz diferença principalmente em jogos de ação, corrida ou títulos competitivos.
O pacote para jogos também inclui o Game Master, o modo automático de baixa latência ALLM e o VRR Game Accelerator. O ALLM reduz o tempo entre o comando feito no controle e a resposta exibida na tela, enquanto o VRR ajusta a atualização do painel conforme a quantidade de quadros gerada pelo jogo.
Esses recursos ajudam a evitar cortes na imagem e oscilações de fluidez. No meu teste com Mortal Kombat, o conjunto funcionou muito bem e deixou a experiência rápida, responsiva e adequada para um jogo que exige atenção constante.
O áudio ainda é o meu recurso favorito
Apesar de toda a tecnologia de imagem, o áudio continua como o ponto que mais me agrada nas TVs premium da TCL. Essa é uma preferência particular minha, mas eu gosto bastante da forma como a marca prioriza o sistema sonoro em vez de tratar os alto-falantes como um recurso secundário.
A X11L conta com um sistema desenvolvido em parceria com a Bang & Olufsen. Além dos alto-falantes distribuídos pela estrutura, a TV mantém um subwoofer na traseira, responsável por reforçar as frequências mais baixas.
Na prática, eu percebi um som com bastante corpo, graves fortes e volume suficiente para preencher uma sala grande. A reprodução de filmes de ação é especialmente satisfatória, já que impactos, explosões e trilhas sonoras ganham mais peso e ajudam a aumentar a imersão.
Eu testei esse desempenho com Avatar e gostei bastante do resultado. Nas cenas com mais ação, o som ficou bem estrondoso e deu mais intensidade aos acontecimentos exibidos na tela. O áudio acompanha bem a grandiosidade das imagens e torna essas sequências ainda mais envolventes.
O subwoofer faz diferença porque as televisões finas normalmente têm pouco espaço interno para movimentar o ar e reproduzir graves com intensidade. Como a X11L conta com um componente dedicado, os sons mais baixos ganham força e a reprodução não fica tão rasa quanto a de modelos mais simples.
Eu considero o sistema suficiente para quem quer bastante volume e um áudio poderoso sem instalar uma soundbar. A TV já entrega uma experiência acima da média por conta própria e consegue acompanhar bem o nível de qualidade do painel.
Ainda assim, uma soundbar dedicada continua como a melhor opção para quem procura maior separação entre os canais, mais espacialidade e graves ainda mais intensos. A X11L quase elimina essa necessidade, mas não substitui completamente um sistema externo mais elaborado.
Google TV é rápido, mas poderia ser mais organizado
A TCL X11L usa o Google TV, e eu não tive problemas com o desempenho do sistema. A interface respondeu rapidamente, os aplicativos abriram sem demora e a navegação permaneceu fluida durante o teste.
Essa velocidade faz diferença porque o Google TV reúne muitos aplicativos, recomendações e atalhos em uma única tela. Em televisões menos potentes, essa quantidade de elementos pode deixar a interface mais lenta, mas eu não percebi esse problema na X11L.
Minha ressalva está na organização. Eu considero o Google TV um pouco confuso em alguns momentos, principalmente porque a tela inicial mistura recomendações, serviços instalados, conteúdos patrocinados e diferentes categorias.
Eu prefiro sistemas que dão mais destaque aos aplicativos e oferecem uma navegação mais direta. Por isso, seria interessante se a TCL desenvolvesse uma plataforma própria para suas televisões, como a Samsung faz com o Tizen e a LG com o webOS.
Um sistema exclusivo daria à TCL mais controle sobre a interface, a integração entre os recursos e a identidade visual das TVs. O Google TV tem um catálogo amplo e muitas funções, mas uma alternativa própria ajudaria a diferenciar ainda mais os modelos da marca.
Só existem opções realmente grandes
Além da minha ressalva com o Google TV, o principal ponto negativo da X11L é a disponibilidade restrita a tamanhos muito grandes. A televisão é vendida apenas com 85 ou 98 polegadas, então não atende quem busca um modelo premium para uma sala menor.
Essas dimensões exigem bastante espaço e limitam muito o público. Mesmo quem pode investir em uma televisão dessa categoria precisa avaliar se o ambiente comporta uma tela tão grande.
A X11L também tem preço sugerido a partir de R$ 59.999, o que deixa claro que ela foi desenvolvida para um segmento bastante específico. Não é uma televisão que busca custo-benefício, mas sim mostrar o máximo que a TCL consegue oferecer atualmente.
Vale a pena comprar a TCL X11L?
A TCL X11L vale a pena para quem procura uma TV enorme e quer o que há de mais avançado no portfólio da marca. Eu gostei bastante da qualidade da imagem, principalmente pela definição, pela vivacidade das cores, pelo contraste e pelo nível de detalhes em conteúdos 4K.
O desempenho em jogos também me agradou. A taxa nativa de 144 Hz e os recursos de baixa latência deixaram Mortal Kombat muito fluido no PS5, mesmo durante as lutas mais rápidas.
Ainda assim, o áudio foi o meu recurso favorito. O sistema da Bang & Olufsen e o subwoofer traseiro entregam bastante volume, graves fortes e um som poderoso sem depender obrigatoriamente de uma soundbar.
Eu só gostaria que a TCL oferecesse um sistema próprio e lançasse a tecnologia em tamanhos menores. Fora isso, a X11L entrega uma experiência premium completa e mostra que a marca consegue competir no nível mais avançado do mercado de televisões.
A Honor pode ter em desenvolvimento um novo celular intermediário com tela de 7 polegadas, tamanho que colocaria o aparelho de volta no território dos chamados phablets. O modelo ainda deve contar com um chipset da linha MediaTek Dimensity 8 e bateria superior a 10.000 mAh.
As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (24) pelo informante Digital Chat Station. Ele não revelou qual fabricante trabalha no projeto, mas seu histórico de publicações indica que o celular pode fazer parte do catálogo da Honor.
Nos comentários da publicação no Weibo, alguns usuários levantaram a possibilidade de o aparelho ser o Honor Power 3. O nome, porém, ainda não foi confirmado pelo informante nem pela fabricante.
Honor já testa celulares com telas gigantes
Este não é o primeiro rumor sobre um celular da Honor com tela próxima das 7 polegadas. Em maio, Digital Chat Station afirmou que a marca testava diferentes painéis OLED grandes para futuros aparelhos.
Entre as opções estariam uma tela plana de 6,89 polegadas, com resolução próxima de 2K, e outra de 7 polegadas, com definição em torno de 1,5K.
No início de julho, o informante também revelou que um projeto com tela plana de 7 polegadas e taxa de atualização de 185 Hz havia começado a ser desenvolvido. Novamente, o histórico das publicações apontava para um aparelho da Honor.
Tela ultrapassaria padrão dos celulares atuais
Os principais celulares com telas grandes disponíveis atualmente costumam ficar nas 6,9 polegadas. Modelos como Xiaomi 17 Ultra, Huawei Mate 80 Pro Max e iPhone 17 Pro Max adotam painéis desse tamanho.
Caso o novo aparelho chegue às 7 polegadas, a Honor ultrapassará por pouco esse padrão. A bateria acima de 10.000 mAh também deve acompanhar as dimensões maiores do celular.
Por enquanto, não há confirmação oficial sobre o nome, a resolução final da tela, a data de apresentação ou os mercados que receberão o aparelho. As especificações permanecem restritas aos vazamentos.
A Oi tenta obter autorização da Justiça para vender cabos aéreos de cobre à R.Log, empresa sediada em Belo Horizonte. O acordo pode render até R$ 95 milhões e faz parte das medidas emergenciais adotadas pela operadora diante do risco de seu caixa se esgotar em agosto.
O contrato foi firmado em março, mas recebeu questionamentos sobre o preço definido para o material. O impasse está sob análise da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, responsável pelo segundo processo de recuperação judicial da companhia.
O observador judicial do processo pediu explicações sobre o valor líquido de R$ 9,50 por kg e a quantidade total de metal que será vendida. Os questionamentos também receberam apoio do Ministério Público.
A gestão judicial da Oi afirmou nesta semana que ainda não consegue determinar o volume exato de cobre disponível. A estimativa inicial é de 10 mil toneladas, mas a quantidade definitiva só será conhecida após a retirada e a pesagem dos cabos.
Oi explica preço abaixo da cotação internacional
O preço acertado com a R.Log está distante da cotação do cobre puro na London Metal Exchange. O metal refinado tem sido negociado por cerca de US$ 13,5 mil por tonelada, o equivalente a aproximadamente R$ 68 por kg com o câmbio atual.
A Oi argumenta, porém, que essa cotação não serve como parâmetro para o contrato. A operação envolve sucata de cabos instalados em postes, e não cobre refinado pronto para comercialização no mercado internacional.
Como a operadora enfrenta restrições de caixa, a R.Log deverá assumir os custos de retirada, transporte e beneficiamento do material, estimados em R$ 15 por kg. Já os R$ 9,50 por kg correspondem ao valor líquido que entraria no caixa da Oi.
Caso a estimativa de 10 mil toneladas seja confirmada, a operação poderá gerar R$ 95 milhões para a empresa.
A Oi afirma que não há como medir antecipadamente quanto cobre existe nos cabos. A quantificação definitiva só poderá ocorrer após a extração do material e sua pesagem.
Furtos aumentam urgência da operação
A companhia também defende uma solução rápida para o impasse por causa dos furtos e roubos de cabos. Segundo a Oi, a sucata ainda perde valor com o passar do tempo por causa de sua deterioração.
Além da R.Log, a operadora recebeu uma proposta da Metalpronto, que ofereceu R$ 12,50 por kg. A oferta foi desconsiderada porque também incluía cabos subterrâneos da rede.
De acordo com a Oi, esses ativos ainda não estão liberados para venda e possuem valor superior ao dos cabos metálicos aéreos.
Em novembro de 2025, a operadora firmou outro contrato para a venda de sucata de cobre, desta vez com a San Lien Exportadora e Importadora. O preço ficou em R$ 9,05 por kg, valor R$ 0,45 inferior ao proposto agora pela R.Log.
A operação recebeu autorização da Justiça e colocou R$ 23,4 milhões no caixa da Oi.
Caixa pode acabar em 10 de agosto
A liberação da venda dos cabos faz parte de um conjunto de medidas emergenciais solicitado pela Oi à Justiça nesta semana.
A companhia também pediu autorização para realizar a segunda e a terceira chamadas do leilão judicial da Oi Soluções, com uma data a ser definida pela Justiça.
Outro pedido busca aval para demitir parte dos trabalhadores e adiar o pagamento das verbas rescisórias.
A Oi projeta encerrar julho com R$ 19,6 milhões em caixa. Para agosto e setembro, as previsões já indicam liquidez negativa, com o esgotamento dos recursos disponíveis em 10 de agosto.