Mais casos bizarros envolvendo a relação entre humanos e tecnologia vem aí: a oitava temporada de Black Mirror deu o ponto de partida em suas filmagens com direto ao retorno de Charlie Brooker, criador e produtor do programa.
A novidade foi confirmada oficialmente pela Netflix, que distribui o programa para todo o globo, embora o serviço não tenha oferecido detalhes aprofundados sobre o que o público irá encontrar no próximo capítulo do programa antológico.
A data de estreia da nova temporada também não foi confirmada, mas Brooker afirmou em uma entrevista ao Tudum, no começo deste ano, que espera que “seja mais Black Mirror do que nunca”, sugerindo que pretende resgatar a essência dos anos iniciais da produção.
Por enquanto, não há informações sobre o que será abordado em cada episódio da oitava temporada, tampouco quais são os atores que vão marcar presença nessa nova fase do programa britânico. Os roteiros dos capítulos são assinados por Brooker e Bisha K.Ali.
O lado sombrio da tecnologia
Lançada em 2011, Black Mirror conquistou o coração do público com um formato antológico para falar sobre o lado sombrio da tecnologia, com histórias que exploram a complexa relação dos humanos com aparatos digitais.
Imaginando realidades alternativas ou futuros que não parecem tão distantes, a série conta com sete temporadas que abordam vários temas atuais, como inteligência artificial, deepfakes, redes sociais, vigilância no mundo virtual e muito mais, mostrando como a tecnologia pode trazer inovações, mas também evidenciar o pior dos seres humanos.
Na ativa por mais de uma década, Black Mirror vem mantendo uma jornada de altos e baixos na TV nos últimos anos, como aconteceu com a sétima temporada, lançada no começo de 2025. Embora tenha sido elogiada trazer episódios que resgatam a essência do programa original, o capítulo foi considerado irregular, dividindo opiniões.
Resta saber, então, o que o oitavo capítulo de Black Mirror está guardando para os fãs de longa data, e se a temporada será capaz de inovar em meio às expectativas para que o programa volte a ter o prestígio de seus anos iniciais.
O governo do Reino Unido cobrou nesta segunda-feira (24) que o TikTok e outras redes sociais removam vídeos que exaltam a direção perigosa, especialmente manobras na contramão. O pedido veio depois de um acidente que matou dois policiais e cinco jovens em uma rodovia próxima a Middlesbrough, no nordeste da Inglaterra, no fim de semana.
As autoridades britânicas também exigiram que as plataformas impeçam que esse tipo de conteúdo seja impulsionado pelos próprios algoritmos.
O caso se soma a uma sequência de mortes ligadas a uma tendência que ganhou força nas redes neste ano. Grupos de jovens, majoritariamente homens, gravam vídeos dirigindo na contramão de rodovias e publicam o material online, muitas vezes com foco em gerar visualizações e engajamento.
O acidente em Middlesbrough
Os policiais Matthew Blades, de 37 anos, e Tom Clough, de 38, morreram no sábado (22) quando um Volkswagen Passat atingiu a viatura em que estavam. Os cinco ocupantes do outro carro, com idades entre 17 e 23 anos, também morreram no local.
Uma conta no TikTok que se acredita pertencer a um dos jovens mortos havia publicado anteriormente vídeos de direção perigosa, incluindo uma perseguição policial registrada em março de 2025 e uma cena que mostra o velocímetro marcando 160 km/h, segundo a BBC. O perfil foi excluído após o acidente.
A Polícia de Cleveland, responsável pela investigação, afirmou não haver evidências de que a filmagem das atividades ocorridas na noite de sexta-feira (21) e na madrugada de sábado tivesse como objetivo a publicação no TikTok. A corporação prendeu 12 pessoas em uma apuração sobre atividades criminosas anteriores ao acidente, entre elas relatos de veículos "batendo em propriedades".
Pressão do governo britânico
O ministro da Defesa, Luke Pollard, disse à BBC que o governo já havia notificado as plataformas para que retirassem conteúdos que celebram comportamentos perigosos nas estradas. Segundo ele, as empresas sabem exatamente quais conteúdos circulam em seus sites e como funcionam seus próprios algoritmos.
Pollard afirmou que as redes também têm ciência de que usuários publicam esses vídeos em busca de visualizações e, em alguns casos, de retorno financeiro, o que cria um incentivo para a produção de conteúdo cada vez mais extremo. O primeiro-ministro Andy Burnham classificou como "verdadeiramente repreensível" o compartilhamento de imagens que glorificam a direção perigosa.
O governo declarou apoio à Ofcom, agência reguladora de mídia do país, para agir contra plataformas que descumpram obrigações legais previstas na lei de segurança on-line britânica. Pela legislação, cabe às próprias empresas avaliar denúncias e aplicar suas regras internas, já que os vídeos não são necessariamente ilegais por si só.
O TikTok informou que suas políticas proíbem conteúdos capazes de causar danos físicos significativos, incluindo direção perigosa, e que remove ativamente perfis que violam essas regras. Entre janeiro e março deste ano, 99,1% dos conteúdos removidos por violação às políticas contra comportamento violento e criminoso foram retirados antes de qualquer denúncia de usuários, segundo a empresa.
Irlanda já registrava mortes pela mesma tendência
O Reino Unido não é o primeiro país afetado. No início de agosto, cinco adolescentes morreram na Irlanda depois que um carro trafegou na contramão de uma rodovia no condado de Kildare e colidiu de frente com outro veículo. Quatro pessoas do segundo carro ficaram feridas, entre elas um menino de sete anos que seguia para um casamento na família.
Três dos cinco jovens mortos eram conhecidos da Tusla, agência irlandesa de proteção à infância e à família. Um comitê parlamentar convidou o TikTok para explicar como a plataforma lida com esse tipo de conteúdo, mas a empresa recusou a participação, alegando investigação policial em andamento e apuração paralela do órgão regulador de mídia do país. O presidente do comitê, Alan Kelly, chamou a recusa de "um tapa na cara" do público irlandês.
Segundo a emissora RTÉ, a Irlanda registrou 62 casos de condutores na contramão em rodovias neste ano, alta de 32% em relação ao mesmo período de 2025.
A Apple liberou nesta segunda-feira (24) o Vídeo ao Vivo do SOS de Emergência para iPhones no Brasil. O recurso permite que atendentes do 190 recebam imagens em tempo real de quem faz a ligação, direto da câmera do aparelho, durante uma ocorrência policial.
A funcionalidade já existia nos Estados Unidos desde o lançamento do iOS 18, em 2024.
A chegada ao país vem de uma parceria entre a Apple e a RapidSOS, empresa americana especializada em conectar dados de dispositivos móveis a centrais de emergência.
Como funciona o compartilhamento de câmera
O processo não parte do usuário. Durante a chamada para o 190, cabe ao atendente avaliar se as imagens ajudariam a entender a situação e enviar um pedido de compartilhamento ao iPhone de quem ligou.
A pessoa recebe um aviso na tela com três opções:
"Compartilhar": ativa a câmera traseira ou frontal e inicia a transmissão ao vivo;
"Escolher": permite enviar fotos ou vídeos já salvos na galeria do aparelho;
"Agora Não": recusa o pedido.
A transmissão pode ser pausada ou interrompida pelo usuário a qualquer momento. Segundo a Apple, o tráfego de dados é criptografado por padrão, embora os serviços de emergência possam manter uma cópia do material recebido.
O recurso funciona em iPhone 14 ou modelos mais recentes. Não é necessário ativar nada com antecedência, já que o compartilhamento só é acionado se o atendente solicitar as imagens durante uma chamada real.
Como deixar o SOS de Emergência configurado
Para preparar o aparelho antes de uma emergência, o caminho é acessar Ajustes, depois SOS de Emergência. Dali, dá para ativar a opção "Pressionar 5 Vezes para Ligar", que inicia uma contagem regressiva e aciona a chamada automaticamente.
Outra forma de ligar rapidamente é manter pressionados o botão lateral e um dos botões de volume ao mesmo tempo. Nenhuma dessas configurações libera o vídeo por conta própria, esse envio depende sempre da solicitação do atendente durante a ligação.
Diferença em relação ao SOS via satélite
O novo recurso não deve ser confundido com o SOS de Emergência via satélite, pensado para pedir socorro em áreas sem sinal de celular ou Wi-Fi. Essa outra ferramenta segue indisponível no Brasil, já que depende de acordos regulatórios com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que a Apple ainda não fechou.
O Vídeo ao Vivo do SOS de Emergência, por sua vez, trafega pela rede de dados móveis da operadora ou por uma conexão Wi-Fi ativa durante uma ligação de emergência tradicional. Por isso, pôde ser ativado sem essa barreira regulatória.
Adoção varia de cidade para cidade
Do lado das autoridades, a operação depende dos módulos do sistema UNITE, da RapidSOS, responsáveis por processar as imagens e exibi-las nos Centros de Comunicação de Emergência. Cada Centro de Operações da Polícia Militar (Cecopom) precisa aderir à tecnologia para que o recurso funcione na prática.
A adoção, portanto, deve acontecer de forma gradual, variando de estado para estado conforme as centrais integrem os painéis de recebimento de vídeo aos próprios sistemas. A RapidSOS afirma que a ferramenta já está incorporada sem custo adicional às centrais que utilizam sua plataforma, mas isso não garante ativação imediata em todo o território.
A empresa opera no Brasil desde 2023, quando forneceu a infraestrutura para a integração entre o aplicativo da Uber e o 190 no Rio de Janeiro. Naquela parceria, dados de viagens, placa do veículo e localização do motorista passaram a ser enviados à central policial em caso de acionamento pelo app.
Quem procura um tablet para estudar, trabalhar ou consumir conteúdo pode aproveitar uma promoção forte na loja oficial da Samsung. O Galaxy Tab S10 Lite 5G de 128 GB e 6 GB de RAM, acompanhado de S Pen e Capa Smartbook Cover, está saindo por R$ 1.979 no PIX com o cupom VEMPROCLUBE.
O carrinho mostra preço original de R$ 3.799 e R$ 1.820 em descontos, considerando o cupom e o pagamento via PIX. Além dos acessórios inclusos, a versão em promoção possui conexão 5G, tela de 10,9 polegadas com 90 Hz, processador Exynos 1380 e bateria de 8.000 mAh.
🚨 Atenção: os preços podem mudar a qualquer momento conforme a disponibilidade da oferta e do cupom.
Vale a pena comprar o Galaxy Tab S10 Lite?
O Galaxy Tab S10 Lite ocupa uma posição interessante no catálogo da Samsung por oferecer recursos da família Tab S sem chegar aos preços dos modelos premium. Nesta promoção, o pacote fica ainda mais atraente porque já inclui S Pen e Capa Smartbook Cover, dois acessórios que seriam úteis principalmente para estudantes e quem pretende trabalhar no tablet.
A tela possui 10,9 polegadas, resolução de 2.112 x 1.320 pixels e taxa de atualização de 90 Hz. Apesar de utilizar painel TFT LCD em vez de uma tela AMOLED, os 90 Hz ajudam a proporcionar navegação mais fluida na interface, nas páginas da web e durante o uso da caneta.
A S Pen é um dos principais diferenciais diante de tablets mais básicos. Ela pode ser utilizada para fazer anotações à mão, marcar documentos, desenhar e navegar pela interface, transformando o aparelho em uma opção mais versátil para aulas, reuniões e estudos.
Por dentro, o Tab S10 Lite combina o Exynos 1380 com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Há também entrada para cartão microSD, permitindo ampliar o espaço para documentos, vídeos e outros arquivos sem depender exclusivamente dos 128 GB internos.
A versão desta oferta possui ainda 5G, permitindo colocar um chip de operadora e acessar a internet móvel longe de redes Wi-Fi. Esse é um diferencial importante porque a alternativa Tab S10 FE indicada na comparação é a versão Wi-Fi.
A bateria tem 8.000 mAh, com carregamento de até 25 W. O tablet ainda possui câmera traseira de 8 MP, frontal de 5 MP e corpo de alumínio com cerca de 6,6 mm de espessura.
Por R$ 1.979 já com caneta e capa, portanto, o Tab S10 Lite se posiciona justamente entre o Tab A11+ mais básico e o Tab S10 FE mais avançado. A diferença para o FE é de aproximadamente R$ 816, enquanto o A11+ custa cerca de R$ 558 menos, mas não entrega o mesmo pacote voltado ao uso com caneta.
Comparativo
Característica
Galaxy Tab S10 Lite 5G
Galaxy Tab S10 FE
Galaxy Tab A11+
Preço
R$ 1.979
R$ 2.795
R$ 1.421
Tela
10,9" TFT LCD
10,9" IPS LCD
11" TFT LCD
Taxa de atualização
90 Hz
90 Hz
90 Hz
Resolução
2.112 x 1.320
2.304 x 1.440
1.920 x 1.200
Processador
Exynos 1380
Exynos 1580
MediaTek
RAM
6 GB
8 GB
6 GB
Armazenamento
128 GB
128 GB
128 GB
microSD
Sim
Sim
Sim
5G na versão comparada
Sim
Não
Não
S Pen
Inclusa
Compatível/inclusa em kits
Não
Capa na oferta
Inclusa
Não informada
Não
Câmera traseira
8 MP
13 MP
8 MP
Câmera frontal
5 MP
12 MP ultrawide
5 MP
Bateria
8.000 mAh
8.000 mAh
7.040 mAh
Carregamento
25 W
45 W
25 W
Proteção IP68
Não
Sim
Não
Melhor para
Estudos, S Pen e 5G
Desempenho e recursos
Uso básico e preço
Qual vale mais a pena?
O Galaxy Tab S10 Lite 5G oferece o conjunto mais equilibrado nesta promoção. Por R$ 1.979, leva vantagem por já vir com S Pen, capa e conectividade 5G, formando um pacote particularmente interessante para estudo e produtividade.
O Galaxy Tab S10 FE é melhor para quem aceita gastar mais em troca de hardware superior. Seus 8 GB de RAM, Exynos 1580, tela de maior resolução, câmeras melhores, carregamento de 45 W e proteção IP68 fazem dele o tablet mais completo dos três.
Já o Galaxy Tab A11+ é a escolha para quem quer economizar. Por R$ 1.421, entrega tela de 11 polegadas e 128 GB, mas é uma opção mais simples e não tem como foco o uso com S Pen.
Perguntas frequentes sobre o Galaxy Tab S10 Lite
O Galaxy Tab S10 Lite é bom?
Sim, principalmente para estudo, anotações e consumo de conteúdo. Ele combina tela de 10,9 polegadas e 90 Hz, Exynos 1380, 6 GB de RAM, bateria de 8.000 mAh e suporte à S Pen. Nesta oferta, a presença da caneta e da capa inclusas melhora bastante o custo-benefício.
O Galaxy Tab S10 Lite tem 5G?
Existem versões diferentes. O modelo desta promoção é o Galaxy Tab S10 Lite 5G, portanto pode acessar redes móveis por meio de um plano de operadora compatível.
O Galaxy Tab S10 Lite pode usar chip?
Sim, na versão 5G da oferta. Ela possui suporte a SIM/eSIM dependendo da configuração comercializada, permitindo utilizar internet móvel sem depender de Wi-Fi.
Qual é a diferença entre o Galaxy Tab S10 Lite Wi-Fi e o 5G?
A principal diferença é a conectividade móvel. O modelo Wi-Fi precisa de uma rede sem fio ou do compartilhamento de internet de outro aparelho. Já o Tab S10 Lite 5G consegue se conectar diretamente à rede da operadora, desde que esteja com um plano compatível.
Galaxy Tab S10 Lite ou Tab S10 FE: qual é melhor?
O Tab S10 FE é tecnicamente superior. Ele traz Exynos 1580, 8 GB de RAM, tela de maior resolução, câmeras melhores, carregamento de 45 W e certificação IP68.
Por outro lado, o Tab S10 Lite custa bem menos nesta promoção e já acompanha S Pen e capa, além de ser a versão 5G. Por isso, pode entregar melhor custo-benefício dependendo do uso.
O Galaxy Tab S10 Lite é bom para estudar?
Sim. A tela de 10,9 polegadas oferece espaço para PDFs, videoaulas e multitarefa, enquanto a S Pen permite escrever, destacar textos e fazer anotações diretamente na tela. A capa inclusa também ajuda a proteger e apoiar o tablet durante o uso.
Até quando o Galaxy Tab S10 Lite recebe atualizações?
A Samsung promete até sete gerações de atualizações do Android para o Tab S10 Lite. Como o aparelho foi lançado com Android 15, a política oferece uma perspectiva de uso prolongado antes de o software ficar defasado.
O Galaxy Tab S10 Lite vem com S Pen?
Sim. A linha possui suporte à S Pen e, especificamente nesta oferta, a caneta está inclusa junto com a Capa Smartbook Cover.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou ação civil pública contra a Uber do Brasil para suspender o programa "Passe para Motoristas". A cobrança permite ao motorista realizar viagens sem cobrança de taxa de serviço durante um período determinado, mediante pagamento antecipado.
Além da suspensão imediata, o órgão pede a devolução de todo o valor já pago pelos motoristas e uma indenização de R$ 321 milhões por dano moral coletivo. O processo tramita na 9ª Vara do Trabalho de Salvador (BA), sob o número 0000773-47.2026.5.05.0009.
Segundo o MPT, o modelo de cobrança pode transferir parte do risco da atividade econômica para o trabalhador e caracterizar servidão por dívida. As alegações constam na petição movida pelo órgão e ainda não foram julgadas pela Justiça.
A ação é assinada pelo procurador do Trabalho Luiz Antonio Nascimento Fernandes.
O Canaltech procurou a Uber para comentar a ação movida pelo MPT. O espaço permanece aberto para atualização caso a empresa se manifeste.
O que é o Passe para Motoristas
A Uber lançou o Passe para Motoristas em maio de 2026, inicialmente em 12 cidades, entre elas Itabuna e Ilhéus, na Bahia, segundo informou a própria empresa na época. O programa chegou depois a outras localidades e hoje está disponível em 29 cidades para motoristas de carro, além de todo o território nacional para motoristas de moto, de acordo com o site oficial da Uber.
O motorista pode escolher entre duas modalidades. O Passe por Tempo cobra um valor fixo para viagens ilimitadas sem taxa de serviço adicional durante 24 ou 72 horas, e o Passe por Ganhos exige um pagamento único que libera o motorista da taxa de serviço até atingir um teto de faturamento predefinido pela plataforma, com validade máxima de 180 dias.
A ativação acontece automaticamente após a primeira viagem elegível. A cobrança é descontada da carteira virtual do motorista e, na ausência de saldo suficiente, a Uber registra o valor como saldo negativo, compensado com os ganhos das corridas seguintes.
Durante a validade do passe, o motorista mantém 100% do valor das viagens no acumulado semanal, dentro das regras do programa. Os termos oficiais da empresa também estabelecem que a compra do passe não garante nenhum volume mínimo de corridas, que continuam sendo distribuídas pelo algoritmo entre motoristas com ou sem passe ativo.
Por que o MPT considera o modelo irregular
Para o MPT, o Passe inverte a lógica de risco do negócio: o motorista paga antecipadamente para acessar determinadas condições de trabalho na plataforma, sem garantia de retorno sobre o valor investido.
O procurador Luiz Antonio Nascimento Fernandes argumenta que o mecanismo de retenção automática de ganhos futuros, aplicado quando o motorista não tem saldo suficiente, cria uma estrutura de endividamento permanente. Essa dinâmica, segundo ele, perpetua a dependência econômica do trabalhador em relação à plataforma e reproduz, no ambiente digital, características de servidão por dívida.
O coordenador nacional de combate às fraudes trabalhistas do MPT, Ilan Fonseca, afirma que os valores cobrados podem superar R$ 1 mil por mês. Para ele, a cobrança contraria uma regra adotada na maioria dos países, que proíbe empresas de cobrarem de trabalhadores para que tenham acesso ao trabalho.
O órgão também aponta que o contrato do Passe é redigido inteiramente pela Uber, sem espaço para negociação individual. O documento permite à empresa alterar as regras a qualquer momento e desativar o passe do motorista sem devolver o valor pago, segundo a ação.
Há ainda um argumento sobre concorrência. Como cada hora dedicada a outro aplicativo representa perda proporcional do valor já investido no Passe, o MPT avalia que o motorista tende a concentrar a atividade na Uber enquanto a assinatura estiver ativa, mesmo sem uma cláusula formal de exclusividade.
Como parte da ação, o MPT solicitou acesso ao código-fonte do algoritmo da Uber, para esclarecer os critérios de distribuição de corridas e os mecanismos de precificação dinâmica aplicados durante a vigência do passe.
O Canaltech é o 15º site mais usado como referência para respostas do ChatGPT no Brasil e o site nacional de tecnologia mais influente da categoria. As informações são do estudo “Quem influencia o ChatGPT no Brasil?” da consultoria Ranqia, publicado em julho deste ano.
A pesquisa analisou quais são os domínios mais usados pelo ChatGPT para sustentar as respostas geradas pela IA. A ferramenta tem uma base de dados própria, mas também pode extrair informações de páginas da web para trazer respostas mais atualizadas — o relatório, portanto, mapeou os sites mais mencionados nesse caso.
Reddit e Wikipédia são os sites mais mencionados, enquanto o Canaltech aparece na 15ª posição geral como o único site brasileiro de tecnologia no top 20. Além disso, o CT é o sétimo mais mencionado entre veículos de notícias e mídia editorial.
O que o estudo revela?
A pesquisa da Ranqia identifica que o ChatGPT tem um ecossistema concentrado de páginas que influenciam uma resposta, baseado em fontes frequentemente citadas e consideradas como autoridades em diferentes assuntos.
A maioria das respostas da IA usa entre três e cinco fontes, enquanto os sites brasileiros também precisam dividir espaço com páginas internacionais.
Para as empresas, o estudo reforça a necessidade de pensar em estratégias de GEO (“Generative Engine Optimization”, ou “Otimização para motores generativos” em tradução livre): um conjunto de boas práticas com o objetivo de destacar um site ou uma marca nas respostas das ferramentas de IA generativa.
Metodologia
O paper coletou dados entre 195 dias entre dezembro de 2025 e julho de 2026, com foco apenas em prompts no ChatGPT que não mencionam especificamente marcas, veículos, URLs ou termos específicos. Foram mapeados mais de 60 mil domínios distintos e 210 mil URLS únicas.
Parece que a China continua com problemas com os novos estilos de maçanetas dos seus carros. O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação do país anunciou novas diretrizes de segurança automotiva, que provocou o maior recall da história local. A ação afetou cerca de 4,3 milhões de carros com maçanetas digitais e retráteis.
Agora, a regulamentação exige que os carros fabricados a partir de 1º de janeiro de 2027 tenham maçanetas externas com abertura mecânica. Já na cabine, os acionamentos devem ser claramente visíveis e posicionados a no máximo 30 centímetros da borda da porta.
A determinação veio após relatórios mostrarem que socorristas e passageiros tiveram dificuldades para encontrar as maçanetas e abrirem as portas dos carros em momentos críticos, como após acidentes.
Carros chineses no Brasil
Naturalmente, a medida atinge grandes fabricantes do setor, como Tesla, Chery, Geely, Zeekr, Xiaomi e Leapmotor. Embora a exigência tenha sido aplicada na China, é possível esperar efeitos no mercado global de carros — e, conforme explicado pelo CT Auto, o fim das maçanetas elétricas na China pode mudar carros no Brasil.
O que acontece é que o mercado brasileiro representa uma das maiores forças importadoras dos carros chineses — considere que, até julho, houve aumento de 146% nas importações em comparação com o mesmo período no ano passado.
Como as montadoras utilizam plataformas globais de produção, os modelos destinados ao mercado brasileiro podem passar a desembarcar no país adaptados às novas exigências de segurança e com alterações no design externo.
Comprar um carro costuma ser tratado como uma decisão emocional e, em boa parte, é mesmo. Mas é também uma das decisões financeiras mais significativas que a maioria das pessoas toma em um ciclo de vários anos. Antes de olhar para cor, design ou o modelo que está na moda, existe uma pergunta mais importante, e frequentemente ignorada: esse carro realmente serve para a vida que eu levo? Qual melhor carro para o meu perfil?
Um dos erros mais comuns na hora de comprar um carro é deixar que o preço de compra funcione como critério decisivo isolado. Ele importa, obviamente, mas tratá-lo como o único filtro da decisão costuma gerar arrependimento mais à frente — quando o consumo real de combustível, o custo de manutenção, o valor do seguro ou a depreciação do modelo escolhido aparecem na prática, meses depois da compra. Antes de fechar negócio, vale organizar a pesquisa e comparar minuciosamente as alternativas usando critérios que vão além do valor na etiqueta.
Por anos, a competição entre montadoras se resolveu em terrenos relativamente previsíveis: motor mais potente, consumo mais eficiente, preço mais competitivo, rede de concessionárias mais ampla.
Esses fatores continuam relevantes, mas hoje deixaram de ser, isoladamente, o que decide uma venda. Os dados mais recentes do mercado brasileiro apontam para uma disputa diferente, e bem mais difícil de vencer: a compreensão real de quem é o consumidor, o que ele já sabe antes de entrar na loja, e o que ele espera receber quando chega lá.
Um consumidor que já decidiu antes de aparecer
O comportamento de compra no setor automotivo mudou de forma estrutural. O consumidor já não começa a jornada na loja física — ele chega mais preparado, muitas vezes já sabendo qual modelo quer, qual faixa de preço aceita e quais condições espera, em um movimento diretamente conectado ao avanço das jornadas digitais e ao uso de dados ao longo do processo de compra.
Isso muda completamente o papel da concessionária e, por extensão, da própria montadora. Quando o consumidor chega já decidido, o diferencial competitivo deixa de estar apenas no produto físico e passa a estar em quem conseguiu, antes de todo mundo, entender o que aquele consumidor específico estava procurando — e entregar a mensagem certa, pelo canal certo, no momento certo da jornada.
A demanda existe. A pergunta é quem vai capturá-la
O tamanho da oportunidade em jogo é considerável. Dados recentes do mercado apontam que 68% dos brasileiros pretendem adquirir um veículo em 2026, mantendo o mesmo patamar do ano anterior — mas com uma mudança relevante no ritmo: a intenção de compra já no primeiro semestre subiu de 37% para 45% na comparação anual. É um mercado com demanda firme, mas com uma janela de decisão que se abre mais cedo e se fecha mais rápido.
Existe um desafio nesse cenário, a alta intenção de compra do consumidor brasileiro é um recado claro de que existe espaço para crescer, mas quem souber oferecer o portfólio certo, com condições atrativas — especialmente para quem está trocando de veículo, perfil que concentra a maior parte dos interessados — é quem vai efetivamente capturar esse movimento. Ter demanda aquecida não garante conversão. Entender exatamente o que motiva cada segmento dessa demanda, sim.
Trocar de carro não é o mesmo motivo para todo mundo
Um dos dados mais úteis para quem pensa em entender o consumidor de forma mais granular é a composição dos motivos de compra. Entre os brasileiros com intenção de adquirir um veículo em 2026, o principal motivo é a atualização do modelo, citado por 37% dos respondentes. Em seguida aparecem o hábito de trocar de carro periodicamente, com 29%, e a necessidade de substituição por desgaste do veículo atual, com 23%. Além disso, 73% dos interessados já possuem um veículo — a maior parte do mercado, portanto, não é de primeira compra, mas de troca.
Esses três motivos — atualização, hábito e necessidade — representam perfis de consumidor completamente diferentes, com sensibilidade a preço, urgência de decisão e critérios de escolha distintos entre si. Uma montadora que trata esse público como um bloco homogêneo, com a mesma comunicação e a mesma oferta para todos, está deixando sobre a mesa uma das informações mais valiosas que o próprio mercado já disponibilizou: o motivo específico que está movendo cada fatia dessa demanda.
Eletrificação como decisão racional, não apenas ambiental
O avanço dos elétricos no imaginário do consumidor brasileiro também revela uma mudança de critério de decisão. Não é apenas que a eletrificação ganhou espaço — é que elaganhou espaço por múltiplos motivos simultâneos, que se misturam de forma diferente para cada consumidor: um decide por economia de combustível, outro por consciência ambiental, um terceiro por estar atrás da conectividade mais avançada. Vender eletrificação com uma única narrativa genérica — "sustentabilidade" ou "economia", isoladamente — ignora que a decisão real do consumidor brasileiro é multifatorial, e que a montadora capaz de identificar qual fator pesa mais para cada perfil de comprador tem vantagem clara na conversão.
O carro virou plataforma de dados — e isso muda a régua de competição
Há ainda uma camada mais estrutural nessa disputa. O mercado de 2026 é de "smart mobility": o carro deixou de ser apenas um meio de transporte e passou a ser um dispositivo conectado, que gerencia energia e dados continuamente. Isso significa que a estrutura de vendas, antes dependente principalmente do lançamento de novos modelos, passa a depender também da manutenção da relevância do software embarcado ao longo de toda a vida útil do veículo.
Montadoras que insistem em um modelo de negócio centrado exclusivamente na venda de hardware e manutenção mecânica básica tendem a perder espaço para marcas que tratam o automóvel como uma plataforma de serviços digitais contínuos — o que exige, por definição, entender o comportamento do consumidor não apenas no momento da compra, mas ao longo de toda a relação com o veículo depois dela.
Mais concorrência, menos espaço para erro na leitura do consumidor
Esse cenário de disputa pela compreensão do consumidor ganha ainda mais urgência com a entrada de novas montadoras no mercado brasileiro, especialmente marcas asiáticas, que têm pressionado preços e ampliado a oferta de modelos, principalmente em segmentos como SUVs e veículos eletrificados. Com mais opções disponíveis para o mesmo consumidor, a decisão de compra tende a ficar mais racional, mais comparada e mais planejada — o que reduz a margem de erro para montadoras que ainda comunicam de forma genérica, sem personalização real.
O que isso significa na prática para o setor
O produto automotivo brasileiro está mais diversificado, mais acessível em opções, e disputado por um número maior de marcas do que em qualquer momento recente. Nesse cenário, a variável que ainda não está plenamente explorada pela maioria das montadoras não é tecnológica — é interpretativa.
Entender que "querer trocar de carro" pode significar três motivações completamente diferentes; que conforto pesa mais do que tecnologia pura na decisão declarada do consumidor; que a escolha por um elétrico raramente nasce de um único fator; e que a relação com o consumidor não termina na assinatura do contrato, mas continua através do software que o carro carrega — tudo isso é dado disponível, mas ainda pouco convertido em estratégia comercial diferenciada.
Quem continuar competindo apenas em especificação técnica e preço vai descobrir, tarde, que estava competindo no critério errado.
O Windows 11 reúne uma série de recursos nativos para deixá-lo mais rápido e com mais espaço disponível. Além do Sensor de Armazenamento, o sistema conta com opções para reduzir efeitos visuais e um app da Microsoft para auxiliar na manutenção periódica.
Testado e atualizado pela equipe do Canaltech em agosto de 2026 na versão mais recente do Windows 11.
Como liberar espaço em disco no Windows 11
Existem recursos nativos do Windows 11 que ajudam a liberar espaço no computador. A seguir, veja como usá-los.
Ative o Sensor de Armazenamento
O Sensor de Armazenamento é uma ferramenta que limpa arquivos temporários automaticamente quando o PC está com o armazenamento lotado.
Abra as "Configurações" do Windows;
Acesse a aba "Sistema";
Entre em "Armazenamento”;
Clique em "Sensor de armazenamento”;
Ative o recurso.
O Sensor de Armazenamento também pode ser configurado para excluir arquivos da lixeira e da pasta "Downloads" automaticamente após um período de inatividade definido por você.
Verifique seus arquivos
No menu “Armazenamento”, o Windows também traz um panorama de fotos, vídeos e demais arquivos salvos no PC. Para isso, basta clicar em categorias para verificar os dados mais pesados ou até duplicados.
Assim, você consegue abrir mais espaço ao remover informações que não têm mais necessidade, por exemplo.
Limpe arquivos temporários e cache
Além da limpeza automática, é possível fazer uma faxina manual:
Aplicativos instalados para testes ou usados raramente continuam ocupando espaço. Além disso, muitas vezes, os softwares consomem recursos do computador sem você perceber ao serem executados em segundo plano.
Descubra como desinstalar programas:
Acesse as configurações do Windows;
Vá em “Aplicativos”;
Entre em “Aplicativos instalados”;
Ordene a lista por tamanho para identificar os apps mais pesados;
Clique no botão de três pontinhos ao lado do nome do app;
Aperte em “Desinstalar”.
Use o Microsoft PC Manager
O PC Manager é a ferramenta oficial e gratuita da Microsoft para otimização do Windows. Veja como instalá-la e usá-la:
Vá até a opção “PC Boost” para limpar cache e liberar memória;
Use o "Health Check" para verificar falhas, bugs e ameaças.
Como agilizar a inicialização do Windows 11
É importante desativar os programas que estão configurados para abrir junto com o Windows sem necessidade para acelerar a inicialização do sistema. Veja como:
Abra as "Configurações" do Windows;
Vá em "Aplicativos”;
“Entre em Inicialização";
Veja quais apps têm maior impacto no processo de inicialização;
Desative os apps que não precisam abrir automaticamente.
Também é possível fazer isso por dentro de cada aplicativo. No Spotify, por exemplo, o ajuste fica em nos ajustes avançadas das configurações do programa.
Ajustes de desempenho geral no Windows 11
Alguns ajustes ajudam a melhorar o desempenho geral do Windows, especialmente se o seu computador não possui especificações muito avançadas.
Desative efeitos visuais e transparências
Animações e efeitos de transparência deixam a interface bonita, mas consomem mais recursos:
Abra as "Configurações";
Vá em "Acessibilidade”;”
Entre em “Efeitos visuais";
Desative as animações e/ou a transparência.
Escolha o plano de energia de melhor desempenho
Se você vai jogar ou precisa fazer algo que demanda muitos recursos, é possível alterar o modo de energia para aumentar o desempenho do computador:
Saiba como ativar o modo “Melhor desempenho”:
Entre nas configurações do Windows;
Clique em “Sistema”;
Vá em “Energia e bateria”;
Em "Modo de energia", selecione "Melhor desempenho".
Cabe ressaltar que o ajuste aumenta o consumo de energia do computador. Dessa forma, é importante retornar para o modo econômico ou equilibrado ao finalizar a atividade para poupar a bateria do notebook, por exemplo.
Feche apps em segundo plano
Nem todos os apps que você fecha são encerrados totalmente. Alguns permanecem em segundo plano para facilitar a abertura ou até manter algumas atividades em andamento sem interferir o uso do computador.
Por isso, verifique se o ícone do aplicativo permanece em exibição na barra de ferramentas. Caso queira encerrá-lo, basta clicar com o botão direito e seleciona a opção correspondente.
Também é possível fechá-los pelo Gerenciador de Tarefas. Contudo, é importante evitar o encerramento de softwares importantes, como antivírus, apps com dados que ainda não foram salvos ou serviços do Windows.
Veja como encerrá-los:
Aperte “Ctrl + Shift + Del”;
Selecione o Gerenciador de Tarefas;
Vá até a aba “Processos”;
Identifique os programas que mais consomem recursos;
Clique com o botão direito no programa;
Vá em “Finalizar tarefa”.
Mantenha o Windows atualizado
Atualizações do Windows nem sempre trazem novidades, mas aplicam correções de bugs e ameaças. Esse processo ajuda não apenas a manter o sistema mais seguro, como garante a estabilidade do computador e pode até melhorar o desempenho.
Para verificar se há atualizações, faça o seguinte:
Acesse as configurações do sistema;
Vá em “Windows Update”;
Aperte em “Verificar se há atualizações”;
Aguarde a verificação terminar;
Se houver atualizações, instale-as.
Em alguns casos, o Windows solicita para reiniciar o computador antes de finalizar a instalação. Por isso, antes de atualizar, salve seus arquivos e faça backup de dados importantes.
Desativar serviços do Windows deixa o PC mais rápido?
A maioria dos serviços do Windows são gerenciadas automaticamente pelo Windows e desativá-los pode causar falhas em vez de melhorar o desempenho. Portanto, não é recomendável alterar esses ajustes sem o auxílio de um especialista ou orientação da Microsoft.
Formatar o PC resolve a lentidão?
A formatação ajuda a resolver a lentidão, especialmente se há falhas no sistema ou em apps. Contudo, o processo não auxilia completamente se o problema envolve o hardware, como é o caso de memória insuficiente, por exemplo.
Nesses casos, é importante avaliar uma melhoria de recursos do computador.
É necessário fazer backup antes de formatar?
Sim. É recomendável fazer uma cópia de todos os seus arquivos, fotos, vídeos e demais dados antes de formatar o computador, uma vez que o procedimento apaga todas as informações do dispositivo.
Por que o computador fica mais lento com o tempo?
No geral, o acúmulo de arquivos temporários, apps rodando em segundo plano e a quantidade de programas abertos simultaneamente aumentam o consumo da RAM, processador e armazenamento aos poucos. Dessa forma, o PC tende a ficar mais lento com o tempo, especialmente se não houve manutenções periódicas.
Vale a pena usar programas de limpeza de terceiros?
O Windows 11 já conta com ferramentas nativas (Sensor de Armazenamento) e o Microsoft PC Manager, que é oficial e gratuito.
Meu disco está sempre em 100% de uso, o que fazer?
Verifique o Gerenciador de Tarefas para identificar o processo responsável pelo consumo elevado de recursos e considere fazer uma limpeza no computador. Se o problema persistir, é necessário verificar a integridade do dispositivo.
Como acelerar o processo de desligamento do PC?
Se o computador demora para desligar, o motivo costuma ser algum aplicativo que insiste em ficar aberto. Por isso, fechar os programas manualmente antes de desligar já reduz o problema na maioria dos casos.
Esvaziar a lixeira realmente libera espaço no disco?
Sim. Enquanto um arquivo está na lixeira, ele ainda ocupa o armazenamento do PC. Só ao esvaziá-la que o espaço é efetivamente liberado para uso.
Trocar o HD por SSD ajuda no desempenho?
Sim. A troca de um HD por um SSD é uma das mudanças com maior impacto na velocidade do PC. Contudo, trata-se de um upgrade de hardware, e não de software.
Um carregador portátil pegou fogo dentro de um trem da Linha 7-Rubi, em São Paulo, e deixou um passageiro com queimaduras. O incidente aconteceu por volta das 18h desta segunda-feira (24), quando o vagão chegava à estação Água Branca, localizada na Zona Oeste da capital paulista.
Um vídeo publicado pelo perfil SP Sobre Trilhos no Instagram mostra o momento em que passageiros tentam apagar as chamas dentro do vagão. Nas imagens, também é possível perceber uma pequena quantidade de fumaça saindo do powerbank enquanto uma das pessoas tenta conter o fogo com os pés.
O conteúdo divulgado na rede social também mostra um passageiro com a calça aparentemente danificada pelo fogo. Em contato com o Canaltech, a TIC Trens, concessionária responsável pela Linha 7-Rubi, confirmou que o dono do equipamento ficou ferido e recebeu atendimento de funcionários da empresa.
“Os Agentes de Atendimento e Segurança da TIC Trens prestaram imediatamente os primeiros socorros, e o passageiro foi encaminhado a um pronto-socorro da região para atendimento médico”, afirmou a companhia.
A empresa também ressaltou que a circulação dos trens não foi impactada pelo ocorrido. Com isso, a operação da Linha 7-Rubi, que liga a capital paulista à cidade de Jundiaí, seguiu normalmente.
Incidente com powerbank também em avião
Casos envolvendo powerbanks não se limitam ao transporte sobre trilhos, com diferentes registros de aparelhos apresentando problemas durante voos. Uma das ocorrências mais recentes aconteceu em junho deste ano, dentro de um avião da Tianjin Airlines.
Imagens compartilhadas nas redes sociais mostraram a tripulação lidando com o equipamento enquanto a fumaça se espalhava pela cabine. Também foram publicados registros de como ficou o assento onde o powerbank estava quando o problema começou.
A companhia aérea, inclusive, emitiu um alerta sobre o transporte de carregadores portáteis por passageiros e recomendou que os viajantes deem preferência a não levar equipamentos do tipo. Caso seja necessário transportá-los, a empresa orientou verificar se os dispositivos atendem aos requisitos de certificação aplicáveis.
O anúncio do Linux completou 35 anos: no dia 25 de agosto de 1991, o desenvolvedor Linus Torvalds, com 21 anos na época, revelou o projeto pessoal em post na plataforma Usenet.
No post, Torvalds disse que estava fazendo um sistema operacional gratuito, pediu o feedback da comunidade sobre o sistema Minix (usado em computadores da época) e afirmou que “era só um hobby, não será grande e profissional como o GNU”. A previsão não foi cumprida, visto que o Linux se tornou um dos principais SOs do mundo, com relevância até hoje e servindo como base para plataformas como o Android.
O anúncio aconteceu em agosto, mas a primeira versão do sistema foi lançada no mês seguinte, em 17 de setembro de 1991. Posteriormente, a plataforma incorporou ferramentas do GNU e manteve a estrutura em código aberto.
Confira o post original (em inglês):
O que é a Usenet?
A Usenet é uma rede descentralizada de computadores usada para troca de mensagens entre desenvolvedores, uma espécie de precursora dos fóruns e redes sociais da internet.
A plataforma foi lançada em 1979 e continua ativa até hoje, mesmo após perder força com o passar das décadas. É possível classificá-la como um “embrião” das discussões na internet, principalmente por ter revelado alguns jargões comuns da internet.
Seguem abaixo os horários em que a visão estendida de GTA 6 irá estrear na Netflix e no YouTube:
Netflix: 27 de agosto, a partir das 16h (horário de Brasília);
YouTube: 27 de agosto, a partir das 22h (horário de Brasília).
É bem provável que o conteúdo inclua trechos de gameplay, apresentação de mecânicas e aprofundamento na narrativa de GTA 6. Vale lembrar que o último trailer do jogo foi ao ar há mais de 500 dias.
A Rockstar pegou todos de surpresa quando anunciou que iria revelar o novo gameplay de GTA 6 no serviço de streaming. O que pesou ainda mais foi o fato de que os jogadores precisarão pagar para acompanhar o conteúdo em primeira mão, o que gerou uma onda de revolta entre os fãs por causa da Netflix.
A Toyota decidiu radicalizar no segmento de SUVs médios ao trazer para o Brasil o novo RAV4 híbrido plug-in (PHEV). O modelo chega apenas na versão XSE, com preço de R$ 399.990, exatamente o mesmo valor do rival chinês BYD Atto 8, lançado recentemente. A estratégia é clara: oferecer um produto mais sofisticado e potente para disputar espaço no mercado de eletrificados premium.
Com 329 cv de potência combinada, o RAV4 PHEV se torna o mais forte já vendido pela marca no país, superando os 306 cv da geração anterior. O desempenho é digno de esportivo: aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5,7 segundos e velocidade máxima de 180 km/h. Além disso, a tração integral AWD e os modos de condução Trail, Snow e Normal ampliam a versatilidade do SUV.
O modelo passa a conviver com as versões híbridas convencionais S e SX, que continuam no portfólio. Assim, a Toyota oferece três opções distintas de eletrificação, com preços a partir de R$ 319.620, reforçando sua presença em um segmento cada vez mais competitivo.
SUV da Toyota está mais potente
O RAV4 PHEV combina um motor 2.5 aspirado de 189 cv com três motores elétricos, entregando 329 cv no total. O sistema garante força imediata e eficiência, com destaque para a bateria de íons de lítio de 22,7 kWh, que permite rodar até 61 km apenas no modo elétrico, segundo dados do Inmetro. Isso significa que trajetos urbanos podem ser feitos sem consumo de combustível, dependendo da rotina de recarga.
Outro diferencial é a capacidade de recarga rápida em corrente contínua (DC), suportando até 50 kW, além de 11 kW em corrente alternada (AC). Esse recurso ainda é raro em híbridos plug-in, tornando o RAV4 mais prático para quem busca eletrificação sem abrir mão da flexibilidade.
Design e tecnologia do novo RAV4
Visualmente, o SUV segue a identidade “Hammerhead” da Toyota, com faróis estreitos, capô marcado e rodas de 20 polegadas em acabamento preto. A versão XSE aposta em pintura de dois tons, com teto sempre preto, reforçando o apelo esportivo. O porta-malas tem 421 litros, menor que o da versão HEV, mas conta com abertura elétrica por sensor de movimento.
No interior, o RAV4 PHEV traz central multimídia de12,9 polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay, som JBL premium e painel digital de 12,3 polegadas. Há ainda head-up display, teto solar panorâmico, bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, além de ajustes elétricos com memória. O pacote de segurança Toyota Safety Sense 4.0 inclui frenagem autônoma, controle de cruzeiro adaptativo, alerta de saída de faixa e câmera 360º, elevando o nível de proteção.
Ficou na dúvida sobre qual SUV é o melhor entre o novo Toyota RAV4 PHEV e o rival chinês? Então confira novamente o que o SUV premium da BYD, que tem até geladeira, pode oferecer na disputa contra o consagrado utilitário da marca japonesa.
A gamescom 2026 está começando e a NVIDIA já se antecipou e revelou o que tem preparado para os PC gamers para o evento. Em apresentação fechada para a imprensa, o Time Verde trouxe novidades em relação ao Ray Reconstruction, RTX Remix, RTX Spark e mais.
A primeira grande novidade é a nova geração da tecnologia de reconstrução de raios, que fará parte do DLSS 4.5. A novidade, que já havia sido revelada anteriormente, acabou sendo vazada antes da hora através de arquivos em jogos compatíveis, mas começa a chegar em breve.
A NVIDIA confirmou que a segunda geração de reconstrução de raios estreia já no próximo mês com 007 First Light em 15 de setembro, que também receberá Path Tracing nessa data. Além desse título, um dos grandes lançamentos das próximas semanas, Control Resonant, também chega com suporte a tecnologia.
Com melhorias no denoiser por inteligência artificial, as imagens terão menos artefatos e serão mais limpas ao ativar Ray Tracing e Path Tracing. A tecnologia estará disponível para todas as placas GeForce RTX (séries 20 a 50). A tecnologia poderá ser ativada com override no NVIDIA App.
Jogos de PS2 com RTX Remix
O Ray Reconstruction do DLSS 4.5 também está a caminho da ferramenta RTX Remix, permitindo que a comunidade melhore os efeitos de Ray Tracing e Path Tracing de jogos antigos. Segundo a NVIDIA, até o momento, já são quase 250 jogos melhorados pela comunidade com a ferramenta. Além disso, um anúncio inusitado chamou a atenção: traçados de raios para jogos de PS2.
Durante a apresentação, um slide tinha uma informação pequena no canto que dizia "PCSX2 Remix: Path tracing PS2 Games". Ou seja, o popular emulador de PlayStation 2 proporcionará efeitos modernos de sombra, iluminação e reflexos a jogos do console mais popular do mundo. Isso significa que God of War, Devil May Cry, Metal Gear Solid 3, GTA: San Andreas e muitos outros devem receber o tratamento. Isso, vale lembrar, depende só da comunidade.
RTX Spark e a adoção dos estúdios de games
A NVIDIA anunciou o chip RTX Spark meses atrás, prometendo ótimo desempenho em jogos em 1440p graças ao chip Blackwell, mesma arquitetura das RTX 50. Ele conta ainda com CPU Arm em parceria com a Mediatek e estará em notebooks de marcas como ASUS, Dell, Microsoft, HP, Lenovo e MSI em breve.
Nessa apresentação, o Time Verde revelou que diversos estúdios de games estão se preparando para adequar seus jogos a uma arquitetura diferente. Houve um destaque para a Ubisoft, mas nomes gigantes como Capcom, CD Projekt Red, Konami, Remedy Sega e Xbox também foram citados, entre outros.
Um dos destaques é o suporte ao anticheat Javelin da Electronic Arts, presente em jogos com foco no multiplayer online como Battlefield 6 e Apex Legends, além de EA Sports FC.
Expansão do GeForce Now
Fechando as novidades para a gamescom 2026, que começa hoje (25) na Alemanha, está o GeForce Now. O serviço de games em nuvem da NVIDIA também está recebendo suporte ao Ray Reconstruction, mas não foi divulgado em quais planos.
Além disso, a NVIDIA reforçou que o GeForce Now está recebendo A Plague Tale: Resonance, Gears of War E-Day, The Blood of Dawnwalker, Control Resonant e Onimusha: Way of the Sword, além de Metro 2039 no próximo ano.
O serviço de assinatura da NVIDIA chegou recentemente ao Linux com um app dedicado e a expansão continua. O Steam Machine pode transmitir o GeForce Now e o suporte ao novo controle da Valve foi adicionado. Para os usuários do navegador Firefox, é possível executar o serviço de cloud gaming. Por último, Fire TV Stick da Amazon agora roda jogos em 4K também.
A TCL anunciou, nesta terça-feira (25), o lançamento da T6C no Brasil, smart TV QLED 4K que aposta em inteligência artificial (IA) e recursos para games, incluindo taxa de até 120 Hz. Disponível em tamanhos de até 75 polegadas, o modelo chega ao mercado nacional com preços a partir de R$ 3.099.
Um dos principais destaques da televisão fica por conta do processador AiPQ, responsável por analisar as imagens reproduzidas e ajustar automaticamente diferentes parâmetros. O sistema utiliza IA para trabalhar aspectos como contraste, nitidez, HDR e movimento de acordo com o conteúdo exibido na tela.
A T6C utiliza painel QLED 4K com cobertura de até 93% do espaço de cores DCI-P3 e tecnologia HVA para ampliar o contraste e melhorar o controle da iluminação. O aparelho também conta com Dolby Vision, HDR10+ e sistema de áudio 2.0 compatível com Dolby Atmos, além da tecnologia de pontos quânticos, que permite reproduzir mais de 1 bilhão de tonalidades.
“Hoje, a televisão ocupa um espaço cada vez mais importante na forma como as pessoas acessam entretenimento. Por isso, buscamos desenvolver tecnologias que reúnam qualidade de imagem, conectividade e recursos inteligentes para tornar esse momento mais simples e intuitivo, e todos esses atributos estão presentes na linha TCL T6C”, ressalta Rafael Amendola, gerente de Programa e Engenharia na TCL SEMP.
Recursos extras miram jogadores
Para os games, a TCL T6C traz o Game Accelerator, recurso que permite trabalhar com VRR (taxa de atualização variável) de até 120 Hz para tornar a reprodução de movimentos mais fluida. O painel possui frequência nativa de 60 Hz, enquanto os 120 Hz são alcançados por meio de software.
O pacote voltado aos jogos também inclui HDMI 2.1 e ALLM, funcionalidade que ativa automaticamente o modo de baixa latência quando um dispositivo compatível é conectado. A televisão ainda oferece o Game Bar, área onde o usuário pode acessar recursos como modo imagem, para selecionar opções como FPV e RPG, e Aiming Aid, que auxilia o gamer a mirar no alvo com maior precisão.
A fabricante também integrou ao televisor tecnologias voltadas ao conforto visual, com recursos para reduzir a emissão de luz azul e pequenas oscilações no brilho da tela. A T6C ainda ajusta a luminosidade para buscar uma visualização mais confortável ao longo do dia.
O aparelho chega às lojas rodando o Google TV, interface que reúne conteúdos de diferentes serviços de streaming e oferece recomendações personalizadas. O sistema também facilita a integração da televisão com outros dispositivos conectados da casa.
Preço e disponibilidade
A TCL T6C já está disponível no mercado brasileiro em versões de 55, 65 e 75 polegadas. Os preços partem de R$ 3.099, mas a marca ainda não detalhou os valores sugeridos para cada tamanho.
O Nokia 300 Charge, celular básico lançado pela HMD, funciona com o S30+, plataforma própria da fabricante voltada para feature phones. A informação consta na ficha técnica oficial do aparelho, na seção "Operating System".
O modelo chamou atenção por sua bateria de 3.700 mAh, capaz de manter até 40 dias de autonomia em modo de espera. O hardware é simples para os padrões atuais: processador Unisoc SC6531E, 4 MB de RAM e 4 MB de armazenamento interno, segundo dados divulgados pela própria HMD.
O que é o S30+
O S30+ não é uma versão reduzida do Android nem um sistema derivado do iOS. É uma plataforma independente voltada para celulares básicos, sucessora da tradição de sistemas utilizados pela Nokia em seus feature phones.
A tecnologia sucedeu as plataformas Series 30 e Series 40, usadas em modelos Nokia anteriores. Depois da compra da divisão de dispositivos da Nokia pela Microsoft, e posteriormente pela HMD, o desenvolvimento do S30+ seguiu com a fabricante finlandesa, que hoje detém a licença da marca Nokia para telefones.
A estrutura do S30+ é bem mais enxuta que a de um smartphone, com uma interface desenvolvida para consumir poucos recursos e atender principalmente às funções essenciais de telefonia.
Sistema simples explica a autonomia
Um sistema como o S30+ exige muito menos do hardware que Android ou iOS. Com apenas 4 MB de RAM e 4 MB de armazenamento, o Nokia 300 Charge estaria longe de rodar qualquer sistema operacional de smartphone moderno.
Essa arquitetura reduzida permite que o aparelho opere com muito menos recursos computacionais do que um smartphone moderno, o que contribui para a proposta de baixo consumo de energia.
A escolha por uma plataforma dessa natureza se encaixa na proposta do aparelho, voltada para funções básicas e baixo gasto de bateria.
Os 40 dias de autonomia em standby, no entanto, não decorrem apenas do sistema operacional. A tela de 2,4 polegadas, o hardware simples e a conectividade limitada a redes 2G também fazem parte do conjunto de características que favorece o baixo consumo.
S30+, Android, iOS e KaiOS
Os quatro sistemas atendem propósitos diferentes no mercado de celulares. Veja as principais diferenças:
Android: sistema do Google usado na maioria dos smartphones, com acesso à Google Play Store e amplo ecossistema de aplicativos;
iOS: plataforma da Apple exclusiva para iPhones, com loja de apps própria e integração com o ecossistema da empresa;
KaiOS: sistema voltado para feature phones mais avançados, com suporte limitado a aplicativos e a determinados serviços online;
S30+: plataforma da HMD para celulares básicos, sem loja de aplicativos e com foco em funções nativas de telefonia.
O Nokia 300 Charge não compete, portanto, com smartphones equipados com Android ou iOS. Ele também difere de feature phones que rodam KaiOS e oferecem algum nível de conectividade com serviços online.
À medida que a terceira temporada de Silo se encaminha para sua conclusão, ficou claro que o programa da Apple TV apostou em um distanciamento maior em relação aos livros de Hugh Howey, que inspiram a produção. Embora essas mudanças tenham causado uma certa polêmica entre os fãs, o próprio autor saiu em defesa delas.
O comentário de Howey foi feito em um grupo de entusiastas da série no Facebook depois que um usuário reclamou de uma alteração no nome do personagem Donald Keene. Na série, o congressista se chama Daniel Keene, sendo interpretado pelo ator Ashley Zukerman, algo que não caiu bem entre alguns fãs mais ferrenhos.
Mas Howey não se deixou intimidar pela crítica, afirmando que a mudança foi feita para “aprimorar” a história do personagem, uma mudança “crucial” para que o desenvolvimento dele no programa fosse mais forte que no original.
“É uma melhoria em relação aos livros. Não queríamos que Daniel fosse um colaborador voluntário em grande parte do projeto. Vocês começarão a entender o porquê nos próximos dois episódios. É crucial para o desenvolvimento do personagem”, explicou o escritor.
Mudanças drásticas em relação ao original
Quem acompanhou a divulgação da terceira temporada de Silo já sabia que o atual capítulo do programa iria promover algumas mudanças em relação a Ordem (Shift no original), segundo livro da trilogia que, embora seja uma sequência, trata de eventos anteriores aos que são apresentados na primeira obra.
Considerando que seguir o livro ao pé da letra faria com que a história de Juliette, a protagonista interpretada por Rebecca Ferguson, ficasse de lado, o showrunner Graham Yost optou por alterar o rumo das coisas para continuar explorando a jornada da engenheira na produção.
Yost até comentou sobre essa alteração durante sua passagem pela San Diego Comic Con 2026, afirmando que não poderiam simplesmente remover Ferguson da produção apenas para manter a fidelidade ao livro original.
“Temos a Rebecca Ferguson, e o rosto dela está no pôster, então não íamos ter uma temporada inteira sem ela. Por isso, tivemos que criar uma história diferente para Juliette”, ele explicou.
O produtor também garantiu que Howey estava ciente dessas modificações criativas, apoiando-as por acreditar que os livros existem de maneira independente ao que vem sendo explorado na televisão.
Os fãs, no entanto, não parecem estar muito felizes com essa mudança de rota, já que, embora a terceira temporada de Silo seja elogiada pelos críticos, a opinião da audiência anda bastante estremecida.
Lembrando que o terceiro ano da série chegará ao fim na Apple TV daqui a dois episódios, no dia 4 de outubro. Enquanto isso, aproveite para saber quais são as 5 perguntas que Silo precisa responder na temporada 3.
Um avião monomotor Cirrus Design SR22 caiu na manhã desta terça-feira (25) em uma área de mata no distrito de Serra Azul, em Mateus Leme (MG). Logo após o impacto, a aeronave pegou fogo, mas o piloto conseguiu escapar graças ao acionamento do sistema de paraquedas CAPS, que reduziu a força da queda.
O piloto, único ocupante da aeronave, tem 29 anos e foi resgatado por populares sem queixas de dores ou escoriações. Ele foi encaminhado para atendimento em uma UPA da região.
Imagens divulgadas em redes sociais mostram claramente o momento em que o avião desce com o paraquedas ativado. O voo havia partido de Belo Horizonte com destino a Bom Despacho.
Situação da aeronave
A aeronave, de prefixo PR-VMI, estava em situação regular no Registro Aeronáutico Brasileiro. Seu certificado de aeronavegabilidade é válido até 26 de setembro de 2026.
Fabricado em 2013, o modelo tem capacidade para cinco assentos e é equipado com o sistema de paraquedas CAPS, projetado para aumentar a segurança em situações de emergência. O avião é de uso particular e não tinha restrições de voo registradas.
Resgate e investigação
Após a queda, moradores da região ajudaram no resgate do piloto, que saiu ileso do acidente. O fogo consumiu a aeronave, mas não houve registro de outras vítimas.
As causas do acidente ainda serão investigadas pelas autoridades competentes, que devem analisar tanto as condições do voo quanto o acionamento do sistema de segurança.
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) aplicou uma multa de R$ 153,7 milhões à ByteDance, controladora do TikTok. Anunciada nesta terça-feira (25), a sanção mira em irregularidades no tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes na rede social.
A medida é resultado de um processo administrativo da Superintendência de Fiscalização da agência, iniciado em novembro de 2024. Segundo a ANPD, a empresa tratou dados desse público sem hipótese legal válida nas experiências com e sem cadastro.
A fiscalização também apontou falhas nas medidas para impedir o acesso de menores de 13 anos à plataforma e na supervisão de adolescentes durante o cadastro.
Durante uma coletiva de imprensa nesta terça, a agência afirmou que a multa considerou a gravidade das infrações, a quantidade de pessoas afetadas e a hipervulnerabilidade desse público.
TikTok terá de seguir plano de conformidade
Paralelamente à sanção, a ByteDance deverá cumprir um plano de conformidadenegociado com a ANPD. A medida prevê ajustes para reforçar a proteção de crianças e adolescentes no TikTok.
Nas contas cadastradas, a plataforma deverá aplicar configurações de privacidade mais restritivas por padrão. Esses ajustes só poderão ser alteradas por pais ou responsáveis vinculados à conta do jovem, além de haver aprimoramentos nos mecanismos de supervisão parental.
Já no acesso ao feed sem login, o TikTok terá de suspender anúncios, lives e o contato direto entre usuários. A experiência também será limitada a 12 horas cumulativas por dispositivo, com coleta restrita a dados de idioma, região e prevenção a fraudes.
O processo também estipula um período de dias úteis para a empresa entrar com um recurso. “O recurso hoje cabe contra a sanção. Em princípio, ele não atrapalharia a execução do plano de conformidade”, explicou o Superintendente de Fiscalização, Fabrício Guimarães Madruga Lopes.
PC gamers com foco em competitividade precisam de muita velocidade através de um monitor com alta taxa de atualização. A LG resolveu ir muito além nessa especificação, trazendo um novo UltraGear de 25 polegadas com nada menos do que 1.000 Hz, muito mais do que modelos populares entre 180 e 360 Hz para esse público.
Esse modelo é o primeiro do mundo com essa combinação de resolução e taxa de atualização de imagem. Se você se lembra desse monitor, é porque ele foi anunciado em maio e agora está disponível no mercado internacional. Como de costume, não existe previsão de chegada por aqui no momento.
Porém pode ter certeza de que esse novo LG UltraGear de 1.000 Hz deve chegar por aqui com preço bem salgado, já que no mercado americano, ele, literalmente, custa US$ 1 por hertz, ou seja, US$ 1.000. Para se ter uma ideia, esse modelo custa US$ 400 a menos que um UltraGear de 32 polegadas com modo duplo: 4K a 240 Hz e FullHD a 480 Hz e tela OLED.
Um dos maiores destaques do monitor ultra veloz da LG está na resolução e painel. Existem outros monitores que chegam a 1.000 Hz, mas a maioria deles oferece a resolução HD (1280x720), que é muito baixa para os padrões modernos. Além disso, alguns deles usam painel TN, que não entrega boa qualidade de imagem. No caso desse UltraGear, IPS é a tecnologia escolhida.
Especificações do LG UltraGear 25G590B
Tela: 24,5 polegadas, IPS, Full HD (1920 x 1080)
Velocidade: 1000 Hz (1100 Hz com overclock) e 1 ms GtG
Brilho: 400 cd/m² (Típico) / 320 cd/m² (Mínimo)
Relação de Contraste: 1000:1 (Típico)
Gama de Cores: sRGB 99%
Densidade de Pixels (PPI): 90 PPI
Tecnologias de sincronização: NVIDIA G-Sync e AMD FreeSync Premium
Conectividade: 1x DisplayPort 2.1, 2x HDMI 2.1, 1x USB Upstream (via USB-C) e saída de áudio
Ajustes da Base: Altura, Inclinação (Tilt) e Giro (Swivel), com marcações graduadas na coluna para ajuste fino
Dimensões (L x A x P) e Peso: 57,15 x 51,05 x 20,83 cm | Peso: 5,21 kg (com suporte)
O mais impressionante é que esse monitor da LG pode ainda passar dos 1.000 Hz. Existe um modo de overclock que faz com que o monitor chegue a 1.100 Hz, mas isso faz com que as tecnologias de sincronização de imagem sejam desativadas, já que elas suportam até 1.000 Hz.
E se você tem dificuldade em entender as diferenças entre tempo de resposta e taxa de atualização de imagem, entenda como cada uma funciona.