❌

Normal view

5 mudanças feitas no “Battinson” em Batman: Parte 2

18 July 2026 at 23:01

Apesar do adiamento de Batman: Parte 2, o diretor Matt Reeves decidiu presentear os fãs com uma prévia inédita do novo uniforme do homem-morcego.

O traje de Bruce Wayne, interpretado por Robert Pattinson, teve mudanças que podem ditar o tom da narrativa e mostrar o que ele passou entre a vitória sobre o Charada e o futuro arco.

Como isso ajudará o super-herói contra vilões como o Victor Zsasz, Hera Venenosa e até o Pinguim ainda continua como um mistério, mas é fato que adaptações foram realizadas.

Para fins comparativos, isso também foi visto em outras obras — como a trilogia de Christopher Nolan de “O Cavaleiro das Trevas” e até no DCEU, entre Batman vs. Superman: A Origem da Justiça (2016) e Liga da Justiça (2017).

Veja o teaser e as 5 mudanças feitas no Homem-Morcego em Batman: Parte 2:

5. Protetor de queixo

No novo filme, Bruce Wayne usará uma camada a mais de proteção em seu queixo. O item do seu uniforme parece vir direto da parte da roupa em que seu pescoço é protegido e fecha toda a parte do maxilar do super-herói.

Antes, o Batman não utilizava o item — porém, todo cuidado com ganchos dos bandidos é pouco, não é mesmo? Vale notar que o equipamento é inédito nos cinemas, já que nenhuma outra interpretação do personagem o utilizou além dos extensores do próprio uniforme.

Batman-protetor-de-queixo-Img1

4. Adaptação do clássico símbolo

Com o logo da produção, é possível ver como será o símbolo que o “Battinson” usará nos cinemas agora. Foram adicionadas orelhas no morcego, mas assim como a versão anterior, ele não tem uma “cabeça” posicionada como os tradicionais.

Além disso, é notável que as bordas são mais arredondadas, o que remove parte do visual visceral que o anterior carregava. Não é revelado o porquê da mudança, mas é possível até que vejamos a alternância durante Batman: Parte 2.

Batman-Simbolos-Img3

3. Colarinho mais largo

Seu colarinho também está mais extenso, com a cobertura de toda a sua nuca agora. Este pode ser um visual mais protetivo, no entanto se assemelha bastante ao estilo que vemos dos vampiros clássicos da literatura — não de Crepúsculo, por mais que haja envolvimento de Robert Pattinson.

Possivelmente sua capa também terá alterações, que podem trazer um estilo mais sombrio e até mesmo “mitológico” para o personagem da DC Comics. Com o fim da ameaça de Charada e a partida da Mulher-Gato, talvez ele tenha precisado recorrer a aspectos “edgy” para adicionar um drama (parei com os trocadilhos) maior.  

Batman-Colarinho

2. A “Batarmadura”

No longa-metragem de 2022, já vemos o protetor de Gotham com um traje tático. Contudo, a alteração no capacete e colarinho também indicam que ele está mais preocupado com os danos físicos que sofre — o que pode levá-lo a adotar uma verdadeira armadura para suas patrulhas.

Não que ele precise usar algo ao estilo medieval, mas os indicativos apontam que veremos ainda mais mudanças no peitoral, luvas e até em suas botas para aguentar os solavancos que a tenebrosa cidade apresenta. 

Batman-Batarmadura

1. “Antenas” maiores

Por fim, mas não menos importante, Battinson agora usa antenas maiores em seu capacete. Não são tão grandes quanto as da armadura de Michael Keaton, mas com certeza diferentes dos vistos nas produções mais recentes do super-herói.

Elas podem esconder funções, como a versão de Christopher Nolan — quem sabe para esconder um transmissor para se comunicar com Alfred ou ouvir as chamadas policiais? Ou, talvez, sirva para o Batman ser mais reconhecível no momento em que estiver para enfrentar os criminosos. 

Batman-antenas-maiores

Mudanças expressivas no Batman

Com um teaser é possível reconhecer poucos elementos, mas novos trailers e imagens poderão esclarecer melhor como o uniforme de Bruce Wayne desempenhará um papel importante em Batman: Parte 2. 

Ademais, super-heróis sempre mudam de vestimenta e o homem-morcego não pode ser diferente. Não é à toa que o medo de muita gente era que Robert Pattinson fosse marcado ao longo dos anos pelos trajes mais esquisitos do Batman. Não foi o caso, mesmo com as 5 mudanças na armadura do Battinson:

  1. “Antenas” maiores

  2. A “Batarmadura”

  3. Colarinho mais largo

  4. Adaptação do clássico símbolo

  5. Protetor de queixo

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

PS Plus Extra ou Deluxe: qual plano vale mais a pena em 2026?

18 July 2026 at 22:09

Assinar um serviço em 2026 pesou no bolso do jogador. Os planos da PlayStation se apresentam de formas distintas, o que pode confundir muitos jogadores e gerar dúvidas sobre qual deles vale mais a pena.

A PS Plus aumentou de preço recentemente e gerou diversas questões para os jogadores, afinal de contas, qual categoria vai oferecer aquilo que você busca pelo valor mais acessível? A decisão se tornou complexa e cheia de nuances.

Contudo, é possível alinhar as ideias e entender qual plano da PS Plus faz mais sentido para você. Na prática, saberá com exatidão para onde correr e o que terá em retorno no seu PlayStation 5.

Veja o comparativo entre a PS Plus Extra e Deluxe para entender qual plano vale mais a pena assinar em 2026:

O peso da PS Plus no bolso

Antes de discutirmos recursos, entrega e mais detalhes, primeiro é preciso falar sobre os preços praticados na PlayStation Plus. Veja abaixo o comparativo completo do que é cobrado em cada categoria:

  PS Plus Extra PS Plus Deluxe Diferença de valor
1 mês R$ 74,90 R$ 86,90 R$ 12
3 meses

R$ 209,90

R$ 249,90 R$ 40
1 ano R$ 592,90 R$ 691,90 R$ 99

Como pode notar, a diferença financeira entre eles varia entre R$ 12 a R$ 99 — a depender de quanto tempo pretende se manter como assinante. Além disso, em ambos você tem os benefícios do Essential: o multiplayer online e a oferta de 3 games mensais.

O que a Sony oferece?

Para cada assinatura, o público contará com diferentes tipos de brindes para aprimorar a sua experiência. De forma óbvia, o mais caro vai acumular tudo que os demais oferecem com recursos adicionais, mas será que o custo-benefício é de se jogar fora?

A PS Plus Extra é uma categoria intermediária no PlayStation 5, que garante aos usuários acesso aos jogos mensais, modo multijogadores, coleção PlayStation Plus, Share Play e descontos exclusivos.

Porém, o verdadeiro diferencial é a presença do catálogo de títulos — que permite baixar no seu console e jogar, enquanto ele estiver disponível na plataforma, assim como o XBOX Game Pass. Quem assina o plano também pode usar o Ubisoft+ Classics, com um catálogo seleto da produtora.

Em outras palavras, quem assina a PS Plus Extra pode jogar sucessos como Final Fantasy XVI, Marvel’s Spider-Man 2, Cyberpunk 2077, God of War Ragnarök, Silent Hill 2 e até franquias como Assassin’s Creed e Far Cry. 

Final-Fantasy-XVI-Img1

No entanto, é importante ter consciência de que, ao contrário do serviço da Microsoft, a Sony não oferece lançamentos “Day One”. Dito isso, não terá Saros, Ghost of Yötei, Assassin’s Creed Black Flag Resynced e outros games que chegaram em 2026.

No máximo, haverá experiências independentes ou de outras produtoras com essa proposta — como foi o caso de Blue Prince, Big Walk, Foamstars e até Runescape: Dragonwilds. Se estava de olho em Marvel’s Wolverine ou algo do tipo, é melhor não se empolgar tanto.

Por até R$ 99 de diferença, o que o PS Plus Deluxe traz a mais? Na verdade, além de tudo o que já foi descrito até aqui (que é acumulado), ele tem outras duas propostas aos jogadores: o catálogo de clássicos e a experimentação de jogos.

Assim como o Nintendo Switch Online na concorrência, esta categoria permite revisitar o passado do PlayStation com diversas aventuras de PS1 e PS2 disponíveis para você baixar e relembrar dos “bons e velhos tempos”.

Dino-Crisis-Img1

Porém, saiba que não se pode mergulhar nesta ideia de cabeça: ainda que existam exclusivos, não verá todos os God of War, Devil May Cry e outras séries emblemáticas daquela época. É uma plataforma mais “tímida” neste sentido.

Há franquias como Armored Core, Resident Evil e Ape Escape, assim como jogos que vão de Beyond: Two Souls, Dino Crisis a até God of War III Remastered e Gravity Rush Remastered. Está muito longe de ser ruim, mas também não está próxima do ideal.

Enquanto isso, a “experimentação de jogos” é uma gourmetização das demos. Ao invés de disponibilizar demonstrações gratuitamente na loja digital, para todos, eles deixam o recurso restrito para o serviço com os seus principais games.

Lá você pode jogar algumas horas de grandes aventuras, como Saros, Death Stranding 2: On the Beach, Alan Wake II, Black Myth: Wukong, Stellar Blade e outros sucessos que chegaram ao PS5 nos últimos anos. Na maior parte deles, é possível transferir o progresso para a versão completa, caso decida comprá-la.

Ou seja, por quase R$ 100 adicionais, terá uma verdadeira biblioteca de títulos retrô e acesso a algumas demonstrações. Estas são as principais vantagens que a PS Plus Deluxe tem sobre o plano Extra no Brasil.

Qual plano da PS Plus vale mais a pena?

Em um juízo de valores, apenas o catálogo de clássicos já faz a versão mais cara compensar. Porém, apenas se o jogador for um fã de jogos antigos e queira revisitar as experiências marcantes que fizeram parte de sua própria história.

PlayStation-5-Img1-Pexels

Se levar em conta que cada um deles custa entre R$ 30 e R$ 60, se você jogar dois ou três por ano, a diferença já “se pagou”. Ainda assim, é importante considerar que você ainda perde recursos oferecidos em outros países no plano Premium, como o streaming de games pela nuvem. 

No entanto, se não é o seu caso, a PS Plus Extra é o que mais vale a pena para investir em 2026. Não é um dos valores que mais se encaixam no bolso do público, mas oferece quase todas as opções sem ter de gastar um pouco mais por um ou outro game retrô.

Além disso, se os títulos de PS1 e PS2 fizerem tanta diferença assim, também é possível comprar portáteis que rodam emuladores — encontrados entre R$ 200 e R$ 500, eles permitem ter toda a experiência e de forma personalizada, já que ROM você baixa e instala o que desejar.

Na prática, com um desses você jogará o que quiser e onde preferir, sem estar preso à TV ou monitor. Melhor isso do que ter de checar a PS Plus Deluxe com frequência, pedir todo dia para a Sony ouvir suas preces e esperar a adição do seu jogo antigo favorito.

Financeiramente, sai uma brincadeira um pouco mais cara. Contudo, ao parcelar no cartão de crédito e com apoio de cupons e ações promocionais, isso pode não ser um problema tão sério ao bolso a longo prazo. 

Com essa visão em mente, a PS Plus Extra é a melhor oferta da Sony para os assinantes em 2026. A Deluxe até vale a pena por dar acesso oficial a algumas das experiências presas ao passado, mas ainda assim tem muito a evoluir e acrescentar antes de realmente representar uma proposta viável. 

Outra preocupação esteve na mente dos jogadores. Afinal de contas, com o fim da mídia física no PlayStation, o que muda para você?

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Nissan Kait fica com preços no chão em julho, mas não para todo mundo

18 July 2026 at 21:00

A Nissan iniciou em julho de 2026 uma campanha agressiva de vendas diretas para empresas e frotistas. O SUV compacto Kait, lançado recentemente, aparece com descontos que variam entre R$ 17 mil e R$ 21,8 mil, dependendo da versão escolhida. A ação é válida até o início de agosto e contempla as configurações Sense, Advance e Exclusive.

Na versão Sense, o preço público de R$ 136.990 cai para R$ 117.890 nas vendas para CNPJ, representando uma redução de R$ 19.100. Já a versão Advance concentra o maior corte da linha: de R$ 146.990 para R$ 125.190, um desconto de R$ 21.800. Por fim, a versão Exclusive passa de R$ 152.990 para R$ 135.990, com abatimento de R$ 17.000.

Nissan Kait Active - 3-4 Frente

Esses valores tornam o Kait mais competitivo frente a rivais como Fiat Pulse e Renault Kardian, especialmente para empresas que buscam ampliar ou renovar suas frotas. No entanto, é importante lembrar que, para o consumidor pessoa física, os preços seguem sem alteração, mantendo o SUV acima da faixa de R$ 136 mil.

O que torna o Nissan Kait atraente

Um dos grandes diferenciais do Nissan Kait é a relação custo-benefício dentro do segmento de SUVs compactos. Mesmo sem os descontos para pessoa física, o modelo entrega um pacote competitivo frente aos rivais, com preço de tabela que se mantém abaixo de alguns concorrentes diretos.

Nissan Kait Active - 7-8 Frente

Outro aspecto positivo é a estratégia da Nissan em oferecer versões bem equipadas desde a configuração de entrada, o que reduz a necessidade de investir em pacotes opcionais. Além disso, o design moderno e a boa ergonomia interna reforçam a sensação de qualidade, tornando o Kait uma escolha interessante tanto para empresas quanto para consumidores que valorizam praticidade e estilo.

Mecânica e equipamentos do Kait

Todas as versões do Nissan Kait compartilham o mesmo conjunto mecânico: motor 1.6 flex aspirado, que entrega até 113 cv com etanol e 110 cv com gasolina, além de torque máximo de 15,2 kgfm. A transmissão é automática do tipo CVT, priorizando conforto e eficiência no uso urbano.

nissan kait 4

 O SUV também oferece bom espaço interno e porta-malas de 432 litros, características valorizadas por empresas que precisam de praticidade, mas sem a necessidade de migrar para modelos maiores e, consequentemente, mais caros que o modelo japonês.

Gostou do Kait ou ainda não se convenceu? Caso esse SUV não esteja de seu agrado, apesar dos preços no chão, que tal olhar para uma alternativa no mercado de usados? O SUV grande da Honda, por exemplo, despencou de preço e é ótima opção.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Da panela elétrica ao comedouro de pet: 7 eletros geniais da Xiaomi que custam menos de R$ 1.500

18 July 2026 at 20:30

A Xiaomi vai muito além do celular, e também investe em eletrodomésticos e dispositivos para casa inteligente que prometem facilitar a rotina sem exigir um grande investimento.

De cozinhar arroz automaticamente a alimentar o pet enquanto você está fora de casa, as opções da Xiaomi podem ser suas aliadas no dia a dia.

Tendo isso em mente, separamos eletros da Xiaomi geniais:

  1. Panela elétrica; 

  2. Alimentador automático para pets; 

  3. Purificador de ar; 

  4. Chaleira elétrica; 

  5. Liquidificador com aquecimento; 

  6. Fonte inteligente para pets;

  7. Cafeteira. 

1. Panela elétrica 

A panela elétrica da Xiaomi pode cozinhar arroz, preparar sopas, mingaus, legumes e diversas outras receitas com poucos toques.

Outro diferencial é a função de manter os alimentos aquecidos após o término do preparo, evitando que a comida esfrie antes da hora de servir. O design compacto também facilita o uso em cozinhas pequenas. O preço gira em torno de R$ 464.

2. Alimentador automático para pets

Alimentador inteligente Xiaomi

Quem passa muitas horas fora de casa pode se beneficiar do alimentador inteligente da Xiaomi. O aparelho permite programar horários e porções de ração diretamente pelo aplicativo.

Isso garante uma alimentação mais regular para cães e gatos, mesmo quando o tutor está viajando ou trabalhando. O reservatório também ajuda a preservar a qualidade da ração por mais tempo. Custa aproximadamente R$ 81,72.

3. Purificador de ar 

O purificador de ar da Xiaomi foi desenvolvido para melhorar a qualidade do ambiente, removendo partículas de poeira, fumaça, pólen e outros alérgenos presentes no ar.

Alguns modelos contam com sensores inteligentes que ajustam automaticamente a velocidade de purificação conforme o nível de poluição detectado, além de permitir monitoramento pelo smartphone.

4. Chaleira elétrica 

Xiaomi chaleira

A chaleira elétrica da Xiaomi aquece água em poucos minutos e conta com desligamento automático após atingir a temperatura ideal. A ideia é oferecer mais rapidez e segurança do que o fogão convencional. Você encontra modelos como Miijia, por R$ 160 e Kettle 2 Pro, por R$ 400.

5. Liquidificador com aquecimento 

O liquidificador com aquecimento da Xiaomi vai além das funções tradicionais de um liquidificador. Além de triturar ingredientes, ele também consegue aquecer o conteúdo durante o preparo. Isso permite fazer sopas, cremes, bebidas vegetais e outras receitas quentes em um único equipamento. Você encontra por R$ 1300.

6. Fonte inteligente para pets 

fonte pets xiaomi

Estimular os animais a beber água pode ser um desafio, e a fonte inteligente da Xiaomi busca resolver esse problema mantendo a água em circulação constante.

O sistema utiliza filtros para reduzir impurezas e ajuda a manter a água mais limpa e fresca ao longo do dia. Além disso, o funcionamento silencioso evita incômodos dentro de casa.

7. Cafeteira espresso

A cafeteira espresso do ecossistema Xiaomi aposta em um design minimalista e operação simples para preparar cafés de forma rápida.

Dependendo da versão, o equipamento utiliza cápsulas compatíveis e oferece preparo com pressão elevada, resultando em uma bebida mais encorpada. É uma opção interessante para quem deseja praticidade sem abrir mão de um bom café.

Vale a pena investir nos eletros da Xiaomi?

Embora seja lembrada principalmente pelos smartphones, a Xiaomi também oferece uma linha variada de eletrodomésticos inteligentes que podem tornar a rotina mais prática. O ecossistema da marca vai muito além. Veja produtos da Xiaomi mais aleatórios que você não sabia que existiam.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Como usar IA para acabar com o doomscrolling e "curar" vício digital

18 July 2026 at 20:03

Se você abre as redes sociais para dar uma olhada nas notícias e, quando percebe, já passou vários minutos ou até horas rolando o feed, provavelmente já caiu no doomscrolling. Esse hábito pode aumentar a ansiedade, prejudicar a concentração e tomar um tempo que faria diferença em outras atividades.

Uma forma de escapar desse ciclo é usar ferramentas de IA, como ChatGPT, Gemini, Claude ou outro chatbot de sua preferência. Com um único comando, a IA reúne os principais acontecimentos do período em um resumo, sem que você precise acompanhar o fluxo constante de publicações nas redes sociais.

Isso não substitui a consulta a fontes confiáveis nem significa abandonar as redes sociais. Ainda assim, pode ser uma boa maneira de acompanhar o que realmente importa e reduzir a exposição ao excesso de informações.

Redes sociais

Como parar com o doomscrolling usando IA?

A ideia é fazer uma pausa temporária nas redes sociais — por exemplo, durante 24 ou 48 horas — e usar a IA para preencher essa lacuna de informação. Em vez de conferir diversas publicações ao longo do dia, basta pedir ao chatbot um resumo organizado por temas para que ele reúna os acontecimentos mais importantes do período.

Esse tipo de comando ajuda a separar notícias que realmente têm impacto daquelas que geraram grande repercussão apenas por algumas horas. Também facilita acompanhar áreas específicas, como tecnologia, política, economia, entretenimento ou esportes.

Chatbots de IA - Gemini ChatGPT e Copilot

Você pode adaptar o prompt abaixo de acordo com seus interesses:

“Atue como meu curador pessoal de notícias. Evitei intencionalmente notícias e redes sociais nas últimas 48 horas para reduzir o doomscrolling. Resuma tudo o que eu realmente preciso saber desse período, organizando sua resposta nas seguintes seções:

1. Maiores histórias: os eventos globais, políticos e tecnológicos mais importantes que tenham relevância duradoura. Explique por que cada um importa em duas ou três frases.

2. IA e tecnologia: principais novidades de empresas, como OpenAI, Google, Apple e Microsoft.

3. Entretenimento e games: resumo das principais notícias sobre filmes, streaming, séries e videogames.

4. Buzz da internet: explique memes ou discussões virais que realmente valem a pena conhecer e informe se terão impacto além do momento.

5. O que posso ignorar: liste histórias que receberam muita atenção, mas têm pouca relevância a longo prazo.

6. Ganhadores e perdedores: destaque empresas ou figuras públicas que tiveram acontecimentos positivos ou negativos importantes.

7. Olhando para frente: quais eventos merecem atenção na próxima semana?

Por fim, faça um “Resumo de 60 segundos” com dez tópicos objetivos. Priorize acontecimentos com impacto duradouro, explique o contexto quando necessário e evite sensacionalismo.”

Depois de receber o resumo, você pode pedir mais detalhes apenas sobre os assuntos que considerar relevantes. O chatbot também pode incluir links para as fontes originais utilizadas na resposta e sugerir termos de pesquisa para facilitar uma investigação mais aprofundada em mecanismos de busca.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir 5 formas de usar o Gemini Live para acompanhar notícias no seu ritmo.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

5 piores jogos da franquia Assassin's Creed

18 July 2026 at 19:37

Quando uma franquia de games é muito grande, com vários títulos lançados, como Call of Duty, as chances de existirem jogos ruins são grandes. Assassin's Creed é uma dessas franquias, totalizando 14 jogos principais e vários spin-offs.

A icônica série da Ubisoft está de volta com Assassin's Creed Black Flag Resynced, um remake do 4º título principal, e agora é uma boa hora para lembrar dos piores títulos da franquia.

Assassin's Creed tem duas fases. A primeira delas vai do primeiro jogo até AC Syndicate, onde as mecânicas são basicamente as mesmas, com leves melhorias jogo a jogo. Já a segunda, mais conhecida como a era RPG de ação da franquia, começa com AC Origins e, por enquanto, vai até AC Shadows. No meio desses games, quantos ruins existem? Listamos os 5 piores jogos de Assassin's Creed.

5. Assassin's Creed

Não me entendam mal, Assassin's Creed foi pioneiro em muita coisa em 2008, o início de uma saga incrível que ficaria muito melhor nos três jogos seguintes (trilogia de Ezio Auditore), mas ele tem seus problemas. O primeiro deles, e esse é especialmente grave para pessoas não nativas da língua inglesa: a falta de legendas, nem que fosse em inglês mesmo.

Isso privou muitos jogadores pelo mundo de entender a história assim que o jogo saiu, já que era necessário entender tudo escutando. Fora esse problema que considero grave, o gameplay era bastante travado, mesmo para a época. Jogá-lo hoje vai fazê-lo, às vezes, querer jogar o controle na tela (e nem é soulslike)

4. Assassin's Creed Valhalla

Muitos jogadores se sentiram sobrecarregados com o tamanho de AC Odyssey, mas em 2020, não imaginávamos o que nos aguardaria. Assassin's Creed Valhalla chegou como um jogo massivo, em todos os aspectos: quantidade de missões paralelas e tamanho do mundo aberto são dois exemplos. Isso cansou muitos jogadores, mas a coisa só pioraria (nesse aspecto, pelo menos) nos anos seguintes.

O jogo continuou crescendo, ganhou expansões, eventos, missões relacionadas a outros jogos da franquia, quase virou um GaaS. Particularmente, achei tudo isso muito cansativo, principalmente porque era muito repetitivo. Cheguei em 60 horas de jogo e já não aguentava mais. Além disso, Valhalla sofria do mesmo problema do jogo anterior: não tinha cara de Assassin's Creed. De qualquer forma, é o maior sucesso comercial da franquia até agora.

3. Assassin's Creed Rogue

A trilogia icônica protagonizada por Ezio Auditore da Firenze é a única parte na história da franquia que continua uma narrativa com o mesmo personagem. Depois disso, o máximo que temos (com exceção de Kassandra de Odyssey) é a ligação com AC4 Black Flag, AC3 e AC Unity com Assassin's Creed Rogue.

Tudo isso soa bem interessante, mas acontece que, depois de três jogos com maior impacto, personagens marcantes (como Edward Kenway), AC Rogue não conseguiu inovar em nada e acabou sendo um jogo bem esquecível. Eu acredito que ele ainda diverte mais do que o número um da lista, mas ele poderia ser aquele caso do tipo "poderia ter resolvido por e-mail", sabe? Ele foi o último jogo antes da segunda grande mudança da série que aconteceria com Unity.

2. Assassin's Creed Unity

Eu fico dividido em relação a essa indicação nessa posição, mas não dá para negar que o lançamento de Assassin's Creed Unity foi um desastre, literalmente um Cyberpunk 2077 seis anos antes. O jogo tinha bugs que eram até engraçados e renderam muitos memes no mundo dos games de 12 anos atrás, mas muitos deles também quebraram o jogo, nos impedindo de progredir.

Diferente do número um abaixo, AC Unity é um bom jogo, com mecânica de parkour incrível para a época, gráficos belíssimos com cutscenes muito bem feitas, algo que foi se perdendo com os jogos seguintes. O multiplayer era legal, os personagens eram cativantes, os combates funcionavam bem, mas foi amaldiçoado pelo estado de lançamento.

1. Assassin's Creed Odyssey

Depois de acertar com Assassin's Creed Origins, mudando a fórmula completamente e deixando toda a grande base de jogadores desconfiados, a Ubisoft erra a mão com Assassin's Creed Odyssey. Apesar da ambientação incrível, aspecto em que, na minha opinião, o estúdio francês nunca errou em nenhum jogo, eles pisaram feio na bola com a necessidade de "grinding" super exagerado.

Você precisa passar muito tempo evoluindo para conseguir melhores equipamentos e chances de derrotar os inimigos mais fortes. Esse grinding, na maior parte do jogo, é necessário também até para progredir na história principal. Além disso, o combate não é bom como em AC Origins, que acabou sendo melhorado em Valhalla depois. Particularmente, acho os protagonistas um tanto chatos também. Para terminar, não parece um Assassin's Creed e, curiosamente, é o terceiro título mais vendido da franquia.

A franquia Assassin's Creed tem alguns outros jogos que poderiam até entrar para esta lista, como os spin-off Liberatio e Freedom Cry que, embora importantes para AC3 e AC4, não deixaram sua marca. Por isso, esse é o nosso top 5 piores jogos de Assassin's Creed:

  1. Assassin's Creed Odyssey
  2. Assassin's Creed Unity
  3. Assassin's Creed Rogue
  4. Assassin's Creed Valhalla
  5. Assassin's Creed

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Quanto custa abastecer um avião comercial? Fizemos as contas

18 July 2026 at 19:01

Pouca gente imagina o investimento necessário para colocar um avião em operação. O combustível é um dos maiores custos da aviação comercial e pode chegar a cifras impressionantes. Cada voo consome milhares de litros de querosene de aviação (QAV), e o preço varia de acordo com o mercado internacional do petróleo.

O consumo de combustível e o custo operacional, porém, variam bastante entre os principais modelos de aeronaves comerciais. Para ilustrar o quanto é trabalhoso manter aeronaves desse porte, o CT Auto vai pegar como exemplos três dos mais utilizados atualmente no mundo da aviação: o Boeing 737-800, o Airbus A320 e o mais eficiente deles, Embraer E195-E2, combinado?

Avião Airbus

Vale lembrar ainda que os valores envolvidos afetam diretamente os preços das passagens aéreas. Além disso, oscilações no mercado de petróleo podem impactar diretamente o setor, tornando a aviação altamente dependente da economia global.

Quanto consome e qual o custo de cada avião?

Em média, o Boeing 737-800 consome cerca de 2.500 litros/hora, o Airbus A320 em torno de 2.400 litros/hora e o Embraer E195-E2, mais eficiente, aproximadamente 1.900 litros/hora. Confira os valores envolvidos e o custo por passageiro.

Aeronave Consumo médio (litros/hora) Capacidade de passageiros Custo aproximado por hora Custo médio por passageiro
Boeing 737-800 2.500 186 R$ 5,3 mil R$ 28,00
Airbus A320 2.400 180 R$ 5,0 mil R$ 27,00
Embraer E195-E2 1.900 132 R$ 4 mil R$ 30,00

Esses números foram obtidos levando-se em conta o custo médio do querosene de aviação (QAV) em 2026 a R$ 2,10/litro no Brasil e a diluição pela capacidade máxima de passageiros de cada aeronave.

Dessa forma, eles ainda se traduzem em custos elevados, mas quando diluídos pelo número de passageiros, que também varia entre as aeronaves utilizadas como exemplos, tornam-se competitivos frente a outros meios de transporte.

Se você curte curiosidades do mundo da aviação como essas que acabou de ler, que tal conferir também um outro conteúdo que mostra como é definido o preço de um avião?

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

HDMI ou DisplayPort? Qual é o melhor cabo para jogar no PC?

18 July 2026 at 18:33

Montar um PC gamer potente envolve escolher a melhor placa de vídeo, um processador de última geração e um monitor com alta taxa de atualização. No entanto, um detalhe crucial que muitas vezes passa despercebido é o cabo utilizado para interligar esses componentes. A escolha entre HDMI e DisplayPort pode ditar se você extrairá o potencial máximo do seu hardware ou se sofrerá com limitações invisíveis de desempenho.

Embora ambos os formatos cumpram a função básica de transmitir áudio e vídeo digitais, eles nasceram de filosofias diferentes. O HDMI foi criado por um consórcio de empresas de eletrônicos, dominando o mercado de TVs, consoles e home theaters. Já o DisplayPort foi desenvolvido pela VESA (Video Electronics Standards Association) com foco exclusivo nos computadores, visando atender às demandas técnicas específicas de telas de alta resolução e taxas de quadros extremas.

Largura de banda e a evolução das versões

Para entender qual é o melhor tipo de cabo para jogar no PC, é necessário olhar para as versões de cada tecnologia, já que a largura de banda determina a resolução e a taxa de atualização máximas suportadas. Monitores mais antigos equipados com DisplayPort 1.4 conseguem gerenciar resoluções de até 4K a 144 Hz ou 1440p a 240 Hz nativamente (ou além disso com o uso de tecnologias de compressão como DSC).

Por outro lado, placas de vídeo mais antigas limitadas ao HDMI 2.0 não conseguem passar de 4K a 60 Hz sem reduzir a fidelidade de cores da imagem, o que prejudica a experiência de leitura e nitidez no PC.

monitor-alienware-aw2725q (8)

O cenário mudou significativamente com a chegada do HDMI 2.1, que elevou a largura de banda para impressionantes 48 Gbps, permitindo jogos em 4K a 120 Hz ou até 144 Hz sem perdas, tornando-se o padrão ideal para consoles modernos e TVs de alta performance. No entanto, a VESA respondeu com o DisplayPort 2.1.

Presente nas placas de vídeo e monitores mais recentes, essa versão do DP dá conta de até 80 Gbps de largura de banda total nas especificações mais altas, abrindo margem para taxas altíssimas de atualização em 4K e preparando o terreno para o futuro dos jogos em 8K.

Em termos práticos, para o jogador de PC entusiasta, o DisplayPort 2.1 leva vantagem técnica sobre o HDMI 2.1 ao eliminar gargalos de transmissão em resoluções extremas. Se você possui uma GPU de última geração e um monitor OLED com taxas que superam os 240 Hz, o DisplayPort é o tipo de cabo que você deve usar, pois ele garante que toda a informação saia da placa de vídeo e chegue à tela instantaneamente, sem a necessidade de compressão agressiva de dados.

HDMI vs. DisplayPort: Comparativo Direto

Embora os números máximos de largura de banda deem uma vantagem teórica ao DisplayPort nas gerações mais recentes, a escolha para o dia a dia do jogador depende diretamente das versões das portas disponíveis tanto na placa de vídeo quanto no monitor.

Abaixo, você confere o teto de desempenho e os principais recursos de cada padrão nas conexões mais utilizadas pelo mercado de PCs:

  • DisplayPort 1.4: lançado em 2016, possui largura de banda de 32,4 Gbps. Suporta nativamente resoluções como 4K a 120 Hz ou 1440p a 240 Hz. É o padrão mais comum em monitores gamers intermediários e traz suporte nativo e universal ao NVIDIA G-Sync e AMD FreeSync.
  • HDMI 2.1: um ano depois, essa tecnologia elevou a largura de banda para 48 Gbps. Suporta até 4K a 144 Hz ou 8K a 60 Hz sem compressão. É a conexão padrão de TVs modernas e consoles como PlayStation 5 e Xbox Series X, trazendo recursos de áudio como eARC e suporte nativo a VRR.
  • DisplayPort 2.1: a especificação mais recente e de alto nível para PCs, com largura de banda de até 80 Gbps. Permite alcançar taxas de atualização muito altas, como 4K acima de 240 Hz nativos ou resoluções de até 8K a 120 Hz, eliminando gargalos para as placas de vídeo entusiastas de última geração.
cabos-hdmi-displayport

Sincronização vertical e tecnologias de tela

A eliminação de artefatos visuais como o tearing (aqueles rasgos incômodos na imagem) é uma das maiores prioridades de quem joga no PC. As tecnologias de Taxa de Atualização Variável (VRR), presentes também no AMD FreeSync e Nvidia G-Sync, resolvem esse problema sincronizando a atualização do monitor com a renderização da GPU.

Nesse quesito, o DisplayPort, historicamente, levou a melhor por integrar o suporte a taxas variáveis diretamente desde as versões mais antigas, facilitando a compatibilidade com a esmagadora maioria dos monitores gamers do mercado.

O HDMI demorou um pouco mais para adotar o VRR de forma nativa e universal, o que só foi padronizado a partir da versão HDMI 2.1. Em versões anteriores (como HDMI 2.0), o suporte ao FreeSync funcionava por meio de extensões específicas da AMD, mas o suporte oficial ao G-Sync da NVIDIA frequentemente exigia uma conexão DisplayPort. Consequentemente, donos de placas GeForce que usam monitores G-Sync mais antigos são quase obrigados a adotar o DisplayPort para ativar o recurso.

Portanto, para o PC de mesa, o DisplayPort continua sendo a escolha mais segura e compatível quando o assunto é sincronização de quadros. Ele evita incompatibilidades de drivers e garante que os recursos adaptativos funcionem perfeitamente logo no primeiro boot, independentemente da marca do monitor.

Recursos práticos e o veredito para o seu setup

Além dos números brutos de desempenho, uma vantagem do DP é o suporte ao Multi-Stream Transport, que permite fazer o "daisy-chaining", que é conectar múltiplos monitores em série usando apenas uma saída da placa de vídeo.

Apesar disso, o HDMI mantém seu reinado absoluto na sala. Se o seu plano envolve conectar o computador de jogos diretamente a uma TV 4K de grande porte, o HDMI será sua única opção viável, já que a imensa maioria das TVs não inclui portas DisplayPort. Além disso, o HDMI carrega o recurso eARC (Enhanced Audio Return Channel), essencial para transmitir áudio de alta fidelidade sem compressão diretamente para sistemas de som integrados ou soundbars.

No fim das contas, a escolha ideal depende, praticamente, do seu setup. Se você joga em uma mesa com um monitor gamer de alta taxa de atualização, o DisplayPort deve ser sua preferência para garantir estabilidade, VRR sem falhas e largura de banda de sobra. Por outro lado, se você transformou sua sala em uma arena gamer conectando o PC a uma TV moderna para usufruir de jogos em telas gigantes, o HDMI 2.1 será o seu melhor aliado.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Quando a Samsung vai vender TV 3.0? Nós conversamos com a marca para descobrir

18 July 2026 at 18:00

A TV 3.0 (DTV+) já é uma realidade em algumas cidades brasileiras, mas o acesso à nova geração da televisão aberta ainda esbarra na necessidade de comprar um conversor. Para descobrir quando a Samsung vai vender Smart TVs com suporte nativo ao novo padrão, o Canaltech conversou com a marca.

A empresa sul-coreana afirmou que adota uma postura cautelosa em relação à integração da funcionalidade nas suas TVs. 

"A Samsung informa que está monitorando o desenvolvimento da nova tecnologia e comunicará ao mercado, oportunamente, sobre os próximos passos da iniciativa”, pontuou a companhia.

A expectativa dos consumidores por aparelhos com recursos da TV 3.0 integrados já de fábrica se justifica pelo fato de o novo padrão prometer levar benefícios como interatividade e qualidade superior de imagem e áudio aos lares brasileiros.

Mas, por enquanto, apenas moradores das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília podem usufruir dos recursos da tecnologia. E essa experiência ainda depende da aquisição de conversores externos vendidos por marcas como Intelbras e Aquário, que são comercializados por valores acima de R$ 650.

Conversor TV 3.0 Intelbras

Ainda restam etapas para as TVs chegarem às lojas

Vale destacar que o cenário de espera destacado pela Samsung é seguido por outras marcas do setor, como LG e TCL, que também confirmam não haver datas oficiais para o lançamento de aparelhos que já cheguem às lojas com essa tecnologia integrada.

Essa estratégia das empresas está relacionada principalmente ao fato de que a adoção de um sistema inédito exige adaptações de hardware e software. Também é necessária a coordenação entre emissoras e fornecedores de tecnologia para integrar a infraestrutura aos receptores domésticos.

O governo federal ainda não concluiu todas as etapas que definem o funcionamento padrão da TV 3.0 no Brasil. Nesse contexto, televisores lançados neste momento poderiam ficar incompatíveis com futuras transmissões caso as especificações da tecnologia ainda sofram alterações durante o processo de padronização.

O próprio ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, revelou que a TV 3.0 ainda passa por ajustes técnicos antes de ser expandida para outras cidades brasileiras. Segundo o chefe da pasta, essas adequações e obstáculos iniciais são normais por se tratar de uma transição que envolve uma tecnologia inovadora.

TV 3.0 Anatel

Quais os avanços trazidos pela TV 3.0?

A principal proposta da nova geração da televisão aberta brasileira é trazer recursos interativos para as transmissões tradicionais. Na prática, o telespectador vai continuar assistindo aos canais já conhecidos gratuitamente, mas com uma interface mais fluida, que se assemelha às plataformas de streaming.

Um dos destaques fica por conta da possibilidade de comprar produtos relacionados à programação ao vivo diretamente pela TV, sem a necessidade de escanear QR Code para finalizar a aquisição. Votações em reality shows ou para escolher o melhor jogador de uma partida também podem ser feitas com o controle remoto.

O público também poderá escolher diferentes câmeras para acompanhar um evento esportivo ao vivo. Em partidas de futebol ou corridas de Fórmula 1, por exemplo, será possível acompanhar a transmissão principal na tela toda e assistir à programação em uma janela menor (Picture-in-Picture).

A TV 3.0 promete ainda entregar qualidades de áudio e imagem superiores ao sinal atual, oferecendo transmissões ao vivo com suporte à resolução 4K. O público terá até mesmo acesso a alertas automáticos sobre tempestades e inundações emitidos pela Defesa Civil local.

Com todas essas previsões de recursos, uma pergunta ainda pode passar pela cabeça dos espectadores: vai precisar de internet para acessar as funcionalidades da TV 3.0? O Canaltech entrou em contato com a Anatel para tirar essa dúvida.

 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

IA muda forma do brasileiro comprar carro; entenda

18 July 2026 at 17:05

A inteligência artificial está transformando a forma como as pessoas escolhem comprar carros no Brasil. Segundo dados apresentados pelo Google durante o seminário Anfavea Visions 2026, cerca de 57% dos consumidores já recorrem à IA para escolher marca e tipo de veículo. Esse comportamento prolonga o tempo de decisão, mas garante maior acesso a informações e comparações antes da compra.

O estudo mostra ainda que 30% utilizam IA para comparar fabricantes e modelos, enquanto 13% chegam a transferir parte da decisão diretamente para a tecnologia. Essa tendência reforça o papel da inteligência artificial como ferramenta estratégica na jornada de compra, oferecendo mais clareza e confiança ao consumidor.

Loja de carros uso IA

 Outro levantamento do Google em parceria com a Ipsos confirma o avanço: em 2024, 54% dos brasileiros já haviam usado IA generativa, contra uma média global de 48%. Além disso, 65% têm percepção positiva da tecnologia e 60% acreditam em ganhos econômicos com sua adoção.

Até onde a IA pode chegar no mercado automotivo?

Especialistas apontam que o próximo passo será a utilização de agentes de IA autônomos, capazes de executar tarefas que vão da escolha do carro até o pós-venda. Com veículos cada vez mais conectados, dados poderão ser enviados diretamente a fabricantes e concessionárias, revolucionando a relação entre consumidor e indústria.

custo-bateria-carro-eletrico

 Apesar dos avanços, há desafios. A Ford, por exemplo, precisou contratar 350 engenheiros seniores nos EUA para corrigir falhas geradas pela inteligência artificial, que resultaram em prejuízos bilionários. O caso mostra que, embora poderosa, a tecnologia ainda exige ajustes para garantir eficiência plena.

Além da compra de veículos, a IA também impacta a mobilidade urbana. Segundo a empresa brasileira Machine, cinco marcas concentram cerca de 80% das viagens por aplicativos no país: Chevrolet (20,94%), Volkswagen (19,08%), Fiat (18,40%), Hyundai (11,66%) e Renault (9,53%). 

Ficou espantado com esses números? Então você vai se surpreender também ao saber que carros que "conversam" com motoristas já são realidade.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Harlan Coben: conheça 7 séries do criador de Eu Vou te Encontrar e onde assistir

18 July 2026 at 16:12

Um dos nomes mais prestigiados do suspense na literatura, o escritor Harlan Coben é dono de uma obra extensa repleta de histórias envolventes, eletrizantes e cheias de mistérios que deixam qualquer um desesperado para entender o quebra-cabeça. Tais elementos são perfeitos para adaptações seriadas, como muita gente comprovou com a minissérie Eu Vou te Encontrar, que virou um fenômeno na Netflix neste ano. 

Com um contrato firmado com a gigante do streaming desde 2018, Harlan Coben já coleciona 13 adaptações de diferentes obras literárias de seu currículo, incluindo as produções originais feitas a partir da parceria com o Tudum e outros projetos com o Amazon Prime Video. 

Embora apostem em premissas distintas, o que mais chama a atenção nessas adaptações é a maneira como captam o espírito das histórias de Coben, que apostam em mistérios envolvendo pessoas comuns e segredos sombrios do passado dos personagens para deixar a experiência ainda mais viciante. 

Melhores séries baseadas nos livros de Harlan Coben

Se você também foi fisgado pelo magnetismo das histórias do autor durante a maratona de Eu Vou te Encontrar na Netflix e quer continuar imerso nesse universo eletrizante, o Canaltech selecionou 7 séries inspiradas em livros de Harlan Coben para assistir no streaming. Confira a seguir.

1. O Inocente

Inspirada no livro homônimo de Harlan Coben, O Inocente é uma minissérie espanhola que acompanha Mateo (Mario Casas), um homem que tenta recomeçar a vida após, acidentalmente, matar um jovem em uma briga de bar. Anos depois, ele recupera sua liberdade, até que um telefone misterioso traz seu passado de volta em uma espiral de intrigas.

Apostando em temas comuns dos suspenses do escritor, a produção explora temas como a busca por redenção e como segredos do passado podem destruir vidas. É a maratona ideal para quem quer encontrar o melhor do autor na TV.

Onde assistir: Netflix.

2. Safe

Mais uma minissérie inspirada em um livro de Harlan Coben que merece atenção é Safe. Na trama, o cirurgião Tom (Michael C. Hall) é um homem viúvo que luta para seguir a vida após a morte da esposa, cuidando das duas filhas sozinho em um condomínio de luxo. Quando uma das meninas desaparece misteriosamente após uma festa, ele inicia uma investigação para encontrar a jovem, descobrindo segredos obscuros dos vizinhos.

Estrelada pelo astro de Dexter, Safe é aquele tipo de maratona viciante que vai te conquistar a cada nova revelação, trazendo tópicos como luto, segredos de família e aquela sensação de que ninguém está falando a verdade.

Onde assistir: Netflix.

 

3. Não Fale com Estranhos

Uma das adaptações mais populares de Harlan Coben, Não Fale com Estranhos conta a história de Adam Price (Richard Armitage), um pai de família cuja vida aparentemente perfeita vira do avesso quando uma estranha revela a ele um segredo chocante sobre sua esposa. Questionando toda sua vida, ele logo se vê no meio de uma teia de mentiras e conspirações. 

Girando ao redor dos segredos familiares, tema bastante presente nos livros de Coben, Não Fale com Estranhos é uma maratona rápida para quem gosta de histórias que transmitem uma sensação de paranoia e desconfiança envolvendo pessoas que você achava que conhecia.

Onde assistir: Netflix.

 

4. Custe O Que Custar

Outro lançamento recente inspirado em um livro do criador de Eu Vou te Encontrar é a minissérie Custe o que Custar, lançada no começo de 2026. Na produção, um pai desesperado para encontrar a filha desaparecida se envolve em um caso de assassinato cujos segredos têm o potencial de destruir sua família completamente.

Seguindo a energia de suspense familiar, Custe o que Custar aborda vários temas que também aparecem em outras adaptações de Coben, como segredos do passado, manipulações e traumas. Para quem curte histórias de pais que fazem o impossível para resgatar seus filhos em situações de perigo, a minissérie é a maratona ideal para o fim de semana.

Onde assistir: Netflix.

 

5. Fique Comigo

Na minissérie Fique Comigo, o desaparecimento de uma série de pessoas faz com que Megan Pierce (Cush Jumbo), uma mulher prestes a se casar, confronte o próprio passado, ligado a um sombrio caso arquivado que volta a assombrar sua vida. 

Com um clima mais investigativo, Fique Comigo pode agradar quem curte histórias que tratam de vidas duplas e dilemas morais envolvendo pessoas próximas. 

Onde assistir: Netflix.

 

6. Refúgio

Também baseada em um livro de Coben, a minissérie Refúgio segue Mickey Bolitar (Jaden Michael), um jovem que se muda para uma cidade pacata depois da trágica morte do pai em um acidente. Morando com a tia, ele logo se vê envolvido em um mistério sombrio quando uma colega de sua classe desaparece, um acontecimento que o leva a descobrir segredos perturbadores sobre a cidade e o próprio passado.

Para quem gosta de um mistério estrelado por adolescentes, Refúgio pode agradar. Além de contar com a clássica premissa dos segredos obscuros, a série trata de luto, amadurecimento e aquele clima contagiante de uma investigação comandada por adolescentes 

Onde assistir: Prime Video. 

 

7. Cilada

Outra adaptação de Harlan Coben que vale o play no streaming é Cilada. Original da Argentina, a minissérie narra a jornada de Ema Garay (Soledad Villamil), uma jornalista famosa por desmascarar criminosos. Até que sua vida sofre uma reviravolta quando descobre que o suspeito de um desaparecimento que ela investiga é uma pessoa próxima.  

Abordando temas pesados, Cilada é aquele tipo de suspense investigativo que vai levando o espectador até a conclusão do caso por meio de pistas e enigmas. A produção ainda trata do impacto do jornalismo sensacionalista quando o crime entra em jogo.

Onde assistir: Netflix.

 

Maratona eletrizante 

Agora que você já conhece outras adaptações de Harlan Coben, é fácil entender o porquê Eu Vou te Encontrar fez tanto sucesso na Netflix. A mistura de elementos envolventes na trama das histórias criadas pelo autor é um banquete para quem curte o gênero. 

Aproveite ainda para anotar mais sugestões sabendo quais são as melhores séries de suspense na Netflix para maratonar em 2026.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Quanto dura a bateria do novo Moto G Max da Motorola? Nós testamos

18 July 2026 at 15:30

O Motorola Moto G Max chegou ao mercado brasileiro para representar mais um avanço na conhecida linha Moto G da marca. Para dar conta de uma rotina diária de uso, a fabricante equipou o dispositivo com uma bateria de 5.200 mAh que entrega boa autonomia, além de suporte a carregamento rápido de 33 W.

O Canaltech testou o celular em diferentes cenários para colocar sua bateria à prova e, a seguir, detalhamos os resultados de autonomia e tempo de recarga do smartphone.

Quanto tempo dura a bateria do Moto G Max no dia a dia?

Nosso teste padrão submeteu o aparelho a quatro horas consecutivas de reprodução de vídeo em alta resolução. Nesse cenário, o Moto G Max consumiu apenas 23% de sua carga total.

Esse rendimento indica que o celular consegue suportar cerca de 17 horas e 20 minutos de reprodução de vídeo até que a bateria se esgote por completo. Essa estimativa indica que o dispositivo pode ser uma boa alternativa para usuários que costumam consumir conteúdos do YouTube e de serviços de streaming no celular.

Teste bateria Moto G Max

O Moto G Max também foi testado em cenários de uso moderado. Em uma rotina que envolveu acessar plataformas como Instagram, WhatsApp e recursos de IA, além do consumo de músicas e podcasts no Spotify, o celular alcançou autonomia para um dia inteiro, restando cerca de 20% de carga ao final do dia.

Ainda assim, usuários que também utilizam o smartphone para sessões de gameplay podem precisar conectá-lo à tomada antes do fim do dia. Isso porque jogos mais exigentes demandam um esforço maior do seu processador MediaTek Dimensity 6400, o que resulta em um consumo maior de energia.

Como é o carregamento do Moto G Max?

Além do tempo que o aparelho pode ficar longe da tomada, outro fator importante é sua velocidade de carregamento. Nesse aspecto, o Moto G Max sai da caixa com suporte a carregamento rápido com fio de 33 W.

Nosso teste utilizou o carregador original do dispositivo e, nesse contexto, ele demorou cerca de 1h10 para sair de 0% e atingir a carga completa.

E você sabia que existem aparelhos que chegam às lojas com bateria de 10.000 mAh? Conheça 6 celulares com essa característica que desafiam a tomada. 

 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Como ter dois números no WhatsApp Business no mesmo celular

18 July 2026 at 15:11

O WhatsApp Business começou a testar uma função muito aguardada por empresas: o suporte a duas contas comerciais no mesmo aplicativo para Android. A novidade permite cadastrar um segundo número e alternar entre os perfis sem precisar usar outro celular ou recorrer ao WhatsApp tradicional como alternativa.

A mudança aproxima o WhatsApp Business do aplicativo tradicional do WhatsApp, que recebeu suporte a múltiplas contas em 2023. O recurso pode ser útil para empresas que trabalham com marcas diferentes ou dividem o atendimento por áreas, como vendas e suporte.

WhatsApp Business

Como adicionar um segundo número no WhatsApp Business?

A função ainda está em fase de testes e, por enquanto, está disponível para alguns usuários da versão beta do WhatsApp Business para Android. A novidade exige a versão 2.24.27.5 ou superior do aplicativo, que pode ser instalada pela Google Play Store.

Se você estiver participando do programa beta, basta seguir os passos abaixo:

  1. Abra o WhatsApp Business;

  2. Toque nos três pontos no canto superior direito;

  3. Acesse “Configurações”

  4. Procure pelo botão de “+” ao lado do nome do perfil;

  5. Toque no símbolo para iniciar a configuração de uma nova conta;

  6. Informe o segundo número de telefone;

  7. Confirme o código de verificação.

O WhatsApp ainda não informou quando o recurso será liberado para todos os usuários.

WhatsApp Business

Como funciona o suporte a múltiplas contas no WhatsApp Business?

O recurso mantém as duas contas separadas dentro do mesmo aplicativo. Cada número continua com seu próprio perfil comercial, com conversas, contatos e configurações independentes.

O WhatsApp Business permite usar até duas contas comerciais no mesmo celular. Para trocar de perfil, o usuário precisa acessar o menu de conversas e selecionar a opção de alternar contas. Mesmo quando uma conta não está ativa, é possível receber avisos de novas mensagens, mas é necessário mudar para o perfil correspondente para abrir as conversas e responder.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber como usar o WhatsApp Business com um número de telefone fixo.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Robô aspirador perdeu força? Veja como fazer manutenção das escovas em casa

18 July 2026 at 14:30

Quem usa robô aspirador há algum tempo já deve ter percebido um sintoma comum: o aparelho continua funcionando, mas parece recolher menos sujeira do que antes. Em muitos casos, o problema não está no motor ou na bateria, mas sim nas escovas principais cheias de cabelos, pelos e fiapos.

Além das escovas, outro ponto que merece atenção são os sensores de queda, responsáveis por evitar escadas e desníveis. Quando ficam sujos, o robô pode apresentar comportamento estranho, bater mais nos móveis ou até interromper a limpeza sem motivo aparente.

A boa notícia é que a manutenção pode ser feita em casa em poucos minutos e ajuda a recuperar boa parte do desempenho original. Saiba como:

Quando o robô aspirador perde força?

Antes de desmontar qualquer peça, observe alguns sinais típicos:

  • O robô deixa sujeira para trás;
  • A escova principal gira com dificuldade;
  • O aparelho faz mais barulho que o normal;
  • A bateria parece durar menos durante a limpeza;
  • O robô muda de direção sem necessidade ou evita áreas sem obstáculos.

Na maioria dessas situações, uma limpeza completa resolve o problema sem necessidade de assistência técnica.

Como desmontar e limpar as escovas principais?

O procedimento varia um pouco entre as marcas, mas a lógica é praticamente a mesma.

1. Desligue o aparelho

Vire o robô de cabeça para baixo em uma superfície limpa.

2. Retire a tampa da escova

Normalmente há duas travas ou um encaixe simples segurando a peça.

3. Puxe a escova principal

Ela costuma sair inteira, permitindo acesso às laterais onde os cabelos ficam enrolados.

4. Corte os fios acumulados

Use uma tesoura pequena ou a ferramenta que acompanha alguns modelos.

5. Limpe os mancais laterais

As extremidades da escova acumulam poeira e pelos que aumentam o atrito. Depois da limpeza, gire a escova com a mão; ela deve rodar livremente, sem resistência.

6. Escovas laterais também precisam de atenção

Aquelas pequenas escovas que varrem os cantos costumam acumular fios longos no eixo central. Basta puxar a escova para cima, remover os cabelos enrolados e encaixá-la novamente. Essa limpeza simples evita travamentos e reduz o desgaste do motor.

Como limpar os sensores de queda?

Os sensores ficam na parte inferior do robô e parecem pequenas janelas escuras. Eles detectam escadas e desníveis usando luz infravermelha. Para limpar:

  • Desligue o aparelho;
  • Use um pano de microfibra seco ou levemente umedecido;
  • Limpe cada sensor com movimentos suaves;
  • Seque imediatamente antes de ligar o robô novamente.

Evite álcool em excesso ou produtos abrasivos, pois podem danificar a superfície dos sensores. Além dos sensores inferiores, vale limpar também os sensores frontais e a torre de navegação (quando o modelo possui laser), usando apenas pano macio e seco.

Com que frequência fazer a manutenção?

Uso

Escovas

Sensores

Diário

Semanal

Semanal

3x por semana

A cada 15 dias

A cada 15 dias

Eventual

Mensal

Mensal

Vale a pena fazer em casa?

Sim. A manutenção básica do robô aspirador é simples, leva cerca de 10 minutos e pode recuperar boa parte da capacidade de limpeza sem trocar peças. Em muitos casos, aquele aparelho que parecia “fraco” volta a funcionar normalmente apenas com a remoção de cabelos das escovas e a limpeza dos sensores.

É um cuidado pequeno que ajuda a prolongar a vida útil do robô, melhora a navegação e reduz a chance de travamentos durante a limpeza da casa.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

7 coisas que o Switch 2 pode fazer e o PlayStation 5 não

18 July 2026 at 14:09

O Nintendo Switch 2 apresenta uma nova geração de jogos, com tecnologias inéditas e que representam um patamar diferente para os jogadores. 

Por outro lado, o PlayStation 5 está há alguns anos no mercado e já se estabeleceu bem entre o público. Com gráficos de ponta e SSD de altíssima velocidade, ele se tornou um titã na indústria.

Algumas diferenças entre os dois videogames são notáveis, mas será que o dispositivo híbrido da Big N está "tão atrás" assim do console de mesa da Sony?

Apesar do desempenho menor em força bruta, o "pequeno gigante" da Nintendo traz facilidades únicas. Confira 7 coisas que o Switch 2 pode fazer e que dão um verdadeiro baile no PlayStation 5.

7. Virtual Game Card

Apesar de criticados no início, a presença dos Virtual Game Cards é um grande avanço no console da Nintendo. Com eles, podemos acessar jogos digitais sem a verificação de licenças ou conexão online. 

Assim como os cartuchos físicos, eles são mostrados no Switch 2 como “acesso imediato” — mesmo que esteja em uma conta que não comprou determinada experiência. Assim, se torna uma forma mais simples de acessar os títulos do que o visto no PlayStation 5.

6. Chamadas de vídeo com o GameChat

Sem a necessidade de baixar apps externos, você pode convidar diversos amigos para uma chamada de vídeo enquanto joga qualquer título no videogame da Nintendo. Ele tem suporte para encontros de até 4 pessoas, com vídeo, e 12, via áudio.

A exigência do Nintendo Switch Online é um impedimento chato, mas permite uma interação muito boa entre os usuários — mesmo que cada um jogue algo diferente. Neste aspecto, o GameChat se sobressai como recurso social.

5. Compartilhamento de jogos

Embora o PlayStation 5 consiga ser habilitado para compartilhar jogos com amigos, por manobras do sistema, no Nintendo Switch 2 isso é muito simples e permite que usuários possam aproveitar melhor os games que estão “parados”.

A funcionalidade pode ser ativada no seu Grupo de Família, basta aproximar fisicamente o seu console de outro que esteja incluído neste conjunto e enviar o Virtual Game Card para outra pessoa jogar. Mesmo que funcione por um período limitado, ele já ajuda bastante a expandir a diversão. 

Nintendo-Switch-Online-Img1

4. Armazenamento facilmente substituível

Já tentou abrir o PS5 para trocar o SSD? Mesmo que seja possível, exige um conjunto de habilidades que nem sempre uma pessoa está apta a executar. Na prática, aumentar o armazenamento pode ser uma tarefa desafiadora para uma parcela da comunidade.

No Nintendo Switch 2 você não pode trocar o componente interno, mas é possível adquirir cartões microSD Express que aumentam bastante a capacidade do console híbrido. Basta levantar a haste do suporte horizontal, encaixar o hardware ali e seu problema estará resolvido. 

Cartao-MicroSD-Express-Nintendo-Img1

3. Jogar juntos com o GameShare

Já pensou como seria bacana aproximar dois videogames e seus usuários poderem jogar o mesmo título, mesmo que apenas um deles tenha comprado? O videogame da Big N permite isso, o que abre ainda mais o leque para curtir diversas experiências em conjunto.

O mais incrível é que existem jogos do Switch 2 que podem funcionar na primeira versão do console, apenas via GameShare. No PlayStation 5, por mais que algumas aventuras como It Takes Two permitam o mesmo, ainda está longe de se tornar uma função tão popular como a vista na plataforma rival.

2. Upscaling moderno de imagem

Se excluirmos o PS5 Pro, o console atual da Sony não oferece uma tecnologia moderna que aprimora a qualidade de imagem nos games e intensifica a taxa de quadros. Ele possui alguns filtros de qualidade, a depender do monitor conectado, mas nunca é visto um salto significativo.

Por outro lado, o videogame da Big N traz o NVIDIA DLSS — que trabalha intensamente para aprimorar a imagem no Switch 2. O seu chip consegue operar diversos ajustes em determinados títulos, ainda que falte ver uma experiência que realmente mostre uma diferença gritante aos usuários. 

1. Jogar no meio da rua

Você pode comprar um PlayStation 5 e um PS Portal, ainda assim nunca terá a mesma sensação que existe com um Nintendo Switch 2 em suas mãos. Poder pegar seu dispositivo, ir para onde quiser e não temer estar desconectado ou qualquer coisa do tipo, é uma dádiva.

Essa é a grande vantagem de ser um videogame híbrido: você pode levar para a casa de amigos, ir a uma consulta ou até viajar que ele pode te acompanhar em qualquer lugar. Certo que literalmente jogar no meio da rua pode oferecer riscos, a ideia é se divertir onde quer que vá e ela funciona muito bem.

Nintendo-Switch-2-CANALTECH-Img1

Dois videogames diferentes

Não entenda errado, o PlayStation 5 é um excelente console e tem suas vantagens. Ainda assim, o Nintendo Switch 2, em conceito, traz ideias melhores para garantir que os usuários sejam atendidos de uma forma completa.

Ele pode não ter a mesma performance ou games como Marvel’s Wolverine ou Ghost of Yötei, mas ainda assim veja 7 coisas que o videogame da Big N pode fazer e o PS5 não:

  1. Jogar no meio da rua
  2. Upscaling moderno de imagem
  3. Jogar juntos com o GameShare
  4. Armazenamento facilmente substituível
  5. Compartilhamento de jogos
  6. Chamadas de vídeo com o GameChat
  7. Presença dos Virtual Game Card

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Como saber quem saiu ou foi removido de grupos no WhatsApp

Desde agosto de 2022, o WhatsApp deixou de avisar publicamente quando um integrante sai ou é removido de um grupo. A mudança na configuração de privacidade retirou a mensagem de sistema que aparecia para todos os participantes e passou a notificar apenas os administradores da conversa.

Anos depois, a dúvida sobre como identificar essa movimentação segue comum entre os usuários do aplicativo. O WhatsApp, no entanto, mantém um registro que permite consultar essa informação por um período limitado.

Como funcionava antes da mudança

Até agosto de 2022, qualquer saída ou remoção gerava uma mensagem visível a todo o grupo, no formato "fulano saiu" ou "fulano foi removido".

O aviso ficava registrado no histórico da conversa e podia ser consultado por qualquer participante, sem distinção entre administradores e membros comuns.

O WhatsApp confirmou a alteração em comunicado publicado no blog oficial, em agosto de 2022. Segundo a empresa, a decisão teve como objetivo reduzir a exposição de quem opta por deixar uma conversa, restringindo o aviso automático aos administradores do grupo.

Como verificar hoje quem saiu ou foi removido

Os administradores continuam recebendo a notificação padrão no chat sempre que um membro deixa o grupo.

Para os demais participantes, a alternativa está na seção "Mudança de membros", disponível nas informações do grupo.

Para acessar a lista, o usuário deve abrir a conversa, tocar no nome do grupo no topo da tela e rolar até encontrar a opção “Mostrar mudanças de membros” — que também pode aparecer como "Participantes anteriores".

Ali aparecem os nomes de quem saiu ou foi removido nos últimos 60 dias, prazo definido pela própria plataforma.

grupos whatsapp

Limite de 60 dias

Passado esse período, o WhatsApp remove o registro da lista de participantes anteriores, e não há mais nenhuma forma de identificar quem deixou o grupo.

A política de privacidade da empresa estabelece esse prazo como o limite oficial de retenção da informação.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

As 3 melhores bicicletas elétricas para quem quer fugir do trânsito

18 July 2026 at 13:00

As bicicletas elétricas vêm alcançando cada vez mais espaço na mobilidade urbana no Brasil. Hoje, estas bikes perderam o ar de novidade e se tornaram opções bem interessantes para quem precisa se deslocar pelas cidades enquanto economiza combustível e, claro, foge do trânsito. 

Quem não abre mão da praticidade e agilidade para trajetos de curta e média distância pode optar tranquilamente por um veículo destes, mas é nessa hora que bate a dúvida: afinal, qual bicicleta elétrica escolher? 

e-bike bicicleta elétrica

A resposta é, claro, o bom e velho “depende”. É que, em meio aos modelos de entrada focados em economia, existem também versões mais robustas que se aproximam visualmente de pequenas scooters. Abaixo, o CT Auto reuniu alguns modelos de e-bikes preparadas para diferentes tipos de necessidades:

Yoo Y200 (350W)

Com proposta bastante urbana e tamanho compacto, este modelo de entrada pode ser adquirido a partir de R$ 3.300. Assim, claro que o preço acessível e visual simples chamam a atenção logo no início. 

Yoo Y200 350W

A Yoo Y200 é a escolha ideal para estudantes e trabalhadores que realizam deslocamentos curtos em áreas com trânsito intenso, e pode ser uma substituta bem econômica para os carros ou transporte por aplicativo.

WeHawk Basket Mini Scooter (500W) 

Disponível a partir de R$ 5.599, a WeHawk Basket mistura o melhor do design de uma bicicleta com o conforto de uma scooter, e talvez um dos maiores diferenciais do modelo seja a sua cesta dianteira de fábrica. 

WeHawk Basket Mini Scooter 500W

Esta e-bike é uma boa opção para quem precisa cumprir tarefas cotidianas, como idas rápidas ao supermercado, farmácia ou trabalho carregando pequenos volumes.  

Smartway Storm (1000W)

Quem precisa de algo mais potente e robusto pode levar para casa a Smartway Storm, que traz um motor forte projetado para uso intenso e preparado para subidas íngremes ou percorrem distâncias maiores, por exemplo. 

Smartway Storm 1000W

Por outro lado, esta e-bike pode ser adquirida por valores que partem dos R$ 8.803. O investimento financeiro é mais alto, mas o modelo entrega desempenho superior e ótima estabilidade.

 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Quanto vale a pena pagar no Galaxy S24 em julho de 2026?

18 July 2026 at 12:30

O Galaxy S24 já completou dois anos de mercado, mas ainda pode ser uma boa opção para quem busca um celular compacto com desempenho de topo de linha. A questão, neste momento, é encontrar o aparelho pelo preço certo.

Seu melhor preço histórico estável ficou na casa dos R$ 2.700, embora algumas promoções rápidas tenham derrubado o valor para R$ 2.500 e até R$ 2.400. Essas ofertas, porém, duraram apenas um ou dois dias.

Quanto vale a pena pagar no Galaxy S24?

Em julho de 2026, o preço ideal para comprar um Galaxy S24 novo fica em torno de R$ 2.500. Mesmo que o aparelho nunca tenha permanecido nessa faixa por muito tempo, já faz sentido exigir um desconto maior após dois anos de mercado.

Outro ponto importante é o Galaxy S25. O sucessor já chegou a R$ 3.500 em suas melhores ofertas. Portanto, pagar muito mais de R$ 2.500 pelo S24 reduz a vantagem de escolher um celular mais antigo.

Galaxy S24

O problema é que encontrar um Galaxy S24 novo e lacrado já se tornou bem mais difícil. Com o avanço das gerações seguintes e a redução dos estoques, as ofertas de unidades “zero” são cada vez mais raras no varejo.

Hoje, é bem mais comum encontrar o Galaxy S24 em versões recondicionadas, vendidas por lojas especializadas ou grandes varejistas. Para esse tipo de aparelho, porém, a referência de preço precisa ser mais baixa: algo em torno de R$ 2.000.

Condição Referência de preço Quanto vale a pena pagar
Galaxy S24 novo R$ 2.700 em preço estável Até R$ 2.500
Galaxy S24 recondicionado Varia conforme estado e loja Por volta de R$ 2.000

A diferença é importante porque o aparelho novo conta com um ano de garantia oferecida pela fabricante. Já uma unidade recondicionada não tem essa mesma cobertura da marca e conta com a garantia legal de 90 dias.

Por isso, um recondicionado precisa custar consideravelmente menos para compensar a diferença. Antes de fechar a compra, entenda também se produto recondicionado tem garantia e veja quais são os seus direitos.

O que o review do Galaxy S24 diz

Apesar da idade, o Galaxy S24 ainda tem características que sustentam sua posição entre os celulares premium. Em nosso review, a tela foi considerada “um dos melhores disponíveis no mercado”, com painel AMOLED de 120 Hz, ótima definição e brilho intenso.

O desempenho também recebeu elogios. O aparelho foi descrito como “um dos smartphones mais fluidos que já passaram pela nossa bancada de testes”, com o Exynos 2400 capaz de executar aplicativos e jogos pesados sem travamentos na experiência cotidiana.

As câmeras continuam entre os principais atrativos. O conjunto entrega fotos com bom alcance dinâmico, cores vivas e ótimo balanço de branco, além de um modo retrato elogiado na análise. O aparelho também se mostrou mais ágil para fotografar, o que ajuda a reduzir registros borrados.

Nem tudo é perfeito. O review apontou aquecimento acima da média em algumas tarefas e carregamento limitado a 25 W. Ainda assim, tela, câmeras, construção e desempenho formam um conjunto que continua competitivo em 2026. 

O que dizem os compradores

As opiniões de compradores seguem uma linha parecida. As câmeras estão entre os pontos mais elogiados, com relatos positivos sobre fotos noturnas, paisagens e registros da Lua. Uma usuária afirmou estar “a cada dia mais impressionada e satisfeita com a compra” e destacou fotos feitas à noite sem iluminação adicional.

A tela também recebe elogios pelo brilho elevado, especialmente para uso sob o sol. Outros compradores citam a fluidez da interface, a rapidez do sistema e o tamanho compacto de 6,2 polegadas como vantagens importantes.

Há, porém, reclamações sobre a bateria. Um comprador relatou cerca de cinco horas de tela em uso mais pesado, enquanto outro afirmou conseguir passar o dia com apenas uma recarga. A autonomia, portanto, pode variar bastante de acordo com o perfil de uso.

O aquecimento também aparece entre as críticas, assim como o reconhecimento facial, considerado inferior ao Face ID por uma usuária que migrou do iPhone. Ela também citou dificuldades do leitor de digitais com algumas películas.

No fim, o Galaxy S24 novo vale a pena por cerca de R$ 2.500. Abaixo disso, vira uma oferta especialmente atraente. Para um recondicionado, a meta deve ficar próxima de R$ 2.000, com atenção à condição do aparelho, à procedência da loja e à garantia oferecida.

Acima desses valores, a compra começa a perder força, principalmente porque o Galaxy S25 já alcançou a faixa dos R$ 3.500 em suas melhores promoções.

Antes de comprar, não deixe de ler a análise completa do Galaxy S24, um celular topo de linha que fica ainda melhor com um toque de IA, inaugurado com o Galaxy AI. 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

5 perguntas que Silo precisa responder na temporada 3

18 July 2026 at 12:03

A terceira temporada de Silo estreou no começo de julho na Apple TV prometendo respostas que os fãs aguardam há muito tempo. Enquanto algumas já foram respondidas, a expectativa é que as outras sejam elucidadas até o final do capítulo, que aos poucos vem mostrando para o que veio. 

Com uma estrutura narrativa dividida em duas linhas temporais, a terceira temporada de Silo dá continuidade à jornada de Juliette (Rebecca Ferguson), uma engenheira que vive em um abrigo subterrâneo com as 10 mil pessoas restantes da Terra depois que uma catástrofe torna o planeta inabitável. 

No ano atual da série, a protagonista inicia sua trajetória sem memória depois de encerrar a segunda temporada em meio às chamas no Silo 18. Com esse novo mistério no ar, a produção ainda volta ao passado para acompanhar Daniel (Ashley Zukerman) e Helen (Jessica Henwick), um político e uma jornalista que se deparam com uma conspiração terrível momentos antes da crise que obrigou a população mundial a viver debaixo da terra. 

À medida que novos capítulos desembarcam na Apple TV, vamos conhecendo um pouco mais dessa nova fase de Silo, que promete trazer revelações bombásticas acerca dos abrigos. Mas o que a terceira temporada ainda precisa responder? Confira a seguir 5 perguntas que estão em aberto na série.

Atenção: esta lista contém spoilers de Silo.

1. O que vai acontecer depois que Juliette recuperar a memória?

Uma das perguntas mais básicas que a terceira temporada de Silo precisa responder é o que vai acontecer assim que Juliette recuperar a memória. Considerando que já descobrimos que a protagonista vem sendo drogada para esquecer quem é, podemos deduzir que é apenas uma questão de tempo até ela recuperar suas lembranças. 

Afinal, a engenheira anda fingindo que está tomando as pílulas, o que significa que, mais cedo ou mais tarde, Juliette deve voltar a se lembrar do que aconteceu com ela até aquele momento. Vale mencionar ainda que essa recuperação é importante para que a engenheira se lembre de como salvar os habitantes do abrigo contra o Procedimento de Salvaguarda, um protocolo de contingência que libera um gás tóxico para eliminar rebeldes e proteger segredos da fundação.

silo apple tv

2. O que está por trás do desaparecimento de Orla Kent?

Mais uma pergunta que deve marcar presença ao longo dos próximos episódios de Silo é o que aconteceu com Orla Kent (Quelin Sepulveda), a assistente da recém-nomeada chefe de suprimentos que, da noite para o dia, desaparece. 

A personagem é vista pela última vez no setor de suprimentos com Mike (Chris Fulton), quando pede a ele para levar dois barris de vitamina D para a filtragem de água. Considerando que ela percebeu que suprimentos estavam desaparecendo e que Camille (Alexandria Riley) comentou que queria colocar o “remédio para esquecer” no abastecimento de água, talvez o sumiço de Orla tenha uma explicação importante para os mistérios da temporada.

silo apple tv

3. Onde estão os suprimentos desaparecidos?

Já que falamos de Orla, a terceira temporada de Silo também deve responder até o final deste capítulo o que está por trás do desaparecimento dos suprimentos.

Com a suspeita de que alguém está roubando os mantimentos da área crítica em mente, Orla surge como o ponto de partida para impulsionar o mistério, que pode estar relacionado com a equipe de construção. A dúvida que fica é quem está comandando esse esquema e qual é a motivação para o roubo.

silo apple tv

4. O “remédio para esquecer” está sendo usado em mais alguém?

Que Juliette está sendo drogada para esquecer quem é já sabemos, pois foi algo estabelecido pelo começo da nova temporada de Silo. Mas será que ela é a única que está tomando o remédio sem saber o que há por trás dele?

Levando em conta que Robert Sims (Common) já ofereceu a droga a Patrick (Rick Gomez) para ajudá-lo a esquecer a falecida esposa, fica no ar se a pílula também poderia estar sendo usada para pacificar outras pessoas como uma medida de contenção.

silo apple tv

5. Qual é o papel de Helen, Daniel e Charlotte na criação dos silos?

A linha temporal que se passa nos tempos antes da crise promete trazer algumas respostas importantes para o público. Uma delas é qual é o papel de Helen, Daniel e Charlotte (Jessica Brown Findlay) na criação dos abrigos subterrâneos.

Já no começo da temporada, os espectadores são apresentados a esses personagens em um período que antecede a catástrofe que obrigou a população a viver em silos. Resta saber qual é a influência de cada um deles na questão, considerando que o trio parece ter algo a ver com a construção dos bunkers, seja de maneira voluntária ou por manipulação alheia. 

silo apple tv

Enquanto tais mistérios não são resolvidos, vale lembrar que novos episódios do terceiro capítulo de Silo estreiam semanalmente na Apple TV às sextas-feiras. Aproveite também para saber como a temporada 3 de Silo vai ignorar história dos livros para criar mistério.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Quais carros híbridos ainda serão lançados no Brasil em 2026?

17 July 2026 at 23:05

O segmento dos carros híbridos vem crescendo no Brasil e, hoje, tem como principais expoentes o GWM Haval H6, a "família Song", da BYD, e os SUVs da Omoda & Jaecoo, marca que faz parte do Grupo Chery. Até o fim de 2026, porém, as opções para os consumidores ainda irão aumentar de forma considerável.

A lista de lançamentos prevista para o segundo semestre do ano inclui modelos de diferentes categorias e faixas de preço, ampliando a oferta para consumidores que buscam eficiência sem abrir mão da versatilidade dos motores a combustão.

Hyundai Tucson Hybrid

Entre os destaques estão SUVs médios e compactos, sedans e até picapes, mostrando que as montadoras estão diversificando suas estratégias. A chegada desses veículos também reflete os investimentos bilionários feitos pelas marcas no Brasil, especialmente em novas linhas de montagem e plataformas híbridas. Confira a seguir 15 carros híbridos que serão lançados até dezembro de 2026.

O que esperar dos novos híbridos?

Os modelos previstos para este semestre incluem tanto híbridos leves (MHEV) quanto híbridos plenos (HEV) e plug-in (PHEV). Essa variedade garante opções para diferentes perfis de consumidores: desde quem deseja apenas reduzir o consumo até quem busca autonomia elétrica significativa.

Nissan X-Trail Hybrid

Outro ponto importante é que algumas marcas, como a GWM, já confirmaram versões flex, capazes de rodar com gasolina e etanol, o que aumenta a competitividade no mercado brasileiro. Essa adaptação ao combustível nacional é vista como estratégica para ampliar a aceitação dos híbridos no país.

15 carros híbridos que chegam em 2026

  1. Toyota Corolla Cross reestilizado (HEV)
  2. Honda CR-V híbrido (HEV)
  3. Nissan X-Trail e-Power (HEV)
  4. BYD Song Pro híbrido flex (PHEV)
  5. BYD Yuan Pro híbrido flex (PHEV)
  6. BYD King sedã híbrido flex (PHEV)
  7. Caoa Chery Tiggo 5X híbrido (HEV)
  8. Caoa Chery Tiggo 7 Pro híbrido (HEV)
  9. GWM Haval H6 atualizado (PHEV)
  10. GWM Tank 300 híbrido (HEV)
  11. Omoda 5 híbrido pleno (HEV)
  12. Jaecoo 7 híbrido plug-in (PHEV)
  13. Hyundai Tucson híbrido (HEV)
  14. Kia Sportage híbrido (HEV)
  15. Jeep Compass híbrido flex (PHEV)

Gostou das futuras novidades, mas, por enquanto, não tem condições de comprar um eletrificado zero quilômetro? Então confira também uma listinha com 5 cuidados antes de comprar um carro híbrido ou elétrico usado.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

❌