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Pilha para controle, mouse e relógio: saiba qual tipo dura mais em cada aparelho

20 June 2026 at 18:30

Nem toda pilha dura igual, e o motivo está menos na marca e mais no tipo de aparelho em que ela é usada. Controles remotos, mouses e relógios têm padrões de consumo bem diferentes, o que impacta diretamente na autonomia.

Segundo Douglas Muniz, gerente de produtos da Elgin, o fator principal é justamente esse perfil de uso. Uma pilha que dura meses em um controle remoto pode ter desempenho bem inferior em dispositivos mais exigentes, como mouses sem fio.

"Uma pilha que entrega meses de autonomia em um controle remoto pode falhar rapidamente em um microfone profissional, e o oposto também acontece", explica o especialista.

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Cada aparelho tem uma necessidade diferente

A diferença central está na forma como cada dispositivo consome energia. Controles remotos passam a maior parte do tempo sem uso e exigem pequenas quantidades de energia apenas no momento do acionamento dos botões.

Já teclados e mouses sem fio trabalham por períodos longos e com consumo constante. Há ainda equipamentos com exigência de picos de corrente elevados, como microfones de lapela, sistemas de áudio profissional e algumas ferramentas elétricas.

Fechaduras eletrônicas e alarmes também merecem atenção. Apesar do baixo consumo médio, essas tecnologias precisam funcionar imediatamente logo após o acionamento pelo usuário. Por isso, a tecnologia adequada varia conforme a aplicação.

Qual pilha usar em cada situação?

Para controles remotos e outros aparelhos de uso esporádico, as pilhas recarregáveis com porta USB-C aparecem como uma alternativa prática. Elas recebem carga diretamente com o mesmo cabo utilizado em celulares.

Pilhas recarregáveis são pouco recomendadas para controles remoto (Imagem: Imagem gerada por IA/Gemini)

A recomendação também vale para teclados e mouses sem fio. Esses periféricos se beneficiam da recarga simples e da estabilidade de tensão oferecida por esse tipo de tecnologia.

Já em ambientes corporativos e equipamentos profissionais, a tendência é utilizar pilhas ultra alcalinas ou recarregáveis desenvolvidas para aplicações exigentes. O usuário deve seguir sempre as especificações do fabricante.

Nem sempre a marca faz a diferença

Um dos grandes mitos entre consumidores é acreditar na durabilidade superior de uma marca específica em relação às concorrentes. Segundo Muniz, comparações técnicas mostram uma diferença entre fabricantes bem menor do que a percepção criada pela publicidade.

O que muda de forma significativa, na verdade, é a tecnologia utilizada. "O caminho seguro para o consumidor é comparar produtos da mesma tecnologia e recorrer a testes independentes antes de decidir", afirma.

Isso explica o motivo de uma pilha ultra alcalina apresentar desempenho superior ao de uma pilha comum de zinco. O salto de qualidade acontece mesmo sob comparação de marcas diferentes.

Recarregável nem sempre é a melhor opção

Outro equívoco frequente é acreditar na opção recarregável como a escolha sustentável definitiva. Elas fazem sentido em dispositivos de uso frequente, como mouses e teclados sem fio do dia a dia.

Contudo, não representam a alternativa ideal para equipamentos com longos períodos sem utilização. Nesses casos, a autodescarga exige uma nova recarga antes mesmo de o aparelho voltar ao uso normal na casa.

"Em alguns cenários de consumo muito baixo, uma alcalina de qualidade pode ter vida útil superior ao ciclo de uso da recarregável. A sustentabilidade real depende do casamento entre tecnologia e perfil de uso", conclui Muniz.

Entenda, também, qual é a diferença entre pilha e bateria.

Leia a matéria no Canaltech.

Carregar o celular até 100% ou parar nos 80%? Veja o que salva a bateria

20 June 2026 at 16:00

Deixar o smartphone na tomada durante a noite inteira é um hábito comum para a maioria das pessoas. Acordar com a carga completa traz uma sensação de segurança para enfrentar o dia de trabalho, mas será que você precisa sempre carregar até o fim?

Os lançamentos mais recentes de marcas como Apple e Samsung trazem uma novidade intrigante. Os sistemas operacionais agora oferecem uma opção para bloquear o carregamento quando ele atinge os 80%.

O que acontece se o celular passa dos 80% de carga?

As baterias de íons de lítio equipam quase todos os eletrônicos modernos e possuem uma zona de conforto ideal. Esse intervalo de funcionamento fica entre os 20% e os 80% da capacidade total.

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Ultrapassar esse limite causa um estresse químico elevado no componente. O esforço necessário para completar os últimos 20% é maior, o que aumenta a geração de calor e acelera o desgaste das células da bateria. 

Esse cenário é agravado pelo uso do carregamento rápido, que naturalmente gera temperaturas mais altas e intensifica a degradação do componente, em especial nessa parcela final da carga 

Uma boa analogia é uma esponja de cozinha. É muito simples absorver a água quando ela está seca, mas reter as últimas gotas para deixá-la totalmente encharcada exige uma pressão imensa.

As fabricantes criaram travas de software justamente para evitar esse desgaste diário. O recurso protege o dispositivo, principalmente para quem mantém o aparelho conectado à tomada por muitas horas seguidas.

Como ativar o limite de carga no iPhone e Samsung?

Nos iPhones mais recentes com iOS 26.5, basta acessar Ajustes > Bateria > Saúde da bateria e Carregamento > Carregamento otimizado para definir o limite de carga. O sistema trava até 80% e volta a carregar acima desse limite quando o usuário precisar do celular. 

Nos smartphones Samsung com One UI 8, o caminho é Configurações > Assistência do Aparelho > Bateria > Proteção da bateria. O sistema oferece duas opções diferentes.

Celulares oferecem proteção para limitar o carregamento e prolongar a vida útil da bateria (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

O modo básico interrompe o carregamento em 100% e só retoma o processo quando a carga cai para 95%, mesmo que o celular siga plugado. No modo básico, o usuário também pode ativar uma opção para interromper a carga quando chegar em 80% e retomar até 100% quando o usuário estiver para acordar. 

Já o máximo permite que o usuário escolha entre 80% e 95% para interromper a carga, com intervalos de 5% em 5%.

Qual é o impacto real na vida útil do aparelho?

A durabilidade de uma bateria depende diretamente dos ciclos de carga. Um ciclo representa uma descarga e uma recarga completas, o que equivale ao uso de 100% da capacidade do componente.

Quem recarrega o celular de zero a 100% todos os dias enfrenta um estresse químico muito alto. Nessa rotina, a saúde do componente cai após um período que varia entre 300 e 500 ciclos.

Isso significa que o telefone apresenta sinais de desgaste em apenas um ou dois anos. Com o carregamento otimizado, o limite sobe para uma média entre 500 e 800 ciclos de uso.

A mudança mais expressiva ocorre com a trava rígida nos 80%. Sob um estresse químico baixo, a vida útil ultrapassa 1.000 ciclos, o que pode ajudar a manter a saúde da bateria por até cinco anos.

Vale a pena limitar a carga do celular?

A restrição para os 80% dobra a longevidade da bateria, mas a escolha depende do seu perfil de uso. Esse ajuste é ideal para quem planeja manter o mesmo smartphone por mais de três anos.

A medida também beneficia pessoas que trabalham em escritórios e possuem fontes de energia sempre por perto. Nesses cenários, a perda imediata de autonomia não prejudica a rotina de trabalho.

Por outro lado, quem substitui o aparelho a cada doze ou vinte e quatro meses deve ignorar a trava. O sacrifício diário de 20% de autonomia não traz vantagens reais para esse consumidor.

A regra também vale para profissionais que passam o dia na rua e necessitam da capacidade máxima de energia. Para esse público, o carregamento otimizado continua como a indicação ideal.

Se você quer se aprofundar mais nesse tema, entenda se usar carregador rápido estraga a bateria, de acordo com especialistas.

Leia a matéria no Canaltech.

Starlink no caminhão ou motorhome: quanto custa a liberdade de conexão?

20 June 2026 at 15:00

A busca por conexão estável durante viagens longas mudou com a chegada da internet via satélite. Motoristas de caminhão e donos de motorhome agora encontram na tecnologia da SpaceX uma alternativa para manter o sinal ativo em áreas isoladas. 

O kit de viagem com a antena Starlink Mini surge como o principal aliado para quem vive na estrada.

Custos do serviço e do hardware

O investimento inicial foca na aquisição do equipamento. No site oficial da empresa, a antena Starlink Mini custa R$ 799, uma taxa paga apenas uma única vez pelo hardware. Entretanto, é bem comum encontrar o produto em promoção por até R$ 500. Após a compra do aparelho, o usuário escolhe a modalidade de assinatura mensal que atende suas necessidades de consumo.

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Existem duas opções principais para quem deseja mobilidade. O plano com limite de 100 GB de tráfego de dados sai por R$ 339 mensais. Para quem necessita de conexão constante sem interrupções ou preocupação com franquia, o plano ilimitado tem o valor de R$ 619 por mês.

Acessórios essenciais para veículos

Para fixar e utilizar o sistema em carros, caminhões ou motorhomes, a Starlink vende itens adicionais em sua plataforma. Conforme as informações oficiais de suportes e acessórios da marca, o chamado kit mobilidade oferece ferramentas que garantem a segurança do equipamento com o veículo em movimento.

O adaptador para carros custa R$ 385 e serve para ligar o dispositivo diretamente no veículo. Já o suporte para mobilidade tem o preço de R$ 225 e auxilia na fixação externa. Caso o usuário precise de maior alcance de sinal interno, o Mini Roteador oficial é vendido por R$ 530.

Starlink Mini tem design portátil e é ótima para usar no carro (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Na ponta do lápis: tabela geral de custos

Para facilitar o planejamento financeiro da sua próxima viagem, reunimos todos os valores regulamentares praticados pela Starlink. Os custos são divididos entre investimentos únicos (equipamento e acessórios) e despesas recorrentes (mensalidades).

Categoria Item Frequência do Gasto Frequência do Gasto
Equipamento Antena Starlink Mini Pago uma única vez R$ 799
Acessórios Adaptador para carros Pago uma única vez R$ 385
Acessórios Suporte para mobilidade Pago uma única vez R$ 225
Acessórios Mini Roteador Pago uma única vez R$ 530
Plano de Internet Plano de Viagem (100 GB) Mensalidade R$ 339
Plano de Internet Plano de Viagem (Ilimitado) Mensalidade R$ 619

Caso o usuário opte por comprar a antena com todos os acessórios de mobilidade disponíveis na loja, o investimento inicial em hardware será de R$ 1.939, sem contar o valor da mensalidade. 

Com o plano básico, o valor inicial total sobe para R$ 2.278, enquanto o plano ilimitado aumenta o custo base para R$ 2.558. 

Como economizar na compra

Quem busca economizar na aquisição do hardware pode monitorar o mercado de ofertas. A versão compacta da antena costuma receber reduções de preço significativas fora do canal oficial em determinados períodos do ano.

A antena Starlink Mini já apareceu no Canaltech Ofertas por R$ 650. Em ocasiões especiais, o valor do equipamento atingiu a marca de R$ 530. Para encontrar esses valores competitivos e garantir descontos reais, vale a pena acompanhar de perto as atualizações do Canaltech Ofertas.

Atualmente, o serviço de internet da Starlink tem se mostrado útil não só para motorhomes, e também é uma opção para funcionar direto no smartphone, com um plano de celular com suporte à rede. 

Leia a matéria no Canaltech.

Tablet substitui o caderno na escola? Veja prós, contras e qual comprar

20 June 2026 at 14:30

Durante décadas, a rotina escolar seguiu praticamente a mesma fórmula: mochila, livros, penal e uma pilha de cadernos. Nos últimos anos, porém, os tablets começaram a ganhar espaço nas salas de aula e passaram a assumir funções que antes pertenciam exclusivamente ao papel.

Com uma caneta stylus e alguns aplicativos de anotações, um único dispositivo pode armazenar todas as matérias, apostilas, exercícios e trabalhos do estudante. A praticidade é inegável, mas isso não significa que o caderno tenha se tornado obsoleto.

Na prática, a resposta depende mais do perfil de uso do que da tecnologia.

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O que o tablet faz melhor

O principal atrativo está na conveniência. Em vez de carregar vários cadernos ao longo do dia, o aluno leva praticamente todo o material escolar em um único equipamento.

A organização também costuma ser um diferencial. Aplicativos de notas permitem separar conteúdos por disciplina, criar pastas, adicionar imagens, destacar trechos importantes e localizar informações em poucos segundos.

A caneta stylus também ajuda a aproximar a experiência digital da tradicional. Hoje, já é possível escrever, fazer esquemas, resolver exercícios e até corrigir anotações de forma bastante intuitiva.

Tablet com caneta stylus é uma boa opção para estudantes (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Outro ponto importante é a integração com outros conteúdos. PDFs, livros digitais, apresentações e documentos ficam acessíveis no mesmo ambiente, sem a necessidade de alternar entre diferentes dispositivos ou carregar mais peso na mochila.

Nem tudo são vantagens

Apesar da praticidade, os tablets trazem desafios que o papel simplesmente não possui.

O mais óbvio deles é a distração. O dispositivo usado para fazer anotações é o mesmo que oferece acesso a vídeos, redes sociais, jogos e aplicativos de mensagens. Em muitos casos, manter o foco exige mais disciplina do que abrir um caderno sobre a mesa.

A bateria também entra na conta. Enquanto um caderno funciona a qualquer hora, o tablet depende de carga suficiente para atravessar o dia de aula. Com um uso intenso, será necessário carregá-lo todo dia ou a cada dois dias. 

O investimento inicial é outro fator relevante. Além do aparelho, muitos estudantes optam por acessórios como canetas stylus e capas com teclado. Dependendo da configuração escolhida, o valor pode superar com folga o custo de vários anos de material escolar convencional.

Também existe a questão da adaptação. Algumas pessoas se acostumam rapidamente à escrita digital. Outras continuam preferindo a sensação do papel, mesmo após meses de uso.

LCD ou e-ink: qual tela faz mais sentido?

Quem pretende estudar por muitas horas também encontra outra escolha importante: o tipo de tela.

Os tablets convencionais utilizam painéis LCD ou OLED. Eles oferecem cores vibrantes, melhor reprodução de vídeos e desempenho superior para aplicativos mais exigentes. Para quem busca versatilidade, essa ainda é a opção mais completa.

Por outro lado, essas telas emitem luz diretamente para os olhos. Depois de longos períodos de leitura ou escrita, parte dos usuários relata desconforto ou fadiga visual.

Os dispositivos com tela e-ink seguem um caminho diferente. A tecnologia tenta reproduzir a aparência do papel e prioriza leitura, escrita e anotações.

A experiência costuma agradar quem passa horas lendo textos, mas há limitações. A navegação é mais lenta e recursos multimídia ficam em segundo plano. Para assistir aulas em vídeo, por exemplo, os tablets tradicionais continuam mais adequados.

Afinal, vale a pena trocar o caderno?

Para muitos estudantes, sim. A combinação de organização, praticidade e acesso rápido ao conteúdo faz do tablet uma alternativa bastante eficiente para acompanhar a rotina escolar. Com os aplicativos certos, ele consegue substituir boa parte das funções de um caderno tradicional.

Isso não significa que a troca faça sentido para todo mundo. Quem valoriza simplicidade, não quer se preocupar com bateria ou prefere escrever no papel ainda encontra bons motivos para continuar com o método tradicional.

Tablets com tela e-ink também são boas opções para leituras e estudos (Imagem: Divulgação/Onys Boox)

No fim, a melhor escolha não depende apenas do dispositivo. Ela depende da forma como cada estudante aprende, organiza os estudos e utiliza a tecnologia no dia a dia.

Qual modelo comprar?

A escolha do tablet ideal depende do orçamento e do tipo de uso. Para quem pretende substituir o caderno, vale prestar atenção não apenas no aparelho, mas também nos acessórios necessários para escrever, fazer anotações e até digitar trabalhos.

iPad 11 (11ª geração)

O iPad 11, modelo mais recente da Apple, é uma das opções mais completas para estudantes que já utilizam produtos da marca. Ele conta com tela Liquid Retina de 11 polegadas, chip A16 Bionic e armazenamento a partir de 128 GB.

O ponto de atenção está nos acessórios. O iPad não acompanha caneta nem capa com teclado na caixa, então ambos precisam ser comprados separadamente. Isso aumenta consideravelmente o investimento total para quem pretende utilizá-lo como substituto do caderno ou até de um notebook.

Galaxy Tab S10 FE

O Galaxy Tab S10 FE é uma das alternativas mais interessantes para estudo. O tablet traz tela LCD de 10,9 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, processador Exynos 1580 e bateria de 8.000 mAh.

Seu principal diferencial é o pacote de acessórios. A Samsung já inclui a S Pen na caixa e também oferece uma capa protetora. O usuário não precisa gastar mais para começar a fazer anotações logo após a compra. O teclado, porém, continua opcional e deve ser adquirido separadamente.

Canaltech testou o Galaxy Tab S10 FE (Imagem: Léo Müller/Canaltech)

Galaxy Tab S10 Lite

Mais acessível dentro da linha Galaxy Tab S10, o Tab S10 Lite mantém o foco em produtividade e estudos. O modelo oferece tela de 10,9 polegadas, suporte à S Pen e especificações suficientes para atividades escolares, leitura, anotações e consumo de conteúdo.

Assim como o Tab S10 FE, ele acompanha caneta e capa na embalagem. Para quem busca uma experiência próxima à de um caderno digital sem gastar tanto, pode ser uma das opções mais equilibradas da categoria. O teclado também não faz parte do kit.

Redmi Pad SE

Para quem procura um tablet mais barato, o Redmi Pad SE aparece entre as opções mais populares do mercado. O aparelho conta com tela LCD de 11 polegadas com taxa de atualização de até 90 Hz, processador Snapdragon 680 e bateria de 8.000 mAh.

Apesar do preço mais acessível, é importante considerar os custos extras. O modelo não acompanha caneta nem teclado, e esses acessórios precisam ser comprados separadamente. Ainda assim, pode ser uma porta de entrada interessante para estudantes que desejam migrar do papel para o ambiente digital sem fazer um investimento tão alto.

TCL NXTPAPER 11 Plus

A TCL aposta em uma proposta diferente com o NXTPAPER 11 Plus. O tablet conta com tela de 11,5 polegadas e a tecnologia NXTPAPER, que aplica uma camada fosca ao painel para reduzir reflexos e tornar a experiência mais próxima da leitura em papel.

O principal diferencial está justamente no conforto visual. Quando o modo NXTPAPER está ativado, a tela reduz a emissão de luz azul e minimiza o brilho excessivo, o que pode ajudar a diminuir o cansaço visual durante longos períodos de leitura, escrita ou estudo.

NXTPAPER 11 Plus da TCL tem tela fosca como a de um Kindle (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

O modelo também oferece suporte a canetas stylus para anotações e edição de documentos. Dependendo da versão comercializada, porém, os acessórios podem não acompanhar o produto, então vale conferir o conteúdo da embalagem antes da compra.

Se você está pensando em comprar um tablet novo, e quer a melhor opção, não deixe de ler nosso guia de melhor tablet para comprar hoje, de acordo com especialistas do Canaltech. 

Leia a matéria no Canaltech.

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