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Waze vs Google Maps: qual é o melhor para o dia a dia no trânsito?

Waze e Google Maps são as duas principais opções para lidar com o trânsito entre os apps de navegação. Ambas as ferramentas pertencem ao Google, mas têm particularidades e podem atender a diferentes públicos.

O Maps é uma plataforma mais abrangente, com suporte a diferentes tipos de transporte, enquanto o Waze é uma alternativa sólida para quem se locomove com carros e motos. Os dois apps trazem dados atualizados sobre congestionamento e rotas alternativas para o dia a dia.

O Canaltech comparou os diferenciais de cada plataforma e explica os melhores cenários para usar cada app:

  • Disponibilidade

  • Recursos 

  • Atualizações ao vivo

  • Diferenças nas rotas

  • Waze ou Google Maps: qual escolher?

Disponibilidade

Esse é um fator praticamente idêntico para ambas as plataformas: Waze e Google Maps têm aplicativos para celulares (Android e iOS), sistemas automotivos e uma versão Web. É possível sincronizar os dados na mesma conta, então o histórico entre aparelhos pode ser compartilhado.

No caso dos celulares com Android, o Maps vem instalado como padrão, enquanto é necessário baixar o Waze pela Play Store. 

Google Maps Waze ícones

Recursos 

A experiência básica é muito parecida nos dois apps: digitar o endereço de destino, escolher uma das rotas e seguir as instruções. Recentemente, os apps receberam integração com a IA do Gemini para comandos de voz mais elaborados.

Por outro lado, cada plataforma tem ferramentas exclusivas que diferenciam as experiências de uso.

Os destaques do Google Maps são:

  • Informações detalhadas sobre estabelecimentos comerciais e pontos de interesse

  • Download de mapas para navegação offline

  • Rotas personalizadas para carros, motos, bicicletas, transporte público (com detalhes sobre linhas de ônibus e metrô) e a pé

  • Widgets de tela inicial no Android e no iOS

  • Mais formas de visualização dos mapas, incluindo o Street View

Os pontos favoráveis ao Waze são:

  • Maior acervo de vozes para personalizar a navegação

  • Preferências por tipo de combustível e lista de preços em postos próximos (atualizada pela comunidade)

  • Alertas de trânsito mais específicos como lombadas, buracos na pista 

  • Personalização de rotas para evitar conversões difíceis e vias não pavimentadas

  • Colaboração em tempo real com a comunidade

Atualizações ao vivo

Em metrópoles com muito congestionamento, como São Paulo e Rio de Janeiro, os alertas sobre trânsito são essenciais em horários de pico. Esse é um ponto muito favorável ao Waze, que recebe atualizações em tempo real pela comunidade sobre obras na pista e outros incidentes no dia a dia.

O Google Maps também pode incluir alertas de radares móveis e obras, mas opera com menor frequência e importa dados do rival Waze. 

Waze recursos

Diferenças nas rotas

É comum ver comentários de pessoas que preferem o Google Maps porque o Waze pode sugerir rotas incomuns. Ambos podem compartilhar dados similares e rotas parecidas na hora de traçar um caminho, então esse é um risco possível para os dois aplicativos.

Por padrão, o Waze sugere três opções de trajetos, incluindo opções sem pedágios ou que evitam rodovias. O Maps pode recomendar menos caminhos. 

Google Maps recursos

Waze ou Google Maps: qual escolher?

A decisão varia de acordo com o que cada pessoa procura no aplicativo.

O Google Maps se destaca por ser uma opção mais ampla: o mesmo app concentra informações sobre trânsito, transporte público e estabelecimentos como restaurantes, mercados e pontos turísticos. É uma boa alternativa para quem não usa somente um meio de transporte, por exemplo.

O Waze, por sua vez, é recomendável para quem precisa usar carro ou moto com frequência no dia a dia. Por trazer dados atualizados e contar com uma comunidade muito ativa, é ideal para evitar contratempos no trânsito, enquanto não tem informações tão detalhadas sobre estabelecimentos ao redor como o rival.

O tipo de viagem também é um fator importante na decisão. Vai pegar a estrada para uma longa viagem e sinal instável de internet? O Maps pode ser uma opção melhor pelo download de rotas. Trabalha como motorista de aplicativo ou fica em constante deslocamento em horários de pico? O Waze se destaca por trazer todos os alertas.

Quer saber mais sobre cada app antes de tomar uma decisão? Confira o que significam os ícones do Waze e dicas de prompts para usar o Gemini no Maps. 

 

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Truque simples de DNS ativa bloqueio de malware grátis no Windows; veja como

Um ajuste simples nas configurações de rede do Windows pode ajudar a evitar malwares no PC: alguns servidores de DNS são configurados para bloquear sites e endereços IP associados a vírus e outras ameaças — e tudo isso pode ser feito de graça.

A mudança de servidor DNS é simples, ajuda a filtrar endereços maliciosos e em alguns casos até deixa a navegação mais rápida porque agiliza o carregamento de páginas da web.

O Canaltech explica o método a seguir:

  • O que é DNS?

  • Como mudar o servidor DNS do PC

  • Servidores com bloqueio de malware

  • Como mudar o DNS de toda a rede Wi-Fi

O que é DNS?

DNS é a sigla para Domain Name System, ou “Sistema de nomes de domínio”, em tradução livre, e funciona como uma saudosa agenda telefônica para conectar sites a seus respectivos endereços IPs.

Cada página da web é identificada por um endereço IP (aquela combinação numérica separada por pontos), enquanto os endereços de domínio, como canaltech.com.br, servem para facilitar a experiência do usuário. Um servidor DNS faz justamente o trabalho de coletar a URL e associá-la ao seu respectivo IP.

Ao conectar à web, o aparelho pode importar o servidor DNS usado pela provedora de internet por padrão, mas existem soluções próprias do Google e de outras empresas que podem ter recursos adicionais, como o bloqueio de ameaças.

Como mudar o servidor DNS do PC

Neste caso, o servidor usado foi o da Cloudflare com proteção contra malwares. Siga os passos a seguir: 

  1. Abra o Menu Iniciar e procure pelo Painel de Controle;

  2. Clique em “Rede e Internet”;

  3. Acesse “Central de Rede e Compartilhamento”;

  4. Pressione “Alterar as configurações do adaptador”;

  5. Escolha o Wi-Fi ou a rede conectada;

  6. Selecione “Alterar as configurações desta conexão” no menu superior;

  7. Acesse “Protocolo IP Versão 4 (TCP/IPv4)”;

  8. Entre em “Propriedades”;

  9. Ative o campo “Usar os seguintes endereços de servidor DNS”;

  10. Insira o endereço 1.1.1.2 e salve.

Trocar DNS Windows

Também é possível repetir o processo com o protocolo IPv6 na tela de propriedades da rede. Nesse caso, insira o código 2606:4700:4700::1112.

Atenção: trocar o DNS não deve ser a única medida de segurança no PC e não substitui o uso de um antivírus para conter ameaças. A mudança traz uma camada de proteção adicional à navegação pela internet

Servidores com bloqueio de malware

Você pode usar os seguintes servidores para proteger as redes contra ameaças:

Cloudflare

  • 1.1.1.2 (IPv4 primário)

  • 1.0.0.2 (IPv4 secundário)

  • 2606:4700:4700::1112 (IPv6 primário)

  • 2606:4700:4700::1002 (IPv6 secundário)

Quad9

  • 9.9.9.9 (IPv4 primário)

  • 149.112.112.112 (IPv4 secundário)

  • 2620:fe::fe (IPv6 primário)

  • 2620:fe::9 (IPv6 secundário)

OpenDNS

  • 208.67.222.222 (IPv4 primário)

  • 208.67.220.220 (IPv4 secundário)

Como mudar o DNS de toda a rede Wi-Fi

Mudar o servidor DNS do roteador permite que todos os dispositivos conectados recebam a mesma camada de proteção. É necessário encontrar o endereço de IP no aparelho e digitá-lo no navegador para abrir o painel de controle.

Confira o passo a passo para trocar o DNS em toda a rede. 

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O que é Necromancia Digital e por que prática divide tanto opiniões

Necromancia digital é o termo usado para descrever a recriação da aparência ou da voz de pessoas mortas usando inteligência artificial. A prática ganha espaço com o fácil acesso aos serviços de IA de imagens e vídeos, mas também é o centro de dilemas éticos e sobre o processo de luto.

As redes sociais estão repletas de vídeos virais com celebridades falecidas fazendo tarefas comuns, como assistir a um jogo de futebol e publicações que envolvem a pessoa no “pós-vida”: um exemplo é um vídeo que viralizou do ator Sam Neill, de Jurassic Park, encontrando dinossauros num suposto paraíso, publicado no mesmo dia de sua morte. 

A maioria dos posts nas redes não envolve consentimento da família das pessoas, além de abrir brechas jurídicas sobre quem tem os direitos sobre a imagem e a aparência de falecidos. 

Necromancia digital e os limites éticos da IA

Os exemplos mencionados são de pessoas famosas, mas a prática pode se estender para praticamente qualquer pessoa falecida que tenha imagens na web — o que é cada vez mais comum em tempos de alta exposição nas redes sociais.

Os geradores de imagens conseguem criar arquivos a partir de uma foto original, mantendo toda a fisionomia das pessoas. No caso dos vídeos, a experiência pode ficar ainda mais fiel com o uso de ferramentas que clonam a voz de alguém a partir de um pequeno trecho.

A reação de cada pessoa a um conteúdo do tipo pode variar com respostas positivas ou negativas, mas a prática em si já esbarra no limite ético sobre o consentimento e até onde a imagem pode ser usada, como aponta o coordenador do Curso Superior de Tecnologia em IA do UniSenac (RS), Victor Hugo Lopes à reportagem do Canaltech:

“A principal questão ética é o consentimento. A pessoa autorizou esse uso em vida? A família concorda? Além disso, existe um limite entre preservar uma memória e criar uma simulação que pode induzir alguém a acreditar que continua interagindo com aquela pessoa. A tecnologia, por si só, não é o problema, o problema é como ela é usada”.

Lopes entende que esses limites podem ser determinados com regras específicas e mecanismos de segurança aplicados pelas empresas que desenvolvem as ferramentas:

“É possível colocar freios, mas eles dependem muito mais de legislação e governança do que da tecnologia em si. Regras sobre consentimento, transparência, identificação obrigatória de conteúdos sintéticos e responsabilização de empresas serão fundamentais”.

Impacto no luto

Um dos pontos de discussão sobre a necromancia digital é o impacto no luto. A IA é usada como um meio para criar um cenário que não existe, mas simular como se fosse algo real.

A psicóloga Cristiane Belmonte explica que há um risco de transformar um recurso tecnológico em um mecanismo de negação, que é uma reação natural que faz parte do processo após perder uma pessoa próxima:

“Em vez de elaborar a perda, a pessoa permanece tentando manter um vínculo que, infelizmente, não existe mais da mesma forma. A tecnologia oferece possibilidades que antes eram inimagináveis, mas precisamos lembrar que ela não pode substituir um processo natural da vida. O luto é doloroso justamente porque precisamos aprender a viver com a ausência e a tecnologia pode atrasar o processo quando impede esse enfrentamento”.

Os mortos como negócio

Existem alguns casos emblemáticos de recriações póstumas, como um comercial com a cantora Elis Regina de 2023 e um acordo da empresa ElevenLabs para recriar a voz de Stan Lee em seu aplicativo. Nesses casos, as respectivas companhias afirmaram que houve um acordo com detentores de direitos de imagem das pessoas. 

Comercial Volkswagen Elis Regina

Há, ainda, empresas especializadas em criar chatbots de pessoas falecidas, chamados “deathbots” (“Robôs da morte”, em tradução livre) ou “griefbots” (“robôs do luto”). Os exemplos mostram que a prática já foi transformada em negócio.

O fácil acesso à IA torna isso possível, mas também pode abrir caminho para práticas maliciosas, como alerta Victor Hugo Lopes, do UniSenac:

“O desafio é que a mesma tecnologia que pode ser usada para homenagens ou preservação da memória também pode ser utilizada para manipulação emocional, golpes, desinformação ou exploração comercial da imagem de pessoas que já faleceram. Por isso, a discussão ética e regulatória precisa acompanhar essa evolução tecnológica.

É importante diferenciar empresas que criam um legado digital com consentimento da própria pessoa em vida, de usos não autorizados, em que alguém recria a voz ou a imagem de uma pessoa falecida usando modelos de clonagem de voz ou deepfakes. Tecnicamente é possível fazer ambos, mas eticamente e juridicamente são situações completamente diferentes”.

Quem tem os direitos sobre uma pessoa falecida?

Há um impasse jurídico, visto que existem diferenças entre as leis de cada país sobre o uso da imagem de uma pessoa após a morte. O uso da imagem de uma pessoa sem consentimento para criar uma foto ou vídeo com IA já é problemático e a situação fica ainda mais delicada nesses casos.

Inteligência Artificial

O advogado Mestre e Doutorando em Teoria do Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pedro Amorim de Souza, informa que a lei brasileira determina que apenas a pessoa falecida tem direito sobre o uso da própria aparência após a morte:

“A resposta jurídica, a princípio, é de que somente a própria pessoa falecida pode autorizar sua recriação pós-morte. No direito brasileiro contemporâneo, nenhuma outra figura, nem cônjuge, nem filhos, nem herdeiros, possui esse poder. Isso porque os direitos da personalidade, que incluem imagem, voz, expressões, trejeitos e forma de se manifestar, são intransmissíveis e extinguem-se com a morte, quando, de acordo com o art. 6º do Código Civil, deixa de existir a pessoa natural”, comenta.

A dependência da tecnologia já cria um movimento contrário: pessoas buscam um "detox de IA" para reduzir o protagonismo dessas ferramentas no dia a dia.

 

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WhatsApp sem bordas: novo design de fotos e vídeos chega ao iPhone

O WhatsApp começou a testar um novo visual para as mensagens no iPhone. De acordo com o site WABetaInfo, a versão Beta mais recente do app para iOS tem formas mais arredondadas e visualização sem bordas para fotos e vídeos. 

A primeira mudança está nos balões de mensagens, que ganham bordas mais arredondadas e ficam mais parecidas com um formato de pílula em recados de texto. A versão padrão do app também tem curvas, mas o efeito é mais sutil.

A maior diferença está ao receber fotos e vídeos: o aplicativo removeu a borda que cobre a miniatura das imagens e deixa um visual mais parecido com o Direct do Instagram, por exemplo. 

Vale destacar que os ajustes apareceram apenas na versão Beta do aplicativo e ainda não estão disponíveis para o público geral, sem previsão de lançamento.

Mudança design WhatsApp iOS

Mudanças recentes na interface do WhatsApp

O visual WhatsApp para iPhone mudou bastante desde o ano passado com a chegada do estilo de design Liquid Glass no iOS. A Meta lançou uma série de atualizações no app para adaptá-lo à interface com elementos transparentes e flutuantes.

O efeito de vidro pode ser encontrado logo na tela inicial do app com o menu inferior e os ícones no topo da tela. Além disso, o app já testa elementos transparentes dentro da conversa, incluindo um espaço flutuante na caixa de texto para as mensagens. 

Relembre outras mudanças recentes no WhatsApp, incluindo mais opções para gerenciar grupos no app.

 

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Facebook ganha novo selo de verificação gratuito; saiba como funciona

A Meta lançou um novo selo de verificação gratuito para contas do Facebook. O objetivo é garantir que o perfil é real e evitar a presença de contas falsas com IA.

A verificação exige apenas o envio de selfies e compara a sua imagem com as fotos de perfil da conta. Após a conclusão, o selo fica exibido no próprio perfil, em grupos e nas plataformas Namoro e Marketplace — a Meta tem planos de levar o recurso aos posts no Feed no futuro.

“Enquanto a IA facilita fazer mais no Facebook, um sinal claro que diferencia pessoas reais se torna essencial”, explica a Meta em nota oficial. A novidade começou a ser liberada hoje (24) em mercados selecionados e deve ser expandida em breve, mas ainda não está disponível no Brasil em teste feito pelo Canaltech.

Selo verificação Facebook

Quem pode obter o selo de verificação?

O selo está disponível para perfis com pelo menos 18 anos de idade e que atendem aos requisitos de boas práticas com os padrões da comunidade. A Meta não especifica os termos, mas reforça que o método é dedicado para pessoas que não praticam golpes ou fraudes na rede social.

Qual a diferença para o Meta Verified?

O selo serve apenas para atestar que um perfil é real e tem um design mais simples. É uma proposta diferente do Meta Verified, serviço de assinatura para Facebook e Instagram que garante o selo azul ao lado do perfil. 

O Verified é um plano pago que inclui benefícios adicionais, como destaque na busca e mais opções para personalizar a conta com links. O serviço é direcionado para marcas e criadores de conteúdo, enquanto a novidade anunciada pela empresa é gratuita e voltada a contas pessoais.

 

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Firefox agora separa vida pessoal do trabalho em uma mesma janela; veja como

O Firefox conta com um novo recurso chamado Multi-Account Containers (“Contêineres de múltiplas contas”, em tradução livre). A ferramenta permite abrir abas na mesma janela com perfis diferentes do navegador, incluindo as contas pessoais e profissionais.

Os navegadores têm suporte a múltiplos perfis, mas cada um opera numa janela separada (como escolher um perfil da Netflix ou de outro streaming). No caso do Firefox, é possível manter todo o trabalho numa única janela, mas cada aba é vinculada a um dos acessos e separadas por cores.

O aplicativo permite até acessar abas do mesmo site no computador, mas com logins diferentes. É possível abrir uma aba do Gmail para acessar o e-mail pessoal e outra com a caixa de entrada do e-mail corporativo, por exemplo.

Como o recurso funciona?

O Firefox divide as abas e os respectivos perfis em “contêineres”: cada um tem informações próprias de login, mas compartilham o mesmo ambiente da janela do navegador. Existem opções para personalizar cada seção, como aplicar VPN a uma aba específica ou determinar que um site seja sempre aberto num único contêiner.

Visualmente, cada contêiner recebe uma cor específica, então as abas são diferenciadas por etiquetas. 

Firefox contêiner

Como usar os contêineres para organizar abas do Firefox

A ferramenta funciona a partir de uma extensão que precisa ser adicionada ao navegador:

  1. Abra a página da extensão (https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/multi-account-containers/);
  2. Baixe e instale o componente;
  3. Autorize o acesso;
  4. Selecione o ícone dos contêineres no topo da tela. 

O navegador da Mozilla já dominou o cenário na década de 2000 e ainda é uma alternativa forte ao Chrome. Veja algumas dicas interessantes para configurar o Firefox no PC. 

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Sabia que o Windows tem um identificador universal? Entenda para que ele serve

A Microsoft confirmou que o Windows tem um código identificador global para cada dispositivo. O recurso é usado para monitorar o licenciamento do sistema operacional, mas também pode ser usado por agências de segurança para monitorar e vincular uma pessoa a um computador, por exemplo.

O “CPF do Windows” recebe o nome de Identificador Global de Dispositivos (GDID, na sigla em inglês) e não pode ser removido: o registro é criado ao configurar um computador novo ou acessar uma conta Microsoft. 

O código é atrelado ao aparelho e armazenado localmente, mas a MS pode acessá-lo nos relatórios recebidos sobre o dispositivo, de acordo com o site Windows Latest.

A medida levanta algumas preocupações sobre privacidade, visto que não existe uma tela de consentimento sobre o processo ou algum caminho para ocultar os dados. Por outro lado, reforça um uso da MS em apurações policiais.

Computador Windows 11

Identificador foi usado em investigação do FBI

O GDID veio à tona após ser usado durante uma investigação do FBI (agência de segurança dos EUA) para encontrar um hacker chamado Peter Stokes, acusado de participar de um grupo responsável por invadir os sistemas de uma loja de joias de luxo dos EUA.

O identificador sinalizou que Stokes fez diversas ações em países diferentes usando o mesmo computador com Windows, o que possibilitou uma operação para localizá-lo.

A Microsoft não comentou os desdobramentos do GDID publicamente e não ofereceu mais informações além do conteúdo mencionado na denúncia do FBI. 

Confira algumas dicas que podem deixar o Windows mais seguro contra invasões.

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Liquid Glass te dá enjoo? Veja 5 formas de suavizar o visual do iOS 27

Marcado por elementos transparentes, o design Liquid Glass não é unanimidade entre usuários de iPhones, iPads e Macs. No entanto, a Apple traz algumas opções para suavizar o efeito de vidro no iOS.

Ajustes nas configurações permitem alterar o nível de transparência e diminuir o impacto de algumas animações do sistema, o que pode ajudar muito quem se incomoda com a interface. 

A maior parte das mudanças envolve as configurações de acessibilidade do sistema, mas também existem comandos disponíveis nas telas para trocar a aparência do iPhone. Saiba mais a seguir:

5 formas de suavizar o visual do iOS

Confira algumas dicas:

  1. Ajustar o nível de transparência

  2. Reduzir movimentos

  3. Diminuir a transparência

  4. Alterar efeitos de brilho

  5. Usar o tema escuro

1.Ajustar o nível de transparência

A primeira dica é a mais direta: o iPhone tem um campo para ajustar o nível de transparência em diferentes elementos da interface. Basta acessar o app Ajustes, abrir a tela “Aparência” e acessar a seção do Liquid Glass.

No iOS 26, o ajuste é feito apenas com os modos “Claro” (mais transparente) e “Tingido” (mais opaco). O iOS 27, já disponível em versão Beta, traz um seletor para ajustar o nível manualmente.

Liquid Glass iOS 27 Beta

 

2. Reduzir movimentos

Outra função disponível na tela de aparência do iOS é o “Reduzir movimento”, usado para suavizar diversas animações do sistema operacional que recorrem aos efeitos transparentes. O modo pode causar estranheza no começo por mudar muitas transições do iPhone, mas é uma alternativa para conter o Liquid Glass.

3. Diminuir a transparência

As configurações de acessibilidade do iPhone têm uma ferramenta para diminuir a transparência e aumentar o desfoque na interface. O modo é diferente do ajuste direto do Liquid Glass e foca em aumentar a legibilidade. 

Para ativar, abra a tela de Acessibilidade no app Ajustes, entre em “Tela e Tamanho do Texto” e ative “Reduzir transparência”.

4. Alterar efeitos de brilho

O comando “Reduzir brilho” na mesma tela de acessibilidade permite diminuir alguns dos efeitos de luz ao interagir com o teclado e outros botões do iOS. É mais uma alternativa para “driblar” os efeitos de vidro.

5. Usar o tema escuro

O tema escuro do sistema aumenta o contraste e pode amenizar alguns efeitos brilhantes causados pelo Liquid Glass. Para mudar, basta acessar a tela “Aparência” e escolher a opção.

Compare a mudança numa das telas do iOS com todos os ajustes aplicados:

Comparativo Liquid Glass iOS

 

Quer diminuir o tempo de tela? Confira algumas dicas para ficar menos tempo no iPhone.

 

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Google é forçado a compartilhar dados com rivais de IA; entenda o motivo

A União Europeia determinou que o Google deve abrir serviços digitais do sistema Android e da busca para outros concorrentes do mercado de IA. A medida foi anunciada na última quarta-feira (15) e vale para o bloco de países europeus.

As novas regras fazem parte de um conjunto de decisões para adequar a Gigante das Buscas à Lei dos Mercados Digitais da UE, que regulamenta a atividade das principais Big Techs na região. 

Um dos destaques envolve liberar serviços de ativação de voz para os concorrentes, como a OpenAI, que poderiam inserir alternativas ao “OK, Google” nos celulares. 

Quais serviços do Google foram afetados?

As regras exigem a abertura de 11 recursos do sistema Android para que as empresas consigam competir com o Gemini. 

Além de liberar a ativação por voz, o Google também precisa fornecer acesso à tecnologia para automatizar tarefas, como pedir um táxi ou serviço de delivery com IA. Vale lembrar que esse é um dos principais destaques da Inteligência Gemini, anunciada para Android no primeiro semestre deste ano.

Por fim, a Big Tech ainda terá que compartilhar dados anônimos usados para aprimorar serviços de busca aos concorrentes no segmento de IA. 

Inteligência Gemini

As mudanças serão aplicadas globalmente?

Não. As medidas valem apenas para a atuação do Google na UE e devem ser aplicadas a partir do ano que vem em atualizações no Android.

O que diz o Google?

Em nota, o Presidente de Assuntos Globais do Google, Kent Walker, reclamou da decisão.

Walker afirma que as regras trazem um risco de “comprometer salvaguardas vitais de privacidade e segurança para milhões de europeus”. O porta-voz também demonstrou preocupação em expor as pesquisas privadas das pessoas a empresas desconhecidas. 

Confira algumas alternativas ao Modo IA do Google para buscas diárias.

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OpenAI lança versão do ChatGPT especialista em hackear sistemas

A equipe de segurança da OpenAI apresentou o GPT-Red na última quarta-feira (15). O modelo de IA tem o objetivo de executar práticas de red-teaming, processo em que uma equipe interna simula ataques hackers para testar os mecanismos de defesa de uma plataforma.

O GPT-Red foi treinado para dar suporte à equipe que faz os testes de segurança e moldou o desenvolvimento do GPT-5.6 Sol, o modelo mais potente do ChatGPT até então. A IA foi refinada para combater os ataques de injeção de prompt (quando o comando possui instruções escondidas que levam a IA a fazer algo indevido).

De acordo com os pesquisadores da empresa, o modelo foi treinado por aprendizado de reforço e agora funciona de forma automatizada para identificar vulnerabilidades e consertá-las antes mesmo de serem distribuídas.

Teste segurança GPT

O GPT-Red é perigoso?

O modelo da OpenAI é capaz de hackear um sistema, mas não é uma “ferramenta do mal”: o GPT-Red é usado apenas para testes internos de segurança e não foi liberado ao público geral.

Em nota, a empresa argumentou que o red-teaming feito por humanos é uma parte essencial, mas esbarrava em alguns limites de escalabilidade. A própria IA permite desenvolver ameaças em ritmo e volume muito maior, então foi necessário usar a tecnologia para resolver o problema na mesma medida.

Entenda por que o GPT-5.6 Sol e tão poderoso e como a tecnologia é usada no novo ChatGPT Work.

 

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Instagram vai alertar pais se filhos discutirem crises com a IA

A Meta anunciou que vai informar pais e mães se os filhos menores de idade conversarem sobre temas sensíveis com a Meta AI, incluindo suicídio e automutilação. A medida vale para as contas conectadas ao sistema de controle parental do Instagram.

A empresa não vai compartilhar a conversa exata com o assistente, mas enviará uma notificação aos tutores para alertar sobre o tema da interação. Por padrão, a Meta AI automaticamente responde aos prompts do tipo com atalhos para canais de apoio e dicas para procurar ajuda.

A empresa criou um sistema de IA em contato com especialistas para identificar quais conversas devem ser categorizadas como sensíveis. Além disso, o processo passa por revisão manual antes de enviar a notificação aos pais.

O recurso inicialmente está disponível em Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido, com previsão de chegar a mais países até o final deste ano.

Instagram controle parental Meta AI

Instagram tem recurso parecido na busca

A medida é mais um esforço da Meta para conter atividades perigosas entre menores de idade no Instagram, que ganha força desde o ano passado após pressões regulatórias. 

A rede social ganhou um ajuste no começo do ano para alertar pais e mães sobre buscas dos adolescentes por temas sensíveis na rede, enquanto a Meta AI já tinha uma ferramenta para informar os temas conversados com a IA, mas sem oferecer ações adicionais.

Tudo isso ocorre dentro de um sistema de controle parental criado pela Meta no qual adultos conseguem ter informações sobre atividades dos filhos nas redes, além de estabelecer limites de uso. 

Confira as funções disponíveis na conta para adolescentes do Instagram.

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Bixby perdeu a voz: usuários de celulares Samsung relatam bug bizarro

Donos de celulares da Samsung identificaram um bug incomum com a Bixby: a assistente deixou de responder aos pedidos em áudio e mostra apenas um feedback de texto. O caso foi relatado no fórum da fabricante para a comunidade, segundo o site Android Authority.

A Bixby ganhou um chatbot em texto com a One UI 8.5, mas ainda funciona da forma padrão com ativação por voz (o que pode ser ideal para quando a pessoa está longe do celular, por exemplo). No entanto, os comentários recentes indicam um problema em que ela não emite nenhum som.

Os casos foram registrados na Coreia do Sul e a marca não se pronunciou sobre o ocorrido até o momento.

Bixby Samsung One UI 8.5

 

O que mudou na Bixby?

Normalmente preterida pelo Google Assistente e pelo Gemini, a Bixby recebeu uma grande reformulação com a atualização para a One UI 8.5. A ferramenta ganhou um aplicativo próprio nos moldes de ChatGPT, Gemini e Claude para funcionar como um chatbot de IA generativa.

A assistente da Samsung agora tem maior capacidade de entender e manter conversas longas, além de executar tarefas entre apps. Caso seja necessário fazer uma busca pela web, a ferramenta também é conectada com a Perplexity para trazer respostas atualizadas.

Relembre os principais recursos que chegaram com a One UI 8.5 nos celulares e tablets da Samsung.

 

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Instagram virou BeReal? App deixa usar duas câmeras ao mesmo tempo no Instants

O Instagram liberou dois novos recursos para o Instants: tirar fotos com as duas câmeras ao mesmo tempo e gravar vídeos curtos. A informação é do site MacMagazine.

A novidade deixa o Instants parecido com a rede social BeReal, que fez sucesso em 2022. O concorrente envia uma notificação para publicar uma única imagem espontânea por dia, sem filtros ou edições, e mostra o resultado gravado pelas duas câmeras.

O acesso às câmeras frontal e traseira só está disponível em celulares compatíveis com o recurso, como é o caso do iPhone 17 Pro. Alguns modelos topo de linha também contam com o modo de gravação de forma nativa no Android 17.

O modo de vídeos está disponível no iOS ao pressionar e segurar o botão do obturador e os clipes possuem a mesma duração das imagens.

Instagram Instants

 

O que é o Instants do Instagram?

O Instants é um recurso criado pela Meta para postar fotos espontâneas e sem edição no Instagram. As imagens podem ser acessadas por até 24 horas e apenas amigos (contas que você segue e o seguem de volta) podem visualizar.

Ao contrário dos Stories, a ferramenta não tem nenhum recurso de edição, filtro ou suporte para texto. A Meta ainda criou um aplicativo próprio do modo para acessar a câmera rapidamente.

Não quer saber as notificações de fotos? Saiba como desativar alertas do Instants no Instagram. 

 

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Golpe do reembolso: cliente usa IA para criar barata em lanche e é descoberto

Um cliente de uma hamburgueria em São José dos Pinhais (PR) tentou aplicar um golpe no estabelecimento com ajuda de IA: a pessoa criou uma imagem com uma barata dentro do lanche e exigiu o reembolso. A informação é do portal G1.

O caso foi relatado pelo próprio dono da hamburgueria. O cliente pediu o reembolso horas após o pedido com uma foto da barata artificial e uma mensagem para informar que o lanche ainda estaria com a embalagem aberta.

O proprietário, então, identificou algumas imprecisões na imagem: a barata parecia limpa demais e os molhos não estavam na posição certa do lanche, o que indicava uma possível manipulação. A empresa enviou um motoqueiro para retirar o pedido no endereço, mas não foi atendida pelo cliente. 

A edição com imagens para golpes com um benefício financeiro pode ser considerada uma tentativa de estelionato.

Lanche adulterado com IA

Como identificar uma imagem feita por IA

As IAs geradoras de imagens estão cada vez mais refinadas e com resultados realistas, mas ainda existem alguns truques para verificar o que é real ou não:

  • Compare a iluminação da foto final com a imagem original;
  • Verifique se há uma marca d’água nas extremidades da foto;
  • Procure por inconsistências nas sombras e no fundo da imagem.

O Google possui uma marca d’água invisível chamada Synth ID para identificar todos os conteúdos criados com as ferramentas de inteligência artificial da empresa. Nesse caso, é possível perguntar para o Gemini se uma imagem foi manipulada ou não (mas a medida não vale para criações feitas no ChatGPT ou em outras plataformas).

 

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Microsoft começa a fazer "atualização forçada" do Windows; entenda por quê

24 June 2026 at 14:15

A Microsoft vai forçar a atualização do Windows 11 25H2 em computadores domésticos. A medida vale para todos os PCs com as versões Home ou Pro do sistema operacional e que não são administrados por uma rede de TI e pode ser uma forma de "preparar o terreno" para a versão 26H2.

A versão H2 é uma grande atualização anual do Windows, liberada sempre no segundo semestre. A instalação é bem mais sutil em comparação com edições anteriores, visto que o 25H2 (2025) foi desenvolvido com a mesma base da versão 24H2 (2024).

A Microsoft usa um método de distribuição chamado “Enablement Packages” (eKB) para ativar componentes que já estão inclusos no sistema, deixando o processo mais leve e rápido, sem exigir horas de instalação.

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Microsoft vai levar o Windows 11 25H2 automaticamente para computadores pessoais (Imagem: Unsplash/Sunrise King)

A migração para o Windows 11 25H2 deve acontecer até para computadores com a versão 23H2, descontinuada pela MS. A empresa mudou a política de distribuição em maio deste ano para informar que qualquer aparelho com as edições Home e Pro do sistema receberá a versão mais recente — antes, a medida era restrita para aqueles com a versão liberada em 2024.

A distribuição do update ocorre de forma gradual a partir de um modelo de aprendizado de máquina: segundo a Microsoft, os dispositivos são atualizados quando estiverem “prontos”, como uma forma de garantir performance e segurança no uso diário. Por outro lado, é possível baixar a compilação manualmente via Windows Update, na tela de configurações.

Windows 26H2 vem aí

A atualização forçada é uma forma de preparar os computadores para o Windows 11 26H2, a próxima grande atualização anual do sistema. A versão 24H2 perde suporte oficial quando a nova edição chegar, então faz sentido acelerar o processo. 

A compilação já foi liberada para testes na plataforma Insider. O lançamento para o público geral deve ocorrer a partir de setembro e segue a mesma estrutura das outras versões: distribuição via eKB, com pequenas substituições no lugar de trocar todo o sistema operacional. 

A empresa prevê que o download do 26H2 será similar a uma atualização mensal do sistema na maioria dos computadores.

Leia a matéria no Canaltech.

Gemini ganha funções que vão mudar como você usa o Android

23 June 2026 at 20:58

O Google atualizou a integração do Gemini no Android e agora permite acessar algumas das principais funções da IA sem abrir o aplicativo. A mudança está no menu suspenso do assistente, que passou a mostrar mais atalhos na tela.

A versão anterior do menu, exibido a partir do ícone de “+” no Gemini, permitia criar imagens e acessar a Inteligência Personalizada. A atualização traz o “pacote completo” com atalhos para criar vídeos, abrir o Canvas, usar a ferramenta de aprendizado e gerar músicas.

A única ausência em comparação com o app do Gemini é o atalho para usar o modo Deep Research. De acordo com o site 9to5Google, a novidade está disponível a partir da versão 17.32 do app do buscador na Play Store.

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Menu suspenso do Gemini no Android tem mais opções (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)

Com a mudança, o Google reforça ainda mais os pontos de entrada para usar o assistente de IA de forma fluida — vale lembrar que a ferramenta foi integrada ao Chrome recentemente e também ganhou novos atalhos na barra de pesquisa.

O acesso sem barreiras é uma alternativa interessante para consolidar o Gemini como a principal opção para usar IA nos celulares, dispensando o uso de apps específicos. Vale lembrar que a Apple também quer seguir um caminho parecido com a Siri, integrada por todo o iOS.

Como abrir o menu suspenso do Gemini no Android

O menu suspenso está disponível em três formas diferentes:

  • Manter o botão de energia pressionado;
  • Usar o comando “Hey, Google”;
  • Pressionar o botão central do menu inferior (abre o Circule para Pesquisar).

Entenda como funciona a Inteligência Personalizada do Gemini para melhorar resultados de acordo com seus hábitos de uso.

Leia a matéria no Canaltech.

WhatsApp testa recurso que "entrega" quem está online; veja como desativar

23 June 2026 at 19:07

O WhatsApp prepara uma nova opção para ver contatos da sua agenda que estão online no mensageiro no momento, revela o site WABetaInfo. A ferramenta ainda está na fase de desenvolvimento e ainda não pode ser acessada no app, mas sugere uma nova forma de “dedurar” quem está ativo no mensageiro pela lista de contatos. 

Atualmente, só é possível saber o acesso mais recente de uma pessoa ao abrir a conversa privada com ela.

De acordo com a matéria original, a tela de contatos salvos permitiria filtrar os perfis de duas formas diferentes: na ordem alfabética ou apenas quem está online. O método lembra a organização de conversas no saudoso MSN Messenger (o que pode denunciar a idade de algumas pessoas).

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O app ainda desenvolve uma aba para sugerir novos nomes para a agenda, incluindo pessoas que participam dos mesmos grupos e números com quem você conversou individualmente, mas ainda não salvou o perfil na agenda. Ainda não há previsão de lançamento do recurso.

WhatsApp pode ter filtro de perfis online na lista de contatos (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

Como esconder que você está online no WhatsApp

O mensageiro da Meta tem uma opção de privacidade para esconder o status de online. Saiba como:

  1. Abra o WhatsApp;
  2. Acesse as configurações;
  3. Toque em “Privacidade”;
  4. Entre em “Visto por último e online”;
  5. Escolha quem pode ver as informações.

Quer saber se alguém te bloqueou no WhatsApp? Há um truque rápido para descobrir.

Leia a matéria no Canaltech.

Golpes no Prime Day 2026: cerca de 7 mil sites falsos da Amazon são descobertos

23 June 2026 at 17:15

Um relatório da empresa de cibersegurança Check Point Software identificou cerca de 7 mil sites falsos da Amazon feitos nos últimos meses. A tendência é de que as páginas sejam usadas para aplicar golpes durante o Prime Day, período de ofertas da varejista.

O Prime Day começa hoje (23) nos Estados Unidos e vai até a próxima sexta-feira (26). No Brasil, o período de ofertas dura entre os dias 1º e 7 de julho. 

Os dados da Check Point revelam que 6.843 domínios relacionados à marca foram criados entre dezembro de 2025 e maio deste ano. A maior parte foi criada nos últimos dois meses, o que sugere uma investida de cibercriminosos de olho na data comemorativa da Amazon.

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Os sites imitam a identidade visual do marketplace e podem ser usados para aplicar golpes de phishing, no qual a vítima é induzida a ceder dados sensíveis como o número do cartão de crédito, ou tentativas de roubo de conta. As ofertas agressivas e o curto prazo de duração das promoções podem ser usadas como “iscas” para atrair pessoas. 

Página tem o mesmo visual da Amazon, mas usa um link falso (Imagem: Reprodução/Check Point Software)

Uma das campanhas maliciosas é voltada ao público latino-americano: domínios em espanhol com o nome “amazoncredito” tentam oferecer um suposto cartão de crédito adicional com vantagens para atrair vítimas nessas regiões.

Procurada pelo Canaltech, a Amazon destacou que a segurança dos clientes é prioridade para a empresa, usa IA para analisar domínios suspeitos e consegue derrubar sites de phishing em poucas horas.

A companhia tem uma página para denunciar golpes (amazon.com.br/gp/help) e incentiva que os clientes usem esse canal oficial para alertar sobre sites falsos.

Veja o posicionamento:

"Tentativas de golpistas de se passar pela Amazon colocam consumidores em risco. A segurança dos nossos clientes é prioridade. Continuamos investindo na proteção dos consumidores e na educação do público sobre como evitar golpes. A Amazon utiliza inteligência artificial para analisar dezenas de milhares de URLs suspeitas semanalmente, ampliando nossa capacidade de proteger proativamente os clientes contra possíveis fraudes.

Por meio de investimentos contínuos em tecnologia automatizada e parcerias com organizações-chave do setor, a Amazon consegue derrubar sites de phishing reportados em poucas horas e números de telefone usados em golpes no mesmo dia. Em 2025, globalmente a Amazon iniciou a remoção de mais de 70.000 sites de phishing e 14.000 números de telefone utilizados em golpes de personificação. Encorajamos os consumidores a reportar golpes suspeitos para que possamos proteger suas contas e encaminhar os responsáveis às autoridades competentes".

Como se proteger de sites falsos no Prime Day

Confira algumas dicas que ajudam a comprar com segurança:

  • Use apenas canais oficiais: compre somente pelo site da Amazon (amazon.com.br) ou no aplicativo da plataforma para celulares;
  • Verifique a URL: ainda que a página tenha o mesmo visual, confirme se o endereço é o original;
  • Desconfie de lojas que oferecem o Pix: a Amazon oferece diferentes formas de pagamento, páginas com o mesmo visual e que só permitem pagamentos via Pix provavelmente são falsas;
  • Verifique as ofertas muito agressivas: descontos maiores do que a média podem ser um sinal de golpe, confirme se a oferta é verdadeira antes de seguir com a compra;
  • Fique de olho nas datas: o Prime Day no Brasil ocorre entre 1 e 7 de julho.

Confira outros cuidados importantes para não cair em golpes nas compras online. 

Leia a matéria no Canaltech.

Claude fora do ar? IA da Anthropic passa por instabilidade nesta terça (23)

23 June 2026 at 17:00

A IA Claude está fora do ar para alguns usuários nesta terça-feira (23). A Anthropic já confirmou que há uma instabilidade no serviço e trabalha para corrigir o problema. 

O assistente até carrega pelo navegador, mas demorou minutos para responder a um prompt simples em teste feito pelo Canaltech. O site Downdetector registra uma alta nas reclamações sobre a ferramenta, enquanto o Google Trends mostra um aumento nas buscas para descobrir se a plataforma caiu ou está fora do ar.

De acordo com a página de status da Anthropic, o problema afeta todos os modelos disponíveis. Usuários comentaram a situação no X (antigo Twitter):

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O Claude não está funcionando hj. Infelizmente não dá mais para trabalhar pic.twitter.com/suLRMUZ5W1

— sandroiche (@sandroiche) June 23, 2026

Claude está off.. corram para as colinas!

Acredito que o @acgfbr estava usando por isso caiu.. pic.twitter.com/AyI6glyADt

— botr0x (@botr0x) June 23, 2026

Correção em desenvolvimento

A Anthropic reconheceu uma falha no Claude por volta de 11h20 (horário de Brasília) e informou que já implementou uma solução. No entanto, a situação pode demorar a estabilizar para todos os usuários.

A instabilidade afeta a versão principal do Claude, a API da Anthropic, o Claude Cowork o assistente de programação Claude Code.

Atualizações sobre o problema serão publicadas na página de status da empresa (status.claude.com). Por enquanto, o ideal é recorrer a outras ferramentas de IA até que o serviço volte a operar normalmente.

Leia a matéria no Canaltech.

IA perigosa da Anthropic invade sistemas da NSA em poucas horas

23 June 2026 at 15:05

Considerado o modelo de IA mais poderoso da Anthropic, o Claude Mythos foi capaz de invadir sistemas confidenciais da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos em poucas horas. A informação é do jornal The Economist.

A empresa suspendeu o acesso aos modelos Mythos e Fable após uma decisão do governo dos EUA para vetar o uso da tecnologia por questões de “segurança nacional”. O vice-presidente do Comitê de Inteligência do Senado, Mark Warner, relatou a invasão no dia 11 de junho (um dia antes da medida dos EUA) após receber a confirmação do fato pelo chefe da NSA.

É importante pontuar que isso não se trata de um ataque hacker e a IA não fez tudo sozinha: o Mythos foi usado como parte de um esforço de red-teaming (teste interno de segurança), mas a agência não tem mais acesso ao modelo, segundo o autor da reportagem Shashank Joshi, em comentário nesta semana. 

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Modelo poderoso do Claude teve potencial à mostra em teste de segurança da NSA (Imagem: Viviane França/Canaltech / Editada por IA/Gemini)

O The Information também relata o “cabo de guerra” vivido entre a Anthropic e o governo dos EUA nos últimos meses. Vale lembrar que as ferramentas foram banidas de agências federais do país norte-americano no mês de março. 

Além de preocupações com segurança, os EUA também monitoram o potencial de “autoaperfeiçoamento recursivo” das IAs, em que um modelo consegue criar versões melhores de si mesmo e acelerar o progresso. Caso uma empresa de IA do país alcançasse isso, outros países poderiam aproveitar a tecnologia para se aproximar dos EUA na liderança do setor.

O que é Claude Mythos?

O Claude Mythos é o modelo mais poderoso de IA da Anthropic, capaz de executar tarefas muito complexas e longas por bastante tempo. Por conta desse potencial, o acesso foi limitado apenas a um grupo de empresas parceiras pertencentes a um projeto chamado Glasswing.

A companhia liberou o Fable, uma versão mais “controlada” e com mais travas de segurança do Mythos, mas teve que remover o acesso após a decisão do governo dos EUA, que avaliou um potencial risco de “jailbreak” (fazer a IA desrespeitar as próprias regras de segurança).

Leia a matéria no Canaltech.

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