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Quando a Samsung vai vender TV 3.0? Nós conversamos com a marca para descobrir

18 July 2026 at 18:00

A TV 3.0 (DTV+) já é uma realidade em algumas cidades brasileiras, mas o acesso à nova geração da televisão aberta ainda esbarra na necessidade de comprar um conversor. Para descobrir quando a Samsung vai vender Smart TVs com suporte nativo ao novo padrão, o Canaltech conversou com a marca.

A empresa sul-coreana afirmou que adota uma postura cautelosa em relação à integração da funcionalidade nas suas TVs. 

"A Samsung informa que está monitorando o desenvolvimento da nova tecnologia e comunicará ao mercado, oportunamente, sobre os próximos passos da iniciativa”, pontuou a companhia.

A expectativa dos consumidores por aparelhos com recursos da TV 3.0 integrados já de fábrica se justifica pelo fato de o novo padrão prometer levar benefícios como interatividade e qualidade superior de imagem e áudio aos lares brasileiros.

Mas, por enquanto, apenas moradores das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília podem usufruir dos recursos da tecnologia. E essa experiência ainda depende da aquisição de conversores externos vendidos por marcas como Intelbras e Aquário, que são comercializados por valores acima de R$ 650.

Conversor TV 3.0 Intelbras

Ainda restam etapas para as TVs chegarem às lojas

Vale destacar que o cenário de espera destacado pela Samsung é seguido por outras marcas do setor, como LG e TCL, que também confirmam não haver datas oficiais para o lançamento de aparelhos que já cheguem às lojas com essa tecnologia integrada.

Essa estratégia das empresas está relacionada principalmente ao fato de que a adoção de um sistema inédito exige adaptações de hardware e software. Também é necessária a coordenação entre emissoras e fornecedores de tecnologia para integrar a infraestrutura aos receptores domésticos.

O governo federal ainda não concluiu todas as etapas que definem o funcionamento padrão da TV 3.0 no Brasil. Nesse contexto, televisores lançados neste momento poderiam ficar incompatíveis com futuras transmissões caso as especificações da tecnologia ainda sofram alterações durante o processo de padronização.

O próprio ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, revelou que a TV 3.0 ainda passa por ajustes técnicos antes de ser expandida para outras cidades brasileiras. Segundo o chefe da pasta, essas adequações e obstáculos iniciais são normais por se tratar de uma transição que envolve uma tecnologia inovadora.

TV 3.0 Anatel

Quais os avanços trazidos pela TV 3.0?

A principal proposta da nova geração da televisão aberta brasileira é trazer recursos interativos para as transmissões tradicionais. Na prática, o telespectador vai continuar assistindo aos canais já conhecidos gratuitamente, mas com uma interface mais fluida, que se assemelha às plataformas de streaming.

Um dos destaques fica por conta da possibilidade de comprar produtos relacionados à programação ao vivo diretamente pela TV, sem a necessidade de escanear QR Code para finalizar a aquisição. Votações em reality shows ou para escolher o melhor jogador de uma partida também podem ser feitas com o controle remoto.

O público também poderá escolher diferentes câmeras para acompanhar um evento esportivo ao vivo. Em partidas de futebol ou corridas de Fórmula 1, por exemplo, será possível acompanhar a transmissão principal na tela toda e assistir à programação em uma janela menor (Picture-in-Picture).

A TV 3.0 promete ainda entregar qualidades de áudio e imagem superiores ao sinal atual, oferecendo transmissões ao vivo com suporte à resolução 4K. O público terá até mesmo acesso a alertas automáticos sobre tempestades e inundações emitidos pela Defesa Civil local.

Com todas essas previsões de recursos, uma pergunta ainda pode passar pela cabeça dos espectadores: vai precisar de internet para acessar as funcionalidades da TV 3.0? O Canaltech entrou em contato com a Anatel para tirar essa dúvida.

 

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Quanto dura a bateria do novo Moto G Max da Motorola? Nós testamos

18 July 2026 at 15:30

O Motorola Moto G Max chegou ao mercado brasileiro para representar mais um avanço na conhecida linha Moto G da marca. Para dar conta de uma rotina diária de uso, a fabricante equipou o dispositivo com uma bateria de 5.200 mAh que entrega boa autonomia, além de suporte a carregamento rápido de 33 W.

O Canaltech testou o celular em diferentes cenários para colocar sua bateria à prova e, a seguir, detalhamos os resultados de autonomia e tempo de recarga do smartphone.

Quanto tempo dura a bateria do Moto G Max no dia a dia?

Nosso teste padrão submeteu o aparelho a quatro horas consecutivas de reprodução de vídeo em alta resolução. Nesse cenário, o Moto G Max consumiu apenas 23% de sua carga total.

Esse rendimento indica que o celular consegue suportar cerca de 17 horas e 20 minutos de reprodução de vídeo até que a bateria se esgote por completo. Essa estimativa indica que o dispositivo pode ser uma boa alternativa para usuários que costumam consumir conteúdos do YouTube e de serviços de streaming no celular.

Teste bateria Moto G Max

O Moto G Max também foi testado em cenários de uso moderado. Em uma rotina que envolveu acessar plataformas como Instagram, WhatsApp e recursos de IA, além do consumo de músicas e podcasts no Spotify, o celular alcançou autonomia para um dia inteiro, restando cerca de 20% de carga ao final do dia.

Ainda assim, usuários que também utilizam o smartphone para sessões de gameplay podem precisar conectá-lo à tomada antes do fim do dia. Isso porque jogos mais exigentes demandam um esforço maior do seu processador MediaTek Dimensity 6400, o que resulta em um consumo maior de energia.

Como é o carregamento do Moto G Max?

Além do tempo que o aparelho pode ficar longe da tomada, outro fator importante é sua velocidade de carregamento. Nesse aspecto, o Moto G Max sai da caixa com suporte a carregamento rápido com fio de 33 W.

Nosso teste utilizou o carregador original do dispositivo e, nesse contexto, ele demorou cerca de 1h10 para sair de 0% e atingir a carga completa.

E você sabia que existem aparelhos que chegam às lojas com bateria de 10.000 mAh? Conheça 6 celulares com essa característica que desafiam a tomada. 

 

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Capinha muito grossa estraga bateria do iPhone? Veja o que diz a Apple

17 July 2026 at 19:23

Usar uma capinha reforçada para proteger o iPhone é uma prática comum e altamente recomendada para aumentar a proteção do aparelho. Mas será que a utilização desse acessório pode ter efeitos colaterais e estragar a bateria do dispositivo? O Canaltech consultou documentos da Apple para tirar essa dúvida.

A gigante de Cupertino cita as capinhas protetoras em ao menos dois documentos relacionados aos seus celulares. Em ambos os casos, a companhia relaciona o uso de alguns modelos de capa ao risco de acúmulo excessivo de calor no aparelho, o que pode afetar a saúde da bateria a longo prazo.

Esse processo é especialmente nocivo para as baterias de íon de lítio, que equipam os iPhones e boa parte dos demais smartphones. Isso porque essas células de energia funcionam adequadamente dentro de uma determinada faixa de temperatura, mas tendem a ser impactadas quando esse limite é ultrapassado com frequência.

iPhone carregando

Capinhas grossas favorecem o abafamento térmico

A explicação por trás dos riscos que envolvem capinhas grossas começa pelo fato de que a bateria do celular gera calor naturalmente durante o carregamento. Trata-se de um resultado das perdas elétricas do próprio circuito de carga e das reações eletroquímicas envolvidas na conversão de energia, algo que, por si só, não representa risco ao aparelho.

Os problemas começam a aparecer quando esse calor não consegue ser dissipado. Nesse cenário, um acessório protetor muito espesso pode atuar como uma camada isolante ao redor do dispositivo, aumentando a resistência térmica entre o iPhone e o ambiente e dificultando a troca de calor que aconteceria naturalmente.

Esse é o chamado abafamento térmico, que pode fazer com que o sistema reduza automaticamente a velocidade de carregamento para controlar a temperatura do aparelho. E quanto mais tempo a temperatura interna permanece elevada, maior a chance de acelerar o desgaste da bateria.

No caso das baterias de íon de lítio, o cenário demanda ainda mais atenção, já que esse tipo de componente é sensível à exposição frequente a temperaturas elevadas. Em outras palavras, expor a bateria constantemente ao calor acelera as reações químicas internas que degradam sua capacidade de armazenamento de energia.

Esse processo se repete a cada ciclo de recarga do dispositivo e resulta na redução da vida útil da bateria quando ocorre repetidamente ao longo do tempo.

Celular carregando

O que diz a Apple sobre uso de capinhas durante carregamento

Diante desses riscos, a Apple traz orientações sobre a recarga dos seus celulares em materiais oficiais. Em uma página dedicada às baterias dos seus aparelhos, a companhia afirma que carregar o iPhone dentro de determinados estilos de capa pode gerar calor excessivo.

A empresa explica que essa prática pode comprometer a capacidade da bateria e orienta seus clientes a retirar o acessório caso percebam que o dispositivo esteja esquentando durante a recarga.

A mesma página reforça que a faixa ideal de temperatura ambiente para o funcionamento dos seus aparelhos fica entre 16°C e 22°C. A empresa pontua ainda que ambientes acima de 35°C podem causar danos permanentes à capacidade da bateria de seus eletrônicos.

Outro guia da empresa, esse dedicado a explicar o carregamento com limitação térmica do iPhone, detalha o sistema de proteção do aparelho. A companhia destaca que o celular foi projetado para reduzir automaticamente a velocidade de carregamento em temperaturas muito altas ou muito baixas, a fim de proteger a bateria.

Esse material também recomenda remover a capa protetora do iPhone caso o aparelho costume aquecer durante o processo de carregamento.

iPhone carregando

Toda capinha reforçada é um problema?

Vale ressaltar que o risco associado ao uso de capinhas reforçadas durante o carregamento está relacionado principalmente a aparelhos que já esquentam com frequência e continuam sendo carregados com esse tipo de acessório.

Nesses casos, além de retirar a capa, vale colocar o aparelho sobre uma superfície plana e bem ventilada até que a recarga seja finalizada.

Ainda assim, usuários que não perceberem o superaquecimento do iPhone durante o processo de recarga não precisam, obrigatoriamente, remover o acessório de proteção para carregar a bateria.

Falando em carregamento, você é do time que dorme com o celular conectado ao carregador e embaixo do travesseiro? O Canaltech consultou um especialista para saber se essa prática pode causar a explosão do smartphone.

 

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Câmera de segurança da Xiaomi custa R$ 500: painel solar e 4G sem mensalidade

17 July 2026 at 15:48

A Xiaomi lançou uma nova câmera de segurança que dispensa o uso de cabos e oferece conectividade 4G sem a necessidade de contratar um plano de dados adicional. O equipamento também se destaca por trazer um painel solar para recarga contínua e chegou ao mercado chinês por um valor equivalente a cerca de R$ 500.

Batizada de Xiaomi Smart Solar Camera 4 Pro 4G, a câmera foi projetada para funcionar em locais abertos e sem infraestrutura de rede ou energia elétrica. Para isso, o dispositivo traz dois chips 4G integrados, garantindo tráfego de dados gratuito e eliminando a necessidade de conexão Wi-Fi ou cabos de rede.

A operação ininterrupta fica por conta de uma bateria de 9.900 mAh, capaz de manter o equipamento funcionando por mais de uma semana sem recarga pela rede elétrica. Esse componente atua em conjunto com um painel solar de 7,6 W, responsável por recarregar a câmera de forma autônoma.

Câmera de segurança Xiaomi

Captação de imagens com duas lentes e monitoramento inteligente

No quesito captação de imagens, a nova câmera da marca chinesa conta com duas lentes de 5 MP, com abertura f/1.6, que entregam imagens em resolução 3K. O sistema também possui luzes brancas e infravermelhas para visão noturna, ativadas automaticamente quando pessoas são detectadas no ambiente.

O aparelho utiliza ainda um sistema de gravação inteligente chamado AOV, que ajusta a taxa de quadros do vídeo de forma dinâmica. Com isso, a gravação é reduzida para um quadro a cada dois segundos quando não há movimentação, economizando mais de 90% do espaço de armazenamento.

Outras especificações do novo equipamento de segurança da Xiaomi incluem:

  • Certificação IP66 contra água e poeira;
  • Comunicação bidirecional;
  • Suporte para armazenamento em cartão microSD;
  • Emissão de alertas sonoros em caso de invasão;
  • Envio de notificações pelo aplicativo da marca no celular.

A Xiaomi Smart Solar Camera 4 Pro 4G está em pré-venda na China por 649 yuans (cerca de R$ 500 na cotação atual). Ainda não há previsão de lançamento do produto em outros mercados.

Se você está em busca de equipamentos de segurança, pode conferir este guia do Canaltech que reúne 4 câmeras boas e baratas para uso externo.

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iPhone dobrável seria mais poderoso que iPhone 18 Pro; entenda por quê

17 July 2026 at 14:33

O primeiro iPhone dobrável pode chegar ao mercado surpreendendo os usuários em termos de desempenho. Isso porque novos vazamentos divulgados pelo leaker Fixed Focus Digital indicam que o chamado iPhone Ultra teria potencial para ser o celular mais rápido da empresa, superando até mesmo o futuro iPhone 18 Pro.

Ainda que a expectativa seja de que os dois smartphones contem com o mesmo processador A20 Pro, a gigante de Cupertino estaria integrando um novo sistema de resfriamento líquido ao aparelho dobrável. O objetivo da companhia seria garantir que o dispositivo conte com uma ótima capacidade de dissipação de calor.

Os rumores apontam que a tecnologia seria inédita entre os aparelhos da marca, que teria aumentado os pedidos de câmaras de vapor. Esse sistema não teria como foco principal apenas evitar o superaquecimento causado por rotinas mais intensas de uso ao longo do dia, mas também permitir que o processador mantenha um alto nível de desempenho por mais tempo.

Com as temperaturas sob controle, o processador do aparelho dobrável conseguiria operar por mais tempo em seu desempenho máximo, executando multitarefas de forma mais eficiente.

iPhone dobrável

Como funciona o sistema de resfriamento líquido da Apple

Os primeiros celulares da Apple a saírem de fábrica com um sistema de resfriamento líquido foram os iPhones 17 Pro e 17 Pro Max. E, ainda que os rumores apontem que o iPhone dobrável apresente um mecanismo inédito, o funcionamento da tecnologia nos modelos atuais pode ajudar a entender como ele pode operar.

A tecnologia em questão conta com uma câmara de vapor que utiliza água deionizada. O fluido absorve o calor excessivo gerado pelo processador, desloca-se para regiões mais frias, condensa e retorna ao ponto de maior temperatura, reiniciando o ciclo.

Esse processo é responsável por distribuir o calor de forma mais uniforme pelo chassi, o que garante que o processador não sofra com a perda de desempenho provocada pelas temperaturas internas elevadas.

Logo, se imaginarmos que a fabricante esteja usando essa tecnologia como base para desenvolver um sistema mais robusto, a expectativa é de que o iPhone Ultra sustente um desempenho ainda melhor graças ao mecanismo de resfriamento aprimorado.

iPhone 17 Pro

 Sistema de resfriamento vai impactar design do iPhone Ultra

Mas o design do iPhone Ultra pode ser impactado para que seja possível acomodar esse sistema de resfriamento em um aparelho de tela flexível. O dispositivo deve chegar às lojas sem o recurso Face ID, além de não contar com uma câmera teleobjetiva.

As medidas do celular dobrável também devem ser afetadas, visto que o aparelho deve ter 4,8 mm de espessura quando aberto e 9,6 mm quando estiver fechado. A título de comparação, o iPhone 17 Pro Max possui 8,8 mm de espessura.

Essas especificações seriam responsáveis por acomodar as duas baterias do aparelho: uma de 1.921 mAh e outra de 2.962 mAh. Esse conjunto daria ao smartphone uma capacidade total de 4.883 mAh.

Todas essas características fazem parte da estratégia da Apple de conquistar os consumidores para atingir a meta de vender 10 milhões de iPhones dobráveis.

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