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EUA voltam atrás e querem proibir drones que já tinham sido aprovados

10 August 2026 at 20:35

A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) está preparando uma ampliação da proibição de drones no país e pode incluir modelos que já haviam sido aprovados anteriormente pela própria agência.

A medida afetaria equipamentos com recursos considerados de risco à segurança nacional, incluindo sensores LiDAR, câmeras térmicas e dispensadores de aerossol.

A proposta pode atingir modelos da DJI, incluindo drones de consumo como o DJI Air 3S, DJI Avata 360 e DJI Mini 5 Pro. Segundo a FCC, a eventual proibição não afetaria unidades que já tenham sido compradas pelos consumidores.

Em um aviso público divulgado no mês passado, a FCC afirmou que está estudando a possibilidade de estender as restrições a categorias de drones que o governo dos EUA considera capazes de possuir recursos de nível militar.

A proposta também contempla drones capazes de integrar artigos de defesa, equipamentos que utilizam estações de acoplamento (docking stations) e os chamados drones em nuvem (swarming drones).

A medida representa uma mudança em relação à política adotada anteriormente pela agência. Em dezembro de 2025, a FCC havia colocado drones de fabricação estrangeira e componentes considerados críticos na Covered List, relação que reúne equipamentos e serviços de comunicação classificados com risco inaceitável à segurança nacional.

Naquele momento, a restrição era direcionada principalmente a novos modelos, permitindo que drones que já tinham sido aprovados e estavam no mercado continuassem sendo vendidos.

Caso a medida avance, a consequência principal será impedir que a DJI e outras fabricantes comercializem novas unidades dos modelos incluídos na restrição.

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Drones já comprados não serão proibidos

A FCC afirma que a medida não afetará drones que já foram adquiridos pelos consumidores. Ou seja, quem já possui um dos equipamentos não teria seu dispositivo proibido de funcionar simplesmente por causa da nova regra.

Isso não significa que os proprietários não possam enfrentar consequências no futuro. A restrição pode dificultar o acesso a peças de reposição e atualizações de software, além de eventualmente afetar determinados recursos que dependam de serviços ou suporte da fabricante.

A DJI se manifestou contra a proposta em uma publicação no blog oficial da empresa. A fabricante classificou a iniciativa como uma “reversão total” da posição adotada anteriormente pela FCC.

A empresa também pediu que consumidores e outras partes interessadas se manifestem sobre a proposta durante o período de consulta pública.

A FCC está recebendo comentários sobre a possível inclusão dos drones com recursos de nível militar nas restrições até 2 de setembro. Depois desse período, a agência poderá avaliar as manifestações recebidas antes de decidir os próximos passos.

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Este amplificador parece um robô e custa mais de R$ 3 milhões; veja detalhes

10 August 2026 at 19:57

A Goldmund, fabricante suíça de equipamentos de áudio de alto padrão, apresentou o Telos 9800, um novo amplificador voltado para o mercado de audiófilos que não economizam para buscar uma experiência sonora de alto nível: o sistema tem preço de US$ 500 mil, mais de R$ 3 milhões em conversão direta.  

O equipamento chama atenção não apenas pelas especificações, mas também pelo design futurista, que lembra robôs de filmes e séries de ficção científica.

Apesar do visual chamativo, o Telos 9800 foi desenvolvido principalmente para oferecer desempenho aos sistemas de áudio de alto padrão. O amplificador entrega 1.560 W de potência em 8 ohms, característica voltada para instalações que utilizam caixas acústicas de alto desempenho.

O equipamento também possui um transformador integrado de 9,7 kVA, projetado para fornecer capacidade elétrica suficiente e proteger os componentes do sistema durante a operação.

A Goldmund adotou uma arquitetura dividida em duas etapas. Dessa forma, a fonte de alimentação e o amplificador ficam separados, uma abordagem que busca contribuir para o funcionamento do conjunto e reduzir interferências entre os diferentes componentes.

Visual inspirado em robôs

O design é um dos principais elementos que diferenciam o Telos 9800 de amplificadores convencionais. O equipamento possui uma estrutura vertical de aparência futurista, com dimensões de 1,367 metro de altura e uma base de 50 x 50 centímetros.

O tamanho também se reflete no peso. O conjunto chega a 360 kg, o que reforça que se trata de um equipamento desenvolvido para instalações de áudio de grande porte e não para uso doméstico convencional.

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Mesmo com o design diferenciado, o sistema mantém conexões conhecidas no segmento de alta fidelidade. O Telos 9800 oferece entradas e saídas XLR, RCA e S/PDIF, permitindo sua integração com diferentes equipamentos de áudio.

Além do desempenho, a Goldmund aposta no equipamento como uma peça de design. O visual inspirado em robôs e as enormes dimensões fazem do Telos 9800 um produto que chama atenção mesmo antes de ser ligado.

Especificações do Goldmund Telos 9800

Característica

Detalhe

Potência

1.560 W em 8 ohms

Transformador

9,7 kVA

Arquitetura

Fonte de alimentação e amplificador separados

Conexões

XLR, RCA e S/PDIF

Dimensões

1,367 m de altura; base de 50 x 50 cm

Peso

360 kg

Preço

US$ 500 mil (mais de R$ 3 milhões)

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iPhone dobrável vai ser maior, mas não resolve o principal problema da Apple

10 August 2026 at 18:42

A Apple pode estar planejando aumentar o tamanho da tela das futuras gerações do iPhone dobrável, mas a mudança pode não resolver o principal obstáculo para a popularização desse tipo de aparelho: o preço elevado. Segundo o analista Mark Gurman, o chamado iPhone Ultra 3, previsto para 2028, deve contar com uma tela maior.

A expectativa é que o primeiro dobrável da Apple seja apresentado em breve, enquanto a companhia já estaria planejando as próximas versões do dispositivo. A estratégia indica que a Apple considera os celulares dobráveis uma parte importante de seu futuro, mas o aumento das dimensões pode ter impacto limitado nas vendas.

O principal obstáculo para os celulares dobráveis continua sendo o preço. Apesar de despertarem interesse por suas telas flexíveis e formatos diferentes, esses aparelhos geralmente ocupam o topo das tabelas de preços das fabricantes.

Modelos como Galaxy Z Fold e Pixel Pro Fold mostram que o formato de livro consegue oferecer telas maiores e hardware avançado, mas ainda permanece distante do orçamento da maioria dos consumidores.

O problema pode ser ainda maior no caso da Apple. A expectativa é que o primeiro iPhone dobrável seja posicionado como um produto premium, o que pode colocar seu preço muito acima dos iPhones tradicionais mais avançados.

Na prática, uma tela maior não elimina o custo elevado de produzir um aparelho dobrável. A tecnologia exige componentes específicos, mecanismos de dobradiça e displays flexíveis, fatores que contribuem para aumentar o preço final.

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Mercado mostra impacto dos preços altos

O cenário geral do mercado de smartphones também reforça a importância do preço. O preço médio de venda dos celulares deve subir de US$ 467 em 2025 para US$ 565 em 2026, aumento de 21%.

Ao mesmo tempo, as remessas globais de smartphones devem cair 12,2%. Embora esse movimento esteja relacionado principalmente ao encarecimento dos modelos de entrada e intermediários, ele reforça uma relação conhecida no setor: preços mais altos tendem a reduzir a demanda.

O problema é que reduzir o preço de um dobrável pode ser particularmente difícil neste momento. A indústria de tecnologia enfrenta pressões na cadeia de suprimentos e aumento nos custos de componentes, incluindo memórias.

Mesmo que a Apple queira transformar o iPhone Ultra em um produto mais acessível, a empresa precisaria encontrar maneiras de baratear a fabricação sem comprometer a experiência característica dos seus aparelhos premium.

O aumento da tela pode melhorar a experiência de uso, mas não deve resolver sozinho o principal problema dos dobráveis. Para que o formato realmente alcance um público maior, a Apple provavelmente terá de encontrar uma forma de reduzir a diferença de preço em relação aos iPhones tradicionais de alto desempenho.

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Starlink sem antena direto no celular: o que muda na prática?

12 July 2026 at 15:30

A decisão da Anatel de abrir caminho para serviços de comunicação direta entre satélites e celulares representa um dos maiores avanços recentes nas telecomunicações brasileiras. 

A medida permite a utilização de frequências voltadas à tecnologia Direct-to-Device (D2D), criando as bases regulatórias para que empresas como a Starlink possam oferecer cobertura diretamente para smartphones compatíveis, sem a necessidade de antenas parabólicas instaladas.

Muitos podem pensar que isso significa que qualquer pessoa poderá abandonar as operadoras tradicionais, mas a resposta é mais complexa. Confira abaixo o que realmente muda:

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O que a Anatel aprovou?

A agência não autorizou imediatamente um serviço comercial, como a Starlink, mas atualizou a regulamentação para permitir o uso de faixas de radiofrequência destinadas à comunicação direta entre satélites e dispositivos móveis.

Essa mudança abre caminho para pedidos de operação de tecnologias como o Starlink Direct to Cell.

O celular vai se conectar direto ao satélite?

Sim. A proposta é que smartphones compatíveis utilizem sua própria antena 4G LTE para se comunicar diretamente com satélites de baixa órbita, sem necessidade de instalar a tradicional antena residencial da Starlink.

Os satélites funcionam como verdadeiras torres de celular no espaço.

A tecnologia Direct-to-Device dispensa a necessidade da cobertura de antenas (Envato/yongkiet)

Vou poder cancelar meu plano de celular?

Ainda não. Pelo menos no início, a tecnologia deve funcionar como uma cobertura complementar, entrando em ação quando não houver sinal das redes móveis terrestres.

O serviço continuará dependendo de acordos entre a Starlink e operadoras brasileiras, além das autorizações regulatórias necessárias.

A internet será igual ao 5G?

Não, as primeiras gerações da tecnologia priorizam conectividade básica. Em muitos mercados, o foco inicial é permitir envio e recebimento de mensagens, localização e chamadas de emergência.

O suporte para dados móveis mais rápidos deve chegar de forma gradual conforme a capacidade da rede evoluir.

Quais frequências entram nessa mudança?

A Anatel passou a permitir a destinação de faixas específicas para comunicações via satélite, incluindo bandas utilizadas em enlaces de subida e descida entre satélites e estações terrestres, criando o ambiente regulatório necessário para operações Direct-to-Device. 

Entre elas estão faixas como 12,7–13,25 GHz, 13,75–14 GHz, 14,5–14,8 GHz, 17,7–20,2 GHz, 29,1–29,5 GHz e outras previstas na consulta pública sobre a expansão da Starlink no Brasil. 

Essas frequências são diferentes das bandas de 4G e 5G usadas pelos celulares; o smartphone continua utilizando seu modem LTE, enquanto os satélites operam em espectros próprios autorizados pela agência.

Atualmente a Starlink já oferece internet domiciliar no Brasil e busca expandir seus serviços no país (Evgeny Opanasenko/Unsplash)

Todos os celulares serão compatíveis?

Não, apenas aparelhos que possuam suporte à tecnologia Direct to Cell poderão utilizar o serviço. Diversos modelos recentes já foram preparados pelos fabricantes para essa função, mas celulares antigos ficarão de fora.

Quem mais deve se beneficiar?

Os maiores beneficiados serão moradores de áreas rurais, comunidades isoladas, motoristas em rodovias, embarcações, trilhas e regiões onde hoje não existe cobertura de telefonia móvel.

Em vez de substituir as redes celulares tradicionais, a tecnologia funcionará como uma extensão delas, reduzindo as chamadas "áreas de sombra".

Quando o serviço começa no Brasil?

Ainda não existe uma data oficial. A decisão da Anatel representa um passo regulatório importante, mas a oferta comercial ainda depende da aprovação definitiva dos pedidos das operadoras, da coordenação das frequências e da assinatura de acordos com empresas de telefonia. 

O caminho foi aberto, mas ainda há etapas técnicas e regulatórias antes que brasileiros possam usar o celular conectado diretamente aos satélites da Starlink.

Leia a matéria no Canaltech.

Tablet para crianças: vale a pena um modelo infantil ou um iPad antigo?

2 August 2026 at 14:30

Quando o assunto é tablet para criança, muitos pais ficam em dúvida entre investir em um modelo infantil, com capa emborrachada e recursos pensados para os pequenos, ou optar por um iPad ou Galaxy Tab usado.

À primeira vista, os aparelhos infantis parecem a escolha mais segura, mas nem sempre oferecem a melhor experiência no dia a dia. Em muitos casos, um tablet de categoria superior, mesmo com alguns anos de uso, entrega desempenho e longevidade muito maiores.

A decisão depende principalmente do equilíbrio entre resistência física, desempenho e tempo de vida útil.

Tablets infantis: resistentes, mas com limitações

Fabricantes como Positivo e Multi oferecem tablets desenvolvidos para crianças, normalmente acompanhados de capas grossas de borracha, alças para transporte e sistemas de controle parental. A proposta é suportar quedas e facilitar o uso pelos pequenos.

O problema é que esses aparelhos costumam utilizar processadores de entrada, pouquíssima memória RAM e armazenamento limitado. Isso significa que, embora funcionem bem para vídeos, livros digitais e jogos muito simples, podem apresentar lentidão após algum tempo de uso ou quando vários aplicativos ficam instalados.

Outro ponto é o suporte de software. Muitos modelos recebem poucas atualizações, o que reduz a compatibilidade com aplicativos mais recentes ao longo dos anos.

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Para crianças pequenas, que utilizam basicamente plataformas de vídeos, aplicativos educativos e desenhos, eles ainda cumprem seu papel. Porém, conforme a idade avança e o uso se torna mais exigente, as limitações aparecem rapidamente.

Um iPad antigo ainda faz sentido?

Em muitos casos, sim. Um iPad de gerações anteriores ou um Galaxy Tab intermediário usado costuma oferecer processadores significativamente mais rápidos, telas de melhor qualidade e maior tempo de suporte aos aplicativos.

Mesmo modelos lançados há alguns anos ainda conseguem executar jogos educativos, chamadas de vídeo, plataformas de ensino e aplicativos de desenho com muito mais fluidez do que diversos tablets infantis vendidos atualmente.

A principal desvantagem é a resistência. Diferente dos modelos infantis, esses aparelhos não possuem proteção reforçada de fábrica. Felizmente, esse problema pode ser resolvido com capas emborrachadas de boa qualidade e películas resistentes, que aumentam bastante a proteção contra quedas.

Outro cuidado importante é verificar o estado da bateria e da tela antes da compra, já que aparelhos usados podem apresentar desgaste após anos de utilização.

O que pesa mais na prática?

Para crianças de até cinco anos, a resistência costuma ser o fator mais importante. Nessa fase, quedas são frequentes e o uso normalmente se limita a vídeos, músicas e aplicativos educativos.

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Já para crianças em idade escolar, o desempenho passa a fazer mais diferença. Videoaulas, pesquisas, leitura de PDFs, aplicativos de desenho e jogos exigem um hardware mais competente. Nesses casos, um iPad antigo ou um Galaxy Tab usado costuma proporcionar uma experiência mais agradável e permanecer útil por mais tempo.

Também vale considerar o custo-benefício. Em algumas situações, um tablet usado de categoria superior pode custar praticamente o mesmo que um modelo infantil novo, oferecendo desempenho muito superior.

Se a prioridade é máxima resistência para crianças muito pequenas, um tablet infantil continua sendo uma alternativa interessante. Porém, pensando em longevidade e desempenho, um iPad ou Galaxy Tab geralmente representa um investimento mais inteligente.

Com uma boa capa protetora, esses aparelhos combinam durabilidade suficiente para o uso doméstico com uma experiência muito mais fluida. Isso reduz a frustração causada por travamentos, aumenta a vida útil do dispositivo e acompanha melhor o crescimento da criança, tornando a compra mais vantajosa no longo prazo.

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Robô aspirador arranha piso de madeira ou porcelanato? O que dizem especialistas

1 August 2026 at 19:30

Os robôs aspiradores se tornaram aliados da limpeza doméstica, mas ainda despertam uma dúvida comum: eles podem arranhar pisos de madeira ou porcelanato?

Segundo Elsa Zhao, Country Manager da Dreame no Brasil, quando o equipamento é utilizado corretamente, o risco é praticamente nulo. Na maioria dos casos, o problema surge por falta de manutenção ou pelo contato com partículas abrasivas presas às escovas e rodas.

O que realmente pode causar riscos no piso?

Embora os robôs aspiradores sejam projetados para trabalhar sobre diferentes tipos de revestimento, nenhum equipamento está completamente livre de provocar pequenos danos caso seja utilizado em condições inadequadas. Zhao explica que o principal cuidado deve estar relacionado à limpeza do próprio aparelho.

"O robô aspirador, por si só, não arranha o piso. O problema costuma surgir quando partículas como areia, pequenas pedras ou outros resíduos ficam presos nas escovas ou nas rodas. Por isso, a manutenção periódica é essencial para preservar tanto o equipamento quanto o revestimento da casa"

Grãos de areia, por exemplo, possuem alto poder abrasivo. Quando ficam presos entre as rodas ou na escova principal, podem ser arrastados durante a limpeza, funcionando como uma espécie de lixa sobre superfícies mais delicadas.

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Madeira exige alguns cuidados extras

Pisos de madeira natural, laminados e vinílicos costumam ser mais sensíveis do que porcelanatos e cerâmicas. Isso não significa que o robô aspirador seja incompatível com esses materiais, mas exige alguns cuidados simples.

Segundo Zhao, manter rodas, escovas e panos sempre limpos reduz significativamente qualquer possibilidade de desgaste.

"A recomendação é verificar regularmente as rodas e remover cabelos, poeira e qualquer resíduo acumulado. Também é importante substituir escovas desgastadas conforme a orientação do fabricante para garantir um deslocamento suave sobre o piso"

Outro ponto importante é evitar que o robô circule em áreas onde haja areia acumulada, como próximas à porta de entrada ou à varanda, sem uma limpeza prévia.

Porcelanato também merece atenção

O porcelanato apresenta alta resistência contra riscos, especialmente nas versões de acabamento acetinado ou técnico. Ainda assim, resíduos abrasivos continuam sendo o maior inimigo da superfície.

Mesmo modelos equipados com esfregão rotativo ou função de passar pano dificilmente provocam danos quando os panos estão limpos e livres de sujeira acumulada. Por isso, a limpeza dos panos também faz parte da manutenção preventiva.

"Os sistemas de navegação e as rodas dos robôs modernos foram desenvolvidos para distribuir o peso de maneira uniforme. Quando o equipamento está em boas condições, ele desliza suavemente sobre porcelanato, cerâmica e outros revestimentos", explica Zhao.

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Como evitar qualquer risco?

Algumas medidas simples ajudam a preservar qualquer tipo de piso:

  • Limpar escovas, rodas e panos regularmente;
  • Remover areia e pequenas pedras antes da limpeza automática;
  • Trocar componentes desgastados conforme indicado pelo fabricante;
  • Evitar que objetos metálicos fiquem presos sob o robô durante o funcionamento.

Também vale inspecionar periodicamente as rodas para verificar se há fios de cabelo ou linhas enroladas, o que pode alterar o movimento do equipamento.

Então, o robô aspirador arranha o piso?

Na prática, não. Quando recebe manutenção adequada e é utilizado em pisos limpos, o robô aspirador foi desenvolvido justamente para realizar a limpeza sem causar danos aos revestimentos.

Como destaca Elsa Zhao, o maior risco não está no aparelho, mas nos resíduos presos às escovas e rodas ao longo do uso. Com uma rotina simples de manutenção, tanto pisos de madeira quanto porcelanatos podem ser limpos diariamente com segurança, aproveitando toda a praticidade que esse tipo de equipamento oferece.

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Celular top da Xiaomi com 2ª tela na traseira ganha versão global

24 July 2026 at 18:43

A Xiaomi confirmou que o Xiaomi 18 Pro será lançado oficialmente em mercados internacionais, encerrando uma limitação que frustrava muitos fãs da marca. O novo top de linha manterá a segunda tela na traseira, recurso introduzido na geração anterior, mas que havia permanecido exclusivo da China.

Segundo informações divulgadas pela empresa, o modelo global terá o número 26122PN61G e será comercializado em diversos mercados, incluindo Turquia, Rússia, Japão e Taiwan. A única exceção mencionada é a Índia, que ficou de fora dos planos de lançamento.

O recurso da tela traseira estreou no Xiaomi 17 Pro e rapidamente chamou a atenção por permitir visualizar notificações, usar widgets e até tirar selfies utilizando as câmeras principais.

Apesar da boa recepção, o modelo anterior nunca foi vendido oficialmente fora da China. Agora, a Xiaomi levará a funcionalidade para o mercado global pela primeira vez.

A empresa já havia confirmado no início de 2025 que a segunda tela seria mantida na nova geração, reforçando a aposta em um diferencial que poucos concorrentes oferecem atualmente.

Além do design diferenciado, o Xiaomi 18 Pro deve chegar equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro, plataforma voltada para smartphones premium.

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Na parte fotográfica, o aparelho utilizará dois sensores SmartSens de 200 MP. A câmera principal contará com um sensor LOFIC 3.0 de 1/1,28 polegada, enquanto um segundo sensor de mesma resolução será responsável por outra lente do conjunto traseiro.

O smartphone também deve estrear um novo botão dedicado à inteligência artificial, que poderá ser utilizado para recursos relacionados à câmera e outras funções inteligentes do sistema.

Xiaomi quer repetir sucesso da geração anterior

A expansão internacional faz parte da estratégia da fabricante para aumentar sua presença no segmento premium.

Segundo dados divulgados pela empresa, a linha Xiaomi 17 vendeu 5,08 milhões de unidades na China até a 22ª semana de 2026. Agora, a expectativa é repetir esse desempenho em escala global com o Xiaomi 18 Pro.

Até o momento, a Xiaomi ainda não revelou a data oficial de lançamento nem os preços para os mercados internacionais.

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Robô aspirador perdeu força? Veja como fazer manutenção das escovas em casa

18 July 2026 at 14:30

Quem usa robô aspirador há algum tempo já deve ter percebido um sintoma comum: o aparelho continua funcionando, mas parece recolher menos sujeira do que antes. Em muitos casos, o problema não está no motor ou na bateria, mas sim nas escovas principais cheias de cabelos, pelos e fiapos.

Além das escovas, outro ponto que merece atenção são os sensores de queda, responsáveis por evitar escadas e desníveis. Quando ficam sujos, o robô pode apresentar comportamento estranho, bater mais nos móveis ou até interromper a limpeza sem motivo aparente.

A boa notícia é que a manutenção pode ser feita em casa em poucos minutos e ajuda a recuperar boa parte do desempenho original. Saiba como:

Quando o robô aspirador perde força?

Antes de desmontar qualquer peça, observe alguns sinais típicos:

  • O robô deixa sujeira para trás;
  • A escova principal gira com dificuldade;
  • O aparelho faz mais barulho que o normal;
  • A bateria parece durar menos durante a limpeza;
  • O robô muda de direção sem necessidade ou evita áreas sem obstáculos.

Na maioria dessas situações, uma limpeza completa resolve o problema sem necessidade de assistência técnica.

Como desmontar e limpar as escovas principais?

O procedimento varia um pouco entre as marcas, mas a lógica é praticamente a mesma.

1. Desligue o aparelho

Vire o robô de cabeça para baixo em uma superfície limpa.

2. Retire a tampa da escova

Normalmente há duas travas ou um encaixe simples segurando a peça.

3. Puxe a escova principal

Ela costuma sair inteira, permitindo acesso às laterais onde os cabelos ficam enrolados.

4. Corte os fios acumulados

Use uma tesoura pequena ou a ferramenta que acompanha alguns modelos.

5. Limpe os mancais laterais

As extremidades da escova acumulam poeira e pelos que aumentam o atrito. Depois da limpeza, gire a escova com a mão; ela deve rodar livremente, sem resistência.

6. Escovas laterais também precisam de atenção

Aquelas pequenas escovas que varrem os cantos costumam acumular fios longos no eixo central. Basta puxar a escova para cima, remover os cabelos enrolados e encaixá-la novamente. Essa limpeza simples evita travamentos e reduz o desgaste do motor.

Como limpar os sensores de queda?

Os sensores ficam na parte inferior do robô e parecem pequenas janelas escuras. Eles detectam escadas e desníveis usando luz infravermelha. Para limpar:

  • Desligue o aparelho;
  • Use um pano de microfibra seco ou levemente umedecido;
  • Limpe cada sensor com movimentos suaves;
  • Seque imediatamente antes de ligar o robô novamente.

Evite álcool em excesso ou produtos abrasivos, pois podem danificar a superfície dos sensores. Além dos sensores inferiores, vale limpar também os sensores frontais e a torre de navegação (quando o modelo possui laser), usando apenas pano macio e seco.

Com que frequência fazer a manutenção?

Uso

Escovas

Sensores

Diário

Semanal

Semanal

3x por semana

A cada 15 dias

A cada 15 dias

Eventual

Mensal

Mensal

Vale a pena fazer em casa?

Sim. A manutenção básica do robô aspirador é simples, leva cerca de 10 minutos e pode recuperar boa parte da capacidade de limpeza sem trocar peças. Em muitos casos, aquele aparelho que parecia “fraco” volta a funcionar normalmente apenas com a remoção de cabelos das escovas e a limpeza dos sensores.

É um cuidado pequeno que ajuda a prolongar a vida útil do robô, melhora a navegação e reduz a chance de travamentos durante a limpeza da casa.

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Rádio 3.0 já chegou a 7 cidades brasileiras; veja se a sua está na lista

17 July 2026 at 19:31

O Rádio 3.0 começou a dar seus primeiros passos no Brasil. Emissoras de sete cidades já passaram a adotar a tecnologia, que combina a transmissão tradicional pelo espectro de rádio com recursos oferecidos pela internet, levando mais informações e interatividade aos ouvintes.

A novidade faz parte da evolução do rádio brasileiro para acompanhar o crescimento do consumo digital, especialmente em veículos conectados e dispositivos compatíveis. Uma estratégia semelhante também tem sido adotada na televisão.

O que muda com o Rádio 3.0?

No Rádio 3.0, o sinal convencional continua sendo transmitido normalmente, mas passa a trabalhar em conjunto com a conexão à internet.

Na prática, o ouvinte pode visualizar nome da emissora, programação, capas das músicas e outros conteúdos interativos em tempo real, sem abrir mão da estabilidade da transmissão tradicional.

Segundo levantamento do setor, emissoras das seguintes cidades já começaram a implementar recursos do Rádio 3.0:

  • Brasília (DF);
  • Curitiba (PR);
  • Goiânia (GO);
  • Joinville (SC);
  • São José do Rio Preto (SP);
  • Ribeirão Preto (SP);
  • Belo Horizonte (MG).

Entre os grupos que já utilizam plataformas como RadioDNS e DTS AutoStage estão emissoras como Jovem Pan FM, Classic Pan FM, Máxima Hits FM, Kboing FM e É+ FM.

rádio carro motorista

A expectativa do setor é que a expansão dos carros com receptores híbridos acelere a adoção do Rádio 3.0 nos próximos anos.

Durante um painel realizado na NAB Show 2026, representantes da radiodifusão afirmaram que o rádio precisa acompanhar a forma como o público consome conteúdo atualmente, integrando transmissão aberta e conectividade. Segundo dados apresentados no evento, os canais digitais já representam 83% da audiência total do meio no Brasil.

A adoção do Rádio 3.0 ainda está em fase inicial, mas a tendência é que mais emissoras passem a oferecer os novos recursos ao longo dos próximos anos.

Além de melhorar a experiência do ouvinte, a tecnologia deve abrir espaço para novos formatos de conteúdo, métricas de audiência mais precisas e serviços interativos, aproximando o rádio tradicional das plataformas digitais.

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Nokia está de volta: novo celular básico tem bateria que serve como power bank

17 July 2026 at 18:56

A HMD Global pode ampliar em breve sua linha de celulares básicos com a marca Nokia. Segundo um vazamento publicado pelo insider smashx_60, a empresa prepara o lançamento do Nokia 300 4G Powerbank, um feature phone que aposta em uma bateria de 3.750 mAh e na capacidade de recarregar outros dispositivos, funcionando como um power bank portátil.

Além da autonomia acima da média, o aparelho também deve trazer uma lanterna de alta potência e manter o visual clássico que marcou os celulares da Nokia.

O principal diferencial do Nokia 300 4G Powerbank é sua bateria de 3.750 mAh, capacidade muito superior à de outros celulares básicos da marca.

Para efeito de comparação, o Nokia 235 4G possui uma bateria de apenas 1.450 mAh. Isso representa um aumento de aproximadamente 159% na capacidade energética.

Segundo o vazamento, o novo aparelho mantém um design semelhante ao Nokia 235 4G, mas recebeu algumas mudanças para melhorar a ergonomia.

A parte inferior do corpo conta com cantos chanfrados, enquanto a moldura ganhou uma textura para facilitar a pegada. O modelo deve ser lançado nas cores bege, verde e preto.

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Tela de 2,4 polegadas e rádio FM

Nas especificações, o Nokia 300 4G Powerbank deve trazer uma tela de 2,4 polegadas, entrada para fones de ouvido de 3,5 mm e rádio FM.

Ao contrário de alguns celulares recentes da HMD, o aparelho não terá botão dedicado para inteligência artificial nem câmera frontal para selfies, reforçando sua proposta de simplicidade.

Outro recurso que chama atenção é a presença de uma lanterna de LED de alto brilho. Ela poderá ser acionada rapidamente por meio de um botão físico dedicado na lateral direita do aparelho, tornando o celular útil também em situações de emergência ou ambientes com pouca iluminação.

Até o momento, a HMD Global não anunciou oficialmente o Nokia 300 4G Powerbank. Como os detalhes vêm de um vazamento, as especificações ainda podem sofrer alterações antes da apresentação oficial.

Ainda assim, o aparelho indica que a empresa continua apostando no mercado de celulares básicos, reforçando que a marca Nokia pode não desaparecer tão cedo quanto se esperava.

 

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Poco X8 vaza pela 1ª vez: bateria gigante de 9.000 mAh e câmeras poderosas

17 July 2026 at 17:57

Após meses de especulações sobre um possível cancelamento, o Poco X8 voltou apareceu em um vazamento propriamente dito. Desta vez, evidências encontradas no código-fonte do HyperOS indicam que a Xiaomi realmente prepara a versão padrão da linha, que deve chegar ao mercado com uma bateria de até 9.000 mAh e câmera principal de 50 MP.

As informações foram descobertas pelo desenvolvedor e insider Kacper Skrzypek, que encontrou referências ao aparelho no sistema operacional da fabricante.

Segundo o vazamento, o Poco X8 será uma versão global do Redmi Note 17 Pro 5G, lançado recentemente na China.

O código do HyperOS indica que o aparelho contará com uma câmera principal de 50 MP acompanhada por um sensor de profundidade de 2 MP, repetindo a configuração do modelo chinês.

Caso mantenha as especificações do Redmi Note 17 Pro 5G, o Poco X8 pode ter uma bateria de 9.000 mAh, uma das maiores já vistas em um smartphone da marca. Contudo, outros rumores apontam que a versão global deve trazer uma bateria de 8.000 mAh. 

No entanto, o relatório alerta que essa capacidade pode não ser mantida em todos os mercados. Regulamentações da União Europeia dificultam a comercialização de aparelhos com baterias de célula única muito grandes, o que pode levar a Xiaomi a reduzir a capacidade da versão na região.

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Ainda assim, a expectativa é que o Poco X8 global ofereça uma autonomia significativamente superior à de seu antecessor.

Versão global pode ganhar câmera extra

Além da bateria, outra diferença apontada pelo vazamento envolve o conjunto fotográfico. Segundo o rumor, a versão global do Redmi Note 17 Pro poderá receber uma câmera ultrawide de 8 MP, ampliando as opções de fotografia em relação ao modelo chinês.

Até o momento, a Xiaomi não anunciou oficialmente o Poco X8 nem confirmou suas especificações.

Como as informações foram encontradas no código-fonte do HyperOS, ainda existe a possibilidade de mudanças até o lançamento. Ainda assim, o vazamento praticamente encerra os rumores de cancelamento da versão padrão da linha Poco X8.

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"Discman" renasce com design retrô, bateria recarregável e Bluetooth; veja preço

17 July 2026 at 15:21

Os tocadores de CD portáteis estão ganhando uma nova chance no mercado. A fabricante chinesa Shanling anunciou o EC Zero T MAX, um player de CDs que resgata o visual clássico dos antigos Discman, combinando o formato retrô com recursos modernos como bateria recarregável, Bluetooth e uma construção premium em alumínio.

Voltado para o público audiófilo, o modelo aposta em componentes de alta qualidade para oferecer uma experiência sonora superior à dos tocadores portáteis tradicionais. O grande destaque é a utilização da arquitetura R2R "Kunlun", desenvolvida pela própria Shanling.

Segundo a fabricante, a tecnologia entrega médios e agudos mais delicados, além de um palco sonoro amplo e natural, características bastante valorizadas por entusiastas de áudio de alta fidelidade.

O novo player oferece uma saída balanceada de 1.300 mW em 32 ohms, além de uma saída convencional de 361 mW em 32 ohms. O aparelho também conta com dois níveis de ganho, permitindo ajustar a potência de acordo com o tipo de fone de ouvido utilizado.

Bateria recarregável e acabamento premium

Diferente dos antigos Discman, que normalmente utilizavam pilhas AA, o EC Zero T MAX vem equipado com uma bateria de lítio de 5.500 mAh, eliminando a necessidade de trocar pilhas constantemente.

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O corpo do aparelho é construído em liga de alumínio usinada por CNC, com acabamento na cor titânio. O player também possui uma tampa superior em vidro temperado, que deixa parte do mecanismo interno visível e reforça o visual sofisticado.

Outro diferencial é a interface do sistema, que permite escolher entre nove temas de cores para personalizar a aparência da tela. O modelo também oferece conectividade Bluetooth, permitindo utilizar fones de ouvido sem fio, além da conexão tradicional para equipamentos com cabo.

O Shanling EC Zero T MAX começa a ser vendido na China em 18 de julho pelo preço sugerido de 3.598 yuans (cerca de R$ 2.700, em conversão direta, sem impostos).

Por apostar em componentes de alta qualidade e acabamento premium, o novo "Discman" está longe de ser um produto de entrada, mas mostra que o mercado de áudio portátil ainda reserva espaço para aparelhos dedicados aos fãs de mídia física e alta fidelidade.

 

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Testamos: RedMagic 11S Pro mostra até onde um celular gamer pode chegar

17 July 2026 at 13:42

Como de costume na linha, o RedMagic 11S Pro não é um smartphone que tenta agradar todo mundo. Ele foi pensado para um público muito específico: quem quer extrair o maior desempenho possível nos seus jogos favoritos.

O mais interessante é que, depois de alguns dias de uso, tive a sensação de que o modelo não se limita somente à potência bruta. Ainda que seja pensado e vendido para gamers, o aparelho também se sai perfeitamente bem em diversas outras atividades, demonstrando uma versatilidade atípica da linha RedMagic.

Poder sem limites

A experiência começa pela velocidade. Abrir aplicativos, alternar entre tarefas ou iniciar um jogo pesado acontece praticamente de forma instantânea. O novo Snapdragon 8 Elite Gen 5 Leading Version, aliado aos seus incríveis 16 GB de RAM, faz com que o sistema responda com uma fluidez difícil de encontrar até mesmo entre flagships.

Não se prendendo somente a números de benchmark, o que chama atenção é a consistência do desempenho: não importa se o celular está executando um jogo online, emulando títulos de consoles ou mantendo vários aplicativos abertos – ele simplesmente continua rápido!

(MODELO) AnTuTu - Celulares e Tablets (7)

Essa sensação de potência constante também está ligada ao sistema de refrigeração. O conjunto combina câmara de vapor, refrigeração líquida e uma ventoinha interna ativa, que trabalha para manter o processador em temperaturas controladas durante longas sessões de jogo. Na prática, isso significa menos quedas de desempenho.

Em vez de começar uma partida com excelente taxa de quadros e terminar enfrentando travamentos por causa do calor, o RedMagic 11S Pro consegue manter um nível de performance muito mais estável do que a maioria dos smartphones convencionais.

Outro aspecto que impressiona é como o aparelho foi pensado para quem realmente joga no celular. Os gatilhos capacitivos nas laterais acabam fazendo muita diferença em títulos competitivos, enquanto o software oferece inúmeras opções para ajustar consumo de energia, desempenho, sensibilidade dos controles e monitoramento em tempo real.

Tudo transmite a sensação de que o celular funciona quase como um pequeno console portátil – e de brinde, ainda oferece recursos de um smartphone convencional.

Bateria para a vida inteira

Além do desempenho, talvez o maior destaque do RedMagic 11S Pro esteja justamente onde muita gente não espera: na bateria.

É comum associar celulares gamer a um alto consumo de energia, porém aqui acontece o contrário. A enorme bateria de 7.500 mAh praticamente elimina a preocupação de procurar uma tomada ao longo do dia. Mesmo usando o aparelho intensamente, alternando entre jogos, vídeos, redes sociais e navegação, a autonomia transmite uma tranquilidade rara.

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Em uso mais moderado, chegar ao fim do segundo dia sem carregar ainda é perfeitamente possível. Já em sessões pesadas de jogos, o aparelho continua entregando horas de diversão antes que a carga realmente comece a preocupar.

Quando finalmente chega a hora de recarregar, a espera também não incomoda. O carregamento de 80 W devolve boa parte da bateria em poucos minutos, tornando fácil voltar rapidamente para uma partida ou continuar usando o aparelho normalmente. É o tipo de combinação que muda a rotina: em vez de administrar constantemente a porcentagem restante, você simplesmente usa o celular sem pensar nisso.

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Existem smartphones que tentam ser bons em tudo e existem aparelhos que escolhem uma especialidade. Aqui, a Nubia decidiu criar um dispositivo voltado para desempenho extremo e autonomia acima da média – e conseguiu entregar exatamente isso.

Mesmo que as mudanças em relação ao RedMagic 11 Pro sejam discretas, continua sendo um dos celulares mais impressionantes para quem prioriza jogos. É um aparelho que transmite confiança para rodar qualquer título no máximo, por horas seguidas, sem dar sinais de cansaço — e poucos smartphones conseguem oferecer o mesmo.

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Quanto vale a pena pagar no Galaxy A56 em julho de 2026?

15 July 2026 at 21:54

Lançado em 2025, o Galaxy A56 continua sendo um dos celulares intermediários mais equilibrados disponíveis no Brasil. Mesmo após a chegada do Galaxy A57, o modelo segue competitivo graças ao bom conjunto de tela, câmeras, desempenho e, principalmente, à política de atualizações da Samsung, que garante vários anos de suporte.

Contudo, isso não significa que qualquer preço faça sentido. Em julho de 2026, o aparelho já passou pela fase de lançamento e entrou no período em que promoções se tornam frequentes. Por isso, vale analisar quanto realmente compensa pagar pelo modelo.

O Galaxy A56 ainda vale a compra?

Em nosso review, pontuamos que o A56 oferece uma experiência bem consistente para a maioria dos usuários. A Samsung conseguiu evoluir diversos pontos em relação ao antecessor, especialmente no desempenho, acabamento e tempo de suporte ao software.

O aparelho é um intermediário que faz poucas concessões, oferecendo tela de excelente qualidade, construção premium e desempenho suficiente para quem utiliza redes sociais, aplicativos de produtividade, streaming e até jogos sem maiores dificuldades.

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Entre os consumidores, a percepção segue o mesmo caminho. Nas principais lojas online, o Galaxy A56 acumula avaliações muito positivas, com notas próximas de 4,8 ou 5 estrelas.

Os elogios mais recorrentes envolvem a qualidade da tela AMOLED, a boa duração da bateria, a fluidez da One UI e o conjunto de câmeras, enquanto as críticas costumam mencionar apenas a ausência de entrada para cartão microSD e a evolução discreta em relação ao Galaxy A55.

Quanto seria um preço justo?

No lançamento, o Galaxy A56 chegou custando R$ 2.999. Entretanto, com mais de um ano de mercado e um sucessor já disponível, o valor precisa refletir essa desvalorização natural.

Hoje, é possível encontrá-lo por aproximadamente R$ 2.000, dependendo da capacidade de armazenamento e da loja. Considerando o cenário atual, esta é uma boa referência:

  • Até R$ 1.700: excelente compra;
  • Entre R$ 1.700 e R$ 1.900: preço justo;
  • Entre R$ 1.900 e R$ 2.100: ainda vale, mas já exige comparação com concorrentes;
  • Acima de R$ 2.100: não compensa, já que existem opções mais recentes oferecendo desempenho semelhante.
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Vale esperar por uma promoção?

Na maioria dos casos, sim. O mercado brasileiro costuma registrar descontos frequentes em eventos promocionais e campanhas de varejo, fazendo o Galaxy A56 aparecer até abaixo dos R$ 1.700 diversas vezes ao longo do ano.

Como o modelo continua recebendo atualizações por muitos anos e mantém hardware competitivo, comprar durante uma boa promoção aumenta ainda mais seu custo-benefício.

Em julho de 2026, o preço ideal para o Galaxy A56 gira em torno de R$ 1.700 a R$ 1.900. Nessa faixa, ele oferece um conjunto difícil de superar, reunindo tela AMOLED de 120 Hz, construção premium, bom desempenho com o Exynos 1580, câmeras consistentes e uma das melhores políticas de atualização entre os celulares Android.

Se aparecer por menos de R$ 1.700, pode ser considerado um excelente negócio. Já valores acima dos R$ 2.000 só fazem sentido em ofertas que incluam acessórios ou versões com maior armazenamento, pois nessa faixa a gama de celulares é muito mais ampla.

 

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Drone de guerra da Ucrânia mais barato que iPhone voa 110 km com uma carga

15 July 2026 at 21:01

A empresa ucraniana Vyriy Drone anunciou uma nova versão do seu drone FPV equipado com inteligência artificial, o Vyriy 15 FPV, que chama atenção pelo custo-benefício. O equipamento custa US$ 500 (cerca de R$ 2.700 em conversão direta) e é capaz de voar até 110 quilômetros com uma única carga, multiplicando por seis o alcance da geração anterior.

A novidade faz parte da estratégia da Ucrânia de ampliar a produção de drones de baixo custo para uso militar, reduzindo a dependência de armamentos mais caros e aumentando a capacidade de resposta no campo de batalha.

De acordo com a Vyriy Drone, a primeira versão do equipamento possuía alcance de cerca de 18 quilômetros. Com a atualização, o novo modelo consegue percorrer 110 quilômetros utilizando apenas uma carga de bateria.

Segundo a empresa, a evolução foi possível graças à combinação de novos motores, melhorias na eficiência energética e um sistema de controle otimizado por inteligência artificial, que ajuda a reduzir o consumo durante o voo.

IA ajuda na navegação

O uso de inteligência artificial para auxiliar na navegação e na execução das missões é um dos seus maiores diferenciais.

A tecnologia permite que o equipamento mantenha sua rota mesmo em ambientes sujeitos a interferências eletrônicas, um recurso cada vez mais importante diante do uso de sistemas de bloqueio de sinal em conflitos modernos.

A Vyriy Drone também afirma que boa parte dos componentes utilizados no equipamento já é produzida na própria Ucrânia, reduzindo a dependência de fornecedores estrangeiros.

O objetivo é acelerar a fabricação e garantir um fornecimento contínuo para atender às necessidades das forças ucranianas durante o conflito.

O avanço desses equipamentos mostra como drones de baixo custo e longo alcance vêm ganhando importância em operações militares modernas.

Em vez de depender exclusivamente de armamentos sofisticados e muito caros, exércitos têm investido cada vez mais em plataformas relativamente acessíveis, capazes de realizar missões de reconhecimento e ataque com menor custo operacional.

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Brasil ainda tem 26 mil localidades sem sinal de celular, diz Anatel

15 July 2026 at 19:47

Apesar do avanço da cobertura móvel, o Brasil ainda possui 26,4 mil localidades sem acesso à rede 4G que também não possuem obrigações regulatórias para receber a tecnologia. Os dados fazem parte da edição de 2026 do Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT), elaborado pela Anatel, que mapeia os principais desafios de conectividade no país.

O estudo mostra que as maiores lacunas de cobertura estão concentradas em áreas rurais, remotas, indígenas e quilombolas, onde a expansão da infraestrutura ainda enfrenta dificuldades de investimento e logística.

Segundo o PERT, mais de 15 mil localidades sem cobertura móvel correspondem a setores censitários identificados pelo IBGE, enquanto outras 11,4 mil foram mapeadas pela própria Anatel em parceria com órgãos como a Fundação Palmares e o Incra.

O cenário é especialmente preocupante nas aldeias indígenas. Apenas 16% possuem cobertura 4G adequada, enquanto aproximadamente 2,5 mil comunidades ainda precisam receber infraestrutura de telefonia móvel. Além disso, cerca de 2,4 mil aldeias não contam com qualquer sinal de 4G.

O levantamento aponta ainda que 30.031 localidades brasileiras seguem sem backhaul de fibra óptica e sem qualquer obrigação regulatória para implantação dessa infraestrutura. O problema também afeta 652 municípios, sendo cerca de 40% no Nordeste, além de 186 cidades em Minas Gerais.

Segundo a Anatel, essas regiões deverão receber atenção prioritária em futuras políticas públicas voltadas à ampliação da conectividade no país.

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Anatel quer ampliar conceito de conectividade

Além de expandir a infraestrutura, a agência afirma que pretende adotar uma visão mais ampla de "conectividade significativa", levando em consideração não apenas a disponibilidade de redes, mas também fatores como qualidade da conexão, acesso a dispositivos, habilidades digitais e segurança no uso da internet.

O PERT também prevê a criação de novos indicadores de experiência do usuário e um acompanhamento contínuo da evolução da cobertura por meio de painéis de monitoramento.

Embora a cobertura 4G e 5G já alcance a maior parte das áreas urbanas brasileiras, a Anatel reconhece que a universalização do serviço ainda depende de investimentos direcionados para regiões de difícil acesso.

Para a agência, reduzir essas lacunas exigirá o cumprimento das obrigações regulatórias pelas operadoras e uma atuação conjunta entre governos e empresas para ampliar a inclusão digital em todo o território nacional.

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Versão global do Redmi Note 17 tem bateria menor que modelo chinês

15 July 2026 at 18:32

A Xiaomi deve repetir uma estratégia já adotada em outros smartphones e lançar a versão global do Redmi Note 17 com uma bateria menor que a disponível na China. Segundo o insider Kacper Skrzypek, todos os modelos internacionais sofrerão uma redução na capacidade da bateria, embora mantenham praticamente o restante das especificações.

A mudança afetará os três integrantes da família: Redmi Note 17, Redmi Note 17 Pro e Redmi Note 17 Pro Max. Ainda assim, os aparelhos continuarão oferecendo baterias acima da média do mercado.

Segundo o vazamento, o Redmi Note 17 global terá bateria de 7.000 mAh, enquanto a versão chinesa conta com 8.000 mAh.

Já o Redmi Note 17 Pro deve passar de 9.000 mAh para 8.000 mAh, enquanto o Redmi Note 17 Pro Max cairá de 10.000 mAh para 9.000 mAh.

Apesar da redução na bateria, o relatório afirma que a Xiaomi não pretende alterar o restante do hardware dos aparelhos para o mercado global.

Redmi Note 17

Isso significa que os smartphones devem manter os mesmos processadores, telas, câmeras e velocidades de carregamento, preservando boa parte da experiência oferecida pelos modelos originais.

Motivo da mudança não foi confirmado

A Xiaomi não explicou oficialmente por que costuma reduzir a capacidade das baterias em seus celulares vendidos fora da China.

A decisão pode estar relacionada a regulamentações internacionais, certificações de transporte e disponibilidade de componentes, fatores que já influenciaram outros lançamentos da fabricante.

A família Redmi Note 17 foi anunciada oficialmente no mercado chinês com foco em autonomia e custo-benefício. Ainda não existe uma data oficial para a apresentação global da linha, mas certificações e vazamentos indicam que o lançamento internacional deve acontecer nos próximos meses.

Até lá, as informações sobre as baterias menores devem ser tratadas como rumor, já que a Xiaomi ainda não confirmou as especificações dos modelos destinados ao mercado global.

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Testamos a "smartband do Neymar"; veja tudo que a Whoop MG consegue fazer

17 June 2026 at 20:20

A Whoop MG é a smartband preferida dos jogadores de futebol, e o Neymar é um dos usuários mais notórios do aparelho. Com o início da Copa do Mundo, o medidor de atividades físicas ficou em evidência, mas será que esse aparelho serve para você que joga futebol com os amigos ou corre maratonas? O Canaltech testou para descobrir se ela faz sentido para todo mundo ou apenas para atletas profissionais.

Para começar, vamos tirar o principal assunto da nossa fila: a Whoop MG não tem tela, logo ela não pode ser considerada uma smartband tradicional.

Ela não mostra notificações, não permite usar aplicativos no pulso nem oferece controles para quem está ouvindo música. Mas é justamente por isso que ela chama atenção dos atletas que querem medir seu desempenho físico de forma séria e sem distrações.

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Whoop MG é ideal para atletas profissionais que precisam evitar lesões (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O segredo está no foco

Durante nossos testes, a ausência de display deixou de ser um defeito para virar uma virtude. Enquanto relógios inteligentes vivem vibrando com mensagens do WhatsApp, a Whoop MG permanece silenciosa, focada apenas em capturar cada batimento cardíaco e cadência de movimento.

O grande diferencial, segundo nossa análise da Whoop MG, é o algoritmo de processamento de dados. Ao usá-la em uma partida de futebol, a precisão na detecção de picos de esforço e o tempo de recuperação superam qualquer smartwatch convencional do mercado.

Ela não "acha" que você está correndo; ela sabe exatamente a intensidade da sua transição aeróbica, algo que atletas de elite como o Neymar valorizam para evitar lesões musculares.

Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
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Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
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Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
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Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
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Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Whoop MG Sensor (USCLOSER)
Whoop MG Sensor (USCLOSER) (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Vale a pena para amadores?

A resposta curta é: depende do seu objetivo. Se você busca uma extensão do seu smartphone, este aparelho não é para você. Nesse caso, compre um Galaxy Watch ou Apple Watch.

Agora, se o seu foco é o rendimento esportivo e você prefere analisar seus ganhos no conforto do aplicativo após o treino, a Whoop MG entrega um nível de telemetria que transforma seu exercício amador em uma experiência digna de laboratório.

A Whoop MG é acima de tudo, um dispositivo "raiz": para quem quer treinar sério e deixar a conectividade social para depois.

Destaques da Whoop MG

  • Precisão cirúrgica: o monitoramento de frequência cardíaca é robusto e não se perde mesmo em movimentos bruscos típicos do futebol;
  • Conforto total: o design minimalista é tão leve que, após cinco minutos, você simplesmente esquece que está usando;
  • Análise profunda: o aplicativo da marca traduz dados brutos em gráficos de fadiga e recuperação altamente úteis para o planejamento de treinos;
  • Durabilidade: construída para aguentar o suor e os impactos de uma partida intensa, sem o medo de riscar um vidro de tela.
Whoop MG app
Whoop MG app (Divulgação/Whoop)
Whoop MG app
Whoop MG app (Divulgação/Whoop)
Whoop MG app
Whoop MG app (Divulgação/Whoop)
Whoop MG app
Whoop MG app (Divulgação/Whoop)

Onde comprar a Whoop MG

Atualmente, a Whoop MG não é vendida ou entregue oficialmente no Brasil, o que exige atenção redobrada antes de realizar a importação.

Diferente da maioria dos smartwatches, o modelo de negócio da marca baseia-se em uma assinatura mensal de serviço, e não apenas na venda do hardware; isso significa que, além do custo de importação e eventuais taxas alfandegárias, você terá um compromisso recorrente em dólar para manter o acesso à plataforma de análise de dados.

Sem essa assinatura, o dispositivo perde sua principal funcionalidade, tornando-se apenas um monitor básico. Por isso, a Whoop MG é indicada principalmente para atletas de alta performance que precisam de uma telemetria detalhada para evitar lesões, sendo menos vantajosa para quem busca um monitoramento casual sem custos fixos mensais.

É possível encontrar o produto em plataformas brasileiras, como o Mercado Livre, por preços bem altos. Mas o ideal é fazer a compra no site oficial da marca – que cobra apenas US$ 89 pela smartband (aproximadamente R$ 450) – e trazer o produto para o Brasil através da USCloser.

Leia a matéria no Canaltech.

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