A Caixa quer concentrar seus serviços bancários num único aplicativo: a nova plataforma traz novo visual, integra recursos do Caixa Tem, aumenta camadas de segurança e coloca ferramentas para simplificar pagamentos pelo celular.
Os primeiros testes do app começaram em julho e a instituição ampliou o acesso ao Beta para mais contas durante o mês de agosto. Por enquanto, só é possível acessá-lo no Android sob o nome de “Novo App CAIXA” na Play Store.
“O projeto tem como objetivo reunir, em um único aplicativo, todos os produtos e serviços atualmente distribuídos entre os diversos aplicativos da CAIXA, oferecendo uma experiência mais simples, integrada, segura e personalizada”, informa a instituição em nota ao Canaltech.
Quais recursos estão disponíveis no novo app da Caixa?
Uma das principais vantagens envolve a segurança da conta, com suporte para biometria facial, validação de presença, criptografia de ponta a ponta e mecanismos de prevenção contra fraudes. As medidas permitem usar o app sem a necessidade de ir a uma agência para validar o acesso, por exemplo.
A plataforma tem novo visual e simplifica pagamentos: a jornada do Pix tem menos etapas, enquanto há uma nova ferramenta para buscar boletos e mais soluções integradas ao Open Finance para importar dados de outras instituições. Outras funções básicas estão mantidas, como transferências, recarga de celular e gerenciamento de cartões.
A ferramenta deve funcionar como um “superapp” e incorporar recursos de outros aplicativos da Caixa, como o Caixa Tem. Será possível consultar benefícios como Bolsa Família, Seguro-Desemprego e Pé-de-Meia pelo novo software.
Como vai funcionar a migração entre apps?
A Caixa Econômica Federal não tem uma data de lançamento da versão estável do novo app, mas espera levar todos os serviços digitais do seu ecossistema de aplicativos para a nova plataforma até o final deste ano.
O design Liquid Glass foi lançado pela Apple em 2025 e rapidamente se espalhou para outros aplicativos e interfaces. No entanto, um funcionário da Microsoft confirmou que a empresa não tem planos de adotar o visual transparente no Windows 11.
Perguntado sobre o tema, o diretor de design da Microsoft, March Rogers, respondeu que a Big Tech “não fará mudanças imediatas nas opções de transparência que já existem no Windows”.
Rogers explicou que todas as mudanças visuais de larga escala no sistema operacional passam por discussões sobre investimentos, usabilidade e acessibilidade para garantir uma experiência de alta qualidade.
Além disso, a empresa fica de olho em projetos da comunidade, como a ferramenta de personalização Windhawk, que oferece um visual transparente nos moldes do Liquid Glass do macOS.
Windows já teve sua época com visual transparente
O efeito de vidro já virou parte da identidade da Apple, mas já foi usado pela Microsoft há décadas. Na primeira metade dos anos 2000, o estilo de design Windows Aero serviu como base para o Windows Vista e apostou nos efeitos transparentes.
O padrão foi mantido no Windows 7, de 2009, mas depois a Microsoft passou por um ponto de virada e adotou cores mais sólidas nos Windows 8 e 10. O Windows 11 ainda segue o mesmo estilo, porém possui mais elementos em 3D.
Atualmente, o sistema mantém alguns elementos transparentes e permite desabilitá-los na opção "Efeitos de transparência", dentro dos ajustes de acessibilidade nas configurações do PC.
O menu Executar já foi reformulado para atender ao padrão de design mais recente, enquanto outras mudanças devem surgir no Explorador de Arquivos. O objetivo é migrar toda a base do sistema para o WinUI 3, framework de design mais atualizado e que pode deixar o computador mais responsivo.
O Grok lançou o Imagine Image 2.0, novo modelo de IA para gerar. O foco da novidade é melhorar a edição de imagens com ferramentas como uma “varinha mágica” para selecionar partes específicas da foto e atalhos rápidos para remover ou desfocar o fundo.
A nova versão já está disponível no site do Grok e no aplicativo da IA para Android e iOS. A desenvolvedora xAI destaca o uso profissional da ferramenta, com destaque para a habilidade de seguir instruções e manter a maior quantidade de detalhes.
Há uma série de modelos personalizáveis para criar edições rápidas, um novo recurso para mudar a proporção da imagem e adaptá-la a diferentes formatos (como feeds verticais e horizontais), além de ajustes rápidos para trocar a cor de um item ou manter o mesmo padrão de design entre imagens.
Novo foco para o Grok
A atualização pode ser uma tentativa de reposicionar o Grok como uma ferramenta profissional e afastar o foco das discussões sobre deepfakes gerados pela IA. Desde o começo do ano, a plataforma é usada para criar imagens eróticas sem consentimentos e já rendeu investigações em diferentes países, incluindo o Brasil.
O Image 2.0 combina o poder conversacional dos geradores de imagens com recursos de edição rápida, o que pode ser útil para padronizar imagens da mesma marca ou criar novas versões de produtos, por exemplo.
O Grok pode se tornar uma alternativa ao ChatGPT Images, modelo da OpenAI conhecido por manter detalhes entre edições e que lidera os testes de benchmark no segmento.
ChatGPT ganhou integração com Photoshop e outros apps
Má notícia para criadores de conteúdo brasileiros: o X (antigo Twitter) vai adotar um novo sistema de monetização e o Brasil não está na lista de países participantes. O programa de Partilha de Receitas será encerrado em setembro e substituído por outro sistema que privilegia publicações autênticas.
O novo recurso de faturamento vai se chamar Programa de Recompensas de Conteúdo Original e começa a receber inscrições a partir de 8 de setembro. De acordo com a empresa, o objetivo é “recompensar quem traz algo novo para o X”, como novas histórias, notícias urgentes e outras contribuições.
O programa terá novos requisitos, como uma assinatura do plano pago X Premium, mínimo de 18 anos de idade, pelo menos 500 seguidores verificados e pelo menos 500 mil impressões na linha do tempo de contas verificadas nos últimos 90 dias.
A mudança pode resolver um problema recorrente no X: a enxurrada de conteúdos repetidos ou copiados. Era comum que perfis verificados replicassem posts de outras pessoas ou forçassem interações em posts virais para aumentar o engajamento e, consequentemente, o faturamento.
Brasil de fora
A decisão surpreende por excluir o Brasil do Programa de Recompensas de Conteúdo Original. Ainda que alguns perfis nacionais cumpram os requisitos da monetização, o país não aparece na lista de regiões que poderão participar da novidade.
O X ainda não revelou se haverá alguma novidade relacionada ao público brasileiro.
O que vai acontecer com o programa antigo?
O Programa de Partilha de Receitas será desativado no dia 7 de setembro e não aceita novas inscrições. A plataforma ainda fará três pagamentos até o final do serviço nos dias 14 de agosto, 28 de agosto e 11 de setembro.
Waze e Google Maps são as duas principais opções para lidar com o trânsito entre os apps de navegação. Ambas as ferramentas pertencem ao Google, mas têm particularidades e podem atender a diferentes públicos.
O Maps é uma plataforma mais abrangente, com suporte a diferentes tipos de transporte, enquanto o Waze é uma alternativa sólida para quem se locomove com carros e motos. Os dois apps trazem dados atualizados sobre congestionamento e rotas alternativas para o dia a dia.
O Canaltech comparou os diferenciais de cada plataforma e explica os melhores cenários para usar cada app:
Disponibilidade
Recursos
Atualizações ao vivo
Diferenças nas rotas
Waze ou Google Maps: qual escolher?
Disponibilidade
Esse é um fator praticamente idêntico para ambas as plataformas: Waze e Google Maps têm aplicativos para celulares (Android e iOS), sistemas automotivos e uma versão Web. É possível sincronizar os dados na mesma conta, então o histórico entre aparelhos pode ser compartilhado.
No caso dos celulares com Android, o Maps vem instalado como padrão, enquanto é necessário baixar o Waze pela Play Store.
Recursos
A experiência básica é muito parecida nos dois apps: digitar o endereço de destino, escolher uma das rotas e seguir as instruções. Recentemente, os apps receberam integração com a IA do Gemini para comandos de voz mais elaborados.
Por outro lado, cada plataforma tem ferramentas exclusivas que diferenciam as experiências de uso.
Os destaques do Google Maps são:
Informações detalhadas sobre estabelecimentos comerciais e pontos de interesse
Download de mapas para navegação offline
Rotas personalizadas para carros, motos, bicicletas, transporte público (com detalhes sobre linhas de ônibus e metrô) e a pé
Widgets de tela inicial no Android e no iOS
Mais formas de visualização dos mapas, incluindo o Street View
Os pontos favoráveis ao Waze são:
Maior acervo de vozes para personalizar a navegação
Preferências por tipo de combustível e lista de preços em postos próximos (atualizada pela comunidade)
Alertas de trânsito mais específicos como lombadas, buracos na pista
Personalização de rotas para evitar conversões difíceis e vias não pavimentadas
Colaboração em tempo real com a comunidade
Atualizações ao vivo
Em metrópoles com muito congestionamento, como São Paulo e Rio de Janeiro, os alertas sobre trânsito são essenciais em horários de pico. Esse é um ponto muito favorável ao Waze, que recebe atualizações em tempo real pela comunidade sobre obras na pista e outros incidentes no dia a dia.
O Google Maps também pode incluir alertas de radares móveis e obras, mas opera com menor frequência e importa dados do rival Waze.
Diferenças nas rotas
É comum ver comentários de pessoas que preferem o Google Maps porque o Waze pode sugerir rotas incomuns. Ambos podem compartilhar dados similares e rotas parecidas na hora de traçar um caminho, então esse é um risco possível para os dois aplicativos.
Por padrão, o Waze sugere três opções de trajetos, incluindo opções sem pedágios ou que evitam rodovias. O Maps pode recomendar menos caminhos.
Waze ou Google Maps: qual escolher?
A decisão varia de acordo com o que cada pessoa procura no aplicativo.
O Google Maps se destaca por ser uma opção mais ampla: o mesmo app concentra informações sobre trânsito, transporte público e estabelecimentos como restaurantes, mercados e pontos turísticos. É uma boa alternativa para quem não usa somente um meio de transporte, por exemplo.
O Waze, por sua vez, é recomendável para quem precisa usar carro ou moto com frequência no dia a dia. Por trazer dados atualizados e contar com uma comunidade muito ativa, é ideal para evitar contratempos no trânsito, enquanto não tem informações tão detalhadas sobre estabelecimentos ao redor como o rival.
O tipo de viagem também é um fator importante na decisão. Vai pegar a estrada para uma longa viagem e sinal instável de internet? O Maps pode ser uma opção melhor pelo download de rotas. Trabalha como motorista de aplicativo ou fica em constante deslocamento em horários de pico? O Waze se destaca por trazer todos os alertas.
Um ajuste simples nas configurações de rede do Windows pode ajudar a evitar malwares no PC: alguns servidores de DNS são configurados para bloquear sites e endereços IP associados a vírus e outras ameaças — e tudo isso pode ser feito de graça.
A mudança de servidor DNS é simples, ajuda a filtrar endereços maliciosos e em alguns casos até deixa a navegação mais rápida porque agiliza o carregamento de páginas da web.
O Canaltech explica o método a seguir:
O que é DNS?
Como mudar o servidor DNS do PC
Servidores com bloqueio de malware
Como mudar o DNS de toda a rede Wi-Fi
O que é DNS?
DNS é a sigla para Domain Name System, ou “Sistema de nomes de domínio”, em tradução livre, e funciona como uma saudosa agenda telefônica para conectar sites a seus respectivos endereços IPs.
Cada página da web é identificada por um endereço IP (aquela combinação numérica separada por pontos), enquanto os endereços de domínio, como canaltech.com.br, servem para facilitar a experiência do usuário. Um servidor DNS faz justamente o trabalho de coletar a URL e associá-la ao seu respectivo IP.
Ao conectar à web, o aparelho pode importar o servidor DNS usado pela provedora de internet por padrão, mas existem soluções próprias do Google e de outras empresas que podem ter recursos adicionais, como o bloqueio de ameaças.
Como mudar o servidor DNS do PC
Neste caso, o servidor usado foi o da Cloudflare com proteção contra malwares. Siga os passos a seguir:
Abra o Menu Iniciar e procure pelo Painel de Controle;
Clique em “Rede e Internet”;
Acesse “Central de Rede e Compartilhamento”;
Pressione “Alterar as configurações do adaptador”;
Escolha o Wi-Fi ou a rede conectada;
Selecione “Alterar as configurações desta conexão” no menu superior;
Acesse “Protocolo IP Versão 4 (TCP/IPv4)”;
Entre em “Propriedades”;
Ative o campo “Usar os seguintes endereços de servidor DNS”;
Insira o endereço 1.1.1.2 e salve.
Também é possível repetir o processo com o protocolo IPv6 na tela de propriedades da rede. Nesse caso, insira o código 2606:4700:4700::1112.
Atenção: trocar o DNS não deve ser a única medida de segurança no PC e não substitui o uso de um antivírus para conter ameaças. A mudança traz uma camada de proteção adicional à navegação pela internet
Servidores com bloqueio de malware
Você pode usar os seguintes servidores para proteger as redes contra ameaças:
Cloudflare
1.1.1.2 (IPv4 primário)
1.0.0.2 (IPv4 secundário)
2606:4700:4700::1112 (IPv6 primário)
2606:4700:4700::1002 (IPv6 secundário)
Quad9
9.9.9.9 (IPv4 primário)
149.112.112.112 (IPv4 secundário)
2620:fe::fe (IPv6 primário)
2620:fe::9 (IPv6 secundário)
OpenDNS
208.67.222.222 (IPv4 primário)
208.67.220.220 (IPv4 secundário)
Como mudar o DNS de toda a rede Wi-Fi
Mudar o servidor DNS do roteador permite que todos os dispositivos conectados recebam a mesma camada de proteção. É necessário encontrar o endereço de IP no aparelho e digitá-lo no navegador para abrir o painel de controle.
Necromancia digital é o termo usado para descrever a recriação da aparência ou da voz de pessoas mortas usando inteligência artificial. A prática ganha espaço com o fácil acesso aos serviços de IA de imagens e vídeos, mas também é o centro de dilemas éticos e sobre o processo de luto.
As redes sociais estão repletas de vídeos virais com celebridades falecidas fazendo tarefas comuns, como assistir a um jogo de futebol e publicações que envolvem a pessoa no “pós-vida”: um exemplo é um vídeo que viralizou do ator Sam Neill, de Jurassic Park, encontrando dinossauros num suposto paraíso, publicado no mesmo dia de sua morte.
A maioria dos posts nas redes não envolve consentimento da família das pessoas, além de abrir brechas jurídicas sobre quem tem os direitos sobre a imagem e a aparência de falecidos.
Necromancia digital e os limites éticos da IA
Os exemplos mencionados são de pessoas famosas, mas a prática pode se estender para praticamente qualquer pessoa falecida que tenha imagens na web — o que é cada vez mais comum em tempos de alta exposição nas redes sociais.
Os geradores de imagens conseguem criar arquivos a partir de uma foto original, mantendo toda a fisionomia das pessoas. No caso dos vídeos, a experiência pode ficar ainda mais fiel com o uso de ferramentas que clonam a voz de alguém a partir de um pequeno trecho.
A reação de cada pessoa a um conteúdo do tipo pode variar com respostas positivas ou negativas, mas a prática em si já esbarra no limite ético sobre o consentimento e até onde a imagem pode ser usada, como aponta o coordenador do Curso Superior de Tecnologia em IA do UniSenac (RS), Victor Hugo Lopes à reportagem do Canaltech:
“A principal questão ética é o consentimento. A pessoa autorizou esse uso em vida? A família concorda? Além disso, existe um limite entre preservar uma memória e criar uma simulação que pode induzir alguém a acreditar que continua interagindo com aquela pessoa. A tecnologia, por si só, não é o problema, o problema é como ela é usada”.
Lopes entende que esses limites podem ser determinados com regras específicas e mecanismos de segurança aplicados pelas empresas que desenvolvem as ferramentas:
“É possível colocar freios, mas eles dependem muito mais de legislação e governança do que da tecnologia em si. Regras sobre consentimento, transparência, identificação obrigatória de conteúdos sintéticos e responsabilização de empresas serão fundamentais”.
Impacto no luto
Um dos pontos de discussão sobre a necromancia digital é o impacto no luto. A IA é usada como um meio para criar um cenário que não existe, mas simular como se fosse algo real.
A psicóloga Cristiane Belmonte explica que há um risco de transformar um recurso tecnológico em um mecanismo de negação, que é uma reação natural que faz parte do processo após perder uma pessoa próxima:
“Em vez de elaborar a perda, a pessoa permanece tentando manter um vínculo que, infelizmente, não existe mais da mesma forma. A tecnologia oferece possibilidades que antes eram inimagináveis, mas precisamos lembrar que ela não pode substituir um processo natural da vida. O luto é doloroso justamente porque precisamos aprender a viver com a ausência e a tecnologia pode atrasar o processo quando impede esse enfrentamento”.
Há, ainda, empresas especializadas em criar chatbots de pessoas falecidas, chamados “deathbots” (“Robôs da morte”, em tradução livre) ou “griefbots” (“robôs do luto”). Os exemplos mostram que a prática já foi transformada em negócio.
O fácil acesso à IA torna isso possível, mas também pode abrir caminho para práticas maliciosas, como alerta Victor Hugo Lopes, do UniSenac:
“O desafio é que a mesma tecnologia que pode ser usada para homenagens ou preservação da memória também pode ser utilizada para manipulação emocional, golpes, desinformação ou exploração comercial da imagem de pessoas que já faleceram. Por isso, a discussão ética e regulatória precisa acompanhar essa evolução tecnológica.
É importante diferenciar empresas que criam um legado digital com consentimento da própria pessoa em vida, de usos não autorizados, em que alguém recria a voz ou a imagem de uma pessoa falecida usando modelos de clonagem de voz ou deepfakes. Tecnicamente é possível fazer ambos, mas eticamente e juridicamente são situações completamente diferentes”.
Quem tem os direitos sobre uma pessoa falecida?
Há um impasse jurídico, visto que existem diferenças entre as leis de cada país sobre o uso da imagem de uma pessoa após a morte. O uso da imagem de uma pessoa sem consentimento para criar uma foto ou vídeo com IA já é problemático e a situação fica ainda mais delicada nesses casos.
O advogado Mestre e Doutorando em Teoria do Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pedro Amorim de Souza, informa que a lei brasileira determina que apenas a pessoa falecida tem direito sobre o uso da própria aparência após a morte:
“A resposta jurídica, a princípio, é de que somente a própria pessoa falecida pode autorizar sua recriação pós-morte. No direito brasileiro contemporâneo, nenhuma outra figura, nem cônjuge, nem filhos, nem herdeiros, possui esse poder. Isso porque os direitos da personalidade, que incluem imagem, voz, expressões, trejeitos e forma de se manifestar, são intransmissíveis e extinguem-se com a morte, quando, de acordo com o art. 6º do Código Civil, deixa de existir a pessoa natural”, comenta.
O WhatsApp começou a testar um novo visual para as mensagens no iPhone. De acordo com o site WABetaInfo, a versão Beta mais recente do app para iOS tem formas mais arredondadas e visualização sem bordas para fotos e vídeos.
A primeira mudança está nos balões de mensagens, que ganham bordas mais arredondadas e ficam mais parecidas com um formato de pílula em recados de texto. A versão padrão do app também tem curvas, mas o efeito é mais sutil.
A maior diferença está ao receber fotos e vídeos: o aplicativo removeu a borda que cobre a miniatura das imagens e deixa um visual mais parecido com o Direct do Instagram, por exemplo.
Vale destacar que os ajustes apareceram apenas na versão Beta do aplicativo e ainda não estão disponíveis para o público geral, sem previsão de lançamento.
Mudanças recentes na interface do WhatsApp
O visual WhatsApp para iPhone mudou bastante desde o ano passado com a chegada do estilo de design Liquid Glass no iOS. A Meta lançou uma série de atualizações no app para adaptá-lo à interface com elementos transparentes e flutuantes.
O efeito de vidro pode ser encontrado logo na tela inicial do app com o menu inferior e os ícones no topo da tela. Além disso, o app já testa elementos transparentes dentro da conversa, incluindo um espaço flutuante na caixa de texto para as mensagens.
A Meta lançou um novo selo de verificação gratuito para contas do Facebook. O objetivo é garantir que o perfil é real e evitar a presença de contas falsas com IA.
A verificação exige apenas o envio de selfies e compara a sua imagem com as fotos de perfil da conta. Após a conclusão, o selo fica exibido no próprio perfil, em grupos e nas plataformas Namoro e Marketplace — a Meta tem planos de levar o recurso aos posts no Feed no futuro.
“Enquanto a IA facilita fazer mais no Facebook, um sinal claro que diferencia pessoas reais se torna essencial”, explica a Meta em nota oficial. A novidade começou a ser liberada hoje (24) em mercados selecionados e deve ser expandida em breve, mas ainda não está disponível no Brasil em teste feito pelo Canaltech.
Quem pode obter o selo de verificação?
O selo está disponível para perfis com pelo menos 18 anos de idade e que atendem aos requisitos de boas práticas com os padrões da comunidade. A Meta não especifica os termos, mas reforça que o método é dedicado para pessoas que não praticam golpes ou fraudes na rede social.
Qual a diferença para o Meta Verified?
O selo serve apenas para atestar que um perfil é real e tem um design mais simples. É uma proposta diferente do Meta Verified, serviço de assinatura para Facebook e Instagram que garante o selo azul ao lado do perfil.
O Verified é um plano pago que inclui benefícios adicionais, como destaque na busca e mais opções para personalizar a conta com links. O serviço é direcionado para marcas e criadores de conteúdo, enquanto a novidade anunciada pela empresa é gratuita e voltada a contas pessoais.
O Firefox conta com um novo recurso chamado Multi-Account Containers (“Contêineres de múltiplas contas”, em tradução livre). A ferramenta permite abrir abas na mesma janela com perfis diferentes do navegador, incluindo as contas pessoais e profissionais.
Os navegadores têm suporte a múltiplos perfis, mas cada um opera numa janela separada (como escolher um perfil da Netflix ou de outro streaming). No caso do Firefox, é possível manter todo o trabalho numa única janela, mas cada aba é vinculada a um dos acessos e separadas por cores.
O aplicativo permite até acessar abas do mesmo site no computador, mas com logins diferentes. É possível abrir uma aba do Gmail para acessar o e-mail pessoal e outra com a caixa de entrada do e-mail corporativo, por exemplo.
Como o recurso funciona?
O Firefox divide as abas e os respectivos perfis em “contêineres”: cada um tem informações próprias de login, mas compartilham o mesmo ambiente da janela do navegador. Existem opções para personalizar cada seção, como aplicar VPN a uma aba específica ou determinar que um site seja sempre aberto num único contêiner.
Visualmente, cada contêiner recebe uma cor específica, então as abas são diferenciadas por etiquetas.
Como usar os contêineres para organizar abas do Firefox
A ferramenta funciona a partir de uma extensão que precisa ser adicionada ao navegador:
A Microsoft confirmou que o Windows tem um código identificador global para cada dispositivo. O recurso é usado para monitorar o licenciamento do sistema operacional, mas também pode ser usado por agências de segurança para monitorar e vincular uma pessoa a um computador, por exemplo.
O “CPF do Windows” recebe o nome de Identificador Global de Dispositivos (GDID, na sigla em inglês) e não pode ser removido: o registro é criado ao configurar um computador novo ou acessar uma conta Microsoft.
O código é atrelado ao aparelho e armazenado localmente, mas a MS pode acessá-lo nos relatórios recebidos sobre o dispositivo, de acordo com o site Windows Latest.
A medida levanta algumas preocupações sobre privacidade, visto que não existe uma tela de consentimento sobre o processo ou algum caminho para ocultar os dados. Por outro lado, reforça um uso da MS em apurações policiais.
Identificador foi usado em investigação do FBI
O GDID veio à tona após ser usado durante uma investigação do FBI (agência de segurança dos EUA) para encontrar um hacker chamado Peter Stokes, acusado de participar de um grupo responsável por invadir os sistemas de uma loja de joias de luxo dos EUA.
O identificador sinalizou que Stokes fez diversas ações em países diferentes usando o mesmo computador com Windows, o que possibilitou uma operação para localizá-lo.
A Microsoft não comentou os desdobramentos do GDID publicamente e não ofereceu mais informações além do conteúdo mencionado na denúncia do FBI.
Marcado por elementos transparentes, o design Liquid Glass não é unanimidade entre usuários de iPhones, iPads e Macs. No entanto, a Apple traz algumas opções para suavizar o efeito de vidro no iOS.
Ajustes nas configurações permitem alterar o nível de transparência e diminuir o impacto de algumas animações do sistema, o que pode ajudar muito quem se incomoda com a interface.
A maior parte das mudanças envolve as configurações de acessibilidade do sistema, mas também existem comandos disponíveis nas telas para trocar a aparência do iPhone. Saiba mais a seguir:
5 formas de suavizar o visual do iOS
Confira algumas dicas:
Ajustar o nível de transparência
Reduzir movimentos
Diminuir a transparência
Alterar efeitos de brilho
Usar o tema escuro
1.Ajustar o nível de transparência
A primeira dica é a mais direta: o iPhone tem um campo para ajustar o nível de transparência em diferentes elementos da interface. Basta acessar o app Ajustes, abrir a tela “Aparência” e acessar a seção do Liquid Glass.
No iOS 26, o ajuste é feito apenas com os modos “Claro” (mais transparente) e “Tingido” (mais opaco). O iOS 27, já disponível em versão Beta, traz um seletor para ajustar o nível manualmente.
2. Reduzir movimentos
Outra função disponível na tela de aparência do iOS é o “Reduzir movimento”, usado para suavizar diversas animações do sistema operacional que recorrem aos efeitos transparentes. O modo pode causar estranheza no começo por mudar muitas transições do iPhone, mas é uma alternativa para conter o Liquid Glass.
3. Diminuir a transparência
As configurações de acessibilidade do iPhone têm uma ferramenta para diminuir a transparência e aumentar o desfoque na interface. O modo é diferente do ajuste direto do Liquid Glass e foca em aumentar a legibilidade.
Para ativar, abra a tela de Acessibilidade no app Ajustes, entre em “Tela e Tamanho do Texto” e ative “Reduzir transparência”.
4. Alterar efeitos de brilho
O comando “Reduzir brilho” na mesma tela de acessibilidade permite diminuir alguns dos efeitos de luz ao interagir com o teclado e outros botões do iOS. É mais uma alternativa para “driblar” os efeitos de vidro.
5. Usar o tema escuro
O tema escuro do sistema aumenta o contraste e pode amenizar alguns efeitos brilhantes causados pelo Liquid Glass. Para mudar, basta acessar a tela “Aparência” e escolher a opção.
Compare a mudança numa das telas do iOS com todos os ajustes aplicados:
A União Europeia determinou que o Google deve abrir serviços digitais do sistema Android e da busca para outros concorrentes do mercado de IA. A medida foi anunciada na última quarta-feira (15) e vale para o bloco de países europeus.
As novas regras fazem parte de um conjunto de decisões para adequar a Gigante das Buscas à Lei dos Mercados Digitais da UE, que regulamenta a atividade das principais Big Techs na região.
Um dos destaques envolve liberar serviços de ativação de voz para os concorrentes, como a OpenAI, que poderiam inserir alternativas ao “OK, Google” nos celulares.
Quais serviços do Google foram afetados?
As regras exigem a abertura de 11 recursos do sistema Android para que as empresas consigam competir com o Gemini.
Além de liberar a ativação por voz, o Google também precisa fornecer acesso à tecnologia para automatizar tarefas, como pedir um táxi ou serviço de delivery com IA. Vale lembrar que esse é um dos principais destaques da Inteligência Gemini, anunciada para Android no primeiro semestre deste ano.
Por fim, a Big Tech ainda terá que compartilhar dados anônimos usados para aprimorar serviços de busca aos concorrentes no segmento de IA.
As mudanças serão aplicadas globalmente?
Não. As medidas valem apenas para a atuação do Google na UE e devem ser aplicadas a partir do ano que vem em atualizações no Android.
O que diz o Google?
Em nota, o Presidente de Assuntos Globais do Google, Kent Walker, reclamou da decisão.
Walker afirma que as regras trazem um risco de “comprometer salvaguardas vitais de privacidade e segurança para milhões de europeus”. O porta-voz também demonstrou preocupação em expor as pesquisas privadas das pessoas a empresas desconhecidas.
A equipe de segurança da OpenAI apresentou o GPT-Red na última quarta-feira (15). O modelo de IA tem o objetivo de executar práticas de red-teaming, processo em que uma equipe interna simula ataques hackers para testar os mecanismos de defesa de uma plataforma.
O GPT-Red foi treinado para dar suporte à equipe que faz os testes de segurança e moldou o desenvolvimento do GPT-5.6 Sol, o modelo mais potente do ChatGPT até então. A IA foi refinada para combater os ataques de injeção de prompt (quando o comando possui instruções escondidas que levam a IA a fazer algo indevido).
De acordo com os pesquisadores da empresa, o modelo foi treinado por aprendizado de reforço e agora funciona de forma automatizada para identificar vulnerabilidades e consertá-las antes mesmo de serem distribuídas.
O GPT-Red é perigoso?
O modelo da OpenAI é capaz de hackear um sistema, mas não é uma “ferramenta do mal”: o GPT-Red é usado apenas para testes internos de segurança e não foi liberado ao público geral.
Em nota, a empresa argumentou que o red-teaming feito por humanos é uma parte essencial, mas esbarrava em alguns limites de escalabilidade. A própria IA permite desenvolver ameaças em ritmo e volume muito maior, então foi necessário usar a tecnologia para resolver o problema na mesma medida.
A Meta anunciou que vai informar pais e mães se os filhos menores de idade conversarem sobre temas sensíveis com a Meta AI, incluindo suicídio e automutilação. A medida vale para as contas conectadas ao sistema de controle parental do Instagram.
A empresa não vai compartilhar a conversa exata com o assistente, mas enviará uma notificação aos tutores para alertar sobre o tema da interação. Por padrão, a Meta AI automaticamente responde aos prompts do tipo com atalhos para canais de apoio e dicas para procurar ajuda.
A empresa criou um sistema de IA em contato com especialistas para identificar quais conversas devem ser categorizadas como sensíveis. Além disso, o processo passa por revisão manual antes de enviar a notificação aos pais.
O recurso inicialmente está disponível em Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido, com previsão de chegar a mais países até o final deste ano.
Instagram tem recurso parecido na busca
A medida é mais um esforço da Meta para conter atividades perigosas entre menores de idade no Instagram, que ganha força desde o ano passado após pressões regulatórias.
Tudo isso ocorre dentro de um sistema de controle parental criado pela Meta no qual adultos conseguem ter informações sobre atividades dos filhos nas redes, além de estabelecer limites de uso.
Donos de celulares da Samsung identificaram um bug incomum com a Bixby: a assistente deixou de responder aos pedidos em áudio e mostra apenas um feedback de texto. O caso foi relatado no fórum da fabricante para a comunidade, segundo o site Android Authority.
A Bixby ganhou um chatbot em texto com a One UI 8.5, mas ainda funciona da forma padrão com ativação por voz (o que pode ser ideal para quando a pessoa está longe do celular, por exemplo). No entanto, os comentários recentes indicam um problema em que ela não emite nenhum som.
Os casos foram registrados na Coreia do Sul e a marca não se pronunciou sobre o ocorrido até o momento.
O que mudou na Bixby?
Normalmente preterida pelo Google Assistente e pelo Gemini, a Bixby recebeu uma grande reformulação com a atualização para a One UI 8.5. A ferramenta ganhou um aplicativo próprio nos moldes de ChatGPT, Gemini e Claude para funcionar como um chatbot de IA generativa.
A assistente da Samsung agora tem maior capacidade de entender e manter conversas longas, além de executar tarefas entre apps. Caso seja necessário fazer uma busca pela web, a ferramenta também é conectada com a Perplexity para trazer respostas atualizadas.
O Instagram liberou dois novos recursos para o Instants: tirar fotos com as duas câmeras ao mesmo tempo e gravar vídeos curtos. A informação é do site MacMagazine.
A novidade deixa o Instants parecido com a rede social BeReal, que fez sucesso em 2022. O concorrente envia uma notificação para publicar uma única imagem espontânea por dia, sem filtros ou edições, e mostra o resultado gravado pelas duas câmeras.
O acesso às câmeras frontal e traseira só está disponível em celulares compatíveis com o recurso, como é o caso do iPhone 17 Pro. Alguns modelos topo de linha também contam com o modo de gravação de forma nativa no Android 17.
O modo de vídeos está disponível no iOS ao pressionar e segurar o botão do obturador e os clipes possuem a mesma duração das imagens.
O que é o Instants do Instagram?
O Instants é um recurso criado pela Meta para postar fotos espontâneas e sem edição no Instagram. As imagens podem ser acessadas por até 24 horas e apenas amigos (contas que você segue e o seguem de volta) podem visualizar.
Ao contrário dos Stories, a ferramenta não tem nenhum recurso de edição, filtro ou suporte para texto. A Meta ainda criou um aplicativo próprio do modo para acessar a câmera rapidamente.
Um cliente de uma hamburgueria em São José dos Pinhais (PR) tentou aplicar um golpe no estabelecimento com ajuda de IA: a pessoa criou uma imagem com uma barata dentro do lanche e exigiu o reembolso. A informação é do portal G1.
O caso foi relatado pelo próprio dono da hamburgueria. O cliente pediu o reembolso horas após o pedido com uma foto da barata artificial e uma mensagem para informar que o lanche ainda estaria com a embalagem aberta.
O proprietário, então, identificou algumas imprecisões na imagem: a barata parecia limpa demais e os molhos não estavam na posição certa do lanche, o que indicava uma possível manipulação. A empresa enviou um motoqueiro para retirar o pedido no endereço, mas não foi atendida pelo cliente.
A edição com imagens para golpes com um benefício financeiro pode ser considerada uma tentativa de estelionato.
Como identificar uma imagem feita por IA
As IAs geradoras de imagens estão cada vez mais refinadas e com resultados realistas, mas ainda existem alguns truques para verificar o que é real ou não:
Compare a iluminação da foto final com a imagem original;
Verifique se há uma marca d’água nas extremidades da foto;
Procure por inconsistências nas sombras e no fundo da imagem.
O Google possui uma marca d’água invisível chamada Synth ID para identificar todos os conteúdos criados com as ferramentas de inteligência artificial da empresa. Nesse caso, é possível perguntar para o Gemini se uma imagem foi manipulada ou não (mas a medida não vale para criações feitas no ChatGPT ou em outras plataformas).
A Microsoft vai forçar a atualização do Windows 11 25H2 em computadores domésticos. A medida vale para todos os PCs com as versões Home ou Pro do sistema operacional e que não são administrados por uma rede de TI e pode ser uma forma de "preparar o terreno" para a versão 26H2.
A versão H2 é uma grande atualização anual do Windows, liberada sempre no segundo semestre. A instalação é bem mais sutil em comparação com edições anteriores, visto que o 25H2 (2025) foi desenvolvido com a mesma base da versão 24H2 (2024).
A Microsoft usa um método de distribuição chamado “Enablement Packages” (eKB) para ativar componentes que já estão inclusos no sistema, deixando o processo mais leve e rápido, sem exigir horas de instalação.
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Microsoft vai levar o Windows 11 25H2 automaticamente para computadores pessoais (Imagem: Unsplash/Sunrise King)
A migração para o Windows 11 25H2 deve acontecer até para computadores com a versão 23H2, descontinuada pela MS. A empresa mudou a política de distribuição em maio deste ano para informar que qualquer aparelho com as edições Home e Pro do sistema receberá a versão mais recente — antes, a medida era restrita para aqueles com a versão liberada em 2024.
A distribuição do update ocorre de forma gradual a partir de um modelo de aprendizado de máquina: segundo a Microsoft, os dispositivos são atualizados quando estiverem “prontos”, como uma forma de garantir performance e segurança no uso diário. Por outro lado, é possível baixar a compilação manualmente via Windows Update, na tela de configurações.
Windows 26H2 vem aí
A atualização forçada é uma forma de preparar os computadores para o Windows 11 26H2, a próxima grande atualização anual do sistema. A versão 24H2 perde suporte oficial quando a nova edição chegar, então faz sentido acelerar o processo.
A compilação já foi liberada para testes na plataforma Insider. O lançamento para o público geral deve ocorrer a partir de setembro e segue a mesma estrutura das outras versões: distribuição via eKB, com pequenas substituições no lugar de trocar todo o sistema operacional.
A empresa prevê que o download do 26H2 será similar a uma atualização mensal do sistema na maioria dos computadores.
O Google atualizou a integração do Gemini no Android e agora permite acessar algumas das principais funções da IA sem abrir o aplicativo. A mudança está no menu suspenso do assistente, que passou a mostrar mais atalhos na tela.
A versão anterior do menu, exibido a partir do ícone de “+” no Gemini, permitia criar imagens e acessar a Inteligência Personalizada. A atualização traz o “pacote completo” com atalhos para criar vídeos, abrir o Canvas, usar a ferramenta de aprendizado e gerar músicas.
A única ausência em comparação com o app do Gemini é o atalho para usar o modo Deep Research. De acordo com o site 9to5Google, a novidade está disponível a partir da versão 17.32 do app do buscador na Play Store.
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Menu suspenso do Gemini no Android tem mais opções (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)
O acesso sem barreiras é uma alternativa interessante para consolidar o Gemini como a principal opção para usar IA nos celulares, dispensando o uso de apps específicos. Vale lembrar que a Apple também quer seguir um caminho parecido com a Siri, integrada por todo o iOS.
Como abrir o menu suspenso do Gemini no Android
O menu suspenso está disponível em três formas diferentes:
Manter o botão de energia pressionado;
Usar o comando “Hey, Google”;
Pressionar o botão central do menu inferior (abre o Circule para Pesquisar).