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10 melhores aberturas de séries de todos os tempos

28 August 2026 at 12:09

Há quem diga que aberturas de série de TV são uma arte perdida, principalmente na era dos streamings, onde tudo precisa ser ágil para captar a atenção do público em poucos segundos. 

Na época em que a televisão ainda seguia as regras do modelo tradicional, com exibições definidas pela programação das emissoras, aberturas eram praticamente lei, com programas apostando em créditos iniciais criativos e diferenciados para ajudar a construir o universo ao redor da produção.

Porém, com a chegada da Netflix e companhia, as aberturas deixaram de fazer sentido para muitos estúdios, com os famosos cartões de título assumindo o lugar. Essa mudança, no entanto, não apaga o fato de que várias aberturas de série deixaram marcas na televisão, tornando-se extremamente lendárias. 

Melhores aberturas de séries de todos os tempos

Se você curte o universo das séries, com certeza deve ter aquela abertura que marcou a sua vida. Pensando nisso, o Canaltech selecionou as 10 melhores aberturas de série de todos os tempos, trazendo títulos que provam que uma sequência inicial de créditos faz toda a diferença na hora de criar a atmosfera de um programa. 

1. Família Soprano

Considerada uma das melhores séries já feitas na história da televisão, Família Soprano tem uma das aberturas mais icônicas da indústria. Ao som da música Woke Up This Morning, do Alabama 3, a sequência mostra o mafioso Tony Soprano (James Gandolfini) dirigindo seu carro em uma rota que o leva diretamente para sua casa, em Nova Jersey.

Por mais simples que possa parecer, a abertura de Família Soprano marcou a TV e a própria série pela maneira em como antecipa o clima da trama, que acompanha um homem cuja vida dupla entre a máfia e a família começa a afetar sua saúde mental. Com uma letra que fala sobre encontrar seu mundo de ponta-cabeça ao acordar, a abertura dá um gostinho da dualidade do protagonista a partir do cenário urbano, que sai de uma versão industrial e decadente para o subúrbio.

Onde assistir Família Soprano: HBO Max.

2. Game of Thrones

Game of Thrones tinha um mapa de Westeros e uma trilha marcante de Ramin Djawadi para fazer história na HBO como uma das aberturas mais icônicas da TV. Todo domingo, era de praxe nos juntarmos na frente da TV para “cantar” a composição épica, que mudava a cada episódio para mostrar as locações que seriam importantes para o capítulo da semana. 

Inspirada nos livros de As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin, Game of Thrones estreou em 2011 para narrar a jornada de poderosas famílias que disputam um jogo mortal para sentar no Trono de Ferro e, dessa forma, governar os Sete Reinos de Westeros. Entre política, intrigas e traições, o programa foi um grande fenômeno, conquistando todo mundo com visuais impressionantes, tramas complexas e personagens icônicos.

Onde assistir Game of Thrones: HBO Max.

3. Buffy, a Caça-Vampiros

Além de ter marcado a TV com uma história focada em uma jovem caçadora de monstros sobrenaturais, Buffy, a Caça-Vampiros tem uma das aberturas mais divertidas e contagiantes já feitas na indústria. Com um instrumental que destaca a guitarra, a sequência é uma mistura de várias cenas rápidas dos personagens principais, apresentando-os de maneira enérgica em meio à rotina do ensino médio e da luta contra monstros perigosos.  

A abertura de Buffy, a Caça-Vampiros é um ótimo exemplo de uma sequência de créditos iniciais que ajuda a definir o clima da série, apostando em elementos que reforçam o caos da juventude e os perigos reais do sobrenatural.  O melhor de tudo é que, a partir da terceira temporada, a abertura vai mudando conforme novos personagens vão aparecendo na trama, atualizando um clássico para ajudar a situar os espectadores. 

Onde assistir Buffy, a Caça-Vampiros: Disney+.

4. Doctor Who

Mais uma abertura que deixou sua marca na TV foi a de Doctor Who. Original da década de 1960, a produção britânica já ganhou algumas versões, com o reboot de 2005 sendo o mais popular graças a nomes como David Tennant e Matt Smith, mas uma coisa que nunca mudou é o quão icônica a abertura é até os dias de hoje. 

Mais conhecida pelo famoso túnel psicodélico, onde a Tardis do Doutor viaja pelo espaço, a abertura de Doctor Who passou por modificações visuais ao longo dos anos, mas sempre manteve a essência bizarra, alucinante e épica que a jornada do alienígena que viaja pelo tempo em uma cabine telefônica exige. Não tem como não ficar hipnotizado pelo instrumental marcante da sequência de créditos, que parece saltar na tela. 

Onde assistir Doctor Who: Disney+.

5. Arquivo X

Quem sempre sentiu uma sensação ruim com a música da abertura de Arquivo X sabe como a sequência de créditos do programa de ficção científica mexeu com as emoções do público na década de 1990, período em que a série mais fez sucesso na TV.

Com um instrumental macabro que parece imitar um assobio vindo de outro planeta, a abertura de Arquivo X marcou a vida de muita gente com um clima  de suspense graças aos efeitos visuais sinistros que conseguiram captar a energia dos mistérios alienígenas investigados pela dupla de detetives Scully (Gillian Anderson) e Mulder (David Duchovny). A atmosfera é tão pesada que chegou a assustar de verdade muitos espectadores. 

Onde assistir Arquivo X: Disney+.

6. Twin Peaks

Quase uma personificação da melancolia, a abertura de Twin Peaks também é um exemplo perfeito de como uma sequência inicial de créditos pode ajudar na imersão dos espectadores na história. Com um tema onírico de Angelo Badalamenti, a abertura da série de David Lynch e Mark Frost reúne várias imagens hipnóticas que fazem um contraste entre o industrial e a natureza, criando a ideia de que estamos dentro de um sonho sombrio em que forças enigmáticas estão à espreita.

Quem conhece o trabalho de Lynch sabe que sonhos e mistérios perturbadores são temas recorrentes de suas obras, com Twin Peaks mantendo essa tradição para narrar as investigações de um agente do FBI que viaja até o local para solucionar o enigma por trás da morte da jovem Laura Palmer (Sheryl Lee). A abertura do programa de três temporadas passa exatamente essa atmosfera, transformando os créditos em uma viagem lenta e estranha pelo universo da produção.

Onde assistir Twin Peaks: Mubi e Mercado Play. 

7. Friends

Outra abertura de série de TV que ficou marcada na cultura pop e se tornou uma das melhores de todos os tempos é a de Friends. Ao som da contagiante música I'll Be There for You, do The Rembrandts, e das icônicas palmas, a sequência reúne os astros da sitcom na frente de uma fonte se divertindo. Uma abertura simples, mas que capta todo o espírito de juventude e amizade dos protagonistas. 

Uma das comédias mais amadas da televisão, Friends foi ao ar na década de 1990, transformando Rachel, Monica, Phoebe, Ross, Chandler e Joey em grandes astros da indústria televisiva ao narrar as aventuras rotineiras de seis amigos em Nova York.

Onde assistir Friends: HBO e Netflix.

8. Os Simpsons

Impossível acompanhar a indústria do entretenimento sem conhecer Os Simpsons, uma das séries animadas mais icônicas de todos os tempos. Considerando seu apelo na cultura pop, é claro que a abertura também seria extremamente marcante. 

Com uma música tema que gruda na cabeça, a sequência de créditos iniciais da produção é um compilado de cenas em Springfield, que vão desde a icônica imagem de Bart escrevendo na lousa até a família reunida no sofá de casa.

Onde assistir Os Simpsons: Disney+.

9. Mad Men

Na mesma toada de Família Soprano, Mad Men estreou em 2007 para revolucionar a TV, trazendo também uma das aberturas mais icônicas de todos os tempos. Com o instrumental A Beautiful Mine, do RJD2, a sequência usa uma animação em estilo retrô que mostra a silhueta de um homem de terno caindo em meio a prédios e outdoors publicitários. 

Situada na década de 1960, Mad Men fez sucesso com a história de Don Draper (Jon Hamm), um publicitário que tenta lidar com a pressão do trabalho em uma agência de publicidade e suas responsabilidades familiares. A abertura da série tenta replicar essa atmosfera, usando o homem caindo como uma espécie de metáfora para o colapso psicológico e a farsa por trás da ideia de sonho americano.

Onde assistir Mad Men: Disney+.

10. Um Maluco no Pedaço

Um Maluco no Pedaço marcou a carreira de Will Smith e ainda apresentou ao público uma das aberturas mais icônicas da década de 1990 e da TV no geral. Além de usar sua clássica batida de hip-hop para explicar ao público a jornada de Will, a abertura capta muito bem a energia daquele período à medida que mostra o choque cultural vivido pelo personagem. 

Amada pelos brasileiros que cresceram naquela época, Um Maluco no Pedaço fez sucesso com a história de um jovem que sai da região humilde onde vive para morar com os tios ricos em um bairro nobre de Los Angeles. Na nova casa, ele entra em várias confusões por não conseguir se encaixar no estilo de vida da família.

Onde assistir Um Maluco no Pedaço: HBO Max.

Aberturas icônicas da TV

Embora as aberturas trabalhadas e mais longas pareçam ter ficado no passado, várias produções atuais continuam resgatando a arte de usar seus créditos iniciais para preparar o público para o que eles vão encontrar na trama. Alguns dos exemplos mais marcantes são Ruptura, Succession e Pacificador. 

Para continuar imerso no universo da TV, aproveite também para conhecer 10 séries que são perfeitas do começo ao fim.

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Novos radares com inteligência artificial chegam a mais uma rodovia de SP

28 August 2026 at 11:00

Mais uma rodovia paulista vai contar com radares com inteligência artificial (IA). A concessionária Ecovias Raposo Castello vai implementar em breve novos equipamentos com IA na Rodovia Castello Branco, em São Paulo, para reforçar a fiscalização do tráfego em tempo real.

De acordo com a concessionária, o sistema vai funcionar 24 horas por dia por meio de câmeras de alta definição, capazes de flagrar desde motoristas e passageiros sem cinto de segurança até o uso de celular ao volante.

multa radar infração

No entanto, isso não significa que as autuações serão automáticas: na verdade, os equipamentos vão registrar os carros e enviar as imagens para análise da Polícia Militar Rodoviária, responsável por validar as infrações e emitir as multas — até porque a aplicação de penalidades não cabe à concessionária.

Radares com IA na estrada

A medida expande o monitoramento inteligente já testado em outras rodovias do estado, como a Raposo Tavares. Por lá, os dados da fase de testes mostraram a eficácia da tecnologia: foram mais de mil irregularidades captadas em apenas três dias, lideradas pela falta do uso do cinto de segurança por passageiros e motorista e pelo uso do celular ao volante. Todas essas práticas representam alto risco ao trânsito e geram penalidades severas.

Já o Rodoanel Mário Covas também conta com radares equipados com IA nos trechos sul e leste. Até agora, os equipamentos registraram quase 5 mil infrações, também lideradas pela falta do cinto de segurança e uso do celular ao volante. Além disso, o projeto do Rodoanel mostrou que o equipamento pode ajudar na identificação de acidentes e situações de risco.

A concessionária responsável pela Castello, bem como as autoridades estaduais, ainda vão definir o cronograma oficial e os pontos específicos da rodovia que vão receber os primeiros radares inteligentes.

Confira como funciona o radar com IA contra celular e falta de cinto!

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7 séries para assistir após o fim de Outer Banks

27 August 2026 at 23:30

Em clima de despedida, Outer Banks retornou à Netflix em agosto para a sua quinta e última temporada, prometendo amarrar pontas soltas com mais uma aventura perigosa dos Pogues. 

Apostando em uma intensa caçada pelo tesouro, o último ano da série marca um fim de uma era para uma das produções mais populares da gigante do streaming, com o adeus aos personagens deixando um gostinho de quero mais. 

Caso você esteja sofrendo pelo fim do programa adolescente, a boa notícia é que existem várias séries parecidas com Outer Banks que podem preencher esse vazio quando os créditos do episódio final subirem na tela. 

Séries parecidas com Outer Banks

Para quem já está em busca de uma nova maratona, mas quer uma energia parecida com a jornada dos Pogues, o Canaltech selecionou 7 séries para assistir após o fim de Outer Banks.

1. The O.C.: Um Estranho no Paraíso

Uma das séries adolescentes mais emblemáticas da história da TV, The O.C.: Um Estranho no Paraíso marcou uma geração com a história de Ryan (Ben McKenzie), um jovem de origem humilde e com histórico problemático. Sua vida muda da noite para o dia quando ele é acolhido por um advogado rico e passa a morar em um bairro de elite na Califórnia. 

Repleto de dramas adolescentes e críticas sociais, The O.C. conta com quatro temporadas que vão te fazer mergulhar na estética dos anos 2000. Para quem gosta da ambientação de Outer Banks e dos conflitos geracionais e de classe, esta é a pedida perfeita para uma maratona. 

Onde assistir The O.C.: HBO Max e Prime Video.

2. Sterling Point

Sterling Point é um lançamento do Prime Video que também pode conquistar o coração dos fãs de Outer Banks. Criada por Megan Park, a série conta a história de Annie (Ella Rubin), uma adolescente cuja vida vira de ponta-cabeça quando seu avô morre e deixa como herança uma misteriosa ilha no Canadá, local onde sua falecida mãe guardou segredos de família. 

Explorando temáticas como luto, mistérios familiares e processos de autodescoberta na juventude, Sterling Point ganhou destaque no streaming pela maneira realista em como retrata a adolescência, além de explorar dramas de família sem focar tanto no amor romântico. Embora não tenha uma caça ao tesouro como Outer Banks, as duas séries dialogam pelo jeito em como exploram suas temáticas, enquanto trazem aquela energia contagiante de histórias de verão.

Onde assistir Sterling Point: Prime Video.

3. Clube de Mergulho

Para quem quer uma maratona rápida parecida com Outer Banks, a série Clube de Mergulho é uma produção não tão conhecida que combina bastante com a vibe das aventuras dos Pogues. Situada na cidade costeira de Cape Mercy, a trama acompanha um grupo de jovens mergulhadoras que investigam o misterioso desaparecimento de uma das líderes após um ciclone atingir o local. 

Misturando drama adolescente e um grande mistério, Clube de Mergulho aposta na aventura para resgatar o clima de caça ao tesouro de Outer Banks, com as personagens determinadas a solucionar as pistas ligadas a segredos da cidade para encontrar a amiga.

Onde assistir Clube de Mergulho: Netflix.

4. O Verão que Mudou Minha Vida

O Verão que Mudou Minha Vida não tem caça ao tesouro, mas tem dramas juvenis tão dramáticos quanto Outer Banks. Inspirado nos livros de Jenny Han, a série conta a história de Belly (Lola Tung), uma jovem que acaba num triângulo amoroso entre dois irmãos, transformando o verão perfeito em um verdadeiro caos de família. 

Com um formato coming of age, O Verão que Mudou Minha Vida levou os fãs de romance adolescente à loucura ao longo de suas três temporadas com a clássica narrativa do amor de verão, primeiras desilusões românticas, luto e amadurecimento. 

Onde assistir O Verão que Mudou Minha Vida: Prime Video.

5. On My Block

Ao longo de quatro temporadas, On My Block acompanha a jornada de quatro adolescentes que tentam sobreviver ao ensino médio em um bairro marginalizado de Los Angeles. Contando com o apoio entre eles, o grupo se apoia na amizade para lidar com os desafios da juventude e da violência da região. 

Seguindo a mesma energia de Outer Banks no que diz respeito à importância da amizade para enfrentar o caos da juventude, On My Block se destaca pela maneira como aborda temas sociais, saúde mental e desigualdades socioeconômicas que afetam a rotina dos personagens.

Onde assistir On My Block: Netflix.

6. Dawson’s Creek

Uma série adolescente clássica que pode agradar os fãs de Outer Banks é Dawson’s Creek. Com a energia de uma cidade costeira, a trama acompanha o dia a dia de quatro amigos que lidam com a transição da adolescência para a vida adulta em meio a problemas familiares, amores não correspondidos e expectativas frustradas para o futuro.

Com seis temporadas no total, Dawson’s Creek fez um baita sucesso entre o final da década de 1990 e o início dos anos 2000 tratando de temas como amadurecimento, famílias disfuncionais, saúde mental e sexualidade.

Onde assistir Dawson’s Creek: Mercado Play e Prime Video.

7. Cruel Summer

Ambientada em uma pequena cidade do Texas, Cruel Summer pode conquistar aqueles que gostam de um suspense psicológico no formato de antologia. Com apenas duas temporadas, o programa começa com o mistério por trás do desaparecimento de uma garota popular à medida que uma jovem tímida assume a posição social da garota desaparecida na escola, sendo acusada de estar envolvida no caso.

Repleta de segredos, manipulações e dramas da adolescência, Cruel Summer aposta em um mistério intrigante que movimenta uma cidade pacata, explorando a pressão social enfrentada por adolescentes e a energia de que todo mundo pode estar mentindo.

Onde assistir Cruel Summer: Prime Video.

Adeus, Outer Banks

Com 10 episódios no total, a quinta e última temporada de Outer Banks vai deixar um vazio no peito daqueles que acompanharam as aventuras dos Pogues desde o começo da série, lançada em 2020. 

Caso você queira superar o fim do programa, aproveite também para adicionar na sua watchlist 5 séries adolescentes de sucesso dos anos 2000 que vão te deixar nostálgico.

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Meta atualiza óculos com IA para interromper gravação se LED for coberto

27 August 2026 at 23:00

A Meta começou a distribuir nesta semana uma atualização que interrompe a gravação dos óculos com inteligência artificial caso o usuário cubra o LED indicador depois de iniciar a captura. A novidade fecha uma brecha que permitia começar a filmar com a luz acesa e escondê-la em seguida, mantendo a gravação ativa sem que outras pessoas percebessem.

A empresa confirmou a mudança em publicação enviada à imprensa nesta quinta-feira (27). Segundo a Meta, a atualização está começando a chegar aos aparelhos e ainda não está disponível para todos os usuários.

Alex Himel, vice-presidente de realidade aumentada da empresa, confirmou o lançamento em publicação no Threads. Ele afirmou que uma correção para o problema está começando a ser distribuída e que a câmera vai parar de funcionar caso a luz seja coberta durante uma gravação.

Como funcionava a proteção antes

Antes dessa mudança, os óculos já contavam com um mecanismo lançado em julho que desativa a câmera quando detecta adulteração física no LED, como a remoção da peça. Esse recurso não impedia outro tipo de burla, iniciar a gravação com a luz funcionando normalmente e cobri-la logo depois com o dedo ou outro objeto.

Tutoriais com esse método circulavam em redes sociais e permitiam ocultar o indicador sem violar o hardware do dispositivo. A atualização atual passa a interromper a captura também nesses casos, segundo a empresa.

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Meta reforça proteção após casos de adulteração

A Meta afirmou que empresas que ofereciam serviços de remoção física do LED encerraram suas operações depois que a atualização de julho passou a desativar a câmera nesses casos. A companhia citou como exemplo a Ghost Metas, que anunciava remoção da luz em seu site e parou de oferecer o serviço em decorrência da decisão da Meta, segundo reportagem do USA Today publicada em 21 de agosto.

A porta-voz Dina El-Kassaby disse ao jornal americano que a Meta também envia notificações de cessar e desistir a pessoas que alteram o LED e remove anúncios e publicações que promovem esse tipo de serviço. Para ela, a interrupção desses prestadores demonstra que as medidas da empresa têm funcionado.

Óculos da Meta estão sob pressão por questões de privacidade

A atualização chega em meio a um debate crescente sobre os riscos de gravações não consentidas feitas com os óculos.

No Brasil, o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e a organização Coding Rights protocolaram nesta semana uma representação contra o produto na Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), na Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e no Ministério Público Federal (MPF). As entidades pedem que os órgãos investiguem se a comercialização do dispositivo respeita a Lei Geral de Proteção de Dados e o Código de Defesa do Consumidor.

Um dos pontos citados pelas entidades é a dificuldade de terceiros perceberem quando estão sendo filmados, já que o LED é pequeno e pode passar despercebido.

Nos Estados Unidos, o uso dos óculos para gravar pessoas sem consentimento em vídeos de pegadinhas levou o Instagram a banir contas ligadas a esse tipo de conteúdo, o que mantém o debate sobre os limites de privacidade em dispositivos vestíveis com câmera embutida.

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8 jogos que ficaram presos no PlayStation 3

27 August 2026 at 22:31

A Konami pegou todos de surpresa quando anunciou que tiraria Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots do PlayStation 3 após quase duas décadas preso no sistema. O jogo fazia parte de uma vasta seleção de títulos que até hoje nunca sequer receberam port, remake ou remaster para plataformas mais atuais.

Um dos maiores culpados por prender tantos jogos ao PS3 foi o processador do console, o Cell Broadband Engine. Pela complexidade do chip, desenvolver jogos para o sistema de sétima geração foi um grande pesadelo para muitos desenvolvedores, que ou pulavam a plataforma ou não conseguiam portar seus títulos para XBOX 360 e PC devido às especificidades do processador.

Caso tenha ficado curioso sobre o assunto, o Canaltech explicou por que a CPU do PS3 aprisionou jogos como Metal Gear Solid 4 por tantos anos. Hoje, o foco é destacar justamente os jogos que seguem presos, seja por fechamento dos estúdios, falta de interesse das produtoras ou questões mais técnicas.

Conheça 8 jogos que ficaram presos no PlayStation 3 e só podem ser acessados no sistema original ou via emulação:

  1. Infamous 2
  2. Resistance: Fall of Man
  3. Puppeteer
  4. Yakuza: Dead Souls
  5. Heavenly Sword
  6. Folklore
  7. 3D Dot Game Heroes
  8. Siren Blood Curse

8. Siren Blood Curse

Siren é uma das franquias de terror mais esquecidas da indústria, embora tenha dado as caras como uma referência em Astro Bot. A IP de propriedade da Sony nasceu no PlayStation 2 pelas mãos do Japan Studio e foi dirigida por ninguém menos que Keiichiro Toyama, mesmo diretor do primeiro Silent Hill.

Siren Blood Curse

No PlayStation 3, a franquia viu seu terceiro e último título, Siren Blood Curse. O jogo nada mais é do que uma reimaginação do primeiro game de PlayStation 2 com gráficos e gameplay aprimorados. A principal mecânica em Siren é o Sight Jack, que permite aos jogadores observar os ambientes por meio dos olhos dos inimigos. O recurso permite identificar inimigos, traçar rotas e encontrar os objetivos.

Apesar de ser bem única, a mecânica Sight Jack foi reutilizada pelo bizarro jogo independente Atama. Se você está curioso sobre Siren Blood Curse e não tem um PS3 ou PC potente, terá que se contentar com vídeos de gameplay. Isso porque a Sony aposentou a franquia no sistema e nunca mais tocou na série nem portou os clássicos para plataformas mais recentes.

7. 3D Dot Game Heroes

Quem disse que não havia ideias criativas na década de 2000? Apesar de os indies bombarem no fim da geração do PlayStation 3, já havia muitas ideias criativas disponíveis para compra na PS Store. Uma delas é 3D Dot Game Heroes, desenvolvido pelo estúdio japonês Silicon Studio Corporation e publicado no Japão por ninguém menos que a FromSoftware em 2009.

3D Dot Game Heroes

No jogo, o King of the Land ordenou que o Reino de Dotnia, onde a história se passa, passasse para as três dimensões, pois achava que sprites em 2D estavam ultrapassados. Com essa premissa, 3D Dot Game Heroes assume um estilo gráfico em 3D baseado em voxels, com fortes inspirações em jogos clássicos de RPG e aventura dos anos 80, como The Legend of Zelda e Final Fantasy Adventure. É como se a franquia comandada por Link e Zelda encontrasse o estilo de LEGO.

O jogo permite personalizar o avatar e tem um toque de humor. Ao ficar com a vida cheia, a espada do herói de 3D Dot Game Heroes fica exageradamente desproporcional ao cenário. Infelizmente, essa e outras ideias nunca viram a luz do dia fora do PS3. Uma pena!

6. Folklore

As mitologias greco-romana e nórdica foram muito bem exploradas nos videogames por séries como God of War, Hades e Assassin's Creed. Contudo, há mitos e lendas de outras regiões que são pouco comentados pelos jogadores, como a mitologia celta. Em 2007, a falecida desenvolvedora Game Republic (Crash of the Titans) lançou Folklore, RPG de ação exclusivo do PS3.

Folklore

O jogo oferece a opção de escolher entre os protagonistas Ellen e Keats enquanto eles exploram a vila litorânea de Doolin e o fantástico Mundo Inferior, povoado por monstros e criaturas mitológicas. O combate de Folklore é bem inventivo e mistura mecânicas de captura de monstros com ação. Para enfrentar os inimigos, podemos utilizar até quatro espíritos ou criaturas que atacam em tempo real. Também é possível absorver espíritos de criaturas em estado crítico e utilizá-los posteriormente.

Folklore completará duas décadas preso no PlayStation 3, sem qualquer possibilidade de aproveitá-lo além da emulação ou do hardware original. A Game Republic até propôs duas sequências para a Sony, que recusou a oferta por conta das baixas vendas.

5. Heavenly Sword

O estúdio inglês Ninja Theory lutava para sobreviver após sofrer uma reestruturação significativa em 2004. A desenvolvedora acabou se encontrando em um ciclo de dependência ao desenvolver jogos de outras companhias. Mais tarde, a criadora de Hellblade chegou a fechar um acordo com a Sony para trazer Heavenly Sword ao PlayStation 3. Dito e feito.

Heavenly Sword

O jogo é de um tipo bem característico da época: um hack and slash regado a muita ação e Quick-Time Events. Nele, controlamos a protagonista Nariko e sua arma chamada "Espada Celestial". Heavenly Sword até contou com a participação do ator Andy Serkis (O Senhor dos Anéis, Planeta dos Macacos, Batman).

Assim como ocorreu com Folklore, a Ninja Theory estava planejando uma sequência de Heavenly Sword, rejeitada posteriormente pela Sony por não considerar o produto comercialmente viável. O abandono da IP fez com que o jogo ficasse no limbo eterno do PS3, sem previsão para retornar.

4. Yakuza: Dead Souls

A franquia Yakuza é uma das séries de videogames com mais títulos no século XXI. Entre as dezenas de jogos, a IP da SEGA explorou a temática de zumbis em Yakuza: Dead Souls, lançado para o PlayStation 3 em 2011. Quem já está acostumado com a série sabe que Like a Dragon é um lar de surpresas, indo de piratas e samurais a zumbis.

Yakuza: Dead Souls

O jogo manteve as lutas de rua padrão da série, mas também introduziu combates com armas de fogo para deter a invasão zumbi. Yakuza: Dead Souls traz personagens icônicos como Kazuma Kiryu, Ryuji Goda, Shun Akiyama e Goro Majima. Embora seja um spin-off um pouco esquecido, o título segue acorrentado ao PS3.

3. Puppeteer

Na lista de franquias bacanas que a Sony simplesmente abandonou, Puppeteer é um jogo de plataforma 2.5D desenvolvido pelo talentoso Japan Studio e publicado pela Sony em 2013 para o PlayStation 3.

Puppeteer PlayStation 3

No jogo, controlamos Kutaro, um garoto transformado em marionete que precisa recuperar sua cabeça após ser decapitado. A premissa pode parecer um pouco assustadora, mas justifica uma das principais mecânicas do jogo. Kutaro pode usar várias cabeças para substituir a sua, o que garante certas animações exclusivas e diferentes interações com o cenário.

Além disso, o protagonista conta com a tesoura mágica Calibrus, que permite cortar o cenário e acessar áreas de forma diferente. Relatos afirmam que Puppeteer chegou a vender cerca de 230 mil unidades em todo o mundo. Os números verdadeiros ou não, o jogo foi esquecido no baú pela Sony na sétima geração de consoles.

2. Resistance: Fall of Man

Se engana quem pensa que a Sony só possui jogos em terceira pessoa com uma pegada cinematográfica. Houve um tempo em que a empresa investia em todos os tipos de jogos, inclusive alguns que ela abandonou há tempos. Este é o caso de Resistance: Fall of Man, jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Insomniac Games, publicado e esquecido no PlayStation 3.

Resistance: Fall of Man

O jogo militar conta uma história alternativa em que o Crash de 1929 nunca aconteceu e o nazismo foi derrotado antes mesmo de tomar o poder na Alemanha. Em vez da Segunda Guerra Mundial, o planeta teve que lidar com outro conflito em escala global: a invasão da raça alienígena Quimeriana.

Resistance: Fall of Man brilhava ao misturar uma temática clássica de armas de fogo e pólvora com tecnologia alienígena de ponta. O jogo nos dava acesso ao armamento quimeriano, que permitiam variar um pouco o gameplay e se assemelhavam bastante ao rival da época, Halo. Resistance recebeu uma trilogia no PS3, totalmente abandonada pela Sony. O jogo até retornou à PS Plus Premium no exterior, mas já deixou o catálogo.

1. Infamous 2

Infamous 2 é sem dúvida um dos jogos presos ao PlayStation 3 mais sentidos pela comunidade — posto anteriormente ocupado por Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. A sequência foi desenvolvida pela Sucker Punch, que durante a geração do PS4 focou em sua nova franquia, Ghost of.

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O estúdio revelou anteriormente que tem apreço e interesse pela IP de Infamous, que conta com três jogos. No entanto, o diretor Nate Fox explicou que a Sucker Punch tem focado em um jogo por vez e parece estar dedicada a contar suas histórias ambientadas no Japão Feudal.

Infamous 2 chamou a atenção por seu combate e movimentação baseados nos poderes elétricos do protagonista Cole, bem como sua narrativa baseada em karma que leva a história a dois finais. Infelizmente, para experimentar a aventura, é necessário tirar a poeira do PS3 ou tentar a sorte em um emulador do sistema no PC.

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GTA 6: 10 detalhes do Olhar Estendido que você não percebeu

27 August 2026 at 22:23

O grande dia chegou: nesta quinta-feira (27), a Rockstar finalmente liberou o tão aguardado Olhar Estendido de GTA 6 na Netflix. Totalmente focado na dinâmica de "Bonnie e Clyde" de Jason e Lucia, o vídeo de quase 27 minutos usou o relacionamento do casal como fio condutor para detalhar não só o enredo, mas também apresentar o gameplay e diversas mecânicas de um dos jogos mais aguardados de todos os tempos.

As novidades incluem não só sistemas complexos, como a nova inteligência policial e mais dificuldade para roubar e dirigir automóveis, como também interações e atividades "mundanas" que vão contribuir para a imersão completa na história que será contada em Vice City neste novo capítulo do jogo.

A seguir, veja 10 detalhes que provavelmente você não percebeu no Olhar Estendido de GTA 6 — e o que cada uma dessas mecânicas pode significar na prática quando o jogo chegar às mãos dos jogadores.

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1. Novo sistema de honra (e não é só cosmético)

Logo nos primeiros minutos do vídeo, um ícone com um anjo aparece na tela no momento em que Jason para para acariciar um cachorro pelas ruas de Vice City. É a primeira pista de que a Rockstar trouxe para GTA 6 um sistema de moralidade nos moldes do que já havia visto em Red Dead Redemption 2, rastreando tanto pequenos gestos de bondade quanto atos de violência gratuita ao longo da campanha.

Mais do que um contador estético, a companhia sinalizou que esse sistema deve ter peso real na narrativa. Segundo a própria Rockstar, em entrevista concedida à revista Dazed nesta semana, as escolhas do jogador terão consequências que vão muito além do que qualquer sistema de honra anterior da franquia já ofereceu — um recado direto de que o comportamento de Jason e Lucia deve reverberar em como NPCs, policiais e até o rumo da história reagem a cada decisão.

Vale reforçar que os detalhes técnicos de como esse sistema vai calcular ou exibir essa "reputação" ainda não foram revelados. O que já dá para especular é que ele deve dialogar diretamente com os outros pontos desta lista — como o novo perfil criminal e a inteligência policial —, criando um mundo em que Vice City parece de fato prestar atenção nas atitudes do jogador e não apenas reagir a alarmes de crime disparados por scripts.

GTA 6 Grand Theft Auto

2. Sistema de relacionamento entre Jason e Lucia

Pela primeira vez na história da franquia, GTA 6 coloca um casal como protagonista jogável, e isso não é só um detalhe de roteiro. Ao longo do Olhar Estendido, vemos Jason e Lucia se revezando ao volante durante uma perseguição policial, trocando de papel em segundos: em um momento, Jason atira pela janela traseira do carro; no seguinte, a câmera já está com Lucia, que assume a direção. É uma evolução clara da troca de personagens vista em GTA 5, só que muito mais fluida e contextual.

Só que a relação vai além da tela de ação. Em uma cena de preparação para um jantar, Lucia pergunta a Jason qual vestido usar, e o jogador pode responder para ela se apressar — pequenos momentos de intimidade que mostram como o game quer construir a cumplicidade do casal também fora das missões. Segundo a Rockstar, essa dinâmica de "Bonnie e Clyde" foi pensada para permitir que o jogador escolha viver a história como dupla ou seguir sozinho parte do caminho, com Lucia sendo descrita internamente como a primeira protagonista feminina plenamente desenvolvida de um GTA principal.

A expectativa é que essa camada de relacionamento se conecte diretamente ao sistema de honra citado no item anterior: como o casal reage um ao outro diante de escolhas moralmente questionáveis pode ser um dos fatores que vão dar peso extra às decisões do jogador ao longo da campanha.

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3. Retorno do nível de procurado de 6 estrelas

Um dos detalhes mais comemorados pelos fãs de longa data foi a confirmação, direto no vídeo da Netflix, de que o nível de procurado de GTA 6 volta a ter seis estrelas — um degrau a mais do que o teto de cinco estrelas usado desde GTA 5. A mecânica de seis estrelas existia nos títulos da era 3D da franquia (de GTA 3 a San Andreas, passando por GTA 4) e havia sido retirada na geração atual.

Historicamente, alcançar o nível máximo de procurado nos jogos antigos significava a entrada de forças militares na perseguição, com tanques e resposta armada pesada substituindo os simples carros de polícia. A Rockstar não detalhou o que vai acontecer especificamente com a sexta estrela de GTA 6, mas o simples retorno do número já é um indício de que a companhia quer elevar a tensão nos momentos de maior caos do jogo.

Do ponto de vista de design, faz sentido: com um mundo mais denso e sistemas de identificação mais sofisticados (que veremos no próximo item), simplesmente reaproveitar o teto de cinco estrelas de GTA 5 não daria conta de representar a escalada de uma perseguição em Vice City. O sexto grau ressurge para dar finais mais dramáticos a esse novo ecossistema de fuga e captura.

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4. Perfil criminal: a polícia agora "lembra" de você

Um dos avanços mais interessantes mostrados no vídeo é a exibição de três ícones distintos logo abaixo da barra de procurado: um cabide de roupa, um rosto e um veículo. A leitura mais consistente entre quem acompanhou o evento é que cada um deles representa uma peça de identificação separada que a polícia pode reunir sobre o jogador — a roupa que está vestindo, o rosto exposto e o carro em que está fugindo.

Isso sugere uma mudança e tanto na forma de escapar da lei em GTA 6. Em vez de simplesmente sumir do campo de visão da polícia até a estrela cair, o jogador pode ter que trocar de roupa, abandonar o veículo reconhecido ou cobrir o rosto para "apagar" pistas específicas que os policiais têm sobre sua identidade. A Rockstar já vinha comentando que a identidade do personagem se torna cada vez mais notória se ele não trocar de visual com frequência, o que reforça essa leitura.

Esse sistema de perfil criminal conversa diretamente com a nova inteligência policial (próximo tópico) e com os disfarces disponíveis no jogo. Juntos, eles formam um tripé que substitui o antigo modelo de "onisciência policial" — em que os guardas praticamente sabiam sua localização exata assim que um crime era cometido — por algo mais parecido com uma investigação real, baseada em evidências visuais coletadas por testemunhas e câmeras.

5. Inteligência policial mais realista

Ligado diretamente ao ponto anterior, o Olhar Estendido também deu pistas de que a polícia de GTA 6 vai operar de um jeito mais crível do que em qualquer game anterior da série. Um dos indícios mais discutidos por quem acompanhou o evento é que os policiais não parecem mais identificar o jogador automaticamente fora do campo de visão — eles precisam efetivamente ver Jason ou Lucia, ou reconhecer uma das peças que falamos no item anterior.

Outro detalhe que chamou atenção é que a polícia de Vice City parece existir no mundo mesmo antes de qualquer crime ser cometido pelo jogador: viaturas fazem barreiras de fiscalização de velocidade e patrulham normalmente, o que dá a sensação de uma cidade viva, com forças de segurança cumprindo sua rotina e não apenas "esperando" para reagir ao jogador.

Essas mudanças apontam para uma experiência de fuga mais tática. Se antes bastava sumir de vista e esperar o medidor de estrelas baixar, agora parece que quanto mais pistas concretas (rosto, roupa, veículo) a polícia acumular sobre você, mais difícil será de se livrar da abordagem — o que torna decisões como usar um disfarce ou trocar de carro no meio de uma fuga muito mais relevantes do que eram antes.

6. Roubar carros ficou mais difícil

Outra mudança que salta aos olhos de quem já jogou os GTAs anteriores é a forma como Jason e Lucia agora abordam um veículo alheio. Em vez da clássica opção de arrombar a porta e sair cantando pneu, o game passa a oferecer caminhos alternativos e mais discretos para furtar um carro — incluindo usar uma ferramenta fina para destravar a porta sem quebrar o vidro, evitando o alarde imediato de um roubo à vista de todos.

Esse tipo de escolha se soma a outros métodos que já haviam aparecido em materiais anteriores sobre o jogo, como a possibilidade de clonar a chave de um veículo em vez de simplesmente arrombá-lo à força — uma opção que, segundo relatos de quem teve contato com versões anteriores do material, tende a evitar que o crime seja reportado de imediato pelos NPCs ao redor.

A ideia é transformar o roubo de carros em uma decisão estratégica: quebrar o vidro é mais rápido, mas gera barulho e atenção; já as abordagens mais discretas pedem paciência, mas preservam o jogador do primeiro contato com a polícia. É um ajuste que reflete bem a filosofia geral do jogo de tornar cada ação corriqueira um pouco mais deliberada.

7. Disfarces à escolha do jogador

Diretamente conectado ao novo perfil criminal, o Olhar Estendido também confirmou que Jason e Lucia podem optar por cobrir o rosto — com uma bandana, por exemplo — durante ações mais arriscadas, como assaltos a lojas de conveniência. A escolha de usar ou não esse tipo de disfarce terá impacto direto em quão rapidamente a polícia consegue reconhecer o jogador depois de um crime.

O próprio vídeo mostra uma cena de assalto a uma loja de conveniência mais elaborada do que qualquer coisa vista em GTA 5: o dono do estabelecimento reage e chega a revidar, tornando até um crime simples menos previsível. Nesse contexto, a escolha de estar ou não com o rosto coberto deixa de ser só estética e passa a ser parte da estratégia para reduzir o risco de ficar "marcado" pelo sistema de perfil criminal que já falamos.

A expectativa é que essa camada de customização visual — trocar de roupa, usar acessórios, cobrir o rosto — funcione como uma ferramenta ativa de jogabilidade e não apenas como personalização cosmética. Ou seja: a forma como Jason e Lucia se vestem para um assalto pode literalmente determinar quanto tempo eles conseguem ficar "invisíveis" para a lei depois do golpe.

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8. Direção mais realista, puxando para a simulação

Um dos aspectos mais comentados por quem assistiu ao vídeo foi a nova física de direção dos veículos. A sensação geral é de um comportamento mais físico e menos arcade do que o de GTA 5 — com suspensão, aceleração e frenagem reagindo de um jeito que lembra mais a pegada de GTA 4 do que a condução mais "flutuante" da geração atual.

Essa mudança não é acidental. De acordo com o material divulgado pela Rockstar, a equipe responsável pela física de veículos do jogo mais do que dobrou de tamanho desde Red Dead Redemption 2 e passou a contar até com ex-pilotos de corrida entre seus integrantes — o que ajuda a explicar cenas como a de uma corrida em um circuito fechado, em estilo bem próximo ao de jogos de rali, mostrada durante o Olhar Estendido.

Essa aposta em realismo tende a dividir opiniões, como já aconteceu quando a Rockstar fez movimento parecido para contar a história de Niko Bellic: parte dos jogadores vai elogiar a profundidade extra na condução, enquanto outra parte, mais acostumada à acessibilidade de GTA 5, pode sentir estranheza no início. De qualquer forma, é um indício de que perseguições policiais e fugas de carro devem exigir mais habilidade — e menos apelo à força bruta do acelerador — do que em qualquer GTA desde a geração PS2/Xbox original.

9. Novo sistema de diálogo, no molde de Red Dead Redemption 2

Outro ponto que chamou atenção foi a forma como Jason e Lucia interagem com os NPCs pelas ruas de Vice City. Ao segurar um gatilho específico, o jogador pode escolher entre diferentes opções de interação — como cumprimentar ou provocar quem cruza seu caminho —, em um sistema muito parecido com o que a Rockstar já havia implementado em Red Dead Redemption 2.

Essa mecânica pode parecer um detalhe pequeno diante de tantos sistemas mais complexos, mas ela tem um papel importante na construção da sensação de "mundo vivo" que a Rockstar está tentando entregar. Cada interação de diálogo contribui para a percepção de que Vice City é habitada por gente que reage de verdade à presença do jogador — e não apenas cenário decorativo esperando para ser atropelado.

Esse sistema também deve se conectar ao novo sistema de honra citado no primeiro item desta lista: é bem provável que a forma como o jogador escolhe interagir com os NPCs — sendo gentil ou hostil nas opções de diálogo — tenha algum peso na forma como o "karma" do casal evolui ao longo da campanha, ainda que a Rockstar não tenha detalhado essa conexão.

GTA 6 Grand Theft Auto

10. Uma avalanche de atividades para viver em Vice City

Por fim, talvez o ponto que melhor resuma a ambição de imersão da Rockstar para GTA 6 seja a quantidade de atividades "do dia a dia" mostradas ao longo do Olhar Estendido. Além de acariciar cães pelas ruas, o vídeo mostrou Jason e Lucia andando de jet ski, praticando mergulho, remando em canoa, disputando partidas de bilhar, correndo em circuitos fechados de carro e até puxando ferro na academia — atividade que, segundo a Rockstar, tem impacto visível no físico dos personagens ao longo do tempo, tal qual nos acostumamos a ver em GTA San Andreas.

A lista de pequenas interações "mundanas" também impressiona: é possível abrir a geladeira para escolher o que comer ou beber, assistir TV e trocar de canal, e até navegar pelo feed de redes sociais direto do celular do personagem enquanto está no banco do carona — um detalhe que reforça a ambientação em uma Vice City de 2026, conectada e digitalizada.

Tomadas em conjunto, essas atividades não têm o peso narrativo de sistemas como o de honra ou o perfil criminal, mas cumprem uma função igualmente importante: dar ao jogador motivos para simplesmente existir dentro de Leonida, sem uma missão ativa na tela. É esse tipo de camada que costuma transformar um mapa bonito em um lugar que os jogadores realmente querem habitar por centenas de horas — e que deve pesar bastante na retenção de GTA 6 nos meses seguintes ao lançamento.

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O que vem pela frente

Passado o alarde inicial do Olhar Estendido, fica claro que a Rockstar não usou esses 27 minutos apenas para mostrar gráficos bonitos ou cenas de ação isoladas — a empresa aproveitou a vitrine para deixar claro que está reconstruindo, sistema por sistema, a forma como o jogador se relaciona com Vice City. Entre honra, perfil criminal, inteligência policial e uma direção mais exigente, o recado é de que GTA 6 quer ser jogado com mais cautela e mais intenção do que qualquer título anterior da franquia.

E por mais generoso que tenha sido, o Olhar Estendido de GTA 6 ainda representa só uma fração do que a Rockstar tem guardado. Com a expectativa do mercado nas alturas e a concorrência observando de perto cada detalhe revelado, é bem provável que a companhia siga soltando novas informações — oficiais ou não — nas próximas semanas, elevando ainda mais a régua do que os jogadores devem esperar.

Por enquanto, resta contar os dias: Grand Theft Auto 6 chega em 19 de novembro de 2026, exclusivamente para PS5 e Xbox Series X/S. E prepare-se: o jogo pode levar até 80 horas para ser concluído.

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Para quem é o monitor mais rápido do mundo com 1.100Hz anunciado pela Samsung?

27 August 2026 at 22:12

Durante a gamescom 2026, realizada em Colônia, na Alemanha, a Samsung apresentou a sua nova geração de monitores Odyssey voltados para o público gamer. A fabricante revelou produtos equipados com painéis QD-OLED de quinta geração, tecnologia Penta Tandem e taxas de atualização que ultrapassam a barreira dos 1.000 Hz no modelo Odyssey G6.

São quatro monitores novos, sendo três deles equipados com painel OLED, oferecendo alta taxa de atualização de imagem, resolução 4K e modos que trocam a resolução e a velocidade. Além disso, o único modelo que não usa esse tipo de tela é o primeiro do mundo a atingir 1.100 Hz nativamente, e que não para aí, já que tem outros destaques.

Odyssey G6 com 1.100 Hz e modo duplo

Focado em jogos competitivos, especialmente FPS, o novo Odyssey G6 (G60H) de 27 polegadas é o primeiro monitor do mercado a atingir 1.100 Hz nativamente, mas na resolução HD (720p). O monitor é equipado com um painel Fast IPS com tempo de resposta de 1 ms e suporte a Dual Mode, permitindo que o usuário alterne entre a resolução QHD a 600 Hz para maior nitidez ou o modo HD a incríveis 1.100 Hz para máxima fluidez de movimento. 

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A combinação da resolução 720p em uma tela de 27 polegadas não entrega uma qualidade gráfica boa, na verdade, é o oposto disso. Porém esse modelo consegue chegar a 1440p a 600 Hz, uma combinação ainda de alto padrão. Ou seja, o Odyssey G6 é tanto voltado para jogadores competitivos quanto para quem quer maior fidelidade gráfica com a resolução QHD, mas atingindo ainda altas taxas de FPS.

Recentemente, a LG revelou um modelo que chega a 1.100 Hz, mas através de overclock. Porém sua principal diferença é que ele consegue atingir 1.000 Hz na resolução Full HD, o que não é o caso do novo modelo da Samsung.

Linha Odyssey ganhou novos modelos com tela OLED

Além do menor monitor dessa nova geração, a Samsung lançaou ainda os Odyssey OLED G7, G8 e G9. O Odyssey OLED G9 (G95SJ) chega ao mercado como o primeiro monitor de 49 polegadas com resolução DQHD (5120 x 1440) a atingir 360 Hz de taxa de atualização. O modelo estreia o painel QD-OLED de quinta geração com estrutura Penta Tandem, entregando até 1,3 vezes mais eficiência e o dobro da vida útil em comparação com a geração anterior, além do layout de subpixels RGB Stripe para reduzir aberrações cromáticas em textos.

O modelo alcança pico de brilho de até 1.300 nits, possui tempo de resposta de 0,03 ms (GtG) e traz o recurso Dual Mode, permitindo alternar da resolução nativa em 360 Hz para o modo Dual HD (2560 x 720) operando a até 720 Hz.

Já o modelo Odyssey OLED G8 (G80SJ) aposta em um painel QD-OLED de 32 polegadas com resolução 4K, tempo de resposta de 0,03 ms e certificação VESA DisplayHDR TrueBlack 600. O grande diferencial fica por conta da tecnologia Triple Mode, que permite ao jogador escolher entre 4K a 360 Hz, QHD a 520 Hz ou Full HD a 680 Hz.

Para evitar reflexos, a tela traz o revestimento Samsung Glare Free com 54% menos brilho que as películas antirreflexo convencionais. Em conectividade, o monitor conta com DisplayPort 2.1 UHBR20, duas portas HDMI, USB-C com Power Delivery de 98 W, hub USB e suporte a KVM.

Inaugurando um novo formato para o segmento, o Odyssey OLED G7 (G75SJ) é apresentado como o primeiro monitor OLED curvo de 42 polegadas na proporção 16:9 do mundo. O modelo oferece uma área de exibição cerca de 72% maior que os monitores tradicionais de 32 polegadas e traz uma curvatura acentuada de 1000R, aproximando as bordas do campo de visão do jogador.

A tela une resolução 4K, taxa de atualização de 165 Hz, tempo de resposta de 0,03 ms e a tecnologia antirreflexo Glare Free, sendo voltada para quem busca imersão em jogos, mas não abre mão da proporção mais popular do mundo.

Nos últimos meses, pude testar a geração anterior do Odyssey G9, Odyssey G7 e Odyssey 3D, cada um com uma proposta diferente. Por enquanto, ainda não existe previsão de lançamento dessa nova geração no mercado brasileiro.

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Esqueceu o PC ligado? Windows 11 poderá ser desligado de longe com celular Android

27 August 2026 at 22:00

O Windows Latest identificou, dentro do código do aplicativo "Link to Windows para Android", evidências de que a Microsoft está desenvolvendo controles remotos de energia para o PC. As novas funções permitiriam desligar, reiniciar ou colocar o computador em modo de espera diretamente pelo celular.

O recurso ainda não foi confirmado pela Microsoft e não está ativo para nenhum usuário. As strings foram encontradas em uma versão do aplicativo datada de 25 de agosto, com a flag "isRemotePcControlsV2Enabled" configurada como falsa, o que indica que a função existe no código, mas segue desligada.

Como o recurso deve funcionar

O Link to Windows já permite bloquear remotamente um PC pelo celular, função lançada no fim do ano passado. Os novos controles ampliariam essa lista com opções de reiniciar, desligar e colocar o computador para dormir.

Duas variações adicionais também apareceram no código, batizadas de "atualizar e reiniciar" e "atualizar e desligar". Elas sugerem que a Microsoft pretende integrar o Windows Update aos comandos remotos, permitindo instalar atualizações pendentes antes de reiniciar ou desligar a máquina pelo celular.

O modo de espera funcionaria de forma diferente dos outros comandos. Uma mensagem encontrada pelo Windows Latest avisa que, após o PC entrar em repouso, ele se desconecta do celular e só pode ser reativado fisicamente, já que a conexão de rede é interrompida nesse estado.

Alertas de confirmação também aparecem quando o usuário tenta reiniciar ou desligar o computador em meio a uma atualização em andamento, com aviso de que dados não salvos em aplicativos abertos podem ser perdidos.

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O que ainda não está confirmado

Como a função segue desativada no aplicativo, não há capturas de tela do recurso em funcionamento nem previsão de lançamento. A Microsoft não se manifestou sobre a descoberta até o momento.

O avanço faz parte de um movimento mais amplo da empresa para aprofundar a integração entre smartphones e PCs com Windows 11. Nos últimos meses, a companhia adicionou uma seção com informações do celular ao menu Iniciar e testa novos atalhos para acesso rápido ao telefone.

Quais aparelhos devem ser compatíveis

Os controles remotos fazem parte do par formado pelo Phone Link, aplicativo nativo do Windows 11, e pelo Link to Windows, disponível para smartphones Android. A funcionalidade de bloqueio remoto já existente hoje segue essa mesma combinação, o que indica que o novo recurso deve manter a exigência de um PC com Windows 11 conectado a um celular Android.

Não há, até o momento, indício de que a função chegue a iPhones, já que a versão do Phone Link para iOS opera com recursos mais limitados de integração com o computador.

Lembra do Windows Phone? Confira 6 recursos dele que poderiam ser usados até hoje.

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Escala colossal: mapa de GTA 6 tem o dobro do de GTA 5 e é 3x maior que Red Dead 2

27 August 2026 at 21:44

A Rockstar Games confirmou que o mapa de GTA 6 será três vezes maior que o de Red Dead Redemption 2 e o dobro do de GTA 5. A informação parte do codiretor do estúdio da Rockstar North, Rob Nelson, em entrevista ao criador de conteúdo australiano TGG, que foi até o quartel-general da produtora em Edimburgo, Reino Unido, junto de outros criadores e membros da imprensa.

A expectativa é que o mundo aberto de GTA 6 se aproxime do que foi visto em 2018, com Red Dead Redemption 2. À IGN, Nelson afirma: “Existe um outro mundo inteiro em Red Dead Redemption 2, sim. GTA 6 é muito parecido com isso”.

O codiretor explica que há uma quantidade "enorme" de coisas para fazer em Leonida, mas que a Rockstar não abusa de ícones, "blips" ou objetivos para guiar o jogador. "Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito", conta. "É um mapa grande, um mapa muito grande."

Nelson reforça que o trabalho em GTA 6 será uma continuação do que foi feito em 2018 e que a equipe segue avançando e "fazendo tudo o que podemos para criar o maior, mais profundo, mais densamente povoado e complexo mundo que já construímos para as pessoas se perderem."

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“Há uma quantidade enorme de coisas que você descobre de forma emergente, que não estamos necessariamente direcionando você através de objetivos, blips ou ícones em um mapa. Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito. É um mapa grande, um mapa muito grande”, disse o codiretor da Rockstar North, Rob Nelson.

O TGG afirma que Vice City e seus arredores serão 11 vezes maiores que Los Santos e o subúrbio que rodeia a cidade. Vale lembrar que GTA 6 é ambientado no estado fictício de Leonida e abrange várias regiões, entre elas Vice City.

GTA 6 revela sistema de relacionamento entre Jason e Lucia

O aguardado Um Olhar Estendido de GTA 6 estreou nesta quinta-feira (27) e trouxe diversos aspectos do jogo da Rockstar Games, incluindo gráficos, mecânicas, missões e um pouco do casal de protagonistas.

A prévia de GTA 6 também revelou um sistema de relacionamento inédito e mais novidades que aprofundam o amor e o crime que parecem ser a base do game.

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A expectativa para novidades oficiais (e não vazadas) de GTA 6 era tamanha que nem a Netflix aguentou e "desmaiou ao vivo" nesta quinta-feira (27). 

Vale lembrar que, para quem não tem uma assinatura ativa no serviço de streaming, a Rockstar Games também disponibilizará o conteúdo no YouTube. Para quem quer conferir a que horas sai o gameplay de GTA 6, veja quando assistir no YouTube.

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Preço de smartwatch da Huawei derrete no Mercado Livre

27 August 2026 at 21:34

Quem procura uma pulseira inteligente completa para exercícios e monitoramento de saúde pode aproveitar uma promoção forte no Mercado Livre. A HUAWEI Band 11 Pro está saindo por R$ 311,40 no PIX, após aplicação do cupom COMPRABOA, com frete grátis.

O anúncio mostra preço de referência de R$ 599. Considerando as reduções exibidas no carrinho, a economia chega a cerca de R$ 288, ou aproximadamente 48%. O modelo traz tela AMOLED de 1,62 polegada, corpo de alumínio, resistência 5 ATM, Bluetooth 6.0 e bateria de até 14 dias.

Vale a pena comprar a HUAWEI Band 11 Pro?

A HUAWEI Band 11 Pro chama atenção pela combinação de tela grande, corpo bastante leve e bateria prolongada. A tela é uma AMOLED de 1,62 polegada com resolução de 286 x 482 pixels e densidade de 347 ppi, oferecendo bastante espaço para visualizar métricas, notificações e informações durante os exercícios.

Mesmo com a tela relativamente grande, a pulseira continua bastante leve. O corpo pesa aproximadamente 18 gramas sem a pulseira e mede apenas 8,99 mm em seu ponto mais fino, características que ajudam principalmente durante exercícios e monitoramento do sono, quando um relógio maior pode incomodar.

A construção também sobe de nível em relação às smartbands mais baratas. A Huawei utiliza caixa em liga de alumínio, com opções em verde, azul e preto, e oferece versões com pulseiras de fluoroelastômero ou tecido.

Na parte de sensores, a Band 11 Pro possui uma IMU de nove eixos, formada por acelerômetro, giroscópio e magnetômetro, além de sensor óptico de frequência cardíaca e sensor de luz ambiente. O conjunto é utilizado para registrar exercícios e diferentes indicadores de bem-estar.

A autonomia é outro destaque. A Huawei informa até 14 dias no cenário de uso mais leve e cerca de oito dias em condições normais, com monitoramento contínuo de frequência cardíaca, TruSleep, SpO2, estresse e notificações ativados. Quem deixa a tela sempre ligada deve esperar uma redução significativa: nesse cenário, a estimativa oficial cai para até três dias.

HUAWEI Band 11 Pro

Também há proteção 5 ATM, permitindo utilizar a pulseira em atividades em águas rasas, como piscina. Isso não significa que ela seja adequada para mergulho, sauna, banho quente ou esportes com correnteza forte.

Por R$ 311,40, a Band 11 Pro também fica praticamente empatada com a Galaxy Fit3 e custa mais de R$ 200 menos que a Xiaomi Smart Band 10 Pro. A Xiaomi justifica parte da diferença com seu GNSS independente, recurso importante para quem quer registrar percursos sem levar o celular.

Comparativo

Característica HUAWEI Band 11 Pro Xiaomi Smart Band 10 Pro Samsung Galaxy Fit3
Preço R$ 311,40 R$ 524 R$ 313
Tela AMOLED 1,62" AMOLED 1,74" AMOLED 1,6"
Resolução 286 x 482 — 256 x 402
Brilho máximo 2.000 nits Até 2.000 nits Não informado
Peso do corpo Aprox. 18 g 21,6 g 18,5 g
Bateria máxima Até 14 dias Até 21 dias Até 13 dias
Uso típico Até 8 dias Até 15 dias Até 13 dias
GPS/GNSS integrado Não listado na ficha oficial Sim, 5 sistemas Não
Frequência cardíaca Sim Sim Sim
SpO2 Sim Sim Sim
Resistência à água 5 ATM 5 ATM 5 ATM + IP68
Bluetooth 6.0 5.4 5.3
Android e iPhone Sim Sim Android
Principal vantagem Preço e leveza GPS e autonomia Ecossistema Galaxy

Qual vale mais a pena?

A HUAWEI Band 11 Pro oferece o melhor equilíbrio nesta promoção. Por R$ 311,40, entrega tela AMOLED grande, caixa de alumínio, corpo de apenas 18 gramas, bateria que pode alcançar 14 dias e proteção 5 ATM. Para quem quer principalmente acompanhar exercícios, sono e métricas de bem-estar, é a opção mais atraente pelo preço.

A Xiaomi Smart Band 10 Pro é consideravelmente mais cara, mas possui um diferencial importante para esportistas: GNSS independente com GPS, GLONASS, Galileo, BeiDou e QZSS. Isso permite registrar percursos sem depender do GPS do smartphone. Ela também leva vantagem com tela de 1,74", brilho de até 2.000 nits e bateria anunciada de até 21 dias.

Já a Galaxy Fit3 custa praticamente o mesmo que a Huawei e pode fazer mais sentido para quem já utiliza um celular Samsung. Ela oferece tela AMOLED de 1,6", mais de 100 modalidades de exercício, proteção 5 ATM + IP68 e forte integração com o ecossistema Galaxy, mas depende do smartphone pareado para GPS.

Perguntas frequentes sobre a HUAWEI Band 11 Pro

A HUAWEI Band 11 Pro é boa?

Sim, principalmente considerando o preço desta promoção. Ela combina tela AMOLED de 1,62", corpo leve de alumínio, sensores para acompanhamento de exercícios e saúde, resistência 5 ATM e bateria que pode chegar a 14 dias.

Por pouco mais de R$ 300, o conjunto a coloca entre as opções mais completas da faixa de preço.

Quais são as especificações da HUAWEI Band 11 Pro?

A Band 11 Pro possui tela AMOLED de 1,62 polegada e resolução de 286 x 482 pixels, corpo de aproximadamente 18 g, Bluetooth 6.0 e resistência 5 ATM.

Os sensores incluem acelerômetro, giroscópio, magnetômetro, sensor óptico de frequência cardíaca e sensor de luz ambiente.

Quanto dura a bateria da HUAWEI Band 11 Pro?

A Huawei informa três cenários principais:

  • até 14 dias em uso leve;

  • até 8 dias em uso normal;

  • até 3 dias com Always-on Display ativado.

A autonomia real depende dos sensores, exercícios, notificações e frequência de uso da tela.

A HUAWEI Band 11 Pro é à prova d'água?

Ela possui certificação 5 ATM e pode ser utilizada em atividades em águas rasas, incluindo piscina.

A Huawei deixa claro, porém, que a classificação não significa que o aparelho possa ser utilizado a 50 metros de profundidade. Também não é recomendado usá-lo em mergulhos, saunas, banhos quentes ou situações com água em alta pressão.

A HUAWEI Band 11 Pro tem GPS integrado?

A ficha técnica oficial disponibilizada pela Huawei não lista GPS ou GNSS entre os sensores e conexões da Band 11 Pro. Por isso, não é seguro atribuir GPS independente ao modelo com base apenas em resultados de busca de terceiros.

Esse é um diferencial claro da Xiaomi Smart Band 10 Pro utilizada nesta comparação, cuja própria Xiaomi informa GNSS independente.

A HUAWEI Band 11 Pro tem NFC?

A ficha técnica oficial brasileira não lista NFC entre as formas de conectividade. Ela informa Bluetooth 6.0/BLE, portanto não convém comprar o modelo esperando realizar pagamentos por aproximação.

HUAWEI Band 11 Pro

HUAWEI Band 11 Pro ou Xiaomi Smart Band 10 Pro: qual é melhor?

A Xiaomi é mais completa para exercícios ao ar livre por possuir GNSS independente e bateria maior.

A Huawei ganha em custo-benefício: custa cerca de R$ 213 menos nesta comparação e ainda oferece tela AMOLED, caixa de alumínio, resistência 5 ATM e ampla autonomia.

HUAWEI Band 11 Pro ou Galaxy Fit3: qual vale mais a pena?

Como os preços estão praticamente empatados, a escolha depende principalmente do celular utilizado.

A Galaxy Fit3 é especialmente interessante para quem já está no ecossistema Samsung e oferece IP68 adicional. A Band 11 Pro funciona tanto com Android quanto com iPhone, usa Bluetooth 6.0 e tem uma proposta bastante leve para uso contínuo.

A HUAWEI Band 11 Pro funciona com iPhone?

Sim. A ficha oficial informa compatibilidade com iOS 13 ou posterior, além de Android 9 ou posterior.

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Renault Kwid 2027 chega com preços no chão e é carro mais barato do Brasil

27 August 2026 at 21:06

A Renault aproveitou o estande da marca no Festival Interlagos para lançar, nesta quarta-feira (26) à noite, o Kwid 2027 e, de quebra, recolocar o hatch na posição de carro mais barato do Brasil. A marca francesa reduziu os preços em relação à linha anterior em mais de R$ 10 mil e, assim, posicionou o Kwid abaixo do Fiat Mobi e dos principais concorrentes do segmento.

Além dos preços no chão, o Kwid recebeu atualizações visuais e tecnológicas que o aproximam da nova identidade global da Renault. A dianteira foi redesenhada, a grade ganhou acabamento em preto brilhante e as lanternas traseiras receberam efeito “Crystal Lens”. Todas as versões passam a contar com luzes diurnas em LED, reforçando a modernidade do modelo.

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No interior, o destaque é o painel digital de 7 polegadas, presente desde a versão de entrada. A partir da configuração Techno, o Kwid recebe a central multimídia Media Evolution de 10,1 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Essa evolução tecnológica coloca o compacto em sintonia com as demandas atuais de conectividade e conforto.

Visual e tecnologia

O Kwid 2027 traz elementos inspirados em modelos como Kardian e Boreal, com para-choques mais robustos e logotipo atualizado da Renault. Na traseira, as lanternas em LED e a câmera de ré integrada ao logotipo reforçam o apelo tecnológico. Internamente, cada versão recebe acabamentos específicos, como detalhes azuis na Techno e revestimentos premium na Outsider.

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A central multimídia de 10,1” é um dos grandes diferenciais, oferecendo conectividade sem fio e informações do veículo em tempo real. Essa atualização coloca o Kwid em vantagem frente a concorrentes diretos, que ainda oferecem sistemas mais simples em versões de entrada.

Mecânica e desempenho

Apesar das mudanças visuais e tecnológicas, o conjunto mecânico permanece o mesmo. O motor 1.0 SCe flex entrega até 71 cv com etanol e 68 cv com gasolina, com torque máximo de 10 kgf/m. O consumo é competitivo: 10,2 km/l na cidade com etanol e até 15 km/l na estrada com gasolina. A velocidade máxima é de 159 km/h, suficiente para o uso urbano e rodoviário.

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A altura livre do solo de 185 mm e os ângulos de entrada e saída favorecem a condução em pisos irregulares, mantendo o Kwid como uma opção versátil para diferentes cenários. O porta-malas de 290 litros, ampliável para 1.100 litros com os bancos rebatidos, garante praticidade no dia a dia.

Versões e preços

O Kwid Evolution 2027, versão de entrada, custa R$ 71.190 e já traz quatro airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e painel digital. A Techno, por R$ 75.990, adiciona multimídia de 10,1”, câmera de ré e acabamento diferenciado. Já a Outsider, topo de linha, sai por R$ 84.890 e oferece bancos premium, barras de teto, rodas de liga leve diamantadas e teto em cor contrastante.

Com essa estratégia, o Kwid 2027 se consolida como o carro mais barato do Brasil, sem abrir mão de recursos modernos. A Renault aposta em um pacote que une preço acessível, tecnologia e estilo renovado para manter o modelo como líder entre os compactos de entrada.

Se você curtiu saber desta novidade do Festival Interlagos 2026, talvez também queira dar uma olhada no que Leapmotor, Ford e GWM também anunciaram para o mercado brasileiro durante o primeiro dia do evento.

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Alibaba abre 2 data centers no Brasil para desafiar Microsoft, Google e AWS em IA

27 August 2026 at 21:00

A Alibaba Cloud lançou nesta quinta-feira (27) sua primeira região de nuvem no Brasil, com dois novos data centers dedicados a empresas, startups, desenvolvedores e instituições públicas. É a primeira operação da divisão de computação em nuvem da Alibaba na América do Sul.

O movimento integra um compromisso global de US$ 53 bilhões (cerca de R$ 273 bilhões, na cotação atual) do Alibaba Group para investimentos em infraestrutura de inteligência artificial. A companhia não detalhou quanto será destinado especificamente às unidades brasileiras.

Com a nova estrutura, a Alibaba Cloud passa a operar 106 zonas de disponibilidade em 31 regiões ao redor do mundo. A empresa já havia inaugurado uma região no México em fevereiro de 2025, primeiro passo da expansão latino-americana.

Portfólio de nuvem com prioridade para IA agêntica

Os data centers brasileiros oferecerão o portfólio completo de produtos da Alibaba Cloud, incluindo computação, armazenamento, contêineres, redes, segurança e bancos de dados. A empresa destaca baixa latência e adequação às regras locais de cibersegurança e proteção de dados entre os atributos da nova região.

A companhia também planeja trazer ao Brasil serviços de IA agêntica voltados a empresas, cobrindo desde o desenvolvimento até a operação e a segurança de agentes de IA. Fazem parte do pacote o ACS Agent Sandbox, para execução de agentes em ambientes isolados, o DAS Agent, para manutenção de bancos de dados, e o DataWorks Data Agent, que promete automatizar pipelines de dados por linguagem natural. Ferramentas como o AI Security Guardrails 2.0 completam a oferta voltada à segurança dessas operações.

Allen Guo, gerente-geral da região da América Latina e vice-presidente de Negócios Internacionais da Alibaba Cloud Intelligence, descreveu o Brasil como um mercado central para a expansão da empresa na região.

alibaba prédio

Parcerias locais

A Alibaba Cloud fechou acordos com duas empresas brasileiras para acelerar a adoção de seus serviços. A Insi vai utilizar o portfólio de nuvem e IA da companhia para atender grandes e médias empresas, segundo Roberto Certo, Chief Revenue Officer da provedora.

Já a 4Linux, especializada em software de código aberto, vai combinar os modelos da família Qwen com sua experiência local em implantação e treinamento. O cofundador da empresa, Marcelo Marques, afirmou que a nova região oferece uma base para escalar soluções de IA no país.

Disputa por espaço no mercado global de nuvem

A expansão brasileira acompanha uma sequência de lançamentos de modelos abertos da família Qwen. O mais recente, o Qwen3.8-Flash, é um modelo multimodal com 125 bilhões de parâmetros totais e 6 bilhões ativados por token. A empresa também abriu os pesos do Qwen3.8-2.4T-A95B, seu modelo mais robusto até hoje, com 2,4 trilhões de parâmetros totais e janela de contexto de até 1 milhão de tokens, hoje na terceira posição do ranking CodeArena.

No mercado chinês de infraestrutura computacional como serviço, a Alibaba Cloud detém mais de 30% de participação, à frente de concorrentes como Huawei e Tencent, segundo a consultoria Omdia. Fora da China, a disputa muda de adversários: o avanço para México, França, Japão, Coreia do Sul, Malásia e agora Brasil coloca a empresa em confronto direto com AWS, Google Cloud e Microsoft Azure em mercados emergentes.

A Alibaba Cloud ainda não informou quando pretende iniciar a operação dos serviços de IA agêntica especificamente no Brasil. O anúncio confirma a instalação dos dois data centers, mas não estabelece um cronograma para essa etapa seguinte.

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Netflix não aguenta evento de GTA 6 e desmaia ao vivo nesta quinta-feira (27)

27 August 2026 at 20:06

A Netflix apresenta sinais de instabilidade nesta quinta-feira (27), justamente durante a estreia do novo vídeo de gameplay de GTA 6. Usuários relatam dificuldades para acessar o serviço e assistir ao conteúdo.

O Downdetector, plataforma que reúne relatos de problemas em serviços online, registra aumento nas notificações de falhas tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. No Brasil, são quase 1,2 mil reclamações, enquanto nos EUA o serviço acumula mais de 3,2 mil notificações.

A instabilidade acontece pouco depois da estreia de GTA 6: Um Olhar Estendido, apresentação da Rockstar Games que traz uma demonstração mais detalhada da jogabilidade do aguardado game. O conteúdo começou a ser disponibilizado na Netflix às 16h, no horário de Brasília.

downdetector netflix

Netflix pode ter caído por causa do GTA 6?

Ainda não há confirmação de que a instabilidade tenha relação direta com a estreia de GTA 6. No entanto, o momento chama atenção porque a Netflix recebeu a exclusividade inicial para exibir o novo material do jogo.

A apresentação tem 26 minutos e mostra oficialmente a jogabilidade de GTA 6. A expectativa em torno do conteúdo é especialmente alta após meses de espera e uma série de vazamentos de supostos trechos do jogo, que circularam nas redes sociais nas últimas semanas.

A estratégia da Rockstar também contribui para concentrar o público na Netflix: o vídeo chega primeiro ao streaming e só será disponibilizado nos canais oficiais da empresa no YouTube posteriormente. A versão do YouTube está prevista para as 22h, seis horas depois da estreia na Netflix.

Até o momento, Netflix e Rockstar não confirmaram que uma eventual instabilidade tenha sido provocada pelo volume de acessos ao conteúdo de GTA 6.

Relatos nas redes sociais

Pelo X, antigo Twitter, milhares de pessoas compartilharam que estão sem acesso à Netflix, com a plataforma apresentando a mensagem de que "algo deu errado". Confira algumas publicações:

Situação normalizada

Após o caos inicial nos primeiros minutos pós-lançamento, o número de notificações no Downdetector já se aproximava do normal. Às 16h20, eram pouco mais de 400 avisos de instabilidade.

Confira  mais informações de GTA 6 no Canaltech.

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Ligações falsas usam voz de IA para destravar iPhones roubados no Brasil

A empresa de cibersegurança SOCRadar identificou um golpe para desbloquear iPhones roubados no Brasil. Uma ligação que se diz passar pela equipe de suporte da Apple usa uma voz de IA para enganar as vítimas e destravar o aparelho.

Quando um iPhone é roubado ou furtado, a vítima pode bloquear o dispositivo com o Apple ID e impedir que invasores mudem a conta ou formatem o celular. O ataque atua justamente para obter as informações necessárias da conta e invadir o aparelho.

O golpe usa um kit de phishing chamado AnonyMousKIT, que inclui SMS, e-mails, sites e mensagens falsas, além de um agente para fazer as ligações por IA. Criminosos se passam pela Apple para pedir a senha de bloqueio e códigos de autenticação da conta.

O golpe em ação

O AnonyMous KIT reúne dados de pessoas que tiveram seus celulares roubados e então os criminosos podem entrar em contato. O ataque ainda pode incluir tentativas de contato por mensagem para pedir o código de verificação. Em alguns casos, os criminosos enviavam uma página falsa do recurso Buscar do iCloud.

Golpe iPhone iCloud Buscar

No exemplo de ligação compartilhado pelo SOCRadar, uma voz gerada por IA se passa por uma pessoa chamada Alice e interpreta uma funcionária da equipe de suporte da Apple.

O agente então pede a senha de desbloqueio da tela do aparelho e posteriormente um código de verificação. Como é comum em golpes do tipo, o ataque cria uma situação de emergência para a vítima ao informar que alguém teria visitado uma loja com o aparelho e o iPhone estaria retido por razões de segurança.

Quando a vítima informa o código de segurança, invasores podem remover o ID Apple do celular e formatá-lo normalmente. De acordo com a pesquisadora, foram 200 ligações feitas entre 31 de agosto de 2025 e 30 de maio de 2026, sendo 179 para números brasileiros.

É importante reforçar que a Apple não pede códigos de segurança via ligações, e-mail ou mensagens de texto. Entenda o que fazer em caso de furto ou roubo do celular.

 

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Xbox revela qual deverá ser o plano para os próximos consoles

27 August 2026 at 19:15

A CEO do XBOX, Asha Sharma, afirmou em entrevista à BBC nesta terça-feira (26) que o hardware de próxima geração da marca adotará eficiência e acessibilidade financeira ao lado do desempenho. Para a executiva: "Toda a indústria precisa começar a inovar em acessibilidade financeira e eficiência."

As fabricantes de hardware têm sofrido com o aumento constante de preços, em especial pela alta no valor dos chips e pela escassez de componentes causados pela demanda massiva de data centers de IA.

Em resposta à crise, Sharma quer que o XBOX ofereça "mais escolhas em termos de como as pessoas jogam em seu console e como compram seu console." Rumores recentes apontam que o XBOX Helix e o PlayStation 6 passarão dos US$ 1 mil, assim como aconteceu com o PC compacto Steam Machine e portáteis como o novo ROG XBOX Ally X20, com tela OLED, novo chassi e preço assustador.

Sharma espera que vejamos cada vez mais negócios radicalmente diferentes do habitual da indústria, embora não tenha especificado quais seriam esses negócios. "Chegamos a um ponto em que será difícil imaginar que o grande público possa arcar com milhares de dólares para gastar em uma geração de consoles", disse a executiva. Boatos apontam que o próximo XBOX seguirá um modelo OEM, no qual outras marcas poderão vender o console, mas nada foi confirmado.

XBOX Helix XDK

"Nosso trabalho como XBOX, à medida que avançamos na nossa próxima geração, é levar em consideração o que está acontecendo no mundo e construir a melhor experiência para nossos jogadores", declarou a CEO do XBOX, Asha Sharma.

XBOX mira mídia física no futuro

Outro assunto debatido na entrevista de Asha Sharma foi a questão dos discos. A executiva não entrou em detalhes sobre o que os jogadores podem esperar quanto à mídia física, mas reforçou o novo recurso do XBOX para "preservar" esses títulos em formato digital.

"Eu sei que os jogadores amam mídia física e sei que há muitos benefícios na mídia digital, e quero garantir que as pessoas tenham escolha", afirmou Sharma à BBC.

Uma reportagem do Windows Central apontou que o fim da mídia física pode estar relacionado a um colapso na fabricação de leitores de disco, o que teria forçado o XBOX a acelerar a transição para jogos digitais.

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IA montou e coordenou equipes sozinha em ataque hacker ao Hugging Face

O ataque autônomo feita por IAs da OpenAI contra a plataforma Hugging Face contou com um quadro secreto de mensagens e atuação de cerca de 700 agentes ao mesmo tempo. Os agentes atuaram em conjunto para escaparem do ambiente de testes e procurarem por vulnerabilidades no serviço afetado.

As informações foram compartilhadas em relatórios técnicos sobre o ocorrido, publicados pela própria OpenAI e das organizações METR e Redwood Research, que atuaram como investigadoras independentes. A criadora do ChatGPT considerou o caso um “tiro de aviso” sobre os riscos no treinamento de agentes de inteligência artificial.

O grande ponto de alerta é a capacidade de IAs atuarem em conjunto, enquanto muitas avaliações de segurança consideravam apenas a atuação isolada dos modelos. “O incidente é o primeiro caso conhecido de um coletivo de agentes automatizados agindo ofensivamente sem autorização”, explica a empresa.

Por dentro do ataque hacker das IAs

Os relatórios trazem um cenário que parece ter vindo diretamente de um roteiro de ficção científica.

Cerca de 1.200 agentes foram envolvidos: as IAs deveriam estar isoladas, mas conseguiram encontrar brechas para criar um quadro secreto de mensagens, no qual cada ferramenta podia compartilhar “dicas” para encontrar vulnerabilidades. Mais de 70 mil mensagens foram trocadas no espaço sem o conhecimento da OpenAI.

OpenAI

 

Uma das causas do problema é um formato de treinamento no qual a IA tenta atingir o resultado a qualquer custo, o que pode levar aos ataques. O primeiro “avanço” dos robôs foi conseguir escapar do ambiente de testes e acessar a internet. Depois, cerca de 700 agentes aplicaram ataques contra a Hugging Face.

A empresa identificou que dois modelos de IA foram usados: o GPT-5.6 Sol, disponível ao público, e opção que ainda não foi publicada. O caso fez com a OpenAI interromper o desenvolvimento de modelos mais avançados para colocar mais travas de segurança. 

 

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A vitrine do e-commerce agora também precisa convencer a inteligência artificial

* Por Jeff Strauss

O caminho até uma compra está mudando, e isso começa antes mesmo de o consumidor ver o produto. Em algum lugar do Brasil, alguém pode estar pedindo ao assistente do celular para encontrar um par de tênis, um liquidificador ou talvez um carro. No intervalo entre o pedido e a resposta, dezenas de vitrines foram lidas e descartadas sem que um único olho humano passasse por elas, de modo que, quando o cliente enfim olha para a primeira foto, a parte mais decisiva da venda já ficou para trás.

Passei mais de três décadas trabalhando com imagens de produto e, durante todo esse tempo, o meu trabalho teve um único juiz, o olho humano, para quem a foto precisava estar certa. Agora existe um segundo juiz, que chega antes do primeiro e não se encanta com nada, porque os agentes de compra — aqueles assistentes que buscam, comparam e recomendam — leem o catálogo inteiro da loja antes de sugerir qualquer coisa, e o leem de um jeito que nenhuma pessoa jamais leu, tudo de uma vez, item por item, à procura de um padrão.

Já vi a fotografia de produto mudar mais de uma vez, do filme para o digital e de uma produção mais cuidadosa para uma produção em escala, e cada uma dessas mudanças mexeu na forma como a imagem era feita, tornando-a mais rápida, mais barata e possível em mais lugares. O que acontece agora, porém, é de outra natureza, porque não muda apenas como a imagem é produzida, mas para quem ela é produzida. Pela primeira vez, a foto do produto precisa ser lida por uma máquina antes de ser vista por uma pessoa, e essa máquina, em vez de se encantar, verifica.

Fotos bonitas não bastam: é preciso mostrar a verdade

Há aqui uma distinção que todo bom fotógrafo conhece na prática e que a maioria das conversas sobre IA insiste em ignorar, a de que deixar uma imagem bonita é uma coisa e deixá-la certa é outra, bem mais difícil. A geração por inteligência artificial ficou extraordinária em transformar uma foto ruim em uma foto agradável, só que agradável não é o mesmo que fiel, e fazer uma imagem nota oito parecer dez continua sendo trabalho árduo justamente porque exige que ela siga contando a verdade sobre o produto — a cor real, a textura real, a proporção real —, que é exatamente aquilo que o agente de compra tenta checar ao varrer o seu catálogo.

Quando as imagens não correspondem ao produto, ou quando cada foto obedece a um padrão diferente, a marca perde duas vezes: perde com o consumidor, que hesita diante da inconsistência e desconfia, e essa desconfiança tem preço no e-commerce, aparecendo tanto na conversão que não vem quanto na devolução que chega, uma das formas mais rápidas de corroer margem; e perde com o agente, que interpreta a bagunça como risco e deixa de recomendar, de maneira que o cliente sequer fica sabendo que a sua loja existia, descartada num corredor que ela nem consegue enxergar.

Passei anos à frente de operações que produziram dezenas de milhões de imagens em dezenas de países, e o que aprendi ali é que o problema difícil nunca foi criar uma foto bonita, mas manter milhares delas consistentes e prontas na hora certa, porque pequenas ineficiências se multiplicam por categoria, campanha e mercado até criarem diferenças que comprometem a experiência de quem navega pelo catálogo. O custo de fazer cada imagem despencou; o que pesa agora é o custo do atraso e o da venda que escorre para o concorrente enquanto a produção corre atrás da janela de demanda.

Segundo o Photoroom Intelligence, 87% dos consumidores dizem que o visual do produto é o que mais decide a compra, mas 64% dos varejistas ainda tratam a IA como experimento à parte da operação. Não se trata de esperar que ela resolva tudo sozinha, porque quase todos hoje dispõem de ferramentas parecidas e, na minha experiência, a diferença está menos na adoção da tecnologia do que na forma como ela passa a fazer parte da operação e muda a maneira como o trabalho é organizado. Aplicada por cima de um processo bagunçado, a IA só expõe a bagunça em alta definição; integrada ao modo como a produção acontece, faz uma única imagem de origem render dezenas de versões fiéis, em canais diferentes, sem perder controle nem velocidade.

É por isso que o visual do produto passa a ser parte importante da operação do varejo, tão essencial quanto o estoque ou o preço, e o trabalho de quem cuida da imagem também muda, com menos produção manual repetitiva e mais definição de padrões e critérios em uma escala que nenhuma pessoa conseguiria acompanhar foto por foto. Isso não significa deixar a criatividade de lado, mas usá-la para tornar o produto mais claro e fácil de entender. Volto, então, à compra do começo. A vitrine continua precisando chamar a atenção do consumidor, mas agora também precisa ser clara e consistente para os sistemas que ajudam a decidir o que será mostrado a ele. Uma imagem bonita continua importando, mas precisa também ser fiel ao produto e consistente em diferentes canais, porque cada vez mais a decisão sobre o que será visto acontece antes mesmo de o consumidor chegar à página do produto.

Entenda também como a estreia de anúncios no ChatGPT muda relação de consumo dos brasileiros.

Jeff Strauss Especialista Convidado

 

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Queima do Magalu tem Galaxy A57 com smartwatch quase de graça

27 August 2026 at 18:19

Quem está de olho em um celular intermediário da Samsung pode aproveitar uma oferta especialmente agressiva no Magalu. O Galaxy A57 5G de 128 GB e 8 GB de RAM aparece em um kit com a Galaxy Fit3 por R$ 1.744 no PIX, após aplicação do cupom INFLU200, com frete grátis para regiões elegíveis.

A ideia de smartwatch “quase de graça” faz sentido porque o cupom sozinho retira R$ 200 do carrinho, valor próximo do que a Galaxy Fit3 costuma custar em promoções. O kit aparece inicialmente por R$ 2.160, cai para R$ 1.960 no cartão após o cupom e chega aos R$ 1.744 com o desconto adicional do PIX.

A condição fica ainda mais interessante quando comparada ao próprio Galaxy A57 vendido sozinho: na alternativa considerada nesta matéria, o celular avulso custa R$ 2.085, ou seja, R$ 341 a mais que o kit que já inclui a smartband.

Vale a pena comprar o Galaxy A57 com Galaxy Fit3?

O Galaxy A57 é um intermediário que tenta se aproximar dos celulares premium principalmente em tela, construção e suporte de software. Ele traz uma Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, combinação interessante tanto para vídeos quanto para jogos e navegação.

O aparelho também ficou bastante fino. São apenas 6,9 mm de espessura e 179 gramas, apesar da bateria de 5.000 mAh. A Samsung promete autonomia de até dois dias dependendo do padrão de utilização, e há suporte ao carregamento rápido de 45 W.

O conjunto fotográfico é formado por uma câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP. Na frente há uma câmera de 12 MP, enquanto a traseira consegue gravar vídeos em resolução 4K.

Por dentro, o celular traz processador octa-core da Samsung, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento nesta configuração. O conjunto não pretende competir diretamente em desempenho bruto com aparelhos como o POCO X8 Pro, mas é suficiente para redes sociais, multitarefa, fotografia e boa parte dos jogos.

A construção também merece destaque. O Galaxy A57 traz estrutura metálica, proteção contra água e poeira e recursos como 5G, NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0 e suporte a Dual SIM/eSIM.

E há a Galaxy Fit3 como bônus importante da promoção. A pulseira inteligente permite acompanhar exercícios, frequência cardíaca, sono e outras métricas, além de exibir notificações do celular. Como ela costuma aparecer próxima dos R$ 200 em boas promoções, o cupom de R$ 200 praticamente compensa o valor da smartband.

O que realmente torna o kit difícil de ignorar, porém, é o preço final: R$ 1.744 pelo Galaxy A57 + Fit3, enquanto o próprio A57 sozinho aparece por R$ 2.085 na alternativa desta comparação. Para quem já pretendia comprar um celular Samsung nessa faixa, o combo é claramente mais vantajoso.

Comparativo

Característica Galaxy A57 + Fit3 Galaxy A57 avulso POCO X8 Pro
Preço R$ 1.744 R$ 2.085 R$ 2.494
Smartband inclusa Galaxy Fit3 Não Não
RAM 8 GB 8 GB 8 GB
Armazenamento 128 GB 128 GB 256 GB
Tela Super AMOLED Plus 6,7" Super AMOLED Plus 6,7" AMOLED 1,5K 6,59"
Taxa de atualização 120 Hz 120 Hz 120 Hz
Processador Exynos 1680 Exynos 1680 Dimensity 8500-Ultra
Câmera principal 50 MP com OIS 50 MP com OIS 50 MP com OIS
Ultrawide 12 MP 12 MP 8 MP
Bateria 5.000 mAh 5.000 mAh 6.500 mAh
Carregamento 45 W 45 W 100 W
Proteção IP67 IP67 IP68
NFC Sim Sim Sim
Principal vantagem Preço + Galaxy Fit3 Comprar apenas o celular Desempenho e bateria

Qual vale mais a pena?

O kit com Galaxy A57 e Galaxy Fit3 é disparado o melhor negócio para quem pretende comprar o celular da Samsung. Além de custar R$ 341 menos que o A57 avulso usado nesta comparação, ainda acrescenta uma smartband que normalmente custa aproximadamente R$ 200.

O POCO X8 Pro é uma escolha melhor para quem prioriza desempenho. O Dimensity 8500-Ultra é mais potente, enquanto a bateria de 6.500 mAh, carregamento de 100 W e os 256 GB de armazenamento tornam o aparelho mais preparado para jogos e uso intenso. O problema é que ele custa R$ 750 a mais que o combo da Samsung.

Já comprar o Galaxy A57 sozinho por R$ 2.085 é difícil de justificar enquanto o kit do Magalu permanecer disponível por R$ 1.744. Como se trata essencialmente do mesmo smartphone sem a Galaxy Fit3, a oferta combinada é muito mais vantajosa.

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Perguntas frequentes sobre o Galaxy A57

O Galaxy A57 é bom?

Sim. O Galaxy A57 é um intermediário com características próximas de aparelhos mais caros, incluindo tela Super AMOLED Plus de 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, estrutura metálica, bateria de 5.000 mAh e proteção contra água e poeira.

Seu principal atrativo é o equilíbrio entre tela, câmera, acabamento e suporte prolongado de software, em vez de desempenho extremo para jogos.

Quais são as principais especificações do Galaxy A57?

O Galaxy A57 possui tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas e 120 Hz, 8 GB de RAM, opções de 128 GB ou 256 GB, bateria de 5.000 mAh e câmeras traseiras de 50 + 12 + 5 MP.

O aparelho também oferece 5G, NFC, Bluetooth 6.0 e carregamento rápido.

O Galaxy A57 tem NFC?

Sim. O Galaxy A57 possui NFC e pode ser utilizado para pagamentos por aproximação por meio de serviços compatíveis, além de outras funções que utilizem a tecnologia.

O Galaxy A57 tem Dual SIM?

Sim. O aparelho oferece suporte a Dual SIM e também trabalha com eSIM, dependendo da configuração utilizada. Isso permite manter mais de uma linha configurada no smartphone.

A bateria do Galaxy A57 dura quanto tempo?

A bateria possui 5.000 mAh, e a Samsung anuncia autonomia de até dois dias em determinadas condições de utilização. A duração real varia bastante conforme brilho da tela, 5G, jogos, câmera e outros recursos.

O Galaxy A57 é à prova d'água?

O aparelho possui certificação IP67, oferecendo proteção contra poeira e resistência à água dentro das condições de laboratório estabelecidas pela fabricante.

Isso não significa que o celular seja destinado ao uso submerso ou que a resistência permaneça inalterada durante toda a vida útil.

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Galaxy A57 ou POCO X8 Pro: qual é melhor?

O POCO X8 Pro é superior em desempenho, bateria e velocidade de carregamento, além de oferecer 256 GB na versão comparada.

O Galaxy A57 aposta mais em equilíbrio, integração com o ecossistema Samsung, câmera ultrawide de maior resolução e suporte de software. Com o kit a R$ 1.744 e Galaxy Fit3 inclusa, o Samsung leva vantagem em custo-benefício nesta promoção.

Galaxy A57 ou Galaxy A57 com Fit3: qual comprar?

Enquanto os preços desta matéria estiverem disponíveis, o kit com Galaxy Fit3 é claramente mais vantajoso. Ele custa R$ 1.744, contra R$ 2.085 do celular sozinho na alternativa comparada.

Além de economizar R$ 341, o comprador ainda recebe a Galaxy Fit3.

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Honda Prelude é lançado no Festival Interlagos 2026; veja o preço

27 August 2026 at 18:17

O Honda Prelude está de volta ao Brasil em sua nova geração. Depois de mais de duas décadas de ausência, a sexta geração da história do esportivo foi apresentada ao público nesta quinta-feira (27), no estande da marca no Festival Interlagos 2026.

O renovado modelo será vendido em versão única, importada do Japão, por um preço que é tão seletivo quanto o público consumidor de carros esportivos no país: R$ 380 mil.

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O Prelude, é bom lembrar, tem uma história marcante no Brasil, especialmente por ter contado com Ayrton Senna como garoto-propaganda nos anos 1990. Agora, a Honda aposta na força desse legado para conquistar consumidores apaixonados por esportivos clássicos, mas com tecnologia atualizada.

Como é o novo Honda Prelude?

O novo Prelude mantém o espírito esportivo que o consagrou, mas com uma proposta mais refinada e tecnológica. O design atualizado remete às linhas clássicas do coupé original. O interior é marcado por acabamento premium e recursos modernos de conectividade e assistência à condução, reforçando sua posição como esportivo sofisticado.

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A Honda aposta no Prelude como um produto de imagem, capaz de fortalecer a marca no Brasil e atrair consumidores que valorizam exclusividade. O preço elevado reflete essa estratégia, já que o modelo não busca volume de vendas, mas sim reforçar a presença da Honda em um segmento de prestígio.

Conjunto herdado do Civic

O Prelude 2027 é equipado com um sistema híbrido que combina motor a combustão e propulsor elétrico, entregando potência equilibrada e consumo otimizado. O câmbio automático CVT garante suavidade na condução, enquanto a tração dianteira mantém o perfil clássico do esportivo. O chassi foi desenvolvido para oferecer rigidez estrutural e estabilidade em curvas, características essenciais para quem busca prazer ao dirigir.

Entre os recursos tecnológicos, destacam-se os modos de condução ajustáveis, sistema de frenagem regenerativa e pacote completo de assistências, incluindo controle adaptativo de cruzeiro, alerta de colisão e manutenção de faixa. Esses elementos reforçam a proposta de unir esportividade com segurança e eficiência.

Gostou da novidade da Honda? Então confira o que marcas como Ford, GWM, MG Motor e BYD já mostraram para o público que esteve presente no Festival Interlagos, que vai até o próximo domingo (30), em São Paulo.

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Amazon derruba preço de GTA 6 para PS5 na pré-venda com cupom

27 August 2026 at 18:11

O jogo mais esperado da década acabou de entrar em uma promoção imperdível que você não pode deixar passar. A Amazon baixou o preço da pré-venda do GTA VI para PS5, caindo de R$ 404,91 para apenas R$ 359,92 à vista ao ativar o cupom na página do produto. Se você quer garantir sua cópia física no dia da estreia pagando menos, a hora de agir é agora.

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Como é GTA 6

O novo título da Rockstar Games promete entregar uma imersão impressionante no estado de Leonida, trazendo a maior e mais detalhada ambientação da história da franquia. Você vai explorar um mundo aberto vivo e realista, repleto de missões intensas para garantir centenas de horas de diversão no seu videogame.

A narrativa acompanha a história de uma dupla de protagonistas em uma trama dinâmica, oferecendo mecânicas de tiro aprimoradas e jogabilidade mais fluida. Toda essa evolução aproveita o poder bruto do PlayStation 5 para entregar gráficos de ponta e tempos de carregamento quase inexistentes, acabando com aquelas longas esperas para jogar.

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Garantir a mídia física em pré-venda com desconto significa assegurar o disco na sua coleção sem o risco de encarar estoques esgotados ou ter que pagar o preço cheio de tabela no dia do lançamento.

Vale a pena comprar GTA 6 na pré-venda?

Vale muito a pena garantir o GTA 6 na pré-venda, principalmente pela raridade de encontrar um grande lançamento com valor reduzido antes mesmo de chegar às lojas. Jogos desse peso costumam manter o valor máximo por meses após a estreia, tornando essa economia imediata um achado.

Para quem busca jogar um dos títulos mais marcantes da história dos videogames gastando menos, a oferta de R$ 359,92 à vista é a decisão certa. Não corra o risco de ver o cupom encerrar ou o estoque esgotar.

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