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Quando a LG vai vender TV 3.0? Nós conversamos com a marca para descobrir

12 July 2026 at 13:30

O avanço da TV 3.0 no Brasil desperta dúvidas entre os consumidores, principalmente sobre quando as primeiras Smart TVs compatíveis chegarão às lojas. Para entender os planos da LG para o país, o Canaltech conversou com a fabricante.

Segundo Diego Oliveira, gerente de Televisores da LG Brasil, a empresa ainda aguarda a definição do padrão definitivo da TV 3.0 antes de anunciar produtos compatíveis.

A fabricante afirma que o cenário regulatório ainda passa por mudanças e, por isso, considera prematuro divulgar cronogramas ou confirmar datas de lançamento.

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Oliveira também explicou que o Processo Produtivo Básico (PPB) para televisores com tela de cristal líquido ainda passa pela fase de publicação. Sem essa etapa concluída, a LG prefere aguardar as definições técnicas e legais para desenvolver aparelhos compatíveis com o novo padrão brasileiro.

Apesar disso, a empresa destaca que suas Smart TVs atuais já contam com recursos considerados fundamentais para a TV 3.0, como inteligência artificial, conectividade e integração com diferentes plataformas.

A LG enviou ao Canaltech o seguinte posicionamento oficial:

"No momento, a LG não possui modelos à venda no varejo compatíveis com a TV 3.0, uma vez que o padrão definitivo dessa nova tecnologia ainda está em fase de definição e implementação no Brasil. Como a fase de publicação do Processo Produtivo Básico (PPB) de televisor com tela de cristal líquido segue em andamento, qualquer anúncio sobre cronogramas ou sobre a disponibilidade de modelos compatíveis neste momento seria prematuro. No entanto, as Smart TVs da LG já são ricas em inteligência artificial, conectividade e capacidade de integração com plataformas, que são os pilares essenciais da TV 3.0."

O que é a TV 3.0

A TV 3.0 inaugura a próxima geração da televisão aberta brasileira e substituirá gradualmente o atual padrão digital.

A principal proposta da tecnologia é unir a transmissão tradicional com a conexão à internet para oferecer uma experiência semelhante à dos serviços de streaming, mas sem abrir mão do sinal gratuito.

Na prática, o usuário continuará assistindo à programação aberta normalmente, sem precisar trocar a TV. A conexão com a internet entra em cena apenas para liberar recursos adicionais, como participação em enquetes, escolha de diferentes ângulos de câmera durante eventos esportivos, compras diretamente pela televisão e outras funções interativas.

TV 3.0 promete revolucionar a transmissão de TV aberta no Brasil (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

O novo padrão também eleva a qualidade das transmissões, com suporte a resolução 4K, áudio mais imersivo e novos serviços integrados. Entre eles está o envio de alertas automáticos da Defesa Civil para informar a população sobre enchentes, tempestades e outros eventos climáticos.

TV 3.0 ainda passa por ajustes antes da expansão nacional

A posição da LG acompanha o momento vivido pela própria TV 3.0 no Brasil. Embora as primeiras transmissões com o novo padrão já tenham começado, com 22 cidades recebendo o sinal já no lançamento da tecnologia, o governo federal ainda trabalha nos ajustes técnicos e regulatórios necessários antes de ampliar a tecnologia para todo o país.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, afirmou que a TV 3.0 ainda passa por uma fase de adequações antes do lançamento oficial em escala nacional. A declaração aconteceu durante a apresentação do balanço do programa Brasil Digital, realizada na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Segundo o ministro, as dificuldades fazem parte do processo por se tratar de uma tecnologia inédita no Brasil. Embora as primeiras transmissões tenham começado em 11 de junho, durante a Copa do Mundo, apenas moradores de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília têm acesso ao novo sinal.

Uma das principais críticas de quem já utiliza a tecnologia envolve o preço dos conversores. Equipamentos vendidos por empresas como Aquário e Intelbras custam mais de R$ 600, o que ainda limita o acesso de parte da população.

Questionado sobre medidas para tornar esses dispositivos mais acessíveis, Frederico de Siqueira Filho não apresentou detalhes sobre um eventual programa do governo para reduzir os preços dos aparelhos.

Mesmo assim, o ministro acredita que a TV 3.0 pode prolongar a relevância da televisão aberta diante do crescimento de plataformas como YouTube e serviços de streaming. Para isso, o governo aposta justamente nos recursos interativos incorporados ao novo padrão.

Além de assistir à programação ao vivo, os espectadores poderão escolher diferentes câmeras em transmissões esportivas, participar de enquetes e até realizar compras diretamente pela televisão.

A nova geração da TV aberta também oferece melhorias na qualidade de imagem e áudio, com suporte a conteúdo em 4K, além da integração de serviços públicos, como o envio de alertas da Defesa Civil diretamente para a tela do televisor.

Tecnologias semelhantes já existem em outros países. Coreia do Sul e Estados Unidos, por exemplo, utilizam padrões de televisão aberta com recursos interativos e qualidade de imagem avançada há alguns anos.

Leia a matéria no Canaltech.

Galaxy A37 x Jovi T1: qual celular básico vale mais a pena?

12 July 2026 at 12:30

O segmento de celulares básicos ganhou novos concorrentes nos últimos meses. A Samsung aposta no Galaxy A37 para oferecer um conjunto mais completo, enquanto o Jovi T1 tenta conquistar quem procura o máximo pelo menor preço.

Neste comparativo, analisamos os principais pontos de cada modelo para mostrar qual faz mais sentido para o seu perfil.

Acabamento e proteção

O Jovi T1 conta com certificação IP65 contra poeira e jatos d'água. A marca também utiliza um vidro de proteção com certificação SGS Five-Star Drop, embora não revele o nome comercial do material. A moldura e a traseira são de plástico.

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Galaxy A37 oferece mais resistência no dia-a-dia (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O Galaxy A37 sobe um degrau ao oferecer certificação IP68, que garante resistência inclusive à submersão em água. O aparelho utiliza Gorilla Glass Victus+ na tela e na traseira, enquanto as laterais também são feitas de plástico.

Na prática, o Galaxy A37 transmite uma sensação mais premium graças ao acabamento em vidro. Já o Jovi segue a receita tradicional dos intermediários de entrada, com construção em plástico. Além do visual mais refinado, o modelo da Samsung também oferece uma proteção mais completa contra acidentes com água.

Desempenho e tempo de suporte

O Jovi T1 vem equipado com o MediaTek Dimensity 7360 Turbo, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. No AnTuTu, o aparelho alcança 955.604 pontos gerais.

Jovi T1 garante um bom desempenho (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Já o Galaxy A37 utiliza o Exynos 1480 e aparece em versões com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento ou 8 GB de RAM e 256 GB. No mesmo benchmark, ele registrou 1.044.323 pontos com a combinação mais potente.

No uso diário, a diferença entre os dois é pequena. Ambos executam aplicativos com folga e mantêm boa fluidez nas tarefas mais comuns. A vantagem do Galaxy aparece principalmente nos testes sintéticos, o que indica uma margem maior de desempenho em cenários mais exigentes.

A Samsung também leva vantagem no suporte. O Galaxy A37 tem promessa de seis anos de atualizações do Android, enquanto o Jovi T1 chega a cinco anos.

Galaxy A37 mostra superioridade em benchmark (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Câmeras: equilíbrio, mas com vantagem para a Samsung

O Jovi T1 traz um sensor principal de 50 MP, uma câmera ultrawide de 8 MP e uma frontal de 32 MP.

O Galaxy A37 aposta em um conjunto com câmera principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e macro de 2 MP. Na frente, a câmera tem 12 MP.

Os dois gravam vídeos em 4K a 30 fps com as câmeras frontal e traseira. A qualidade agrada nos dois aparelhos, mas o Galaxy entrega estabilização ligeiramente melhor e vídeos mais fluidos.

A Samsung também leva vantagem no processamento de imagem. O HDR preserva mais detalhes nas áreas de sombra, enquanto o Jovi tende a escurecer essas regiões. Além disso, o sensor macro amplia as possibilidades de fotografia, mesmo que seu uso seja mais específico.

Veja exemplos de fotos feitas com o Galaxy A37:

Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Veja exemplos de fotos feitas com o Jovi T1:

Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Bateria: o grande trunfo do Jovi

Aqui, o Jovi T1 abre vantagem. O aparelho utiliza uma bateria de silício-carbono com 6.500 mAh, tecnologia que permite maior densidade energética sem aumentar o tamanho do dispositivo. O Galaxy A37, por sua vez, utiliza uma bateria convencional de 5.000 mAh.

Jovi T1 tem larga vantagem em bateria (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

No teste padrão de reprodução contínua de vídeo por quatro horas, o Jovi consumiu apenas 14% da carga, o que dá uma estimativa de quase 28 horas de autonomia. O Galaxy gastou 25% no mesmo cenário, com projeção de cerca de 16 horas.

Na prática, com uso no dia-a-dia, o Jovi passa um dia e meio de uso sem dificuldade e pode chegar a dois dias nas mãos de usuários moderados. Já o Galaxy normalmente chega a um dia, e dificilmente passa disso com um uso mais intenso. 

Qual é a melhor compra?

No varejo, o Jovi T1 tem preço sugerido de R$ 1.900 em sua única versão, com 256 GB de armazenamento. O Galaxy A37 já aparece em ofertas por cerca de R$ 2.100 na versão com 8 GB de RAM e 256 GB.

O Jovi T1 faz mais sentido para quem prioriza autonomia e quer gastar menos. A bateria muito acima da média é seu principal diferencial e ajuda a justificar a compra.

Já o Galaxy A37 justifica o valor extra para quem busca um conjunto mais equilibrado. O aparelho oferece acabamento mais refinado, proteção superior contra água, câmeras melhores e um período maior de atualizações.

Se a prioridade for passar mais tempo longe da tomada, o Jovi T1 é a melhor escolha. Mas, se você valoriza fotografia, durabilidade e pretende ficar vários anos com o mesmo celular, o Galaxy A37 entrega um pacote mais completo. 

Antes de fechar a compra, vale acompanhar as promoções no WhatsApp do CT Ofertas para encontrar o menor preço.

Vale lembrar que nós já testamos o Galaxy A37 de forma completa, e também fizemos a análise das câmeras do Jovi T1. O teste de bateria do celular chinês mostrou uma boa autonomia no dia-a-dia. 

Leia a matéria no Canaltech.

Testamos o JBL Soundgear Clips, o fone de “brinco” que não é para todo mundo

2 August 2026 at 19:00

Uma das últimas tendências que tem movimentado o mercado de wearables é o novo formato de “brinco” para fones de ouvido Bluetooth. Uma das marcas a apostar neste tipo de acessório é a JBL, com o Soundgear Clips. 

O fone tem um formato mais “aberto”, com uma pequena esfera apoiada na parte interna da orelha, sem entrar no canal auditivo. A estrutura contorna a lateral e se estende até a parte traseira, onde fica um módulo maior que abriga os sensores, a bateria e os principais componentes. 

A grande aposta deste design é, sem dúvidas, a estética. Ele funciona muito bem como um fone de ouvido, é elegante e termina, também, como uma peça de moda. Mas será que faz sentido além disso? 

Neste texto, conto o que eu achei do JBL Soundgear Clips usando esse tipo de fone pela primeira vez, e estando totalmente habituado a modelos intra-auriculares. 

Design confortável para horas de uso 

Visual de brinco à parte, o que mais me chamou atenção neste formato foi o conforto durante o uso. Apesar de “abraçar” a orelha, ele não incomoda nada. Você sente que ele está lá, mas o fone não começa a “machucar” com o tempo. 

Em fones comuns, sejam eles “de borrachinha” ou os auriculares mais básicos, é natural que após algumas horas a orelha comece a cansar, por mais confortável que o acessório seja. Com os Clips, você quase esquece que eles estão lá se não houver música tocando. 

Assim, ele é ideal para deixar na orelha o dia inteiro, mesmo sem reproduzir nada. Dá para ouvir áudios ocasionais no WhatsApp sem precisar ficar colocando e tirando o fone o tempo inteiro. 

JBL Soundgear Clips

Qualidade sonora boa, mas pouco expressiva

A qualidade de áudio do JBL Soundclips é boa: os fones não ficam “chiando” no volume máximo, e nem ficam estridentes demais. São os fones ideias para quem não é tão exigente com sonoridade. Eles entregam o suficiente para a maioria dos usuários. 

Mas se você é amante de graves e gosta de perceber perfeitamente cada frequência da música, ele pode não atender muito bem. Para quem está acostumado às batidas fortes que fones e caixas de som da JBL entregam, talvez sinta falta de um pouco mais de expressividade por parte dos Clips.

Mas este não é um problema necessariamente do hardware do fone, mas do formato. Por serem totalmente abertos e não oferecerem o mínimo de vedação, ele deixa passar muito do barulho externo, ao passo que o som também vaza muito para fora. 

Isso também leva a outro problema: os Clips não são os mais indicados para o uso no transporte público, ou em outros locais mais barulhentos. 

Eles não oferecem nenhum nível de isolamento acústico, então o som de fora interfere muito na usabilidade. No trem ou metrô, por exemplo, não é possível ouvir a música direito se o volume estiver no médio: é preciso colocar no máximo ou bem perto disso. 

E, neste cenário, vai-se embora a privacidade: quem estiver por perto pode ouvir suas músicas ou seus áudios, porque o som vaza bastante. 

JBL Soundgear Clips

Vale a pena comprar o JBL Soundgear Clips?

Pelo estilo e conforto, sem dúvidas, vale a pena comprar os fones JBL Soundgear Clips. Eles são ótimos para quem quer um fone de ouvido com qualidade aceitável, e ainda agregar no estilo. 

Mas, se recursos como cancelamento de ruído e sonoridade pesam mais na balança, os R$ 600 cobrados, em média, não justificam o que o fone entrega. Nesse cenário, compensa mais um fone “comum”, como os Galaxy Buds 3 FE ou o JBL Live Buds 3, que são um pouco mais caro, mas entregam o que falta nos Clips. 

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Galaxy S26 x S26 Plus x S26 Ultra: existe diferença notável entre as câmeras?

2 August 2026 at 18:00

O Galaxy S26, o Galaxy S26 Plus e o Galaxy S26 Ultra fazem parte da mesma família, mas não oferecem exatamente a mesma experiência fotográfica. Enquanto os dois primeiros compartilham um conjunto bastante parecido, o modelo Ultra aposta em mais resolução e em uma câmera adicional para justificar sua posição acima dos irmãos.

Para entender o quanto essas diferenças aparecem na prática, analisamos as fotos dos três celulares lado a lado. Todos os registros foram feitos no mesmo cenário, sob as mesmas condições de luz e no mesmo instante, o que permite observar com mais precisão aspectos como definição, tratamento de HDR e reprodução de cores.

A comparação ficou concentrada nas câmeras e nos enquadramentos equivalentes entre os aparelhos. A telefoto adicional do Galaxy S26 Ultra não entrou no teste direto, já que o Galaxy S26 e o S26 Plus não possuem um sensor correspondente.

Galaxy S26 Ultra entrega imagens mais definidas

O Galaxy S26 Ultra foi o celular que apresentou os melhores resultados no comparativo. A diferença não salta aos olhos logo no primeiro contato, mas aparece quando as três fotografias são observadas lado a lado.

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A principal vantagem está na definição. O modelo Ultra preserva mais informações nas imagens, principalmente em superfícies com texturas e elementos menores. Esses detalhes ficam mais fáceis de distinguir, o que deixa a fotografia com uma aparência ligeiramente mais refinada.

Isso não significa que o Galaxy S26 e o S26 Plus produzam imagens sem nitidez. Os três celulares entregam bons resultados, mas o Ultra consegue extrair um pouco mais da cena e mantém detalhes que aparecem de forma mais discreta nos outros dois modelos.

HDR do Ultra é mais preciso

O tratamento de HDR também favorece o Galaxy S26 Ultra. Em cenas com áreas claras e escuras, o celular consegue equilibrar melhor a exposição e preservar mais informações em diferentes pontos da fotografia.

Esse comportamento ajuda a evitar que determinados elementos da cena percam destaque. O resultado é uma imagem mais completa, com melhor leitura das texturas e uma distribuição mais precisa entre luzes e sombras.

Mais uma vez, a diferença é sutil. Sem uma comparação direta, dificilmente ela chamaria tanta atenção. Ao colocar as fotos lado a lado, porém, o trabalho mais cuidadoso do Ultra fica perceptível.

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Cores são mais naturais no Galaxy S26 Ultra

Outra vantagem do Galaxy S26 Ultra está na reprodução de cores. As imagens do celular apresentam tons menos saturados e mais próximos do que foi visto no ambiente no momento da captura.

O Galaxy S26 e o S26 Plus entregam fotografias um pouco mais intensas nesse aspecto. Isso pode até agradar quem prefere imagens com cores mais vivas, mas o Ultra se aproxima mais de uma reprodução realista.

Não existe uma diferença gritante entre os aparelhos. Na verdade, ela é pequena o bastante para passar despercebida quando as fotos são vistas separadamente. A maior fidelidade do Ultra só fica realmente clara na comparação direta.

Galaxy S26 e S26 Plus praticamente empatam

Entre o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus, a disputa termina em empate. Os dois celulares apresentaram resultados muito parecidos em todos os cenários analisados, sem uma vantagem consistente de qualquer lado.

Definição, tratamento de HDR e reprodução de cores seguem praticamente o mesmo padrão nos dois modelos. Mesmo com as fotografias colocadas lado a lado, é difícil encontrar alguma diferença que realmente altere a qualidade final.

Isso faz sentido, já que os conjuntos de câmeras dos dois aparelhos são essencialmente os mesmos. Portanto, para quem estiver em dúvida entre o Galaxy S26 e o S26 Plus, a câmera não deve ser o principal critério de escolha.

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 Onde a câmera extra e a maior resolução do Ultra fazem diferença?

A vantagem do Galaxy S26 Ultra pode ficar mais evidente em situações que aproveitam seu conjunto fotográfico mais completo. A câmera telefoto adicional é útil para fotografar objetos distantes, detalhes de prédios, apresentações, animais ou qualquer cena na qual não seja possível se aproximar fisicamente.

Nesses casos, uma lente dedicada consegue preservar melhor a definição do que um simples recorte digital. Ela também amplia as opções de enquadramento, já que permite aproximar o assunto sem depender apenas da câmera principal.

A resolução maior também oferece benefícios em cenários bem iluminados. Além de registrar mais informações, ela dá mais liberdade para recortar ou reposicionar a imagem depois do clique sem perder tanta qualidade. Isso pode ser útil para destacar uma pessoa ou um detalhe específico que ocupava uma parte pequena da foto original.

Ainda assim, a câmera telefoto extra do Galaxy S26 Ultra não entrou neste comparativo. Como o Galaxy S26 e o S26 Plus não têm um sensor equivalente, não seria possível repetir exatamente a mesma captura nos três aparelhos. Por isso, a análise ficou concentrada nas câmeras e nos enquadramentos que os modelos compartilham.

Qual Galaxy S26 tem a melhor câmera?

O Galaxy S26 Ultra tem a melhor câmera entre os três celulares. Ele entrega mais definição, preserva melhor as texturas, apresenta um HDR mais preciso e reproduz cores de forma ligeiramente mais natural.

A vantagem, porém, está nos detalhes. A diferença de qualidade não é tão notável e dificilmente será percebida sem uma comparação direta. 

Ainda assim, quem prioriza fotografia e observa com mais atenção aspectos como HDR, fidelidade de cores e preservação de informações encontrará o conjunto mais competente no Ultra.

O modelo mais avançado também oferece mais versatilidade com sua câmera telefoto adicional e maior resolução. Esses diferenciais podem pesar mais para quem costuma fotografar à distância, aplicar zoom ou recortar as imagens depois da captura.

Já o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus ficam praticamente no mesmo nível. Os resultados são tão parecidos que não há um vencedor claro entre eles. Portanto, para escolher entre os dois, faz mais sentido considerar outros aspectos do aparelho, e não a qualidade das câmeras.

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Testamos a Alexa Plus em português: veja o que muda na prática

2 August 2026 at 15:00

A nova Alexa Plus vai muito além de ganhar uma voz diferente. Testei a assistente em português e, logo nas primeiras conversas, ficou claro que a inteligência artificial generativa mudou completamente a forma de interagir com ela.

Não precisei escolher as palavras com cuidado, pude corrigir pedidos no meio da conversa e até fazer perguntas em sequência sem recomeçar do zero.

Em vários momentos, a Alexa entendeu o contexto da minha casa e usou informações da minha rotina para responder de forma mais personalizada. Mas a experiência não é perfeita. Na hora de reproduzir filmes e séries na TV, por exemplo, encontrei falhas mesmo quando a assistente localizou exatamente o conteúdo que eu havia pedido.

Para o teste, usei tanto modelos antigos, como a Echo Dot 4 e Echo 4, quanto mais recentes, como a Echo Show 11 de última geração e a Echo Spot.

Conversas ficaram mais naturais

Uma das maiores mudanças que percebi é a liberdade para formular comandos. Não é mais necessário decorar a frase exata de uma rotina ou o nome cadastrado de cada dispositivo para controlar a casa.

Ao dizer apenas “apaga a luz”, por exemplo, a Alexa Plus consegue interpretar a situação, identificar o cômodo em que está instalada e apagar a luz correspondente. A experiência fica mais próxima de uma conversa e menos parecida com o uso de um controle remoto por voz.

Também consegui reunir várias ordens em uma única frase. Dá para pedir que a assistente apague a luz da sala, acenda a do abajur, ligue a televisão e ajuste o ar-condicionado sem separar cada ação em um comando diferente.

Essa inteligência também aparece em tarefas simples. Ao ditar vários produtos para a lista de compras, a Alexa Plus consegue separar cada item corretamente, em vez de registrar toda a frase como se fosse um único produto.

Teste Alexa Plus

A Alexa Plus também consegue resolver buscas a partir de descrições vagas. Isso ajuda quando você quer encontrar um filme ou uma música, mas não lembra o título. Basta dar uma descrição de cena ou parte da letra.

Rotinas podem ser criadas sem abrir o aplicativo

Uma das funções que mais me surpreendeu foi a criação de rotinas. Antes, eu precisava abrir o aplicativo da Alexa e navegar por vários menus até configurar tudo do jeito que queria. Com a Alexa Plus, bastou explicar por voz o que eu pretendia automatizar. Durante a conversa, consegui testar o resultado, fazer ajustes e refinar a rotina sem tocar no celular.

Também experimentei criar tarefas recorrentes mais específicas, como um lembrete para tomar um remédio sempre no mesmo horário, e funcionou sem complicação.

Na prática, percebi que a Alexa Plus vai além dos lembretes tradicionais: em vez de apenas disparar um alarme, ela pode acompanhar determinadas informações periodicamente e me avisar quando houver alguma novidade relevante.

Memória faz a Alexa reconhecer hábitos da casa

A memória contextual é uma das funções que mais diferenciam a Alexa Plus da versão anterior. Entre as possibilidades do recurso, estão:

  • Guardar preferências, restrições e informações sobre a rotina dos moradores;
  • Considerar restrições alimentares ao sugerir receitas e indicar substituições adequadas;
  • Enviar receitas e outras informações ao celular para consulta pelo aplicativo;
  • Receber documentos, como convites de eventos, e guardar dados como datas, horários e locais;
  • Consultar informações desses arquivos em interações futuras.

Na prática, o recurso também torna algumas conversas surpreendentemente pessoais. Durante o teste, após ela errar em uma resposta, eu falei para a Alexa “ir dormir”. Ela respondeu, também em tom de brincadeira, que não dormia e ficava “processando piadas ruins para amanhã”.

Logo depois, lembrou que eu acordo às 5h da manhã e disse que eu era quem deveria estar pensando em dormir. A resposta chamou atenção porque não se limitou a uma piada genérica: a Alexa recuperou uma informação sobre a minha rotina, entendeu o contexto e usou o dado de forma bem-humorada.

Teste Alexa Plus

O curioso é que ela fez a brincadeira antes mesmo de eu definir o alarme. Eu sempre peço para a Alexa me acordar no momento em que vou me deitar, sem deixar um horário programado para todos os dias. Então ela, de fato, se lembrou da minha rotina.

Alexa Plus também cria e edita imagens

Nos dispositivos Echo com tela, a Alexa Plus também funciona como uma ferramenta de criação e edição de imagens. O usuário pode pedir uma imagem completamente nova a partir de uma descrição ou solicitar alterações em uma imagem existente.

Depois que o resultado aparece na tela, dá para pedir que a Alexa envie a imagem ao celular. Isso facilita tanto o compartilhamento com outras pessoas quanto o armazenamento no smartphone.

Esse envio não se limita às imagens. Informações encontradas durante uma conversa, como receitas, roteiros e outros conteúdos, também podem ser encaminhadas ao celular para uma consulta mais confortável.

O recurso funciona bem, e a Alexa gera imagens de forma satisfatória. Nas vezes em que testei, as fotos ficaram tão boas quanto as geradas por IAs como ChatGPT ou Gemini. Mas, em alguns cenários, ela pode ter alguma dificuldade, apesar de eu não ter tido problemas durante o uso.

No exemplo abaixo, dei um comando simples, para gerar uma imagem de um cachorro preto com manchas brancas no peito correndo em um parque. A foto gerada sequer parece ter sido gerada por uma inteligência artificial. 

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Alexa ainda tropeça ao reproduzir filmes e séries

Nem tudo funcionou tão bem quanto a Amazon prometeu. Nos meus testes, a Alexa Plus conseguiu encontrar os filmes e séries que pedi, mas nem sempre executou a reprodução apenas com comandos de voz.

Quando pedi para reproduzir How I Met Your Mother no Disney+, por exemplo, a assistente localizou a série e exibiu as plataformas nas quais ela estava disponível. O problema é que, mesmo indicando o serviço no comando, ela não iniciou o episódio automaticamente. No fim, precisei escolher manualmente uma das opções na tela.

Já com o YouTube, a experiência foi bem mais convincente. Consegui abrir o aplicativo, procurar uma transmissão ao vivo da Copa do Mundo na CazéTV e iniciar o vídeo usando apenas a voz. Foi preciso dar um comando de cada vez, abrir o app, pesquisar o vídeo e depois reproduzi-lo, mas todo o processo funcionou sem que eu precisasse tocar na TV.

Alexa Plus muda mesmo a experiência?

Depois de testar a Alexa Plus em português, fiquei com a impressão de que ela não transforma os dispositivos Echo em produtos completamente novos, mas muda bastante a forma de usá-los.

A possibilidade de falar de maneira mais natural, juntar vários pedidos em uma única frase e criar rotinas apenas com a voz elimina boa parte da rigidez que sempre existiu na Alexa tradicional.

Também gostei da memória contextual. Quando ela funciona como esperado, a assistente não apenas lembra das informações que compartilhei, mas consegue aproveitá-las durante a conversa de um jeito que faz mais sentido.

O envio de documentos amplia ainda mais essa experiência, porque permite alimentar a IA com dados que eu nunca precisei ditar em voz alta. Já recursos como a criação de imagens e o compartilhamento de conteúdos com o celular mostram que a Alexa Plus vai além da automação da casa.

O principal ponto fraco que encontrei foi a reprodução de vídeos. Em mais de uma ocasião, a assistente encontrou exatamente o filme ou a série que eu queria assistir, mas não iniciou a reprodução automaticamente. Isso interrompe uma experiência que, no restante do tempo, parece muito mais natural.

Mesmo com essa limitação, terminei os testes com uma impressão positiva. A Alexa Plus em português parece menos robótica e muito mais capaz de entender o que eu realmente quero dizer, sem que eu precise pensar na frase exata para cada comando.

E, como a ferramenta ainda está em acesso antecipado, é provável que a Amazon corrija essas falhas e adicione novos recursos antes do lançamento definitivo. A Alexa Plus chegou ao Brasil há pouco mais de um mês, e sua IA promete que também poderá até pedir um Uber por você no futuro. 

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Testei a TCL X11L: imagem incrível, mas o som ainda roubou a cena

31 July 2026 at 22:10

A TCL X11L é a televisão mais avançada da marca no Brasil, e estreia por aqui a tecnologia SQD-Mini LED. Eu tive a oportunidade de testar o modelo de perto com séries, vídeos em alta resolução e jogos no PS5 para entender como toda essa ficha técnica se comporta na prática.

A qualidade de imagem é excelente, como eu já esperava de uma TV desta categoria. Ainda assim, o que mais me chamou atenção foi o sistema de áudio. Mesmo com todos os avanços do painel, o som continua como a característica que eu mais gosto nas televisões premium da TCL.

Imagem 4K rica em detalhes

Eu testei a TCL X11L com séries no Disney Plus e vídeos em alta resolução no YouTube. Neste último caso, assisti principalmente a conteúdos sobre natureza e animais, que ajudaram bastante a explorar a definição, as cores e o contraste da tela.

Em vídeos 4K, consegui perceber com clareza detalhes como pelos, penas e pequenas texturas na pele dos animais. Elementos dos cenários, como folhas, pedras, troncos e a superfície da água, também apareceram com bastante nitidez, sem deixar a imagem com um aspecto artificial.

Paisagens abertas foram especialmente interessantes. A TV conseguiu separar bem os diferentes planos da cena, desde objetos mais próximos até montanhas, florestas e outros elementos distantes. Isso dá uma ótima sensação de profundidade e torna documentários ou vídeos da natureza muito mais imersivos.

A vivacidade das cores também foi um dos maiores destaques nesse tipo de conteúdo. Tons de verde, azul, amarelo e marrom apareceram intensos e deram mais vida a florestas, oceanos, aves e outros animais exibidos na tela.

Apesar dessa intensidade, a TV manteve uma boa variedade de tonalidades e não transformou vegetações, terrenos ou áreas de água em grandes blocos de uma única cor.

Isso acontece graças ao painel SQD-Mini LED, que combina os pequenos pontos de iluminação do Mini LED com os cristais Super Quantum Dot. Segundo a empresa, a tecnologia alcança 100% da gama de cores BT.2020 e conta com um sistema óptico mais preciso para distribuir a luz pela tela.

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 A X11L também traz mais de 20 mil zonas de controle de iluminação. Cada região pode ajustar o brilho de forma mais independente, o que ajuda a reduzir o efeito halo ao redor de legendas, lâmpadas ou outros elementos claros sobre um fundo escuro.

Eu não medi o brilho da tela com equipamentos específicos, mas a TCL informa um pico HDR de até 10.000 nits. Na prática, achei a intensidade excelente, principalmente em reflexos, luzes e outros pontos destacados da imagem.

Preto profundo melhora filmes e séries

O preto profundo é importante porque evita que as partes escuras da imagem fiquem com um aspecto acinzentado. Quando a TV controla bem a iluminação, os pontos claros se destacam mais e o contraste fica muito mais forte.

Eu percebi isso principalmente em filmes e séries com cenas noturnas ou ambientes pouco iluminados. O fundo escuro mantém uma aparência mais convincente, enquanto luzes, rostos e objetos ganham destaque sem parecer que toda a tela ficou iluminada ao mesmo tempo.

Esse contraste também aumenta a sensação de profundidade. Mesmo sem usar um painel OLED, a X11L consegue entregar pretos muito escuros e separar bem os elementos da cena. Para mim, esse é um dos pontos que mais contribuem para a ótima experiência cinematográfica da TV.

O suporte ao Dolby Vision também ajuda a aproveitar melhor conteúdos compatíveis nos serviços de streaming.

Excelente fluidez para jogar no PS5

Eu também conectei o PS5 à TCL X11L e usei Mortal Kombat como principal referência. Como o jogo tem golpes rápidos, movimentação intensa e mudanças constantes na tela, ele funciona muito bem para avaliar a fluidez da imagem.

Durante as lutas, eu notei movimentos suaves e uma resposta rápida aos comandos. Os golpes, animações e transições acompanharam bem o ritmo da partida, sem comprometer a visualização nos momentos mais agitados.

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A TV tem taxa de atualização nativa de 144 Hz, que permite exibir mais quadros por segundo em conteúdos compatíveis. Isso deixa os movimentos mais suaves e faz diferença principalmente em jogos de ação, corrida ou títulos competitivos.

O pacote para jogos também inclui o Game Master, o modo automático de baixa latência ALLM e o VRR Game Accelerator. O ALLM reduz o tempo entre o comando feito no controle e a resposta exibida na tela, enquanto o VRR ajusta a atualização do painel conforme a quantidade de quadros gerada pelo jogo.

Esses recursos ajudam a evitar cortes na imagem e oscilações de fluidez. No meu teste com Mortal Kombat, o conjunto funcionou muito bem e deixou a experiência rápida, responsiva e adequada para um jogo que exige atenção constante.

O áudio ainda é o meu recurso favorito

Apesar de toda a tecnologia de imagem, o áudio continua como o ponto que mais me agrada nas TVs premium da TCL. Essa é uma preferência particular minha, mas eu gosto bastante da forma como a marca prioriza o sistema sonoro em vez de tratar os alto-falantes como um recurso secundário.

A X11L conta com um sistema desenvolvido em parceria com a Bang & Olufsen. Além dos alto-falantes distribuídos pela estrutura, a TV mantém um subwoofer na traseira, responsável por reforçar as frequências mais baixas.

Na prática, eu percebi um som com bastante corpo, graves fortes e volume suficiente para preencher uma sala grande. A reprodução de filmes de ação é especialmente satisfatória, já que impactos, explosões e trilhas sonoras ganham mais peso e ajudam a aumentar a imersão.

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Eu testei esse desempenho com Avatar e gostei bastante do resultado. Nas cenas com mais ação, o som ficou bem estrondoso e deu mais intensidade aos acontecimentos exibidos na tela. O áudio acompanha bem a grandiosidade das imagens e torna essas sequências ainda mais envolventes.

O subwoofer faz diferença porque as televisões finas normalmente têm pouco espaço interno para movimentar o ar e reproduzir graves com intensidade. Como a X11L conta com um componente dedicado, os sons mais baixos ganham força e a reprodução não fica tão rasa quanto a de modelos mais simples.

Eu considero o sistema suficiente para quem quer bastante volume e um áudio poderoso sem instalar uma soundbar. A TV já entrega uma experiência acima da média por conta própria e consegue acompanhar bem o nível de qualidade do painel.

Ainda assim, uma soundbar dedicada continua como a melhor opção para quem procura maior separação entre os canais, mais espacialidade e graves ainda mais intensos. A X11L quase elimina essa necessidade, mas não substitui completamente um sistema externo mais elaborado.

Google TV é rápido, mas poderia ser mais organizado

A TCL X11L usa o Google TV, e eu não tive problemas com o desempenho do sistema. A interface respondeu rapidamente, os aplicativos abriram sem demora e a navegação permaneceu fluida durante o teste.

Essa velocidade faz diferença porque o Google TV reúne muitos aplicativos, recomendações e atalhos em uma única tela. Em televisões menos potentes, essa quantidade de elementos pode deixar a interface mais lenta, mas eu não percebi esse problema na X11L.

Minha ressalva está na organização. Eu considero o Google TV um pouco confuso em alguns momentos, principalmente porque a tela inicial mistura recomendações, serviços instalados, conteúdos patrocinados e diferentes categorias.

Eu prefiro sistemas que dão mais destaque aos aplicativos e oferecem uma navegação mais direta. Por isso, seria interessante se a TCL desenvolvesse uma plataforma própria para suas televisões, como a Samsung faz com o Tizen e a LG com o webOS.

Um sistema exclusivo daria à TCL mais controle sobre a interface, a integração entre os recursos e a identidade visual das TVs. O Google TV tem um catálogo amplo e muitas funções, mas uma alternativa própria ajudaria a diferenciar ainda mais os modelos da marca.

Só existem opções realmente grandes

Além da minha ressalva com o Google TV, o principal ponto negativo da X11L é a disponibilidade restrita a tamanhos muito grandes. A televisão é vendida apenas com 85 ou 98 polegadas, então não atende quem busca um modelo premium para uma sala menor.

Essas dimensões exigem bastante espaço e limitam muito o público. Mesmo quem pode investir em uma televisão dessa categoria precisa avaliar se o ambiente comporta uma tela tão grande.

A X11L também tem preço sugerido a partir de R$ 59.999, o que deixa claro que ela foi desenvolvida para um segmento bastante específico. Não é uma televisão que busca custo-benefício, mas sim mostrar o máximo que a TCL consegue oferecer atualmente.

Vale a pena comprar a TCL X11L?

A TCL X11L vale a pena para quem procura uma TV enorme e quer o que há de mais avançado no portfólio da marca. Eu gostei bastante da qualidade da imagem, principalmente pela definição, pela vivacidade das cores, pelo contraste e pelo nível de detalhes em conteúdos 4K.

O desempenho em jogos também me agradou. A taxa nativa de 144 Hz e os recursos de baixa latência deixaram Mortal Kombat muito fluido no PS5, mesmo durante as lutas mais rápidas.

Ainda assim, o áudio foi o meu recurso favorito. O sistema da Bang & Olufsen e o subwoofer traseiro entregam bastante volume, graves fortes e um som poderoso sem depender obrigatoriamente de uma soundbar.

Eu só gostaria que a TCL oferecesse um sistema próprio e lançasse a tecnologia em tamanhos menores. Fora isso, a X11L entrega uma experiência premium completa e mostra que a marca consegue competir no nível mais avançado do mercado de televisões.

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Phablet está de volta? Marca prepara celular com tela de 7 polegadas

24 July 2026 at 20:17

A Honor pode ter em desenvolvimento um novo celular intermediário com tela de 7 polegadas, tamanho que colocaria o aparelho de volta no território dos chamados phablets. O modelo ainda deve contar com um chipset da linha MediaTek Dimensity 8 e bateria superior a 10.000 mAh.

As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (24) pelo informante Digital Chat Station. Ele não revelou qual fabricante trabalha no projeto, mas seu histórico de publicações indica que o celular pode fazer parte do catálogo da Honor.

Nos comentários da publicação no Weibo, alguns usuários levantaram a possibilidade de o aparelho ser o Honor Power 3. O nome, porém, ainda não foi confirmado pelo informante nem pela fabricante.

Honor já testa celulares com telas gigantes

Este não é o primeiro rumor sobre um celular da Honor com tela próxima das 7 polegadas. Em maio, Digital Chat Station afirmou que a marca testava diferentes painéis OLED grandes para futuros aparelhos.

Honor Power

Entre as opções estariam uma tela plana de 6,89 polegadas, com resolução próxima de 2K, e outra de 7 polegadas, com definição em torno de 1,5K.

No início de julho, o informante também revelou que um projeto com tela plana de 7 polegadas e taxa de atualização de 185 Hz havia começado a ser desenvolvido. Novamente, o histórico das publicações apontava para um aparelho da Honor.

Tela ultrapassaria padrão dos celulares atuais

Os principais celulares com telas grandes disponíveis atualmente costumam ficar nas 6,9 polegadas. Modelos como Xiaomi 17 Ultra, Huawei Mate 80 Pro Max e iPhone 17 Pro Max adotam painéis desse tamanho.

Caso o novo aparelho chegue às 7 polegadas, a Honor ultrapassará por pouco esse padrão. A bateria acima de 10.000 mAh também deve acompanhar as dimensões maiores do celular.

Por enquanto, não há confirmação oficial sobre o nome, a resolução final da tela, a data de apresentação ou os mercados que receberão o aparelho. As especificações permanecem restritas aos vazamentos.

Vale lembrar que a chinesa já trabalha em outro smartphone diferente, com um "celular robô", que deve ser lançado em agosto,  e já foi apresentado ao público durante a MWC 2026. 

 

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Em crise, Oi tenta vender fios de cobre para se manter viva

24 July 2026 at 19:37

A Oi tenta obter autorização da Justiça para vender cabos aéreos de cobre à R.Log, empresa sediada em Belo Horizonte. O acordo pode render até R$ 95 milhões e faz parte das medidas emergenciais adotadas pela operadora diante do risco de seu caixa se esgotar em agosto.

O contrato foi firmado em março, mas recebeu questionamentos sobre o preço definido para o material. O impasse está sob análise da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, responsável pelo segundo processo de recuperação judicial da companhia.

O observador judicial do processo pediu explicações sobre o valor líquido de R$ 9,50 por kg e a quantidade total de metal que será vendida. Os questionamentos também receberam apoio do Ministério Público.

A gestão judicial da Oi afirmou nesta semana que ainda não consegue determinar o volume exato de cobre disponível. A estimativa inicial é de 10 mil toneladas, mas a quantidade definitiva só será conhecida após a retirada e a pesagem dos cabos.

Oi explica preço abaixo da cotação internacional

O preço acertado com a R.Log está distante da cotação do cobre puro na London Metal Exchange. O metal refinado tem sido negociado por cerca de US$ 13,5 mil por tonelada, o equivalente a aproximadamente R$ 68 por kg com o câmbio atual.

A Oi argumenta, porém, que essa cotação não serve como parâmetro para o contrato. A operação envolve sucata de cabos instalados em postes, e não cobre refinado pronto para comercialização no mercado internacional.

Como a operadora enfrenta restrições de caixa, a R.Log deverá assumir os custos de retirada, transporte e beneficiamento do material, estimados em R$ 15 por kg. Já os R$ 9,50 por kg correspondem ao valor líquido que entraria no caixa da Oi.

Caso a estimativa de 10 mil toneladas seja confirmada, a operação poderá gerar R$ 95 milhões para a empresa.

Oi operadora

A Oi afirma que não há como medir antecipadamente quanto cobre existe nos cabos. A quantificação definitiva só poderá ocorrer após a extração do material e sua pesagem.

Furtos aumentam urgência da operação

A companhia também defende uma solução rápida para o impasse por causa dos furtos e roubos de cabos. Segundo a Oi, a sucata ainda perde valor com o passar do tempo por causa de sua deterioração.

Além da R.Log, a operadora recebeu uma proposta da Metalpronto, que ofereceu R$ 12,50 por kg. A oferta foi desconsiderada porque também incluía cabos subterrâneos da rede.

De acordo com a Oi, esses ativos ainda não estão liberados para venda e possuem valor superior ao dos cabos metálicos aéreos.

Em novembro de 2025, a operadora firmou outro contrato para a venda de sucata de cobre, desta vez com a San Lien Exportadora e Importadora. O preço ficou em R$ 9,05 por kg, valor R$ 0,45 inferior ao proposto agora pela R.Log.

A operação recebeu autorização da Justiça e colocou R$ 23,4 milhões no caixa da Oi.

Caixa pode acabar em 10 de agosto

A liberação da venda dos cabos faz parte de um conjunto de medidas emergenciais solicitado pela Oi à Justiça nesta semana.

A companhia também pediu autorização para realizar a segunda e a terceira chamadas do leilão judicial da Oi Soluções, com uma data a ser definida pela Justiça.

Outro pedido busca aval para demitir parte dos trabalhadores e adiar o pagamento das verbas rescisórias.

A Oi projeta encerrar julho com R$ 19,6 milhões em caixa. Para agosto e setembro, as previsões já indicam liquidez negativa, com o esgotamento dos recursos disponíveis em 10 de agosto.

A situação da operadora é ainda bastante crítica, e a  Oi pode ficar sem dinheiro em 2 semanas, e quer demitir funcionários sem pagar indenizações.

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Marca famosa entra na onda do "mini Kindle de bolso"; veja o que esperar

24 July 2026 at 18:23

A Onyx Boox — famosa alternativa chinesa ao Kindle — prepara sua entrada no mercado de leitores digitais ultracompactos com o BOOX Picco. O aparelho terá tela de apenas 3,97 polegadas e surge como uma resposta ao sucesso dos pequenos e-readers da chinesa XTEINK.

A marca começou a divulgar o produto, mas ainda não revelou a ficha técnica completa, a data de lançamento ou o preço. As primeiras informações apontam para uma tela de papel eletrônico em preto e branco, com iluminação frontal para leitura durante o dia ou à noite.

BOOX Picco pode ter botões físicos

A imagem promocional do BOOX Picco indica a presença de botões físicos nas laterais, que devem servir para avançar ou voltar páginas. O aparelho também terá suporte para cartão SD, o que permitirá ampliar o espaço disponível para livros e outros arquivos.

Rumores apontam que o Picco fará parte de uma nova linha chamada Tile. O nome pode estar relacionado à interface simplificada do dispositivo, formada por blocos fixos para acessar funções como leitor de livros, músicas e podcasts.

Onyx Boox Picco

Essa abordagem colocaria o modelo em uma categoria diferente de outros aparelhos da Onyx Boox. Em vez de oferecer um sistema completo para instalar aplicativos, o Picco deve priorizar apenas a leitura e algumas funções básicas.

Para manter o preço competitivo, a fabricante também pode abrir mão de uma tela sensível ao toque. No entanto, essa característica ainda não foi confirmada pela empresa.

Preço será decisivo

O principal concorrente do BOOX Picco será a XTEINK, marca que ganhou espaço com seus leitores digitais finos e leves. Alguns modelos podem até ser presos magneticamente à traseira do celular, como um acessório MagSafe.

Esses aparelhos apostam em uma experiência livre de notificações, com bateria para semanas e tamanho suficiente para caber no bolso ou em bolsas pequenas. Portanto, o preço terá um papel importante para que a Onyx Boox consiga disputar esse mercado.

A expectativa é que o BOOX Picco custe entre US$ 99 e US$ 129 (entre R$ 503 e R$ 655 em conversão direta). O valor, porém, não foi anunciado pela fabricante e aparece apenas como uma estimativa para posicionar o produto contra os modelos da XTEINK.

Quem busca uma experiência mais completa continuará com alternativas como o BOOX Palma 2, vendido por US$ 269,99 e compatível com a instalação de aplicativos. Já o Picco deve atender quem quer um aparelho menor, simples e dedicado principalmente à leitura.

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Interfone com câmera: 6 melhores "vídeo porteiros" para comprar em 2026

24 July 2026 at 14:16

Escolher um vídeo porteiro pode parecer simples, mas os modelos disponíveis no Brasil atendem a necessidades bem diferentes. Enquanto alguns funcionam como interfones tradicionais com câmera e tela interna, outros são conectados ao Wi-Fi e permitem atender visitantes, acompanhar a entrada e liberar o acesso pelo celular.

Para ajudar na escolha, reunimos seis vídeo porteiros vendidos no mercado brasileiro, desde opções mais acessíveis até aparelhos inteligentes com gravação, detecção de movimento e integração com aplicativos. A seleção considera recursos, tipo de instalação, avaliações dos compradores e a média de preços no Magalu, Mercado Livre e Amazon.

O tipo de imóvel também deve entrar na decisão. “Os interfones com vídeo oferecem uma estrutura mais ampla de controle de acesso, normalmente integrada a portões e fechaduras”, explica Helena Pacheco, gerente de marketing da EZVIZ. Segundo a executiva, também é importante analisar qualidade de imagem, armazenamento, compatibilidade com aplicativos e facilidade de instalação antes da compra.

Confira uma lista com seis opções de interfone com câmera para comprar:

  1. AGL VP7 Card App 2026;
  2. Intelbras Allo wT7 Lite;
  3. EZVIZ HP7;
  4. Intelbras IVR 1010;
  5. Positivo Smart Vídeo Porteiro;
  6. Intelbras IVR 1070 HS.

1. AGL VP7 Card App 2026

O AGL VP7 Card App 2026 é uma das opções mais completas da lista para quem quer controlar a entrada tanto pela tela interna quanto pelo celular. O conjunto traz monitor touch de 7 polegadas e conexão Wi-Fi com os aplicativos AGL Home, Tuya e Smart Life. A comunicação entre os módulos usa um cabo de rede RJ45, portanto o sistema não é totalmente sem fio.

O modelo aceita até 20 tags RFID, quatro módulos externos e seis monitores internos, desde que a instalação tenha os acessórios necessários. Também há suporte para quatro câmeras IP com protocolo ONVIF, cartão microSD de até 64 GB, visão noturna e modo recado com mensagens de áudio e vídeo.

Video porteiro AGL

No Mercado Livre, o AGL VP7 Card App 2026 tem nota 4,7 e mais de 50 unidades vendidas. Ele é vendido por cerca de R$ 1.500.

2. Intelbras Allo wT7 Lite

O Intelbras Allo wT7 Lite atende quem procura um vídeo porteiro conectado, mas prefere uma marca com ampla presença no mercado brasileiro. O monitor interno tem tela de 7 polegadas, enquanto o aplicativo Allo Plus permite visualizar, conversar com visitantes e abrir a fechadura remotamente.

Vídeo porteiro Intelbras

Entre os diferenciais estão a abertura por cartão RFID ou QR Code, detecção de movimento e gravação de fotos e vídeos. O equipamento aceita cartão microSD de até 128 GB e até seis monitores internos. A câmera externa grava em 720p, possui visão noturna e certificação IP55 contra poeira e jatos de água.

No Mercado Livre, o Allo wT7 Lite aparece com nota 4,8 e mais de 2 mil unidades vendidas. Os preços ficam em torno de R$ 1.600.

3. EZVIZ HP7

O EZVIZ HP7 tem como principal destaque a qualidade de imagem. A câmera externa grava em resolução 2K e oferece campo de visão de 162 graus, amplo o suficiente para mostrar uma pessoa da cabeça aos pés. O kit também traz monitor interno touch de 7 polegadas e Wi-Fi de 2,4 GHz ou 5 GHz.

O aparelho detecta movimentos de pessoas e envia alertas pelo aplicativo EZVIZ. Também conta com visão noturna infravermelha, áudio bidirecional, abertura remota de portas e suporte para cartão microSD de até 512 GB ou armazenamento em nuvem. Um modulador de voz pode alterar o som de quem atende pelo monitor ou celular.

Vídeo porteiro EZVIZ

No Mercado Livre, o HP7 tem nota 4,7 e mais de 500 unidades vendidas. Seu preço gira em torno de R$ 1.600. 

4. Intelbras IVR 1010

O Intelbras IVR 1010 é indicado para quem prefere um sistema tradicional e mais barato. Ele possui monitor colorido de 4,3 polegadas com monofone e permite abrir até dois acessos, como o portão social e a garagem, diretamente pelo módulo interno.

Vídeo porteiro Intelbras

O conjunto aceita uma câmera analógica adicional, uma extensão com vídeo e até três extensões de áudio. A câmera externa possui visão noturna, enquanto o sistema traz função não perturbe, entrada para botoeira e alarme contra tentativas de violação do módulo instalado no portão.

No Mercado Livre, o IVR 1010 tem nota 4,8 e mais de 50 mil unidades vendidas, o maior volume entre os modelos desta lista. Ele custa aproximadamente R$ 600. 

5. Positivo Smart Vídeo Porteiro

O Positivo Smart Vídeo Porteiro troca o monitor interno por uma experiência centrada no celular. Quando alguém toca a campainha, o morador recebe uma notificação no aplicativo Positivo Casa Inteligente e pode ver ou conversar com o visitante por áudio bidirecional. O kit inclui uma campainha sem fio para avisos dentro da residência.

A câmera grava em 720p a 30 quadros por segundo e possui campo de visão de 120 graus, sensor de movimento e visão noturna. O aparelho funciona com duas baterias recarregáveis, aceita cartão microSD de até 64 GB e tem proteção IP54. Também pode exibir a imagem em aparelhos compatíveis com Alexa ou Google Assistente.

Vídeo porteiro Positivo

No Mercado Livre, o modelo tem nota 3,9 e mais de 100 unidades vendidas. Seu preço gira em torno de R$ 500.

6. Intelbras IVR 1070 HS

O Intelbras IVR 1070 HS segue a proposta tradicional do IVR 1010, mas troca a tela de 4,3 polegadas por um display de 7 polegadas. O tamanho maior facilita a identificação dos visitantes, principalmente quando o monitor fica instalado em corredores, salas ou pontos mais distantes do usuário.

Vídeo porteiro Intelbras

O modelo permite abrir duas fechaduras, visualizar uma câmera analógica adicional e usar visão noturna. Também aceita uma extensão de vídeo, três extensões de áudio e botoeira. Como não há aplicativo, o atendimento e os comandos ficam concentrados nos módulos instalados dentro do imóvel.

No Mercado Livre, o IVR 1070 HS tem nota 4,8 e mais de 10 mil unidades vendidas. O produto é encontrado por aproximadamente R$ 750.

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Quanto vale a pena pagar no Galaxy S24 em julho de 2026?

18 July 2026 at 12:30

O Galaxy S24 já completou dois anos de mercado, mas ainda pode ser uma boa opção para quem busca um celular compacto com desempenho de topo de linha. A questão, neste momento, é encontrar o aparelho pelo preço certo.

Seu melhor preço histórico estável ficou na casa dos R$ 2.700, embora algumas promoções rápidas tenham derrubado o valor para R$ 2.500 e até R$ 2.400. Essas ofertas, porém, duraram apenas um ou dois dias.

Quanto vale a pena pagar no Galaxy S24?

Em julho de 2026, o preço ideal para comprar um Galaxy S24 novo fica em torno de R$ 2.500. Mesmo que o aparelho nunca tenha permanecido nessa faixa por muito tempo, já faz sentido exigir um desconto maior após dois anos de mercado.

Outro ponto importante é o Galaxy S25. O sucessor já chegou a R$ 3.500 em suas melhores ofertas. Portanto, pagar muito mais de R$ 2.500 pelo S24 reduz a vantagem de escolher um celular mais antigo.

Galaxy S24

O problema é que encontrar um Galaxy S24 novo e lacrado já se tornou bem mais difícil. Com o avanço das gerações seguintes e a redução dos estoques, as ofertas de unidades “zero” são cada vez mais raras no varejo.

Hoje, é bem mais comum encontrar o Galaxy S24 em versões recondicionadas, vendidas por lojas especializadas ou grandes varejistas. Para esse tipo de aparelho, porém, a referência de preço precisa ser mais baixa: algo em torno de R$ 2.000.

Condição Referência de preço Quanto vale a pena pagar
Galaxy S24 novo R$ 2.700 em preço estável Até R$ 2.500
Galaxy S24 recondicionado Varia conforme estado e loja Por volta de R$ 2.000

A diferença é importante porque o aparelho novo conta com um ano de garantia oferecida pela fabricante. Já uma unidade recondicionada não tem essa mesma cobertura da marca e conta com a garantia legal de 90 dias.

Por isso, um recondicionado precisa custar consideravelmente menos para compensar a diferença. Antes de fechar a compra, entenda também se produto recondicionado tem garantia e veja quais são os seus direitos.

O que o review do Galaxy S24 diz

Apesar da idade, o Galaxy S24 ainda tem características que sustentam sua posição entre os celulares premium. Em nosso review, a tela foi considerada “um dos melhores disponíveis no mercado”, com painel AMOLED de 120 Hz, ótima definição e brilho intenso.

O desempenho também recebeu elogios. O aparelho foi descrito como “um dos smartphones mais fluidos que já passaram pela nossa bancada de testes”, com o Exynos 2400 capaz de executar aplicativos e jogos pesados sem travamentos na experiência cotidiana.

As câmeras continuam entre os principais atrativos. O conjunto entrega fotos com bom alcance dinâmico, cores vivas e ótimo balanço de branco, além de um modo retrato elogiado na análise. O aparelho também se mostrou mais ágil para fotografar, o que ajuda a reduzir registros borrados.

Nem tudo é perfeito. O review apontou aquecimento acima da média em algumas tarefas e carregamento limitado a 25 W. Ainda assim, tela, câmeras, construção e desempenho formam um conjunto que continua competitivo em 2026. 

O que dizem os compradores

As opiniões de compradores seguem uma linha parecida. As câmeras estão entre os pontos mais elogiados, com relatos positivos sobre fotos noturnas, paisagens e registros da Lua. Uma usuária afirmou estar “a cada dia mais impressionada e satisfeita com a compra” e destacou fotos feitas à noite sem iluminação adicional.

A tela também recebe elogios pelo brilho elevado, especialmente para uso sob o sol. Outros compradores citam a fluidez da interface, a rapidez do sistema e o tamanho compacto de 6,2 polegadas como vantagens importantes.

Há, porém, reclamações sobre a bateria. Um comprador relatou cerca de cinco horas de tela em uso mais pesado, enquanto outro afirmou conseguir passar o dia com apenas uma recarga. A autonomia, portanto, pode variar bastante de acordo com o perfil de uso.

O aquecimento também aparece entre as críticas, assim como o reconhecimento facial, considerado inferior ao Face ID por uma usuária que migrou do iPhone. Ela também citou dificuldades do leitor de digitais com algumas películas.

No fim, o Galaxy S24 novo vale a pena por cerca de R$ 2.500. Abaixo disso, vira uma oferta especialmente atraente. Para um recondicionado, a meta deve ficar próxima de R$ 2.000, com atenção à condição do aparelho, à procedência da loja e à garantia oferecida.

Acima desses valores, a compra começa a perder força, principalmente porque o Galaxy S25 já alcançou a faixa dos R$ 3.500 em suas melhores promoções.

Antes de comprar, não deixe de ler a análise completa do Galaxy S24, um celular topo de linha que fica ainda melhor com um toque de IA, inaugurado com o Galaxy AI. 

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TIM desafia Vivo com novo plano para brigar com o Easy; veja preços e benefícios

17 July 2026 at 13:36

A TIM lançou o Controle Fit, novo plano mais barato da operadora que chega para disputar espaço com ofertas digitais como o Vivo Easy. A novidade custa a partir de R$ 30 por mês e está disponível em versões mensal e anual.

A proposta mira quem busca uma conta previsível e não faz questão de benefícios adicionais. Para reduzir o preço, a operadora deixou de fora vantagens comuns em outros planos, como acesso ilimitado a redes sociais e aplicativos de mensagens.

TIM Controle Fit parte de R$ 30 por mês

O TIM Controle Fit Mensal custa R$ 35 e oferece 15 GB de internet por mês. Essa opção não exige contrato anual, o que facilita o cancelamento ou a troca de plano.

Já o TIM Controle Fit Anual custa R$ 360, com pagamento parcelado em 12 vezes de R$ 30 no cartão de crédito. O cliente recebe 240 GB durante o período, divididos em franquias mensais de 20 GB.

Plano

Preço

Internet

Detalhe

TIM Controle Fit Mensal

R$ 35 por mês

15 GB por mês

Sem fidelidade anual

TIM Controle Fit Anual

R$ 360 por ano

240 GB por ano, com 20 GB por mês

Pagamento em 12 vezes de R$ 30 no cartão

Aplicativos como WhatsApp, Instagram e TikTok descontam dados normalmente da franquia. Portanto, o cliente pode consumir os 15 GB ou 20 GB antes do fim do mês, de acordo com a frequência de uso desses serviços.

A linha também inclui acesso às redes 4G, 4.5G e 5G DSS, além de roaming nacional e ligações ilimitadas para qualquer operadora com o código 41.

Mensagens SMS para números da TIM são ilimitadas. Para outras operadoras, há cobrança de R$ 0,99 por dia de uso.

Tim operadora

Plano aposta em preço baixo contra o Vivo Easy

O lançamento amplia o portfólio da TIM em uma faixa inferior aos planos tradicionais da modalidade Controle, que partem de R$ 58,99. Com isso, o Fit funciona como uma porta de entrada para clientes mais sensíveis ao preço.

A oferta também coloca a operadora na disputa com planos de contratação simplificada, segmento no qual o Vivo Easy ganhou espaço. A rival aposta na gestão pelo aplicativo e em uma proposta flexível, enquanto a TIM tenta atrair o consumidor pelo custo mensal e pela previsibilidade.

O Fit, porém, não entrega o mesmo pacote de benefícios disponível em ofertas mais caras. A redução de preço vem acompanhada da ausência de redes sociais ilimitadas e de outros serviços digitais incluídos.

Os planos são destinados ao uso pessoal e individual. Cada CPF pode contratar até cinco linhas.

Como contratar o TIM Controle Fit

A contratação do TIM Controle Fit está disponível na loja virtual da operadora. O cliente deve escolher entre a modalidade mensal ou anual, informar seus dados pessoais e cadastrar um cartão de crédito para concluir o pedido.

Antes de assinar, vale consultar a cobertura da TIM no local onde a linha será usada. O acesso ao 4G ou 5G também depende da disponibilidade da rede e da compatibilidade do celular.

Com mensalidade menor e uma estrutura mais simples, o TIM Controle Fit reforça a disputa no mercado de planos controle. A aposta da operadora é que preço e facilidade de contratação pesem mais para parte dos consumidores do que os benefícios extras.

Recentemente, a TIM tem lançado vários planos e combos para aumentar sua base de clientes. Na última quinta-feira (16), a operadora lançou o Ultracombo, serviço que une conexão móvel e fixa, além de outros benefícios, em um único pacote e dá descontos para a compra de celulares. 

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Clientes da Vivo ganham assinatura Adobe Express de graça; veja quem tem direito

15 July 2026 at 21:50

A Vivo anunciou uma parceria com a Adobe para oferecer seis meses grátis do Adobe Express Premium aos clientes elegíveis do Vivo Valoriza. O benefício está disponível para usuários dos planos Controle, Pós-pago, Total e Fibra.

A plataforma reúne ferramentas para criação e edição de conteúdos, como imagens, vídeos, publicações para redes sociais, panfletos e apresentações. O serviço também oferece recursos de inteligência artificial desenvolvidos com o Adobe Firefly.

Durante o período gratuito, os clientes poderão usar funções de IA para gerar imagens e vídeos, além de ferramentas de edição com inteligência artificial.

O plano Premium ainda dá acesso a mais de 400 milhões de recursos livres de royalties, 30 mil fontes e quase 700 mil modelos prontos. Também estão incluídas funções avançadas de animação, redimensionamento e gerenciamento de marca.

Vivo operadora

 Como resgatar o Adobe Express Premium de graça

Para ativar o benefício, o cliente deve acessar o aplicativo Vivo e entrar na área de benefícios. Lá, será possível resgatar um código promocional para usar no aplicativo da Adobe e liberar os seis meses gratuitos do Adobe Express Premium.

A oferta vale tanto para novos usuários quanto para quem já assina o plano Premium. Segundo a Vivo, o benefício equivale a R$ 138 em acesso gratuito.

“Esta parceria representa mais um passo importante na nossa estratégia de levar inovação de forma prática e acessível, ampliando o acesso a soluções de inteligência artificial que agregam valor real ao dia a dia dos consumidores”, afirmou Flávia Carneiro, diretora de Marketing B2C da Vivo.

Para Renata Decoussau, diretora de Marketing da Adobe para a América Latina, a parceria amplia o acesso às ferramentas criativas da empresa no Brasil.

“Com o Adobe Express, estamos levando essa mesma oportunidade criativa para todos, por meio de uma experiência simples, acessível e impulsionada por inteligência artificial. Nossa parceria com a Vivo expande esse acesso para milhões de brasileiros”, destacou a executiva.

A Vivo tem divulgado parcerias com mais empresas de tecnologias. Há cerca de um mês, a operadora começou a dar um ano de assinatura do Gemini Plus de graça para clientes de planos selecionados. 

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TVs da Samsung vão perder "Modo Ambiente"; veja o que muda na sua

15 July 2026 at 21:24

A Samsung confirmou que encerrará o Ambient Service após 1º de agosto de 2026. A mudança afeta o serviço ligado ao Modo Ambiente das TVs da marca, recurso que exibe cenários animados, imagens e outros conteúdos quando o aparelho não está em uso.

O aviso apareceu no aplicativo SmartThings e confirma um processo que já havia começado nas TVs com Tizen 9. Aos poucos, a Samsung reduziu o espaço do Modo Ambiente no sistema e passou a dar mais destaque à Art Store.

Inicialmente, a empresa informou que o conteúdo do Ambient Mode passaria a fazer parte da Art Store. Depois, o atalho do recurso começou a desaparecer da barra lateral das TVs em alguns mercados e o conteúdo foi transferido para o novo serviço.

Nas TVs com Tizen 9 ou versões mais recentes, parte dos antigos fundos dinâmicos do Modo Ambiente ainda aparece no Daily Board. No entanto, ainda não está claro se esses conteúdos continuarão disponíveis após o encerramento oficial do Ambient Service.

TV Samsung

O que muda para quem usa o Modo Ambiente?

Com o fim do serviço, a principal alternativa oferecida pela Samsung é a Art Store. A plataforma reúne mais de mil pinturas e fotografias digitais para exibição na TV, mas o acesso completo ao catálogo exige uma assinatura.

A proposta, porém, é diferente. Enquanto a Art Store prioriza obras de arte e imagens estáticas, o Modo Ambiente também oferecia cenários animados e sons de fundo, com uma experiência mais próxima de um ambiente virtual.

Quem não quiser pagar pela Art Store ainda terá acesso a uma seleção gratuita de obras pela aba "Streaming". Neste caso, porém, o usuário tem pouco controle sobre a ordem em que os conteúdos aparecem.

Outra opção é criar galerias personalizadas pelo SmartThings no celular e exibir as próprias imagens na TV. Dessa forma, ainda será possível usar o televisor como uma espécie de quadro digital, mesmo após o fim do Ambient Service.

Apesar dessa perda de recurso, a Samsung também trabalha em melhorias para suas TVs, e uma das novidades implementadas nos últimos dias inclui um recurso que promete desafiar a TV 3.0. 

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TV 3.0: sua antena digital atual vai funcionar com a nova tecnologia?

15 July 2026 at 20:25

A TV 3.0, também chamada oficialmente de DTV+, já chegou nas primeiras 22 cidades no Brasil. A nova geração da televisão aberta promete a maior mudança no setor desde 2007, quando o país iniciou a transição do sinal analógico para o digital.

Os primeiros conversores compatíveis já chegaram ao mercado, enquanto o sinal está em fase experimental em locais como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Mas a novidade também trouxe uma dúvida para quem já assiste à TV aberta: será preciso trocar a antena digital?

A resposta mais simples é não. A antena digital usada atualmente não se torna inútil com a chegada da TV 3.0. O próprio Ministério das Comunicações já indicou que conversores externos podem ser ligados às antenas digitais UHF e VHF usadas hoje.

Isso não significa, porém, que as antenas continuarão exatamente iguais para sempre. A TV 3.0 introduz uma nova forma de transmissão que pode aproveitar duas polarizações do sinal ao mesmo tempo. Para extrair o máximo da tecnologia, novas antenas preparadas para esse sistema começam a chegar ao mercado.

Sua antena digital atual vai funcionar com a TV 3.0?

Sim. Uma antena digital atual pode continuar a ser usada com um conversor compatível com a TV 3.0.

Isso é possível porque a nova geração continua a usar as faixas destinadas à televisão terrestre. As especificações técnicas da DTV+ permitem transmissões nas frequências de VHF e UHF, usadas para a recepção da TV aberta.

A principal mudança está na forma como o sinal pode ser transmitido e recebido. A TV digital atual trabalha normalmente com uma única via de recepção. Já a TV 3.0 adota o MIMO, sigla para Multiple Input, Multiple Output, tecnologia que pode usar sinais transmitidos em polarizações diferentes.

Na prática, uma antena preparada para MIMO recebe essas duas conexões separadamente. O receptor pode combinar as informações para melhorar a eficiência e a robustez da recepção, algo especialmente útil em locais nos quais o sinal sofre com obstáculos, reflexos ou interferências.

TV 3.0

O Fórum SBTVD, responsável pelo desenvolvimento técnico da DTV+, realizou testes com antenas MIMO e definiu o uso da tecnologia como uma das bases da nova camada física da TV 3.0.

Portanto, a antena antiga pode continuar funcionando, mas uma antena MIMO própria para a TV 3.0 tende a aproveitar melhor as possibilidades do novo sistema.

O lado positivo é que os conversores já comercializados, como os da Aquário e Intelbras, já incluem uma antena interna compatível com a tecnologia no kit. 

Como conectar uma antena antiga ao conversor da TV 3.0?

Aqui está a parte que pode gerar mais confusão.

Alguns receptores preparados para o sistema MIMO possuem duas entradas de antena, normalmente identificadas como RF IN 1 e RF IN 2 ou Tuner 1 e Tuner 2. Já a antena digital tradicional tem apenas um cabo coaxial.

Nesse caso, o cabo único deve ser conectado à entrada principal indicada pelo fabricante, normalmente a RF IN 1 ou Tuner 1.

Com apenas uma via de recepção, o aparelho trabalha sem o ganho proporcionado por uma antena MIMO completa. A diferença prática está principalmente na capacidade de aproveitar as duas polarizações do sinal e, consequentemente, obter uma recepção mais robusta.

A qualidade e os recursos disponíveis também dependem da configuração escolhida por cada emissora. A TV 3.0 foi projetada para suportar diferentes modos de transmissão, inclusive combinações entre SISO, com uma via de recepção, e MIMO, com duas.

Não use um adaptador em "Y"

Um erro que deve ser evitado é tentar transformar o cabo único da antena em dois por meio de um divisor de sinal para preencher as duas entradas do conversor. Isso não transforma uma antena comum em uma antena MIMO.

Um divisor passivo de duas vias reduz a potência disponível em cada saída. Em condições ideais, a divisão já corresponde a uma perda próxima de 3 dB, sem contar as perdas adicionais do próprio componente e dos cabos.

Além disso, as duas entradas de um sistema MIMO existem para receber sinais distintos, associados às diferentes polarizações. Dividir exatamente o mesmo sinal em dois não cria uma segunda polarização e pode apenas piorar a recepção.

Portanto, nada de adaptadores em "T" ou "Y" para tentar alimentar as duas entradas.

Para que servem as duas entradas do conversor?

Para usar o sistema MIMO como projetado, é necessária uma antena compatível com a tecnologia.

Essas antenas trabalham com duas vias de recepção, associadas às diferentes polarizações do sinal, e entregam dois sinais separados ao receptor. É por isso que os equipamentos preparados para esse cenário possuem duas entradas RF.

O Fórum SBTVD define o modo MIMO como uma configuração na qual são criados dois caminhos de sinal ligados a antenas com polarizações cruzadas. A tecnologia tem papel importante no ganho de eficiência e na robustez da nova TV aberta.

TV 3.0

 Já existem kits comerciais que incluem antenas desenvolvidas para a nova geração. O mercado, porém, ainda está no começo, e a expansão deve acontecer aos poucos conforme o sinal da DTV+ chegar a mais cidades.

O maior problema não é a antena, mas a TV

Mesmo que sua antena atual possa ser reaproveitada, há outro componente que não pode ser ignorado: o televisor.

As TVs vendidas até agora no Brasil não possuem o hardware necessário para decodificar diretamente o sinal da DTV+. Uma simples atualização de software também não resolve o problema, já que a nova geração usa uma camada física diferente e novos padrões de compressão de vídeo.

Assim, para assistir à TV 3.0 em um televisor atual, é necessário usar um conversor externo compatível. A instalação é semelhante à dos antigos conversores usados na migração da TV analógica para a digital.

A antena é ligada ao conversor, enquanto um cabo HDMI leva a imagem e o som até a televisão.

No futuro, os televisores devem sair de fábrica com o receptor da DTV+ integrado. Até que isso aconteça de forma ampla, o conversor externo será o caminho para quem quiser acessar o novo padrão sem trocar de TV.

A implementação, porém, depende de cada fabricante, e a TCL, Samsung e LG já se manifestaram sobre quando a novidade chega em cada caso.  

A TV 3.0, apesar de novidade no Brasil, já existe em outros países, com outros nomes, e mudou bastante a usabilidade para os espectadores que já aproveitam a tecnologia. 

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Novo celular da Samsung terá função misteriosa de câmera; veja o que já sabemos

15 July 2026 at 18:58

A Samsung prepara uma nova função misteriosa de câmera para seus próximos celulares dobráveis. Chamada de Mirror View, a novidade chegará primeiro aos Galaxy Z Fold 8, Galaxy Z Fold 8 Ultra e Galaxy Z Flip 8, mas ainda não há detalhes sobre o que o recurso fará.

A função fará parte de uma próxima atualização do Camera Assistant, aplicativo da Samsung que permite personalizar o comportamento da câmera além das configurações disponíveis por padrão. A nova versão será voltada para aparelhos com a One UI 9.0.

Função Mirror View ainda é um mistério

Até o momento, a Samsung não publicou uma descrição da Mirror View. O nome sugere que o recurso pode alterar a forma como a prévia da câmera aparece na tela, mas ainda não é possível saber exatamente como ele funcionará.

Mais detalhes devem ser revelados com a apresentação dos novos dobráveis da Samsung, prevista para o fim de julho. Inicialmente, a novidade ficará restrita ao Galaxy Z Fold 8, Galaxy Z Fold 8 Ultra e Galaxy Z Flip 8.

z fold 8

 No futuro, porém, a expectativa é que a função também chegue a gerações anteriores dos celulares dobráveis da marca por meio de uma atualização.

Camera Assistant terá outras novidades

A próxima versão do Camera Assistant também permitirá desativar o encerramento automático da câmera. Com a opção ativa, o aplicativo não fechará sozinho após permanecer algum tempo sem uso.

Outra mudança envolve o ajuste de velocidade mínima do obturador, lançado no Camera Assistant com a One UI 8.5. O recurso permite definir um limite para o tempo de exposição no modo Foto, o que pode ajudar a reduzir borrões de movimento e ruído em algumas situações.

Atualmente, o aplicativo oferece as opções de 1/1000, 1/500, 1/120 e 1/30 de segundo. Com a nova atualização, a Samsung acrescentará a alternativa de 1/60 de segundo.

Por fim, o Camera Assistant ganhará suporte a mais idiomas e melhorias de usabilidade para controladores de lente sem fio da TILTA. A atualização deve ser liberada próximo ao lançamento dos novos dobráveis. 

A linha Galaxy Z Fold 8 está prevista para ser apresentada nas próximas semanas, ao lado dos novos relógios da série Galaxy Watch 9. Entre os rumores a respeito do celular, espera-se que ele estreie com uma tela nova e mais durável. Além disso, o formato do display também deve mudar,  e uma suposta foto real do aparelho também foi vazada. 

 

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Qual era o celular mais top quando o Brasil ganhou a última Copa do Mundo?

24 June 2026 at 11:00

Quando o Brasil venceu a última Copa do Mundo em 2002, o conceito de celular topo de linha passava longe das tecnologias atuais. O mercado daquele ano exibia características muito distantes da realidade de hoje. E com a Copa de 2026 rolando, o Canaltech resolveu voltar na linha do tempo para ajudar você a relembrar qual era o celular mais desejado qundo Cafu levantou a taça.

Na época, a internet discada liderava o acesso residencial e exigia conexões noturnas para evitar custos altos. Dispositivos eletrônicos de grande sucesso na década, como o iPod e o PlayStation 2, ainda buscavam espaço no mercado.

Nesse cenário de transição, os aparelhos possuíam formatos avantajados e pesados.

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O conceito de aparelho avançado no início do século exigia funções que hoje parecem básicas. O principal diferencial de status era a presença de uma tela colorida, capaz de exibir até 4.096 cores em resoluções modestas de 128 por 128 pixels.

A grande maioria dos aparelhos tinham visores monocromáticos com textos pretos sobre fundo verde ou cinza. Ter acesso a um painel com cores reais indicava que o usuário possuía um modelo caro e mais exclusivo.

Outro recurso disputado era a navegação WAP, que permitia o acesso a versões simplificadas de sites da internet de forma lenta. Toques polifônicos, com melodias mais complexas em vez de bips simples, e o rádio FM integrado completavam o pacote de luxo.

As câmeras fotográficas integradas faziam a sua estreia no mercado global de forma tímida. A tecnologia era escassa e a maior parte dos dispositivos sequer contava com sensores para o registro de imagens.

Os modelos de topo máximo no mercado

Os aparelhos voltados para o público corporativo e de alto poder aquisitivo funcionavam quase como computadores de bolso. Esses modelos traziam sistemas operacionais completos e ferramentas de produtividade.

Nokia Communicator 9210i

Este modelo era considerado uma referência em tecnologia no período. O telefone possuía o sistema operacional Symbian e um formato que se abria de lado, para revelar um teclado completo e uma tela colorida interna com navegação de internet detalhada.

Nokia Communicator foi um dos celulares mais bonitos e funcionais do começo do século (Imagem: Divulgação/Nokia)

Motorola Accompli 388

A Motorola apostou em uma proposta diferente com este modelo de formato concha.

O telefone tinha uma tela generosa com suporte para o reconhecimento de escrita natural por meio de uma caneta especial, além de um sistema para a composição de melodias. Era o celular que abriria as portas para o futuro, com smartphones com suporte a caneta stylus, como os Samsung Galaxy com S Pen da atualidade. 

Motorola Accompli marcou época pela caneta stylus para uso na tela touchscreen (Imagem: Divulgação/Motorola - Imagem melhorada por IA)

Siemens MCT 62

A fabricante alemã ganhou destaque com este dispositivo por ser um dos pioneiros no uso de câmeras fotográficas. O celular continha funções modernas para a transmissão de mensagens e gerenciamento de tarefas diárias.

Celular da Siemens se destacou por ser um dos primeiros com câmera integrada (Imagem: Divulgação/Siemens- Imagem melhorada por IA)

Os telefones premium de formato convencional

Além dos comunicadores de grande porte, o mercado oferecia aparelhos menores com visual elegante e recursos avançados. Esses modelos alcançaram marcas expressivas de vendas globais.

Nokia 6610

Este modelo era um dos mais populares do começo do século, com milhares de unidades vendidas no mundo. O dispositivo contava com rádio FM integrado, tela colorida e suporte para toques polifônicos em um corpo compacto, o que garantiu grande aceitação do público.

Celular da Nokia se destacava pelo visor colorido e rádio FM integrado (Imagem: Divulgação/Nokia- Imagem melhorada por IA)

Samsung SGH-T100

Com 12 milhões de cópias comercializadas, este celular em formato flip se destacou pelo design atraente. O visor colorido exibia até doze linhas de texto e apresentava uma qualidade de imagem superior para os padrões da época.

Samsung SGH-T100 se destacava pelo formato flip e visor colorido (Divulgação/Samsung - Imagem melhorada por IA)

Nokia 3650

Famoso pelo teclado em formato circular, o aparelho reunia uma das primeiras câmeras integradas do mercado. O modelo oferecia uma bateria com boa autonomia e espaço de armazenamento expansível para arquivos.

Nokia 3650 se destacou pelo design circular e pela câmera integrada (Imagem: Divulgação/Nokia- Imagem melhorada por IA)

Para aproveitar o clima de Copa do Mundo e torcer pelo Hexa, aproveite para descobrir como usar o Gemini para fazer uma foto com a camisa da Seleção.

Leia a matéria no Canaltech.

TIM amplia rede em 51 cidades de SP após aval da Anatel; veja o que muda

23 June 2026 at 21:51

A TIM recebeu aval da Anatel para utilizar novas faixas de frequência no estado de São Paulo e ampliar a capacidade de sua rede móvel. A medida envolve duas frentes de autorização, que cobrem 51 e 64 municípios, respectivamente, com possibilidade de sobreposição entre as áreas, e alcance total de até 115 cidades.

A autorização da Agência Nacional de Telecomunicações permite o uso de novas faixas na frequência de 2,5 GHz em municípios paulistas, com foco em regiões do sudoeste da Grande São Paulo, incluindo cidades como Taboão da Serra, Cotia e Embu das Artes.

Também entram na lista Itapecerica da Serra, Embu-Guaçu, Juquitiba, São Lourenço da Serra e Vargem Grande Paulista. A liberação do órgão regulador ocorreu em duas frentes distintas e envolve os espectros de 2.577,5 MHz e 2.602,5 MHz.

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Conforme a publicação no Diário Oficial da União, a operadora vai utilizar o espectro em caráter secundário. Isso significa que a companhia divide o espaço de transmissão sem exclusividade, mas ganha mais fôlego para aliviar o volume de dados trafegado diariamente.

Novas licenças podem melhorar sinal da TIM em cidades paulistas (Imagem: Danilo Berti/Canaltech)

A primeira licença liberada tem 15 MHz de largura e atende a 51 municípios. Já a segunda parte da autorização é mais ampla, com 35 MHz de largura, chegando a 64 cidades paulistas.

A medida ocorre em um momento de maior pressão sobre as redes móveis. O aumento no uso de ferramentas de trabalho remoto, streaming de vídeo e aplicativos de serviços exige cada vez mais das operadoras.

Na prática, o tráfego de dados ganha mais espaço para fluir com estabilidade nas regiões atendidas. O impacto é comparável à abertura de novas pistas em uma rodovia congestionada, reduzindo quedas de conexão e lentidões em horários de pico.

Recentemente, a TIM entrou em conflito com a Vivo na Anatel em relação a um recurso de bloqueio de ligações indesejadas, o Vivo Anti-Spam.

Leia a matéria no Canaltech.

TVs da Samsung ganham recurso que desafia TV 3.0; conheça a novidade

23 June 2026 at 20:02

As televisões da Samsung receberam um novo recurso de interatividade que lembra uma das principais promessas da TV 3.0 no Brasil. A novidade transforma o Samsung TV Plus em uma plataforma de compras, e permite que usuários explorem produtos anunciados e iniciem a aquisição diretamente pela TV, usando o controle remoto.

A novidade é resultado de uma parceria entre a Samsung e a Amazon Ads. O formato permite que o telespectador navegue por produtos e conclua etapas da compra com poucos cliques no controle remoto. O objetivo principal do projeto é eliminar a necessidade de buscar o item posteriormente no celular ou computador.

Atualmente, o Samsung TV Plus acumula mais de 100 milhões de usuários ativos mensais em todo o mundo. Esse público massivo atrai marcas interessadas em um contato mais próximo com o consumidor. Empresas como Logitech e Reckitt já aderiram ao novo modelo de anúncios em vídeo.

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Dados da Amazon Ads indicam que a novidade traz resultados expressivos para os anunciantes.

Os comerciais interativos geram até seis vezes mais buscas pelas marcas do que os formatos tradicionais. Além disso, a taxa de conversão em compras pode ser até cinco vezes maior.

Novo recurso da Samsung TV Plus traz função da TV 3.0 (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Apesar dos benefícios comerciais, o recurso divide opiniões entre os donos de aparelhos da marca. Muitos usuários criticam o excesso de publicidade em interfaces de equipamentos caros.

Outro ponto de atenção envolve o potencial aumento de compras por impulso, já que os produtos ficam acessíveis sem que o usuário precise recorrer ao celular ou computador.

Até o momento, não há informações sobre o lançamento dessa função nas televisões comercializadas no mercado brasileiro. Apesar de novidade no Brasil, a TV 3.0 já existe em outros países, com outro nome, e leva recursos interessantes para a vida do espectador. 

Leia a matéria no Canaltech.

Kylie Jenner revela novos óculos inteligentes da Meta; conheça todos os recursos

23 June 2026 at 19:11

A Meta anunciou sua nova geração de óculos inteligentes com três novos estilos no mercado internacional. Entre as novidades, a influencer Kylie Jenner inspira um modelo exclusivo que traz todos os recursos de inteligência artificial da marca com foco em moda e design próprio.

Os novos vestíveis abandonam marcas de luxo tradicionais na carcaça e estampam apenas o logotipo da empresa de tecnologia. Mesmo assim, a EssilorLuxottica continua como a responsável pela fabricação dos dispositivos. Essa mudança de estratégia comercial reduziu o preço inicial dos modelos para US$ 299.

A coleção se divide entre as versões Meta Fury, Meta Adventurer e a edição especial assinada por Kylie, batizada de Starfire. O primeiro modelo aposta em uma armação mais robusta e grossa. Já o segundo chega com um visual fino e discreto para o uso cotidiano.

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A versão Starfire conta com diferenciais exclusivos, como apoios de nariz em metal e sons personalizados para o sistema operacional. O estojo de recarga traz um espelho interno e uma voz exclusiva da Meta AI inspirada em Kylie Jenner.

Kylie Jenner assina versão Starfire dos novos Meta Ray-Ban (Imagem: Reprodução/Android Central)

Toda a linha recebeu melhorias importantes na ergonomia com apoios de nariz ajustáveis e hastes que permitem pequenos ajustes de posicionamento.

No lado direito da estrutura, um novo botão físico configurável permite ativar a assistente sem comandos de voz, além de controlar músicas e chamadas.

A tradução em tempo real ganhou suporte para mais 14 idiomas e agora atende um total de 20 línguas, incluindo português. O sistema também consegue analisar fotos de pratos e detalhar a quantidade de calorias para auxiliar os usuários no controle da alimentação diária.

Os dispositivos utilizam um chipset atualizado, o mesmo presente nos Ray-Ban Display mais recentes, e garante respostas mais rápidas nas conversas com a assistente e navegação por áudio passo a passo. 

Ray-Ban Meta Kylie Jenner
Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)
Ray-Ban Meta Kylie Jenner
Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)
Ray-Ban Meta Kylie Jenner
Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)
Ray-Ban Meta Kylie Jenner
Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)
Ray-Ban Meta Kylie Jenner
Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)
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Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)
Ray-Ban Meta Kylie Jenner
Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)
Ray-Ban Meta Kylie Jenner
Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)
Ray-Ban Meta Kylie Jenner
Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)

O estojo de carregamento mantém o formato dobrável da geração anterior e passa a contar com revestimentos externos intercambiáveis.

Os óculos já estão disponíveis nas lojas oficiais no exterior com opções de lentes de sol ou de grau. O preço oficial é de US$ 299 (cerca de R$ 1.556 em conversão direta), mas não há detalhes sobre chegada ao Brasil.

Além de filmar e tirar fotos, o Meta Ray-Ban também se destaca por outras funções, que são ainda mais interessantes que a câmera. 

Leia a matéria no Canaltech.

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