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Red Bull Ladeira Abaixo: Edição Geek 2026 abre retirada de ingressos gratuitos

21 October 2026 at 20:37

A retirada de ingressos gratuitos para o Red Bull Ladeira Abaixo 2026 Edição Geek começou em 15 de outubro, com acesso antecipado para estudantes matriculados em instituições de ensino. O público geral poderá solicitar entradas a partir de 28 de outubro. A competição será realizada em 15 de novembro, na Avenida Pompeia, na zona oeste de São Paulo, com a participação de 39 equipes.

Os carrinhos, construídos sem motor, terão referências a jogos eletrônicos, animes, filmes, séries e histórias em quadrinhos. O percurso passará pelas ruas Estevão Barbosa, Afonso Bovero e Guiara, com obstáculos temáticos ao longo da descida. A entrada será gratuita, mas estará sujeita à capacidade de público do local.

A retirada dos ingressos e as informações sobre o acesso estão disponíveis no site oficial da Red Bull. Quem não comparecer presencialmente poderá acompanhar a competição ao vivo pela ge tv, com apresentação de Sofia Miranda.

Regras e formato da competição

O Red Bull Ladeira Abaixo reúne equipes responsáveis pela criação e construção de veículos sem motor, que percorrem um trajeto em declive. A avaliação considera o tempo de descida, a criatividade dos projetos e a apresentação das equipes durante a largada.

Na edição de 2026, os 39 projetos selecionados foram desenvolvidos por participantes de diferentes cidades brasileiras. Cada equipe criou um carrinho baseado em referências da cultura geek, que também estarão presentes nos obstáculos distribuídos pelo circuito.

Red Bull Ladeira Abaixo 2026 Edição Geek

Os modelos, os nomes das equipes e suas cidades de origem podem ser consultados nos canais oficiais do evento.

Segunda edição com temática geek

A disputa de 2026 será a nona edição do Red Bull Ladeira Abaixo no Brasil e a segunda consecutiva realizada em São Paulo com temática geek. Na edição de 2024, a estreia desse formato reuniu 45 mil pessoas nas ruas da capital paulista, segundo a organização.

O evento faz parte de uma competição realizada em diferentes países, que, de acordo com a Red Bull, já contabiliza mais de 150 etapas ao redor do mundo.

Marcas e programação

A edição de 2026 terá a participação de empresas parceiras em diferentes áreas da competição. A GE TV ficará responsável pela transmissão oficial. A BFGoodrich e a Levi's terão obstáculos próprios no percurso, enquanto Carrefour e Garena participarão com carrinhos na disputa. O projeto também conta com apoio institucional da Prefeitura de São Paulo e apoio de Cinemark, Domino's e Ford.

A organização orienta o público a observar as datas de retirada dos ingressos e a considerar a possibilidade de lotação no dia do evento.

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Por que os brasileiros estão trocando os aplicativos de lojas por conversas no WhatsApp?

10 September 2026 at 22:43

Esqueça a ideia de que o WhatsApp é apenas um canal de atendimento ou uma ferramenta para disparar cupons de desconto. Impulsionado pela Inteligência Artificial, o aplicativo está assumindo o papel de "core business" das empresas, substituindo gradativamente a necessidade de sites e aplicativos próprios. A análise é de Guilherme Horn, líder do WhatsApp (Meta) para Brasil, Índia e Indonésia e um dos maiores especialistas em inovação do país. Durante sua apresentação no Hotmart FIRE 2026, nesta quinta-feira (10), em Belo Horizonte, o executivo cravou que estamos entrando na "quarta onda" de uso da plataforma: a era dos agentes autônomos.

Segundo Horn, a internet e os smartphones criaram experiências de compra "estruturadas e frias", onde o cliente precisava caçar informações em menus e abas de aplicativos. O WhatsApp trouxe o "comportamento conversacional" de volta aos negócios, humanizando a venda. O problema, até então, era escalar esse atendimento humano. É aí que a IA generativa muda o jogo.

“A IA resolve o problema da barreira de crescimento e vai além. Daqui a pouco tempo, todos os negócios serão 24x7. Você não vai admitir num domingo, às 3 horas da tarde, tentar agendar o seu dentista e receber uma resposta automática de que o horário de funcionamento é de segunda a sexta”, decretou o executivo.

Mais barato e com retenção 7 vezes maior que aplicativos

O Brasil ocupa um lugar central nessa revolução. O país lidera todas as métricas globais de engajamento no WhatsApp — envio de mensagens, participação em grupos, uso de canais e status. Esse comportamento do consumidor está forçando uma virada de chave no modelo de negócios das empresas de tecnologia e startups.

Horn apresentou dados de mercado que questionam a viabilidade de desenvolver aplicativos dedicados nos dias de hoje. Segundo o Head do WhatsApp, criar um aplicativo custa de duas a quatro vezes mais do que construir a mesma jornada de compra dentro do mensageiro da Meta. Além disso, o custo de aquisição e retenção em apps próprios é um gargalo: cerca de 60% dos aplicativos baixados são abandonados após seis meses.

Guilherme Horn no palco do Hotmart Fire 2026

No WhatsApp, a realidade é inversa. “A retenção de usuários é sete vezes maior do que em aplicativos. O fato de você já ter o hábito criado tem um valor muito grande. Imagine você criar uma nova empresa e ter que fazer o seu consumidor criar o hábito de abrir o seu aplicativo todos os dias? No WhatsApp, o app já está aberto nas mãos dele”, explicou.

Como resultado, anúncios no formato "Clique para o WhatsApp" (Click-to-WhatsApp) no Instagram e Facebook já geram leads com qualidade cinco vezes superior às tradicionais landing pages (páginas de captura em sites), acelerando o ciclo de conversão em até quatro vezes.

O perigo da "IA burra": 67% abandonam conversas

Apesar do otimismo com a automação, Guilherme Horn fez um alerta contundente sobre a implementação apressada da tecnologia. Automatizar processos não significa abandonar o contexto.

Um dado alarmante compartilhado no painel mostra que 67% dos brasileiros já abandonaram uma conversa pelo WhatsApp com uma empresa por conta da má qualidade do atendimento automatizado.

“Isso é consequência de implementação mal feita de IA. O seu agente no início, quando ele não tem contexto nenhum, tem o mesmo valor de um funcionário novo na sua empresa. Pode ser uma pessoa brilhante e inteligentíssima, mas se ela não tem informação, dados ou contexto, você não pode garantir uma boa performance. A mesma coisa acontece com a IA. Você precisa treinar, treinar e treinar o seu agente”, alertou Horn.

A 4ª Onda: Agentes conversando com Agentes

A evolução do WhatsApp corporativo foi dividida pelo executivo em quatro fases. A primeira foi a simples migração do SAC telefônico para o chat. A segunda envolveu marketing (disparo de mensagens e integração com CRM). A terceira, atual realidade de grandes bancos brasileiros, transformou o app em um ambiente transacional (onde se abre conta, toma crédito e se aprova compras).

A quarta onda, impulsionada pelo recém-lançado Meta Business Agent (já utilizado por mais de 1 milhão de empresas), trará um cenário digno de ficção científica em um futuro muito próximo. Horn antecipou a chegada de assistentes pessoais integrados ao WhatsApp que farão o trabalho pesado pelo usuário comum.

“Isso vai fazer com que o WhatsApp se torne uma plataforma onde teremos agentes conversando com agentes. Você vai mandar uma mensagem para o seu agente pessoal pedindo para agendar um dentista na semana que vem. Ele vai olhar a sua agenda, cruzar os dados disponíveis, falar com o agente autônomo do consultório do dentista, negociar o horário e já realizar o pagamento antecipado, se necessário. Tudo sozinho”, projetou.

Para as empresas que desejam surfar essa onda, o conselho do executivo é direto: não adote a inteligência artificial apenas por adotar. “Comece pelo problema. A pergunta 'como eu adoto IA na minha empresa?' está errada. Isso é uma solução em busca de um problema. Parta de um problema real de negócio e, então, veja como a IA pode te ajudar a redesenhar os seus processos”, finalizou.

Saiba mais sobre o Meta Business Agent e como a IA que responde por sua empresa no WhatsApp terá cobrança por uso. Conheça também a recém-anunciada Muse, assistente que compra, reserva viagens e manda e-mails por você.

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Hotmart FIRE 2026: com Launchpad, plataforma aposta em IA que cria aplicativos e vira "equipe" do empreendedor

10 September 2026 at 17:15

O mercado de produtos digitais deixou de ser apenas sobre vender cursos em vídeo ou e-books. Agora, a corrida é para transformar conteúdo em software. Foi com essa visão que João Pedro Resende, CEO e cofundador da Hotmart, abriu a 11ª edição do Hotmart FIRE 2026, nesta quinta-feira (10), em Belo Horizonte (MG). O evento, que reúne cerca de 10 mil participantes no Expominas, marca também os 15 anos da companhia, que hoje se consolida não apenas como uma vitrine de infoprodutos, mas como uma robusta infraestrutura de tecnologia e pagamentos.

A grande aposta da empresa para os próximos anos atende pelo nome de Hotmart Launchpad, uma plataforma alimentada por Inteligência Artificial que permite a qualquer usuário criar softwares e aplicativos por meio de comandos de texto ou áudio — e, o mais importante, já integrados a um sistema de pagamentos global.

Durante a palestra de abertura, Resende destacou como a IA está fragmentando o poder de produção e entregando capacidades antes restritas a grandes corporações nas mãos de pequenos empreendedores.

"A inteligência artificial te dá uma equipe. Qualquer um de vocês que tenha boas ideias, mas não tinha dinheiro para contratar um designer, um programador ou um redator, agora consegue tirar isso do papel. A IA alavanca todos os profissionais", cravou o executivo.

Launchpad: da ideia à venda em poucos cliques

O anúncio de maior impacto do FIRE 2026 reposiciona a Hotmart. O Launchpad reduz drasticamente as barreiras técnicas de desenvolvimento. Na prática, o usuário descreve o que quer construir — desde uma calculadora de nicho, um jogo simples ou uma página de vendas interativa — e a IA gera o código e a interface.

O grande diferencial, segundo a empresa, não é apenas gerar o aplicativo, mas conectá-lo instantaneamente ao Hotpay, sistema financeiro da plataforma que processa mais de 40 métodos de pagamento em 28 moedas.

Palco principal Abertura Hotmart Fire 2026

“O avanço da inteligência artificial tornou muito mais simples transformar uma ideia em um produto digital. Mas criar é apenas uma parte do caminho. Para transformar essa ideia em um negócio, é preciso colocá-la no mercado e conseguir receber pagamentos de diferentes lugares do mundo”, explicou o CEO. "O diferencial do Launchpad é aproximar dois mundos que sempre estiveram separados: você cria e já pode vender, no mesmo lugar".

Lançamento com aceleração de projetos

Para incentivar a adoção imediata da ferramenta, que já está disponível em versão beta aberto, a Hotmart anunciou o Launch Challenge, uma competição de criação de softwares no Launchpad que vai distribuir R$ 100 mil, R$ 50 mil e R$ 25 mil em aceleração para os melhores projetos desenvolvidos durante o evento.

Com essa movimentação, Resende aposta em uma nova configuração de sucesso para o mercado: "O novo tipo de time fundador perfeito será a combinação de um creator, que tem a audiência, com um builder, que consegue construir essas ferramentas usando IA. Muitas empresas gigantes vão surgir dessa dupla", previu.

O fim da era "só conteúdo"

A justificativa para a guinada rumo ao software está na saturação e encarecimento do mercado tradicional. Com o custo do tráfego pago (o valor pago por cliques em anúncios) explodindo — com aumento de 143% apenas neste ano —, a entrega de valor precisa mudar.

Para João Pedro Resende, "tudo o que puder ser software, será software". Isso se aplica ao produto, ao marketing e à operação corporativa. Ele introduziu o conceito de Contentware (a fusão entre conteúdo e software). Em vez de atrair clientes oferecendo um PDF gratuito, os empreendedores passarão a oferecer Landing Apps — pequenos aplicativos utilitários que geram mais conversão e barateiam o Custo de Aquisição de Clientes (CAC).

"Sempre cabe um produto a mais na sua esteira de vendas. Você pode vender a educação (um curso) e a execução (um software). Quem tem mais de 10 produtos em seu portfólio fatura, em média, 300% a mais do que quem tem menos de cinco", revelou o CEO com base em dados da própria plataforma.

Agentes autônomos, vídeos em escala e "conversa" com o negócio

A infraestrutura de IA da Hotmart também foi expandida para a gestão do dia a dia dos negócios. O executivo apresentou o MCP, uma interface conversacional que permite ao criador "conversar" com a própria empresa. O usuário pode pedir relatórios de vendas, métricas de clientes ou acionar comandos estratégicos usando linguagem natural, como se falasse com o ChatGPT.

A plataforma já conta com agentes de software rodando nos bastidores. O agente de cobrança da Hotmart, por exemplo, já consegue recuperar até 40% a mais de mensalidades inadimplentes, enquanto o agente de vendas recupera 16% de abandonos de carrinho.

João Pedro Resende no palco do Hotmart Fire 2026

Outra novidade focada em escala é o Hotmart Smart Studio, voltado para a produção audiovisual. Com a nova atualização, o usuário insere um roteiro e a IA gera dezenas de variações de criativos (anúncios) utilizando avatares. O empreendedor pode rodar 20 vídeos diferentes, testar qual atrai mais cliques e, só então, gravar a versão definitiva com seu próprio rosto, economizando tempo de estúdio e testes.

O retorno do Tráfego Pós-Pago e soluções anticrise

Para ajudar os criadores a lidarem com o aumento dos custos de anúncios, a Hotmart anunciou novidades focadas em retenção e aquisição orgânica:

  • Rankings de Afiliados: A empresa está gamificando seu tradicional sistema de afiliados. Agora, produtores podem criar "temporadas" e rankings auditáveis, premiando os vendedores que mais trazem clientes. É o que Resende chama de "tráfego pós-pago": "Você compra a venda em vez de comprar o clique e torcer para dar certo".

  • Hotmart Comunidades: Totalmente gratuita e nativa na plataforma, a ferramenta de comunidades deixa de ser apenas uma entrega de conteúdo e passa a ser um motor de vendas. Segundo a empresa, a recompra de produtos aumenta em três vezes e meia para quem utiliza ativamente uma comunidade.

  • Parcelado com Entrada: Para produtos High Ticket (de alto valor), o sistema de pagamentos agora permite o recebimento de um valor de entrada e o parcelamento do restante em até 24 vezes, com contrato gerado automaticamente no próprio checkout. A estimativa é que isso aumente a conversão em até 40% em alguns nichos.

"Protejam o seu otimismo"

Apesar das inovações e do suporte tecnológico, a mensagem final do cofundador da Hotmart foi voltada ao aspecto humano do empreendedorismo. Em um mercado cada vez mais competitivo, as ferramentas são potentes, mas a barreira da execução continua alta.

Relembrando o início da Hotmart, quando a empresa quase faliu faturando R$ 182 em um mês, Resende fez um apelo aos mais de 10 mil participantes do FIRE.

"Construir é talento, trabalho e tempo. Para destruir, basta ter poder e uma caneta na mão. A gente não pode depender desse tipo de coisa, precisamos olhar para o nosso círculo e influenciar onde conseguimos atuar. Por isso, protejam o seu otimismo. Se vocês não acreditarem que existe um futuro, não vão fazer nada. Se deem uma chance", finalizou.

Relembre também as 18 provocações chocantes de Scott Galloway sobre riqueza, carreira e felicidade que marcaram a edição 2025 do Hotmart Fire e veja como a Hotmart aposta em IA para transformar 70 milhões de criadores em empreendedores.

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O que a investigação já sabe sobre os 10 alertas da Defesa Civil

20 June 2026 at 17:52

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional desativou a plataforma Defesa Civil Alerta à 1h30 da madrugada deste sábado (20) após o registro de dez alertas enviados sem autorização para aparelhos celulares em diversas regiões do Brasil. A Polícia Federal foi acionada para investigar a origem dos disparos.

De acordo com o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, em informações divulgadas pela CNN Brasil, os envios ocorreram na transição de sexta-feira para sábado. O sistema registrou nove emissões por meio da tecnologia Cell Broadcast e uma por SMS. O formato Cell Broadcast exibe alertas sobrepostos na tela de dispositivos conectados a redes 4G ou 5G com base na localização das antenas. O modelo por SMS utiliza uma base de números previamente cadastrados.

Conteúdo e origem das mensagens

As mensagens enviadas aos aparelhos acionaram avisos sonoros e apresentaram o termo "misantropi4" nos textos exibidos. Segundo Wolff, o primeiro alerta teria sido emitido a partir de Curitiba, no Paraná, por meio de um cadastro criado no sistema. A origem dos acessos ainda é investigada.

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Os avisos chegaram a aparelhos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Mato Grosso do Sul, Acre, Paraná e no Distrito Federal. O secretário afirmou que os envios atingiram milhões de pessoas em razão do alcance da tecnologia utilizada. Segundo ele, os indícios apontam para um crime cibernético e para uma invasão realizada por pessoas sem acesso regular ao sistema.

As contas utilizadas nos envios foram bloqueadas pela equipe de tecnologia da informação do ministério após a identificação das ocorrências. O retorno do sistema de alertas depende da conclusão da troca de credenciais e da revisão dos mecanismos de acesso à plataforma. Não há previsão para a reativação.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que as mensagens enviadas durante a madrugada não partiram das autoridades responsáveis pelo sistema. Em comunicado, a agência orientou os usuários a desconsiderarem os alertas.

Veja também como funciona o sistema de alertas da Defesa Civil utilizado em celulares.

Leia a matéria no Canaltech.

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