O chefe da Rockstar North, Rob Nelson, declarou que levou cerca de 80 horas para finalizar a campanha de GTA 6. Ou seja, será uma das campanhas mais longas de toda a franquia.
De acordo com a página How Long to Beat, o título mais longo da série é Grand Theft Auto V (2013) — com uma média de 32 horas. Pelo visto, o estúdio quis superar a sua própria marca.
Nelson revelou em entrevista ao The New York Times que concluiu a experiência no mês de fevereiro, com a aventura principal e alguns objetivos opcionais no seu caminho.
Apesar da informação, não foi especificado se ele priorizou a exploração livre do mundo aberto, repetiu missões ou até mesmo incluiu testes técnicos nesse tempo de jogo.
Ainda assim, 80 horas de GTA 6 é um número altíssimo. Red Dead Redemption 2 (2018), um dos maiores games que a Rockstar produziu, tem uma média de 50 horas e meia, por exemplo.
A região de Leonida incorpora Vice City, mas também trará áreas com pântanos, um vasto ambiente submerso e possivelmente locais escondidos pelo seu mapa.
A declaração de Rob Nelson surgiu logo após a exibição de “Um Olhar Estendido” do jogo, transmitido pela Netflix e que ficará disponível no YouTube ainda nesta quinta-feira (27), às 22h no horário de Brasília.
No vídeo, é possível notar que os jogadores poderão explorar muitos ambientes fechados, assim como terá dezenas de veículos (até um cruzeiro é visto) e eventos pela cidade. Na prática, atividades não faltarão para os fãs.
Um dos maiores culpados por prender tantos jogos ao PS3 foi o processador do console, o Cell Broadband Engine. Pela complexidade do chip, desenvolver jogos para o sistema de sétima geração foi um grande pesadelo para muitos desenvolvedores, que ou pulavam a plataforma ou não conseguiam portar seus títulos para XBOX 360 e PC devido às especificidades do processador.
Conheça 8 jogos que ficaram presos no PlayStation 3 e só podem ser acessados no sistema original ou via emulação:
Infamous 2
Resistance: Fall of Man
Puppeteer
Yakuza: Dead Souls
Heavenly Sword
Folklore
3D Dot Game Heroes
Siren Blood Curse
8. Siren Blood Curse
Siren é uma das franquias de terror mais esquecidas da indústria, embora tenha dado as caras como uma referência em Astro Bot. A IP de propriedade da Sony nasceu no PlayStation 2 pelas mãos do Japan Studio e foi dirigida por ninguém menos que Keiichiro Toyama, mesmo diretor do primeiro Silent Hill.
No PlayStation 3, a franquia viu seu terceiro e último título, Siren Blood Curse. O jogo nada mais é do que uma reimaginação do primeiro game de PlayStation 2 com gráficos e gameplay aprimorados. A principal mecânica em Siren é o Sight Jack, que permite aos jogadores observar os ambientes por meio dos olhos dos inimigos. O recurso permite identificar inimigos, traçar rotas e encontrar os objetivos.
Apesar de ser bem única, a mecânica Sight Jack foi reutilizada pelo bizarro jogo independente Atama. Se você está curioso sobre Siren Blood Curse e não tem um PS3 ou PC potente, terá que se contentar com vídeos de gameplay. Isso porque a Sony aposentou a franquia no sistema e nunca mais tocou na série nem portou os clássicos para plataformas mais recentes.
7. 3D Dot Game Heroes
Quem disse que não havia ideias criativas na década de 2000? Apesar de os indies bombarem no fim da geração do PlayStation 3, já havia muitas ideias criativas disponíveis para compra na PS Store. Uma delas é 3D Dot Game Heroes, desenvolvido pelo estúdio japonês Silicon Studio Corporation e publicado no Japão por ninguém menos que a FromSoftware em 2009.
No jogo, o King of the Land ordenou que o Reino de Dotnia, onde a história se passa, passasse para as três dimensões, pois achava que sprites em 2D estavam ultrapassados. Com essa premissa, 3D Dot Game Heroes assume um estilo gráfico em 3D baseado em voxels, com fortes inspirações em jogos clássicos de RPG e aventura dos anos 80, como The Legend of Zelda e Final Fantasy Adventure. É como se a franquia comandada por Link e Zelda encontrasse o estilo de LEGO.
O jogo permite personalizar o avatar e tem um toque de humor. Ao ficar com a vida cheia, a espada do herói de 3D Dot Game Heroes fica exageradamente desproporcional ao cenário. Infelizmente, essa e outras ideias nunca viram a luz do dia fora do PS3. Uma pena!
6. Folklore
As mitologias greco-romana e nórdica foram muito bem exploradas nos videogames por séries como God of War, Hades e Assassin's Creed. Contudo, há mitos e lendas de outras regiões que são pouco comentados pelos jogadores, como a mitologia celta. Em 2007, a falecida desenvolvedora Game Republic (Crash of the Titans) lançou Folklore, RPG de ação exclusivo do PS3.
O jogo oferece a opção de escolher entre os protagonistas Ellen e Keats enquanto eles exploram a vila litorânea de Doolin e o fantástico Mundo Inferior, povoado por monstros e criaturas mitológicas. O combate de Folklore é bem inventivo e mistura mecânicas de captura de monstros com ação. Para enfrentar os inimigos, podemos utilizar até quatro espíritos ou criaturas que atacam em tempo real. Também é possível absorver espíritos de criaturas em estado crítico e utilizá-los posteriormente.
Folklore completará duas décadas preso no PlayStation 3, sem qualquer possibilidade de aproveitá-lo além da emulação ou do hardware original. A Game Republic até propôs duas sequências para a Sony, que recusou a oferta por conta das baixas vendas.
5. Heavenly Sword
O estúdio inglês Ninja Theory lutava para sobreviver após sofrer uma reestruturação significativa em 2004. A desenvolvedora acabou se encontrando em um ciclo de dependência ao desenvolver jogos de outras companhias. Mais tarde, a criadora de Hellblade chegou a fechar um acordo com a Sony para trazer Heavenly Sword ao PlayStation 3. Dito e feito.
O jogo é de um tipo bem característico da época: um hack and slash regado a muita ação e Quick-Time Events. Nele, controlamos a protagonista Nariko e sua arma chamada "Espada Celestial". Heavenly Sword até contou com a participação do ator Andy Serkis (O Senhor dos Anéis, Planeta dos Macacos, Batman).
Assim como ocorreu com Folklore, a Ninja Theory estava planejando uma sequência de Heavenly Sword, rejeitada posteriormente pela Sony por não considerar o produto comercialmente viável. O abandono da IP fez com que o jogo ficasse no limbo eterno do PS3, sem previsão para retornar.
4. Yakuza: Dead Souls
A franquia Yakuza é uma das séries de videogames com mais títulos no século XXI. Entre as dezenas de jogos, a IP da SEGA explorou a temática de zumbis em Yakuza: Dead Souls, lançado para o PlayStation 3 em 2011. Quem já está acostumado com a série sabe que Like a Dragon é um lar de surpresas, indo de piratas e samurais a zumbis.
O jogo manteve as lutas de rua padrão da série, mas também introduziu combates com armas de fogo para deter a invasão zumbi. Yakuza: Dead Souls traz personagens icônicos como Kazuma Kiryu, Ryuji Goda, Shun Akiyama e Goro Majima. Embora seja um spin-off um pouco esquecido, o título segue acorrentado ao PS3.
3. Puppeteer
Na lista de franquias bacanas que a Sony simplesmente abandonou, Puppeteer é um jogo de plataforma 2.5D desenvolvido pelo talentoso Japan Studio e publicado pela Sony em 2013 para o PlayStation 3.
No jogo, controlamos Kutaro, um garoto transformado em marionete que precisa recuperar sua cabeça após ser decapitado. A premissa pode parecer um pouco assustadora, mas justifica uma das principais mecânicas do jogo. Kutaro pode usar várias cabeças para substituir a sua, o que garante certas animações exclusivas e diferentes interações com o cenário.
Além disso, o protagonista conta com a tesoura mágica Calibrus, que permite cortar o cenário e acessar áreas de forma diferente. Relatos afirmam que Puppeteer chegou a vender cerca de 230 mil unidades em todo o mundo. Os números verdadeiros ou não, o jogo foi esquecido no baú pela Sony na sétima geração de consoles.
2. Resistance: Fall of Man
Se engana quem pensa que a Sony só possui jogos em terceira pessoa com uma pegada cinematográfica. Houve um tempo em que a empresa investia em todos os tipos de jogos, inclusive alguns que ela abandonou há tempos. Este é o caso de Resistance: Fall of Man, jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Insomniac Games, publicado e esquecido no PlayStation 3.
O jogo militar conta uma história alternativa em que o Crash de 1929 nunca aconteceu e o nazismo foi derrotado antes mesmo de tomar o poder na Alemanha. Em vez da Segunda Guerra Mundial, o planeta teve que lidar com outro conflito em escala global: a invasão da raça alienígena Quimeriana.
Resistance: Fall of Man brilhava ao misturar uma temática clássica de armas de fogo e pólvora com tecnologia alienígena de ponta. O jogo nos dava acesso ao armamento quimeriano, que permitiam variar um pouco o gameplay e se assemelhavam bastante ao rival da época, Halo. Resistance recebeu uma trilogia no PS3, totalmente abandonada pela Sony. O jogo até retornou à PS Plus Premium no exterior, mas já deixou o catálogo.
1. Infamous 2
Infamous 2 é sem dúvida um dos jogos presos ao PlayStation 3 mais sentidos pela comunidade — posto anteriormente ocupado por Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. A sequência foi desenvolvida pela Sucker Punch, que durante a geração do PS4 focou em sua nova franquia, Ghost of.
O estúdio revelou anteriormente que tem apreço e interesse pela IP de Infamous, que conta com três jogos. No entanto, o diretor Nate Fox explicou que a Sucker Punch tem focado em um jogo por vez e parece estar dedicada a contar suas histórias ambientadas no Japão Feudal.
Infamous 2 chamou a atenção por seu combate e movimentação baseados nos poderes elétricos do protagonista Cole, bem como sua narrativa baseada em karma que leva a história a dois finais. Infelizmente, para experimentar a aventura, é necessário tirar a poeira do PS3 ou tentar a sorte em um emulador do sistema no PC.
O Galaxy S26 FE chega com a proposta já conhecida da linha: entregar parte da experiência dos Galaxy S mais avançados por um preço menor. O modelo traz Exynos 2500 de 3 nm, 8 GB de RAM e versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, além da tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e 120 Hz.
Mas quem busca um celular nessa categoria não precisa necessariamente esperar pelo novo Samsung. Já existem no Brasil opções com bastante desempenho, boas câmeras e fichas técnicas competitivas, algumas delas com preços menores graças ao tempo de mercado.
A lista reúne dois grupos diferentes. Galaxy S25 e iPhone 16 são topos de linha e ficam acima da proposta do S26 FE em desempenho. Já Motorola Edge 70 Pro, Xiaomi 17T e POCO X8 Pro estão mais próximos do conceito de intermediário premium de alta performance.
1. Galaxy S25
O Galaxy S25 é provavelmente a alternativa mais lógica para quem pensa no S26 FE, mas prefere continuar dentro do ecossistema da Samsung. Apesar de ser um topo de linha de 2025, o tempo de mercado já ajudou a derrubar bastante seu preço, e a versão de 256 GB pode ser encontrada na faixa dos R$ 4 mil.
A principal vantagem está no desempenho. O S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy e conta com 12 GB de RAM, enquanto o novo FE traz o Exynos 2500 com 8 GB. Na prática, há mais fôlego para jogos pesados, multitarefa e para manter uma boa performance por vários anos.
Ele também é uma opção interessante para quem prefere celulares compactos. Sua tela Dynamic AMOLED 2X tem 6,2 polegadas e 120 Hz, contra 6,7 polegadas no S26 FE. O aparelho ainda oferece câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.
Se os dois aparecerem em uma faixa de preço parecida, o Galaxy S25 tende a ser a escolha mais interessante. Ele pertence a uma categoria superior e entrega hardware de flagship sem abrir mão dos principais recursos do ecossistema Galaxy.
O Motorola Edge 70 Pro entra na disputa como um dos modelos mais próximos da proposta tradicional da linha FE. Trata-se de um intermediário premium de alto desempenho que já tem venda oficial no Brasil e pode ser encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções.
Seu chipset é o MediaTek Dimensity 8500 Extreme, acompanhado por 12 GB de RAM física e opções com 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A Motorola também oferece RAM Boost, mas a memória virtual não deve ser somada à quantidade de RAM física na comparação.
O restante da ficha técnica ajuda bastante a justificar sua presença nesta lista. O Edge 70 Pro tem uma tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução 1,5K e 144 Hz, além de bateria de 6.500 mAh com carregamento de 90 W.
As câmeras também chamam atenção. Além da principal e da ultrawide, o celular traz uma teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x. Isso faz dele uma opção equilibrada para quem não quer priorizar apenas desempenho, mas também bateria e fotografia.
O iPhone 16 é a alternativa para quem vê o lançamento do S26 FE como uma oportunidade para considerar também uma mudança de plataforma. O celular da Apple é um topo de linha de 2024 e atualmente pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil na versão de 128 GB.
Seu principal argumento é o desempenho. O Apple A18 conta com CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. Mesmo com uma geração a mais no mercado, o conjunto permanece bastante potente e coloca o iPhone 16 acima da proposta de um intermediário premium.
A maior concessão está na tela. O painel OLED tem apenas 6,1 polegadas e 60 Hz, uma diferença relevante diante dos 120 Hz oferecidos pelo Galaxy S26 FE. Em compensação, o iPhone traz câmera principal Fusion de 48 MP, ultrawide de 12 MP e um conjunto bastante competente para gravação de vídeos.
Há versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB. Assim, ele passa a fazer bastante sentido principalmente quando seu preço fica próximo ao do novo FE. Nesse cenário, o consumidor troca algumas vantagens de tela e do Android pelo desempenho e pelo ecossistema da Apple.
O Xiaomi 17T é uma das opções mais recentes desta seleção e tem venda oficial no Brasil. A configuração nacional oferece 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, com preço oficial de R$ 8.699,99 e valor à vista de R$ 8.003,99 na loja da fabricante. No varejo, porém, já existem ofertas inferiores, por volta de R$ 4.000, para quem não se incomoda em importar.
O aparelho utiliza o MediaTek Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nm e com frequência de até 3,4 GHz. Ele trabalha com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1, uma combinação voltada a quem exige bastante do celular em jogos, multitarefa ou aplicativos mais pesados.
A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de 120 Hz. Já a bateria de silício-carbono oferece 6.500 mAh e carregamento de 67 W, uma vantagem importante para quem prioriza autonomia.
Outro destaque está nas câmeras desenvolvidas em parceria com a Leica. O conjunto inclui uma teleobjetiva com zoom óptico de 5x, algo pouco comum nesta categoria. Por isso, o Xiaomi 17T pode ser uma alternativa especialmente interessante para quem procura bastante armazenamento e maior versatilidade fotográfica.
O POCO X8 Pro é a opção mais indicada para quem quer colocar desempenho e preço no topo da lista de prioridades. O celular tem venda oficial no Brasil, mas também aparece no varejo por valores entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, dependendo da configuração e da promoção.
Assim como o Xiaomi 17T, ele utiliza o Dimensity 8500-Ultra, com processo de fabricação de 4 nm e frequência máxima de 3,4 GHz. Há versões com 8 GB + 256 GB, 8 GB + 512 GB e 12 GB + 512 GB, com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1.
A ficha ainda inclui tela AMOLED de 6,59 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz, além de uma bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W. Isso deixa o POCO especialmente bem servido para jogos e para quem passa bastante tempo longe da tomada.
O conjunto fotográfico é mais simples que o dos outros modelos desta lista. Ele traz uma câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide de 8 MP, sem uma teleobjetiva dedicada. A compensação vem justamente do preço, da bateria e do alto desempenho pelo valor cobrado.
A Rockstar revelou mais detalhes sobre o relacionamento de Jason e Lucia em GTA 6 nesta quinta-feira (27), após a exibição de “Um Olhar Estendido” pela Netflix. A dinâmica entre os dois será ainda maior do que foi anunciado previamente.
No sistema inédito, os jogadores podem nutrir o amor dos pombinhos por meio de ações e escolhas que poderão realizar no game. Isso definirá se os personagens serão íntimos ou se vão estar emocionalmente distantes dentro da ação.
Ao IGN, um dos chefes da Rockstar North, Rob Nelson, detalha que essa mecânica seguirá de forma isolada das demais e pode ser um dos pontos mais importantes de toda a experiência.
“Há o sistema que rastreia o tipo de criminoso que você é. Há o que monitora o relacionamento. Eles são separados. Você gerencia a relação de forma que você deveria fazer em qualquer conexão do mundo real — passando um tempo juntos”, revelou o executivo.
Nelson também aponta que o mapa inteiro de GTA 6 é aberto para que os jogadores aproximem Jason e Lucia, de formas únicas dentro da história e do gameplay.
“No mundo aberto você pode fazê-los explorar lado a lado ou fazer atividades unidos, ir à piscina ou praticar mini-golfe e até andar de caiaque. Coisas comuns do cotidiano. Ou roubar coisas e assaltar bancos em casal. Como os fãs vão querer passar o tempo com os dois, impactará positivamente no vínculo”, revela o chefe da Rockstar North.
No trailer de 26 minutos exibido na plataforma de streaming, também mostraram que há um status único para o romance dos protagonistas. Como a maior parte das missões será realizada com os dois, provavelmente ter uma relação ruim pode aumentar a dificuldade ou gerar penalidades.
O amor de Jason e Lucia
Toda a história de GTA 6 será centrada nessa conexão que existe entre os personagens. Rob Nelson reforça que esta é uma das partes nas quais o jogador mais precisa se atentar dentro de todas as opções presentes no próximo lançamento.
“No relacionamento, começamos vendo Jason e Lucia tentando dar uma chance a isso. Porém, apenas seguir a história e iniciar as missões juntos pode não ser o suficiente para mantê-los unidos. Você terá de alimentar isso ao passar um pouco de tempo em dupla no mundo aberto e talvez isso reforçará sua conexão e aumentará seu investimento na narrativa”, diz o executivo.
A trama “exige que os dois estejam conectados pela maior parte da história e trabalhem unidos”, no entanto não foi revelado quanto este status será desafiado. Porém, ao que parece o romance terá conflitos e caberá ao público não distanciá-los.
O chefe da Rockstar North também aponta que passaram por diversos questionamentos, mas que estão confiantes de que os jogadores vão se apaixonar pelo laço entre Jason e Lucia em GTA 6.
“Será que poderíamos trazer ressonância emocional para Grand Theft Auto, para as pessoas que querem se envolver com isso? Será que poderíamos oferecer mecânicas para que simplesmente optassem por não participar, caso não se interessassem? Caso pensem ‘não quero um relacionamento nisso’? É isso que vamos descobrir”, afirma Nelson.
A Marvel Studios anunciou nesta terça-feira (25) o filme Vingadores Ultimato Encore, relançamento da produção nos cinemas com 4 minutos extras de duração “obrigatórios” para conectar sua trama com Vingadores: Doutor Destino.
Esta é a segunda vez que o título volta às telonas, seguida de sua reestreia em junho de 2019 — que conta com uma cena deletada do Hulk, uma homenagem a Stan Lee, uma mensagem do diretor Joe Russo e uma prévia de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019).
Contudo, essa nova versão é descrita pelos Irmãos Russo como “essencial” para assistir ao próximo crossover dos Heróis Mais Poderosos da Terra. A intenção, obviamente, é fazer com que o público volte a engajar com este universo e arrecadar alguns milhões da bilheteria.
Muitos fãs foram às redes sociais para mostrar sua insatisfação sobre Vingadores Ultimato Encore, com vários argumentos que mostram como a Disney deseja recuperar parte do dinheiro perdido nas suas últimas produções, assim como pode ser um apelo para ultrapassar Avatar (2009) definitivamente.
Reclamações sobre Vingadores Ultimato Encore
É importante ter em mente que o conteúdo destes quatro minutos extras não foi divulgado pela Marvel Studios. A expectativa é que mostre a jornada de Steve Rogers em sua viagem no tempo e na forma como ele “quebrou” a linha do tempo após sua decisão.
A grande crítica é ter que reassistir a três horas de filme apenas para acessar os trechos complementares. Para quem é fã, isso não é um “sacrifício”, porém com ingressos a preços altos e excesso de grandes produções, se tornou um problema para muita gente.
No Reddit, um usuário aponta que a solução será facilitada para conectar o público a Vingadores: Doutor Destino em dezembro de 2026:
“Será literalmente quatro minutos extras de gravação que estarão no YouTube em pouco menos de dois dias. Provavelmente eu ainda verei, porque Ultimato é ótimo e eu amaria vê-lo de novo em Dolby, mas eles estão realmente tentando superestimar este conteúdo adicional, eu acho”, revela “/JMadFour”
Outro comentário, um pouco mais agressivo, afirma que essa ideia é basicamente o que a indústria de jogos tem feito com o seu público nesta última década:
“A última coisa que esse mundo precisa é de uma porcaria de DLC (conteúdo extra pago, comum nos videogames) para filmes”, vocifera um fã nas respostas.
No X (antigo Twitter), um deles reclama da ganância da Disney para que o público retorne aos cinemas e reacenda sua paixão pelo Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
“Eu verei? Sim. Mas os caras estão divulgando de forma falsa o Infinity Vision e apenas tentam fazer mais dinheiro só por alguns minutos”, revela “strechtmarks”.
O que realmente incomodou o público não é o relançamento da produção, mas sim as declarações dos Irmãos Russo na San Diego Comic-Con — que destacaram que a experiência será “obrigatória” para aproveitar o próximo filme. Na prática, apenas na sua terceira chegada aos cinemas ele estaria “completo”.
Vingadores Ultimato Encore será lançado no Brasil no dia 24 de setembro de 2026, com sessões especiais nos formatos Infinity Vision e IMAX.
A Rockstar Games confirmou que o mapa de GTA 6 será três vezes maior que o de Red Dead Redemption 2 e o dobro do de GTA 5. A informação parte do codiretor do estúdio da Rockstar North, Rob Nelson, em entrevista ao criador de conteúdo australiano TGG, que foi até o quartel-general da produtora em Edimburgo, Reino Unido, junto de outros criadores e membros da imprensa.
A expectativa é que o mundo aberto de GTA 6 se aproxime do que foi visto em 2018, com Red Dead Redemption 2. À IGN, Nelson afirma: “Existe um outro mundo inteiro em Red Dead Redemption 2, sim. GTA 6 é muito parecido com isso”.
O codiretor explica que há uma quantidade "enorme" de coisas para fazer em Leonida, mas que a Rockstar não abusa de ícones, "blips" ou objetivos para guiar o jogador. "Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito", conta. "É um mapa grande, um mapa muito grande."
Nelson reforça que o trabalho em GTA 6 será uma continuação do que foi feito em 2018 e que a equipe segue avançando e "fazendo tudo o que podemos para criar o maior, mais profundo, mais densamente povoado e complexo mundo que já construímos para as pessoas se perderem."
“Há uma quantidade enorme de coisas que você descobre de forma emergente, que não estamos necessariamente direcionando você através de objetivos, blips ou ícones em um mapa. Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito. É um mapa grande, um mapa muito grande”, disse o codiretor da Rockstar North, Rob Nelson.
O TGG afirma que Vice City e seus arredores serão 11 vezes maiores que Los Santos e o subúrbio que rodeia a cidade. Vale lembrar que GTA 6 é ambientado no estado fictício de Leonida e abrange várias regiões, entre elas Vice City.
GTA 6 revela sistema de relacionamento entre Jason e Lucia
O aguardado Um Olhar Estendido de GTA 6 estreou nesta quinta-feira (27) e trouxe diversos aspectos do jogo da Rockstar Games, incluindo gráficos, mecânicas, missões e um pouco do casal de protagonistas.
A Rockstar e a Netflix apresentaram Um Olhar Estendido de GTA 6 nesta quinta-feira (27), com um destaque para o gameplay — que é mostrado através de diversas sequências entre o casal Jason e Lucia.
O romance dos dois personagens será regado a crimes e perseguições. Na prévia, pudemos notar inúmeras novidades do próximo jogo da Rockstar.
O vídeo da Netflix mostra que veremos muito mais das explorações em ambientes internos, apesar de não ter revelado se isso acontecerá livremente ou apenas em missões específicas.
Tanto Jason quanto Lucia podem atirar em 3ª pessoa, o que deixa uma parcela dos fãs tristes pela ausência do modo em 1ª pessoa. Vale notar que isso pode ser acrescentado até o lançamento, então não trate como uma verdade absoluta.
Entre as cenas, que ocorrem em uma missão para coletar um material para o personagem Boobie e muitas outras, podem-se ver momentos em câmera lenta, visualização de pontos do corpo dos adversários que o jogador pode atingir para desencadear reações únicas e até destruição dos ambientes.
Outro destaque é a possibilidade de fazer carinho em pets, indícios de que veremos policiais corruptos, além de poder realizar diversos assaltos fora das missões principais. Os jogadores podem botar uma máscara e roubar “livremente” algum estabelecimento que esteja em seu caminho.
O trailer de GTA 6 também contou com muitos momentos entre Jason e Lucia, ou “Jay” e “Lu”, como carinhosamente se chamam. A relação deles é tão importante que um ícone mostra o seu status enquanto alterna entre os dois — algo que pode ser impactado por suas decisões dentro da narrativa.
Perseguições e mecânicas de Grand Theft Auto
O “Um Olhar Estendido” também mostrou uma longa perseguição de carros, com Lucia no volante e Jason como atirador. Durante a ação, você pode trocar facilmente entre os dois, para cobrir pontos críticos que acontecerem durante os tiroteios.
As estrelas de procurado estão de volta e, pelo que a Rockstar mostrou, teremos seis delas no total. Entre as cenas de confronto, também nota-se que é possível carregar coisas com uma mão enquanto se usa qualquer arma com a outra — o que pode render desafios interessantes na jogabilidade.
Um dos destaques foram as lutas corporais, com a presença de alguns estilos diferentes em uso. Seja em um ringue, seja contra outros agentes ou civis, provavelmente terá uma gama de opções de movimentos que poderá usar em GTA 6.
Por fim, a Rockstar confirmou que Grand Theft Auto VI será lançado no PlayStation 5 e XBOX Series no dia 19 de novembro de 2026. Tudo indica que os rumores sobre o adiamento ou de atraso na sua produção não eram reais, já que a data se manteve.
O Redmi Note 17 Pro Max chamou atenção por apostar em uma bateria muito maior do que o padrão atual dos celulares. O modelo tem 9.210 mAh ou 10.000 mAh, de acordo com o mercado, e a Xiaomi fala em autonomia suficiente para até dois dias de uso.
O problema é que o aparelho ainda não tem lançamento confirmado no Brasil. Para quem precisa trocar de celular agora, porém, já existem alternativas vendidas oficialmente no país com baterias que partem de 6.000 mAh e chegam a impressionantes 10.001 mAh.
Infelizmente, não há modelos mais "tradicionais", como Motorola e Samsung, mas ainda há boas opções para quem quer passar mais tempo longe das tomadas. Confira:
1. JOVI V70
O JOVI V70 é uma alternativa interessante para quem quer bastante bateria, mas também faz questão de câmeras mais avançadas. O intermediário premium com 8 GB de RAM e 256 GB já é encontrado por R$ 2.699 no Mercado Livre, bem abaixo do preço de lançamento.
Sua bateria BlueVolt possui 7.000 mAh e suporta carregamento rápido de 90 W. A JOVI não fala em dois dias completos de uso, mas divulga números expressivos: são até 43,8 horas de YouTube, 13 horas de Mobile Legends e 14% de carga restante após 16 horas de uso intenso no teste da marca.
O V70 ainda traz o MediaTek Dimensity 7360-Turbo, de 4 nm, com memória de 8 GB e armazenamento de 256 GB. A tela AMOLED de 6,83 polegadas tem taxa de 120 Hz, enquanto a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica reforça sua proposta mais premium. A proteção IP68 e IP69 completa o conjunto.
O OPPO Reno16 5G tem uma bateria menor que a de boa parte dos celulares desta lista, mas é o que traz a promessa mais direta para quem busca dois dias longe da tomada. Na loja oficial da marca, a versão com 256 GB custa por volta de R$ 4.499 à vista, e pode ser parcelado, com total de R$ 5.999 no prazo.
A capacidade é de 6.000 mAh, com suporte ao carregamento SUPERVOOC de 80 W. Segundo a OPPO, o Reno16 alcança 2,34 dias de uso nos testes da empresa e pode chegar a 60,24 horas de chamadas. Uma recarga completa leva aproximadamente uma hora com o carregador compatível.
O celular é um intermediário premium equipado com o Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento na configuração brasileira. Ele ainda oferece tela AMOLED de 6,32 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, telefoto de 50 MP, câmera frontal de 50 MP e proteção IP69K.
Para gastar menos dentro da linha da OPPO, o A6 Pro 5G aposta em autonomia e resistência. O intermediário era encontrado no Magalu por R$ 2.699 no Pix na versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.
Aqui, a bateria sobe para 7.000 mAh e mantém o carregamento SUPERVOOC de 80 W. A OPPO não divulga uma estimativa de dois dias de uso ativo, mas informa até 31 dias em standby. A carga vai de 1% a 50% em 26 minutos e chega a 100% em aproximadamente uma hora.
O desempenho fica por conta do MediaTek Dimensity 6300, um chipset intermediário com conectividade 5G. O A6 Pro também tem tela AMOLED de 6,57 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP e certificações IP66, IP68 e IP69 contra poeira e água.
O JOVI T1 5G chama atenção por oferecer bateria grande e desempenho intermediário por um preço consideravelmente menor que o V70. A versão com 8 GB de RAM e 256 GB aparecia por cerca de R$ 1.733 no Pix na loja da JOVI no Mercado Livre.
Sua bateria BlueVolt possui 6.500 mAh e aceita carregamento de 90 W. Nos testes da fabricante, o celular alcança 27,5 horas de YouTube, 12 horas de PUBG, 14 horas de navegação ou 23,5 horas de WhatsApp. Em outra simulação de 16 horas com jogos, vídeos e redes sociais, ainda sobra carga ao fim do período.
O T1 usa o mesmo Dimensity 7360-Turbo de 4 nm do V70, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,77 polegadas tem resolução Full HD+ e 120 Hz. A recarga também é rápida: segundo a marca, os 90 W levam a bateria de 1% a 100% em cerca de 52 minutos.
Entre todos os modelos desta lista, o Realme P4 Power 5G é o que mais chama atenção pela capacidade da bateria. O intermediário chega a superar até a versão de 10.000 mAh do Redmi Note 17 Pro Max, com 10.001 mAh. No Magalu, a versão de 8 GB e 256 GB é vendida por cerca de R$ 2.420 no Pix.
A Realme promete até 32,5 horas de YouTube, 11,7 horas de PUBG e nada menos que 185,7 horas de reprodução no Spotify. Mesmo com 5% de carga, o modo de economia pode oferecer até 218 minutos de chamadas ou 46,8 horas em standby. O carregamento chega a 80 W.
O P4 Power usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultra 5G e tem opções com até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 3.1. A tela AMOLED de 6,8 polegadas chega a 144 Hz e a câmera principal Sony de 50 MP possui OIS. Mesmo com a bateria enorme, o aparelho pesa cerca de 219 gramas e tem 9,08 mm de espessura.
O Realme C85 Pro é a opção mais simples da seleção e faz sentido principalmente para quem quer gastar pouco e colocar a autonomia acima do desempenho. O intermediário de entrada com 8 GB de RAM e 256 GB é encontrado no Magalu por cerca de R$ 1.575 no Pix.
Apesar do preço baixo, sua bateria possui 7.000 mAh. A Realme afirma que o celular mantém 50% da carga após 12 horas de uso intenso em seu teste. A marca também cita até 59 horas de chamadas, 16 horas de chat e 19 horas de vídeo online. O carregamento chega a 45 W.
Realme C85 Pro
O Snapdragon 685 deixa claro que o C85 Pro não busca competir com os aparelhos mais potentes desta lista e também limita o celular às redes 4G. Em compensação, ele oferece tela AMOLED de 6,8 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP, NFC e proteção elevada contra poeira e água.
Quem quer bateria de longa duração sem abrir mão de desempenho pode olhar para o POCO X8 Pro. O intermediário premium é um dos aparelhos mais potentes da lista, e a versão global com 8 GB de RAM e 256 GB aparece no KaBuM por cerca de R$ 2.389 no Pix.
A bateria de silício-carbono tem 6.500 mAh, com carregamento HyperCharge de 100 W. A POCO divulga mais de nove horas de jogos, mais de 12 horas de chamadas de vídeo e mais de 20 horas em redes sociais. Uma recarga completa leva cerca de 48 minutos nos testes da fabricante.
Seu maior diferencial está no Dimensity 8500-Ultra, acompanhado por memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1. O celular ainda traz tela AMOLED 1,5K de 6,59 polegadas e 120 Hz, câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com OIS, conectividade 5G e proteção IP68.
A produção do filme de Street Fighter avança e o seu diretor, Kitao Sakurai, revelou recentemente que não teme que a obra se mostre “ridícula” ou fora dos padrões das demais adaptações.
Enquanto muitos estúdios se preocupam em trazer mais seriedade, Sakurai explicou à Empire Magazine que tentou fugir desta abordagem durante as gravações.
“Todos querem apoiar a criação de um longa que tem um tom e abordagem distintos, que não pareça uma adaptação genérica de videogame. Me trouxeram para fazer algo que não fosse convencional e realmente me deixaram fazer o meu trabalho”, afirma o diretor.
O comentário surge após as primeiras prévias de Street Fighter, que mostram um filme mais voltado ao humor escrachado e que ri de si mesmo. Alguns ainda dão o benefício da dúvida, mas outros já reclamam antes de sua estreia.
Porém, Sakurai garante que tudo é feito sem ouvir estas críticas. Para o diretor, o importante é que a experiência divirta os fãs e quem chegará à franquia pela produção.
“Eu realmente queria honrar aquele sentimento que tive quando tinha seis anos de idade com meu melhor amigo, enquanto tentávamos fazer nossa versão doméstica de um longa do Jet Li. A intenção era trazer este nível de diversão e irreverência, sem se preocupar com o que os outros pensam. Esperamos equilibrar a nostalgia com algo que pareça novo”, diz o cineasta.
A escolha do diretor também chama a atenção. Kitao Sakurai tem como trabalhos anteriores comédias, como The Eric Andre Show (2012) e Bad Trip (2021). No entanto, Street Fighter não é sua primeira adaptação de jogo — ele já dirigiu alguns episódios da série Twisted Metal (2023).
O caminho tortuoso de Ryu e Ken
Os guerreiros urbanos da Capcom nunca tiveram um sucesso nos cinemas, mesmo com algumas obras baseadas nos seus principais jogos.
O título de 1994, chamado de Street Fighter: A Última Batalha, é considerado um fiasco e foi o ponto mais baixo da carreira de grandes astros como Jean-Claude Van Damme (Duplo Impacto e Kickboxer: O Desafio do Dragão), Ming-Na Wen (O Livro de Boba Fett e Mulan) e Raúl Juliá (Família Addams e Acima de Qualquer Suspeita).
Em 2009 surgiu uma nova tentativa, com Street Fighter: A Lenda de Chun-Li. Estrelada por Kristin Kreuk (Eurotrip: Passaporte para a Confusão e Smallville: As Aventuras do Superboy), a produção ficou abaixo do esperado e afundou ainda mais as chances de ver as aventuras de Ryu e Ken de forma digna nos cinemas.
Ainda assim, a Capcom não desistiu e após sucessos com a franquia Resident Evil e Monster Hunter, decidiu tentar novamente com estes personagens clássicos. A nova obra será baseada no jogo Street Fighter 2 (1991) e promete renovar estes lutadores para uma nova geração de fãs.