A Honor pode ter em desenvolvimento um novo celular intermediário com tela de 7 polegadas, tamanho que colocaria o aparelho de volta no território dos chamados phablets. O modelo ainda deve contar com um chipset da linha MediaTek Dimensity 8 e bateria superior a 10.000 mAh.
As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (24) pelo informante Digital Chat Station. Ele não revelou qual fabricante trabalha no projeto, mas seu histórico de publicações indica que o celular pode fazer parte do catálogo da Honor.
Nos comentários da publicação no Weibo, alguns usuários levantaram a possibilidade de o aparelho ser o Honor Power 3. O nome, porém, ainda não foi confirmado pelo informante nem pela fabricante.
Honor já testa celulares com telas gigantes
Este não é o primeiro rumor sobre um celular da Honor com tela próxima das 7 polegadas. Em maio, Digital Chat Station afirmou que a marca testava diferentes painéis OLED grandes para futuros aparelhos.
Entre as opções estariam uma tela plana de 6,89 polegadas, com resolução próxima de 2K, e outra de 7 polegadas, com definição em torno de 1,5K.
No início de julho, o informante também revelou que um projeto com tela plana de 7 polegadas e taxa de atualização de 185 Hz havia começado a ser desenvolvido. Novamente, o histórico das publicações apontava para um aparelho da Honor.
Tela ultrapassaria padrão dos celulares atuais
Os principais celulares com telas grandes disponíveis atualmente costumam ficar nas 6,9 polegadas. Modelos como Xiaomi 17 Ultra, Huawei Mate 80 Pro Max e iPhone 17 Pro Max adotam painéis desse tamanho.
Caso o novo aparelho chegue às 7 polegadas, a Honor ultrapassará por pouco esse padrão. A bateria acima de 10.000 mAh também deve acompanhar as dimensões maiores do celular.
Por enquanto, não há confirmação oficial sobre o nome, a resolução final da tela, a data de apresentação ou os mercados que receberão o aparelho. As especificações permanecem restritas aos vazamentos.
A Oi tenta obter autorização da Justiça para vender cabos aéreos de cobre à R.Log, empresa sediada em Belo Horizonte. O acordo pode render até R$ 95 milhões e faz parte das medidas emergenciais adotadas pela operadora diante do risco de seu caixa se esgotar em agosto.
O contrato foi firmado em março, mas recebeu questionamentos sobre o preço definido para o material. O impasse está sob análise da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, responsável pelo segundo processo de recuperação judicial da companhia.
O observador judicial do processo pediu explicações sobre o valor líquido de R$ 9,50 por kg e a quantidade total de metal que será vendida. Os questionamentos também receberam apoio do Ministério Público.
A gestão judicial da Oi afirmou nesta semana que ainda não consegue determinar o volume exato de cobre disponível. A estimativa inicial é de 10 mil toneladas, mas a quantidade definitiva só será conhecida após a retirada e a pesagem dos cabos.
Oi explica preço abaixo da cotação internacional
O preço acertado com a R.Log está distante da cotação do cobre puro na London Metal Exchange. O metal refinado tem sido negociado por cerca de US$ 13,5 mil por tonelada, o equivalente a aproximadamente R$ 68 por kg com o câmbio atual.
A Oi argumenta, porém, que essa cotação não serve como parâmetro para o contrato. A operação envolve sucata de cabos instalados em postes, e não cobre refinado pronto para comercialização no mercado internacional.
Como a operadora enfrenta restrições de caixa, a R.Log deverá assumir os custos de retirada, transporte e beneficiamento do material, estimados em R$ 15 por kg. Já os R$ 9,50 por kg correspondem ao valor líquido que entraria no caixa da Oi.
Caso a estimativa de 10 mil toneladas seja confirmada, a operação poderá gerar R$ 95 milhões para a empresa.
A Oi afirma que não há como medir antecipadamente quanto cobre existe nos cabos. A quantificação definitiva só poderá ocorrer após a extração do material e sua pesagem.
Furtos aumentam urgência da operação
A companhia também defende uma solução rápida para o impasse por causa dos furtos e roubos de cabos. Segundo a Oi, a sucata ainda perde valor com o passar do tempo por causa de sua deterioração.
Além da R.Log, a operadora recebeu uma proposta da Metalpronto, que ofereceu R$ 12,50 por kg. A oferta foi desconsiderada porque também incluía cabos subterrâneos da rede.
De acordo com a Oi, esses ativos ainda não estão liberados para venda e possuem valor superior ao dos cabos metálicos aéreos.
Em novembro de 2025, a operadora firmou outro contrato para a venda de sucata de cobre, desta vez com a San Lien Exportadora e Importadora. O preço ficou em R$ 9,05 por kg, valor R$ 0,45 inferior ao proposto agora pela R.Log.
A operação recebeu autorização da Justiça e colocou R$ 23,4 milhões no caixa da Oi.
Caixa pode acabar em 10 de agosto
A liberação da venda dos cabos faz parte de um conjunto de medidas emergenciais solicitado pela Oi à Justiça nesta semana.
A companhia também pediu autorização para realizar a segunda e a terceira chamadas do leilão judicial da Oi Soluções, com uma data a ser definida pela Justiça.
Outro pedido busca aval para demitir parte dos trabalhadores e adiar o pagamento das verbas rescisórias.
A Oi projeta encerrar julho com R$ 19,6 milhões em caixa. Para agosto e setembro, as previsões já indicam liquidez negativa, com o esgotamento dos recursos disponíveis em 10 de agosto.
A Onyx Boox — famosa alternativa chinesa ao Kindle — prepara sua entrada no mercado de leitores digitais ultracompactos com o BOOX Picco. O aparelho terá tela de apenas 3,97 polegadas e surge como uma resposta ao sucesso dos pequenos e-readers da chinesa XTEINK.
A marca começou a divulgar o produto, mas ainda não revelou a ficha técnica completa, a data de lançamento ou o preço. As primeiras informações apontam para uma tela de papel eletrônico em preto e branco, com iluminação frontal para leitura durante o dia ou à noite.
BOOX Picco pode ter botões físicos
A imagem promocional do BOOX Picco indica a presença de botões físicos nas laterais, que devem servir para avançar ou voltar páginas. O aparelho também terá suporte para cartão SD, o que permitirá ampliar o espaço disponível para livros e outros arquivos.
Rumores apontam que o Picco fará parte de uma nova linha chamada Tile. O nome pode estar relacionado à interface simplificada do dispositivo, formada por blocos fixos para acessar funções como leitor de livros, músicas e podcasts.
Essa abordagem colocaria o modelo em uma categoria diferente de outros aparelhos da Onyx Boox. Em vez de oferecer um sistema completo para instalar aplicativos, o Picco deve priorizar apenas a leitura e algumas funções básicas.
Para manter o preço competitivo, a fabricante também pode abrir mão de uma tela sensível ao toque. No entanto, essa característica ainda não foi confirmada pela empresa.
Preço será decisivo
O principal concorrente do BOOX Picco será a XTEINK, marca que ganhou espaço com seus leitores digitais finos e leves. Alguns modelos podem até ser presos magneticamente à traseira do celular, como um acessório MagSafe.
Esses aparelhos apostam em uma experiência livre de notificações, com bateria para semanas e tamanho suficiente para caber no bolso ou em bolsas pequenas. Portanto, o preço terá um papel importante para que a Onyx Boox consiga disputar esse mercado.
A expectativa é que o BOOX Picco custe entre US$ 99 e US$ 129 (entre R$ 503 e R$ 655 em conversão direta). O valor, porém, não foi anunciado pela fabricante e aparece apenas como uma estimativa para posicionar o produto contra os modelos da XTEINK.
Quem busca uma experiência mais completa continuará com alternativas como o BOOX Palma 2, vendido por US$ 269,99 e compatível com a instalação de aplicativos. Já o Picco deve atender quem quer um aparelho menor, simples e dedicado principalmente à leitura.
Escolher um vídeo porteiro pode parecer simples, mas os modelos disponíveis no Brasil atendem a necessidades bem diferentes. Enquanto alguns funcionam como interfones tradicionais com câmera e tela interna, outros são conectados ao Wi-Fi e permitem atender visitantes, acompanhar a entrada e liberar o acesso pelo celular.
Para ajudar na escolha, reunimos seis vídeo porteiros vendidos no mercado brasileiro, desde opções mais acessíveis até aparelhos inteligentes com gravação, detecção de movimento e integração com aplicativos. A seleção considera recursos, tipo de instalação, avaliações dos compradores e a média de preços no Magalu, Mercado Livre e Amazon.
O tipo de imóvel também deve entrar na decisão. “Os interfones com vídeo oferecem uma estrutura mais ampla de controle de acesso, normalmente integrada a portões e fechaduras”, explica Helena Pacheco, gerente de marketing da EZVIZ. Segundo a executiva, também é importante analisar qualidade de imagem, armazenamento, compatibilidade com aplicativos e facilidade de instalação antes da compra.
Confira uma lista com seis opções de interfone com câmera para comprar:
AGL VP7 Card App 2026;
Intelbras Allo wT7 Lite;
EZVIZ HP7;
Intelbras IVR 1010;
Positivo Smart Vídeo Porteiro;
Intelbras IVR 1070 HS.
1. AGL VP7 Card App 2026
O AGL VP7 Card App 2026 é uma das opções mais completas da lista para quem quer controlar a entrada tanto pela tela interna quanto pelo celular. O conjunto traz monitor touch de 7 polegadas e conexão Wi-Fi com os aplicativos AGL Home, Tuya e Smart Life. A comunicação entre os módulos usa um cabo de rede RJ45, portanto o sistema não é totalmente sem fio.
O modelo aceita até 20 tags RFID, quatro módulos externos e seis monitores internos, desde que a instalação tenha os acessórios necessários. Também há suporte para quatro câmeras IP com protocolo ONVIF, cartão microSD de até 64 GB, visão noturna e modo recado com mensagens de áudio e vídeo.
No Mercado Livre, o AGL VP7 Card App 2026 tem nota 4,7 e mais de 50 unidades vendidas. Ele é vendido por cerca de R$ 1.500.
O Intelbras Allo wT7 Lite atende quem procura um vídeo porteiro conectado, mas prefere uma marca com ampla presença no mercado brasileiro. O monitor interno tem tela de 7 polegadas, enquanto o aplicativo Allo Plus permite visualizar, conversar com visitantes e abrir a fechadura remotamente.
Entre os diferenciais estão a abertura por cartão RFID ou QR Code, detecção de movimento e gravação de fotos e vídeos. O equipamento aceita cartão microSD de até 128 GB e até seis monitores internos. A câmera externa grava em 720p, possui visão noturna e certificação IP55 contra poeira e jatos de água.
No Mercado Livre, o Allo wT7 Lite aparece com nota 4,8 e mais de 2 mil unidades vendidas. Os preços ficam em torno de R$ 1.600.
O EZVIZ HP7 tem como principal destaque a qualidade de imagem. A câmera externa grava em resolução 2K e oferece campo de visão de 162 graus, amplo o suficiente para mostrar uma pessoa da cabeça aos pés. O kit também traz monitor interno touch de 7 polegadas e Wi-Fi de 2,4 GHz ou 5 GHz.
O aparelho detecta movimentos de pessoas e envia alertas pelo aplicativo EZVIZ. Também conta com visão noturna infravermelha, áudio bidirecional, abertura remota de portas e suporte para cartão microSD de até 512 GB ou armazenamento em nuvem. Um modulador de voz pode alterar o som de quem atende pelo monitor ou celular.
No Mercado Livre, o HP7 tem nota 4,7 e mais de 500 unidades vendidas. Seu preço gira em torno de R$ 1.600.
O Intelbras IVR 1010 é indicado para quem prefere um sistema tradicional e mais barato. Ele possui monitor colorido de 4,3 polegadas com monofone e permite abrir até dois acessos, como o portão social e a garagem, diretamente pelo módulo interno.
O conjunto aceita uma câmera analógica adicional, uma extensão com vídeo e até três extensões de áudio. A câmera externa possui visão noturna, enquanto o sistema traz função não perturbe, entrada para botoeira e alarme contra tentativas de violação do módulo instalado no portão.
No Mercado Livre, o IVR 1010 tem nota 4,8 e mais de 50 mil unidades vendidas, o maior volume entre os modelos desta lista. Ele custa aproximadamente R$ 600.
O Positivo Smart Vídeo Porteiro troca o monitor interno por uma experiência centrada no celular. Quando alguém toca a campainha, o morador recebe uma notificação no aplicativo Positivo Casa Inteligente e pode ver ou conversar com o visitante por áudio bidirecional. O kit inclui uma campainha sem fio para avisos dentro da residência.
A câmera grava em 720p a 30 quadros por segundo e possui campo de visão de 120 graus, sensor de movimento e visão noturna. O aparelho funciona com duas baterias recarregáveis, aceita cartão microSD de até 64 GB e tem proteção IP54. Também pode exibir a imagem em aparelhos compatíveis com Alexa ou Google Assistente.
No Mercado Livre, o modelo tem nota 3,9 e mais de 100 unidades vendidas. Seu preço gira em torno de R$ 500.
O Intelbras IVR 1070 HS segue a proposta tradicional do IVR 1010, mas troca a tela de 4,3 polegadas por um display de 7 polegadas. O tamanho maior facilita a identificação dos visitantes, principalmente quando o monitor fica instalado em corredores, salas ou pontos mais distantes do usuário.
O modelo permite abrir duas fechaduras, visualizar uma câmera analógica adicional e usar visão noturna. Também aceita uma extensão de vídeo, três extensões de áudio e botoeira. Como não há aplicativo, o atendimento e os comandos ficam concentrados nos módulos instalados dentro do imóvel.
No Mercado Livre, o IVR 1070 HS tem nota 4,8 e mais de 10 mil unidades vendidas. O produto é encontrado por aproximadamente R$ 750.
O Galaxy S24 já completou dois anos de mercado, mas ainda pode ser uma boa opção para quem busca um celular compacto com desempenho de topo de linha. A questão, neste momento, é encontrar o aparelho pelo preço certo.
Seu melhor preço histórico estável ficou na casa dos R$ 2.700, embora algumas promoções rápidas tenham derrubado o valor para R$ 2.500 e até R$ 2.400. Essas ofertas, porém, duraram apenas um ou dois dias.
Quanto vale a pena pagar no Galaxy S24?
Em julho de 2026, o preço ideal para comprar um Galaxy S24 novo fica em torno de R$ 2.500. Mesmo que o aparelho nunca tenha permanecido nessa faixa por muito tempo, já faz sentido exigir um desconto maior após dois anos de mercado.
Outro ponto importante é o Galaxy S25. O sucessor já chegou a R$ 3.500 em suas melhores ofertas. Portanto, pagar muito mais de R$ 2.500 pelo S24 reduz a vantagem de escolher um celular mais antigo.
O problema é que encontrar um Galaxy S24 novo e lacrado já se tornou bem mais difícil. Com o avanço das gerações seguintes e a redução dos estoques, as ofertas de unidades “zero” são cada vez mais raras no varejo.
Hoje, é bem mais comum encontrar o Galaxy S24 em versões recondicionadas, vendidas por lojas especializadas ou grandes varejistas. Para esse tipo de aparelho, porém, a referência de preço precisa ser mais baixa: algo em torno de R$ 2.000.
Condição
Referência de preço
Quanto vale a pena pagar
Galaxy S24 novo
R$ 2.700 em preço estável
Até R$ 2.500
Galaxy S24 recondicionado
Varia conforme estado e loja
Por volta de R$ 2.000
A diferença é importante porque o aparelho novo conta com um ano de garantia oferecida pela fabricante. Já uma unidade recondicionada não tem essa mesma cobertura da marca e conta com a garantia legal de 90 dias.
Apesar da idade, o Galaxy S24 ainda tem características que sustentam sua posição entre os celulares premium. Em nosso review, a tela foi considerada “um dos melhores disponíveis no mercado”, com painel AMOLED de 120 Hz, ótima definição e brilho intenso.
O desempenho também recebeu elogios. O aparelho foi descrito como “um dos smartphones mais fluidos que já passaram pela nossa bancada de testes”, com o Exynos 2400 capaz de executar aplicativos e jogos pesados sem travamentos na experiência cotidiana.
As câmeras continuam entre os principais atrativos. O conjunto entrega fotos com bom alcance dinâmico, cores vivas e ótimo balanço de branco, além de um modo retrato elogiado na análise. O aparelho também se mostrou mais ágil para fotografar, o que ajuda a reduzir registros borrados.
Nem tudo é perfeito. O review apontou aquecimento acima da média em algumas tarefas e carregamento limitado a 25 W. Ainda assim, tela, câmeras, construção e desempenho formam um conjunto que continua competitivo em 2026.
O que dizem os compradores
As opiniões de compradores seguem uma linha parecida. As câmeras estão entre os pontos mais elogiados, com relatos positivos sobre fotos noturnas, paisagens e registros da Lua. Uma usuária afirmou estar “a cada dia mais impressionada e satisfeita com a compra” e destacou fotos feitas à noite sem iluminação adicional.
A tela também recebe elogios pelo brilho elevado, especialmente para uso sob o sol. Outros compradores citam a fluidez da interface, a rapidez do sistema e o tamanho compacto de 6,2 polegadas como vantagens importantes.
Há, porém, reclamações sobre a bateria. Um comprador relatou cerca de cinco horas de tela em uso mais pesado, enquanto outro afirmou conseguir passar o dia com apenas uma recarga. A autonomia, portanto, pode variar bastante de acordo com o perfil de uso.
O aquecimento também aparece entre as críticas, assim como o reconhecimento facial, considerado inferior ao Face ID por uma usuária que migrou do iPhone. Ela também citou dificuldades do leitor de digitais com algumas películas.
No fim, o Galaxy S24 novo vale a pena por cerca de R$ 2.500. Abaixo disso, vira uma oferta especialmente atraente. Para um recondicionado, a meta deve ficar próxima de R$ 2.000, com atenção à condição do aparelho, à procedência da loja e à garantia oferecida.
Acima desses valores, a compra começa a perder força, principalmente porque o Galaxy S25 já alcançou a faixa dos R$ 3.500 em suas melhores promoções.
A TIM lançou o Controle Fit, novo plano mais barato da operadora que chega para disputar espaço com ofertas digitais como o Vivo Easy. A novidade custa a partir de R$ 30 por mês e está disponível em versões mensal e anual.
A proposta mira quem busca uma conta previsível e não faz questão de benefícios adicionais. Para reduzir o preço, a operadora deixou de fora vantagens comuns em outros planos, como acesso ilimitado a redes sociais e aplicativos de mensagens.
TIM Controle Fit parte de R$ 30 por mês
O TIM Controle Fit Mensal custa R$ 35 e oferece 15 GB de internet por mês. Essa opção não exige contrato anual, o que facilita o cancelamento ou a troca de plano.
Já o TIM Controle Fit Anual custa R$ 360, com pagamento parcelado em 12 vezes de R$ 30 no cartão de crédito. O cliente recebe 240 GB durante o período, divididos em franquias mensais de 20 GB.
Plano
Preço
Internet
Detalhe
TIM Controle Fit Mensal
R$ 35 por mês
15 GB por mês
Sem fidelidade anual
TIM Controle Fit Anual
R$ 360 por ano
240 GB por ano, com 20 GB por mês
Pagamento em 12 vezes de R$ 30 no cartão
Aplicativos como WhatsApp, Instagram e TikTok descontam dados normalmente dafranquia. Portanto, o cliente pode consumir os 15 GB ou 20 GB antes do fim do mês, de acordo com a frequência de uso desses serviços.
A linha também inclui acesso às redes 4G, 4.5G e 5G DSS, além de roaming nacional e ligações ilimitadas para qualquer operadora com o código 41.
Mensagens SMS para números da TIM são ilimitadas. Para outras operadoras, há cobrança de R$ 0,99 por dia de uso.
Plano aposta em preço baixo contra o Vivo Easy
O lançamento amplia o portfólio da TIM em uma faixa inferior aos planos tradicionais da modalidade Controle, que partem de R$ 58,99. Com isso, o Fit funciona como uma porta de entrada para clientes mais sensíveis ao preço.
A oferta também coloca a operadora na disputa com planos de contratação simplificada, segmento no qual o Vivo Easy ganhou espaço. A rival aposta na gestão pelo aplicativo e em uma proposta flexível, enquanto a TIM tenta atrair o consumidor pelo custo mensal e pela previsibilidade.
O Fit, porém, não entrega o mesmo pacote de benefícios disponível em ofertas mais caras. A redução de preço vem acompanhada da ausência de redes sociais ilimitadas e de outros serviços digitais incluídos.
Os planos são destinados ao uso pessoal e individual. Cada CPF pode contratar até cinco linhas.
Como contratar o TIM Controle Fit
A contratação do TIM Controle Fit está disponível na loja virtual da operadora. O cliente deve escolher entre a modalidade mensal ou anual, informar seus dados pessoais e cadastrar um cartão de crédito para concluir o pedido.
Antes de assinar, vale consultar a cobertura da TIM no local onde a linha será usada. O acesso ao 4G ou 5G também depende da disponibilidade da rede e da compatibilidade do celular.
Com mensalidade menor e uma estrutura mais simples, o TIM Controle Fit reforça a disputa no mercado de planos controle. A aposta da operadora é que preço e facilidade de contratação pesem mais para parte dos consumidores do que os benefícios extras.
A Vivo anunciou uma parceria com a Adobe para oferecer seis meses grátis do Adobe Express Premium aos clientes elegíveis do Vivo Valoriza. O benefício está disponível para usuários dos planos Controle, Pós-pago, Total e Fibra.
A plataforma reúne ferramentas para criação e edição de conteúdos, como imagens, vídeos, publicações para redes sociais, panfletos e apresentações. O serviço também oferece recursos de inteligência artificial desenvolvidos com o Adobe Firefly.
Durante o período gratuito, os clientes poderão usar funções de IA para gerar imagens e vídeos, além de ferramentas de edição com inteligência artificial.
O plano Premium ainda dá acesso a mais de 400 milhões de recursos livres de royalties,30 mil fontes e quase 700 mil modelos prontos. Também estão incluídas funções avançadas de animação, redimensionamento e gerenciamento de marca.
Como resgatar o Adobe Express Premium de graça
Para ativar o benefício, o cliente deve acessar o aplicativo Vivo e entrar na área de benefícios. Lá, será possível resgatar um código promocional para usar no aplicativo da Adobe e liberar os seis meses gratuitos do Adobe Express Premium.
A oferta vale tanto para novos usuários quanto para quem já assina o plano Premium. Segundo a Vivo, o benefício equivale a R$ 138 em acesso gratuito.
“Esta parceria representa mais um passo importante na nossa estratégia de levar inovação de forma prática e acessível, ampliando o acesso a soluções de inteligência artificial que agregam valor real ao dia a dia dos consumidores”, afirmou Flávia Carneiro, diretora de Marketing B2C da Vivo.
Para Renata Decoussau, diretora de Marketing da Adobe para a América Latina, a parceria amplia o acesso às ferramentas criativas da empresa no Brasil.
“Com o Adobe Express, estamos levando essa mesma oportunidade criativa para todos, por meio de uma experiência simples, acessível e impulsionada por inteligência artificial. Nossa parceria com a Vivo expande esse acesso para milhões de brasileiros”, destacou a executiva.
A Samsung confirmou que encerrará o Ambient Service após 1º de agosto de 2026. A mudança afeta o serviço ligado ao Modo Ambiente das TVs da marca, recurso que exibe cenários animados, imagens e outros conteúdos quando o aparelho não está em uso.
O aviso apareceu no aplicativo SmartThings e confirma um processo que já havia começado nas TVs com Tizen 9. Aos poucos, a Samsung reduziu o espaço do Modo Ambiente no sistema e passou a dar mais destaque à Art Store.
Inicialmente, a empresa informou que o conteúdo do Ambient Mode passaria a fazer parte da Art Store. Depois, o atalho do recurso começou a desaparecer da barra lateral das TVs em alguns mercados e o conteúdo foi transferido para o novo serviço.
Nas TVs com Tizen 9 ou versões mais recentes, parte dos antigos fundos dinâmicos do Modo Ambiente ainda aparece no Daily Board. No entanto, ainda não está claro se esses conteúdos continuarão disponíveis após o encerramento oficial do Ambient Service.
O que muda para quem usa o Modo Ambiente?
Com o fim do serviço, a principal alternativa oferecida pela Samsung é a Art Store. A plataforma reúne mais de mil pinturas e fotografias digitais para exibição na TV, mas o acesso completo ao catálogo exige uma assinatura.
A proposta, porém, é diferente. Enquanto a Art Store prioriza obras de arte e imagens estáticas, o Modo Ambiente também oferecia cenários animados e sons de fundo, com uma experiência mais próxima de um ambiente virtual.
Quem não quiser pagar pela Art Store ainda terá acesso a uma seleção gratuita de obras pela aba "Streaming". Neste caso, porém, o usuário tem pouco controle sobre a ordem em que os conteúdos aparecem.
Outra opção é criar galerias personalizadas pelo SmartThings no celular e exibir as próprias imagens na TV. Dessa forma, ainda será possível usar o televisor como uma espécie de quadro digital, mesmo após o fim do Ambient Service.
A TV 3.0, também chamada oficialmente de DTV+, já chegou nas primeiras 22 cidades no Brasil. A nova geração da televisão aberta promete a maior mudança no setor desde 2007, quando o país iniciou a transição do sinal analógico para o digital.
Os primeiros conversores compatíveis já chegaram ao mercado, enquanto o sinal está em fase experimental em locais como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Mas a novidade também trouxe uma dúvida para quem já assiste à TV aberta: será preciso trocar a antena digital?
A resposta mais simples é não. A antena digital usada atualmente não se torna inútil com a chegada da TV 3.0. O próprio Ministério das Comunicações já indicou que conversores externos podem ser ligados às antenas digitais UHF e VHF usadas hoje.
Isso não significa, porém, que as antenas continuarão exatamente iguais para sempre. A TV 3.0 introduz uma nova forma de transmissão que pode aproveitar duas polarizações do sinal ao mesmo tempo. Para extrair o máximo da tecnologia, novas antenas preparadas para esse sistema começam a chegar ao mercado.
Sua antena digital atual vai funcionar com a TV 3.0?
Sim. Uma antena digital atual pode continuar a ser usada com um conversor compatível com a TV 3.0.
Isso é possível porque a nova geração continua a usar as faixas destinadas à televisão terrestre. As especificações técnicas da DTV+ permitem transmissões nas frequências de VHF e UHF, usadas para a recepção da TV aberta.
A principal mudança está na forma como o sinal pode ser transmitido e recebido. A TV digital atual trabalha normalmente com uma única via de recepção. Já a TV 3.0 adota o MIMO, sigla para Multiple Input, Multiple Output, tecnologia que pode usar sinais transmitidos em polarizações diferentes.
Na prática, uma antena preparada para MIMO recebe essas duas conexões separadamente. O receptor pode combinar as informações para melhorar a eficiência e a robustez da recepção, algo especialmente útil em locais nos quais o sinal sofre com obstáculos, reflexos ou interferências.
O Fórum SBTVD, responsável pelo desenvolvimento técnico da DTV+, realizou testes com antenas MIMO e definiu o uso da tecnologia como uma das bases da nova camada física da TV 3.0.
Portanto, a antena antiga pode continuar funcionando, mas uma antena MIMO própria para a TV 3.0 tende a aproveitar melhor as possibilidades do novo sistema.
O lado positivo é que os conversores já comercializados, como os da Aquário e Intelbras, já incluem uma antena interna compatível com a tecnologia no kit.
Como conectar uma antena antiga ao conversor da TV 3.0?
Aqui está a parte que pode gerar mais confusão.
Alguns receptores preparados para o sistema MIMO possuem duas entradas de antena, normalmente identificadas como RF IN 1 e RF IN 2 ou Tuner 1 e Tuner 2. Já a antena digital tradicional tem apenas um cabo coaxial.
Nesse caso, o cabo único deve ser conectado à entrada principal indicada pelo fabricante, normalmente a RF IN 1 ou Tuner 1.
Com apenas uma via de recepção, o aparelho trabalha sem o ganho proporcionado por uma antena MIMO completa. A diferença prática está principalmente na capacidade de aproveitar as duas polarizações do sinal e, consequentemente, obter uma recepção mais robusta.
A qualidade e os recursos disponíveis também dependem da configuração escolhida por cada emissora. A TV 3.0 foi projetada para suportar diferentes modos de transmissão, inclusive combinações entre SISO, com uma via de recepção, e MIMO, com duas.
Não use um adaptador em "Y"
Um erro que deve ser evitado é tentar transformar o cabo único da antena em dois por meio de um divisor de sinal para preencher as duas entradas do conversor. Isso não transforma uma antena comum em uma antena MIMO.
Um divisor passivo de duas vias reduz a potência disponível em cada saída. Em condições ideais, a divisão já corresponde a uma perda próxima de 3 dB, sem contar as perdas adicionais do próprio componente e dos cabos.
Além disso, as duas entradas de um sistema MIMO existem para receber sinais distintos, associados às diferentes polarizações. Dividir exatamente o mesmo sinal em dois não cria uma segunda polarização e pode apenas piorar a recepção.
Portanto, nada de adaptadores em "T" ou "Y" para tentar alimentar as duas entradas.
Para que servem as duas entradas do conversor?
Para usar o sistema MIMO como projetado, é necessária uma antena compatível com a tecnologia.
Essas antenas trabalham com duas vias de recepção, associadas às diferentes polarizações do sinal, e entregam dois sinais separados ao receptor. É por isso que os equipamentos preparados para esse cenário possuem duas entradas RF.
O Fórum SBTVD define o modo MIMO como uma configuração na qual são criados dois caminhos de sinal ligados a antenas com polarizações cruzadas. A tecnologia tem papel importante no ganho de eficiência e na robustez da nova TV aberta.
Mesmo que sua antena atual possa ser reaproveitada, há outro componente que não pode ser ignorado: o televisor.
As TVs vendidas até agora no Brasil não possuem o hardware necessário para decodificar diretamente o sinal da DTV+. Uma simples atualização de software também não resolve o problema, já que a nova geração usa uma camada física diferente e novos padrões de compressão de vídeo.
Assim, para assistir à TV 3.0 em um televisor atual, é necessário usar um conversor externo compatível. A instalação é semelhante à dos antigos conversores usados na migração da TV analógica para a digital.
A antena é ligada ao conversor, enquanto um cabo HDMI leva a imagem e o som até a televisão.
No futuro, os televisores devem sair de fábrica com o receptor da DTV+ integrado. Até que isso aconteça de forma ampla, o conversor externo será o caminho para quem quiser acessar o novo padrão sem trocar de TV.
A Samsung prepara uma nova função misteriosa de câmera para seus próximos celulares dobráveis. Chamada de Mirror View, a novidade chegará primeiro aos Galaxy Z Fold 8, Galaxy Z Fold 8 Ultra e Galaxy Z Flip 8, mas ainda não há detalhes sobre o que o recurso fará.
A função fará parte de uma próxima atualização do Camera Assistant, aplicativo da Samsung que permite personalizar o comportamento da câmera além das configurações disponíveis por padrão. A nova versão será voltada para aparelhos com a One UI 9.0.
Função Mirror View ainda é um mistério
Até o momento, a Samsung não publicou uma descrição da Mirror View. O nome sugere que o recurso pode alterar a forma como a prévia da câmera aparece na tela, mas ainda não é possível saber exatamente como ele funcionará.
Mais detalhes devem ser revelados com a apresentação dos novos dobráveis da Samsung, prevista para o fim de julho. Inicialmente, a novidade ficará restrita ao Galaxy Z Fold 8, Galaxy Z Fold 8 Ultra e Galaxy Z Flip 8.
No futuro, porém, a expectativa é que a função também chegue a gerações anteriores dos celulares dobráveis da marca por meio de uma atualização.
Camera Assistant terá outras novidades
A próxima versão do Camera Assistant também permitirá desativar o encerramento automático da câmera. Com a opção ativa, o aplicativo não fechará sozinho após permanecer algum tempo sem uso.
Outra mudança envolve o ajuste de velocidade mínima do obturador, lançado no Camera Assistant com a One UI 8.5. O recurso permite definir um limite para o tempo de exposição no modo Foto, o que pode ajudar a reduzir borrões de movimento e ruído em algumas situações.
Atualmente, o aplicativo oferece as opções de 1/1000, 1/500, 1/120 e 1/30 de segundo. Com a nova atualização, a Samsung acrescentará a alternativa de 1/60 de segundo.
Por fim, o Camera Assistant ganhará suporte a mais idiomas e melhorias de usabilidade para controladores de lente sem fio da TILTA. A atualização deve ser liberada próximo ao lançamento dos novos dobráveis.
Quando o Brasil venceu a última Copa do Mundo em 2002, o conceito de celular topo de linha passava longe das tecnologias atuais. O mercado daquele ano exibia características muito distantes da realidade de hoje. E com a Copa de 2026 rolando, o Canaltech resolveu voltar na linha do tempo para ajudar você a relembrar qual era o celular mais desejado qundo Cafu levantou a taça.
Na época, a internet discada liderava o acesso residencial e exigia conexões noturnas para evitar custos altos. Dispositivos eletrônicos de grande sucesso na década, como o iPod e o PlayStation 2, ainda buscavam espaço no mercado.
Nesse cenário de transição, os aparelhos possuíam formatos avantajados e pesados.
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O conceito de aparelho avançado no início do século exigia funções que hoje parecem básicas. O principal diferencial de status era a presença de uma tela colorida, capaz de exibir até 4.096 cores em resoluções modestas de 128 por 128 pixels.
A grande maioria dos aparelhos tinham visores monocromáticos com textos pretos sobre fundo verde ou cinza. Ter acesso a um painel com cores reais indicava que o usuário possuía um modelo caro e mais exclusivo.
Outro recurso disputado era a navegação WAP, que permitia o acesso a versões simplificadas de sites da internet de forma lenta. Toques polifônicos, com melodias mais complexas em vez de bips simples, e o rádio FM integrado completavam o pacote de luxo.
As câmeras fotográficas integradas faziam a sua estreia no mercado global de forma tímida. A tecnologia era escassa e a maior parte dos dispositivos sequer contava com sensores para o registro de imagens.
Os modelos de topo máximo no mercado
Os aparelhos voltados para o público corporativo e de alto poder aquisitivo funcionavam quase como computadores de bolso. Esses modelos traziam sistemas operacionais completos e ferramentas de produtividade.
Nokia Communicator 9210i
Este modelo era considerado uma referência em tecnologia no período. O telefone possuía o sistema operacional Symbian e um formato que se abria de lado, para revelar um teclado completo e uma tela colorida interna com navegação de internet detalhada.
Nokia Communicator foi um dos celulares mais bonitos e funcionais do começo do século (Imagem: Divulgação/Nokia)
Motorola Accompli 388
A Motorola apostou em uma proposta diferente com este modelo de formato concha.
O telefone tinha uma tela generosa com suporte para o reconhecimento de escrita natural por meio de uma caneta especial, além de um sistema para a composição de melodias. Era o celular que abriria as portas para o futuro, com smartphones com suporte a caneta stylus, como os Samsung Galaxy com S Pen da atualidade.
Motorola Accompli marcou época pela caneta stylus para uso na tela touchscreen (Imagem: Divulgação/Motorola - Imagem melhorada por IA)
Siemens MCT 62
A fabricante alemã ganhou destaque com este dispositivo por ser um dos pioneiros no uso de câmeras fotográficas. O celular continha funções modernas para a transmissão de mensagens e gerenciamento de tarefas diárias.
Celular da Siemens se destacou por ser um dos primeiros com câmera integrada (Imagem: Divulgação/Siemens- Imagem melhorada por IA)
Os telefones premium de formato convencional
Além dos comunicadores de grande porte, o mercado oferecia aparelhos menores com visual elegante e recursos avançados. Esses modelos alcançaram marcas expressivas de vendas globais.
Nokia 6610
Este modelo era um dos mais populares do começo do século, com milhares de unidades vendidas no mundo. O dispositivo contava com rádio FM integrado, tela colorida e suporte para toques polifônicos em um corpo compacto, o que garantiu grande aceitação do público.
Celular da Nokia se destacava pelo visor colorido e rádio FM integrado (Imagem: Divulgação/Nokia- Imagem melhorada por IA)
Samsung SGH-T100
Com 12 milhões de cópias comercializadas, este celular em formato flip se destacou pelo design atraente. O visor colorido exibia até doze linhas de texto e apresentava uma qualidade de imagem superior para os padrões da época.
Samsung SGH-T100 se destacava pelo formato flip e visor colorido (Divulgação/Samsung - Imagem melhorada por IA)
Nokia 3650
Famoso pelo teclado em formato circular, o aparelho reunia uma das primeiras câmeras integradas do mercado. O modelo oferecia uma bateria com boa autonomia e espaço de armazenamento expansível para arquivos.
Nokia 3650 se destacou pelo design circular e pela câmera integrada (Imagem: Divulgação/Nokia- Imagem melhorada por IA)
A TIM recebeu aval da Anatel para utilizar novas faixas de frequência no estado de São Paulo e ampliar a capacidade de sua rede móvel. A medida envolve duas frentes de autorização, que cobrem 51 e 64 municípios, respectivamente, com possibilidade de sobreposição entre as áreas, e alcance total de até 115 cidades.
A autorização da Agência Nacional de Telecomunicações permite o uso de novas faixas na frequência de 2,5 GHz em municípios paulistas, com foco em regiões do sudoeste da Grande São Paulo, incluindo cidades como Taboão da Serra, Cotia e Embu das Artes.
Também entram na lista Itapecerica da Serra, Embu-Guaçu, Juquitiba, São Lourenço da Serra e Vargem Grande Paulista. A liberação do órgão regulador ocorreu em duas frentes distintas e envolve os espectros de 2.577,5 MHz e 2.602,5 MHz.
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Conforme a publicação no Diário Oficial da União, a operadora vai utilizar o espectro em caráter secundário. Isso significa que a companhia divide o espaço de transmissão sem exclusividade, mas ganha mais fôlego para aliviar o volume de dados trafegado diariamente.
Novas licenças podem melhorar sinal da TIM em cidades paulistas (Imagem: Danilo Berti/Canaltech)
A primeira licença liberada tem 15 MHz de largura e atende a 51 municípios. Já a segunda parte da autorização é mais ampla, com 35 MHz de largura, chegando a 64 cidades paulistas.
A medida ocorre em um momento de maior pressão sobre as redes móveis. O aumento no uso de ferramentas de trabalho remoto, streaming de vídeo e aplicativos de serviços exige cada vez mais das operadoras.
Na prática, o tráfego de dados ganha mais espaço para fluir com estabilidade nas regiões atendidas. O impacto é comparável à abertura de novas pistas em uma rodovia congestionada, reduzindo quedas de conexão e lentidões em horários de pico.
As televisões da Samsung receberam um novo recurso de interatividade que lembra uma das principais promessas da TV 3.0 no Brasil. A novidade transforma o Samsung TV Plus em uma plataforma de compras, e permite que usuários explorem produtos anunciados e iniciem a aquisição diretamente pela TV, usando o controle remoto.
A novidade é resultado de uma parceria entre a Samsung e a Amazon Ads. O formato permite que o telespectador navegue por produtos e conclua etapas da compra com poucos cliques no controle remoto. O objetivo principal do projeto é eliminar a necessidade de buscar o item posteriormente no celular ou computador.
Atualmente, o Samsung TV Plus acumula mais de 100 milhões de usuários ativos mensais em todo o mundo. Esse público massivo atrai marcas interessadas em um contato mais próximo com o consumidor. Empresas como Logitech e Reckitt já aderiram ao novo modelo de anúncios em vídeo.
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Dados da Amazon Ads indicam que a novidade traz resultados expressivos para os anunciantes.
Os comerciais interativos geram até seis vezes mais buscas pelas marcas do que os formatos tradicionais. Além disso, a taxa de conversão em compras pode ser até cinco vezes maior.
Novo recurso da Samsung TV Plus traz função da TV 3.0 (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Apesar dos benefícios comerciais, o recurso divide opiniões entre os donos de aparelhos da marca. Muitos usuários criticam o excesso de publicidade em interfaces de equipamentos caros.
Outro ponto de atenção envolve o potencial aumento de compras por impulso, já que os produtos ficam acessíveis sem que o usuário precise recorrer ao celular ou computador.
A Meta anunciou sua nova geração de óculos inteligentes com três novos estilos no mercado internacional. Entre as novidades, a influencer Kylie Jenner inspira um modelo exclusivo que traz todos os recursos de inteligência artificial da marca com foco em moda e design próprio.
Os novos vestíveis abandonam marcas de luxo tradicionais na carcaça e estampam apenas o logotipo da empresa de tecnologia. Mesmo assim, a EssilorLuxottica continua como a responsável pela fabricação dos dispositivos. Essa mudança de estratégia comercial reduziu o preço inicial dos modelos para US$ 299.
A coleção se divide entre as versões Meta Fury, Meta Adventurer e a edição especial assinada por Kylie, batizada de Starfire. O primeiro modelo aposta em uma armação mais robusta e grossa. Já o segundo chega com um visual fino e discreto para o uso cotidiano.
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A versão Starfire conta com diferenciais exclusivos, como apoios de nariz em metal e sons personalizados para o sistema operacional. O estojo de recarga traz um espelho interno e uma voz exclusiva da Meta AI inspirada em Kylie Jenner.
Kylie Jenner assina versão Starfire dos novos Meta Ray-Ban (Imagem: Reprodução/Android Central)
Toda a linha recebeu melhorias importantes na ergonomia com apoios de nariz ajustáveis e hastes que permitem pequenos ajustes de posicionamento.
No lado direito da estrutura, um novo botão físico configurável permite ativar a assistente sem comandos de voz, além de controlar músicas e chamadas.
A tradução em tempo real ganhou suporte para mais 14 idiomas e agora atende um total de 20 línguas, incluindo português. O sistema também consegue analisar fotos de pratos e detalhar a quantidade de calorias para auxiliar os usuários no controle da alimentação diária.
Os dispositivos utilizam um chipset atualizado, o mesmo presente nos Ray-Ban Display mais recentes, e garante respostas mais rápidas nas conversas com a assistente e navegação por áudio passo a passo.
Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)Ray-Ban Meta Kylie Jenner (Reprodução/Android Central)
O estojo de carregamento mantém o formato dobrável da geração anterior e passa a contar com revestimentos externos intercambiáveis.
Os óculos já estão disponíveis nas lojas oficiais no exterior com opções de lentes de sol ou de grau. O preço oficial é de US$ 299 (cerca de R$ 1.556 em conversão direta), mas não há detalhes sobre chegada ao Brasil.
A Dreame realizou nesta segunda-feira (23) o lançamento oficial de sua operação no Brasil durante um evento na Casa Niemeyer, em São Paulo. A fabricante de produtos para casa inteligente aproveitou a ocasião para apresentar novos equipamentos, incluindo um robô-aspirador com 35.000 Pa de poder de sucção, o mais potente do mercado nacional atualmente.
Segundo a empresa, o movimento acontece após um primeiro ano de atuação no mercado brasileiro. A marca afirma ter registrado crescimento de 617% na receita durante o primeiro semestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior.
"Nosso lançamento oficial na Casa Niemeyer reforça a importância estratégica do Brasil para a Dreame em nível global. Mais do que uma apresentação de produtos, este evento representa nosso compromisso sólido e de longo prazo com os consumidores brasileiros", afirmou Elsa Zhao, country manager da Dreame Brasil.
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Fundada em 2017, a Dreame afirma estar presente em mais de 120 países e regiões, com mais de 10 mil pontos de venda e 250 lojas ao redor do mundo. A empresa também informa possuir mais de 10 mil pedidos de patente relacionados a áreas como robótica, inteligência artificial e automação residencial.
Novos aspiradores chegam ao mercado brasileiro
Entre os destaques apresentados pela companhia está o DREAME X60 Max Ultra Complete, robô aspirador que combina corpo de apenas 7,95 cm de altura com potência de sucção de até 35.000 Pa.
Segundo a fabricante, o aparelho utiliza inteligência artificial para identificar sujeiras e conta com sensor retrátil que permite a passagem sob móveis mais baixos. O modelo também possui base de autolimpeza com higienização em temperaturas de até 100 °C.
Dreame X60 Ultra consegue "pular" obstáculos de até 8,8 centímetros (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)
A empresa também exibiu o aspirador vertical sem fio Z30, equipado com potência de sucção de 310 AW e autonomia de até 90 minutos. O produto conta com filtro HEPA e sistema para evitar o acúmulo de fios e pelos no mecanismo de sucção.
O destaque é o alto poder de aspiração, que consegue sugar partículas mais pesadas e grãos, como ração de cachorro.
Outro modelo apresentado foi o H12 Dual FlexReach, equipamento que combina funções de aspiração e lavagem de pisos em um único aparelho.
A fabricante destaca a potência de 23.000 Pa e a presença de acessórios para limpeza de diferentes superfícies.
Esse modelo oferece a vantagem de aspirar e passar pano até em superfícies com muita sujeira, tanto seca quanto molhada, e consegue recolher sólidos, como restos de comida que tenham caído no chão.
Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)Dreame Lançamento Brasil (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Dreame estreia em cuidados pessoais
Além da linha de limpeza doméstica, a Dreame anunciou sua entrada no segmento de cuidados pessoais no Brasil.
O portfólio inclui o AirStyle Pro HI, modelador e secador 8 em 1 com recursos de inteligência artificial, e o Pocket Aura, secador portátil voltado para uso em viagens.
No caso do AirStyle Pro HI, o aplicativo da marca pode sugerir penteados com base em uma foto do usuário e enviar automaticamente as configurações recomendadas para o aparelho.
Segundo a empresa, a chegada da nova categoria faz parte da estratégia de expansão do ecossistema de produtos da Dreame para além da limpeza doméstica.
Nem toda pilha dura igual, e o motivo está menos na marca e mais no tipo de aparelho em que ela é usada. Controles remotos, mouses e relógios têm padrões de consumo bem diferentes, o que impacta diretamente na autonomia.
Segundo Douglas Muniz, gerente de produtos da Elgin, o fator principal é justamente esse perfil de uso. Uma pilha que dura meses em um controle remoto pode ter desempenho bem inferior em dispositivos mais exigentes, como mouses sem fio.
"Uma pilha que entrega meses de autonomia em um controle remoto pode falhar rapidamente em um microfone profissional, e o oposto também acontece", explica o especialista.
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Cada aparelho tem uma necessidade diferente
A diferença central está na forma como cada dispositivo consome energia. Controles remotos passam a maior parte do tempo sem uso e exigem pequenas quantidades de energia apenas no momento do acionamento dos botões.
Já teclados e mouses sem fio trabalham por períodos longos e com consumo constante. Há ainda equipamentos com exigência de picos de corrente elevados, como microfones de lapela, sistemas de áudio profissional e algumas ferramentas elétricas.
Fechaduras eletrônicas e alarmes também merecem atenção. Apesar do baixo consumo médio, essas tecnologias precisam funcionar imediatamente logo após o acionamento pelo usuário. Por isso, a tecnologia adequada varia conforme a aplicação.
Qual pilha usar em cada situação?
Para controles remotos e outros aparelhos de uso esporádico, as pilhas recarregáveis com porta USB-C aparecem como uma alternativa prática. Elas recebem carga diretamente com o mesmo cabo utilizado em celulares.
Pilhas recarregáveis são pouco recomendadas para controles remoto (Imagem: Imagem gerada por IA/Gemini)
A recomendação também vale para teclados e mouses sem fio. Esses periféricos se beneficiam da recarga simples e da estabilidade de tensão oferecida por esse tipo de tecnologia.
Já em ambientes corporativos e equipamentos profissionais, a tendência é utilizar pilhas ultra alcalinas ou recarregáveis desenvolvidas para aplicações exigentes. O usuário deve seguir sempre as especificações do fabricante.
Nem sempre a marca faz a diferença
Um dos grandes mitos entre consumidores é acreditar na durabilidade superior de uma marca específica em relação às concorrentes. Segundo Muniz, comparações técnicas mostram uma diferença entre fabricantes bem menor do que a percepção criada pela publicidade.
O que muda de forma significativa, na verdade, é a tecnologia utilizada. "O caminho seguro para o consumidor é comparar produtos da mesma tecnologia e recorrer a testes independentes antes de decidir", afirma.
Isso explica o motivo de uma pilha ultra alcalina apresentar desempenho superior ao de uma pilha comum de zinco. O salto de qualidade acontece mesmo sob comparação de marcas diferentes.
Recarregável nem sempre é a melhor opção
Outro equívoco frequente é acreditar na opção recarregável como a escolha sustentável definitiva. Elas fazem sentido em dispositivos de uso frequente, como mouses e teclados sem fio do dia a dia.
Contudo, não representam a alternativa ideal para equipamentos com longos períodos sem utilização. Nesses casos, a autodescarga exige uma nova recarga antes mesmo de o aparelho voltar ao uso normal na casa.
"Em alguns cenários de consumo muito baixo, uma alcalina de qualidade pode ter vida útil superior ao ciclo de uso da recarregável. A sustentabilidade real depende do casamento entre tecnologia e perfil de uso", conclui Muniz.
Deixar o smartphone na tomada durante a noite inteira é um hábito comum para a maioria das pessoas. Acordar com a carga completa traz uma sensação de segurança para enfrentar o dia de trabalho, mas será que você precisa sempre carregar até o fim?
Os lançamentos mais recentes de marcas como Apple e Samsung trazem uma novidade intrigante. Os sistemas operacionais agora oferecem uma opção para bloquear o carregamento quando ele atinge os 80%.
O que acontece se o celular passa dos 80% de carga?
As baterias de íons de lítio equipam quase todos os eletrônicos modernos e possuem uma zona de conforto ideal. Esse intervalo de funcionamento fica entre os 20% e os 80% da capacidade total.
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Ultrapassar esse limite causa um estresse químico elevado no componente. O esforço necessário para completar os últimos 20% é maior, o que aumenta a geração de calor e acelera o desgaste das células da bateria.
Esse cenário é agravado pelo uso do carregamento rápido, que naturalmente gera temperaturas mais altas e intensifica a degradação do componente, em especial nessa parcela final da carga
Uma boa analogia é uma esponja de cozinha. É muito simples absorver a água quando ela está seca, mas reter as últimas gotas para deixá-la totalmente encharcada exige uma pressão imensa.
As fabricantes criaram travas de software justamente para evitar esse desgaste diário. O recurso protege o dispositivo, principalmente para quem mantém o aparelho conectado à tomada por muitas horas seguidas.
Como ativar o limite de carga no iPhone e Samsung?
Nos iPhones mais recentes com iOS 26.5, basta acessar Ajustes > Bateria > Saúde da bateria e Carregamento > Carregamento otimizado para definir o limite de carga. O sistema trava até 80% e volta a carregar acima desse limite quando o usuário precisar do celular.
Nos smartphones Samsung com One UI 8, o caminho é Configurações > Assistência do Aparelho > Bateria > Proteção da bateria. O sistema oferece duas opções diferentes.
Celulares oferecem proteção para limitar o carregamento e prolongar a vida útil da bateria (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)
O modo básico interrompe o carregamento em 100% e só retoma o processo quando a carga cai para 95%, mesmo que o celular siga plugado. No modo básico, o usuário também pode ativar uma opção para interromper a carga quando chegar em 80% e retomar até 100% quando o usuário estiver para acordar.
Já o máximo permite que o usuário escolha entre80% e 95% para interromper a carga, com intervalos de 5% em 5%.
Qual é o impacto real na vida útil do aparelho?
A durabilidade de uma bateria depende diretamente dos ciclos de carga. Um ciclo representa uma descarga e uma recarga completas, o que equivale ao uso de 100% da capacidade do componente.
Quem recarrega o celular de zero a 100% todos os dias enfrenta um estresse químico muito alto. Nessa rotina, a saúde do componente cai após um período que varia entre 300 e 500 ciclos.
Isso significa que o telefone apresenta sinais de desgaste em apenas um ou dois anos. Com o carregamento otimizado, o limite sobe para uma média entre 500 e 800 ciclos de uso.
A mudança mais expressiva ocorre com a trava rígida nos 80%. Sob um estresse químico baixo, a vida útil ultrapassa 1.000 ciclos, o que pode ajudar a manter a saúde da bateria por até cinco anos.
Vale a pena limitar a carga do celular?
A restrição para os 80% dobra a longevidade da bateria, mas a escolha depende do seu perfil de uso. Esse ajuste é ideal para quem planeja manter o mesmo smartphone por mais de três anos.
A medida também beneficia pessoas que trabalham em escritórios e possuem fontes de energia sempre por perto. Nesses cenários, a perda imediata de autonomia não prejudica a rotina de trabalho.
Por outro lado, quem substitui o aparelho a cada doze ou vinte e quatro meses deve ignorar a trava. O sacrifício diário de 20% de autonomia não traz vantagens reais para esse consumidor.
A regra também vale para profissionais que passam o dia na rua e necessitam da capacidade máxima de energia. Para esse público, o carregamento otimizado continua como a indicação ideal.
A busca por conexão estável durante viagens longas mudou com a chegada da internet via satélite. Motoristas de caminhão e donos de motorhome agora encontram na tecnologia da SpaceX uma alternativa para manter o sinal ativo em áreas isoladas.
O kit de viagem com a antena Starlink Mini surge como o principal aliado para quem vive na estrada.
Custos do serviço e do hardware
O investimento inicial foca na aquisição do equipamento. No site oficial da empresa, a antena Starlink Mini custa R$ 799, uma taxa paga apenas uma única vez pelo hardware. Entretanto, é bem comum encontrar o produto em promoção por até R$ 500. Após a compra do aparelho, o usuário escolhe a modalidade de assinatura mensal que atende suas necessidades de consumo.
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Existem duas opções principais para quem deseja mobilidade. O plano com limite de 100 GB de tráfego de dados sai porR$ 339 mensais. Para quem necessita de conexão constante sem interrupções ou preocupação com franquia, o plano ilimitado tem o valor deR$ 619 por mês.
Acessórios essenciais para veículos
Para fixar e utilizar o sistema em carros, caminhões ou motorhomes, a Starlink vende itens adicionais em sua plataforma. Conforme as informações oficiais de suportes e acessórios da marca, o chamado kit mobilidade oferece ferramentas que garantem a segurança do equipamento com o veículo em movimento.
O adaptador para carros custa R$ 385 e serve para ligar o dispositivo diretamente no veículo. Já o suporte para mobilidade tem o preço de R$ 225 e auxilia na fixação externa. Caso o usuário precise de maior alcance de sinal interno, o Mini Roteador oficial é vendido por R$ 530.
Starlink Mini tem design portátil e é ótima para usar no carro (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Na ponta do lápis: tabela geral de custos
Para facilitar o planejamento financeiro da sua próxima viagem, reunimos todos os valores regulamentares praticados pela Starlink. Os custos são divididos entre investimentos únicos (equipamento e acessórios) e despesas recorrentes (mensalidades).
Categoria
Item
Frequência do Gasto
Frequência do Gasto
Equipamento
Antena Starlink Mini
Pago uma única vez
R$ 799
Acessórios
Adaptador para carros
Pago uma única vez
R$ 385
Acessórios
Suporte para mobilidade
Pago uma única vez
R$ 225
Acessórios
Mini Roteador
Pago uma única vez
R$ 530
Plano de Internet
Plano de Viagem (100 GB)
Mensalidade
R$ 339
Plano de Internet
Plano de Viagem (Ilimitado)
Mensalidade
R$ 619
Caso o usuário opte por comprar a antena com todos os acessórios de mobilidade disponíveis na loja, o investimento inicial em hardware será de R$ 1.939, sem contar o valor da mensalidade.
Com o plano básico, o valor inicial total sobe para R$ 2.278, enquanto o plano ilimitado aumenta o custo base para R$ 2.558.
Como economizar na compra
Quem busca economizar na aquisição do hardware pode monitorar o mercado de ofertas. A versão compacta da antena costuma receber reduções de preço significativas fora do canal oficial em determinados períodos do ano.
A antena Starlink Mini já apareceu no Canaltech Ofertas por R$ 650. Em ocasiões especiais, o valor do equipamento atingiu a marca de R$ 530. Para encontrar esses valores competitivos e garantir descontos reais, vale a pena acompanhar de perto as atualizações do Canaltech Ofertas.
Durante décadas, a rotina escolar seguiu praticamente a mesma fórmula: mochila, livros, penal e uma pilha de cadernos. Nos últimos anos, porém, os tablets começaram a ganhar espaço nas salas de aula e passaram a assumir funções que antes pertenciam exclusivamente ao papel.
Com uma caneta stylus e alguns aplicativos de anotações, um único dispositivo pode armazenar todas as matérias, apostilas, exercícios e trabalhos do estudante. A praticidade é inegável, mas isso não significa que o caderno tenha se tornado obsoleto.
Na prática, a resposta depende mais do perfil de uso do que da tecnologia.
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O que o tablet faz melhor
O principal atrativo está na conveniência. Em vez de carregar vários cadernos ao longo do dia, o aluno leva praticamente todo o material escolar em um único equipamento.
A organização também costuma ser um diferencial. Aplicativos de notas permitem separar conteúdos por disciplina, criar pastas, adicionar imagens, destacar trechos importantes e localizar informações em poucos segundos.
A caneta stylus também ajuda a aproximar a experiência digital da tradicional. Hoje, já é possível escrever, fazer esquemas, resolver exercícios e até corrigir anotações de forma bastante intuitiva.
Tablet com caneta stylus é uma boa opção para estudantes (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Outro ponto importante é a integração com outros conteúdos. PDFs, livros digitais, apresentações e documentos ficam acessíveis no mesmo ambiente, sem a necessidade de alternar entre diferentes dispositivos ou carregar mais peso na mochila.
Nem tudo são vantagens
Apesar da praticidade, os tablets trazem desafios que o papel simplesmente não possui.
O mais óbvio deles é a distração. O dispositivo usado para fazer anotações é o mesmo que oferece acesso a vídeos, redes sociais, jogos e aplicativos de mensagens. Em muitos casos, manter o foco exige mais disciplina do que abrir um caderno sobre a mesa.
A bateria também entra na conta. Enquanto um caderno funciona a qualquer hora, o tablet depende de carga suficiente para atravessar o dia de aula. Com um uso intenso, será necessário carregá-lo todo dia ou a cada dois dias.
O investimento inicial é outro fator relevante. Além do aparelho, muitos estudantes optam por acessórios como canetas stylus e capas com teclado. Dependendo da configuração escolhida, o valor pode superar com folga o custo de vários anos de material escolar convencional.
Também existe a questão da adaptação. Algumas pessoas se acostumam rapidamente à escrita digital. Outras continuam preferindo a sensação do papel, mesmo após meses de uso.
LCD ou e-ink: qual tela faz mais sentido?
Quem pretende estudar por muitas horas também encontra outra escolha importante: o tipo de tela.
Os tablets convencionais utilizam painéis LCD ou OLED. Eles oferecem cores vibrantes, melhor reprodução de vídeos e desempenho superior para aplicativos mais exigentes. Para quem busca versatilidade, essa ainda é a opção mais completa.
Por outro lado, essas telas emitem luz diretamente para os olhos. Depois de longos períodos de leitura ou escrita, parte dos usuários relata desconforto ou fadiga visual.
Os dispositivos com tela e-ink seguem um caminho diferente. A tecnologia tenta reproduzir a aparência do papel e prioriza leitura, escrita e anotações.
A experiência costuma agradar quem passa horas lendo textos, mas há limitações. A navegação é mais lenta e recursos multimídia ficam em segundo plano. Para assistir aulas em vídeo, por exemplo, os tablets tradicionais continuam mais adequados.
Afinal, vale a pena trocar o caderno?
Para muitos estudantes, sim. A combinação de organização, praticidade e acesso rápido ao conteúdo faz do tablet uma alternativa bastante eficiente para acompanhar a rotina escolar. Com os aplicativos certos, ele consegue substituir boa parte das funções de um caderno tradicional.
Isso não significa que a troca faça sentido para todo mundo. Quem valoriza simplicidade, não quer se preocupar com bateria ou prefere escrever no papel ainda encontra bons motivos para continuar com o método tradicional.
Tablets com tela e-ink também são boas opções para leituras e estudos (Imagem: Divulgação/Onys Boox)
No fim, a melhor escolha não depende apenas do dispositivo. Ela depende da forma como cada estudante aprende, organiza os estudos e utiliza a tecnologia no dia a dia.
Qual modelo comprar?
A escolha do tablet ideal depende do orçamento e do tipo de uso. Para quem pretende substituir o caderno, vale prestar atenção não apenas no aparelho, mas também nos acessórios necessários para escrever, fazer anotações e até digitar trabalhos.
iPad 11 (11ª geração)
O iPad 11, modelo mais recente da Apple, é uma das opções mais completas para estudantes que já utilizam produtos da marca. Ele conta com tela Liquid Retina de 11 polegadas, chip A16 Bionic e armazenamento a partir de 128 GB.
O ponto de atenção está nos acessórios. O iPad não acompanha caneta nem capa com teclado na caixa, então ambos precisam ser comprados separadamente. Isso aumenta consideravelmente o investimento total para quem pretende utilizá-lo como substituto do caderno ou até de um notebook.
O Galaxy Tab S10 FE é uma das alternativas mais interessantes para estudo. O tablet traz tela LCD de 10,9 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, processador Exynos 1580 e bateria de 8.000 mAh.
Seu principal diferencial é o pacote de acessórios. A Samsung já inclui a S Pen na caixa e também oferece uma capa protetora. O usuário não precisa gastar mais para começar a fazer anotações logo após a compra. O teclado, porém, continua opcional e deve ser adquirido separadamente.
Canaltech testou o Galaxy Tab S10 FE (Imagem: Léo Müller/Canaltech)
Galaxy Tab S10 Lite
Mais acessível dentro da linha Galaxy Tab S10, o Tab S10 Lite mantém o foco em produtividade e estudos. O modelo oferece tela de 10,9 polegadas, suporte à S Pen e especificações suficientes para atividades escolares, leitura, anotações e consumo de conteúdo.
Assim como o Tab S10 FE, ele acompanha caneta e capa na embalagem. Para quem busca uma experiência próxima à de um caderno digital sem gastar tanto, pode ser uma das opções mais equilibradas da categoria. O teclado também não faz parte do kit.
Para quem procura um tablet mais barato, oRedmi Pad SE aparece entre as opções mais populares do mercado. O aparelho conta com tela LCD de 11 polegadas com taxa de atualização de até 90 Hz, processador Snapdragon 680 e bateria de 8.000 mAh.
Apesar do preço mais acessível, é importante considerar os custos extras. O modelo não acompanha caneta nem teclado, e esses acessórios precisam ser comprados separadamente. Ainda assim, pode ser uma porta de entrada interessante para estudantes que desejam migrar do papel para o ambiente digital sem fazer um investimento tão alto.
A TCL aposta em uma proposta diferente com o NXTPAPER 11 Plus. O tablet conta com tela de 11,5 polegadas e a tecnologia NXTPAPER, que aplica uma camada fosca ao painel para reduzir reflexos e tornar a experiência mais próxima da leitura em papel.
O principal diferencial está justamente no conforto visual. Quando o modo NXTPAPER está ativado, a tela reduz a emissão de luz azul e minimiza o brilho excessivo, o que pode ajudar a diminuir o cansaço visual durante longos períodos de leitura, escrita ou estudo.
NXTPAPER 11 Plus da TCL tem tela fosca como a de um Kindle (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)
O modelo também oferece suporte a canetas stylus para anotações e edição de documentos. Dependendo da versão comercializada, porém, os acessórios podem não acompanhar o produto, então vale conferir o conteúdo da embalagem antes da compra.
Uma operadora dos Estados Unidos lançou uma nova campanha e paga dívidas de até R$ 4 mil de quem fizer portabilidade. A T-Mobile oferece a quantia de US$ 800 para quitar o saldo devedor de smartphones de usuários que deixarem as empresas concorrentes.
O benefício atende até quatro linhas por família e chega ao consumidor por meio de um cartão pré-pago virtual Mastercard. Para garantir o reembolso, o usuário precisa levar um aparelho compatível para a nova rede. A migração dura cerca de 15 minutos e dispensa o cancelamento manual de contratos antigos.
Todo o processo ocorre de forma digital no site da companhia e termina em menos de uma hora, sem a necessidade de visitas a lojas físicas. O interessado confere a cobertura da região, calcula o valor da mensalidade e escolhe o plano ilimitado ideal antes de ativar o chip.
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Os pacotes da categoria Experience trazem vantagens extras, como plataformas de streaming, proteção digital e a substituição anual do celular. A opção inicial Essentials Saver custa US$ 50 mensais. A empresa estima uma economia de até 20% em comparação com os preços da AT&T e da Verizon.
Operadora dos Estados Unidos lança incentivo para portabilidade (Imagem: appshunter.io/Unsplash)
A promoção possui tempo limitado e exige a manutenção da conta ativa por um período mínimo. Dispositivos como relógios inteligentes e tablets entram em uma oferta separada, com desconto de 50% na assinatura dentro dos planos Experience Beyond.