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Control Resonant no PC: veja requisitos para jogar

16 September 2026 at 11:59

O próximo lançamento da Remedy Entertainment, Control Resonant promete trazer a primeira aventura em hack and slash da desenvolvedora. Ainda que seja sequência direta do sci-fi que chegou em 2019, a abordagem inédita marca a jornada de Dylan — irmão da protagonista da história original.

Às vésperas de sua aterrissagem no PS5, XBOX Series e PCs, você deve se perguntar que tipo de máquina vai “aguentar o tranco” para rodá-lo adequadamente. Afinal de contas, nos consoles de mesa isso é simples de saber, mas nos computadores o cenário muda de figura.

Após fortes exigências para Alan Wake 2 (AW2), será que o título seguirá o mesmo caminho ou você poderá respirar mais aliviado? Com a crise das memórias RAM e componentes, fazer aquele upgrade está mais caro do que nunca e cada passo deve ser estratégico para alcançar o desempenho que almeja.

Dito isso, confira os requisitos para rodar Control Resonant nos PCs e o que será necessário para ter uma performance adequada na experiência. Seu computador aguenta o poder do Ruído?

Requisitos Mínimos de Control Resonant

Três anos após seu último sucesso, a Remedy Entertainment promete não explorar ainda mais os hardwares que eram exigidos há algum tempo. Se ele já executava AW2, a boa notícia é que possivelmente conseguirá seguir com a nova aventura de Dylan. No mínimo, precisará de:

Requisitos mínimos para rodar Control Resonant
Sistema Operacional Windows 10 ou 11 (64-bit)
Processador Intel i5-85000 ou AMD Ryzen 5 3500
Memória 16 GB de RAM
Placa de Vídeo NVIDIA GeForce GTX 1070, AMD Radeon RX 5600 XT ou Intel Arc A580
Armazenamento 120 GB
Observação Exige SSD

Em comparação a Alan Wake 2, é notável apenas que Control Resonant precisa de um processador um pouco mais recente. Em 2023, o estúdio pedia um Intel Core i5-7600K — que se destacava por uma frequência maior e mais potencial por núcleo.

Já Control Resonant pede que o usuário tenha no mínimo um Intel Core i5-8500, que possui mais núcleos e threads. Contudo, mesmo por ser mais moderno e ter recursos adicionais, não significa que ele é “melhor”. Cada um tem uma utilidade distinta, mas é importante notar que não estão tão distantes assim.

Control-Resonant-Img1

Fora essa diferença, ele não muda quase nada do que já foi padronizado há alguns anos. Como ele é um “AA” (longe de ter um grande orçamento, porém ainda superior a muitas experiências independentes) com foco em gráficos e cenas de ação, temos um padrão gráfico nivelado e sem nada que vai abusar do seu PC.

É importante se atentar a ter os 16 GB de memória RAM — cada vez mais necessários para jogar os principais lançamentos — e um SSD com 120 GB de armazenamento livre. Como há atualizações e outras preocupações, nossa sugestão é sempre deixar um espaço extra para não ter preocupações futuras.

Requisitos Recomendados de Control Resonant

Em relação ao que trará uma boa performance ao game, a Remedy Entertainment alterou pouquíssimas coisas em comparação ao que foi solicitado em Alan Wake 2. Veja tudo o que entra no pacote recomendado pelo estúdio:

Requisitos Recomendados para rodar Control Resonant
Sistema Operacional Windows 10 ou 11 (64-bit)
Processador Intel i7-10700 ou AMD Ryzen 7 3700X
Memória 16 GB de RAM
Placa de Vídeo NVIDIA GeForce RTX 3060 Ti, AMD Radeon RX 6700 XT ou Intel Arc B580
Armazenamento 120 GB
Observação Exige SSD

Como pode notar, há uma leve mudança nas placas de vídeo e agora a desenvolvedora pede uma GeForce RTX 3060 Ti ou uma AMD Radeon RX 6700 — com a inclusão de modelos da Intel, com a Arc B580 para garantir que a aventura esteja visualmente boa.

Ela continua a contar com uma CPU AMD Ryzen 7 3700X para fazer o trabalho com os seus títulos, assim como limita como alternativa uma Intel Core i7-10700. A exigência de memória RAM e armazenamento segue a mesma, assim como o suporte ao Windows 10 e 11 de 64-bit.

Nota-se que o estúdio continua a trabalhar com a mesma base e não terá muitos problemas para rodar Control Resonant, principalmente se a sua máquina já conseguiu dar vida a AW2 no passado. Caso decida investir em um computador apenas para isso, é bom estudar com cuidado como fazer o upgrade.

Control-Resonant-Img2

Vale notar que todos estes recursos servem para trazer a versão base da obra, sem contar com tecnologias de iluminação global, reflexos e até upscaling. Na prática, seu PC precisará de um pouco mais para alcançar um bom desempenho com estas funções que ajudam ainda mais os jogadores.

Os “extras”

De acordo com a NVIDIA, no lançamento de Control Resonant em 24 de setembro de 2026 o título contará com recursos como DLSS 4.5 Dynamic Multi Frame Generation, DLSS Super Resolution, DLSS Ray Reconstruction e técnicas de Path Tracing.

O que isso significa? Para ter o upscaling DLSS 4.5 Dynamic Multi Frame Generation e usar o gerador de quadros para dar uma estabilidade maior aos FPS, é necessário que utilize uma placa de vídeo GeForce RTX 50. 

A tecnologia Super Resolution pode ser vista nas GPUs RTX 20 em diante — algo que você pode não ver se usar o mínimo com a GTX 1070. O mesmo vale para a função de iluminação de Ray Reconstruction. Por fim, o Path Tracing pode ser encontrado em placas a partir da RTX 2060, mas games modernos pedem que o usuário tenha um modelo da linha RTX 40. 

Já nas placas AMD, a obra terá suporte para o FSR 4.1 — compatível com os modelos da linha RX 7000 e RX 9000. Isso significa que, se tiver um hardware potente de qualquer uma das grandes companhias, poderá usar funções que tornam a experiência ainda melhor. 

Recentemente, a Remedy compartilhou nas suas redes sociais o que precisará para tirar o máximo proveito do que Control Resonant tem a oferecer. Confira abaixo tudo o que eles determinaram para o Ray Tracing, Path Tracing:

Requisitos e Especificações para upscaling, Ray Tracing e mais
  Entusiasta Mínimo (Ray Tracing) Recomendado (Ray Tracing) Entusiasta (Path Tracing)
Resolução 2160p 1080p 1440p 2160p
Desempenho almejado 60 FPS 30 FPS 60 FPS 60 FPS
Configuração de upscaling Desempenho Qualidade Equilibrado Desempenho
Configuração gráfica Alta Baixa Média Alta
Ray Tracing Desligado Baixo Médio Alto
Processador Intel Core i7-10700 ou AMD Ryzen 7 3700X Intel Core i7-8700K ou AMD Ryzen 5 3600X Intel Core i7-10700 ou AMD Ryzen 3700X Intel Core i7-10700 ou AMD Ryzen 7 3700X
Placa de Vídeo NVIDIA GeForce RTX 3080 ou AMD Radeon RX 6800 XT NVIDIA GeForce RTX 2060 SUPER, AMD Radeon RX 6600 ou Intel Arc A580 NVIDIA GeForce RTX 4070 Ti ou AMD Radeon RX 9070 NVIDIA GeForce RTX 5080
VRAM 10 GB 8 GB 10 GB 12 GB
Memória 16 GB de RAM 16 GB de RAM 16 GB de RAM 16 GB de RAM
Armazenamento SSD com 120 GB SSD com 120 GB SSD com 120 GB SSD com 120 GB

Na prática, para ter o melhor do que eles produziram no estúdio é necessário usar uma placa de vídeo GeForce RTX 5080. Ainda dá para jogar apenas com o mínimo e o recomendado, neste caso é para quem prioriza gráficos e performance acima de tudo — e está disposto a “pagar o preço” para ter todos os recursos possíveis.

O lançamento de Control Resonant

Ainda que não tenham mudado tanto o “modus operandi” desde Alan Wake 2, um usuário comum terá de fazer upgrade em alguns dos componentes de seu PC para rodar o título adequadamente. A boa notícia é que ainda dá tempo de fazer isso: afinal de contas, a obra chega apenas em 24 de setembro de 2026.

Control-Resonant-Img1

Se você tiver um monitor com suporte ao formato Ultra Wide e tecnologia HDR, também conseguirá aproveitar mais de Control Resonant. Em resumo, ele pode tirar proveito de máquinas gamers, tanto as menos potentes quanto aquelas feitas para ter um desempenho competente na NASA.

Nos computadores, você encontrará a experiência em lojas como o Steam e a Epic Games Store. De acordo com a Remedy Entertainment, ele também será compatível com o serviço NVIDIA GeForce NOW, assim como uma versão para máquinas Mac está em produção e chega ainda em 2026. 

Confira Wolverine, Control Resonant e os lançamentos de jogos em setembro de 2026. O que você vai curtir?

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Marvel confirma novo visual do Venom e define futuro de Eddie Brock

15 September 2026 at 21:59

Desde o momento em que se uniu ao Homem-Aranha, no Mundo Bélico em 1984, Venom assumiu diversas formas nas últimas décadas. Da “gosma preta” aos designs monstruosos, a Marvel Comics sempre quis reinventá-lo de algum modo — tanto como ameaça quanto na forma do emblemático Protetor Letal.

Até mesmo nos cinemas o seu visual foi alterado aqui e ali. Em Venom: A Última Dança (2024), as mudanças atingiram o ápice com o simbionte que foi vinculado a cavalos, sapos e peixes. Isso trouxe misturas que elevaram o alienígena na visão dos fãs.

Contudo, nas HQs uma nova fase chegou para o extraterrestre e para Eddie Brock. Para trazer sua nova revista, a Casa das Ideias decidiu chacoalhar as coisas e apresentou uma versão renovada do anti-herói. Agora, ele está pronto para assumir seu papel de “rei das ameaças”.

O site Comic Book Resources (CBR) divulgou a capa de Venom #3, que mostra o design inédito para o personagem. Sua essência não mudou, ele continua com o visual do imponente monstro, no entanto, ganhou um detalhe a mais que impressiona e revela o que o vilão enxerga de si mesmo.

O Rei Venom

Na próxima edição da história em quadrinhos, o simbionte assumirá uma coroa em cima de sua cabeça. Não é uma versão comprada ou roubada, mas sim feita do mesmo composto que reveste o corpo de Eddie Brock. Confira abaixo:

Venom-Coroa-Img1

Ao CBR, o roteirista Charles Soule afirmou que “o seu passado não define o futuro”. Após analisar o que desejava mostrar, “uma coroa parecia o correto”. O conceito foi tirado do papel pelas mãos de Tommaso Bianchi e, de acordo com o escritor, o item aparecerá apenas em momentos decisivos.

Segundo o autor, o item será usado em sequências específicas para mostrar o “melhor” do anti-herói das HQs. Ao menos seus inimigos terão uma última imagem icônica, antes de serem abatidos em definitivo ou fugirem. 

Vale notar que estas edições marcam o retorno de Eddie Brock ao simbionte. Há alguns anos, o antagonista de Peter Parker agia em conjunto com o Carnificina — parceria que rendeu histórias para Eddie Brock: Carnage (2025) e a recente Queen in Black: Venom Unchained. Porém, o tempo de correrem um do outro chegou ao fim.

Os vilões do simbionte

Agora que os dois personagens seguem a mesma vontade de atuarem como super-heróis, obviamente que a Marvel Comics incluiria um vilão à altura para enfrentá-los. O Homem-Aranha está ocupado com outros problemas, logo cabe a ele ser o protetor definitivo para os cidadãos.

Diretamente de Ultimate Impact: Reborn, teremos a presença de Mogul na forma de um dos principais adversários do ex-vilão. A figura inédita usa os poderes entre dimensões, do Universo-1610 (Ultimate), com origem no cristal que dá poderes ao Fanático nesta outra Terra.

Além desta ameaça, Venom vai encarar Hazmat em sua nova HQ. Não foi revelado como estes embates ajudarão o guardião a se moldar na condição de um herói “digno” da forma que deseja, mas a promessa é de que o veremos contra a parede e com poucas opções. Pelo visto, nem o novo visual e uma coroa dão conta dos dilemas dessa vida.

A nova revista sequer foi lançada, é difícil supor o caminho que a Marvel Comics escolherá para toda essa narrativa. Venom #1 será lançada em outubro, logo, a terceira edição deve chegar em meados de dezembro. Não foi revelado se o aliado improvável de Venom, usado contra uma das maiores vilãs da Marvel, também participará da aventura. 

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Exclusivo: diretor de arte da Insomniac Games explica polêmica de Marvel's Wolverine

15 September 2026 at 21:29

O diretor de arte de Marvel’s Wolverine, Gavin Goulden, veio ao Brasil para falar do novo lançamento do PlayStation 5 e trouxe muitas informações importantes sobre o trabalho que executou com a equipe na Insomniac Games. 

Em entrevista exclusiva ao Canaltech, o responsável pelos visuais do carcaju e de seus aliados e vilões reforçou o quanto tentaram honrar o público — independentemente de sua origem. Seja nas HQs ou outras frentes, a intenção era trazer os personagens na forma como os fãs os enxergam. 

“Quando criamos o jogo, partimos de décadas de mídia. Todo mundo tem seus quadrinhos, filmes e desenhos favoritos. Tentamos encontrar esses elementos, que são verdadeiros para grande parte da base de fãs, e criar a nossa própria versão, o que nos coloca em nosso lugar na história do personagem. Não existe uma única fonte principal; há muitas referências de fãs que tentamos encaixar no jogo, vindas de outros quadrinhos, jogos e filmes”, revela o diretor de arte.

Enquanto se aventuram em Marvel’s Wolverine, os jogadores podem notar que há várias referências aos melhores arcos que o herói já passou. Seja de forma isolada ou ao lado dos X-Men, a figura criada em 1974 passou por mais de meio século de narrativas distintas em vários formatos.

Desses 52 anos de histórias, o desenvolvedor aponta que o estúdio estudou e tentou reunir o que há de melhor na jornada de Logan para a sua primeira experiência no PS5. Vale notar que o lançamento preenche um longo período sem games com o mutante como protagonista — mais precisamente, 17 anos desde X-Men Origins: Wolverine (2009).

“Nós consumimos todas as mídias disponíveis e somos grandes fãs do personagem no estúdio. Sou fã há uns 40 anos. Acredito que cada pessoa tenha o seu Wolverine favorito, aquele com quem cresceu ou que ficou marcado na memória. Nós tentamos capturar essa sensação, mas na busca constante por criar a nossa própria história e a nossa visão única, construída sobre o legado dele”, diz Goulden.

Marvel's Wolverine

Na prática, Logan tem uma versão própria dentro do título. Ainda que isso beba de diversas fontes, o super-herói seguirá o seu crescimento conforme a trama avança. No roteiro, os X-Men ainda não se formaram e ele segue um caminho com outro time: a Equipe X, criada por Nathaniel Essex.

Para dar vida a esta “variante”, a Insomniac Games contratou Liam McIntyre para dar voz ao protagonista nos Estados Unidos. No Brasil, a dublagem do herói ficou nas mãos de Arthur Machado (que replica seu trabalho feito em Marvel Tokon: Fighting Souls). Gavin Goulden elogia todos que já atuaram como o carcaju, apesar de estar muito feliz com a escolha original.

“Os atores anteriores fizeram um ótimo trabalho, mas eu adoro o Liam, acho que ele é a escolha perfeita e está se saindo muito bem como o nosso Logan”, revela o diretor de arte. 

Polêmicas em Marvel’s Wolverine

Após as primeiras críticas e vídeos de gameplay, muitos fãs notaram que Marvel's Wolverine contará com diversos sinais visuais para guiá-los nos cenários. Obviamente, isso rendeu discussões nas redes sociais, e a Insomniac explicou sua visão sobre o assunto e o que desejou passar aos fãs.

Goulden diz que a intenção era ser o mais próximo possível do que um jogador veria de Logan nos videogames. Em outras palavras, ele é o “melhor naquilo que faz” por ter alguns elementos que o favorecem em combate, porém traduzir isso para os jogos exigia mais do que palavras ou descrições.

“Muito disso se resume à autenticidade e a mostrar as suas habilidades, além da nossa história. Ao desenhar Jean Grey, Logan, Mystique e Sabretooth, tentamos ser fiéis ao que os fãs gostam dos quadrinhos, mas de uma forma realista. Sobre as habilidades, o Wolverine tem sentidos animalescos. É preciso visualizar isso para os jogadores no mundo, não basta apenas ter uma narração dizendo que ele pode ouvir ou sentir algo. Tentamos mostrar isso de uma forma etérea, que soe autêntica”, explica o desenvolvedor.

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A violência pela qual o personagem é reconhecido também recebeu um tratamento especial. A Insomniac se esforçou para não entregar sangue apenas pelo apelo visual, mas criar um cenário que mostrasse as razões pelas quais ele é obrigado a agir de um modo mais enérgico.

O diretor de arte explica que este Logan não acorda de manhã cedo e decide matar um número específico de adversários. Para ele, se trata de um cenário de ação e reação — no qual o herói trata os demais pela forma como é tratado.

“Uma grande questão sobre o Wolverine é que ele faz parte de um mundo violento. É fácil olhar para ele apenas como um personagem agressivo, mas, na verdade, isso é uma resposta ao mundo ao seu redor. Por ser um mutante, o mundo está sempre lutando contra ele e ele enfrenta isso com igual ferocidade”, diz.

A partir deste ponto, o estúdio resolveu como trariam toda essa questão à tona de forma visível. Assim, conseguiram manter o padrão do carcaju, enquanto fornecem opções para aqueles que precisarão respirar fundo antes de iniciar a aventura no PS5.

“Para demonstrar isso, é preciso ter um feedback visual, como o sangue durante os ataques. Contudo, buscamos um equilíbrio: se ficar muito anatômico ou exagerado, pode ser excessivo. Tentamos encontrar o ponto entre o que é divertido, bom e gratificante para os jogadores. Nós definitivamente testamos diferentes níveis de gore durante a produção. Vale ressaltar que os jogadores têm a opção de acessibilidade para desligar o sangue se preferirem”, detalha Gavin Goulden.

Inspirações de Marvel’s Wolverine

Ainda que, graficamente, a obra siga os mesmos padrões já vistos na linha Marvel’s Spider-Man, ela chama a atenção por algumas decisões artísticas que montam belíssimas cenas no game. Quando Logan entra em frenesi, tudo fica preto e branco — com o sangue mantido na cor vermelha, o que dá um tom a mais na aventura.

Se você é um fã, sabe exatamente de onde essa referência saiu. No entanto, nem todos tiveram acesso às HQs e Goulden aponta como uma saga clássica do carcaju construiu estes momentos impactantes dentro da trama do mutante.

“A inspiração para isso vem de uma minissérie de quadrinhos chamada Wolverine: Preto, Branco e Sangue. A arte é em preto e branco, e o sangue é renderizado em vermelho, como o título sugere. Embora não seja uma adaptação direta, foi a inspiração que usamos para demonstrar quando o Wolverine entra naquele estado de fúria feroz, onde a única coisa que importa é focar no alvo durante o combate. Queríamos direcionar a atenção do jogador para o inimigo. Além disso, usar essa referência das HQs traz autenticidade e familiaridade, então foi essa a direção que seguimos”, conta o diretor de arte.

A partir disso, ele conta como construíram Marvel’s Wolverine, que chega nesta terça-feira (15) ao PlayStation 5. Quando eles dizem que misturam diversos elementos, cada um deles teve uma importância maior conforme a aventura avança. 

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O desenvolvedor aponta o que lhe inspirou a trazer essa versão do protagonista, assim como as HQs que usou como base para o design e história. Em sua visão, diversos elementos se encaixaram com perfeição dentro do que a Insomniac propôs ao herói.

“O personagem existe há décadas, todo mundo tem seus arcos favoritos e nós circulamos várias ideias. Usamos referências desde Wolverine #1 dos anos 1980 até as obras de Chris Claremont. Somos grandes admiradores dessas histórias clássicas, mas não estamos adaptando diretamente um quadrinho específico; estamos contando uma história original dentro do nosso próprio universo”, reforça Goulden.

Além disso, como pode imaginar, a jornada reserva diversos trajes e garras diferentes para o mutante. Isso traz momentos emblemáticos à tona, assim como permite aos fãs usarem as skins favoritas do super-herói — entre as criadas para a obra e as inspiradas em filmes e animações.

“Sempre que escolhemos trajes, seja para o Homem-Aranha ou para o Wolverine, tentamos encontrar opções que ressoem com os fãs mais antigos, ao mesmo tempo em que buscamos atrair novos jogadores e mostrar diversidade”, diz o diretor de arte.

No entanto, para um visual único como vimos em Miles Morales em Marvel’s Spider-Man 2 (2023), é exigida uma atenção especial do time de desenvolvimento para não deixar a experiência visualmente esquisita.

“Quando se trata de uma roupa baseada em animação, há muita tecnologia envolvida para criar um visual customizado que pareça autêntico, como o de X-Men '97, por exemplo. O objetivo é manter essa fidelidade visual, mas também garantir que o traje se encaixe no nosso mundo. Algumas roupas são mais fantásticas, como as animadas, enquanto outras têm uma pegada tática e um estilo de renderização mais realista”, reforça.

Os X-Men ao redor do planeta

Marvel’s Wolverine não se limita ao território norte-americano, mas também explora diversos cenários do mundo real e das histórias em quadrinhos. Um exemplo disso é a visita que o carcaju faz a regiões como Madripoor e até mesmo o Japão.

Gavin Goulden aponta que, para trazer estes lugares à tona, é necessário que se tenha apenas uma direção para que possam montar as artes e cenários conforme a proposta. Ele contou como fez isso funcionar bem dentro do game de PS5:

“Meu trabalho como diretor de arte é tentar descobrir a essência dessas áreas e personagens, encontrando a visão ideal para os fãs e garantindo que tudo seja consistente. Parte disso envolve controle de qualidade, busca de referências e trabalho em equipe para alcançar autenticidade”, revelou.

Para o diretor de arte, não basta apenas recriar os cenários como temos na nossa realidade. Eles também precisam se encaixar nos moldes que a obra apresenta, com um processo reverso de “adaptação” para encaixá-los da melhor forma possível nos videogames.

“Ao recriar áreas do mundo real, a autenticidade é crucial. Tentamos capturar a essência da localização verdadeira e respeitar a cultura local, mas também apresentamos a nossa própria versão. Pode ser algo um pouco mais condensado ou onde tomamos certas liberdades artísticas para transmitir melhor a atmosfera do lugar. Chegamos a enviar membros da equipe para o Japão e trabalhamos com consultores culturais e advogados para garantir que estávamos reproduzindo os elementos corretamente. Foi um trabalho conjunto entre nossa equipe de arte e nossos consultores”, detalha Goulden.

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Vale lembrar que o mesmo foi visto nos três títulos da linha Marvel’s Spider-Man, com uma recriação de Nova York que incluía a Torre dos Vingadores, a Embaixada de Wakanda, o escritório de Nelson & Murdock em Hell’s Kitchen e outros que se tornaram clássicos nas HQs. 

Por falar no Homem-Aranha…

Ainda que crossovers sejam muito esperados, Gavin Goulden tenta se distanciar desta ideia com uma proposta única: essa será a narrativa de Logan e, mesmo com ambos pertencendo ao mesmo universo, nem sempre as suas aventuras se esbarram.

Para o desenvolvedor, tudo se tornou um processo de progressão contínua entre os projetos. Há uma jornada em construção e cada passo dela se torna relevante dentro do contexto maior que a Insomniac Games traz aos fãs.

“A evolução está em descobrir o que é real para cada herói. O Spider-Man é o herói da vizinhança: você o vê pela cidade salvando civis e parando crimes. Já com Logan, concordamos que é uma trama mais focada; ele luta contra criminosos e vai diretamente onde a missão está. Enquanto Spider-Man é um mundo aberto, Wolverine é uma experiência linear muito mais feita sob medida”, revela o diretor de arte.

Ao ser questionado se eles se encontrarão na experiência, Goulden foi extremamente categórico ao apontar que “O Wolverine tem a sua própria jornada”. Mesmo com uma certa insistência, ele apenas reforçou que “esse é o caminho que o personagem segue de forma independente”.

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Por fim, ele apontou que a Marvel não costuma fazer intervenções nos projetos em que trabalharam. Mesmo com os personagens em filmes, séries e outras obras, o desenvolvedor diz que a Casa das Ideias sempre foi solícita na parceria entre as duas e ambos dividem a visão para a qual os jogos devem seguir.

“Trabalho com a Marvel há mais de dez anos e temos uma ótima relação colaborativa. Não acredito que haja limitações de forma alguma; temos um diálogo constante e trocamos muitas ideias. Sou fã dela e de quadrinhos desde pequeno, então trabalhar com eles é a oportunidade de uma vida. Não há uma demanda rígida de regras; temos uma visão compartilhada que desenvolvemos juntos desde as etapas iniciais”, diz Gavin Goulden.

Aos fãs brasileiros que jogarão Marvel’s Wolverine a partir desta terça-feira (15), ele tem um recado especial para comemorar o carinho que receberam desde o início do projeto:

“Obrigado por me receberem! Espero que todos curtam Marvel's Wolverine no dia 15 e que gostem de jogar tanto quanto nós gostamos de desenvolvê-lo”, conclui o diretor de arte.

Veja as 10 HQs para ler antes de jogar Marvel's Wolverine no PS5.

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10 detalhes que você não notou no trailer do remake de Ocarina of Time

10 September 2026 at 18:00

Com o primeiro trailer de gameplay do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, é possível enxergar o que a obra trará de diferente do original e diversos detalhes que serão inéditos até para quem jogou a versão lançada no ano de 1998.

Além do apelo gráfico e das novas mecânicas, Link verá mudanças expressivas em várias das características que faziam do título do Nintendo 64 um clássico. Ainda é cedo para estipular se é bom ou ruim, mas com certeza impactará o público.

Porém, o que mudou e o que continua a mesma coisa na aventura que inspirou toda uma geração? Afinal de contas, se você vai jogar e espera que seja similar, cairá da Epona enquanto confronta a ascensão de Ganondorf. 

Confira 10 detalhes que você não notou no trailer do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time e veja como eles farão diferença na sua experiência:

10. Inventário renovado

De forma direta, mexer no inventário de jogos antigos era completamente absurdo. Os fãs sempre tinham de parar, abrir um menu e apertar no mínimo uns 3 a 4 botões para tarefas simples como mudar de arma, equipar uma magia e outras ações. 

No entanto, o Switch 2 fará diferente com a releitura desta obra. Assim como The Legend of Zelda: Breath of the Wild (2017) e Tears of the Kingdom (2023), chegam ao título os menus de acesso rápido — uma modernização muito bem-vinda e que adiantará a jornada de muita gente. 

The-Legend-of-Zelda-Ocarina-of-Time-Remake-Acesso-Rapido

 9. Mudanças nas masmorras

A Nintendo nunca disse que faria um remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time idêntico e provou isso na sua apresentação. Ainda que muitas coisas continuem no mesmo lugar, algumas mudanças bem-vindas podem acrescentar à exploração das masmorras. 

Na Deku Tree, por exemplo, é notável a troca das plataformas por uma ponte de madeira (que quebrará do mesmo modo). Também é visível a adição de elementos interativos na tela, que tornam a aventura mais intuitiva. As adições que existiam no Water Temple na versão do 3DS também retornam para o Switch 2.

The-Legend-of-Zelda-Ocarina-of-Time-Remake-Ponte

 8. Enriquecimento da franquia

Um detalhe que passou despercebido por muita gente são alguns elementos espalhados por Hyrule Field — que podem não receber tanta atenção, mas escondem detalhes que enriquecem ainda mais a franquia.

Você se lembra de ver o Temple of Time em Breath of the Wild? Aqui funcionará da mesma forma, com algumas estátuas e construções que podem ter sobrevivido a eras antigas e que fazem referência a outros games da série. Quem sabe não tenha algo de The Legend of Zelda: Skyward Sword (2011) pelo caminho?

The-Legend-of-Zelda-Ocarina-of-Time-Remake-Franquia-Enriquecida

7. Limite de Rupees

Um dos aspectos que chamou a atenção no trailer de The Legend of Zelda: Ocarina of Time é que o limite original de Rupees subiu consideravelmente. No antigo, o herói podia segurar apenas 99 no início da jornada — o que, agora, foi acrescentado para 200. 

Link só alcançava este número ao expandir, com a chance de chegar a até 500 por meio da missão para encontrar as Gold Skulltula. Não foi revelado se isso pertencia apenas à build mostrada para testes ou se veremos na versão final, porém isso sinaliza uma mudança que ocorrerá nesta construção.

The-Legend-of-Zelda-Ocarina-of-Time-Remake-Rupees

6. Texturas diferentes nos trajes de Link

Claramente o Nintendo 64 possuía limitações, o que impedia que o herói do tempo utilizasse roupas diferentes com características distintas. Mudar para o traje vermelho ou azul, por exemplo, só trazia a mudança na jogabilidade e cor — o que era similar até no que costumávamos ver na franquia Mortal Kombat.

Porém, é notável agora que o remake apresentará diferenças nas texturas de cada traje que será usado. No azul, por exemplo, pode-se notar símbolos diferentes no gorro e na blusa. No vermelho, durante a exploração do Fire Temple, também são mostradas variações nestes aspectos.

The-Legend-of-Zelda-Ocarina-of-Time-Remake-Trajes

5. Cantarolar muda tudo

Em Ocarina of Time, você podia decorar as músicas pelos botões para tocar no seu instrumento e executar diversas ações. Na nova versão, a Nintendo adicionou a função de ouvir você cantarolar pelo microfone e o game identifica a música que deseja.

Porém, na época o título foi lançado no “mês errado”. Por chegar em novembro daquele ano, ele não foi feito para ser compatível com o Voice Recognition Unit (VRU) — que chegou apenas em dezembro de 1998. Na prática, enquanto outros títulos como Hey, Pikachu podiam usar o microfone, os fãs de Link ficavam na mão.  

The-Legend-of-Zelda-Ocarina-of-Time-Remake-Cantarolar

4. O tempo e Majora’s Mask

Todo fã que se preza sabe que o N64 trouxe duas obras emblemáticas e interconectadas — The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Majora’s Mask. O segundo é centrado na cidade ao redor de Hyrule Castle, com a passagem de tempo como o elemento principal da aventura.

No game original de 1998, ao entrar nela a mecânica de dia e noite era congelada. Logo, era impossível ver como as mudanças impactavam no seu decorrer. No remake, porém, você pode ver do sol ao entardecer e anoitecer no meio do distrito. Isso pode ser um aceno positivo aos fãs de Majora’s Mask ou a promessa da sequência receber o mesmo tratamento. 

The-Legend-of-Zelda-Ocarina-of-Time-Remake-Tempo

3. Estabelecimentos maiores

Com uma CPU limitada em 64-bit, o console da Big N não conseguia lidar com muitas coisas, assim como os cartuchos. Para reduzir espaços, lojas e estabelecimentos de Ocarina of Time eram pequenos. Você tinha espaço apenas para ir e voltar, ver alguns itens e estava tudo resolvido.

No novo trailer, Link entra em uma loja e claramente é notada uma porta extra aberta. Isto pode levar a novos recintos, talvez com mais personagens para interagir, itens escondidos e muito mais que vão além da versão clássica. Na prática, observe atentamente tudo para encontrar coisas novas.

The-Legend-of-Zelda-Ocarina-of-Time-Remake-Estabelecimentos

2. Mira em terceira pessoa

Em The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Link usava o estilingue em determinados momentos e a câmera mudava instantaneamente para a primeira pessoa. Assim, você observava de seu ponto de vista (como um jogo de tiro) para mirar adequadamente.

Não foram reveladas as razões para a Big N mudar isso no remake, porém na releitura os jogadores ainda enxergarão Link — mesmo com o “modo mira” acionado. Manter em terceira pessoa foi uma opção justa, no entanto a mudança pode incomodar os mais saudosistas.

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1. Dublagem em The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Para seguir os padrões de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, a versão para Switch 2 de The Legend of Zelda: Ocarina of Time trará vozes para entregar uma imersão maior na narrativa e apresentar novas facetas para personagens que se tornaram emblemáticos.

Para completar, o Brasil foi agraciado com a localização completa em português brasileiro — o que indica que não veremos apenas menus e diálogos escritos na nossa língua, como o áudio também. 

As diferenças complementam Zelda

Ainda que alguns destes detalhes representem alterações expressivas na forma como o clássico era jogado, tudo mostra que a Nintendo ao menos se esforçou para atender aos padrões modernos e manter a experiência fiel em sua essência.

Além disso, como o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time vai disputar mês com GTA 6, dificilmente seria obtido ao recriar a experiência em cada pequena característica. Entre os destaques, pode-se notar:

  1. Dublagem em The Legend of Zelda: Ocarina of Time

  2. Mira em terceira pessoa

  3. Estabelecimentos maiores

  4. O tempo e Majora’s Mask

  5. Cantarolar muda tudo

  6. Texturas diferentes nos trajes de Link

  7. Limites de Rupees

  8. Enriquecimento da franquia

  9. Mudanças nas masmorras

  10. Inventário renovado

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Vítima do próprio sucesso, lançamento do Neo Geo AES+ é adiado em quase 1 ano

10 September 2026 at 17:05

A Plaion e a SNK anunciaram nesta quarta-feira (9) que o lançamento do Neo Geo AES+ foi adiado, com a data prevista para 16 de setembro de 2027. É quase um ano de atraso, se levarmos em conta o prazo original de novembro de 2026. 

Segundo ambas as companhias, a procura pelo console foi maior do que elas esperavam e pediram mais tempo para garantir a quantidade adequada de unidades para o produto chegar sem intercorrências às lojas. 

Na prática, foi o sucesso dele que motivou o seu atraso — o que soa contraditório à primeira vista, mas traz alguns pontos positivos. Assim, elas também dão mais tempo para os próprios fãs comprarem, em vez de os dispositivos ficarem nas mãos de cambistas, por exemplo.

Além disso, a Plaion e a SNK reforçaram que quem reservou estará em sua fila de prioridade e não sofrerá alterações no valor pago. Ou seja, mesmo que o seu preço seja alterado, os consumidores que adquiriram pelo montante original continuarão assegurados.

Quem fez a pré-venda do Neo Geo AES+ receberá um brinde exclusivo, mas o mimo não foi divulgado pelas fabricantes. A versão padrão continua a ser vendida por US$ 249,99, enquanto também seguem disponíveis a Anniversary Edition por US$ 349,99 e a Ultimate Edition por US$ 999,99.

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Os games do NeoGeo AES+

A lista de títulos que serão relançados junto ao hardware se manteve, com a presença de clássicos como Metal Slug, The King of Fighters 2002, Garou: Mark of the Wolves e Samurai Shodown V Special. 

Na compra da Anniversary Edition, os fãs receberão um cartucho limitado de Metal Slug com a cor branca — que não pode ser adquirido oficialmente de nenhuma outra forma. Já os demais podem ser comprados separadamente, mas nas suas cores padronizadas.

Se você ainda possui fitas do Neo Geo AES original, dos anos 1990, elas também serão compatíveis. Vale lembrar que o novo console não roda emulador ou aproximação por chip FPGA, mas sim faz a leitura dos processadores da mesma forma que a versão original.

O AES+ funcionará com chips ASIC recém-fabricados, com base no projeto original de 30 anos atrás. Todos os componentes passaram por um processo de engenharia para replicar o que era alcançado pelas CPUs Motorola 68000 e Zilog Z80A. 

Não foi revelado se, com o atraso do Neo Geo AES+, outros jogos serão relançados além dos 10 que foram anunciados inicialmente. Ao menos o anúncio do adiamento continuou a manter o hardware distante do que foi visto no original, que pertencia ao conjunto dos 10 videogames mais caros da história.

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Review Marvel’s Wolverine | As garras não estão muito afiadas

10 September 2026 at 16:00

O lançamento de Marvel’s Wolverine está próximo, com a promessa de trazer os mutantes de volta aos videogames após um longo período distantes deste universo. O projeto, criado pela Insomniac Games em conjunto com a Marvel Games, foi anunciado em 2021 e finalmente chegará ao PlayStation 5.

O jogo de ação e aventura segue um caminho bem diferente daquele visto na saga do Homem-Aranha (que seguiu de 2018 a 2023), com um foco maior no combate contra poderosos vilões e hordas de inimigos que vão despertar a sede de sangue do carcaju. 

Com suas garras afiadas, o membro dos X-Men mostra a razão pela qual ele é o melhor naquilo que faz: dilacera inimigos, arranca membros e fatia tudo o que há em seu caminho para avançar na sua jornada. Ainda assim, há uma grande imersão em um lado pouco explorado do super-herói: sua solidão e culpa.

Ainda que exista um abismo entre Marvel’s Wolverine e os grandes jogos do gênero, a nova experiência do PS5 não é de se jogar fora e pode surpreender por sua abordagem. Seja você um fã do grupo da Marvel ou apenas do personagem, será que vale a pena dar uma chance para James "Logan" Howlett?

Prós

  • Todas as mecânicas funcionam muito bem

  • Ação de primeira

  • Constrói uma boa base para os X-Men

  • Desafios e dificuldade muito bons

Contras

  • Representação estranha de personagens clássicos

  • Progressão extremamente linear

  • Repete a “fórmula PlayStation”

  • Parece que colocaram vários arcos clássicos em um liquidificador

Carcaju em seu ápice

Já se passaram 17 anos desde X-Men Origins: Wolverine, o último projeto baseado no herói da Casa das Ideias. A Insomniac Games fez tudo ao seu alcance para que o principal estivesse presente em Marvel’s Wolverine: a ação desenfreada e o banho de sangue.

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O super-herói usa suas garras para destruir absolutamente tudo, algo que funciona extremamente bem na sua proposta. A tática dele é simples: se respira e se mexe, é possível fincar suas garras e ele fará de tudo para ser o último em pé a cada confronto.

Seus movimentos, saltos, habilidades com sua principal arma e o fator de cura são muito bem representados e mostram o que há de melhor de Logan. A cada banho de sangue e inimigo atravessado, será um momento feliz e recompensador.

Se o estúdio acertou neste recurso, já se tornou um meio-caminho andado para um grande sucesso. Porém, quem experimentá-lo verá mais do que combates desenfreados e oponentes caídos. 

Você conhece a “fórmula PlayStation”? Aquela que “obriga” os jogos a serem filmes interativos — você vê uma longa sequência de cutscene, seu personagem pode ser movimentado a partir dela e o coloca em meio à ação, apenas para repetir isso centenas de vezes até o fim da trama.

“Esta fórmula irrita mais quando você vê o game te facilitar o caminho com luzes que marcam para onde precisa ir ou bloqueios que te impedem só de ir ‘até ali’ enquanto outro personagem faz seu monólogo” - Diego Corumba

Marvel’s Wolverine segue isso à risca. Você vê o “filminho”, pode mover o personagem pelo cenário até entrar em uma sequência de batalhas que o levará até o próximo. Podemos pensar que a maioria é assim, mas alguns conseguem esconder isso muito bem. No entanto, este não é o caso.

A estrutura, usada à exaustão em franquias como Uncharted e The Last of Us, também destaca outro aspecto que vai incomodar os fãs: o jogo é extremamente linear, com cenários limitados e que não permitem sequer usar elementos de forma criativa.

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É impossível não compará-lo a Marvel’s Spider-Man ou enxergar um imenso potencial desperdiçado assim. Não há necessidade de entregar um mundo aberto, contudo o combo cutscene, batalhas e áreas fechadas por quase 15 horas de duração vai cansar você.

A saga de Marvel’s Wolverine

Na questão narrativa, Logan trabalha há alguns anos ao lado de Essex e da Equipe X — formada por Mística, Dentes-de-Sabre e alguns aliados. Seu objetivo inicial é proteger mutantes, o que leva o time a confrontar diretamente Bolivar Trask e suas iniciativas contra a espécie. 

Neste jogo de gato-e-rato, Trask captura os Morlocks (membros da espécie que são marginalizados pela sociedade, até mesmo pelos outros de seu grupo) e faz o caminho de Wolverine e Jean Grey se cruzarem. A partir do romance dos dois, são descobertos segredos de Trask e do próprio Essex que movimentam a trama.

Enquanto joga, você notará dezenas de referências diferentes. Do clássico Arma-X a Eu, Wolverine e outras HQs conhecidas, notará que a Insomniac Games estudou o assunto para trazer o carcaju à vida nos videogames. 

O problema maior é que, ao contrário do que fizeram em Marvel’s Spider-Man de homenagear o que foi construído ao redor do super-herói, aqui parece que todas as histórias em quadrinhos foram batidas em um liquidificador e eles “colaram” o que saiu.

Isso não é de todo ruim, já que você tem uma progressão coesa e que não desrespeita o que construiu. Contudo, é perceptível que quiseram colocar coisas demais no pacote e muitas destas pontas continuarão soltas por anos — se é que algumas delas se resolverão nos próximos games.

“Muita coisa se perderá, então não se preocupe com algumas das referências que aparecerão conforme explora a história” - Diego Corumba

No fim das contas, as portas estão abertas para os X-Men e tudo o que os envolve em plataformas como o PlayStation 5 (talvez, até lá, o PS6). Isso é muito importante, de modo que temos um bom vislumbre de como determinados personagens pertenciam a um “Ponto A” e, quando o momento chegar, terão de estar em um “Ponto B” com as suas motivações.

O diabo está nos detalhes

Em Marvel’s Wolverine você pode decidir a dificuldade, mas no geral a experiência não lhe dará tanto trabalho durante o avanço da narrativa. Porém, se você busca algo mais próximo a um “soulslike”, poderá visitar as memórias do carcaju e tentar a sua sorte.

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Na cabana de Logan, você pode correr por cenários no menor tempo possível, encarar hordas de inimigos que chegam em ondas (possui até mecânicas de roguelite) e até revisitar algumas de suas missões para buscar colecionáveis que ficaram pelo caminho.

Isso auxilia a ganhar mais pontos de experiência, desbloqueia roupas e garras, assim como permite aumentar o seu nível de mutante para encontrar itens com maior facilidade e outras funções que desburocratizam o gameplay. 

Inicialmente, sentirá que Wolverine é “travadão” e que a figura está extremamente limitada em combate. No entanto, conforme progride na árvore de habilidades e nos níveis, pode receber bônus que o ajudarão a aprimorar sua estratégia.

No quesito gráfico, não tenho do que reclamar. Cenários, efeitos especiais nas batalhas, sequências de ação e mais estão belíssimos e mostram como a Insomniac Games continua afiadíssima nesta característica.

Em desempenho, Marvel’s Wolverine não usa todo o potencial do PS5. Ele não está péssimo por isso, contudo é notável o quanto o time de desenvolvedores não ousou para explorar todas as possibilidades no console-base. Talvez no PS5 Pro o público tenha uma experiência diferente, mas fez falta ver algo “a mais”.

Inclusive, em alguns momentos você perceberá coisas “a menos”. Uma pequena queda quando o cenário está repleto de inimigos, a câmera que não se movimenta em uma velocidade compatível com a do personagem principal e outros problemas que incomodam no game.

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A cara-crachá da Marvel com falhas

Vale notar que alguns personagens de Marvel’s Wolverine estão muito mal representados na aventura, mas em relação às suas feições físicas. Ninguém aqui é fiscal de beleza de jogo, mas você com certeza notará que está no “Vale da Estranheza” em vários trechos.

Não é raro ver Logan cortar inimigos como papel, ver mais sangue do que um hospital em um dia inteiro e gritar a cada morte pelas suas garras e, na cutscene que ocorre logo na sequência, ele apresentar uma cara de “coitadinho” — principalmente quando Jean Grey está por perto.

Por falar na telepata, sinto muito por você fã, mas não houve um momento em que eu não enxergava Jesse de Control (2019) em vez de uma das principais X-Men. Abaixo deixo um comparativo, para você compreender o tamanho da semelhança:

Marvels-Wolverine-Comparacao-Img1

Não entrarei aqui em aspectos como estética e outros elementos, mas nem mesmo o personagem Essex convence em seu complexo papel dentro da história. Você ouve os diálogos, reconhece os rostos, mas sentirá que tem algo de errado. 

Por falar na dublagem, ela segue os padrões de Marvel Tokon: Fighting Souls e mantém todos os nomes de personagens icônicos em inglês. Na prática, ouvir Omega Red, Mystique, Sabertooth (por sorte, chamam ele de Victor aqui e ali) e outros será extremamente comum. 

Não apenas isso, como notei que um trecho no fim do game, subitamente, todos falavam em inglês por uma missão inteira. Possivelmente isso será atualizado até seu lançamento, mas me deixou muito confuso. Espero que, até o dia 15 de setembro de 2026, o time também corrija a falta de sincronia das legendas em determinados trechos. 

Wolverine tropeça

Para um primeiro título do carcaju, a maior parte do público pode curtir o que foi entregue pela Insomniac Games. O jogo tem seu valor, até porque ele pertence ao mesmo universo do Homem-Aranha e abre as portas para os demais X-Men nos próximos títulos.

Contudo, ele entra em uma pilha de “mais um AAA” no meio de uma maré infinita de games que também serão lançados neste mês. Se ele é sua prioridade sobre Control Resonant, Onimusha: Way of the Sword, The Witcher III: Wild Hunt Remastered, The Blood of the Dawnwalker e outros, ainda dá tempo de repensar. 

Mesmo os maiores fãs do carcaju vão revirar os olhos em alguns aspectos, então não deposite esperanças de que ele reinventará a roda e trará um patamar superior ao que já teve em Marvel’s Spider-Man 2 (2023). Na verdade, pelo contrário: parece um curto retrocesso ao que o estúdio já mostrou ser capaz no passado.

A aventura diverte, traz embates muito bons e cria uma proximidade maior com o super-herói — principalmente se lembrarmos que ele esteve afastado como protagonista por quase duas décadas. Neste sentido, poderia haver um capricho maior, mas quem ama o mutante verá que “é o que tem para hoje”.

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Chefão da Rockstar admite que GTA 6 não estava nem perto de ficar pronto no 1º trailer

10 September 2026 at 13:56

O codiretor da Rockstar North, Rob Nelson, revelou que GTA 6 não estava nem perto de ficar pronto quando o primeiro trailer da experiência foi exibido — em dezembro de 2023. Para o executivo, a apresentação era mais um “objetivo a ser alcançado” do que um projeto concretizado pelo time de desenvolvimento.

Em entrevista ao TroisCouleurs, ele indicou como ocorreu o processo de criação do novo Grand Theft Auto e das demais franquias nas quais trabalham ao longo dos anos.

“A primeira coisa que sempre fazemos é decidir a localização na qual a história do jogo acontecerá. A partir disso, vamos para lá e ‘sentimos’, saímos para dar uma volta”, aponta Nelson.

Ele também explica que o time “tira muitas fotos e absorve o máximo possível dali, para ver o que chama a atenção para iniciar as conversas e compartilhamento de ideias sobre o que deseja incorporar no game”. Em GTA 6, isso ocorreu em Miami. 

Rob Nelson reforça que o primeiro trailer chegou quando consolidaram muitas destas ideias, ao lado da própria trilha sonora.

“Quando mostramos a prévia, a música de Tom Petty (Love is a Long Road) era como um objetivo a ser alcançado. Você não tem o título completamente formado, mas você tem em mente o que se tornará. Ainda assim, você tem de se esforçar para reunir tudo e só aí que o time poderá fazê-lo — e é definitivamente produzido com tudo o que temos, o melhor de tudo que alcançamos até aquele ponto — inserido de uma forma que ajuda como uma luz-guia do que precisamos que seja a sua sensação”, diz o executivo.

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Apesar do status embrionário de GTA 6 na época, vale notar que ainda não há sinais de que a Rockstar conseguirá concluir seu título a tempo da data estipulada para o lançamento — 19 de novembro de 2026.

O início e fim de Grand Theft Auto VI

O codiretor do estúdio também disse como cada projeto começa a caminhar por conta própria. Para o profissional, o desenvolvimento de uma obra só pode dar seus primeiros passos quando há alguns elementos que trabalham em conjunto.

“Eu amaria dizer que existia uma imagem do que se passava em nossas cabeças, mas normalmente você busca por uma pesquisa e depois escolhe uma música e estas duas coisas começam a trabalhar juntas. O jogo começa a funcionar a partir de peças como essas”, revelou Rob Nelson.

Ainda que tenha seu princípio explicado, o fim é incerto. O título mais esperado de todos os tempos já custou bilhões aos cofres da Rockstar e da Take-Two Interactive e, mesmo com um retorno já garantido pelas pré-vendas, é necessário cumprir a promessa feita aos fãs que depositaram esperanças em GTA 6.

Recentemente a companhia apresentou Um Olhar Estendido do game pela Netflix e YouTube, com o primeiro trecho do gameplay (a apenas 3 meses de seu lançamento) e detalhes da história de Jason e Lucia — os protagonistas da trama. 

Em maio já havia sinais de que GTA 6 enfrentava crunch para não ser adiado, mas tudo indica que isso pode piorar nessa reta final da sua produção. 

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Remakes de Resident Evil são anunciados para o Nintendo Switch 2

10 September 2026 at 13:03

A Nintendo anunciou nesta quarta-feira (9) que os remakes de Resident Evil 2, 3 e 4 receberão versões próprias para o Nintendo Switch 2. Todos os três chegarão na plataforma no dia 16 de outubro de 2026 no formato digital, com a promessa de uma versão física para ser lançada em janeiro de 2027.

Eles não serão vendidos em conjunto, ou seja, você não precisará comprar todos caso queira jogar apenas um deles. Possivelmente a Capcom disponibilizará algum bundle no futuro, porém a produtora não revelou mais detalhes sobre seus planos para os remakes.

No console híbrido serão vistas apenas as edições completas de cada game. Exceto por RE3, o público terá Resident Evil 2 Edição Deluxe e Resident Evil 4 Gold Edition. No caso do segundo título, isso inclui trajes extras e skins para as armas. Já no quarto, além disso, os fãs terão o DLC Caminhos Distintos. 

Todos eles já estão em pré-venda na Nintendo eShop brasileira com preços promocionais. Até 8 de novembro de 2026, Resident Evil 3 pode ser adquirido por R$ 95,70; Resident Evil 2 Deluxe Edition é vendido por R$ 149,25 e Resident Evil 4 Gold Edition sai por R$ 193,60.

É importante ressaltar que a Capcom e a Big N não revelaram qualquer recurso adicional para estas versões, como o uso de mouse, sensor de giroscópio ou funções únicas da plataforma. Na prática, não aguarde por diferenças radicais do que já foi visto em outros videogames.

Coletânea Resident Evil na Nintendo

Um detalhe relevante é que o Switch 2 é o primeiro dispositivo da companhia a ter todas as obras da linha principal desta franquia da Capcom desde o seu surgimento em 1996. Mesmo que alguns não estejam no formato nativo, a retrocompatibilidade ajuda o hardware a completar esta tarefa.

O primeiro, o quinto e sexto jogos estão disponíveis no primeiro Switch. Já o segundo, terceiro e quarto receberão versões nativas no sistema —- do mesmo modo como vimos um port de RE7 e Village recentemente. 

Em janeiro de 2026 foi lançado Resident Evil Requiem, o nono capítulo da saga e o retorno triunfal de Leon S. Kennedy após 14 anos longe dos holofotes. O remake de Resident Evil Code: Veronica também chegará na plataforma em 2027.

Resident evil Veronica

Toda essa construção reforça a parceria que a Capcom firmou com a Nintendo nos anos recentes. Pragmata, Monster Hunter Wilds e outros também recebem destaque no Switch 2 — com direito a figuras amiibo e ações promocionais. 

A franquia está a todo vapor, com um longa-metragem inédito agendado para chegar em 17 de setembro de 2026 aos cinemas e uma expansão para RE Requiem, que continua em desenvolvimento.

Inclusive, será que se envolver com a série nos cinemas traumatizou? Diretor de Resident Evil não quer mais trabalhar em franquias a partir deste projeto, o que torna muito curioso o futuro destas adaptações. 

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8 melhores anúncios já feitos em uma Nintendo Direct

9 September 2026 at 22:59

Seja nos antigos Nintendo Spotlight ou nos atuais Directs, os anúncios da empresa viraram um atrativo com força própria. Ainda que alguns deles não tragam novidades significativas, quando algo impactante surge é de “parar as máquinas”.

O efeito se tornou tão grande que PlayStation e XBOX seguiram o seu formato. Não apenas elas, diga-se de passagem: estúdios como Konami, Capcom e outras passaram a produzir apresentações próprias para gerar o mesmo engajamento.

Com uma importância deste tamanho, as apresentações se tornaram icônicas — a ponto de muita gente correr para assistir, mesmo sem um Switch ou Nintendo Switch 2 na sua estante. 

Você se lembra dos melhores anúncios já feitos em uma Nintendo Direct? Vamos relembrar o que já foi mostrado e fez muitas emoções aflorarem, confira:

8. Coletânea Persona

Por muitos anos, os donos de consoles Nintendo se lamentaram por não receber muitas das obras que chegavam exclusivamente no PlayStation — principalmente os lançamentos de JRPGs.

Contudo, em junho de 2022 a Nintendo Direct estabeleceu que essa era chegou ao fim. Com a chegada da Atlus, a coletânea de títulos Persona finalmente veria a luz do dia no Switch com versões atualizadas do terceiro, quarto e de Persona 5 Royal.

7. Emuladores de Game Boy

Muito se especulou sobre a chegada de novos emuladores ao Nintendo Switch Online, porém a plataforma permaneceu firme com NES, SNES, N64 e Mega Drive por algum tempo.

Para a surpresa de todos, a Nintendo Direct de agosto de 2023 mudou isso em definitivo. A plataforma receberia jogos de Game Boy e de GBA, o que foi uma grande alegria — pela expectativa de Pokémon presente nela. Infelizmente não se cumpriu, mas a revelação impactou. 

6. DLCs para Super Smash Bros. Ultimate

O crossover de luta é um acontecimento por conta própria, mas a Big N sempre caprichou para apresentar novos personagens na sua experiência. Quem não lembra de Kazuya Mishima jogar Kirby de um penhasco? Bons tempos.

A carta recebida por Terry Bogard, o fatídico surgimento de Sephiroth (que causou choque em muita gente ao som de “One Winged Angel”), a presença de Sora no maior crossover da história dos videogames, há um punhado de revelações que marcaram ao longo dos anos.

5. Metroid Prime 4

Após uma trilogia de altos e baixos, Metroid Prime 4 surgir foi um impacto forte no coração de uma legião de fãs. Revelado durante a Nintendo Direct da E3 2018, o título prometia a ascensão de Samus Aran em um videogame de nova geração (e híbrido).

O seu maior problema é que ele demorou sete anos para chegar e só foi lançado em 2025. O anúncio que surpreendeu a todos demorou tanto que esfriou e gerou um desinteresse que pode ter comprometido o futuro da linha em primeira pessoa.

4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

Após o imenso sucesso de Breath of the Wild, imagine o susto que foi ver Link e Zelda novamente para uma sequência direta da aventura? O anúncio de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom gerou muito barulho, porém a apresentação em março de 2023 foi o que mudou a perspectiva dos fãs por completo.

Ver o herói se jogar das ilhas celestes, criar dezenas de objetos ao misturar elementos do cenário, os primeiros detalhes de sua história e a existência do mundo subterrâneo marcou e foi responsável por criar expectativas até em quem não tinha o Nintendo Switch.

3. Super Mario Odyssey

Como um eclipse, a chegada de um jogo do Mario 3D é um evento próprio. Imagina como foi saber que o Switch, recém-lançado, receberia Super Mario Odyssey ainda em seu primeiro ano? Na Nintendo Spotlight da E3 2017 foi essa sensação, com um anúncio eletrizante.

O herói pulava, usava seu chapéu para controlar inimigos e o enredo gerou muita curiosidade — justamente por trazer Pauline, que foi a donzela resgatada pelo encanador em Donkey Kong (1984). Nâo foi a toa que ele impactou toda uma geração, já que apenas seu anúncio foi extremamente emblemático.

2. The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Com o Nintendo Switch 2 já nas lojas, a Big N precisava de um “system seller” para fazer suas vendas dispararem. Donkey Kong Bananza, Pokémon Pokopia e outros são muito interessantes, mas nada bate de frente com um Mario 3D novo ou uma aventura inédita de Link.

Para a surpresa de todos, na Nintendo Direct de junho de 2026 a companhia tirou da cartola não uma versão nova, mas um remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time — com novos gráficos e a promessa de uma aventura que honrasse a original. 

1. Super Smash Bros. Ultimate

O anúncio mais emblemático de uma Nintendo Direct ocorreu em março de 2018 e mostrou um encerramento pouco comum. Com o primeiro “espere para mais uma coisa”, temos os Inklings de Splatoon na tela em uma disputa até a tela escurecer quase por completo.

A única fonte de luz chama a atenção e a Inkling Girl olha para ela, quando vemos o logo de Smash Bros refletido em seus olhos. Nos pés do símbolo, Mario, Link (de Breath of the Wild) e dezenas de outros personagens estavam nas sombras. Foi a maior “farmada de aura” que a Big N provocou em toda a história.

Prévia de grandes sucessos

Na prática, a Nintendo Direct é o principal termômetro do sucesso que um game vai ter. Mesmo algumas experiências de nicho podem ganhar aclamação através deles, o que demonstra muito do interesse dos fãs por determinadas franquias.

Se o formato começou na era Switch, seu sucessor promete apresentações ainda maiores. Mesmo com 10 características que poderiam ser melhores no Nintendo Switch 2, lembrar dos seguintes anúncios ainda dão esperanças para seus usuários:

  1. Super Smash Bros. Ultimate

  2. The Legend of Zelda: Ocarina of Time

  3. Super Mario Odyssey

  4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

  5. Metroid Prime 4

  6. DLCs para Super Smash Bros. Ultimate

  7. Emuladores de Game Boy

  8. Coletânea Persona

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Kevin Feige promete crossover dos sonhos e Doutor Destino no centro de Guerras Secretas

9 September 2026 at 19:54

O produtor da Marvel Studios, Kevin Feige, afirmou recentemente que Vingadores: Guerras Secretas elevará o patamar estabelecido em Ultimato (2019), com um crossover que muitos fãs aguardaram para ver, mas que não era possível até então.

Em entrevista ao The Direct, o executivo argumenta que, somado ao fato de que o grande vilão da obra funcionará como o motor principal desta narrativa, este promete ser o filme definitivo para celebrar HQs e a jornada do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

“Reuniremos personagens que conhecemos e amamos em momentos tocantes, que os fãs sempre sonharam, mas nunca viram ser realizados. Além disso, teremos o Doutor Destino, o grande vilão na história do universo Marvel, que se torna a peça central desta trama”, revela Feige.

O filme, que estreia em 2027, será uma sequência direta de Vingadores: Doutor Destino — previsto para chegar aos cinemas no dia 17 de dezembro de 2026. Não foi divulgado qual arco o longa adaptará: as Guerras Secretas de 1984 ou a de 2015. 

É importante ressaltar que ambas as produções foram gravadas em conjunto — similar a Vingadores: Guerra Infinita (2018) e sua sequência direta. Na prática, é impossível saber quem estará presente nos dois e a importância de cada personagem dentro do encontro.

Mudanças expressivas com Doutor Destino

Além de prometer o maior crossover de todos os tempos, Kevin Feige reforça que nem tudo será visto de forma similar aos eventos que originaram a trama. Isso significa que o fim pode ser diferente ou que outros super-heróis podem ser impactados pelo mega evento cinematográfico.

O produtor explica como enxerga todo o MCU após quase 20 anos de filmes, séries e animações. Para ele, são mais do que meras adaptações:

“Escolhemos do repertório rico, de quase 90 anos, das histórias da Marvel para criar produções que honrem a fonte, mas que contem uma narrativa completamente diferente”, afirma Feige.

Sua linha de pensamento, de acordo com o próprio executivo, já foi mostrada dentro das próprias obras que contam essa saga:

“O ciclo continua conforme avançamos para a versão de Guerras Secretas própria do MCU. Como Loki reuniu as linhas do tempo, nós pegamos o que foi deixado pelas HQs de Hickman e Ribic e todos que vieram antes deles para contar uma nova história inspirada pelo vasto catálogo de quadrinhos e filmes”, diz o produtor.

Somado a isso, o próprio Doutor Destino será interpretado por Robert Downey Jr. — que ganhou o coração dos fãs após uma década como o Homem de Ferro. Não foi revelado como a presença do ator impactará, mas isso ao menos garante que a sua identidade será um grande choque aos personagens.

Você sabe o que ver para se preparar para isso tudo? A Marvel revela lista oficial do que assistir antes de Vingadores: Doutor Destino.

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Godzilla Minus Zero ganha trailer explosivo com revelação de novo monstro

9 September 2026 at 15:56

O estúdio Toho revelou nesta terça-feira (8) o trailer inédito de Godzilla Minus Zero, sequência direta da obra Godzilla Minus One (2023). Dois anos depois do evento original, o rei dos monstros retorna ao Japão e agora enfrentará resistência.

Na prévia, os japoneses pretendem confrontar a ameaça de frente e uma segunda criatura surgirá para combatê-la na próxima produção. Pelo som apresentado na exibição, o oponente do lagarto pode ser King Ghidorah — o dragão de três cabeças.

Também foi revelado o retorno dos atores Ryunosuke Kamiki e Minami Hamabe, como os personagens Shikishima e Noriko, protagonistas do longa anterior. Não foi divulgado se eles voltarão a ser o centro da narrativa ou se é apenas uma participação extra.

Com estreia marcada para o dia 5 de novembro de 2026 nos cinemas brasileiros, Godzilla Minus Zero também carrega o marco de ser o primeiro filme japonês gravado em formato IMAX (com proporções 1:43:1). 

O vídeo curto mostra que o lagarto não destruirá tudo sem consequências desta vez, já que vai encarar grandes desafios. A própria legenda diz que “não haverá uma terceira vez”, o que indica que o Japão vai para o embate final contra a criatura. Confira:

O retorno de Ghidorah vs Godzilla

Caso a aparição do dragão traga lembranças, não é estranho: sua presença tripla já marcou as telonas recentemente em Godzilla II: Rei dos Monstros (2019). Contudo, é importante ressaltar que existem diferenças entre as versões de Hollywood e a japonesa.

O icônico kaiju foi criado em terras nipônicas, em 1954, e atendia pelo nome de Gojira. Após diversas produções e versões diferentes do réptil, o cinema norte-americano trouxe o apelo ao mercado ocidental e o introduziu a uma nova base de fãs no ano de 1998 — em uma obra estrelada por Matthew Broderick (Curtindo a Vida Adoidado).

Ainda assim, os japoneses continuaram a contar histórias sobre Godzilla. Não à toa, em paralelo ao Universo Compartilhado dos Monstros (Monsterverse), o país gravou obras como Shin Godzilla (2016) e o próprio Godzilla Minus One. Ambos carregam estilos artísticos e narrativos completamente diferentes, o que ajudou a destacá-los em comparação à versão hollywoodiana.

Por meio do novo formato, afinal, faz diferença assistir um filme no IMAX? O que caso de A Odisseia revela? 

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Intel pode encarecer CPUs em até 10% e "matar" linhas mais básicas

9 September 2026 at 13:58

Diversas fontes da cadeia de suprimentos revelaram que CPUs Intel receberão um novo aumento de até 10% em outubro de 2026. Até o momento, a companhia de tecnologia não confirmou a informação ou revelou quais serão os novos valores.

De acordo com a reportagem da Digitimes, simultaneamente a empresa descontinuará os produtos que trazem uma menor margem de lucro — isso significa que, em breve, haverá escassez de modelos de entrada, mais básicos. 

A intenção da Intel é clara: reduzir suas linhas que trazem pouco retorno financeiro enquanto melhora a lucratividade geral. O ajuste estratégico é ótimo nas planilhas para acionistas, mas deve impactar muito o mercado de consumidores.

Se hoje temos a crise das memórias RAM e de armazenamento, logo a falta de processadores Intel mais baratos deixará o público sem opções. Ou terá de gastar muito para comprar CPUs de alto desempenho (que estarão ainda mais caras) ou ficará sem a sua máquina. 

No texto original, é dito o termo “Small Core” — que pode ser entendido como hardwares mais simples tais quais sistemas integrados, IoT e outros usados pela indústria, comércio e demais fins não domésticos. Contudo, sem uma declaração oficial da própria Intel, se torna difícil de especular o que a empresa almeja.

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O aumento dos processadores Intel

Na prática, esta será a terceira vez que os custos dos processadores sobem apenas neste ano. Nas anteriores, diversos componentes foram envolvidos nos acréscimos: de notebooks de entrada a computadores e até o núcleo Xeon para servidores.

Além disso, a iniciativa ocorre em um momento muito delicado da indústria — o que pode causar impacto nas suas vendas, ainda mais do que foi visto nos últimos anos. Como perdeu um espaço enorme para a AMD, uma elevação poderia provocar uma migração maior de consumidores.

Se o aumento da Intel não fosse o bastante, novas tarifas dos EUA podem encarecer de notebooks a videogames. 

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Crunchyroll prepara ofensiva contra a pirataria de animes

8 September 2026 at 23:03

A Crunchyroll prepara uma verdadeira guerra contra a pirataria de animes e obras japonesas, com a criação de um departamento inteiro dedicado à ofensiva. A seção de Proteção de Conteúdo e Antipirataria promete mudar as regras de como suas produções se expandem por toda a internet.

Recentemente, a companhia divulgou que busca alguém para assumir como vice-presidente, com uma diretriz muito clara: estabelecer modelos operacionais, atualizar os calendários de suas tecnologias e parcerias estratégicas para responder à ameaça.

O profissional selecionado ficará responsável por usar IA para caçar sites e compartilhamentos ilegais, colaborar com outras plataformas, fornecedores ou processadores de pagamento para encontrar páginas e perfis que distribuem suas obras — para cessar a atividade.

Ainda que a pirataria sempre seja uma realidade em obras serializadas e filmes, independentemente de sua natureza, plataformas como a Crunchyroll perdem muitos assinantes por conta do seu conteúdo que está em diversos lugares internet afora. 

Mudanças expressivas para a Crunchyroll

Somado ao movimento contra o crime digital, 2026 é um ano para que a plataforma de streaming de animes coloque a “casa em ordem”. A estratégia, focada na adição de obras de peso e novas operações para os seus negócios, pode ser notada com a parceria para estar presente em displays automotivos.

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Além da movimentação antipirataria, a Crunchyroll também envolveu-se em polêmicas recentes — com a cobertura de sua loja, um dos maiores pontos de venda para action figures e colecionáveis das obras que apresenta, que mudou para ser acessível apenas por assinantes.

Vale lembrar que o streaming é propriedade da Sony. Logo, todas as mudanças que o público já vê em sistemas como o da PlayStation (que encerrará a produção de discos em 2028, implementou preços dinâmicos, reajustes constantes e outros), podem também ocorrer na plataforma. 

Confira 10 animes na Crunchyroll que todo mundo deveria assistir. Quais deles você já viu?

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Testes mostram que DLSS 5 faz a GeForce RTX 5060 engasgar em Full HD

8 September 2026 at 21:56

Novos testes na tecnologia DLSS 5 mostram que o upscaling funciona em todas as placas de vídeo da linha GeForce RTX 50, porém a taxa de quadros por segundo se tornou o seu maior problema. Em casos extremos, ela pode cair em até 60%, mas o que preocupa o usuário é como o recurso se portará no cotidiano.

A Digital Foundry mostrou que na NVIDIA GeForce RTX 5060, por exemplo, com NBA 2K27 nas configurações Ultra em Full HD, a performance salta de 72,8 FPS para 42,3 FPS — uma redução maior do que 40%. Na prática, a GPU engasga para entregar um bom desempenho com a ferramenta recém-lançada.

Oficialmente, o único game que possui suporte para a novidade é a principal linha de basquete da 2K Games, que já apela normalmente para visuais realistas e mecânicas que simulam o esporte de um modo similar ao que vemos no mundo real. Porém, a um custo bem alto para os usuários que não abrem mão de alta qualidade. 

Para a equipe que testa diversos jogos e hardwares, a visão sobre o DLSS 5 é positiva. Contudo, ela ressalta que cada pessoa terá de escolher do que abrirá mão conforme a experiência se mostrar no PC: bons gráficos cobrarão da taxa de quadros, mas o jogador encontrará a mesma cobrança no caminho reverso. 

O fundador da Digital Foundry, Richard Leadbetter revelou que a tecnologia da NVIDIA o surpreendeu, mas que espera vê-la ser aplicada em obras mais amplas para avaliar o quanto um jogador terá de comprometer para utilizá-la.

“Isso é super pesado. Porém, também roda em toda a linha RTX 50, inclusive em computadores, o que eu não esperava. Somado ao fato de que, comparado aos colossos AAA, isto é um jogo relativamente leve, então há um impacto”, revelou Leadbetter.

A aplicação do DLSS 5

Em NBA 2K27, não foram notadas alterações expressivas nas texturas dos personagens — o que traz uma mudança positiva em relação ao que foi visto no início do ano. O apresentador John Linneman menciona que a integração foi “muito sutil”, o que o deixou surpreso.

Ele reforça que a tecnologia “funciona muito bem” e explica como a iluminação na plateia e roupas adiciona sombras que sequer imaginava existirem. Além disso, comenta que sentiu “que era um passo para trás contra o que vimos em março”. 

Nas demonstrações apresentadas no início de 2026, o DLSS 5 da NVIDIA foi extremamente criticado por entrar no “Vale da Estranheza” — muitos títulos foram modernizados, o que mostrou interpretações curiosas de alguns jogos emblemáticos e levantou a questão sobre a liberdade criativa de cada estúdio.

“Isso representava mudanças radicais e enormes no visual dos jogos, a ponto de parecer quase que foram adicionadas luzes em locais onde, logicamente, não haveria luz. Eu não tive essa sensação com o NBA; por isso, foi um exemplo que me convenceu”, aponta Linneman.

No entanto, o custo para a ferramenta funcionar nas GPUs GeForce RTX 50 é muito alto. De acordo com os testes, a utilização do upscaling aumenta o tempo de processamento de 8,2 ms a 13,7 ms — a depender da placa de vídeo e resolução que são utilizadas. 

Enquanto Leadbetter revela que “oito milissegundos em 4K em uma 5090 é muito caro”, John Linneman reforça que é “um jeito muito caro de adicionar detalhes de iluminação legais nas imagens”. Na prática, você terá de sacrificar o desempenho para rodar os títulos de forma visualmente satisfatória.

Além de NBA 2K27, eles mostraram uma versão modificada para fazer o recurso funcionar em Final Fantasy VII Rebirth, Monster Hunter Rise e Starfield. A conclusão é de que a NVIDIA terá tempo para otimizar e aprimorar toda a forma como esta tecnologia opera. 

A NVIDIA garante que o DLSS 5 também chegará às placas antigas, mas de que forma isso as impactará? Logo, ainda é cedo para discutir sobre como os computadores se portarão com a nova ferramenta de upscaling. 

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Traumatizou? Diretor de Resident Evil não quer mais trabalhar em franquias

8 September 2026 at 18:59

O diretor do filme Resident Evil, Zach Cregger, indicou recentemente que produzir a adaptação foi o suficiente para ele não desejar mais trabalhar em outras franquias daqui em diante. Para o cineasta, isso envolve alguns fatores dos quais ele não quer mais abrir mão nas próximas obras que conduzir.

Ao Deadline, ele é bem categórico e revela que dar vida ao survival horror — que está em sua terceira tentativa de emplacar nos cinemas — o fez repensar a sua carreira e como enxerga o mercado.

“Estou fazendo isso e já é o bastante para mim. Não vou investir em quaisquer outras franquias”, afirmou Zach Cregger.

O projeto só foi aceito pelo diretor porque ele é um grande fã dos jogos, além de acreditar que poderia tirar ideias originais do que já foi estabelecido pela Capcom. A saga completou 30 anos em 2026 e o longa-metragem é apenas um dos projetos que foram criados para celebrar a marca.

No entanto, o cineasta revela que almeja “escrever o que deseja” em vez de ter de construir algo na base daquilo que já foi estipulado por outras pessoas e companhias.

“Eu não quero escrever algo pelo qual tenho que garantir que estou anotando dados diferentes para agradar alguém. Eu só quero me satisfazer”, diz o diretor. 

Na prática, não espere que Cregger retorne para uma sequência. A Sony Pictures pode contratar outro profissional para continuar a saga, assim como existe a possibilidade de produzirem uma trama inédita para recomeçar tudo pela quarta vez.

A maldição de Resident Evil

Vale notar que o diretor não tem ressentimentos pela franquia, porém deixa muito claro que aceitou o trabalho por ter um lado fã que gritou mais alto. Ele só quis contribuir para o survival horror, à sua própria maneira.

“Eu acredito que este filme é legal e eu espero que o público veja as referências, porque eu sou e deixei várias. Produzi o longa de Resident Evil  que eu queria que existisse, portanto eu pude fazer isso de coração e consciência limpos e sem sentir que as bizarrices da indústria me atrapalhavam”, revelou.

É importante ressaltar que esta é a terceira vez que a Capcom tenta avançar nos cinemas, mas pelo visto o avião já promete o pouso antes mesmo de decolar. O diretor Paul W. S. Anderson é o que conseguiu trazer uma longevidade para a marca, com seis filmes.

Em contrapartida, tivemos Resident Evil: Bem-Vindo à Raccoon City (2021) — que tenta adaptar de forma mais direta as histórias dos jogos, mas que falhou ao mudar algumas ideias emblemáticas em personagens como Leon S. Kennedy, Wesker e outros.

Porém, isso não quer dizer que você precisa se perder em Resident Evil: saiba a ordem certa para jogar e assistir.

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8 atores famosos que já estiveram em filmes e séries de super-heróis

12 July 2026 at 00:00

Diversos atores marcaram presença nos múltiplos universos cinematográficos, como o MCU da Marvel, DCU da DC Comics e o clássico Arrowverse — que preenche as séries da DC no CW. Apesar de vários deles fazerem seu nome nessas franquias, outros apareceram em algum momento e ninguém se lembra.

Seja na sua primeira ponta em um filme de grande orçamento, seja apenas uma participação especial, alguns deles sequer eram reconhecidos e podem ter passado batido. Porém, será que você se lembraria de alguns deles que passaram por estas aventuras super-heroicas?

Esqueça nomes como Robert Downey Jr., Tobey Maguire, Chris Evans (que é figurinha marcada nestas produções) e outras figuras grandes da indústria. Nós do Canaltech te ajudamos a se lembrar de grandes astros que apareceram uma ou duas vezes, antes de fazer sucesso em outras obras — ou depois.

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Confira abaixo 8 atores que já estiveram em filmes e séries de super-heróis, dos quais você sequer lembrava:

8. Jim Carrey

O astro Jim Carrey é conhecido por papéis emblemáticos, como Stanley Ipkiss em O Máscara (1994), Bruce Nolan em Todo Poderoso (2003) e pelo próprio Ace Ventura. Porém, o ator já fez parte de uma franquia de filmes de super-heróis e integrou o elenco de Batman Eternamente (1995).

Na trama, ele vivia o vilão Charada — que está muito distante daquele que encarou o Batman de Robert Pattinson. Aqui ele é um personagem caricato, cheio de humor e que não tem medo de sujar as mãos até as últimas consequências para derrubar o Homem-Morcego de Val Kilmer.

Imagem do Charada
O Charada foi um dos destaques de Batman Eternamente (Imagem: Reprodução/Warner Bros. Pictures)

7. Jenna Ortega 

A grande estrela de obras como Wandinha e da franquia Pânico, Jenna Ortega já participou no Universo Cinematográfico Marvel no passado. Há mais de dez anos, ela fez uma ponta como uma personagem importante em Homem de Ferro 3 (2013).

A nova “dama do terror” interpretou a filha do vice-presidente dos Estados Unidos. Para tratar uma deficiência da jovem, o representante do governo norte-americano faz um acordo com os vilões e entrega o próprio presidente dos EUA em troca da tecnologia Extremis. 

Imagem de Jenna Ortega
O vilão de Homem de Ferro 3 tem a ajuda do vice-presidente, que queria salvar sua filha (Imagem: Reprodução/Marvel Studios)

6. Inde Navarrette

Uma das estrelas em ascensão em Hollywood atualmente, Inde Navarrette fez todos se encantarem com a sua atuação em Obsessão (2026), mas ela já está há algum tempo em obras baseadas em super-heróis. No caso, ela surgiu em um dos mais emblemáticos de todos: Superman & Lois (2021).

A atriz vivia Sarah Lang — filha de Lana, antiga paixão de Clark. A jovem faz par romântico com o filho do Homem de Aço, porém não a confunda com uma simples donzela em perigo: tudo o que viu no longa de terror, ela já fazia muito bem há alguns anos. 

Imagem de Inde Navarrette
Antes de Obsessão, Inde Navarrette estrelava Superman & Lois (Imagem: Reprodução/CW)

5. Jenna Coleman

Por falar em atrizes com subidas meteóricas, Jenna Coleman foi protagonista de Vitória: A Vida de uma Rainha (2016) e deu as caras em Sandman (2022). Porém, o que ninguém sabe é que ela já apareceu no MCU em Capitão América: O Primeiro Vingador (2011).

Na produção, ela era uma das companheiras de Bucky durante a Stark Expo — local onde Chris Evans decide se alistar para o exército, mesmo contra a vontade de todos. Apesar de ser uma pequena ponta, foi o suficiente para ela obter papéis importantes que impulsionaram a sua carreira.

Imagem de Jenna Coleman
Jenna Coleman fez uma ponta em Capitão América: O Primeiro Vingador (imagem: Reprodução/Marvel Studios)

4. Norman Reedus

Enquanto todos pedem que Norman Reedus, o Daryl de The Walking Dead (2010), vire o Motoqueiro Fantasma no MCU, poucos se lembram que o astro já atuou em um filme da Marvel no passado. Mais precisamente em Blade II: O Caçador de Vampiros (2002).

Ele apresentou aos fãs um personagem chamado Scud — ex-parceiro de aventuras do meio-humano, meio-vampiro e que se volta contra o anti-herói em determinado momento do filme. Um papel marcante e que foi responsável por colocá-lo nos holofotes para ter mais espaço nos cinemas e seriados.

Imagem de Norman Reedus
Antes de matar zumbis, Norman Reedus era envolvido com os vampiros (Imagem: Reprodução/New Line Cinema)

3. Elizabeth Banks 

A atriz Elizabeth Banks marcou diversos filmes geeks modernos, com participações em Jogos Vorazes (2012) e até em Power Rangers (2017). O que você não lembra é que a renomada artista já esteve na origem de todo este “boom” dos filmes de super-heróis: em Homem-Aranha (2002).

No primeiro longa de Tobey Maguire, ela interpreta Betty Brant — assistente do Clarim Diário e responsável por ajudar Peter a publicar suas fotos, assim como fornecer o seu pagamento. Quem diria que dali ela ganharia Hollywood e se tornaria emblemática em vários papéis, não é?

Imagem de Elizabeth Banks
Elizabeth Banks viveu Betty Brant nos primeiros filmes do Homem-Aranha (Imagem: Reprodução/Sony Pictures)

2. John Travolta

Todos conhecem John Travolta pelos seus inúmeros personagens em filmes de ação como Um Tiro na Noite (1981) e Pulp Fiction: Tempo de Violência (1994), assim como clássicos como Grease: Nos Tempos da Brilhantina (1978), mas ele também marcou presença na Marvel, no infame O Justiceiro (2004).

Na história ele interpreta o personagem Howard Saint, o mafioso responsável por eliminar a família de Frank Castle e gerar toda a jornada de vingança do anti-herói. Na prática, ele cria o Justiceiro e tem de lidar com as consequências de suas atitudes.

Imagem de John Travolta
O personagem de John Travolta era o grande vilão da obra (Imagem: Reprodução/Lionsgate)

1. Felicity Jones 

A presença de Felicity Jones em O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014) gerou um grande debate, já que a atriz de Rogue One: Uma História Star Wars (2017) e Sonhos de Trem (2025) era creditada como Felicia Hardy — uma das personagens mais importantes do núcleo do Amigão da Vizinhança.

Caso o nome não tenha te lembrado nada, ela é o alter-ego da Gata Negra, vilã que rouba joias e fortunas. Em várias histórias, ela se torna um interesse amoroso do escalador de paredes, o que era a esperança de muitos para um terceiro longa-metragem do super-herói (que nunca viu a luz do dia).

Imagem de Felicity Jones
Felicity Jones quase deu vida à Gata Negra nas telonas (Imagem: Reprodução/Sony Pictures)

Atores “desaparecidos” em filmes de super-herói

Apesar destes astros integrarem universos cinematográficos ou obras baseadas em super-heróis, vale notar que muitos parecem que não voltarão ao cenário. Há anos o público pede por Norman Reedus, por exemplo, mas ele estava ocupado com The Walking Dead e, agora, com a franquia de jogos Death Stranding.

Já Inde Navarrette parece estar pronta para voltar para estas produções. Ela confirmou ter conversado com diretores dos próximos longas da Marvel Studios — o que pode se tornar um futuro contrato para a jovem atriz. Além dela, veja quem mais esteve em um filme ou série do gênero e você se esqueceu:

  1. Felicity Jones (O Espetacular Homem-Aranha 2)
  2. John Travolta (Justiceiro)
  3. Elizabeth Banks (Homem-Aranha)
  4. Norman Reedus (Blade II)
  5. Jenna Coleman (Capitão América: O Primeiro Vingador)
  6. Inde Navarrette (Superman & Lois)
  7. Jenna Ortega (Homem de Ferro 3)
  8. Jim Carrey (Batman Eternamente)

Você pode lembrar de Norman Reedus ao assistir a trilogia Blade, que estreia na Netflix: veja ordem certa para assistir.

Leia a matéria no Canaltech.

10 jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez

2 August 2026 at 14:11

Nos anos 1990 e durante uma parte dos anos 2000, as locadoras eram o principal refúgio para quem buscava jogos de Super Nintendo e Mega Drive. Para muitos fãs de videogames, ir ao estabelecimento aos sábados de manhã beirava o “religioso”.

Ainda que nenhum deles tivesse todos os cartuchos desses videogames, alguns faziam muito mais sucesso que outros e sempre apareciam para quem chegava cedo ou via um momento de sorte. 

Dito isso, uma lista seleta de títulos do SNES sempre era procurada pelos corredores. Aqueles dos quais você se lembra até da capa, de tanto segurá-los em suas mãos ou ver seus amigos locarem para aquele fim de semana “multiplayer”.

Para ajudar você a se lembrar deles, hoje o Canaltech lista 10 jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez.

10. Chrono Trigger

Um dos maiores JRPGs de uma geração, Chrono Trigger (1995) era uma experiência ampla e repleta de camadas, considerado como uma verdadeira obra-prima. Além disso, vê-lo nas locadoras foi o contato de muitos com o gênero.

Como não é um título “curto”, muitos ainda tentavam alugá-lo múltiplas vezes para conseguir avançar mais rápido na aventura e ver a sua conclusão em um fim de semana. Porém, com ao menos 23 horas de aventura, muitas crianças só viram o encerramento anos depois. 

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9. Mortal Kombat 3

Sem tantas opções mainstream de luta como vemos hoje, Mortal Kombat 3 (1995) se destacava pela agressividade, pelos movimentos elaborados e por trazer sangue de verdade — diferente da primeira versão, que teve a sua cor censurada.

Seja para jogar com aquele primo que não saía da sua casa, seja para se divertir nas torres e modo arcade, não é à toa que ele foi um dos jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez — já que garantia horas de diversão, de várias formas distintas.

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8. Mega Man X

No início dos anos 1990, Mega Man já era muito conhecido entre os gamers e Mega Man X (1993) chegou com uma abordagem inédita: com uma história mais madura, personagens estilizados como os animes e ação desenfreada durante o gameplay.

Quem não se lembra de anotar os códigos, tentar encontrar as partes da armadura de X e fazer uma verdadeira “speedrun” para derrotar Sigma que atire a primeira pedra. Um clássico, ele fez parte da vida de muitos fãs e continua vivo no coração desses.

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7. Goof Troop

Produzido por Shinji Mikami, pai da franquia Resident Evil, Goof Troop (1992) era o verdadeiro It Takes Two (2021) daquela geração. Pateta e Max tinham de se ajudar para vencer os desafios, enquanto completavam dezenas de quebra-cabeças.

Inspirado nos desenhos animados da Disney, o título foi um verdadeiro sucesso — tanto por incentivar o trabalho em equipe (em vez da disputa direta, como os outros), quanto por ser incrivelmente divertido. 

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6. Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time

O beat ‘em up  Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time (1991) permitia escolher entre um dos quatro irmãos quelônios para impedir a ameaça do Destruidor. Durante a aventura, você tinha de derrubar o exército do Clã do Pé e vários chefões.

Com fases que mudavam a ambientação, estágios nos quais era permitido surfar nos esgotos e soluções criativas para o gênero, Leonardo, Raphael, Donatello e Michelangelo viram nele o ápice de sua presença nos videogames. 

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5. Top Gear

Quando se fala em Top Gear (1992), é impossível não se lembrar do Super Nintendo, das locadoras, sua trilha sonora que marcou toda uma geração e a intensidade das corridas que conquistava os jogadores.

Com diversos veículos para escolher, power-ups e desafios, ele era a escolha favorita de muita gente que ama velocidade. Mesmo que tenha alguns que prefiram Top Gear 3000 (1995), o importante era curtir a diversão solo ou com amigos.

4. Donkey Kong Country

Donkey Kong Country (1994) representou o ápice gráfico do SNES e era o queridinho de muitos nas locadoras. Enquanto Mario era visto como “jogo de criança”, o gorila da Nintendo representava algo mais “descolado” e cheio de atitude.

Você podia controlar o próprio DK e Diddy Kong, explorar várias fases, passar pelos trechos com o carrinho de mineração e encarar muitos inimigos em busca das bananas. Mesmo que prefira o segundo ou o terceiro, o que vale é o entretenimento na franquia.

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3. Super Mario Kart

Em Super Mario Kart (1992), você tinha uma verdadeira central de diversão. Quem alugou a fita para Super Nintendo lembra que era possível correr em diversas pistas, disputar com amigos e até encarar todos em um “battle royale” completo.

Apreciado pela tecnologia do Mode 7, por apresentar todo um conceito que até então era inédito para os jogos do gênero e abrir toda uma nova vertente para outros mascotes (Sonic, Crash e outros a seguem até hoje), ele impressionava e muitas vezes era até disputado nesses estabelecimentos.

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2. Street Fighter II 

Apesar da fama de MK, Street Fighter II (1992) marcou muito mais os jogadores do SNES. No papel de um lutador, você viajava o mundo para enfrentar diversos outros no meio das ruas para ter a chance de encarar M. Bison e a organização Shadaloo.

Muitos até podiam curti-lo sozinhos, mas era um dos títulos mais esperados para disputar com os colegas e ver quem seria o melhor — e com qual personagem, é importante lembrar. Ele marcou uma geração e se tornou um dos principais games de luta de todos os tempos.

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1. International Superstar Soccer Deluxe

O Brasil é o país do futebol e só tinha um jogo que sintetizava isso para os fãs com um Super Nintendo: International Superstar Soccer Deluxe (1995). A Konami trazia seleções, times, códigos para cheats dentro do jogo e muito entretenimento entre os jogadores.

Muitos o pegavam várias vezes nas locadoras, para treinar e para poder chamar a galera em casa e fazer o emblemático “campeonatinho”. Pode não ter sido a sua preferência, mas era de alguém próximo e esse cartucho sempre parava na sua casa de algum modo. 

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Jogos mais alugados de Super Nintendo

A popularidade das locadoras chegou ao fim, mas sua cultura permanece no coração de muitos — mais de 30 anos depois de seu ápice. Era o local no qual fãs com um Super Nintendo se reuniam, trocavam dicas e formavam conexões que às vezes duravam poucos minutos, mas que trouxeram experiências incríveis.

Ainda que alugar cartuchos como The Legend of Zelda: A Link to the Past, Disney’s Magical Quest, Contra III: The Alien Wars, Super Metroid, Super Castlevania IV e dezenas de outros fosse comum, alguns títulos ficaram gravados na memória de todo mundo. São eles:

  1. International Superstar Soccer Deluxe

  2. Street Fighter II

  3. Super Mario Kart

  4. Donkey Kong Country

  5. Top Gear

  6. Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time

  7. Goof Troop

  8. Mega Man X

  9. Mortal Kombat 3

  10. Chrono Trigger

Bateu saudade desta época? Você também pode conferir qual levou a melhor entre Mega Drive ou Super Nintendo: qual foi o mais popular no Brasil nos anos 1990. Também foi ali que surgiu o polêmico sistema de classificação etária nos jogos (com muita confusão e disputa entre as grandes companhias). 

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10 piores jogos lançados para o Atari 2600

1 August 2026 at 18:33

O Atari 2600 trouxe muitas pérolas e foi extremamente popular durante os anos 1980, mas ainda assim teve jogos horríveis que foram falhas comerciais gigantescas.

É importante lembrar que o console, apesar de ser um sucesso indiscutível, provocou a primeira grande ruptura no mercado de videogames já registrada.

Porém, você conhece quais foram os títulos mais odiados daquela época? Daqueles que você jogava uma vez ou duas no máximo e não queria mais tocar no cartucho?

Nós do Canaltech reunimos os 10 piores jogos lançados para o Atari 2600, que hoje seriam inaceitáveis dentro da indústria.

10. E.T. The Extra Terrestrial

Item obrigatório em qualquer lista que se digna a mostrar o que há de terrível na plataforma. E.T. The Extra Terrestrial (1982) foi uma verdadeira tragédia em formato de jogo.

A adaptação foi feita em poucas semanas, com um gameplay desastroso e pouca criatividade. O projeto foi tão ruim que afundou a Atari e levou seus cartuchos a serem enterrados no deserto do Novo México. 

9. Sssnake

O Sssnake (1982) pega inspiração em Centipede para sua jogabilidade, mas a sua execução consegue estragar toda a experiência para quem acredita que terá uma dinâmica similar.

Você controla um bloco que deve atirar em cobras e monstros que transitam pelo cenário. Contudo, muitos deles se movimentam bem mais rápido do que você pode se mover, o que deixou muitos jogadores frustrados.

8. Flag Capture

Por falar nos piores jogos lançados para o Atari 2600, Flag Capture (1978) traz uma proposta completamente diferenciada: você tinha de encontrar bandeiras, de acordo com as pistas que eram apresentadas.

Além de trazer dicas terríveis, existiam bombas espalhadas pelo cenário e um modo que fazia seu objetivo se mover — ou seja, você tinha de apertar o botão quadrado por quadrado para encontrá-la. Chatíssimo. 

7. Custer’s Revenge

Não vamos mencionar a parte polêmica de Custer’s Revenge (1982), mas é importante lembrar que seu gameplay também era uma verdadeira abominação.

Para chegar na vítima, você tinha de desviar de flechas e pular sobre cactos. Porém, só podia se movimentar para as laterais — o que gerava bastante inconveniência e tornou o título mais infame do que ele já era.

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6. Dishaster

Em Dishaster (1983), você controla uma jovem no Atari 2600 e seu trabalho é equilibrar pratos em hastes. Porém, apesar de a proposta ser interessante, na prática ela é monótona e sem graça.

Não há trilha sonora, detalhes no fundo, os discos não se equilibram adequadamente e tudo costuma acabar rápido demais. Ou seja, não há tempo nem para começar a se divertir.

5. Mr. Do’s Castle

Quando se fala nos piores jogos lançados para o Atari 2600, Mr. Do’s Castle (1984) entra como um dos ports mais tenebrosos daquela plataforma.

Ele veio direto dos arcades, mas diferentemente do original, você tem uma caixa de colisão incompreensível e o título sofre com diversos bugs: como o desaparecimento do personagem principal enquanto sobe as escadas.

4. Star Ship

Ainda que os títulos do console costumassem ser simples, Star Ship (1977) atingia outro nível de facilidade. Na aventura, você controlava uma nave para cima e para baixo e atirava. Fim.

Existiam inimigos que não traziam desafio algum, assim como objetos para se desviar no cenário, mas o objetivo era chegar do ponto A ao ponto B antes da contagem regressiva acabar e pronto.

3. Pac-Man

Um dos maiores sucessos dos fliperamas, Pac-Man (1982) mostrou como não se portar um jogo para o Atari 2600. Ele tinha o visual diferente, os elementos da tela também não eram os mesmos dos arcades e parte do encanto se perdeu na versão.

Nem mesmo os icônicos fantasmas foram poupados e não tinham metade do carisma visto nas máquinas originais. Miraram no maior título daquela época, acertaram em uma memória ruim.

2. Karate

Karate (1982) é uma verdadeira decepção em forma de jogo, já que ele mostra lutas que seriam incríveis se elas existissem. Você chuta, dá socos, mas nunca atinge o seu inimigo na tela.

Você tem de acompanhar se vence ou não as disputas pelo sistema de pontuação que fica na parte superior da interface, já que é impossível saber quem acertou o golpe apenas pelos sprites pixelados.

1. Fire Fly

Considerado um dos piores jogos de todos os tempos, Fire Fly (1983) é um conjunto de erros: do gameplay, trilha sonora, visuais e narrativa confusa, ele tentou ser coisas demais e não chegou a lugar algum.

Você está em um planeta alienígena, enfrenta diversos insetos e sua nave é uma borboleta. Seu objetivo nisso é salvar uma fada, inclusive. Sem nada que atraísse os jogadores, ele se tornou uma verdadeira bomba na época.

Piores jogos do Atari 2600

Como se a lista não fosse suficiente, diversos outros poderiam ser mencionados — como é o caso de Sneak ‘n Peek, Racquetball, King Kong e diversos outros, inclusive alguns feitos por desenvolvedores de renome nos anos 1980.

Porém, ao contrário dos 10 melhores jogos do Atari 2600, você verá entre os piores jogos lançados para o console:

  1. Fire Fly

  2. Karate

  3. Pac-Man

  4. Star Ship

  5. Mr. Do’s Castle

  6. Dishaster

  7. Custer’s Revenge

  8. Flag Capture

  9. Sssnake

  10. E.T. The Extra Terrestrial

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10 fusões mais poderosas em Dragon Ball

1 August 2026 at 15:30

Dragon Ball construiu um verdadeiro universo ao seu redor, marcado por seres extremamente poderosos e embates que se tornaram emblemáticos para milhões de fãs mundo afora.

Porém, quando uma ameaça aparece de verdade nessa aventura, eles se veem obrigados a usar uma técnica secreta que combina o poder de dois guerreiros em um só: a fusão.

Com misturas potentes, elas mudam a maré da batalha e podem decidir uma vitória. Ainda assim, nem todas são dignas de nota e só algumas valem a pena destacar na saga.

Dito isso, hoje o Canaltech lista as 10 fusões mais poderosas em Dragon Ball — de DBZ até os spin-offs, com GT e Super nesta seleção.

10. Kibitoshin

O Supremo Senhor Kaioh e seu ajudante, Kibito, se uniram com os brincos Potara para encarar os perigos de Majin Buu. Kibitoshin é uma existência divina e poderosa, mas que não ofereceu nenhum momento memorável dentro dos mangás e da animação.

Apesar da fusão neste método ser vitalícia, os dois conseguiram desfazê-la durante o arco de Dragon Ball Super — logo, é impossível determinar a força que ela carrega e se ela será vista novamente em alguma batalha no futuro.

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9. Piccolo

Após a derrota como vilão em Dragon Ball, Piccolo retorna como um dos grandes aliados de Goku para proteger a Terra. Contudo, ele sabe que seu Ki não é o suficiente para vencer os Saiyajin e Freeza, então decide aumentar sua capacidade com a fusão. 

Na saga do Namekusei, ele primeiro se funde a Nail — um guerreiro que intensifica o poder do herói e o torna uma grande ameaça em combate. Depois, faz as pazes com Kami-Sama e o absorve, o que o torna quase imbatível naquele arco.

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8. Aka

Em um OVA que celebra os 40 anos da Weekly Shonen Jump, Goku e seus amigos encaram a dupla Abo e Kado — dois remanescentes das forças de Freeza. Durante a trama do especial, eles se unem e formam o vilão Aka.

Ele chega a enfrentar Gotenks, que não se transforma em Super Saiyajin (SSJ) 3, mas é interrompido por Goku. Apesar de não ser uma fusão marcante e ter sido derrotada facilmente pelo maior Guerreiro Z de todos os tempos, ela é canônica e merece seu lugar no ranking.

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7. Gotenks

Para encarar a ameaça de Majin Buu, Goten e Trunks decidem tentar a técnica secreta da Dança da Fusão para unir forças e derrotar o vilão. Após algumas tentativas fracassadas, os dois aperfeiçoam a habilidade e se tornam o guerreiro divertido Gotenks.

Mesmo que sua existência seja apenas pelo período de 30 minutos, ele mostrou uma força sem igual, superando de longe suas versões isoladas e se igualando até mesmo a Goku como SSJ3 — um dos maiores momentos da saga final de Dragon Ball Z.

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6. Uub

Ainda que muitos não considerem Dragon Ball GT canônico, ele segue no coração dos fãs com um grande carinho. Na saga, vemos Uub (reencarnação do Kid Buu) como um forte guerreiro e um dos principais candidatos a herdar o posto de Goku como o grande herói do futuro da humanidade.

Para derrubar Baby Vegeta, ele usa a fusão para se unir ao Majin Buu “bom” — o que não muda a sua aparência, mas intensifica bastante seus poderes. Na batalha contra o vilão, inclusive, ele dispara um “Chocolate Kamehameha”, união das habilidades de seu mestre e daquele que lhe deu origem. 

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5. Gogeta SSJ4

Por falar em Dragon Ball GT, é impossível falar em fusão e não mencionar a presença de Gogeta SSJ4 no embate contra Omega Sheng-Long. Para muitos, este foi o ápice de toda a escala de Ki de toda a franquia e isso só foi mexido novamente há alguns anos.

Quando Goku e Vegeta alcançam o nível de SSJ4, mas não conseguem derrubar o grande vilão, eles se unem como uma medida desesperada para vencer a batalha e salvar a humanidade. 

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4. Vegetto

Com os brincos Potara, Goku e Vegeta também se juntam para enfrentar Buu e a fusão resulta em Vegetto, um dos guerreiros mais poderosos de toda a história de Dragon Ball. Não é para menos que ele dominou o combate contra o grande vilão.

Porém, para resgatar Gohan, Gotenks, Piccolo e Tenshinhan de dentro do inimigo, o guerreiro se deixou absorver. No “estômago” da criatura, a fusão se desfez por completo. Ele só voltaria a aparecer muito depois, em DB Super como SSJ God SSJ.

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3. Kefla

Durante o Torneio do Poder, em Dragon Ball Super, vemos Kale e Caulifa lutarem a favor do Universo 6. As guerreiras Saiyajin, ao ver que poderiam ser derrotadas, se unem e formam Kefla: que possui ao seu favor a força do Lendário Super Saiyajin, já que Kale é a contraparte de Broly no multiverso.

Ainda que possuísse um imenso potencial — chegando a lutar de igual para igual com Jiren e com Goku na forma Ultra Instinto —, a fusão exigia um treinamento maior e as duas personagens não conseguiram mantê-la durante a competição.

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2. Fusão Zamasu

Quando a união de Zamasu com Goku (que gerou o Goku Black) não conseguiu mais dar conta de enfrentar o herói, Vegeta e Trunks, ele resolveu se fundir com a sua versão do futuro — o que resultou no chamado Fusão Zamasu, que tem a energia de um deus da destruição.

O guerreiro apocalíptico quase venceu os heróis, mas teve de lidar diretamente com Vegetto. O retorno desta versão estava em um nível elevado de poder, com a capacidade do SSJ God SSJ — porém, foi derrotado apenas por Zeno. 

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1. Gogeta SSJ God SSJ (“Azul”)

Quando Broly e seu exército ameaçaram a Terra, ficou clara a diferença de poderes entre o Lendário Super Saiyajin e os demais. Mesmo com habilidades acima da expectativa, Goku e Vegeta não conseguiram dar conta do brutal guerreiro.

Para vencê-lo, tiveram de apelar para a fusão de Gogeta SSJ God SSJ — que conseguiu bater de frente com a ameaça. Ainda que Vegetto seja o favorito de muitos e não teve oportunidades de mostrar a que veio, essa versão inegavelmente recebeu toda a atenção e brilhou em seu lugar. 

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As fusões mais poderosas de Dragon Ball

Como a saga nunca acabou oficialmente, é possível que os roteiristas consigam trabalhar novas fusões ou até reforçar as atuais — com uma nova escala de poder e que ganhem mais tempo de tela para mostrar seu verdadeiro potencial.

Porém, entre as fusões mais poderosas em Dragon Ball, temos:

  1. Gogeta SSJ God SSJ (“Azul”)

  2. Fusão Zamasu

  3. Kefla

  4. Vegetto

  5. Gogeta SSJ4

  6. Uub

  7. Gotenks

  8. Aka

  9. Piccolo

  10. Kibitoshin

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12 maiores casos de propaganda enganosa da indústria dos jogos

1 August 2026 at 14:31

A indústria dos jogos é feita de encanto e grandes promessas, com expectativas altas para que uma experiência cumpra tudo aquilo que foi dito e mostrado.

Contudo, isso muitas vezes se torna um verdadeiro tiro no pé. Afinal de contas, dá para trazer toda a magia que traduza as palavras e vídeos em uma aventura incrível?

Algumas vezes, isso é possível. Em outras, se torna uma grande mentira que deixa milhares (às vezes, milhões) de jogadores amargurados com grandes franquias e produtoras.

Veja 12 dos maiores casos de propaganda enganosa dos jogos, que passaram bem longe de honrar com as palavras que foram ditas.

12. Loot boxes em Star Wars Battlefront II

Após dividir a comunidade em Star Wars Battlefront (2015), a Electronic Arts jurou de pés juntos que consertaria a falta de conteúdo vista na experiência na sua sequência. A ideia era trazer um game recheado em Star Wars Battlefront II (2017), sem cobrar DLCs. 

Porém, o sistema agressivo de loot boxes caiu como uma verdadeira bomba na comunidade: alguns itens, como personagens, só podiam ser obtidos após 40 horas de grinding intenso (ou o gasto excessivo em microtransações). A situação ficou tão fora de controle que a Disney precisou intervir. 

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11. Downgrade inexplicável

Já viu aquele trailer maravilhoso para, no final, ter uma experiência bem diferente daquilo que prometeram? Isso acontece de vez em quando, mas nenhum que tenha se equiparado a casos como de Alien: Colonial Marines (2013) e Watch Dogs (2014).

Além de desapontarem o público com seus gráficos diferentes daquilo que foi garantido em trailers, ambos tinham diversos problemas de desempenho que impactaram o público. No fim, a SEGA e a Ubisoft conseguiram se redimir com os fãs, mas foram os maiores exemplos de propaganda enganosa nos jogos. 

10. Foco no PlayStation 5? Não é bem assim

Antes do PS5 chegar em 2020, o antigo CEO da marca, Jim Ryan, prometeu que o videogame estaria repleto de exclusivos e não replicaria a abordagem “cross-gen” vista na concorrência. Na prática, vimos mais do mesmo na plataforma da Sony.

Horizon Forbidden West (2022) God of War Ragnarök (2023), Marvel’s Spider-Man: Miles Morales (2020), Gran Turismo 7 (2022) e outros foram disponibilizados no console atual e no PS4 — o que fez muita gente se sentir traída por “correr” para comprar o console mais recente. 

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9. Fable passou longe do que foi prometido

O desenvolvedor Peter Molyneux sempre foi conhecido por prometer o impossível, mas em Fable (2004) ele foi além e garantiu que os jogadores veriam um RPG vivo, dinâmico e que teria uma passagem de tempo similar à vista no mundo real.

No fim, era mais uma propaganda enganosa da indústria dos jogos. Linear, o título passava distante do simulador de vida que foi declarado pelo time de produção e sequer era possível “plantar uma semente e vê-la crescer” com o passar dos anos. 

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8. Multiplayer ilusório de No Man’s Sky

O estúdio independente Hello Games prometeu o universo (literalmente, nesse caso) com No Man’s Sky (2016), que traria entre uma das suas principais funções o multiplayer online. Os criadores já afirmavam que seria difícil encontrar jogadores pela amplitude, mas desde quando o público não aceitaria o desafio, não é?

No lançamento, dois streamers combinaram de ir para o exato mesmo planeta e se encontrarem na mesma coordenada. Mesmo com os dois no mesmo lugar, não conseguiam se ver. Na prática, ele não tinha modo online — que chegou anos depois, mas que deixou muitos fãs irados com a desenvolvedora por muito tempo.

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7. SimCity não funciona offline

Quando a EA decidiu retomar SimCity (2013), um dos aspectos que mais deixou o público curioso era a obrigatoriedade de estar conectado o tempo todo. A produtora revelou que era assim por causa do peso da simulação, tão “complexa” que offline não seria possível administrar o game.

A propaganda enganosa do jogo caiu no dia do lançamento, no momento em que os servidores caíram. Modders, ao alterar uma linha de código, provaram que o título rodava perfeitamente sem conexão e descobriram que a obrigação era para o sistema antipirataria (DRM) funcionar. 

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6. Zelda exclusivo no Wii U não existiu

Toda geração de consoles Nintendo recebeu um grande jogo da franquia The Legend of Zelda, desde o NES. Quando The Legend of Zelda: Breath of the Wild (2017) foi anunciado em 2014, foi para mostrar que o Wii U ainda tinha forças e receberia a aventura de Link como o grande chamariz da geração.

Após ser adiado diversas vezes, ele virou na verdade o maior atrativo do Switch — console híbrido que veio na sequência. Ainda que a Big N tenha cumprido a promessa de liberar a aventura no antecessor, muitos que compraram o videogame apenas na expectativa de tê-lo apenas ali se sentiram traídos. 

5. Modo história (PvE) em Overwatch 2

Após o imenso sucesso que Overwatch (2016) fez, a Blizzard começou a trabalhar em Overwatch 2 (2023) e prometeu muitas coisas ao longo dos anos. A justificativa para o novo projeto seria a inclusão do PvE cooperativo com uma história inédita que envolvesse os seus heróis.

Os constantes atrasos e adiamentos obrigaram o time de desenvolvimento a abrir mão desta modalidade, que caiu como uma bomba para o público. No fim das contas, a produtora queria apenas mudar o modelo de monetização (para incluir os Passes de Temporada) e reduzir o número de jogadores em partidas. 

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4. Cyberpunk 2077 no PS4 e XBOX One

A CD Projekt Red prometeu o mundo em Cyberpunk 2077 (2020), com a afirmação de que eles rodariam perfeitamente em plataformas como o PS4 e XBOX One — mesmo com uma nova geração de consoles já presentes no mercado.

Porém, o problema já estava nos reviews: eles mandaram para análise apenas as versões de PC. Na sua chegada, o título estava injogável nos videogames de 2013 e sofreu diversas ações para proteger o consumidor. A Sony, por exemplo, o removeu das lojas digitais e ofereceu reembolso. 

Cyberpunk-2077-Img1

3. Kinect obrigatório

Na chegada do XBOX One em 2013, um dos fatores que mais afastava o consumidor era seu preço. Porém, a justificativa é de que ele tinha de ser acompanhado pelo Kinect — seu sensor de movimentos. A Microsoft afirmava que ele era uma parte essencial de como o público jogaria no console naquela geração.

Com vendas em queda, a companhia atualizou o sistema para não exigir mais o acessório e o tirou das caixas. Assim, seu preço foi reduzido e ele voltou a vender de forma mais saudável. O desuso do Kinect veio logo depois, o que deixou muita gente que tinha comprado o periférico na mão e com um grande peso de papel.

2. Fallout 76 e sua famosa “bolsa de lona”

A Bethesda também tem sua cota de propaganda enganosa na indústria de jogos, principalmente com a chegada de Fallout 76 (2018). Foi prometido aos jogadores que eles receberiam uma bolsa de lona com a Edição de Colecionador, com resistência e temática militar.

Na prática, apenas influenciadores e pessoas selecionadas ganharam esse item em um evento. Quem a comprou por US$ 200 recebeu em casa uma sacola de nylon que mais parecia um saco de lixo. A companhia até tentou alegar sobre a “escassez de materiais”, mas a desculpa não colou. 

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1. PlayStation: “como você empresta e compartilha jogos?”

Quando o XBOX One foi anunciado em 2013, com restrição online e com jogos “presos” no sistema dos jogadores, a Sony Interactive Entertainment foi brincar com a situação e gravou um vídeo para mostrar como o usuário podia emprestar e compartilhar seus games no PS4. 

O tom bem-humorado marcou a época e mostrou uma superioridade do PlayStation. Como o mundo não gira, ele capota: hoje a companhia digital ameaça a produção de discos e todos os seus títulos serão vendidos pela PS Store — que impede de emprestar e compartilhar, veja só. Propaganda enganosa total. 

Não caia em golpe nos jogos

Ainda que veja essa seleção com 12 promessas descumpridas, existem várias outras histórias — como Silent Hills com Hideo Kojima, uma nova era para Final Fantasy com “Versus XIII”, a falsa campanha de Halo 5: Guardians e vários outros.

Para não cair em propaganda enganosa, é importante que nunca bote a mão no fogo por declarações e promessas. Pode ser um trailer, uma mensagem nas redes sociais e o que for: só há garantia de algo certo quando ele já está disponível. Entre os maiores golpes na indústria dos jogos, você já viu:

  1. PlayStation: “como você empresta e compartilha jogos?”

  2. Fallout 76 e sua famosa “bolsa de lona”

  3. Kinect obrigatório

  4. Cyberpunk 2077 no PS4 e XBOX One

  5. Modo história (PvE) em Overwatch 2

  6. Zelda exclusivo no Wii U não existiu

  7. SimCity não funciona offline

  8. Multiplayer ilusório de No Man’s Sky

  9. Fable passou longe do que foi prometido

  10. Foco no PlayStation 5? Não é bem assim

  11. Downgrade inexplicável

  12. Loot boxes em Star Wars Battlefront II

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