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Hacker de GTA 6 saca R$ 1,5 milhão doados por "fãs" e some do mapa

28 August 2026 at 20:09

Poucas horas antes do anúncio oficial do gameplay de GTA 6 nesta quinta-feira (27), o hacker (ou grupo) que ficou conhecido como CyberLeek — responsável por vazar cerca de 15 conteúdos do jogo sob a justificativa de um suposto ativismo contra a decisão da Rockstar de lançar o título apenas em mídia digital — sacou o equivalente a R$ 1,5 milhão do esquema de criptomoeda que montou em torno dos próprios vazamentos.

O momento escolhido não foi coincidência e aconteceu minutos antes da estreia de "GTA 6: Um Olhar Estendido" na Netflix, o primeiro material oficial de gameplay divulgado pela Rockstar desde o anúncio do jogo. Com o aparente golpe consumado, a novela dos vazamentos parece ter chegado ao fim e ao seu verdadeiro objetivo.

Como o rastro do dinheiro foi descoberto

Em reportagem do início desta semana, o Canaltech havia detalhado como o leaker construiu uma comunidade fiel ao seu redor, a ponto de ser tratado como "herói" por parte do público e ver sua memecoin, batizada de $CYBERLEEK, virar alvo de investimento por parte dos fãs mais engajados na saga dos vazamentos.

Foi justamente o comportamento dessa comunidade que permitiu identificar o golpe. Em uma análise detalhada compartilhada no GTAForums, o usuário Vice Cit rastreou a movimentação das carteiras ligadas ao token e apontou que o hacker distribuiu o equivalente a US$ 268 mil (mais de R$ 1,4 milhão, na cotação atual) em quatro transações distintas, feitas instantes antes da revelação oficial da Rockstar.

O valor foi pulverizado em pelo menos três carteiras digitais diferentes, numa tentativa de dificultar o rastreamento, com parte dos recursos passando pelas exchanges KuCoin e CCE.Cash e outra fração ainda parada em endereços sem movimentação.

 

 

O levantamento também sugere que pelo menos duas pessoas podem estar por trás da identidade de CyberLeek, cada uma utilizando métodos distintos para sacar os fundos — o que reforça a tese de uma operação coordenada e não de um ativista solitário agindo por impulso. Até o momento, a identidade dos responsáveis segue desconhecida.

Sinais que já apontavam para a fraude

Quem acompanhou o caso de perto já vinha notando os indícios de monetização por trás do discurso de protesto.

CyberLeek chegou a distribuir supostas builds do jogo para PC — que, na prática, eram malwares disfarçados, incluindo um arquivo de mais de 113 GB batizado com o nome do suposto vazamento e recheado de código malicioso capaz de desativar antivírus e comprometer o sistema de quem tentasse rodá-lo.

O hacker também condicionou a liberação de novos clipes — como o do clube de striptease do jogo — a metas de valorização da própria memecoin, e chegou a cobrar adiantado US$ 160 mil de interessados em negociar espaços publicitários dentro dos vídeos vazados.

GTA 6 Lucia

A desculpa dada pelo grupo pregava o fim das pré-vendas digitais, a proibição de DLCs com conteúdo já presente nos arquivos do jogo base e a criação de modos offline obrigatórios — pautas que ressoaram com uma parcela frustrada da comunidade gamer e ajudaram a construir a legitimidade necessária para sustentar o esquema.

Nenhuma dessas reivindicações, porém, impediu que o token criado em cima da polêmica movimentasse dezenas de milhões de dólares em volume de negociação ao longo das últimas semanas.

Preço pago pela comunidade

Com o saque, o golpe de GTA 6 se completou: a memecoin desvalorizou cerca de 75% em questão de horas, deixando quem apostou no projeto a ver navios. É o desfecho mais comum entre memecoins ligadas a eventos virais — ativos sem qualquer utilidade real, cujo valor depende inteiramente da atenção nas redes sociais e que costumam desabar assim que o interesse do público esfria ou os criadores decidem embolsar os ganhos.

Segundo a análise de Vice Cit, o próprio CyberLeek parece ter percebido essa curva de interesse encolhendo nas 24 horas anteriores ao "Olhar Estendido" da Netflix, o que teria motivado a decisão de sacar o dinheiro enquanto a moeda ainda mantinha alguma liquidez e antes que a atenção do público migrasse de vez para o material oficial da Rockstar.

Vazamentos de GTA 6 vão continuar?

Com o esquema de criptomoeda encerrado e os responsáveis fora do radar, resta saber se ainda veremos algum vazamento de GTA 6 até a estreia do jogo, marcada para 19 de novembro. A resposta para "o que aconteceu com o hacker de GTA 6" é que, ao menos por enquanto, ele sumiu com o dinheiro assim que o produto que sustentava sua audiência — os vazamentos — deixou de ser a única fonte de imagens do jogo disponível ao público.

Independentemente de novos capítulos surgirem, o esquema construído por CyberLeek já rendeu um estudo de caso e tanto sobre como transformar vazamentos em ativo financeiro: manifesto de protesto para gerar legitimidade, conteúdo vazado como isca de engajamento, memecoin como mecanismo de monetização e, no fim, a saída silenciosa assim que a demanda começa a cair.

Um roteiro digno de Grand Theft Auto, só que, desta vez, o crime não teve nada a ver com um jogo.

Veja 10 detalhes de Um Olhar Estendido de GTA 6 que você não percebeu durante a exibição.

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Roubar carros em GTA 6 vai ficar bem mais difícil; entenda as mudanças

28 August 2026 at 18:03

A Rockstar apresentou nesta quinta-feira (27) o primeiro gameplay completo de GTA 6. Com cerca de 27 minutos, o vídeo traz não só diversas mecânicas e sistemas que vão compor o jogo, como também confirma que o título terá uma pegada muito mais realista do que a vista em Grand Theft Auto 5.

Entre as principais novidades de GTA 6 reveladas no material, os jogadores terão de se preocupar em abastecer os carros, malhar para manter os personagens em forma, comer e beber para preservar a saúde dos protagonistas e, o que mais chamou atenção, vão encontrar bem mais dificuldade para roubar carros do que estávamos acostumados na franquia.

Roubar carros em GTA 6 não será mais só quebrar o vidro

Até então, arrombar um veículo estacionado nas ruas envolvia basicamente quebrar os vidros dele, entrar e sair dirigindo. Em GTA 6, entretanto, roubar um carro vai depender diretamente do tipo de veículo escolhido pelo jogador.

Em carros mais antigos, a fórmula clássica segue valendo: uma cotovelada nos vidros resolve o problema. Só que agora existe um cálculo de risco embutido nessa ação — se o barulho chamar muita atenção dos NPCs ao redor, eles poderão acionar a polícia.

Por isso, para quem prefere uma abordagem mais discreta, a Rockstar incluiu a possibilidade de usar uma gazua (o famoso slim jim, usado por serviços de chaveiro para destravar portas sem quebrar vidro) para abrir a porta sem ser notado. Esse processo envolve um pequeno minigame com o analógico do controle, e, uma vez destravado o carro, ainda é preciso fazer a ligação direta (o clássico hotwire) para ligá-lo.

Já no caso de carros atuais e modelos elétricos — repletos de eletrônica e travas de segurança —, esse trabalho exige mais preparo e passa pelo chamado relay attack, um dispositivo que clona o sinal da chave eletrônica à distância, imitando o comportamento do fob original e permitindo destravar o veículo sem disparar o alarme, replicando na ficção um golpe que já é realidade nas ruas.

A profundidade do sistema não para no ato de arrombar o carro. Alguns veículos vão contar com alarmes e rastreadores próprios, o que aumenta a complexidade de um roubo bem-sucedido, e carros roubados poderão inclusive ser revendidos dentro do jogo, com o estado de conservação do automóvel influenciando diretamente o valor pago por ele.

Dirigir carros em GTA 6 será experiência bem diferente

Dirigir os carros em GTA 6 também promete ser uma experiência bem distinta do que nos acostumamos em GTA 5 nos últimos 13 anos. A Rockstar confirmou que a dirigibilidade dos automóveis está muito mais realista do que antes, com veículos mais pesados e presos ao chão — um contraste direto com a sensação mais arcade da geração anterior.

A empresa também confirmou que não será mais possível desvirar carros capotados simplesmente virando o veículo de volta à posição normal, como acontecia antes: agora, capotar tem consequências reais e mais duradouras dentro da simulação.

Essa camada a mais de realismo se estende aos danos. Um motor avariado passa a prejudicar diretamente a dirigibilidade do carro, enquanto a deformação da lataria em colisões foi ampliada e passou a ser processual, reagindo de forma diferente a cada impacto.

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Modificações mecânicas também vão além da estética: elas poderão melhorar características como tração, desempenho off-road ou aptidão para corridas de rua, alterando o comportamento do veículo conforme o terreno de Leonida.

Para dar conta desse nível de detalhe, a Rockstar recorreu a especialistas com experiência real em automobilismo — alguns dos profissionais responsáveis pela dirigibilidade dos carros do jogo são, literalmente, pilotos de corrida.

Equilíbrio entre GTA 5 e Red Dead Redemption 2

À medida que os detalhes vão surgindo, fica cada vez mais claro que a Rockstar Games se voltou muito mais para a simulação e o realismo, deixando um pouco de lado os exageros e a experiência arcade do título anterior da franquia.

A própria companhia confirmou que GTA 6 é fortemente inspirado em Red Dead Redemption 2 nesse aspecto, mas que seu nível de realismo fica entre GTA 5 e RDR2 — ou seja, não exagera para nenhum dos dois lados. Apesar disso, a equipe fez questão de reforçar que o objetivo não é transformar o jogo em um simulador engessado: a ideia é que o jogador continue tendo liberdade para agir da forma que quiser, só que agora dentro de um mundo que reage com mais peso e consequência a cada decisão.

Teremos a noção exata de como tudo isso se traduz em cerca de 80 horas de jogo quando Grand Theft Auto 6 for lançado em 19 de novembro de 2026, exclusivamente para PlayStation 5 e Xbox Series X e S. Até lá, cada novo vídeo, entrevista e detalhe divulgado pela Rockstar deve continuar redesenhando as expectativas em torno do que promete ser o lançamento mais ambicioso da franquia.

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Atravessar rua usando celular poderá render multa de R$ 450 na Itália

28 August 2026 at 16:36

A Itália pode começar a multar pedestres que atravessarem a rua enquanto usam o celular. A proposta faz parte do texto-base do novo Código de Trânsito do país e prevê uma penalidade de 75 euros, valor equivalente a cerca de R$ 450 na cotação atual.

De acordo com informações do jornal italiano Il Messaggero, a regra mira situações em que a pessoa atravessa a via ou caminha pela pista enquanto utiliza não só smartphones, como também tablets e câmeras fotográficas. O uso continuaria permitido nas calçadas, enquanto exceções durante a travessia ficariam restritas a casos considerados de urgência.

O projeto também estabelece que pedestres poderão falar ao telefone ou ouvir conteúdos por viva-voz e fones de ouvido. Para isso, os acessórios não poderão comprometer a capacidade de perceber os sons do ambiente ao redor.

Vale destacar que o texto analisado atualmente é apenas uma minuta inicial, que receberá pareceres de associações do setor de transporte até 13 de setembro antes de uma versão definitiva ser elaborada pelo Ministério dos Transportes, com aprovação prevista para até 14 de outubro.

Usando celular enquanto atravessa a rua

Pedestre terá que parar antes de atravessar

O novo Código de Trânsito italiano também pretende endurecer outras regras relacionadas ao comportamento de quem circula a pé. Antes de iniciar uma travessia, o pedestre deverá parar e verificar se os motoristas que se aproximam perceberam sua presença e realmente pretendem dar a preferência.

Durante a travessia, a proposta exige ainda que a pessoa mantenha um comportamento previsível. Mudanças bruscas de direção, movimentos repentinos e outras atitudes que possam surpreender os motoristas poderão ser proibidas, salvo em situações de perigo ou necessidade, com multa também prevista em 75 euros.

Essas mudanças seguem uma orientação já consolidada pela Corte de Cassação da Itália, instância máxima da Justiça comum do país. Em casos de atropelamento, a responsabilidade do motorista pode ser afastada quando ficar comprovado que ele não tinha condições de perceber o pedestre ou prever seus movimentos devido a um comportamento anormal e imprevisível.

A proposta busca ampliar a responsabilidade pela segurança no trânsito para todos os usuários das vias, e não apenas para quem está ao volante. Para os pedestres, usar o smartphone durante a travessia deixaria de ser apenas uma questão de prudência e poderiam resultar em multas.

No Brasil, as fiscalizações incidem principalmente sobre os motoristas. E a adoção de ferramentas de inteligência artificial (IA), inclusive, fez explodir o número de multas por uso de celular ao volante.

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Nova smartband do Pikachu monitora sono com tecnologia Fitbit do Google

28 August 2026 at 15:21

A Google anunciou, nesta quinta-feira (27), o Fitbit Air Special Edition Pokémon Sleep. A nova versão da smartband sem tela da marca faz parte das comemorações pelos 30 anos da franquia em 2026, tem integração com o jogo e traz uma pulseira azul personalizada com o Pikachu.

A edição especial mantém a proposta do Fitbit Air tradicional, lançado como um wearable discreto para ser usado durante todo o dia. O acessório não tem display e concentra a experiência no aplicativo Google Health, além de contar com bateria suficiente para até uma semana de uso com uma carga completa.

Visualmente, o novo modelo aposta na cor azul Sleepy Blue e traz uma etiqueta personalizada na pulseira com uma ilustração do Pikachu dormindo. Segundo a Google, o acessório possui ajuste preciso e foi desenvolvido para permanecer leve e confortável no pulso durante o sono.

Fitbit Air Special Edition Pokémon Sleep

Horas de sono = progresso no Pokémon Sleep

Durante a noite, os algoritmos do Google Health acompanham a duração do descanso e identificam estágios de sono leve e profundo. Já o Google Health Coach fica responsável por analisar os dados registrados ao longo do tempo para oferecer informações e recomendações personalizadas sobre os hábitos do usuário.

Quando a smartband é conectada ao Pokémon Sleep, esses registros são compartilhados por meio do Health Connect no  Android ou do Apple Health no iOS. O sistema considera tanto o sono noturno quanto cochilos realizados durante o dia e sincroniza automaticamente os dados com o jogo.

Na prática, a duração do sono ajuda a definir a pontuação usada pelo aplicativo. O chamado Sleep Score é combinado à força do Snorlax para calcular o Drowsy Power, valor que influencia a quantidade de Pokémon encontrados após o usuário acordar e aumenta as chances de descobrir estilos de sono mais raros.

A configuração exige conectar o Google Health ao Health Connect ou Apple Health e, depois, autorizar o vínculo com o Pokémon Sleep. Após esse processo inicial, basta dormir com a pulseira para que a duração e os estágios do sono sejam registrados e enviados automaticamente ao jogo pela manhã.

Apesar da temática comemorativa, a integração com o jogo não fica restrita à edição especial da pulseira. Isso porque a experiência com Pokémon Sleep também funciona com outros dispositivos Fitbit e  Google Pixel compatíveis.

Progresso no Pokémon Sleep

Nova smartband do Pikachu estreia em setembro

O Fitbit Air Special Edition Pokémon Sleep ainda inclui três meses de Google Health Premium, serviço que libera recursos adicionais e orientações mais aprofundadas sobre saúde e descanso.

A edição especial entrou em pré-venda em 27 de agosto e começa a ser enviada em 15 de setembro. O produto será vendido apenas nos Estados Unidos e no Japão, com valores iniciais de US$ 129,99 (cerca de R$ 675 na cotação atual) e 19.800 ienes (aproximadamente R$ 644), respectivamente.

Até o momento, não há previsão de lançamento oficial do Fitbit Air Special Edition Pokémon Sleep no Brasil.

E você, já pensou em trocar um smartwatch por uma smartband? O Canaltech testou os dois dispositivos e conta qual deles vale mais a pena.

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Galaxy S26 FE já tem data para chegar ao Brasil

28 August 2026 at 14:17

Um dia depois de anunciar o lançamento do Galaxy S26 FE, a Samsung confirmou quando o novo celular chegará ao Brasil. O aparelho será apresentado ao mercado nacional no dia 16 de setembro, em um evento a ser realizado em São Paulo, poucas semanas após sua estreia internacional.

A apresentação deve revelar detalhes como preço e início das vendas no país, além de confirmar se os usuários brasileiros poderão adquirir o aparelho nas mesmas cores em que ele foi lançado internacionalmente: Blueberry, Graphite e Pistachio.

Vale destacar que o dispositivo de entrada da família Galaxy S26 vai começar a ser comercializado em mercados selecionados somente a partir do dia 4 de setembro, uma semana após o seu anúncio oficial. Então pode ser que o mesmo aconteça por aqui, com o aparelho chegando às prateleiras das lojas na semana seguinte ao lançamento.

Convite S26 FE

Tela de 6,7 polegadas, chip Exynos e três câmeras traseiras

O Galaxy S26 FE conta com uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. De acordo com a Samsung, o painel alcança brilho máximo de 1.900 nits.

No campo do desempenho, o aparelho utiliza o processador Exynos 2500, fabricado em processo de 3 nm, acompanhado por 8 GB de memória RAM. As opções de armazenamento apresentadas internacionalmente são de 128 GB, 256 GB e 512 GB.

O conjunto fotográfico traseiro é formado por uma câmera principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), uma ultrawide de 12 MP e uma telefoto de 8 MP. Esta última oferece zoom óptico de 3x e zoom digital de até 30x, enquanto a câmera frontal tem 12 MP.

A Samsung também adicionou recursos de inteligência artificial (IA) voltados para fotos e vídeos. Entre eles estão o My FanCam, que acompanha uma pessoa durante a gravação, e ferramentas de edição por comandos em linguagem natural no Photo Assist.

Galaxy S26 FE

Bateria promete até 29 horas de vídeo

O Galaxy S26 FE é equipado com uma bateria de 4.900 mAh, com autonomia estimada pela fabricante em até 29 horas de reprodução de vídeo. O carregamento com fio chega a 45 W e pode levar a bateria a aproximadamente 69% em cerca de 30 minutos.

Também há suporte a carregamento sem fio de 15 W e ao Wireless PowerShare, que permite compartilhar energia com outros dispositivos compatíveis.

Outro destaque fica por conta do software, visto que o modelo é o primeiro integrante da família Galaxy S26 a sair de fábrica com Android 17 e One UI 9. A nova interface amplia os recursos do Galaxy AI e traz atualizações para funções como Now Brief, Now Nudge e Circle to Search.

A Samsung promete ainda sete gerações de atualizações do sistema operacional e sete anos de pacotes de segurança para o Galaxy S26 FE. Os preços e as configurações que serão vendidas no Brasil devem ser detalhados no evento marcado para 16 de setembro.

Mas será que há muitas novidades no S26 FE em relação ao seu antecessor, o S25 FE? O Canaltech te mostra as diferenças entre os modelos e qual vale mais a pena.

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Este fone “presta atenção por você”: grava tudo e ainda faz anotações e resumos

28 August 2026 at 13:31

A Plaud lançou, nesta quinta-feira (27), o Plaud One Explorer Edition, um novo fone de ouvido que promete “prestar atenção” nas conversas para o usuário. O dispositivo usa inteligência artificial (IA) para gravar reuniões online e conversas presenciais, além de transcrever o conteúdo e transformar o que foi discutido em documentos.

A proposta vai além de funcionar como um simples gravador com IA. Segundo a fabricante, o Plaud One consegue identificar o contexto e a intenção das conversas para alimentar o Plaud Agent, agente de IA desenvolvido para executar ações em outros serviços usados pelo usuário.

O fone pode registrar tanto conversas presenciais quanto ligações, reuniões online e ideias faladas durante o dia. Ele também conta com eSIM integrado e conexão 4G, o que permite enviar os registros para transcrição e resumo sem depender constantemente de um celular conectado.

A página oficial do fone informa que as gravações são automaticamente transcritas e resumidas, enquanto o aparelho pode captar conversas presenciais a uma distância de até 5 metros.

“Os agentes de IA se tornam realmente úteis quando entendem o contexto em que a intenção humana é formada. Esse contexto está nas conversas. O Plaud One aproxima os agentes do trabalho realizado pelas pessoas no mundo real, enquanto o Plaud Intelligence fornece o contexto e os recursos necessários para agir”, destacou em comunicado Nathan Xu, CEO e cofundador da Plaud.

Plaud One

Fone usa conversas para executar tarefas

É nesse ponto que o Plaud One tenta se diferenciar de outros dispositivos focados apenas em anotações. O Plaud Intelligence mantém o contexto das conversas anteriores e permite que o Plaud Agent use essas informações para preparar acompanhamentos de reuniões, gerar relatórios e realizar outras ações.

O sistema pode se conectar a plataformas como Gmail, Google Calendar, Notion e Slack, a fim de evitar que determinadas tarefas precisem ser realizadas manualmente em cada aplicativo. Entre os exemplos dados pela fabricante estão redigir um e-mail depois de uma reunião e preparar um resumo sobre uma conversa anterior.

Também é possível interagir diretamente com o assistente pelo próprio dispositivo. O usuário pode manter pressionado um botão ou usar o comando “Hey Plaud” para acionar o agente, enquanto as respostas podem ser reproduzidas pelos fones ou pelo alto-falante presente no estojo.

PLaud One

Especificações de áudio do Plaud One

Apesar do foco em recursos de IA, o Plaud One também oferece funcionalidades encontradas em fones tradicionais voltados para a reprodução de músicas. O modelo traz cancelamento ativo de ruído (ANC) adaptativo e um modo de transparência para permitir a entrada dos sons do ambiente.

Em relação à bateria, os fones oferecem até 6 horas de reprodução de áudio com o ANC desligado ou 4,5 horas com o recurso ativado. A autonomia total pode chegar a 36 horas com o auxílio do estojo de carregamento, enquanto a gravação contínua pelos próprios fones é limitada a até 6 horas, chegando a 25 horas com o estojo.

Outras especificações do Plaud One são:

  • carregamento rápido que oferece até 2 horas de uso após 10 minutos de recarga;
  • suporte aos formatos de áudio SBC e LDAC;
  • resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz;
  • modos de equalização Equilibrado, Reforço de Graves e Vocal;
  • carregamento por USB-C.

Quanto custa o Plaud One?

O Plaud One Explorer Edition entrou em pré-venda por US$ 249,99 (cerca de R$ 1.290 na cotação atual). A edição inclui ainda US$ 200 em créditos para utilizar futuros recursos do Plaud Intelligence, enquanto os primeiros envios estão previstos para o quarto trimestre de 2026.

Inicialmente, as entregas estão restritas a endereços dos Estados Unidos, e a Plaud não deu informações sobre a comercialização do novo fone em outros mercados. Apesar disso, já é possível adquirir produtos como o Plaud Note Pro e o NotePin S no Brasil.

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