Os aplicativos de novelas curtas dominam a Play Store, loja de aplicativos do Android. Todos operam com um formato similar: histórias curtas de dramas em formato vertical, similar ao encontrado em Reels e TikTok.
A lista de aplicativos em alta na Play Store, atualizada automaticamente, coloca três aplicativos de dramas curtos entre os cinco mais populares, acima de nomes como ChatGPT e Instagram. Sete apps da categoria aparecem entre os 20 primeiros.
O PineDrama, que pertence ao TikTok, é um dos maiores com mais de 50 milhões de downloads. Alguns desses apps também aparecem na lista de mais rentáveis, sinal de que os usuários gastam dinheiro com as plataformas.
Por que os apps de novelas curtas fazem tanto sucesso?
Confira alguns motivos que explicam o fenômeno:
Formato viral das redes sociais
O formato dos vídeos já é bem conhecido de TikTok, Reels e Shorts: capítulos curtos, normalmente com duração entre um minuto e um minuto e meio, e formato de feed com “rolagem infinita” (ou até encerrar a novela).
Além disso, muitas das produções são feitas inteiramente por IA, o que gera catálogos extensos. No PineDrama, alguns dos títulos mais populares chegam a mais de 180 milhões de visualizações.
Apelo para conquistar a audiência
Cada episódio é curto e termina com uma grande reviravolta (ou cliffhanger) para incentivar a assistir ao próximo capítulo. Esse modelo facilita com que a audiência passe muito tempo assistindo aos conteúdos dos microdramas.
Os apps também contam com um formato de rede social, então é possível enviar curtidas e comentários entre as publicações.
Modelo de negócios
O sucesso na rentabilidade é efeito de um modelo de negócios freemium: o app é gratuito, mas conta com recursos pagos. Normalmente, alguns capítulos das novelas são liberados gratuitamente, mas é necessário abrir a carteira para conferir o final da história.
Os planos pagos dos apps também incluem benefícios como reprodução sem anúncios, picture-in-picture e maior qualidade de vídeo.
O processo para transferir fotos do OneDrive para o Google Fotos é manual: cada pessoa precisa baixar os arquivos do serviço da Microsoft e depois enviá-los para a galeria do Google.
Ainda não existe um recurso para fazer isso automaticamente pela nuvem, como já é possível entre iCloud e Google Fotos ou até para transferir a biblioteca do Fotos ao próprio OneDrive. Portanto, é necessário ter espaço suficiente na memória do computador ou do celular usado no processo.
O Canaltech traz o passo a passo:
Como transferir fotos do OneDrive para o Google Fotos
O passo a passo funciona no celular, mas também pode ser feito pelo computador.Siga as etapas:
Abra o OneDrive;
Selecione as fotos que serão transferidas;
Toque no ícone de download.
Caso as imagens não apareçam no Google Fotos automaticamente, siga estes passos pelo celular:
Abra um app de galeria;
Selecione as imagens;
Toque no ícone de compartilhar;
Escolha o Google Fotos;
Envie as imagens.
Como salvar as imagens no backup do Fotos
Em alguns casos, a imagem pode ser salva no celular, mas não necessariamente entra no backup do Google Fotos. É necessário ativar a sincronização para a respectiva pasta:
A Samsung encerrou o suporte para os dobráveis Galaxy Z Flip 3 e Galaxy Z Fold 3, ambos lançados em 2021. Os dois aparelhos foram removidos da lista de modelos compatíveis com atualizações de segurança da empresa.
O movimento era esperado: a fabricante sul-coreana lançou os modelos com a promessa de cinco anos de atualizações de segurança e agora só confirma a decisão. Ambos os dobráveis ainda recebiam updates a cada trimestre, mas completaram meia década de lançamento em agosto deste ano.
Com a mudança, os dobráveis mais antigos e compatíveis com atualizações de segurança são o Galaxy Z Flip 4 e o Galaxy Z Fold 4, lançados em 2022. É provável que não recebam a One UI 9.0 com Android 17, mas ainda terão patches trimestrais de proteção.
O que fazer com o celular obsoleto?
O ideal é trocar o aparelho sem suporte o quanto antes. O celular ainda vai conseguir rodar funções básicas e aplicativos, mas pode ficar mais propenso a bugs e exposto a possíveis ameaças digitais. Além disso, não receberá nenhum dos novos recursos anunciados para a One UI.
A Samsung por muito tempo manteve um ciclo de cinco anos de updates de segurança para os celulares topo de linha (famílias S e Z), mas expandiu o prazo para sete anos a partir da linha Galaxy S24.
A Apple confirmou que a Siri AI, nova versão da assistente do iOS e outros sistemas da empresa, ganhará uma versão em português a partir de outubro deste ano. A ferramenta ficou mais inteligente e terá um app próprio no estilo ChatGPT.
Durante o evento de lançamento do novo iPhone 18 Pro, a Maçã confirmou que o recurso chega em português em outubro. Os outros idiomas compatíveis a partir do próximo mês serão espanhol, francês, japonês e coreano.
A demora vai ser bem menor do que o lançamento do Apple Intelligence: o pacote de IA chegou em outubro de 2024 em inglês, mas só ganhou uma versão em português meses depois, em março de 2025.
O que muda com a nova Siri?
A Siri enfim deu o salto para a era da IA generativa e se tornou capaz de analisar o conteúdo na tela. A assistente consegue conectar informações entre diferentes apps para trazer resultados personalizados e automatizar tarefas — todo o processo ocorre de acordo com os padrões de privacidade da Apple.
A ferramenta está mais inteligente e conversacional, capaz de manter interações mais longas. Há um novo aplicativo em formato de chatbot para facilitar pesquisas e armazenar o histórico de conversas.
Quais iPhones são compatíveis com a novidade?
A Siri AI chega com o iOS 27 e pode ser acessada por todos os iPhones compatíveis com o Apple Intelligence. Veja a lista completa de aparelhos:
A Microsoft reforçou a promessa de melhorar o desempenho do Windows 11 durante a feira IFA 2026, na Alemanha. A empresa destacou que a inicialização do sistema será mais rápida com atualizações futuras e muitas mudanças vão otimizar os computadores com 8 GB de RAM, de acordo com o site PC World.
O chefe de Windows e Dispositivos na Microsoft, Mark Linton, confirmou durante a IFA que a empresa já teve avanços significativos para diminuir o tempo ao ligar o PC e deixou o Windows Hello mais responsivo para autenticar as contas.
Linton também destacou que a MS segue com o objetivo de otimizar computadores com 8 GB de RAM, algo mencionado pela empresa no começo do ano diante da crise mundial que encareceu o componente.
A Big Tech ainda não trouxe mais detalhes, mas a expectativa é de que os ajustes de velocidade tragam um ganho de performance para PCs mais simples com menos travamentos e maior velocidade para tarefas simples.
A Associação Brasileira de Inteligência (Abin) publicou a regulamentação para uso do Msg Gov, aplicativo estatal de mensagens para servidores públicos federais e integrado ao Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). O objetivo é ter uma alternativa própria para não depender de soluções comerciais em conversas sensíveis sobre inteligência.
A portaria GAB/DG/ABIN/CC/PR Nº 4.628 foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (08) com o conjunto de regras para usar o app. A ferramenta deve ser instalada em celulares corporativos e só pode ser usada em aparelhos pessoais mediante autorização, enquanto o uso em viagens internacionais também precisa ser comunicado às lideranças.
O aplicativo já existe em versão Beta na Play Store e na App Store, mas não é possível registrar sem autorização prévia. A seguir, o Canaltech explica mais detalhes da ferramenta:
Quais são os recursos do Msg Gov?
O aplicativo reúne funções básicas de mensageiros, como troca de mensagens de texto, envio de mídias (imagens e vídeos), chamadas entre áudio e vídeo, organização em grupos e compartilhamento de localização.
O objetivo é garantir um espaço seguro para compartilhar informações sensíveis entre agentes de inteligência do Brasil. De acordo com o portal UOL, o app tem duas camadas de criptografia, uma delas estatal, feita por um braço da Abin.
Por que existe uma alternativa estatal ao WhatsApp?
A ideia por trás de um app como o Msg Gov é ter uma alternativa às soluções comerciais para lidar com dados sensíveis e aumentar a soberania nacional. As informações confidenciais precisam de camadas adicionais de proteção e não necessariamente exigem todos os recursos que um mensageiro convencional oferece.
A Meta anunciou o novo agente de IA Muse nesta terça-feira (08). A novidade funciona como um assistente pessoal criado para resolver diferentes problemas do dia a dia, desde negociar termos até fazer compras online.
O agente pode navegar pela web, executar tarefas e resolver prompts mesmo com o aparelho principal desligado. O Muse funciona nos moldes de assistentes como Claude Cowork e ChatGPT Work, mas a criadora do Facebook reforça a ideia de ser um ajudante pessoal no lugar de uma ferramenta corporativa.
A ferramenta funciona em aplicativo para Android e iOS, mas ainda não está disponível no Brasil. Somente usuários nos Estados Unidos com mais de 18 anos podem baixar e conferir a novidade.
Meta promete experiência segura
A Meta destacou vários recursos de segurança do Muse para garantir que o agente é uma alternativa confiável no dia a dia. A IA usa o modelo Muse Spark, voltado para tarefas autônomas, e roda em máquina virtual própria com ajustes padronizados de privacidade.
A empresa garante que o computador roda na nuvem sem ter acesso a outros agentes, o que pode diminuir riscos de segurança. Além disso, o assistente não consegue ver senhas e dados de cartões de crédito, mesmo com a capacidade de realizar compras.
Como já é padrão na indústria, diversas atividades sensíveis (como enviar um e-mail ou confirmar uma reserva de viagem) exigem a confirmação do usuário, que também pode intervir a qualquer momento no trabalho da IA.
Ao trocar o iOS pelo Android, é possível criar uma cópia das fotos do iCloud e transferir toda a galeria para o Google Fotos. Dessa forma, você não perde as imagens antigas e ainda pode manter um backup ativo
O processo é fluido e acontece em segundo plano, sem a necessidade de selecionar os arquivos individualmente. A transferência leva de três a sete dias, segundo a Apple, e pode ser mais longa caso o acervo seja muito grande.
Confira o passo a passo:
Como transferir as fotos do iCloud para o Google Fotos
Antes de iniciar a transferência, verifique se as contas atendem a todos os requisitos:
O ID Apple tem verificação de duas etapas ativa
O backup do Fotos do iCloud está ativo
A conta Google tem espaço de armazenamento suficiente para receber os arquivos
A Apple envia e-mails para confirmar o início e a conclusão da transferência dos dados. Vale reforçar que se trata de uma cópia das fotos e vídeos, então os arquivos originais ainda são mantidos no iCloud.
Por que a transferência deu errado?
Caso você encontre algum problema com a migração, verifique se a conta do Google tem espaço de armazenamento suficiente para receber todos os arquivos. Além disso, confirme se as imagens que não aparecem no Google Fotos estavam na cópia original do iCloud ou foram adicionadas depois.
O processo não transfere álbuns inteligentes ou compartilhados do Fotos do iCloud.
A OpenAI anunciou o Imagens 2.5, nova versão do modelo de IA para criar imagens pelo ChatGPT nesta terça-feira (08). A novidade está mais rápida para gerar resultados e consegue transformar qualquer rascunho em imagem completa.
Em comparação com a versão 2.0, o Imagens 2.5 diminui o tempo de resposta em até 50%, segundo a desenvolvedora. O modelo ainda tem melhorias na fidelidade das imagens e na consistência do resultado após várias tentativas de edição.
A empresa destaca que mais de 3 bilhões de imagens são geradas semanalmente pelo ChatGPT, enquanto o Brasil está entre os cinco principais mercados que mais usam o recurso.
O que há de novo no Imagens 2.5
Um dos principais destaques é o comando “@Sketch”: o ChatGPT abre uma janela de pintura e permite criar qualquer rascunho como base. A IA, em seguida, cria uma imagem com base no desenho sugerido.
A novidade é importante para os momentos em que você precisa gerar algo, mas não consegue descrever o prompt da forma que gostaria. Para facilitar a criação, o aplicativo da OpenAI agora conta com uma nova área de templates para diferentes cenários, incluindo ícones, fotos de produtos e retratos.
Para facilitar com as trends virais, o assistente agora permite gerar um link compartilhável com a imagem e o respectivo prompt para chegar ao resultado. O novo modelo começou a ser liberado nesta terça-feira para toda as contas.
Criadores de conteúdo no Instagram relatam um novo tipo de “sequestro” de conta: golpistas fazem denúncias falsas de violações de direitos autorais, deixam o perfil fora do ar e pedem dinheiro para remover as acusações.
É possível recorrer da decisão, mas os proprietários das contas dependem da avaliação da própria Meta, o que pode levar bastante tempo. De acordo com a BBC, um criador de conteúdo preferiu pagar US$ 50 (cerca de R$ 255 em conversão direta) para o golpista para ter a conta de volta e evitar a dor de cabeça com o suporte.
Como o golpe funciona?
O ataque usa uma brecha no sistema de denúncias do Instagram: cibercriminosos podem enviar um relato falso de violação dos direitos autorais e a rede social consegue derrubar o perfil temporariamente. Para o criador de conteúdo, é um tempo sem novas oportunidades publicitárias e uma mudança no alcance da audiência.
Os golpistas, então, entram em contato com os proprietários das contas e afirmam que podem remover a denúncia mediante um pagamento, normalmente feito em criptomoedas. Uma das vítimas ouvidas pela reportagem original afirma que usa apenas imagens em domínio público ou com autorização comercial, mas segue recebendo ameaças.
De acordo com o suporte do Instagram, somente proprietários ou representantes legais dos direitos autorais podem denunciar contas no app. Em resposta à reportagem, a Meta afirma que “entende que isso pode ser frustrante” e colocou mais medidas de proteção para evitar que o caso aconteça mais vezes.
A Caixa quer concentrar seus serviços bancários num único aplicativo: a nova plataforma traz novo visual, integra recursos do Caixa Tem, aumenta camadas de segurança e coloca ferramentas para simplificar pagamentos pelo celular.
Os primeiros testes do app começaram em julho e a instituição ampliou o acesso ao Beta para mais contas durante o mês de agosto. Por enquanto, só é possível acessá-lo no Android sob o nome de “Novo App CAIXA” na Play Store.
“O projeto tem como objetivo reunir, em um único aplicativo, todos os produtos e serviços atualmente distribuídos entre os diversos aplicativos da CAIXA, oferecendo uma experiência mais simples, integrada, segura e personalizada”, informa a instituição em nota ao Canaltech.
Quais recursos estão disponíveis no novo app da Caixa?
Uma das principais vantagens envolve a segurança da conta, com suporte para biometria facial, validação de presença, criptografia de ponta a ponta e mecanismos de prevenção contra fraudes. As medidas permitem usar o app sem a necessidade de ir a uma agência para validar o acesso, por exemplo.
A plataforma tem novo visual e simplifica pagamentos: a jornada do Pix tem menos etapas, enquanto há uma nova ferramenta para buscar boletos e mais soluções integradas ao Open Finance para importar dados de outras instituições. Outras funções básicas estão mantidas, como transferências, recarga de celular e gerenciamento de cartões.
A ferramenta deve funcionar como um “superapp” e incorporar recursos de outros aplicativos da Caixa, como o Caixa Tem. Será possível consultar benefícios como Bolsa Família, Seguro-Desemprego e Pé-de-Meia pelo novo software.
Como vai funcionar a migração entre apps?
A Caixa Econômica Federal não tem uma data de lançamento da versão estável do novo app, mas espera levar todos os serviços digitais do seu ecossistema de aplicativos para a nova plataforma até o final deste ano.
O design Liquid Glass foi lançado pela Apple em 2025 e rapidamente se espalhou para outros aplicativos e interfaces. No entanto, um funcionário da Microsoft confirmou que a empresa não tem planos de adotar o visual transparente no Windows 11.
Perguntado sobre o tema, o diretor de design da Microsoft, March Rogers, respondeu que a Big Tech “não fará mudanças imediatas nas opções de transparência que já existem no Windows”.
Rogers explicou que todas as mudanças visuais de larga escala no sistema operacional passam por discussões sobre investimentos, usabilidade e acessibilidade para garantir uma experiência de alta qualidade.
Além disso, a empresa fica de olho em projetos da comunidade, como a ferramenta de personalização Windhawk, que oferece um visual transparente nos moldes do Liquid Glass do macOS.
Windows já teve sua época com visual transparente
O efeito de vidro já virou parte da identidade da Apple, mas já foi usado pela Microsoft há décadas. Na primeira metade dos anos 2000, o estilo de design Windows Aero serviu como base para o Windows Vista e apostou nos efeitos transparentes.
O padrão foi mantido no Windows 7, de 2009, mas depois a Microsoft passou por um ponto de virada e adotou cores mais sólidas nos Windows 8 e 10. O Windows 11 ainda segue o mesmo estilo, porém possui mais elementos em 3D.
Atualmente, o sistema mantém alguns elementos transparentes e permite desabilitá-los na opção "Efeitos de transparência", dentro dos ajustes de acessibilidade nas configurações do PC.
O menu Executar já foi reformulado para atender ao padrão de design mais recente, enquanto outras mudanças devem surgir no Explorador de Arquivos. O objetivo é migrar toda a base do sistema para o WinUI 3, framework de design mais atualizado e que pode deixar o computador mais responsivo.
O Grok lançou o Imagine Image 2.0, novo modelo de IA para gerar. O foco da novidade é melhorar a edição de imagens com ferramentas como uma “varinha mágica” para selecionar partes específicas da foto e atalhos rápidos para remover ou desfocar o fundo.
A nova versão já está disponível no site do Grok e no aplicativo da IA para Android e iOS. A desenvolvedora xAI destaca o uso profissional da ferramenta, com destaque para a habilidade de seguir instruções e manter a maior quantidade de detalhes.
Há uma série de modelos personalizáveis para criar edições rápidas, um novo recurso para mudar a proporção da imagem e adaptá-la a diferentes formatos (como feeds verticais e horizontais), além de ajustes rápidos para trocar a cor de um item ou manter o mesmo padrão de design entre imagens.
Novo foco para o Grok
A atualização pode ser uma tentativa de reposicionar o Grok como uma ferramenta profissional e afastar o foco das discussões sobre deepfakes gerados pela IA. Desde o começo do ano, a plataforma é usada para criar imagens eróticas sem consentimentos e já rendeu investigações em diferentes países, incluindo o Brasil.
O Image 2.0 combina o poder conversacional dos geradores de imagens com recursos de edição rápida, o que pode ser útil para padronizar imagens da mesma marca ou criar novas versões de produtos, por exemplo.
O Grok pode se tornar uma alternativa ao ChatGPT Images, modelo da OpenAI conhecido por manter detalhes entre edições e que lidera os testes de benchmark no segmento.
ChatGPT ganhou integração com Photoshop e outros apps
Má notícia para criadores de conteúdo brasileiros: o X (antigo Twitter) vai adotar um novo sistema de monetização e o Brasil não está na lista de países participantes. O programa de Partilha de Receitas será encerrado em setembro e substituído por outro sistema que privilegia publicações autênticas.
O novo recurso de faturamento vai se chamar Programa de Recompensas de Conteúdo Original e começa a receber inscrições a partir de 8 de setembro. De acordo com a empresa, o objetivo é “recompensar quem traz algo novo para o X”, como novas histórias, notícias urgentes e outras contribuições.
O programa terá novos requisitos, como uma assinatura do plano pago X Premium, mínimo de 18 anos de idade, pelo menos 500 seguidores verificados e pelo menos 500 mil impressões na linha do tempo de contas verificadas nos últimos 90 dias.
A mudança pode resolver um problema recorrente no X: a enxurrada de conteúdos repetidos ou copiados. Era comum que perfis verificados replicassem posts de outras pessoas ou forçassem interações em posts virais para aumentar o engajamento e, consequentemente, o faturamento.
Brasil de fora
A decisão surpreende por excluir o Brasil do Programa de Recompensas de Conteúdo Original. Ainda que alguns perfis nacionais cumpram os requisitos da monetização, o país não aparece na lista de regiões que poderão participar da novidade.
O X ainda não revelou se haverá alguma novidade relacionada ao público brasileiro.
O que vai acontecer com o programa antigo?
O Programa de Partilha de Receitas será desativado no dia 7 de setembro e não aceita novas inscrições. A plataforma ainda fará três pagamentos até o final do serviço nos dias 14 de agosto, 28 de agosto e 11 de setembro.
Waze e Google Maps são as duas principais opções para lidar com o trânsito entre os apps de navegação. Ambas as ferramentas pertencem ao Google, mas têm particularidades e podem atender a diferentes públicos.
O Maps é uma plataforma mais abrangente, com suporte a diferentes tipos de transporte, enquanto o Waze é uma alternativa sólida para quem se locomove com carros e motos. Os dois apps trazem dados atualizados sobre congestionamento e rotas alternativas para o dia a dia.
O Canaltech comparou os diferenciais de cada plataforma e explica os melhores cenários para usar cada app:
Disponibilidade
Recursos
Atualizações ao vivo
Diferenças nas rotas
Waze ou Google Maps: qual escolher?
Disponibilidade
Esse é um fator praticamente idêntico para ambas as plataformas: Waze e Google Maps têm aplicativos para celulares (Android e iOS), sistemas automotivos e uma versão Web. É possível sincronizar os dados na mesma conta, então o histórico entre aparelhos pode ser compartilhado.
No caso dos celulares com Android, o Maps vem instalado como padrão, enquanto é necessário baixar o Waze pela Play Store.
Recursos
A experiência básica é muito parecida nos dois apps: digitar o endereço de destino, escolher uma das rotas e seguir as instruções. Recentemente, os apps receberam integração com a IA do Gemini para comandos de voz mais elaborados.
Por outro lado, cada plataforma tem ferramentas exclusivas que diferenciam as experiências de uso.
Os destaques do Google Maps são:
Informações detalhadas sobre estabelecimentos comerciais e pontos de interesse
Download de mapas para navegação offline
Rotas personalizadas para carros, motos, bicicletas, transporte público (com detalhes sobre linhas de ônibus e metrô) e a pé
Widgets de tela inicial no Android e no iOS
Mais formas de visualização dos mapas, incluindo o Street View
Os pontos favoráveis ao Waze são:
Maior acervo de vozes para personalizar a navegação
Preferências por tipo de combustível e lista de preços em postos próximos (atualizada pela comunidade)
Alertas de trânsito mais específicos como lombadas, buracos na pista
Personalização de rotas para evitar conversões difíceis e vias não pavimentadas
Colaboração em tempo real com a comunidade
Atualizações ao vivo
Em metrópoles com muito congestionamento, como São Paulo e Rio de Janeiro, os alertas sobre trânsito são essenciais em horários de pico. Esse é um ponto muito favorável ao Waze, que recebe atualizações em tempo real pela comunidade sobre obras na pista e outros incidentes no dia a dia.
O Google Maps também pode incluir alertas de radares móveis e obras, mas opera com menor frequência e importa dados do rival Waze.
Diferenças nas rotas
É comum ver comentários de pessoas que preferem o Google Maps porque o Waze pode sugerir rotas incomuns. Ambos podem compartilhar dados similares e rotas parecidas na hora de traçar um caminho, então esse é um risco possível para os dois aplicativos.
Por padrão, o Waze sugere três opções de trajetos, incluindo opções sem pedágios ou que evitam rodovias. O Maps pode recomendar menos caminhos.
Waze ou Google Maps: qual escolher?
A decisão varia de acordo com o que cada pessoa procura no aplicativo.
O Google Maps se destaca por ser uma opção mais ampla: o mesmo app concentra informações sobre trânsito, transporte público e estabelecimentos como restaurantes, mercados e pontos turísticos. É uma boa alternativa para quem não usa somente um meio de transporte, por exemplo.
O Waze, por sua vez, é recomendável para quem precisa usar carro ou moto com frequência no dia a dia. Por trazer dados atualizados e contar com uma comunidade muito ativa, é ideal para evitar contratempos no trânsito, enquanto não tem informações tão detalhadas sobre estabelecimentos ao redor como o rival.
O tipo de viagem também é um fator importante na decisão. Vai pegar a estrada para uma longa viagem e sinal instável de internet? O Maps pode ser uma opção melhor pelo download de rotas. Trabalha como motorista de aplicativo ou fica em constante deslocamento em horários de pico? O Waze se destaca por trazer todos os alertas.
Um ajuste simples nas configurações de rede do Windows pode ajudar a evitar malwares no PC: alguns servidores de DNS são configurados para bloquear sites e endereços IP associados a vírus e outras ameaças — e tudo isso pode ser feito de graça.
A mudança de servidor DNS é simples, ajuda a filtrar endereços maliciosos e em alguns casos até deixa a navegação mais rápida porque agiliza o carregamento de páginas da web.
O Canaltech explica o método a seguir:
O que é DNS?
Como mudar o servidor DNS do PC
Servidores com bloqueio de malware
Como mudar o DNS de toda a rede Wi-Fi
O que é DNS?
DNS é a sigla para Domain Name System, ou “Sistema de nomes de domínio”, em tradução livre, e funciona como uma saudosa agenda telefônica para conectar sites a seus respectivos endereços IPs.
Cada página da web é identificada por um endereço IP (aquela combinação numérica separada por pontos), enquanto os endereços de domínio, como canaltech.com.br, servem para facilitar a experiência do usuário. Um servidor DNS faz justamente o trabalho de coletar a URL e associá-la ao seu respectivo IP.
Ao conectar à web, o aparelho pode importar o servidor DNS usado pela provedora de internet por padrão, mas existem soluções próprias do Google e de outras empresas que podem ter recursos adicionais, como o bloqueio de ameaças.
Como mudar o servidor DNS do PC
Neste caso, o servidor usado foi o da Cloudflare com proteção contra malwares. Siga os passos a seguir:
Abra o Menu Iniciar e procure pelo Painel de Controle;
Clique em “Rede e Internet”;
Acesse “Central de Rede e Compartilhamento”;
Pressione “Alterar as configurações do adaptador”;
Escolha o Wi-Fi ou a rede conectada;
Selecione “Alterar as configurações desta conexão” no menu superior;
Acesse “Protocolo IP Versão 4 (TCP/IPv4)”;
Entre em “Propriedades”;
Ative o campo “Usar os seguintes endereços de servidor DNS”;
Insira o endereço 1.1.1.2 e salve.
Também é possível repetir o processo com o protocolo IPv6 na tela de propriedades da rede. Nesse caso, insira o código 2606:4700:4700::1112.
Atenção: trocar o DNS não deve ser a única medida de segurança no PC e não substitui o uso de um antivírus para conter ameaças. A mudança traz uma camada de proteção adicional à navegação pela internet
Servidores com bloqueio de malware
Você pode usar os seguintes servidores para proteger as redes contra ameaças:
Cloudflare
1.1.1.2 (IPv4 primário)
1.0.0.2 (IPv4 secundário)
2606:4700:4700::1112 (IPv6 primário)
2606:4700:4700::1002 (IPv6 secundário)
Quad9
9.9.9.9 (IPv4 primário)
149.112.112.112 (IPv4 secundário)
2620:fe::fe (IPv6 primário)
2620:fe::9 (IPv6 secundário)
OpenDNS
208.67.222.222 (IPv4 primário)
208.67.220.220 (IPv4 secundário)
Como mudar o DNS de toda a rede Wi-Fi
Mudar o servidor DNS do roteador permite que todos os dispositivos conectados recebam a mesma camada de proteção. É necessário encontrar o endereço de IP no aparelho e digitá-lo no navegador para abrir o painel de controle.
Necromancia digital é o termo usado para descrever a recriação da aparência ou da voz de pessoas mortas usando inteligência artificial. A prática ganha espaço com o fácil acesso aos serviços de IA de imagens e vídeos, mas também é o centro de dilemas éticos e sobre o processo de luto.
As redes sociais estão repletas de vídeos virais com celebridades falecidas fazendo tarefas comuns, como assistir a um jogo de futebol e publicações que envolvem a pessoa no “pós-vida”: um exemplo é um vídeo que viralizou do ator Sam Neill, de Jurassic Park, encontrando dinossauros num suposto paraíso, publicado no mesmo dia de sua morte.
A maioria dos posts nas redes não envolve consentimento da família das pessoas, além de abrir brechas jurídicas sobre quem tem os direitos sobre a imagem e a aparência de falecidos.
Necromancia digital e os limites éticos da IA
Os exemplos mencionados são de pessoas famosas, mas a prática pode se estender para praticamente qualquer pessoa falecida que tenha imagens na web — o que é cada vez mais comum em tempos de alta exposição nas redes sociais.
Os geradores de imagens conseguem criar arquivos a partir de uma foto original, mantendo toda a fisionomia das pessoas. No caso dos vídeos, a experiência pode ficar ainda mais fiel com o uso de ferramentas que clonam a voz de alguém a partir de um pequeno trecho.
A reação de cada pessoa a um conteúdo do tipo pode variar com respostas positivas ou negativas, mas a prática em si já esbarra no limite ético sobre o consentimento e até onde a imagem pode ser usada, como aponta o coordenador do Curso Superior de Tecnologia em IA do UniSenac (RS), Victor Hugo Lopes à reportagem do Canaltech:
“A principal questão ética é o consentimento. A pessoa autorizou esse uso em vida? A família concorda? Além disso, existe um limite entre preservar uma memória e criar uma simulação que pode induzir alguém a acreditar que continua interagindo com aquela pessoa. A tecnologia, por si só, não é o problema, o problema é como ela é usada”.
Lopes entende que esses limites podem ser determinados com regras específicas e mecanismos de segurança aplicados pelas empresas que desenvolvem as ferramentas:
“É possível colocar freios, mas eles dependem muito mais de legislação e governança do que da tecnologia em si. Regras sobre consentimento, transparência, identificação obrigatória de conteúdos sintéticos e responsabilização de empresas serão fundamentais”.
Impacto no luto
Um dos pontos de discussão sobre a necromancia digital é o impacto no luto. A IA é usada como um meio para criar um cenário que não existe, mas simular como se fosse algo real.
A psicóloga Cristiane Belmonte explica que há um risco de transformar um recurso tecnológico em um mecanismo de negação, que é uma reação natural que faz parte do processo após perder uma pessoa próxima:
“Em vez de elaborar a perda, a pessoa permanece tentando manter um vínculo que, infelizmente, não existe mais da mesma forma. A tecnologia oferece possibilidades que antes eram inimagináveis, mas precisamos lembrar que ela não pode substituir um processo natural da vida. O luto é doloroso justamente porque precisamos aprender a viver com a ausência e a tecnologia pode atrasar o processo quando impede esse enfrentamento”.
Há, ainda, empresas especializadas em criar chatbots de pessoas falecidas, chamados “deathbots” (“Robôs da morte”, em tradução livre) ou “griefbots” (“robôs do luto”). Os exemplos mostram que a prática já foi transformada em negócio.
O fácil acesso à IA torna isso possível, mas também pode abrir caminho para práticas maliciosas, como alerta Victor Hugo Lopes, do UniSenac:
“O desafio é que a mesma tecnologia que pode ser usada para homenagens ou preservação da memória também pode ser utilizada para manipulação emocional, golpes, desinformação ou exploração comercial da imagem de pessoas que já faleceram. Por isso, a discussão ética e regulatória precisa acompanhar essa evolução tecnológica.
É importante diferenciar empresas que criam um legado digital com consentimento da própria pessoa em vida, de usos não autorizados, em que alguém recria a voz ou a imagem de uma pessoa falecida usando modelos de clonagem de voz ou deepfakes. Tecnicamente é possível fazer ambos, mas eticamente e juridicamente são situações completamente diferentes”.
Quem tem os direitos sobre uma pessoa falecida?
Há um impasse jurídico, visto que existem diferenças entre as leis de cada país sobre o uso da imagem de uma pessoa após a morte. O uso da imagem de uma pessoa sem consentimento para criar uma foto ou vídeo com IA já é problemático e a situação fica ainda mais delicada nesses casos.
O advogado Mestre e Doutorando em Teoria do Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pedro Amorim de Souza, informa que a lei brasileira determina que apenas a pessoa falecida tem direito sobre o uso da própria aparência após a morte:
“A resposta jurídica, a princípio, é de que somente a própria pessoa falecida pode autorizar sua recriação pós-morte. No direito brasileiro contemporâneo, nenhuma outra figura, nem cônjuge, nem filhos, nem herdeiros, possui esse poder. Isso porque os direitos da personalidade, que incluem imagem, voz, expressões, trejeitos e forma de se manifestar, são intransmissíveis e extinguem-se com a morte, quando, de acordo com o art. 6º do Código Civil, deixa de existir a pessoa natural”, comenta.
O WhatsApp começou a testar um novo visual para as mensagens no iPhone. De acordo com o site WABetaInfo, a versão Beta mais recente do app para iOS tem formas mais arredondadas e visualização sem bordas para fotos e vídeos.
A primeira mudança está nos balões de mensagens, que ganham bordas mais arredondadas e ficam mais parecidas com um formato de pílula em recados de texto. A versão padrão do app também tem curvas, mas o efeito é mais sutil.
A maior diferença está ao receber fotos e vídeos: o aplicativo removeu a borda que cobre a miniatura das imagens e deixa um visual mais parecido com o Direct do Instagram, por exemplo.
Vale destacar que os ajustes apareceram apenas na versão Beta do aplicativo e ainda não estão disponíveis para o público geral, sem previsão de lançamento.
Mudanças recentes na interface do WhatsApp
O visual WhatsApp para iPhone mudou bastante desde o ano passado com a chegada do estilo de design Liquid Glass no iOS. A Meta lançou uma série de atualizações no app para adaptá-lo à interface com elementos transparentes e flutuantes.
O efeito de vidro pode ser encontrado logo na tela inicial do app com o menu inferior e os ícones no topo da tela. Além disso, o app já testa elementos transparentes dentro da conversa, incluindo um espaço flutuante na caixa de texto para as mensagens.
A Meta lançou um novo selo de verificação gratuito para contas do Facebook. O objetivo é garantir que o perfil é real e evitar a presença de contas falsas com IA.
A verificação exige apenas o envio de selfies e compara a sua imagem com as fotos de perfil da conta. Após a conclusão, o selo fica exibido no próprio perfil, em grupos e nas plataformas Namoro e Marketplace — a Meta tem planos de levar o recurso aos posts no Feed no futuro.
“Enquanto a IA facilita fazer mais no Facebook, um sinal claro que diferencia pessoas reais se torna essencial”, explica a Meta em nota oficial. A novidade começou a ser liberada hoje (24) em mercados selecionados e deve ser expandida em breve, mas ainda não está disponível no Brasil em teste feito pelo Canaltech.
Quem pode obter o selo de verificação?
O selo está disponível para perfis com pelo menos 18 anos de idade e que atendem aos requisitos de boas práticas com os padrões da comunidade. A Meta não especifica os termos, mas reforça que o método é dedicado para pessoas que não praticam golpes ou fraudes na rede social.
Qual a diferença para o Meta Verified?
O selo serve apenas para atestar que um perfil é real e tem um design mais simples. É uma proposta diferente do Meta Verified, serviço de assinatura para Facebook e Instagram que garante o selo azul ao lado do perfil.
O Verified é um plano pago que inclui benefícios adicionais, como destaque na busca e mais opções para personalizar a conta com links. O serviço é direcionado para marcas e criadores de conteúdo, enquanto a novidade anunciada pela empresa é gratuita e voltada a contas pessoais.
O Firefox conta com um novo recurso chamado Multi-Account Containers (“Contêineres de múltiplas contas”, em tradução livre). A ferramenta permite abrir abas na mesma janela com perfis diferentes do navegador, incluindo as contas pessoais e profissionais.
Os navegadores têm suporte a múltiplos perfis, mas cada um opera numa janela separada (como escolher um perfil da Netflix ou de outro streaming). No caso do Firefox, é possível manter todo o trabalho numa única janela, mas cada aba é vinculada a um dos acessos e separadas por cores.
O aplicativo permite até acessar abas do mesmo site no computador, mas com logins diferentes. É possível abrir uma aba do Gmail para acessar o e-mail pessoal e outra com a caixa de entrada do e-mail corporativo, por exemplo.
Como o recurso funciona?
O Firefox divide as abas e os respectivos perfis em “contêineres”: cada um tem informações próprias de login, mas compartilham o mesmo ambiente da janela do navegador. Existem opções para personalizar cada seção, como aplicar VPN a uma aba específica ou determinar que um site seja sempre aberto num único contêiner.
Visualmente, cada contêiner recebe uma cor específica, então as abas são diferenciadas por etiquetas.
Como usar os contêineres para organizar abas do Firefox
A ferramenta funciona a partir de uma extensão que precisa ser adicionada ao navegador: