A Xiaomi lançou na China um novo aparelho pensado para deixar o banheiro mais confortável nos dias frios. Trata-se do Mijia Smart Bathroom Heater 2C, que é instalado no teto e reúne aquecimento, ventilação e iluminação em um único equipamento.
O destaque fica por conta de um módulo de aquecimento de grafeno com 3.000 W, acompanhado por um sistema de ventilação capaz de distribuir o ar quente pelo ambiente. O fluxo de ar pode oscilar em um ângulo entre 60° e 100°, enquanto um mecanismo de controle de temperatura ajusta o funcionamento para manter o ambiente aquecido de maneira mais constante.
O aparelho também permite usar aquecimento e ventilação ao mesmo tempo. Segundo as especificações divulgadas, a capacidade de exaustão chega a 180 m³/h, permitindo renovar o ar enquanto o sistema térmico continua funcionando.
Radar detecta presença no banheiro
Uma das funções mais interessantes do aquecedor está em umradar de 24 GHz integrado ao equipamento. O sensor consegue identificar a presença de pessoas e automatizar recursos como iluminação e ventilação, com possibilidade de ajustar tanto a sensibilidade quanto a distância de detecção.
O funcionamento também pode ser controlado pelo celular ou por comandos de voz, além de aceitar programações de horário. Na prática, é possível usar o aparelho para preparar o banheiro antes do banho ou configurar determinadas funções para serem acionadas em momentos específicos.
O equipamento ainda traz uma luminária LED de 1.600 lúmens e acompanha um painel Bluetooth que pode ser instalado na parede. O produto conta com proteção contra superaquecimento e curto-circuito, além de grau de proteção IPX2 contra água.
O Mijia Smart Bathroom Heater 2C começa a ser vendido na China no dia 21 de setembro, chegando ao mercado por 882 yuans (cerca de R$ 675 na cotação atual). Ainda não há informações sobre o lançamento do aparelho em outras regiões.
A Xiaomi começou a detalhar uma das principais novidades de sua próxima geração de celulares top de linha. A série Xiaomi 18 Pro terá uma tela adicional na traseira integrada ao módulo de câmeras, e que poderá funcionar como um pequeno painel inteligente para acessar diferentes recursos sem precisar virar o aparelho.
As novas informações foram divulgadas pela própria fabricante em sua conta oficial na rede social Weibo. Na publicação, a Xiaomi afirma que o componente poderá reunir diferentes funções e promete “milhares de possibilidades” para a segunda tela.
A empresa também faz uma breve referência ao uso de inteligência artificial (IA) no novo dispositivo, mas ainda não explica como a tecnologia será integrada ao display traseiro.
Um vídeo de divulgação do aparelho ajuda a mostrar melhor o que a marca prepara. O painel poderá exibir pedidos de comida, lembretes, informações de atividades físicas, compromissos e até mesmo receitas. Em uma das demonstrações, a tela mostra um cronômetro de 25 minutos, enquanto outra apresenta cartões para estudar palavras em inglês.
Ou seja, a própria Xiaomi indica que a tela traseira vai além de recursos voltados apenas a relógio e notificações. O painel também poderá ser utilizado em tarefas do cotidiano, com o intuito de reduzir a necessidade de recorrer ao display principal para interações mais simples.
A empresa afirmou que a série Xiaomi 18 Pro será lançada ainda em setembro, embora não tenha revelado uma data específica. Preços e informações sobre disponibilidade internacional também não foram divulgados.
Xiaomi Watch S5 41 mm a caminho
Além dos novos celulares, a Xiaomi confirmou que lançará na China ainda neste mês o Xiaomi Watch S5 de 41 mm, que já entrou em pré-venda no país. O relógio aposta em um design de aparência clássica, pesa 36 gramas e tem espessura de apenas 0,99 cm.
Entre os recursos divulgados pela marca estão:
Acompanhamento do ciclo menstrual;
Sugestões de exercícios;
Gerenciamento de calorias;
Alertas sobre a intensidade da radiação ultravioleta.
O smartwatch será equipado com o HyperOS 4 e poderá funcionar como controle para dispositivos conectados da casa, do carro e outros aparelhos do ecossistema da marca. A fabricante ainda promete até 14 dias de autonomiacom uma carga.
Você termina o banho, percebe que a região da ligação do chuveiro soltou um cheiro de queimado e então surge a dúvida: isso faz parte do funcionamento ou é sinal de problema? A primeira reação pode ser pensar que esse calor é esperado em um aparelho tão potente, mas o aquecimento também pode indicar falhas na instalação e até risco de incêndio.
A dúvida faz sentido porque o chuveiro elétrico está entre os equipamentos que mais exigem da instalação de uma casa. Durante o funcionamento, uma corrente elevada passa pelos cabos e parte da energia acaba sendo transformada em calor devido à resistência natural dos condutores, fenômeno conhecido comoefeito Joule.
Isso significa que perceber algum aumento de temperatura não indica automaticamente que o equipamento está com defeito. O que merece atenção é a forma como esse aquecimento acontece, principalmente quando fica muito intenso, solta cheiro de queimado ou se concentra em determinados pontos da instalação.
Quando o fio do chuveiro esquentando vira problema?
Uma das possíveis causas é o cabo subdimensionado, ou seja, um fio que não possui espessura adequada para a corrente exigida pelo chuveiro. Nessas condições, o condutor pode aquecer mais do que deveria durante o banho.
Por isso, não existe uma única bitola de fio adequada para qualquer chuveiro. A Lorenzetti, por exemplo, indica fios de 10 mm² e disjuntor de 50 A para aparelhos de 5.500 W em 127 V, enquanto modelos de 7.500 W em 220 V podem exigir fios de 6 mm² e disjuntor de 40 A.
Já para distâncias maiores, a própria fabricante prevê a necessidade de condutores mais grossos para reduzir a queda de tensão ao longo do circuito.
A espessura do cabo, contudo, não é a única explicação possível para o superaquecimento. Uma conexão frouxa ou mal instaladapode criar uma região de maior resistência à passagem da corrente e concentrar calor justamente no ponto em que a fiação do chuveiro encontra os fios da residência.
Por isso, é recomendado o uso de conectores elétricos apropriados para a instalação. Uma área adequada de contato entre os fios reduz a resistência na ligação e ajuda a evitar o aquecimento nesse ponto.
Emendas mal feitas, como aquelas com fita isolante, podem provocar um problema semelhante. Ligações improvisadas ou componentes inadequados criam pontos nos quais o calor pode ficar concentrado, mesmo que o restante da fiação pareça estar em boas condições.
Quando há risco de incêndio?
O sinal de alerta fica mais evidente quando o calor começa a deixar marcas. De acordo com a Enel, distribuidora de energia elétrica em estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará, entre os indícios de problemas na instalação estão:
Cheiro de queimado;
Marcas de derretimento ou escurecimento;
Fios excessivamente quentes ao toque.
A empresa também cita fiação antiga ou mal dimensionada e conexões mal feitas entre os problemas capazes de comprometer uma instalação elétrica.
O risco aumenta porque temperaturas elevadas podem deteriorar o material que isola os fios e danificar conectores ou outros componentes próximos. Dependendo da falha, o calor pode continuar se acumulando até atingir materiais capazes de entrar em combustão.
O que fazer se o fio do chuveiro estiver muito quente?
Ao perceber aquecimento excessivo dos fios, cheiro de queimado ou sinais de derretimento, a recomendação mais segura é interromper o uso do chuveiro e solicitar a avaliação de um eletricista. Continuar utilizando o equipamento pode agravar uma falha que já está comprometendo a instalação.
Também não é recomendado improvisar emendas, reapertar conexões sem conhecimento técnico ou simplesmente substituir o fio por outro mais grosso. Isso porque o problema pode estar no dimensionamento do circuito, no ponto de conexão ou em outros componentes, e a causa precisa ser identificada antes do reparo.
Ou seja, é normal que a passagem de corrente gere algum calor nos condutores, especialmente em um equipamento de alta potência como o chuveiro. O que não deve ser encarado como normal é o superaquecimento, que pode indicar desde um cabo inadequado até uma conexão frouxa ou uma emenda mal feita.
Você termina o banho, percebe que a região da ligação do chuveiro soltou um cheiro de queimado e então surge a dúvida: isso faz parte do funcionamento ou é sinal de problema? A primeira reação pode ser pensar que esse calor é esperado em um aparelho tão potente, mas o aquecimento também pode indicar falhas na instalação e até risco de incêndio.
A dúvida faz sentido porque o chuveiro elétrico está entre os equipamentos que mais exigem da instalação de uma casa. Durante o funcionamento, uma corrente elevada passa pelos cabos e parte da energia acaba sendo transformada em calor devido à resistência natural dos condutores, fenômeno conhecido comoefeito Joule.
Isso significa que perceber algum aumento de temperatura não indica automaticamente que o equipamento está com defeito. O que merece atenção é a forma como esse aquecimento acontece, principalmente quando fica muito intenso, solta cheiro de queimado ou se concentra em determinados pontos da instalação.
Quando o fio do chuveiro esquentando vira problema?
Uma das possíveis causas é o cabo subdimensionado, ou seja, um fio que não possui espessura adequada para a corrente exigida pelo chuveiro. Nessas condições, o condutor pode aquecer mais do que deveria durante o banho.
Por isso, não existe uma única bitola de fio adequada para qualquer chuveiro. A Lorenzetti, por exemplo, indica fios de 10 mm² e disjuntor de 50 A para aparelhos de 5.500 W em 127 V, enquanto modelos de 7.500 W em 220 V podem exigir fios de 6 mm² e disjuntor de 40 A.
Já para distâncias maiores, a própria fabricante prevê a necessidade de condutores mais grossos para reduzir a queda de tensão ao longo do circuito.
A espessura do cabo, contudo, não é a única explicação possível para o superaquecimento. Uma conexão frouxa ou mal instaladapode criar uma região de maior resistência à passagem da corrente e concentrar calor justamente no ponto em que a fiação do chuveiro encontra os fios da residência.
Por isso, é recomendado o uso de conectores elétricos apropriados para a instalação. Uma área adequada de contato entre os fios reduz a resistência na ligação e ajuda a evitar o aquecimento nesse ponto.
Emendas mal feitas, como aquelas com fita isolante, podem provocar um problema semelhante. Ligações improvisadas ou componentes inadequados criam pontos nos quais o calor pode ficar concentrado, mesmo que o restante da fiação pareça estar em boas condições.
Quando há risco de incêndio?
O sinal de alerta fica mais evidente quando o calor começa a deixar marcas. De acordo com a Enel, distribuidora de energia elétrica em estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará, entre os indícios de problemas na instalação estão:
Cheiro de queimado;
Marcas de derretimento ou escurecimento;
Fios excessivamente quentes ao toque.
A empresa também cita fiação antiga ou mal dimensionada e conexões mal feitas entre os problemas capazes de comprometer uma instalação elétrica.
O risco aumenta porque temperaturas elevadas podem deteriorar o material que isola os fios e danificar conectores ou outros componentes próximos. Dependendo da falha, o calor pode continuar se acumulando até atingir materiais capazes de entrar em combustão.
O que fazer se o fio do chuveiro estiver muito quente?
Ao perceber aquecimento excessivo dos fios, cheiro de queimado ou sinais de derretimento, a recomendação mais segura é interromper o uso do chuveiro e solicitar a avaliação de um eletricista. Continuar utilizando o equipamento pode agravar uma falha que já está comprometendo a instalação.
Também não é recomendado improvisar emendas, reapertar conexões sem conhecimento técnico ou simplesmente substituir o fio por outro mais grosso. Isso porque o problema pode estar no dimensionamento do circuito, no ponto de conexão ou em outros componentes, e a causa precisa ser identificada antes do reparo.
Ou seja, é normal que a passagem de corrente gere algum calor nos condutores, especialmente em um equipamento de alta potência como o chuveiro. O que não deve ser encarado como normal é o superaquecimento, que pode indicar desde um cabo inadequado até uma conexão frouxa ou uma emenda mal feita.
A Vivo (Jovi no Brasil) começou a revelar o que prepara para sua nova geração de celulares premium, e o foco está novamente nas câmeras. A empresa detalhou que o Vivo X500 Pro contará com uma combinação de novo processador, recursos avançados para fotos e vídeos e tecnologias que o aproximam de uma máquina fotográfica.
Uma das principais novidades será o Dimensity 9600 Pro, novo chip de alto desempenho da MediaTek produzido em processo de 2 nanômetros. O processador conta ainda com uma arquitetura de CPU com dois núcleos de alto desempenho.
A linha X500 Pro será a primeira do mundo equipada com o processador, desenvolvido em uma parceria de três anos entre Vivo e MediaTek. A novidade foi apresentada durante um evento da própria MediaTek, no qual Shi Yujian, vice-presidente sênior e diretor de tecnologia da Vivo, destacou a incorporação do chip aos futuros dispositivos da companhia.
Parceria se estendeu ao conjunto fotográfico
A colaboração entre as empresas também se estendeu às câmeras. As companhias desenvolveram em conjunto um novo sistema de processamento de imagem, que reúne cinco recursos voltados à fotografia e ao vídeo.
Entre os destaques está uma tecnologia dedicada a gravações profissionais capaz de registrar vídeos em 4K a 120 fps e 10 bits no formato Log.
O conjunto inclui ainda a segunda geração de um NPU dedicado ao processamento de imagem, com rastreamento de foco a 60 fps, além de um chip proprietário da Vivo voltado às câmeras. A fabricante também destacou suporte a vídeos de retrato em 4K com Dolby Vision e uma tecnologia de super-resolução para gravações feitas com grandes níveis de aproximação.
A apresentação antecipou ainda um novo processador voltado à inteligência artificial (IA) e um recurso de aprimoramento de imagens com auxílio da tecnologia. Mais detalhes sobre o funcionamento das novidades e sobre o conjunto completo de câmeras devem ser apresentados no evento oficial de lançamento do X500 Pro, no dia 21 de setembro.
O que mais esperar do Vivo X500 Pro
A nova geração já vinha aparecendo em vazamentos antes das revelações feitas por Shi Yujian. Informações anteriores indicam que a família deve ser formada inicialmente por Vivo X500, X500 Pro e X500 Pro Max, com os dois aparelhos mais avançados mantendo um grande módulo circular de câmeras na traseira.
Os rumores apontam que X500 Pro e Pro Max podem contar com sistemas de três câmeras e sensores de até 200 MP. Há ainda a expectativa de que o modelo Pro chegue às lojas com uma tela de aproximadamente 6,4 polegadas, enquanto o Pro Max pode aumentar o painel para 6,85 polegadas.
Enquanto aguardamos pela chegada da linha X500, que tal conferir como funciona o seu antecessor? O Canaltech testou o Jovi X300 Ultra e te conta se vale a pena pagar R$ 20 mil no aparelho.
A Vivo (Jovi no Brasil) começou a revelar o que prepara para sua nova geração de celulares premium, e o foco está novamente nas câmeras. A empresa detalhou que o Vivo X500 Pro contará com uma combinação de novo processador, recursos avançados para fotos e vídeos e tecnologias que o aproximam de uma máquina fotográfica.
Uma das principais novidades será o Dimensity 9600 Pro, novo chip de alto desempenho da MediaTek produzido em processo de 2 nanômetros. O processador conta ainda com uma arquitetura de CPU com dois núcleos de alto desempenho.
A linha X500 Pro será a primeira do mundo equipada com o processador, desenvolvido em uma parceria de três anos entre Vivo e MediaTek. A novidade foi apresentada durante um evento da própria MediaTek, no qual Shi Yujian, vice-presidente sênior e diretor de tecnologia da Vivo, destacou a incorporação do chip aos futuros dispositivos da companhia.
Parceria se estendeu ao conjunto fotográfico
A colaboração entre as empresas também se estendeu às câmeras. As companhias desenvolveram em conjunto um novo sistema de processamento de imagem, que reúne cinco recursos voltados à fotografia e ao vídeo.
Entre os destaques está uma tecnologia dedicada a gravações profissionais capaz de registrar vídeos em 4K a 120 fps e 10 bits no formato Log.
O conjunto inclui ainda a segunda geração de um NPU dedicado ao processamento de imagem, com rastreamento de foco a 60 fps, além de um chip proprietário da Vivo voltado às câmeras. A fabricante também destacou suporte a vídeos de retrato em 4K com Dolby Vision e uma tecnologia de super-resolução para gravações feitas com grandes níveis de aproximação.
A apresentação antecipou ainda um novo processador voltado à inteligência artificial (IA) e um recurso de aprimoramento de imagens com auxílio da tecnologia. Mais detalhes sobre o funcionamento das novidades e sobre o conjunto completo de câmeras devem ser apresentados no evento oficial de lançamento do X500 Pro, no dia 21 de setembro.
O que mais esperar do Vivo X500 Pro
A nova geração já vinha aparecendo em vazamentos antes das revelações feitas por Shi Yujian. Informações anteriores indicam que a família deve ser formada inicialmente por Vivo X500, X500 Pro e X500 Pro Max, com os dois aparelhos mais avançados mantendo um grande módulo circular de câmeras na traseira.
Os rumores apontam que X500 Pro e Pro Max podem contar com sistemas de três câmeras e sensores de até 200 MP. Há ainda a expectativa de que o modelo Pro chegue às lojas com uma tela de aproximadamente 6,4 polegadas, enquanto o Pro Max pode aumentar o painel para 6,85 polegadas.
Enquanto aguardamos pela chegada da linha X500, que tal conferir como funciona o seu antecessor? O Canaltech testou o Jovi X300 Ultra e te conta se vale a pena pagar R$ 20 mil no aparelho.
Pequena o suficiente para caber quase inteira na palma da mão, a nova Fujifilm Instax Pal 2 tem dimensões que podem fazer o aparelho parecer mais um acessório do que uma câmera. Apesar do tamanho, o dispositivo registra fotos de até 10 MP, tem visor óptico e recursos encontrados em câmeras digitais maiores.
O modelo é a segunda geração da Instax Pal e abandona o formato arredondado da antecessora para adotar um design mais próximo de uma câmera tradicional em miniatura. A Fujifilm também adicionou uma pequena tela LCD na parte superior, usada para visualizar as imagens registradas.
Mesmo carregando o nome Instax, porém, a Pal 2 não imprime fotografias sozinha. Os arquivos ficam armazenados digitalmente e podem ser enviados ao celular ou transferidos para impressoras Instax compatíveis e câmeras híbridas da marca para serem levados ao papel.
Bing Liem, presidente da divisão de imagem da Fujifilm na América do Norte, afirma que a fabricante levou em consideração as reações à primeira geração durante o desenvolvimento do novo modelo.
“Ao desenvolver a Pal 2, reunimos um amplo retorno dos consumidores sobre a versão original. Com o novo visual, que lembra uma câmera analógica clássica, além do visor óptico e da possibilidade de enviar e publicar as imagens digitalmente ou imprimi-las por meio de impressoras Instax para smartphones ou de nossas câmeras híbridas Evo, a Pal 2 coloca diferentes opções na palma da mão”, destaca Liem em comunicado.
Instax Pal 2 traz filtros e até modo de animação
Além do novo formato, a câmera ganhou recursos voltados à criação das imagens. É possível fotografar em 10 MP ou 1 MP, aplicar até 30 efeitos divididos em diferentes categorias e escolher entre formatos inspirados nos filmes Instax Mini, Square e Wide.
Outro recurso é o Instax Animation, que registra até dez fotos consecutivas e transforma a sequência em uma animação no estilo flipbook. O aplicativo Instax Pal também pode ser usado como controle remoto, além de receber, editar e compartilhar as fotografias pelo celular.
A ficha técnica da câmera inclui ainda sensorCMOS de 1/3,06 de polegada e lente equivalente a 28 mm, com abertura f/2.2 e foco a partir de 8 cm. O modelo também trabalha com ISO automático entre 100 e 1.600 e conta com flash integrado para auxiliar em ambientes com pouca iluminação.
Já a memória interna comporta aproximadamente 100 fotos, enquanto o suporte a cartões microSD permite ampliar o armazenamento. A Instax Pal 2 mede 37 x 42 x 92,3 mm, pesa cerca de 87 gramas e tem bateria recarregável, com carregamento via USB-C.
A Instax Pal 2 chega aos Estados Unidos no fim de setembro nas cores preta e branca, com preço sugerido de US$ 169,95(cerca de R$ 871 na cotação atual). Ainda não há informações sobre preço ou data de lançamento da nova câmera da Fujifilm no Brasil.
Pequena o suficiente para caber quase inteira na palma da mão, a nova Fujifilm Instax Pal 2 tem dimensões que podem fazer o aparelho parecer mais um acessório do que uma câmera. Apesar do tamanho, o dispositivo registra fotos de até 10 MP, tem visor óptico e recursos encontrados em câmeras digitais maiores.
O modelo é a segunda geração da Instax Pal e abandona o formato arredondado da antecessora para adotar um design mais próximo de uma câmera tradicional em miniatura. A Fujifilm também adicionou uma pequena tela LCD na parte superior, usada para visualizar as imagens registradas.
Mesmo carregando o nome Instax, porém, a Pal 2 não imprime fotografias sozinha. Os arquivos ficam armazenados digitalmente e podem ser enviados ao celular ou transferidos para impressoras Instax compatíveis e câmeras híbridas da marca para serem levados ao papel.
Bing Liem, presidente da divisão de imagem da Fujifilm na América do Norte, afirma que a fabricante levou em consideração as reações à primeira geração durante o desenvolvimento do novo modelo.
“Ao desenvolver a Pal 2, reunimos um amplo retorno dos consumidores sobre a versão original. Com o novo visual, que lembra uma câmera analógica clássica, além do visor óptico e da possibilidade de enviar e publicar as imagens digitalmente ou imprimi-las por meio de impressoras Instax para smartphones ou de nossas câmeras híbridas Evo, a Pal 2 coloca diferentes opções na palma da mão”, destaca Liem em comunicado.
Instax Pal 2 traz filtros e até modo de animação
Além do novo formato, a câmera ganhou recursos voltados à criação das imagens. É possível fotografar em 10 MP ou 1 MP, aplicar até 30 efeitos divididos em diferentes categorias e escolher entre formatos inspirados nos filmes Instax Mini, Square e Wide.
Outro recurso é o Instax Animation, que registra até dez fotos consecutivas e transforma a sequência em uma animação no estilo flipbook. O aplicativo Instax Pal também pode ser usado como controle remoto, além de receber, editar e compartilhar as fotografias pelo celular.
A ficha técnica da câmera inclui ainda sensorCMOS de 1/3,06 de polegada e lente equivalente a 28 mm, com abertura f/2.2 e foco a partir de 8 cm. O modelo também trabalha com ISO automático entre 100 e 1.600 e conta com flash integrado para auxiliar em ambientes com pouca iluminação.
Já a memória interna comporta aproximadamente 100 fotos, enquanto o suporte a cartões microSD permite ampliar o armazenamento. A Instax Pal 2 mede 37 x 42 x 92,3 mm, pesa cerca de 87 gramas e tem bateria recarregável, com carregamento via USB-C.
A Instax Pal 2 chega aos Estados Unidos no fim de setembro nas cores preta e branca, com preço sugerido de US$ 169,95(cerca de R$ 871 na cotação atual). Ainda não há informações sobre preço ou data de lançamento da nova câmera da Fujifilm no Brasil.
A Claro começou a liberar um novo recurso para reduzir chamadas abusivas e potencialmente fraudulentas. Batizada de Claro Chamada Segura, a ferramenta é gratuita, identifica números que realizam um volume massivo de ligações e impede que determinados contatos cheguem ao celular do cliente.
A proteção está sendo habilitada automaticamente para a base de usuários da operadora, incluindo assinantes de planos pré-pagos, controle e pós-pagos. O aviso começou a ser enviado por SMS, e aqueles que não quiserem usar o serviço podem desativá-lo pelo link disponibilizado na própria mensagem.
Diferentemente de aplicativos que identificam chamadas suspeitas no aparelho, o bloqueio acontece diretamente na rede da Claro. Com isso, uma ligação enquadrada pelos critérios do sistema é interrompida antes mesmo de fazer o telefone tocar.
Em contato com o Canaltech, a Claro explicou que osistema foi desenvolvido internamente e não utiliza ferramentas comerciais disponíveis nas lojas de aplicativos.
"A Claro seguirá avaliando e testando novas tecnologias que melhorem a experiência de uso dos seus serviços e façam diferença na vida dos seus clientes", acrescentou a operadora em nota.
Como funciona o Claro Chamada Segura
A ferramenta mira números associados a ligações em massa e ao e que caracterizam uso fraudulento ou abusivo da rede. O critério descrito até agora está relacionado ao comportamento das chamadas, especialmente quando há um volume elevado de ligações realizadas pelo mesmo número.
A estratégia acompanha um movimento mais amplo das operadoras brasileiras para adotar filtros antispam capazes de bloquear chamadas diretamente na rede. Além de reduzir contatos incômodos, essas ferramentas buscam dificultar práticas que usam chamadas automatizadas ou em grande escala para alcançar possíveis vítimas.
Vale ressaltar que o serviço é gratuito e não exige a instalação de nenhum app. Como a análise acontece na própria infraestrutura da operadora, o cliente recebe a proteção automaticamente e pode optar por desativá-la na plataforma Minha Claro caso não queira utilizar o recurso.
Modelo já gerou disputa entre operadoras
A Vivo foi a primeiras grande operadora a adotar um sistema semelhante, chamado Vivo Anti-Spam. A empresa recebeu o aval da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para manter o serviço mesmo diante de reclamações feitas por outras companhias do setor.
Um dos atritos mais diretos gerados pela implementação do Vivo Anti-Spam ocorreu com a TIM. A rival chegou a argumentar que os critérios adotados pela Vivo poderiam impedir contatos legítimos, mas a Anatel considerou o mecanismo regular.
O setor de telemarketing, representado pela Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), também procurou a Anatel para apresentar reclamações relacionadas à implementação dessas ferramentas. A principal preocupação era que os critérios adotados pelas operadoras fossem amplos ou discricionários demais.
Ainda assim, a agência manteve o aval ao modelo, mas recomendou a adoção de princípios como proporcionalidade, transparência, auditabilidade e reversibilidade na aplicação desses mecanismos.