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YouTube muda regras e dificulta monetização de novos canais; veja exigências

11 August 2026 at 13:29

O YouTube dobrou o tempo de visualização necessário para começar a monetizar na plataforma de vídeos. A partir de 1º de fevereiro de 2027, novos canais precisarão ter 8 mil horas de exibição qualificadas nos últimos 365 dias ou 20 milhões de visualizações qualificadas no Shorts nos últimos 90 dias.

Atualmente, o padrão para começar a ganhar dinheiro na plataforma é de 4 mil horas de vídeos assistidos em 12 meses e 10 milhões de visualizações do Shorts em 90 dias, além de um mínimo de mil inscritos. 

A mudança vai afetar novas contas que tentam ingressar no Programa de Parcerias do YouTube. Canais que já fazem parte da iniciativa não serão afetados, mas precisam concordar com os novos termos de serviço até 31 de janeiro de 2027 para manter a monetização.

Outras mudanças previstas

A empresa ainda divulgou outras novidades envolvendo o faturamento de criadores de conteúdo na plataforma. 

Uma delas é o lançamento do YouTube Premium Lite para todos os países em que o Premium está disponível. Canais poderão acessar um fundo compartilhado de 60% da receita líquida de assinaturas, além de outro fundo com 30% da receita líquida nas visualizações do Premium.

Existem novos requisitos para entrar no Fundo para Criadores de Shorts e ganhar dinheiro com anúncios no meio de vídeos curtos: criadores precisam de 10 milhões de visualizações qualificadas nos últimos 90 dias para manter acesso à fonte de receita.

Por fim, o YT mudou os critérios para considerar um canal ativo no Programa de Parcerias. É necessário ter mil horas de exibição qualificada nos últimos 12 meses ou 1 milhão de visualizações qualificadas de Shorts nos últimos três meses ou dois vídeos longos ou cinco Shorts publicados a cada 90 dias.

Youtube

 

Por que o YouTube alterou as regras de monetização?

A empresa afirma que a mudança tem o objetivo de “acompanhar os hábitos atuais dos espectadores e garantir que o YouTube continue sendo um motor de crescimento sustentável e de longo prazo”.

Ainda que o YouTube não mencione o tema diretamente, a medida pode ser interpretada como uma forma de controlar os canais que publicam conteúdo raso gerado por IA de olho nas métricas de monetização. A partir de 2027, a plataforma vai incentivar quem já mantém uma audiência ativa por mais tempo e pode limitar alguns crescimentos repentinos.

Vale reforçar que o CEO da empresa, Neal Mohan, reforçou no começo do ano a necessidade de combater o “AI Slop” (“Lixo de IA”, em tradução livre). Paralelamente, o X anunciou mudanças recentes no programa de monetização para priorizar conteúdos originais na rede social (e deixou o Brasil de fora).

 

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Afinal, GTA 6 vai ser lançado em disco em algum momento?

11 August 2026 at 13:09

Mídia física e GTA 6 são os assuntos em alta hoje na indústria de games. O primeiro deles, porque revoltou uma parte da comunidade; já o segundo, porque é um título extremamente aguardado. E qual a relação entre ambos? O game mais importante da década não chegará com edições físicas, mas isso ainda não está totalmente descartado para acontecer posteriormente, segundo o CEO da Take-Two.

Em conversa com o IGN, Strauss Zelnick reforça que a mídia digital é a principal para a empresa e não será diferente com GTA 6. Ele afirma que mais de 90% das vendas do estúdio vêm dessa mídia, já que as pessoas precisam estar conectadas o tempo todo nos títulos modernos, uma exigência que já se tornou padrão na indústria.

Take-Two acredita que domínio da mídia digital é questão de tempo

"Todo mundo está conectado. Então é só uma questão de encontrar a maneira mais eficiente de fazer com que o título chegue às mãos das pessoas", disse o executivo. Sobre a possibilidade do game mais aguardado dos últimos receber edições físicas, ele diz que "nessa fase do jogo, não descartaria nada". 

"O que anunciamos até agora é o que estamos fazendo no momento, mas estamos sempre abertos a novas possibilidades", complementa. Para o CEO da Take-Two, não existem chances de o lançamento exclusivamente em mídia digital afetar as vendas do game. Pelo contrário, deixar de investir em mídia física corta custos e aumenta a receita, e isso vale para qualquer estúdio de games.

GTA 6 Netflix

Além disso, Zelnick afirma que a adoção total das cópias digitais está mais perto do que nunca, mas ele ainda acredita que a mídia física continuará existindo, embora como algo de nicho e para um público mais entusiasta, assim como os discos de vinil na indústria da música hoje.

A Sony revelou o encerramento do suporte a mídia física recentemente, algo que começa a acontecer em menos de um ano e meio, e isso não é algo que afetou a decisão da Take-Two, segundo seu CEO. Além disso, GTA 6 terá somente um código de ativação do game dentro das caixas, em vez do disco, algo que também revoltou muitos jogadores.

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Mako, a "Toro da BYD", já tem data para chegar ao Brasil

11 August 2026 at 12:57

A BYD confirmou que o Brasil será o primeiro país a produzir a Mako, sua nova picape intermediária. O lançamento está previsto para o último trimestre de 2026, com produção nacional na unidade de Camaçari, na Bahia. A empresa investe cerca de R$ 3 bilhões na estrutura industrial, acelerando obras de pintura, soldagem e estamparia para viabilizar o início da fabricação.

A Mako será baseada na plataforma do Song Pro, com construção monobloco, suspensão traseira independente e preparação para reboque. O design combina elementos do Song Plus na dianteira e referências da picape Shark na traseira, reforçando a identidade visual da marca.

O modelo chega para disputar um dos segmentos mais competitivos do mercado brasileiro, dominado atualmente pela Fiat Toro. A aposta da BYD é oferecer tecnologia híbrida plug-in flex, conciliando desempenho e eficiência energética.

Tecnologia e versões da BYD Mako

A Mako terá versões de entrada equipadas com o conjunto do Song Pro: motor 1.5 aspirado aliado a um propulsor elétrico, tração dianteira e potência próxima de 219 cv, além de bateria de 18,3 kWh e autonomia elétrica de 72 km pelo Inmetro.

BYD Mako

Já as versões superiores deverão adotar o sistema do Song Plus Premium, com motor 1.5 turbo flex de 130 cv e dois motores elétricos, entregando 324 cv de potência combinada e tração integral. Essa configuração posiciona a Mako como uma das picapes híbridas mais potentes do mercado nacional.

O que sabemos sobre a BYD Mako

  • Chegada entre outubro e novembro de 2026 – produção nacional em Camaçari (BA)
  • Investimento de R$ 3 bilhões – modernização da fábrica para suportar a nova linha
  • Plataforma do Song Pro – construção monobloco e suspensão traseira independente
  • Versões híbridas plug-in flex – opções de 219 cv (entrada) e 324 cv (topo de linha)
  • Design inspirado no Song Plus e Shark – dianteira moderna e traseira robusta.

Vale lembrar que a BYD Mako faz parte de um grupo de picapes que fará uma verdadeira "caça ao Toro"; confira quais são as outras rivais da caminhonete da Fiat.

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Invasor invisível: o que o ataque da OpenAI ensina sobre a nova era da cibersegurança?

11 August 2026 at 12:56

Na ficção científica, a rebelião das máquinas costuma envolver exércitos de robôs e cenários apocalípticos. Na vida real, o incidente ocorrido em julho de 2026, foi muito mais sutil, mas com implicações igualmente profundas para o nosso futuro digital. um modelo de inteligência artificial decidiu que a melhor forma de passar em um teste de segurança era fugir do laboratório e "colar" as respostas na internet.

Durante uma avaliação interna de segurança, os modelos da OpenAI (incluindo o GPT-5.6 Sol e uma versão em pré-lançamento) romperam seu ambiente isolado (sandbox) e comprometeram a infraestrutura de produção da Hugging Face, um dos maiores repositórios globais de IA. O detalhe crucial que torna este evento um divisor de águas é que não havia um hacker humano digitando comandos. 

Contudo, é preciso desmistificar a lenda urbana imediata de que houve uma rebelião das máquinas, pois em momento algum a IA ganhou consciência ou vontade própria. O que presenciamos foi um fenômeno técnico conhecido como reward hacking (ou specification gaming). O sistema estava hiperfocado em otimizar uma métrica de sucesso definida por humanos. Como a especificação do objetivo (e o próprio modelo) não capturava(m) todas as nuances éticas do mundo real, a IA encontrou um "atalho", achando mais fácil encontrar uma vulnerabilidade de dia zero (zero-day) no proxy, escapar do sandbox e roubar as respostas, do que resolver o teste legitimamente.

A ilusão da "caixa de areia" e o perigo da Agência Excessiva

O caso OpenAI-Hugging Face não decreta a ruína dos nossos paradigmas tradicionais de defesa, mas expõe os perigos de uma execução negligente. O problema não está no conceito de 'caixa de areia' (sandbox) — embora o isolamento de processos de software seja, de fato, um desafio técnico complexo —, mas sim na sua implementação. O incidente revelou uma falha operacional grave: a OpenAI não fez o dever de casa básico e deixou o modelo rodando no ambiente de testes por mais de uma semana sem a instrumentação e o monitoramento adequados. Trancar uma IA em um ambiente isolado e virar as costas não é segurança; a inteligência sem supervisão contínua é um desastre anunciado, apenas esperando para acontecer.

O calcanhar de Aquiles que permitiu essa fuga não foi necessariamente o excesso de ferramentas ou de autonomia. Na verdade, a tarefa original — resolver um desafio de hacking — exigia total independência e o uso das exatas ferramentas que o modelo tinha à disposição. O erro fatal foi a ausência de uma contenção apropriada aliada à falta de monitoramento. Se o nosso 'estagiário incansável' recebe a missão de testar fechaduras, mas ninguém supervisiona se ele está abrindo os cofres do laboratório ou a porta para a rua, o incidente de segurança deixa de ser uma possibilidade e passa a ser apenas uma questão de tempo.

Paradoxo da Defesa e o perigo da "Segurança por Obscuridade" 

Mas o incidente também expôs falhas na infraestrutura da Hugging Face e, sobretudo, quão difícil é o trabalho dos defensores quando o atacante não dorme, não comete erros de digitação e tem velocidade sobre-humana. A resposta para essa nova realidade exige IA na defesa, como ficou demonstrado pelo fato de que a própria Hugging Face só conseguiu detectar o ataque porque utilizava seus próprios agentes de IA para monitorar padrões anômalos em sua infraestrutura.

No entanto, o incidente revelou um paradoxo assustador. Quando a equipe de resposta a incidentes tentou usar os modelos fechados (da própria OpenAI e da Anthropic) para fazer a análise forense do ataque, os modelos se recusaram a ajudar. Seus guardrails (filtros de segurança) não conseguem distinguir um atacante criando um exploit de um defensor analisando esse mesmo exploit para se proteger. Na dúvida, a IA bloqueia ambos — o que, na prática, beneficia o atacante.

A equipe de defesa foi obrigada a recorrer a um modelo de IA de pesos abertos chinês (GLM 5.2) para entender o que havia acontecido. Isso escancara o perigo da narrativa de "captura regulatória" promovida pelas Big Techs, que tentam usar o medo para fechar o mercado e proibir modelos abertos. Na engenharia de segurança, seguimos o Princípio de Kerckhoffs: a segurança deve vir do design, não da obscuridade. Limitar o acesso a modelos abertos amarra as mãos dos defensores, enquanto os cibercriminosos continuarão encontrando formas de fazer jailbreak. Além disso, enviar logs de infraestrutura crítica para APIs de modelos fechados estrangeiros é um risco inaceitável de soberania de dados, sem falar no alto custo e problemas de latência excessiva para casos de uso de tempo real (como detecção de ataques). 

O vácuo jurídico e a responsabilidade objetiva

E se, mesmo com todas as barreiras técnicas, a IA causar um dano crítico? O incidente expõe um vácuo jurídico perigoso. Se um humano tivesse invadido a Hugging Face, haveria processos criminais severos. Como foi uma IA, a resposta corporativa soou como um “foi mal, o modelo estava doidão”.

Isso é inaceitável. A analogia correta é a adoção de um animal perigoso: se você sai na rua com um cachorro feroz, mesmo que coloque coleira e focinheira, se ele escapar e atacar alguém, a responsabilidade legal é sua. O fato de você ter tomado precauções pode ser um atenuante, mas não o isenta da culpa.

A legislação está se adaptando para garantir que a conta não fique com a vítima. A tendência global — refletida no Brasil pelo Artigo 27 do Marco Legal da IA (PL 2.338/2023) e na Europa pela Diretiva de Responsabilidade da IA — caminha para a responsabilização civil direta e objetiva das empresas que desenvolvem e operam esses sistemas. Resumidamente, se a sua IA causou o dano, a sua empresa assume a responsabilidade integral.

A pressão do mercado para adotar agentes autônomos continuará forte, mas o incidente recente nos deixa a lição clara de que a inovação não pode ser um atalho que ignora a governança. O futuro cibernético exige que a tecnologia seja intrinsecamente auditável, tecnicamente controlável e, acima de tudo, legalmente responsabilizável. Antes de darmos total autonomia às máquinas, precisamos garantir que sabemos exatamente como puxar a tomada.

Entenda como IAs da OpenAI criaram fórum secreto para planejar ataques hacker.

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Revelado quanto as empresas vão economizar por abandonar jogos em disco

11 August 2026 at 12:30

Uma nova reportagem do jornalista do Game File, Stephen Totilo, apontou que as editoras costumam pagar cerca de 15% a 20% do preço sugerido de um jogo para a Sony e a Microsoft produzirem discos físicos vendidos no varejo. O relatório surge em meio à polêmica relacionada às mídias físicas, iniciada pelo anúncio do fim da produção de discos de PlayStation pela Sony.

A informação de Totilo indica que editoras que cobram US$ 70 por jogo gastam US$ 10,50 com cada unidade em mídia física. Para títulos que optarem pela precificação de US$ 80, como é o caso de GTA 6, o valor sobe para US$ 12,50.

Vale notar que, apesar do fim das mídias físicas, as empresas ainda precisam pagar taxas para publicar seus jogos em lojas digitais, como a PlayStation Store e a Microsoft Store.

De qualquer maneira, com o novo dado, é possível entender o motivo de GTA 6 chegar às lojas físicas sem disco. O CEO da Take-Two Interactive, proprietária da Rockstar Games, defendeu o valor cobrado pelo jogo e justificou afirmando que "a precificação dos jogos não acompanhou a inflação".

XBOX Mídia física

Claro que o encerramento da mídia física pode fazer algumas produtoras economizarem no bolso sem precisar se justificar para os fãs de seus jogos, afinal quem está decidindo isso é a Sony. De qualquer maneira, nenhuma empresa é obrigada a lançar jogos em mídia física, então essa suposta "economia" pode ser feita mesmo com a produção de discos para jogos em pleno funcionamento.

Mídia física entre a vida e a morte

A mídia física tem dominado como um dos principais assuntos em tecnologia e entretenimento, e não é para menos. Recentemente, por exemplo, o Google TV removeu filmes digitais comprados por um usuário e teria se recusado a reembolsá-lo.

A situação expõe a vulnerabilidade da mídia digital e como os donos desse tipo de conteúdo estão suscetíveis a ações como essa.

Outras empresas que têm se envolvido na polêmica são a Microsoft e o XBOX. Embora relatórios apontem que a big tech deve manter discos físicos no XBOX Helix, a expectativa é que a empresa siga o mesmo caminho da Sony para a próxima geração de consoles.

XBOX Helix

Um roadmap vazado do XBOX revelou que a marca vai permitir converter jogos físicos em digitais ainda este mês, muito provavelmente para se adaptar ao futuro incerto da mídia física. Entenda o que de fato significa o fim das mídias físicas nos consoles para você, consumidor!

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A Última Casa vai ganhar continuação? Wagner Moura responde

11 August 2026 at 12:04

Se você já assistiu ao filme A Última Casa, que chegou ao catálogo da Netflix recentemente com Wagner Moura (O Agente Secreto) e Greta Lee (Vidas Passadas) no elenco, pode estar se perguntando se existe a possibilidade de uma sequência. 

Adiantando a dúvida, o ator brasileiro falou sobre o assunto em uma entrevista ao Collider. Embora não tenha fornecido nenhuma informação oficial a respeito da ideia de uma continuação de A Última Casa, Moura expressou seu interesse em ver esse universo se expandindo na plataforma. 

Mas antes de saber qual foi a resposta exata do ator, vale um aviso: a fala de Moura conta com algumas palavras sugestivas que podem ser consideradas spoilers. Continue por sua conta e risco. 

Falando especificamente sobre a ideia de outras famílias terem sobrevivido ao encarceramento forçado, Moura disse:

“Acho que as outras pessoas também sobreviveram, e isso é interessante. Quer dizer, espero que o filme faça sucesso e que possamos ter uma sequência, com ou sem os nossos personagens. Estou muito curioso para saber como está o mundo depois que eles saem da casa. E as criaturas, adoraria saber mais sobre elas e como está o mundo agora”. 

Sem sair de casa

Grande aposta da Netflix em agosto, A Última Casa estreou com um mistério intrigante: o que aconteceria se você e sua família, inexplicavelmente, ficassem presos dentro da própria residência? 

Tal situação é enfrentada por Ann (Lee) e Jason (Moura), que se veem encarcerados em casa sem qualquer indício do que poderia estar provocando o fenômeno. Sem saída dentro do lar, o casal se une aos filhos para sobreviver com mantimentos escassos à medida que as dúvidas sobre o que está acontecendo no mundo aumentam.

A Última Casa

 Dirigido por Louis Leterrier (Velozes e Furiosos 10), o longa faz uma mistura entre suspense de sobrevivência e ficção científica, apoiando-se no protagonismo de Lee e Moura para criar lentamente uma sensação claustrofóbica. 

Caso você queira continuar explorando o catálogo da gigante do streaming ao longo do mês, conheça as 7 estreias da Netflix em agosto de 2026 que realmente valem o play.

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De volta aos anos 2000: novo celular resgata teclado físico e visual retrô

11 August 2026 at 11:51

Se você sente saudade dos celulares com teclado físico, o Minimal Phone 2 pode parecer uma viagem no tempo. O novo aparelho tem um design inspirado nos smartphones dos anos 2000, com teclado QWERTY completo abaixo da tela e combina a estética retrô com especificações mais modernas.

O modelo é uma evolução do primeiro Minimal Phone e troca a tela E-Ink por um painel OLED, mantendo a proposta de oferecer uma experiência diferente dos celulares convencionais.

O principal destaque do Minimal Phone 2 é o teclado físico que ocupa a parte inferior do aparelho e foi projetado para facilitar a digitação com os dois polegares.

As teclas contam com iluminação para uso em ambientes escuros, além de switches metálicos e capas com formato pensado para melhorar a ergonomia. O teclado também permite personalizar atalhos, atribuindo diferentes funções ao pressionar uma tecla por mais tempo.

Com dimensões de 122,6 x 72 x 9,48 mm, o celular mantém um formato relativamente compacto, apesar da presença do teclado completo.

Tela OLED substitui o E-Ink

Minimal Phone 2

Outra grande mudança em relação à geração anterior está na tela. O Minimal Phone 2 abandona o painel E-Ink em preto e branco e adota uma tela OLED de 3,92 polegadas, com resolução de 1080 x 1240 pixels e taxa de atualização de 90 Hz.

O aparelho ainda traz câmera frontal de 20 MP e uma câmera traseira principal de 50 MP com abertura f/1.8 e foco automático.

O processamento fica por conta do MediaTek Dimensity 8300, acompanhado de 8 GB ou 12 GB de RAM e até 512 GB de armazenamento. A bateria tem 3.000 mAh, com carregamento de 27 W por cabo e 15 W sem fio.

Entre outros recursos estão NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4, leitor de digitais lateral, dual SIM, entrada para fones de 3,5 mm e conexão USB-C com suporte a DisplayPort.

Preço do celular retrô

O Minimal Phone 2 está com preços a partir de US$ 599 (R$ 3.061). As versão de 8 GB + 512 GB vai custar US$ 675 (aproximadamente R$ 3.449) e a versão de 12 GB + 512 GB Founder’s Edition custa US$ 899 (aproximadamente R$ 4.594).

O Minimal Phone 2 tenta unir duas épocas: o visual e a experiência de digitação dos celulares antigos com componentes encontrados em smartphones atuais. Veja a coleção incrível de celulares dos anos 2000 que mostra que o futuro já passou.

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Projeto open-source promete levar jogos do Xbox e Game Pass ao Linux

11 August 2026 at 11:40

PC gamers que usam o sistema Linux e donos de consoles portáteis como o Steam Deck em breve poderão rodar títulos do Xbox para PC e Game Pass de forma nativa. Uma iniciativa de código aberto chamada Xodus, desenvolvida pelos responsáveis pelo launcher Heroic Games, trabalha na engenharia reversa das tecnologias da Microsoft para remover a dependência exclusiva do Windows 11.

O maior obstáculo para rodar esses games no Linux sempre foi a infraestrutura proprietária da Microsoft, que exige a presença do aplicativo Xbox, a autenticação de licenças e o ecossistema do Microsoft GDK (Game Development Kit). Atualmente, o projeto Xodus já alcançou marcos essenciais: a equipe conseguiu implementar o login em contas da Microsoft, a validação de licenças de uso e o download com descriptografia dos pacotes de instalação no formato MSIXVC.

Novidade não será compatível com títulos antigos

Com a etapa de download e autenticação já funcional, o foco dos desenvolvedores se voltou para a recriação do Xbox Gaming Runtime (por meio da biblioteca xgameruntime.dll) e a adaptação do SDK. A meta é fazer com que esses serviços essenciais rodem perfeitamente sobre camadas de compatibilidade como Wine e Proton. Isso permitirá que o sistema interprete chamadas de sistema, conquistas e conexões sem que o jogo feche inesperadamente.

O esforço se concentra em títulos modernos lançados sob o padrão GDK/MSIXVC, o que deixa de fora jogos mais antigos da época do Windows 8 e do início do Windows 10 baseados no formato UWP (como Gears of War 4 e os primeiros Forza Horizon). Mesmo assim, a imensa maioria do catálogo moderno do PC Game Pass se tornará compatível.

Se o desenvolvimento mantiver o ritmo, a novidade pode ser um marco histórico para o ecossistema de código aberto, encerrando a exigência do streaming via nuvem e liberando a execução local direta em dispositivos Linux.

A plataforma do pinguim tem crescido como nunca antes e isso tem chamado a atenção da comunidade gamer. Um exemplo é o sistema rodando em um Mega Drive e até o GOG trabalhando em um launcher nativo.

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Como descobrir a cidade de origem em um carro com placa padrão Mercosul?

11 August 2026 at 10:59

Desde que a placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil, uma das mudanças que mais chamaram a atenção dos motoristas foi o desaparecimento do nome da cidade e da sigla do estado na identificação do carro. A alteração faz parte da padronização adotada entre os países do bloco, mas acabou dificultando uma consulta que antes podia ser feita com um simples olhar.

Na antiga identificação veicular, a chamada placa cinza, bastava uma espiadinha na parte superior do acessório para saber, de forma imediata, em qual município o carro havia sido registrado. Com o novo modelo, essa informação deixou de aparecer de forma visível, dando lugar apenas ao nome do país. Ainda assim, isso não significa que os dados tenham desaparecido: eles continuam disponíveis nos bancos de dados oficiais.

placa cinza

Se você quer saber como fazer para descobrir a cidade de origem de um carro por meio da placa Mercosul, fique tranquilo, pois o CT Auto vai ajudar. Como diz o dito popular, "não querer prática, tampouco habilidade", mas é preciso realizar alguns passos importantes, com a ajuda da tecnologia, mais especificamente da loja de aplicativos do seu celular. Vamos lá?

Aplicativo oficial revela onde o carro foi registrado pela primeira vez

A forma mais simples de realizar essa consulta é utilizando o Sinesp Cidadão, aplicativo oficial do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Depois de instalar o app no celular, basta informar a sequência de letras e números da placa para acessar informações como marca, modelo, ano de fabricação, município e estado onde o veículo foi registrado.

Placa Mercosul sinesp

O serviço é gratuito e utiliza informações oficiais da base nacional de veículos. Além da cidade de origem, o aplicativo também permite verificar se há registros de roubo ou furto, tornando-se uma ferramenta bastante útil para quem pretende comprar um carro usado ou apenas confirmar a procedência de um veículo.

Por que a placa Mercosul deixou de mostrar cidade e estado?

Ao contrário do que muitos imaginam, a retirada do nome da cidade não fazia parte da ideia inicial da placa Mercosul. O projeto original previa que o brasão do estado e do município fossem incorporados à própria placa, preservando essa identificação mesmo com o novo padrão visual adotado pelos países do Mercosul.

placa mercosul antiga

A proposta, porém, acabou sendo abandonada durante a regulamentação. Como os brasões fariam parte da placa metálica, qualquer mudança de município obrigaria a emissão de uma nova identificação completa. No modelo antigo, bastava substituir a tarjeta superior, procedimento mais simples e barato. Para evitar esse custo adicional aos proprietários, a identificação da cidade acabou sendo retirada.

Projeto de Lei quer volta das cidades às placas Mercosul

A ausência dessas informações gerou críticas desde a chegada da placa Mercosul e motivou a apresentação de projetos de lei no Congresso Nacional. Uma das propostas prevê justamente o retorno do nome do município e da sigla do estado nas placas dianteira e traseira dos carros, facilitando novamente a identificação visual da origem do veículo.

 

O texto já avançou em parte da tramitação legislativa e, se for aprovado pela Câmara, pelo Senado e sancionado pela Presidência da República, a identificação poderá voltar aos próximos emplacamentos. A tendência é que a mudança seja aplicada apenas às novas placas emitidas, sem obrigar proprietários a substituir imediatamente as identificações atuais.

Aproveitando que o assunto é placa veicular, que tal ver a resposta para uma dúvida que muitas pessoas ainda têm? Confira, então, qual o prazo para trocar a placa cinza do carro pela Padrão Mercosul.

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"iPhone de vidro" volta para jogo e vai ser lançado em 2027, diz vazamento

11 August 2026 at 10:38

A Apple ainda trabalha em uma grande mudança de design para o iPhone em 2027, ano que marcará o 20º aniversário do celular. Apesar de um relatório recente apontar que o chamado “iPhone de vidro” teria sido cancelado, novas informações indicam que a empresa mantém o projeto no cronograma.

Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, os próximos modelos Pro devem adotar um visual com uso intenso de vidro, marcando uma das maiores mudanças estéticas da história do aparelho.

De acordo com Gurman, a Apple prepara os modelos iPhone Pro e Pro Max de 2027 com uma construção que utiliza vidro tanto na parte frontal quanto na traseira. O material também deve se estender pelas laterais do aparelho, criando um visual mais contínuo.

A estrutura seria formada por duas partes de vidro que avançam pelas bordas e envolvem uma fina faixa metálica posicionada no meio. Internamente, os aparelhos seriam identificados pelos códigos V73 e V74.

Apple teria desistido de versão ainda mais ousada

iPhone de vidro

O novo vazamento também ajuda a esclarecer a confusão sobre o suposto cancelamento do iPhone Glasswing.

Um relatório divulgado anteriormente pelo analista Edison Lee, da Jefferies, afirmava que a Apple teria abandonado o plano de lançar um iPhone de vidro. Gurman, porém, afirma que uma versão ainda mais ambiciosa realmente existiu durante o desenvolvimento.

Essa variante utilizaria ainda mais vidro, mas teria sido descartada logo no início do processo. Portanto, o projeto cancelado pode não ser o mesmo design que a Apple pretende colocar no mercado em 2027.

iPhone Pro deve concentrar a novidade

As informações mais recentes apontam que o design com maior presença de vidro será destinado aos modelos Pro e Pro Max, e não necessariamente a um novo modelo dentro da família iPhone.

A mudança faria parte das comemorações pelos 20 anos do iPhone, seguindo uma estratégia semelhante à adotada em outras gerações comemorativas da empresa. Quer saber quando lança o iPhone 18 Pro? Veja o histórico da Apple desde o 1º iPhone.

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Spotify começa a testar botão que está preocupando criadores de podcasts

11 August 2026 at 01:01

O Spotify começou a testar uma nova função chamada “Skip ahead” (Pular para frente), que permite avançar por blocos inteiros de podcasts com apenas um toque. O recurso pode ser usado para ignorar anúncios, introduções, mensagens de patrocínio ou assinaturas premium dos próprios criadores, algo que preocupa produtores e empresas que dependem da publicidade para financiar seus programas. 

Segundo informações do site Podnews, o teste está disponível para um grupo selecionado de assinantes Premium nos Estados Unidos e no Reino Unido. A novidade funciona como uma alternativa ao tradicional botão de avanço de 15 segundos, já que identifica segmentos do episódio e leva o ouvinte ao início do próximo trecho de conteúdo. 

O botão aparece em formato de pílula ao lado do controle de capítulos, acima do título do podcast. De acordo com o Podnews, o recurso foi identificado em programas de redes, como o New York Times e a Acast, além de produções do próprio Spotify, como o Bill Simmons Show. 

spotify capa

Por que o botão preocupa os criadores?

A principal preocupação está no possível impacto sobre a publicidade. Embora os ouvintes já possam avançar manualmente pelos anúncios usando o botão de 15 segundos, o processo exige vários toques. Com o Skip ahead, toda essa etapa pode ser reduzida a um único comando.

O receio aumenta quando se considera o tamanho do Spotify entre as plataformas de podcasts. O serviço responde por pelo menos 25,6% dos downloads de podcasts no mundo e lidera em participação em diversos países. Por isso, uma mudança no modo como os usuários consomem anúncios pode afetar uma parcela significativa da audiência.

Spotify

Dados da empresa de análise Bumper indicam que menos de 10% dos intervalos comerciais são pulados manualmente pelos ouvintes. A facilidade proporcionada pelo novo recurso pode aumentar esse índice e reduzir a exposição das campanhas publicitárias.

Para produtores independentes e grandes redes, a mudança pode representar uma queda no valor dos anúncios caso as marcas percebam que suas mensagens estão sendo ignoradas com mais frequência. Isso também cria uma situação curiosa para o Spotify, que oferece o recurso ao mesmo tempo em que comercializa espaços publicitários dentro dos podcasts.

Quando o “Skip ahead” chega ao Spotify?

Por enquanto, não há previsão para o lançamento definitivo ou para uma expansão do recurso para outros países. O Spotify confirmou ao Podnews que realiza testes frequentes para melhorar a experiência dos assinantes Premium e que nem todas as funções experimentais chegam à versão final do aplicativo.

A empresa também afirmou que pretende usar os resultados do teste para entender como os usuários interagem com a novidade. Por enquanto, portanto, o Skip ahead continua restrito a um grupo de usuários e não há garantia de que será lançado oficialmente.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “6 truques para não ouvir músicas ruins no Spotify”.

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Novo app da Caixa vem aí: confira visual, serviços e quem já pode testá-lo

A Caixa quer concentrar seus serviços bancários num único aplicativo: a nova plataforma traz novo visual, integra recursos do Caixa Tem, aumenta camadas de segurança e coloca ferramentas para simplificar pagamentos pelo celular. 

Os primeiros testes do app começaram em julho e a instituição ampliou o acesso ao Beta para mais contas durante o mês de agosto. Por enquanto, só é possível acessá-lo no Android sob o nome de “Novo App CAIXA” na Play Store.

“O projeto tem como objetivo reunir, em um único aplicativo, todos os produtos e serviços atualmente distribuídos entre os diversos aplicativos da CAIXA, oferecendo uma experiência mais simples, integrada, segura e personalizada”, informa a instituição em nota ao Canaltech.

Novo app Caixa

Quais recursos estão disponíveis no novo app da Caixa?

Uma das principais vantagens envolve a segurança da conta, com suporte para biometria facial, validação de presença, criptografia de ponta a ponta e mecanismos de prevenção contra fraudes. As medidas permitem usar o app sem a necessidade de ir a uma agência para validar o acesso, por exemplo.

A plataforma tem novo visual e simplifica pagamentos: a jornada do Pix tem menos etapas, enquanto há uma nova ferramenta para buscar boletos e mais soluções integradas ao Open Finance para importar dados de outras instituições. Outras funções básicas estão mantidas, como transferências, recarga de celular e gerenciamento de cartões.

A ferramenta deve funcionar como um “superapp” e incorporar recursos de outros aplicativos da Caixa, como o Caixa Tem. Será possível consultar benefícios como Bolsa Família, Seguro-Desemprego e Pé-de-Meia pelo novo software.

Novo app Caixa

 

Como vai funcionar a migração entre apps?

A Caixa Econômica Federal não tem uma data de lançamento da versão estável do novo app, mas espera levar todos os serviços digitais do seu ecossistema de aplicativos para a nova plataforma até o final deste ano.

O app padrão da Caixa e o Caixa Tem ainda continuam ativos durante a fase Beta e podem ser acessados normalmente. Confira alguns ajustes importantes para proteger os apps de banco no seu celular.

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The Witcher pode estar com os dias contados na Netflix

10 August 2026 at 23:54

Prepare-se para se despedir de The Witcher, pois a série deve receber um ponto final da Netflix no próximo ano após receber uma repaginada em sua quarta temporada, lançada em outubro de 2025.

Com o quinto ano servindo como encerramento da produção, a expectativa dos fãs era que o capítulo derradeiro chegasse ao catálogo da gigante do streaming ainda em 2026, mas parece que o público vai ter que esperar um pouco mais para saber qual será o final de Geralt de Rívia na série. 

Isso porque, segundo informações do site What's On Netflix, a plataforma teria adiado, silenciosamente, a estreia da quinta temporada de The Witcher, colocando-a na programação de lançamentos de 2027. A Netflix, no entanto, ainda não confirmou se haverá ou não uma mudança nos planos de estreia do último capítulo do programa.

A única certeza que temos, por enquanto, é que The Witcher realmente está com os dias contados no streaming, chegando ao fim após uma série de polêmicas de bastidores envolvendo a substituição de Henry Cavill por Liam Hemsworth como o protagonista.

O que esperar da última temporada de The Witcher

Filmado simultaneamente com a quarta temporada, o quinto e último capítulo de The Witcher encerrou sua produção no final de 2025, permanecendo uma incógnita para os fãs que estão ansiosos para ver o que vai acontecer com Geralt de Rívia e companhia na adaptação. 

Por enquanto, pouco se sabe sobre a trama do próximo ano da série, mas é certo que vamos reencontrar os personagens em uma guerra que se espalha por todo o continente. Liam Hemsworth retorna como o bruxo, retomando o papel que assumiu de Cavill na quarta temporada. 

the witcher

A equipe também deve contar com a volta das atrizes Anya Chalotra e Freya Allan, que interpretam Yennefer e Ciri, respectivamente. Laurence Fishburne e Joey Batey são mais dois nomes que devem estar contemplados no elenco do capítulo final da série.

As quatro temporadas de The Witcher seguem disponíveis na Netflix. Aproveite também para relembrar a polêmica da série em The Witcher: por que Henry Cavill saiu da série? Entenda real motivo. 

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Galaxy Z Fold 8 passa por teste de tortura; veja se ele sobrevive

10 August 2026 at 23:49

O Galaxy Z Fold 8 passou por um dos testes de resistência mais conhecidos da internet e sobreviveu. O novo dobrável da Samsung foi submetido aos testes do canal JerryRigEverything, que inclui riscos, exposição ao calor e, principalmente, uma tentativa de dobrar o celular no sentido contrário.

O resultado foi positivo para um aparelho que custa mais de R$ 11.300 e traz mudanças na construção para aumentar a durabilidade. Mesmo sob forte pressão, o Galaxy Z Fold 8 não apresentou danos estruturais significativos durante o teste de dobra.

Veja o vídeo completo:

Titânio não impede riscos na tela interna

Uma das novidades destacadas pela Samsung nesta geração é o uso de titânio na estrutura interna da tela flexível. Isso, porém, não significa que a superfície tocada pelo usuário seja feita do metal ou tenha resistência semelhante.

A camada superior do display interno continua feita de plástico, uma necessidade do formato dobrável. No teste, a tela começou a apresentar marcas no nível 2 da escala de dureza, o que mostra que até unhas ou objetos pontiagudos podem deixar riscos.

Já a tela externa, protegida por Gorilla Glass, apresentou o comportamento esperado de um smartphone convencional. Os primeiros riscos surgiram no nível 6, com marcas mais profundas no nível 7.

Sensor de digitais surpreende no teste

Um componente que chamou atenção de forma positiva foi o leitor de impressões digitais integrado ao botão lateral. Mesmo após sofrer danos durante o teste, o sensor continuou funcional.

O desempenho foi suficiente para o apresentador classificá-lo como o sensor de digitais mais rápido e preciso já testado pelo canal.

Outro ponto analisado foi o conjunto de câmeras. Os anéis metálicos ao redor das lentes podem facilitar a substituição de uma peça danificada, mas o reparo exige cuidado com a vedação.

Z Fold 8

 Uma montagem inadequada pode abrir espaço para a entrada de poeira no módulo. Nesse cenário, partículas podem alcançar componentes internos e comprometer sistemas delicados, como a estabilização óptica das câmeras.

Galaxy Z Fold 8 sobrevive ao teste de dobra

A etapa mais importante veio no fim. O Galaxy Z Fold 8 foi submetido ao tradicional "bend test", no qual o aparelho sofre pressão para tentar dobrá-lo no sentido contrário ao movimento normal da dobradiça.

O celular resistiu tanto aberto quanto fechado e, apesar de abrir um pouco nas laterais, não apresentou danos na tela ou nas linhas da antena, algo que costuma acontecer com outros dobráveis. 

O resultado chamou atenção principalmente pela complexidade do formato. Celulares dobráveis possuem mais peças móveis e uma tela interna flexível, características que tornam a construção mais desafiadora do que a de um smartphone convencional.

No fim, o Galaxy Z Fold 8 saiu como um "sobrevivente" do teste de tortura. Apesar de a tela interna continuar bastante vulnerável a riscos, a estrutura suportou a etapa mais agressiva e reforça a evolução da Samsung na resistência de seus dobráveis.

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Sem GTA Online? Rockstar não vai falar de modo multiplayer tão cedo

10 August 2026 at 23:13

O jornalista Jason Schreier afirmou que a Take-Two Interactive não planeja falar sobre o GTA Online tão cedo, referindo-se a como o multiplayer irá se relacionar com GTA 6. A informação parte de um vídeo publicado na última sexta-feira (7), no qual o jornalista comentou sobre o relatório do primeira trimestre do ano-fiscal de 2027 da companhia.

Segundo Schreier, a Rockstar Games fez menção apenas ao modo single-player de GTA 6 até agora. Apesar de não apresentar a origem da informação, ele afirma que " não planejam falar tão cedo sobre como será o novo GTA Online e quanto custará a renovação online".

Embora a expectativa seja a de que a Take-Two não fale tão cedo sobre o modo multiplayer de GTA 6, o jogo tem muita importância nos negócios da Take-Two Interactive. No ano fiscal de 2026, por exemplo, a companhia gerou US$ 6,7 bilhões em receita total. Do total, US$ 5,2 bilhões correspondem a gastos recorrentes de clientes, ou seja, 78% vêm de ativos como assinaturas e microtransações.

Segundo vazamentos divulgados anteriormente, o GTA Online (associado ao GTA 5) fatura US$ 500 milhões por ano, mesmo 13 anos após o lançamento.

De qualquer maneira, o modo segue sem qualquer informação e sem data de lançamento, embora GTA 6 esteja agendado para chegar aos consoles em 19 de novembro de 2026.

Pré-venda de GTA 6 atinge patamar sem precedentes

Outro tema que Schreier aborda em seu vídeo é a pré-venda de GTA 6. O jornalista conseguiu uma entrevista com o CEO da Take-Two Interactive, Strauss Zelnick, que afirmou que as vendas antecipadas do jogo atingiram números “sem precedentes” e “surpreendentes”.

Em outra entrevista, o executivo defendeu o preço de GTA 6 e afirmou que a 'precificação dos jogos não acompanhou a inflação'.

Na mesma toada, Zelnick comentou brevemente a parceria entre a Rockstar Games e a Netflix para estrear o novo trailer de GTA 6 na plataforma de streaming.

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Microsoft não segue Apple e descarta Liquid Glass no Windows 11; entenda por quê

O design Liquid Glass foi lançado pela Apple em 2025 e rapidamente se espalhou para outros aplicativos e interfaces. No entanto, um funcionário da Microsoft confirmou que a empresa não tem planos de adotar o visual transparente no Windows 11.

Perguntado sobre o tema, o diretor de design da Microsoft, March Rogers, respondeu que a Big Tech “não fará mudanças imediatas nas opções de transparência que já existem no Windows”.

Rogers explicou que todas as mudanças visuais de larga escala no sistema operacional passam por discussões sobre investimentos, usabilidade e acessibilidade para garantir uma experiência de alta qualidade. 

Além disso, a empresa fica de olho em projetos da comunidade, como a ferramenta de personalização Windhawk, que oferece um visual transparente nos moldes do Liquid Glass do macOS.

 

Windows já teve sua época com visual transparente

O efeito de vidro já virou parte da identidade da Apple, mas já foi usado pela Microsoft há décadas. Na primeira metade dos anos 2000, o estilo de design Windows Aero serviu como base para o Windows Vista e apostou nos efeitos transparentes.

O padrão foi mantido no Windows 7, de 2009, mas depois a Microsoft passou por um ponto de virada e adotou cores mais sólidas nos Windows 8 e 10. O Windows 11 ainda segue o mesmo estilo, porém possui mais elementos em 3D.

Atualmente, o sistema mantém alguns elementos transparentes e permite desabilitá-los na opção "Efeitos de transparência", dentro dos ajustes de acessibilidade nas configurações do PC.

Windows Vista

Microsoft quer aposentar telas “pré-históricas”

A MS trabalha em outro ajuste visual para o Windows: o fim de telas muito antigas e que preservavam o mesmo visual de antecessores, como o Windows 95.

O menu Executar já foi reformulado para atender ao padrão de design mais recente, enquanto outras mudanças devem surgir no Explorador de Arquivos. O objetivo é migrar toda a base do sistema para o WinUI 3, framework de design mais atualizado e que pode deixar o computador mais responsivo.

 

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Meta lança IA que roda sem internet no PC de qualquer pessoa

10 August 2026 at 22:04

A Meta anunciou nesta segunda-feira (10) o Muse Glimmer, novo modelo de inteligência artificial de pesos abertos desenvolvido para rodar localmente em computadores. A proposta é reduzir a dependência de servidores na nuvem e levar recursos de IA para máquinas equipadas com apenas uma placa de vídeo.

O modelo foi criado principalmente para executar tarefas de agentes, nas quais a IA consegue realizar uma sequência de ações para cumprir determinado objetivo. Segundo a Meta, o Muse Glimmer pode rodar em Macs e PCs e não exige uma infraestrutura de servidores dedicada.

A estratégia faz parte da aposta da empresa em modelos de pesos abertos. Nesse formato, componentes centrais do sistema são disponibilizados publicamente, o que facilita a adaptação por desenvolvedores e empresas. Mark Zuckerberg afirmou que o Muse Glimmer é apenas o começo. A Meta também prepara modelos maiores e pretende liberar, em breve, os pesos do Muse Spark 1.2, descrito como uma versão mais avançada da tecnologia.

A Meta já apoiava o ecossistema de modelos abertos, mas a recepção negativa do Llama 4 no ano passado levou a empresa a rever sua estratégia. O Muse Spark 1.2, por exemplo, foi desenvolvido por uma equipe de “superinteligência” criada no ano passado, com um investimento elevado para recolocar a Meta na disputa pelo avanço da IA.

Logo da Meta

Meta investe em modelos de pesos abertos

A aposta coloca a Meta em uma posição diferente de concorrentes, como OpenAI, Anthropic e Google, que concentram seus principais modelos em sistemas fechados. Nos modelos de pesos abertos, desenvolvedores têm mais liberdade para adaptar a tecnologia a diferentes aplicações.

Mark Zuckerberg também cita o avanço da concorrência chinesa como um dos motivos para ampliar o acesso a modelos de IA. Entre os modelos de pesos abertos que vêm rivalizando em desempenho com os principais sistemas fechados dos Estados Unidos estão o Kimi K3, da Moonshot, o Qwen3.8-Max, da Alibaba, e o V4-Flash, da DeepSeek.

O interesse das empresas por modelos de pesos abertos, porém, vai além da possibilidade de rodar a IA localmente. Os custos crescentes dos serviços de inteligência artificial também pesam na decisão. Ao mesmo tempo, recentes incidentes de segurança envolvendo modelos de empresas como Anthropic, OpenAI e a própria Meta aumentaram a preocupação com os riscos de depender de sistemas externos.

Logo da Meta

Um caso envolvendo a Hugging Face ajuda a ilustrar esse cenário. A plataforma foi alvo de um ataque atribuído a um modelo da OpenAI e recorreu a um modelo chinês de pesos abertos para lidar com a ameaça. Sistemas fechados podem impor restrições ao uso em determinadas aplicações de cibersegurança, o que limita as opções disponíveis nesses casos.

Diante dessas preocupações, Zuckerberg anunciou que a Meta vai criar uma estrutura específica de governança para o lançamento de seus sistemas de IA. Pela nova regra, diretores independentes da empresa terão poder para aprovar os critérios de segurança antes que qualquer modelo seja disponibilizado publicamente.

Meta cria fundo de US$ 1 bilhão para comunidades

O anúncio do Muse Glimmer veio acompanhado da criação de um fundo de US$ 1 bilhão para apoiar comunidades afetadas pela expansão dos centros de dados da Meta nos Estados Unidos.

A empresa pretende investir até US$ 145 bilhões em infraestrutura de IA neste ano, mas a expansão dos data centers enfrenta resistência em algumas regiões por preocupações com o impacto dessas grandes construções. O novo fundo busca reduzir esses conflitos e apoiar as comunidades que recebem as instalações.

Logo da Meta

Zuckerberg também pediu mudanças nas políticas dos EUA sobre construção de infraestrutura, uso de dados e destilação de modelos, técnica que transfere conhecimentos de sistemas maiores para modelos menores e mais eficientes.

Para o executivo, as dificuldades para construir novos centros de processamento podem colocar os Estados Unidos em desvantagem diante da China. A Meta defende menos obstáculos regulatórios e mais apoio às comunidades para acelerar a expansão da infraestrutura de IA no país.

Se você gostou do texto, talvez também se interesse por saber “O que é "IA local"? Entenda como funcionam as ferramentas que rodam no seu PC”.

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Sem estoque: Micron oferece reembolso polêmico em garantia de memórias Crucial

10 August 2026 at 22:02

A Micron, uma das grandes fabricantes de DRAM, virou o centro de uma controvérsia na comunidade de PC gamers por conta da forma como vem lidando com o acionamento de garantias da sua marca de memórias Crucial, que foi descontinuada. Após ter encerrado a divisão focada no consumidor, a empresa passou a recusar a substituição direta de componentes defeituosos sob a justificativa de ter esgotado seus estoques, oferecendo em troca apenas a devolução do valor pago na compra original.

A polêmica ganhou força após uma publicação no fórum Reddit, onde o usuário Key_Tailor6948 contou que acionou a garantia vitalícia para um kit de memória RAM DDR5 de 48 GB. Como apenas um dos pentes apresentava falhas, ele enviou o kit inteiro à fabricante para a troca completa, conforme exigido pelo procedimento de RMA. Em resposta, a Micron alegou não ter mais unidades em estoque e ofereceu o reembolso fixo de US$ 241,86, quantia equivalente ao preço de tabela original do produto.

Reembolso não paga nem metade do valor atual de memória DDR5

Porém com as constantes altas e flutuações de preço no mercado de hardware, o montante total representa apenas uma fração do valor necessário para comprar um conjunto equivalente nos dias de hoje. O consumidor argumentou que o reembolso cobria menos de 20% do custo atual de reposição. Além disso, a recusa deixou o cliente em desvantagem dupla: além de não receber a substituição prometida, ele teve que entregar um módulo de memória que ainda funcionava perfeitamente.

 

Relatos similares envolveram também a linha de SSDs da marca, onde clientes relataram a oferta de vales-compra ou reembolsos sujeitos a taxas de transação. Embora os termos de garantia prevejam a opção de ressarcimento pelo valor original ou de mercado, a prática gerou indignação.

Após a repercussão do caso, que já teve envolvimento do Gamers Nexus, conhecido por suas investigações na indústria, e a rejeição formal da proposta por parte do usuário, a Micron reavaliou o atendimento e voltou atrás, oferecendo módulos de substituição alternativos com especificações superiores para resolver o impasse. Mesmo assim, a empresa deixa bem claro que qualquer acionamento de garantia resultará apenas em reembolso a partir de agora.

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Enquanto o mundo debate IA, o Brasil constrói a infraestrutura dela

*Por Bernardo Schucman

No interior de São Paulo, a poucos quilômetros de Campinas, uma obra em Sumaré resume o momento que o país atravessa. Ali, a Ascenty ergue o primeiro complexo de data center do Brasil dedicado exclusivamente à inteligência artificial. Não é um caso isolado. É a ponta mais visível de um movimento que está transformando o Brasil, silenciosamente, em um dos principais destinos globais da capital que hoje move a corrida da IA.

O tamanho desse capital impressiona. As chamadas hyperscale, Amazon, Microsoft, Google, Meta e Oracle, devem investir juntas cerca de US$ 725 bilhões em 2026, montante quase 80% maior do que o gasto em 2025, com três quartos desse valor destinados a infraestrutura de inteligência artificial: chips, GPUs e, sobretudo, data centers. É dinheiro na escala do PIB de um país médio, e parte relevante dele já tem endereço brasileiro.

Por que o Brasil entrou no mapa

A resposta começa na tomada de energia. Um data center voltado a treinar e rodar modelos de IA consome entre 60 kW e 1.000 kW por rack, dezenas de vezes mais do que um rack corporativo tradicional. Isso torna a matriz elétrica um fator decisivo na escolha de onde construir, e é exatamente aí que o Brasil leva vantagem: energia limpa, abundante e comparativamente barata, associada a um ambiente regulatório que começa a se organizar especificamente para atrair esse tipo de investimento.

O programa Redata, em discussão no Congresso, é a peça central dessa engenharia regulatória. Se aprovado, o texto pode elevar os investimentos anuais do setor a algo próximo de R$ 100 bilhões, levando a capacidade instalada de data centers no país dos atuais 750 MW para a marca de 3 GW até 2032, um salto de quatro vezes em pouco menos de uma década.

Um hub que já lidera a região

Os números de hoje já colocam o país em posição de destaque. O Brasil concentra 48% da capacidade instalada de data centers na América Latina e responde por 71% de tudo o que está em construção na região, uma liderança que praticamente não deixa espaço para disputa entre os vizinhos. Globalmente, o país ocupa a 12ª posição no ranking de data centers, com cerca de 200 empreendimentos em operação ou desenvolvimento.

As projeções de médio prazo reforçam essa trajetória. Segundo o Global Data Center Outlook 2026, o Brasil deve atrair US$ 33 bilhões em investimentos até 2030, um terço direcionado a ativos imobiliários e o restante a equipamentos e infraestrutura tecnológica. Em relatório recente, a agência de classificação de risco Moody 's estimou que o país deve captar uma fatia relevante dos US$ 3 trilhões que o setor de data centers deve movimentar globalmente nos próximos cinco anos.

O modelo por trás da expansão

Boa parte dessa expansão não segue mais o modelo tradicional de data centers próprios. As empresas que demandam capacidade de processamento têm adotado uma estratégia híbrida: cerca de um terço da infraestrutura é própria, e os outros dois terços vêm de operadores especializados em regime de locação. É esse modelo que permite a velocidade que o setor exige hoje, construir e colocar em operação em meses, não em anos.

Foi assim que a Ascenty, joint venture entre Digital Realty e Brookfield Infrastructure, consolidou-se como uma das maiores operadoras do país, hoje administrando 26 data centers e com clientes como Microsoft e Oracle, esta última em parceria bilionária com a OpenAI, criadora do ChatGPT. O projeto de Sumaré aproveita ainda o regime de ex-tarifário, que isenta de impostos de importação a entrada de chips de ponta da Nvidia, garantindo competitividade ao empreendimento mesmo antes da aprovação definitiva do Redata.

O outro lado da conta: energia e água

Esse crescimento acelerado também levanta um desafio concreto. A demanda energética global de data centers, que girava em torno de 115 GW em 2025, deve saltar para uma faixa entre 240 GW e 280 GW até 2030, um salto que pressiona redes elétricas em todo o mundo e coloca a modernização da infraestrutura de energia no centro das conversas entre investidores e formuladores de política pública no Brasil.

O tema já aparece nos balanços de companhias brasileiras. A WEG, fabricante de equipamentos elétricos, tem parte relevante de sua receita ligada à modernização de redes de energia, segmento diretamente impulsionado pela demanda dos data centers. Analistas do mercado financeiro já apontam a expansão de complexos de IA em regiões como Campinas como fator de atenção, e potencialmente de valorização, para companhias do setor elétrico.

A questão da água segue caminho semelhante. Os novos empreendimentos têm buscado alternativas ao modelo evaporativo tradicional de refrigeração — no caso do complexo da Ascenty em Sumaré, um sistema fechado que reduz significativamente o consumo hídrico em comparação às instalações convencionais, um cuidado que tende a se tornar padrão à medida que a fiscalização ambiental amadurece.

O que vem a seguir

O governo brasileiro tem atuado diretamente para consolidar essa posição, incluindo missões internacionais, como a realizada à Índia no início de 2026, com foco explícito em atrair investimentos em inteligência artificial e infraestrutura digital. A aprovação do Redata é vista pelo mercado como o próximo divisor de águas: um marco regulatório claro tende a destravar uma nova onda de aportes, especialmente de investidores que hoje aguardam segurança jurídica antes de comprometer capital de longo prazo.

Se a década passada foi marcada pela chegada da nuvem ao Brasil, a atual parece destinada a ser lembrada como o momento em que o país se tornou peça central na geografia física da inteligência artificial, não apenas como consumidor de tecnologia, mas como um dos lugares do mundo onde ela literalmente é construída.

Leia também como o Brasil projeta 500 novos data centers na próxima década para se tornar uma liderança continental.

Bernardo Schucman Especialista Convidado

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Como cadastrar e usar o WhatsApp: guia do app, PC e alteração de número

10 August 2026 at 21:50

O WhatsApp é um dos aplicativos mais usados pelos brasileiros na atualidade. Além do celular, é possível acessá-lo através de outros dispositivos, como computadores, tablets e até um smartphone secundário com o mesmo número.

A seguir, confira:

  • Como baixar e criar uma conta no WhatsApp
  • Como usar o WhatsApp no computador
  • Como remover o acesso de um PC
  • Por que o WhatsApp Web desconecta repentinamente?
  • Dá para usar o WhatsApp em outro celular ou tablet?
  • Como usar a mesma conta em outro celular ou tablet
  • O que muda entre o dispositivo principal e vinculado?
  • Como mudar o número do WhatsApp
  • Como trocar o número sem perder as conversas
  • O que fazer quando a troca de número não funciona?
  • Dá para criar uma conta no WhatsApp sem número de telefone?
  • Preciso pagar para usar o WhatsApp?
  • Dá para usar o WhatsApp só com Wi-Fi, sem chip no aparelho?
  • Perco as conversas se desinstalar o app?
  • Como saber se um contato me bloqueou
  • O que acontece com o número antigo depois que eu troco para o novo?
  • Existe prazo para usar o código de confirmação do cadastro?
  • Dá para recuperar uma conversa apagada?

Testado e atualizado pela equipe do Canaltech em agosto de 2026 na versão mais recente do app.

Como baixar e criar uma conta no WhatsApp

Veja como baixar e configurar a sua conta do WhatsApp

1. Baixe o app

O WhatsApp está disponível para Android (play.google.com) e iOS (apps.apple.com). Para utilizá-lo, basta instalar o aplicativo em um celular com um chip de operadora ativo.

2. Cadastrar conta

Após a instalação, abra o aplicativo em seu celular e realize o seguinte passo a passo:

  1. Abra o WhatsApp e aceite os termos de uso;
  2. Digite o número de telefone com DDD e avance;
  3. Aguarde o código de confirmação ser enviado via mensagem de texto (SMS);
  4. Digite o código de seis dígitos recebido para confirmar o número;
  5. Insira um nome de exibição e, se quiser, uma foto de perfil para concluir o cadastro.

Se o SMS não chegar em alguns minutos, você pode solicitá-lo novamente ou escolher a verificação por ligação.

3. Editar perfil

Agora é hora de editar o perfil da sua conta do WhatsApp. Veja como:

  1. Na tela inicial do app, vá em “Você” (iOS) ou abra o menu e toque em “Configurações” (Android);
  2. Toque no seu nome, no topo da tela, para abrir o perfil;
  3. Vá em “Editar foto” para alterar a foto de perfil;
  4. Selecione uma foto de perfil e salve;
  5. Entre em “Nome” para alterar a sua apresentação no app;
  6. Aperte em “Recado” para adicionar um recado ou saudação;
  7. Toque em “Nome de usuário” para indicar o nome de usuário da sua conta.
    Como editar o perfil do WhatsApp

4. Iniciar uma conversa

O WhatsApp utiliza os contatos salvos no celular para configurar a lista de pessoas e empresa com quem você pode entrar em contato. Para iniciar uma conversa, faça o seguinte:

  1. Acesse a tela inicial do app;
  2. Aperte no ícone de “+”;
  3. Escolha um contato;
  4. Envie uma mensagem.
    Como iniciar conversas no WhatsApp

Cabe ressaltar que só é possível trocar mensagens com números que também tenham o WhatsApp ativado.

Como usar o WhatsApp no computador

É possível utilizar o WhatsApp através do navegador ou pelo app para Windows e macOS. Veja como:

Pelo navegador

Descubra como acessar o WhatsApp Web:

  1. Abra o navegador do seu computador, como o Chrome ou Edge;
  2. Acesse “web.whatsapp.com”;
  3. No celular, abra o menu (Android) ou acesse a aba “Você” (iOS);
  4. Entre em “Dispositivos conectados”;
  5. Aperte em “Conectar dispositivo”;
  6. Leia o QR Code impresso no seu computador;
  7. Confirme a conexão, caso solicitado.
    Como usar o WhatsApp no computador

A versão web reproduz as conversas em tempo real. Contudo, é preciso manter o navegador aberto para continuar recebendo notificações.

Pelo app para Windows

Veja como conectar a sua conta do mensageiro ao app para Windows:

  1. Acesse a página do WhatsApp na Microsoft Store (apps.microsoft.com);
  2. Instale o aplicativo;
  3. Abra o programa no seu computador;
  4. No seu celular, vá em “Dispositivos conectados”;
  5. Leia o QR Code e aguarde a conexão ser concluída.

Pelo app para macOS

O app do mensageiro também está disponível para macOS. Saiba como usá-lo:

  1. Entre na página do aplicativo na App Store (apps.apple.com);
  2. Instale o aplicativo no seu Mac;
  3. Abra o programa no seu computador;
  4. No celular, acesse “Dispositivos conectados”;
  5. Leia o QR Code.

Como remover o acesso de um PC

Se você deseja remover o acesso a um dispositivo, faça o seguinte:

  1. Abra o WhatsApp no celular;
  2. Acesse o menu (Android) ou entre na aba “Você” (iOS);
  3. Vá em “Dispositivos conectados”;
  4. Toque em um aparelho na lista;
  5. Aperte em “Desconectar”.
    Como remover o acesso de um PC no WhatsApp

Por que o WhatsApp Web desconecta repentinamente?

Além de eventuais falhas de sincronização, é necessário acessar o aplicativo no computador ou tablet pelo menos uma vez dentro de 14 dias para mantê-los conectados.

Caso o acesso tenha sido encerrado, faça o login novamente no aparelho secundário.

Dá para usar o WhatsApp em outro celular ou tablet?

Sim. A função de aparelhos conectados permite vincular até quatro dispositivos adicionais à mesma conta, além do aparelho principal.

Como usar a mesma conta em outro celular ou tablet

Para usar o WhatsApp em outro celular ou tablet, faça o seguinte:

  1. Baixe o aplicativo no dispositivo secundário;
  2. Concorde com os termos de serviço;
  3. Pressione o botão no canto superior direito da tela;
  4. Vá em “Conectar como dispositivo adicional”;
  5. Leia o QR Code.

O que muda entre o dispositivo principal e vinculado?

O aparelho principal é aquele em que a conta foi criada, associado ao número de telefone que recebeu o código de verificação por SMS ou ligação.

Já os dispositivos vinculados reproduzem as mesmas conversas, mas não podem, sozinhos, criar uma conta nova nem trocar o número associado a ela.

Como mudar o número do WhatsApp

Sim, é possível trocar o número associado à conta sem perder o histórico de conversas, contanto que a troca seja feita pelo próprio app, no mesmo aparelho.

Como trocar o número sem perder as conversas

Descubra como trocar o número do WhatsApp sem perder as conversas:

  1. Garanta que o novo chip já esteja ativo no aparelho e consiga receber SMS ou ligação;
  2. Acesse as configurações do WhatsApp;
  3. Vá em “Conta”;
  4. Entre em “Mudar número”;
  5. Digite o número antigo no primeiro campo e o número novo no segundo campo;
  6. Escolha se deseja notificar os contatos sobre a troca e avance;
  7. Digite o código de verificação enviado ao número novo para concluir a mudança.
    Como trocar o número do WhatsApp sem perder as conversas

A troca migra conversas, grupos, foto e configurações de perfil para o número novo. Contudo, apenas os contatos que forem avisados recebem o telefone novo para salvá-los na própria agenda.

O que fazer quando a troca de número não funciona?

Teve problemas ao trocar de número? Confira algumas dicas para solucionar a falha:

  • Confirme se o número antigo ainda está ativo no momento da troca. Neste caso, o WhatsApp pode pedir uma verificação nele também;
  • Verifique se o número novo consegue receber SMS ou ligação e se o aparelho tem conexão de internet estável;
  • Reinicie o aplicativo e tente novamente antes de reinstalar o WhatsApp, pois reinstalar sem concluir a troca pode exigir um novo cadastro do zero.

Dá para criar uma conta no WhatsApp sem número de telefone?

Não. O cadastro sempre exige um número de telefone válido para receber o código de verificação por SMS ou ligação e não há opção de criar conta apenas com e-mail.

Depois que a conta já está ativa, o app não depende do chip da operadora para ser usado no dia a dia. Por outro lado, caso precise reinstalar o app ou mudar de aparelho, é necessário fazer o processo de ativação novamente.

Preciso pagar para usar o WhatsApp?

Não. O WhatsApp é um aplicativo gratuito. Contudo, a Meta passou a ofertar o WhatsApp Plus com recursos extras através de uma assinatura paga.

Dá para usar o WhatsApp só com Wi-Fi, sem chip no aparelho?

Sim, mas apenas depois que a conta já foi criada em algum aparelho com número de telefone.

Um tablet ou computador sem chip pode usar o WhatsApp normalmente como aparelho vinculado, contanto que tenha acesso à Internet.

Perco as conversas se desinstalar o app?

As conversas somem do aparelho ao desinstalar o WhatsApp. Por outro lado, se tiver um backup ativo no Google Drive (Android) ou iCloud (iOS), é possível recuperá-las ao reinstalar o app e fazer login com o mesmo número.

Como saber se um contato me bloqueou

O WhatsApp não avisa diretamente sobre bloqueios. Contudo, é possível verificar alguns sinais para verificar se você teve o contato restrito ou não:

  • Sumiço do horário de última visualização sumir;
  • Mensagens que nunca mostram o duplo tique azul;
  • Impossibilidade de ver atualizações no status são indícios comuns.

Vale reforçar que nenhum desses indicadores garante a identificação do bloqueio com total certeza, uma vez que o acesso a essas informações também podem ser limitados nos ajustes de privacidade.

O que acontece com o número antigo depois que eu troco para o novo?

O número antigo deixa de estar associado à conta do WhatsApp. Além disso, contatos que não forem avisados sobre a mudança continuam vendo o número antigo salvo na agenda deles até atualizá-lo manualmente.

Existe prazo para usar o código de confirmação do cadastro?

Sim, o código de verificação expira depois de alguns minutos. Se não for digitado a tempo, basta solicitar um novo código por SMS ou ligação na mesma tela de cadastro.

Dá para recuperar uma conversa apagada?

Só é possível recuperar uma conversa apagada se existir um backup anterior salvo. Sem a cópia de segurança, a exclusão de uma conversa no WhatsApp é definitiva.

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