A Honor pode ter em desenvolvimento um novo celular intermediário com tela de 7 polegadas, tamanho que colocaria o aparelho de volta no território dos chamados phablets. O modelo ainda deve contar com um chipset da linha MediaTek Dimensity 8 e bateria superior a 10.000 mAh.
As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (24) pelo informante Digital Chat Station. Ele não revelou qual fabricante trabalha no projeto, mas seu histórico de publicações indica que o celular pode fazer parte do catálogo da Honor.
Nos comentários da publicação no Weibo, alguns usuários levantaram a possibilidade de o aparelho ser o Honor Power 3. O nome, porém, ainda não foi confirmado pelo informante nem pela fabricante.
Honor já testa celulares com telas gigantes
Este não é o primeiro rumor sobre um celular da Honor com tela próxima das 7 polegadas. Em maio, Digital Chat Station afirmou que a marca testava diferentes painéis OLED grandes para futuros aparelhos.
Entre as opções estariam uma tela plana de 6,89 polegadas, com resolução próxima de 2K, e outra de 7 polegadas, com definição em torno de 1,5K.
No início de julho, o informante também revelou que um projeto com tela plana de 7 polegadas e taxa de atualização de 185 Hz havia começado a ser desenvolvido. Novamente, o histórico das publicações apontava para um aparelho da Honor.
Tela ultrapassaria padrão dos celulares atuais
Os principais celulares com telas grandes disponíveis atualmente costumam ficar nas 6,9 polegadas. Modelos como Xiaomi 17 Ultra, Huawei Mate 80 Pro Max e iPhone 17 Pro Max adotam painéis desse tamanho.
Caso o novo aparelho chegue às 7 polegadas, a Honor ultrapassará por pouco esse padrão. A bateria acima de 10.000 mAh também deve acompanhar as dimensões maiores do celular.
Por enquanto, não há confirmação oficial sobre o nome, a resolução final da tela, a data de apresentação ou os mercados que receberão o aparelho. As especificações permanecem restritas aos vazamentos.
A Oi tenta obter autorização da Justiça para vender cabos aéreos de cobre à R.Log, empresa sediada em Belo Horizonte. O acordo pode render até R$ 95 milhões e faz parte das medidas emergenciais adotadas pela operadora diante do risco de seu caixa se esgotar em agosto.
O contrato foi firmado em março, mas recebeu questionamentos sobre o preço definido para o material. O impasse está sob análise da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, responsável pelo segundo processo de recuperação judicial da companhia.
O observador judicial do processo pediu explicações sobre o valor líquido de R$ 9,50 por kg e a quantidade total de metal que será vendida. Os questionamentos também receberam apoio do Ministério Público.
A gestão judicial da Oi afirmou nesta semana que ainda não consegue determinar o volume exato de cobre disponível. A estimativa inicial é de 10 mil toneladas, mas a quantidade definitiva só será conhecida após a retirada e a pesagem dos cabos.
Oi explica preço abaixo da cotação internacional
O preço acertado com a R.Log está distante da cotação do cobre puro na London Metal Exchange. O metal refinado tem sido negociado por cerca de US$ 13,5 mil por tonelada, o equivalente a aproximadamente R$ 68 por kg com o câmbio atual.
A Oi argumenta, porém, que essa cotação não serve como parâmetro para o contrato. A operação envolve sucata de cabos instalados em postes, e não cobre refinado pronto para comercialização no mercado internacional.
Como a operadora enfrenta restrições de caixa, a R.Log deverá assumir os custos de retirada, transporte e beneficiamento do material, estimados em R$ 15 por kg. Já os R$ 9,50 por kg correspondem ao valor líquido que entraria no caixa da Oi.
Caso a estimativa de 10 mil toneladas seja confirmada, a operação poderá gerar R$ 95 milhões para a empresa.
A Oi afirma que não há como medir antecipadamente quanto cobre existe nos cabos. A quantificação definitiva só poderá ocorrer após a extração do material e sua pesagem.
Furtos aumentam urgência da operação
A companhia também defende uma solução rápida para o impasse por causa dos furtos e roubos de cabos. Segundo a Oi, a sucata ainda perde valor com o passar do tempo por causa de sua deterioração.
Além da R.Log, a operadora recebeu uma proposta da Metalpronto, que ofereceu R$ 12,50 por kg. A oferta foi desconsiderada porque também incluía cabos subterrâneos da rede.
De acordo com a Oi, esses ativos ainda não estão liberados para venda e possuem valor superior ao dos cabos metálicos aéreos.
Em novembro de 2025, a operadora firmou outro contrato para a venda de sucata de cobre, desta vez com a San Lien Exportadora e Importadora. O preço ficou em R$ 9,05 por kg, valor R$ 0,45 inferior ao proposto agora pela R.Log.
A operação recebeu autorização da Justiça e colocou R$ 23,4 milhões no caixa da Oi.
Caixa pode acabar em 10 de agosto
A liberação da venda dos cabos faz parte de um conjunto de medidas emergenciais solicitado pela Oi à Justiça nesta semana.
A companhia também pediu autorização para realizar a segunda e a terceira chamadas do leilão judicial da Oi Soluções, com uma data a ser definida pela Justiça.
Outro pedido busca aval para demitir parte dos trabalhadores e adiar o pagamento das verbas rescisórias.
A Oi projeta encerrar julho com R$ 19,6 milhões em caixa. Para agosto e setembro, as previsões já indicam liquidez negativa, com o esgotamento dos recursos disponíveis em 10 de agosto.
A Onyx Boox — famosa alternativa chinesa ao Kindle — prepara sua entrada no mercado de leitores digitais ultracompactos com o BOOX Picco. O aparelho terá tela de apenas 3,97 polegadas e surge como uma resposta ao sucesso dos pequenos e-readers da chinesa XTEINK.
A marca começou a divulgar o produto, mas ainda não revelou a ficha técnica completa, a data de lançamento ou o preço. As primeiras informações apontam para uma tela de papel eletrônico em preto e branco, com iluminação frontal para leitura durante o dia ou à noite.
BOOX Picco pode ter botões físicos
A imagem promocional do BOOX Picco indica a presença de botões físicos nas laterais, que devem servir para avançar ou voltar páginas. O aparelho também terá suporte para cartão SD, o que permitirá ampliar o espaço disponível para livros e outros arquivos.
Rumores apontam que o Picco fará parte de uma nova linha chamada Tile. O nome pode estar relacionado à interface simplificada do dispositivo, formada por blocos fixos para acessar funções como leitor de livros, músicas e podcasts.
Essa abordagem colocaria o modelo em uma categoria diferente de outros aparelhos da Onyx Boox. Em vez de oferecer um sistema completo para instalar aplicativos, o Picco deve priorizar apenas a leitura e algumas funções básicas.
Para manter o preço competitivo, a fabricante também pode abrir mão de uma tela sensível ao toque. No entanto, essa característica ainda não foi confirmada pela empresa.
Preço será decisivo
O principal concorrente do BOOX Picco será a XTEINK, marca que ganhou espaço com seus leitores digitais finos e leves. Alguns modelos podem até ser presos magneticamente à traseira do celular, como um acessório MagSafe.
Esses aparelhos apostam em uma experiência livre de notificações, com bateria para semanas e tamanho suficiente para caber no bolso ou em bolsas pequenas. Portanto, o preço terá um papel importante para que a Onyx Boox consiga disputar esse mercado.
A expectativa é que o BOOX Picco custe entre US$ 99 e US$ 129 (entre R$ 503 e R$ 655 em conversão direta). O valor, porém, não foi anunciado pela fabricante e aparece apenas como uma estimativa para posicionar o produto contra os modelos da XTEINK.
Quem busca uma experiência mais completa continuará com alternativas como o BOOX Palma 2, vendido por US$ 269,99 e compatível com a instalação de aplicativos. Já o Picco deve atender quem quer um aparelho menor, simples e dedicado principalmente à leitura.
Escolher um vídeo porteiro pode parecer simples, mas os modelos disponíveis no Brasil atendem a necessidades bem diferentes. Enquanto alguns funcionam como interfones tradicionais com câmera e tela interna, outros são conectados ao Wi-Fi e permitem atender visitantes, acompanhar a entrada e liberar o acesso pelo celular.
Para ajudar na escolha, reunimos seis vídeo porteiros vendidos no mercado brasileiro, desde opções mais acessíveis até aparelhos inteligentes com gravação, detecção de movimento e integração com aplicativos. A seleção considera recursos, tipo de instalação, avaliações dos compradores e a média de preços no Magalu, Mercado Livre e Amazon.
O tipo de imóvel também deve entrar na decisão. “Os interfones com vídeo oferecem uma estrutura mais ampla de controle de acesso, normalmente integrada a portões e fechaduras”, explica Helena Pacheco, gerente de marketing da EZVIZ. Segundo a executiva, também é importante analisar qualidade de imagem, armazenamento, compatibilidade com aplicativos e facilidade de instalação antes da compra.
Confira uma lista com seis opções de interfone com câmera para comprar:
AGL VP7 Card App 2026;
Intelbras Allo wT7 Lite;
EZVIZ HP7;
Intelbras IVR 1010;
Positivo Smart Vídeo Porteiro;
Intelbras IVR 1070 HS.
1. AGL VP7 Card App 2026
O AGL VP7 Card App 2026 é uma das opções mais completas da lista para quem quer controlar a entrada tanto pela tela interna quanto pelo celular. O conjunto traz monitor touch de 7 polegadas e conexão Wi-Fi com os aplicativos AGL Home, Tuya e Smart Life. A comunicação entre os módulos usa um cabo de rede RJ45, portanto o sistema não é totalmente sem fio.
O modelo aceita até 20 tags RFID, quatro módulos externos e seis monitores internos, desde que a instalação tenha os acessórios necessários. Também há suporte para quatro câmeras IP com protocolo ONVIF, cartão microSD de até 64 GB, visão noturna e modo recado com mensagens de áudio e vídeo.
No Mercado Livre, o AGL VP7 Card App 2026 tem nota 4,7 e mais de 50 unidades vendidas. Ele é vendido por cerca de R$ 1.500.
O Intelbras Allo wT7 Lite atende quem procura um vídeo porteiro conectado, mas prefere uma marca com ampla presença no mercado brasileiro. O monitor interno tem tela de 7 polegadas, enquanto o aplicativo Allo Plus permite visualizar, conversar com visitantes e abrir a fechadura remotamente.
Entre os diferenciais estão a abertura por cartão RFID ou QR Code, detecção de movimento e gravação de fotos e vídeos. O equipamento aceita cartão microSD de até 128 GB e até seis monitores internos. A câmera externa grava em 720p, possui visão noturna e certificação IP55 contra poeira e jatos de água.
No Mercado Livre, o Allo wT7 Lite aparece com nota 4,8 e mais de 2 mil unidades vendidas. Os preços ficam em torno de R$ 1.600.
O EZVIZ HP7 tem como principal destaque a qualidade de imagem. A câmera externa grava em resolução 2K e oferece campo de visão de 162 graus, amplo o suficiente para mostrar uma pessoa da cabeça aos pés. O kit também traz monitor interno touch de 7 polegadas e Wi-Fi de 2,4 GHz ou 5 GHz.
O aparelho detecta movimentos de pessoas e envia alertas pelo aplicativo EZVIZ. Também conta com visão noturna infravermelha, áudio bidirecional, abertura remota de portas e suporte para cartão microSD de até 512 GB ou armazenamento em nuvem. Um modulador de voz pode alterar o som de quem atende pelo monitor ou celular.
No Mercado Livre, o HP7 tem nota 4,7 e mais de 500 unidades vendidas. Seu preço gira em torno de R$ 1.600.
O Intelbras IVR 1010 é indicado para quem prefere um sistema tradicional e mais barato. Ele possui monitor colorido de 4,3 polegadas com monofone e permite abrir até dois acessos, como o portão social e a garagem, diretamente pelo módulo interno.
O conjunto aceita uma câmera analógica adicional, uma extensão com vídeo e até três extensões de áudio. A câmera externa possui visão noturna, enquanto o sistema traz função não perturbe, entrada para botoeira e alarme contra tentativas de violação do módulo instalado no portão.
No Mercado Livre, o IVR 1010 tem nota 4,8 e mais de 50 mil unidades vendidas, o maior volume entre os modelos desta lista. Ele custa aproximadamente R$ 600.
O Positivo Smart Vídeo Porteiro troca o monitor interno por uma experiência centrada no celular. Quando alguém toca a campainha, o morador recebe uma notificação no aplicativo Positivo Casa Inteligente e pode ver ou conversar com o visitante por áudio bidirecional. O kit inclui uma campainha sem fio para avisos dentro da residência.
A câmera grava em 720p a 30 quadros por segundo e possui campo de visão de 120 graus, sensor de movimento e visão noturna. O aparelho funciona com duas baterias recarregáveis, aceita cartão microSD de até 64 GB e tem proteção IP54. Também pode exibir a imagem em aparelhos compatíveis com Alexa ou Google Assistente.
No Mercado Livre, o modelo tem nota 3,9 e mais de 100 unidades vendidas. Seu preço gira em torno de R$ 500.
O Intelbras IVR 1070 HS segue a proposta tradicional do IVR 1010, mas troca a tela de 4,3 polegadas por um display de 7 polegadas. O tamanho maior facilita a identificação dos visitantes, principalmente quando o monitor fica instalado em corredores, salas ou pontos mais distantes do usuário.
O modelo permite abrir duas fechaduras, visualizar uma câmera analógica adicional e usar visão noturna. Também aceita uma extensão de vídeo, três extensões de áudio e botoeira. Como não há aplicativo, o atendimento e os comandos ficam concentrados nos módulos instalados dentro do imóvel.
No Mercado Livre, o IVR 1070 HS tem nota 4,8 e mais de 10 mil unidades vendidas. O produto é encontrado por aproximadamente R$ 750.