A CMF, marca subsidiária da Nothing e conhecida por seu portfólio de celulares “bons e baratos”, confirmou que não vai lançar novos smartphones em 2026. O anúncio da decisão surpreende especialmente os consumidores que aguardavam a possível chegada do CMF Phone 3 Pro.
Akis Evangelidis, cofundador da Nothing, utilizou o X (antigo Twitter) para dar a notícia. Sob o argumento de que prefere ser transparente com os consumidores, o executivo afirmou que a companhia trabalhava em um sucessor para o CMF Phone 2 Pro, mas os altos custos de fabricação resultaram nessa mudança de rota.
"Estávamos trabalhando em um sucessor, mas com os preços de memória como estão agora, não podemos construir um telefone que pareça um passo genuíno à frente por um preço que faça sentido para a CMF. Como resultado, decidimos não lançar um novo telefone CMF este ano", destacou Evangelidis.
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O executivo acrescentou, no entanto, que produtos de outras categorias, já existentes e novas, ainda podem ser lançados neste período, prometendo novidades “em breve”.
Cofundador da Nothing afirma que outras categorias de produtos da CMF podem ter novidades em 2026 (Imagem: Divulgação/CMF by Nothing)
Nothing pode ter novos celulares neste ano
Mas, se a CMF não vai lançar novos celulares neste ano, os usuários podem esperar novidades vindas da própria Nothing. A postagem de Akis Evangelidis é finalizada com a indicação de que a “temporada de lançamentos de smartphones” da empresa ainda não terminou.
Além disso, informações divulgadas pelo leaker Yogesh Brar indicam que recursos do projeto cancelado do CMF Phone 3 Pro podem ter sido incorporados aos futuros aparelhos da Nothing que chegarão ao mercado em 2026.
Caso o rumor se confirme, a fabricante pode ter integrado essas novidades a um novo dispositivo da linha Lite que, segundo o informante, tem previsão de lançamento já para julho.
Uma nova máquina de café da Philips que mói grãos chegou ao mercado se destacando por espumar o leite automaticamente. Esse recurso da Philips Baristina Latte é possibilitado graças à inclusão de um vaporizador de leite inteligente integrado ao equipamento.
O sistema automático foi batizado pela marca de Smart Wand e foi desenvolvido para levar mais praticidade ao dia a dia de quem consome bebidas como café espresso, lungo, cappuccino, latte, latte macchiato e flat white.
O consumidor pode utilizar um seletor intuitivo no painel para escolher até três modos distintos de textura rapidamente. As opções incluem leite quente comum, espuma fina ou espuma aerada.
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A fabricante também afirma que o vaporizador da máquina foi projetado para funcionar perfeitamente tanto com leite de origem animal como com alternativas vegetais, como bebidas de aveia e amêndoa.
Baristina Latte da Phillips foi projetada para funcionar perfeitamente com leites de origem animal e vegetal (Imagem: Divulgação/Phillips)
Design elegante e limpeza facilitada
Além dos recursos voltados ao preparo do café, a Baristina Latte mantém o padrão estético elegante da sua versão original. O eletrodoméstico apresenta um acabamento fosco, traços e controles simples, além de prometer preparar a bebida em "total silêncio".
O equipamento traz ainda um tanque de água com capacidade de 1,2 L e um repositório para grãos de café de 170 gramas. Esses e os demais componentes da máquina foram projetados para ter uma manutenção facilitada, visto que não contam com peças internas que dificultam o processo de limpeza.
Comercializada nas cores preto e branco e com tensão 120V, a Baristina Latte pode ser adquirida por US$ 499,99 (cerca de R$ 2.571 na cotação atual). Ainda não há informações sobre a disponibilidade da máquina de café no Brasil.
Um novo sensor para câmeras apresentado pela Sony promete sair na frente da Samsung no quesito captura de imagens em ambientes noturnos e externos. Trata-se do modelo LYTIA L910, desenvolvido com foco em evitar que o celular tire fotos estouradas.
A inovação se destaca por integrar um Capacitor de Integração de Transbordamento Lateral (LOFIC, na sigla em inglês). Essa estrutura atua como uma espécie de reservatório que armazena a carga elétrica extra gerada pelo excesso de luz durante a exposição de uma foto.
Até agora, a tecnologia LOFIC só havia sido associada a sensores de imagem da Samsung, especificamente o ISOCELL HP6, que já foi alvo de rumores sobre sua presença no futuro Galaxy S27 Ultra.
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Com isso, o sensor tem a capacidade de registrar informações que normalmente seriam perdidas, o que evita o excesso de exposição de luz na imagem final. Esse mecanismo possibilita que o componente alcance uma faixa dinâmica de 100 dB em uma única exposição, o equivalente a cerca de 16,6 pontos de luz, algo que normalmente exigiria a combinação de múltiplas fotos para ser alcançado.
Na prática, essa tecnologia ajuda a reduzir distorções e borrões que aparecem nas imagens quando o usuário tenta fotografar objetos em movimento.
O LYTIA L910 tem formato de 1/1,28 polegada e entrega uma resolução de aproximadamente 50 MP. Ele também conta com um recurso chamado TCG-HDR, que realiza a leitura dos dados capturados em uma única exposição com três níveis diferentes de conversão, reduzindo a superexposição em áreas claras e o ruído nas regiões escuras.
O novo sensor da Sony também permite gravar vídeos em resolução 4K a 60 fps, mesmo com o HDR ativado. De acordo com a fabricante, esses recursos podem ser utilizados com baixo consumo de energia, já que o componente conta com um design de circuitos otimizado para poupar a bateria do celular.
A empresa afirma que o envio em massa do novo chip para fabricantes de smartphones deve começar no verão de 2026 no hemisfério Norte. Ainda assim, os consumidores terão de esperar mais alguns meses para ver o sensor chegar aos aparelhos.
Além de uma imagem com boa resolução, o áudio é outro elemento fundamental de uma TV para quem deseja sentir a atmosfera de um estádio durante a transmissão de um jogo da Copa do Mundo. Para isso, alguns usuários podem cogitar conectar uma JBL sem fio ao aparelho para otimizar a experiência sonora nas partidas.
Para verificar a viabilidade dessa mudança durante as partidas, pareamos uma JBL Boombox 4 com um televisor Samsung Vision AI TV OLED S85F. Também fizemos uma comparação entre a caixa de som e uma soundbar para identificar qual é a melhor opção.
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JBL melhora o áudio da TV, mas sofre com atraso
Após conectar a JBL Boombox 4, verificamos que o áudio das partidas se tornou mais imersivo em relação à experiência proporcionada pelos alto-falantes da TV.
Isso porque o dispositivo de áudio dá bastante destaque às frequências mais baixas, o que ajuda a valorizar lances de impacto, como chutes fortes e bolas na trave.
A atmosfera de arquibancada também cresce após a alteração, visto que tanto a vibração da torcida quanto a voz do narrador ficam mais presentes no ambiente. Ou seja, a caixa portátil deixa o áudio geral melhor e mais encorpado do que o sistema nativo da TV.
Contudo, a conexão via Bluetooth tem um impacto negativo durante as transmissões. Ao selecionar a JBL como saída de áudio, notamos um pequeno atraso na reprodução do som em relação à imagem exibida na tela. Esse problema fica evidente principalmente nos momentos em que os jogadores tocam na bola.
JBL Boombox apresenta atraso na reprodução do som em relação à imagem exibida na transmissão (Imagem: João Melo/Canaltech)
Soundbar oferece mais imersão e elimina o atraso
Mas o cenário muda quando colocamos a Boombox 4 frente a frente com uma soundbar. O modelo utilizado nos testes foi a Samsung HW-Q930H, que apresentou uma superioridade considerável em relação à caixa de som.
Diferentemente da JBL, a soundbar não apresentou atraso perceptível entre o som e a imagem durante os lances do jogo. Isso ocorre porque o dispositivo da Samsung oferece menor latência ao utilizar conexão por cabo ou integração sem fio otimizada com TVs compatíveis da marca.
As melhorias, no entanto, não ficam restritas à resolução do problema do atraso. O sistema de áudio torna a experiência futebolística ainda mais imersiva e envolvente, e a principal diferença percebida está no som da torcida, que preenche o ambiente de forma mais eficiente do que a JBL.
Por mais que a Boombox 4 tenha graves potentes, ela não supera a vibração e o impacto sonoro proporcionados pelo subwoofer dedicado da soundbar. Essa diferença é ainda mais perceptível em momentos de "explosão", como nos lances de gol.
Soundbar da Samsung apresentou desempenho melhor em relação à JBL, além de não apresentar atraso (Imagem: João Melo/Canaltech)
Vale conectar uma JBL na TV para assistir à Copa?
Os testes mostraram que a JBL Boombox 4 se sai muito bem se o objetivo for apenas superar o áudio entregue pelos alto-falantes da televisão. A caixa de som garante a potência e os graves necessários para tornar a experiência mais imersiva durante as transmissões da Copa do Mundo.
No entanto, se o leve atraso sonoro que impacta chutes e outras ações da partida for um incômodo, o uso da JBL para assistir aos jogos do torneio pode não ser a melhor opção.
Mas, se o objetivo for aliar uma melhor qualidade sonora à perfeita sincronia entre áudio e imagem, a indicação é utilizar uma soundbar, especialmente modelos mais potentes, como a Samsung HW-Q930H.
Se a sua ideia é otimizar o som da TV, vale conferir se a melhor opção para sua casa é uma soundbar ou home theater!
Você provavelmente já realizou o “teste do cheiro” para saber se um alimento da geladeira estragou ou ainda pode ser consumido. Mas as geladeiras do futuro podem contar com um “nariz eletrônico” que realizará essa tarefa por você — e a tecnologia já foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley.
As pesquisas associadas ao dispositivo foram publicadas nesta quarta-feira (17) na revista ScienceAdvances e apontam que o aparelho pode superar o olfato humano na precisão. Sua utilização promete aumentar a segurança alimentar doméstica, atuando como uma barreira preventiva contra infecções e reações alérgicas.
O componente, inclusive, foi projetado para enviar notificações ao celular dos usuários, alertando sobre ingredientes próximos ao vencimento. Carla Bassil, doutoranda em engenharia elétrica e líder do estudo, afirma que uma solução possível é inserir o aparelho em geladeiras inteligentes controladas pelo smartphone.
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"Quão incrível seria se a sua geladeira pudesse te dizer: 'Ei, o seu brócolis vai estragar em breve, então você provavelmente deveria comê-lo'? Ou: 'Seu frango está no último dia'?", pontuou Bassil em comunicado.
"Nariz eletrônico" tem capacidade de superar o olfato humano na detecção de odores (Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia)
Como funciona o chip olfativo?
O novo dispositivo consiste em um pequeno chip equipado com 16 sensores de gás na sua estrutura. Na prática, esse sistema atua como um conjunto de receptores olfativos digitais, que converte reações químicas entre o ar e uma película sensível em sinais elétricos.
Sua principal inovação reside no fato de o item contar com nanotubos de carbono como material condutor. Essa característica permite que o chip opere perfeitamente em temperatura ambiente, o que confere um alto nível de sensibilidade ao mecanismo de detecção de odores.
A equipe liderada por Bassil utilizou algoritmos de aprendizado de máquina para processar os dados captados e treinar o dispositivo para conseguir diferenciar os cheiros. O modelo foi treinado para reconhecer perfis de respostas associados a alimentos frescos, estragados e a alérgenos alimentares.
Pesquisadores utilizartam aprendizado de máquina para processar os dados captados e treinar o dispositivo para detectar odores (Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia)
Uso de IA e testes práticos
Durante os experimentos, o “nariz eletrônico” avaliou o cheiro de frango cru, leite e ovos deixados fora da refrigeração. A inteligência artificial (IA) integrada ao sistema conseguiu distinguir perfeitamente os produtos recém-adquiridos daqueles que ficaram em temperatura ambiente por até dois dias.
Após apresentar altas taxas de precisão na detecção de odores, o próximo passo da pesquisa será avaliar a sensibilidade do componente em ambientes onde ele precise lidar com cheiros misturados, como os que existem dentro de uma geladeira comum.
"A ideia é que possamos usar a seletividade relativa dos sensores de gás, combinada com as habilidades de reconhecimento de padrões do aprendizado de máquina, para descobrir qual impressão digital de gás está associada a cada alimento. O resultado é um chip sensor muito mais sensível e muito mais objetivo do que qualquer nariz humano pode ser”, ressaltou Carla Bassil.
Você provavelmente já realizou o “teste do cheiro” para saber se um alimento da geladeira estragou ou ainda pode ser consumido. Mas as geladeiras do futuro podem contar com um “nariz eletrônico” que realizará essa tarefa por você — e a tecnologia já foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley.
As pesquisas associadas ao dispositivo foram publicadas nesta quarta-feira (17) na revista ScienceAdvances e apontam que o aparelho pode superar o olfato humano na precisão. Sua utilização promete aumentar a segurança alimentar doméstica, atuando como uma barreira preventiva contra infecções e reações alérgicas.
O componente, inclusive, foi projetado para enviar notificações ao celular dos usuários, alertando sobre ingredientes próximos ao vencimento. Carla Bassil, doutoranda em engenharia elétrica e líder do estudo, afirma que uma solução possível é inserir o aparelho em geladeiras inteligentes controladas pelo smartphone.
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"Quão incrível seria se a sua geladeira pudesse te dizer: 'Ei, o seu brócolis vai estragar em breve, então você provavelmente deveria comê-lo'? Ou: 'Seu frango está no último dia'?", pontuou Bassil em comunicado.
"Nariz eletrônico" tem capacidade de superar o olfato humano na detecção de odores (Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia)
Como funciona o chip olfativo?
O novo dispositivo consiste em um pequeno chip equipado com 16 sensores de gás na sua estrutura. Na prática, esse sistema atua como um conjunto de receptores olfativos digitais, que converte reações químicas entre o ar e uma película sensível em sinais elétricos.
Sua principal inovação reside no fato de o item contar com nanotubos de carbono como material condutor. Essa característica permite que o chip opere perfeitamente em temperatura ambiente, o que confere um alto nível de sensibilidade ao mecanismo de detecção de odores.
A equipe liderada por Bassil utilizou algoritmos de aprendizado de máquina para processar os dados captados e treinar o dispositivo para conseguir diferenciar os cheiros. O modelo foi treinado para reconhecer perfis de respostas associados a alimentos frescos, estragados e a alérgenos alimentares.
Pesquisadores utilizartam aprendizado de máquina para processar os dados captados e treinar o dispositivo para detectar odores (Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia)
Uso de IA e testes práticos
Durante os experimentos, o “nariz eletrônico” avaliou o cheiro de frango cru, leite e ovos deixados fora da refrigeração. A inteligência artificial (IA) integrada ao sistema conseguiu distinguir perfeitamente os produtos recém-adquiridos daqueles que ficaram em temperatura ambiente por até dois dias.
Após apresentar altas taxas de precisão na detecção de odores, o próximo passo da pesquisa será avaliar a sensibilidade do componente em ambientes onde ele precise lidar com cheiros misturados, como os que existem dentro de uma geladeira comum.
"A ideia é que possamos usar a seletividade relativa dos sensores de gás, combinada com as habilidades de reconhecimento de padrões do aprendizado de máquina, para descobrir qual impressão digital de gás está associada a cada alimento. O resultado é um chip sensor muito mais sensível e muito mais objetivo do que qualquer nariz humano pode ser”, ressaltou Carla Bassil.
O novo fone de ouvido anunciado pela Sennheiser chama a atenção não só pelo seu formato de brinco, como também pela sua autonomia de bateria. O Accentum Clip chega ao mercado com a promessa de poder ser usado por até 9 horas seguidas com uma carga completa.
O novo acessório conta com um design semelhante ao de wearables já lançados por companhias como Huawei, Motorola e JBL. Cada fone pesa 6,8 gramas e se prende à borda lateral da orelha, com uma estrutura que conta com uma ponte de silicone flexível para conectar as duas extremidades.
Essa característica é a responsável por deixar o canal auditivo livre para ouvir músicas sem o bloqueio dos sons do ambiente externo. O dispositivo também promete proporcionar um encaixe leve e seguro, sendo indicado tanto para rotinas de trabalho como para a prática de exercícios físicos.
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Seu uso em diferentes atividades ganha ainda mais destaque devido à bateria prolongada. A autonomia total atinge a marca de 36 horas, graças às três recargas completas extras fornecidas por seu estojo, enquanto o carregamento rápido garante duas horas de reprodução após somente 10 minutos de recarga.
Fone em formato de brinco da Sennheiser oferece até 9 horas de autonomia de bateria com uma recarga completa (Imagem: Divulgação/Sennheiser)
Qualidade sonora e recurso de IA
Quando o assunto é qualidade sonora, o Accentum Clip é equipado com drivers dinâmicos de 12 mm, o que garante vocais nítidos e graves aprimorados. O modelo traz ainda um recurso de equalização dinâmica que faz ajustes em tempo real e consegue evitar distorções no som, independentemente do volume de reprodução.
A Sennheiser também desenvolveu o fone pensando em usuários que utilizam o acessório com frequência em ligações, visto que equipou o aparelho com microfones duplos e redução de ruído alimentada por inteligência artificial (IA).
O wearable também conta com integração com o aplicativo Smart Control Plus da marca, o que possibilita, entre outras ações, ajustar manualmente o equalizador de cinco bandas e criar perfis sonoros.
O dispositivo chega ao mercado com Bluetooth 6.0 e suporte à tecnologia LDAC, que garante que a música chegue aos ouvidos dos usuários com maior resolução e fidelidade à gravação do estúdio. Outro detalhe importante é a certificação IP54, que assegura resistência contra poeira e respingos de suor no dia a dia.
Disponíveis nas cores preto e creme, os fones Accentum Clip poderão ser adquiridos a partir de 25 de junho no mercado chinês, e até o final de julho em outras regiões. Seu preço sugerido é de € 179 (cerca de R$ 1.060 na cotação atual).
Está precisando de um novo fone e não sabe qual a melhor opção para comprar hoje? Os especialistas do Canaltech elencaram boas alternativas para te ajudar.
A necessidade de rodar recursos avançados de inteligência artificial (IA) com maior eficiência em smartphones levou a Xiaomi a explorar uma tecnologia inovadora de memória RAM. Chamada Low-Latency-Wide DRAM (LLW), a invenção promete consumir menos bateria e otimizar o desempenho do celular.
A novidade, que está sendo desenvolvida em parceria com a Huawei, surge como uma resposta aos atuais gargalos de largura de banda e latência. A tecnologia adota conceitos semelhantes aos do padrão High Bandwidth Memory (HBM), utilizado em placas de vídeo e servidores para aumentar a largura de banda e acelerar a troca de dados.
Redesenhada exclusivamente para o tamanho dos celulares, essa adaptação foi estruturada para solucionar problemas como superaquecimento e limitações físicas para integrar componentes mais robustos em dispositivos móveis.
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O formato LLW se destaca por ter a capacidade de superar parte das limitações de velocidade impostas pelas memórias LPDDR tradicionais. Para isso, as empresas chinesas projetaram uma arquitetura de integração mais enxuta, posicionada próxima ao processador.
Nova memória RAM da Xiaomi promete deixar celulares mais rápidos (Imagem: Eric Mockaitis/Canaltech)
Salto de desempenho e motor para a IA
As informações sobre a LLW estão contidas em um relatório de benchmark da plataforma AnTuTu, que aponta que a tecnologia é capaz de reduzir o consumo de energia de smartphones em até 50%. As estimativas também indicam que o componente pode resultar em um salto de desempenho de cerca de 1,5x.
E essa promessa de mais agilidade na troca de informações com o chipset deve impulsionar as funcionalidades de IA. O fluxo acelerado de dados diminui a latência do sistema e pode permitir que ferramentas de IA funcionem de forma mais contínua diretamente no celular, reduzindo gargalos no acesso às informações necessárias para os modelos.
Mas, ainda que a tecnologia se mostre promissora, as projeções indicam que a adoção do novo padrão desenvolvido por Xiaomi e Huawei nos celulares deve começar a acontecer somente no segundo semestre de 2027.
Mesmo com diversos craques desfilando pelos gramados de Estados Unidos, México e Canadá, um dos destaques da Copa do Mundo de 2026 é a sua bola e as tecnologias integradas a ela. Mas será que os sensores inseridos na Trionda foram os responsáveis por decidir um lance no final do jogo entre França e Senegal?
A jogada em questão aconteceu nos instantes finais da partida disputada nesta terça-feira (16), no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA). Em uma investida pela ponta direita, um jogador da seleção senegalesa cruzou a bola para a área, e o volante francês Aurélien Tchouaméni desviou contra a própria meta.
O lance obrigou o goleiro Mike Maignan a se esticar para realizar a defesa exatamente sobre a linha do gol, o que gerou uma dúvida instantânea sobre se a bola havia entrado completamente ou não. A decisão foi de “não gol”, mas não ficou claro para muitos torcedores se o árbitro foi auxiliado pela tecnologia da Trionda ou por outro recurso.
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Trionda chegou à Copa com status de "computador em campo" devido aos recursos tecnológicos integrados a ela (Imagem: Divulgação/FIFA)
"Goal-line technology" foi quem decidiu o lance
Embora a Trionda tenha sido lançada com tecnologias que lhe renderam o status de “computador” em campo, a tecnologia que validou a intervenção de Maignan foi a Goal-line Technology (GLT).
Esse recurso estreou oficialmente na Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil, e foi projetado para determinar instantaneamente se a bola ultrapassou completamente a linha do gol.
O sistema em questão não depende dos dados gerados pelos sensores instalados no interior da bola. A GLT, na verdade, funciona com uma infraestrutura própria que conta com 14 câmeras de alta velocidade instaladas no estádio.
Essas câmeras são direcionadas especificamente para as duas metas e conseguem identificar a posição exata da bola em tempo real. Em situações como a da partida entre França e Senegal, a informação é processada e transmitida automaticamente ao relógio do árbitro em menos de um segundo.
Para Everaldo Pereira, coordenador do curso de Design do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), essa solução utilizada na Copa do Mundo é um exemplo de como diferentes recursos tecnológicos trabalham em conjunto para tornar as decisões mais precisas.
"O que percebemos é que um conjunto de tecnologias promove esse rastreamento em tempo real, ampliando a percepção do que acontece em campo para jogadores, árbitros e torcedores. Esses recursos são importantes tanto para garantir o cumprimento das regras do jogo quanto para oferecer uma experiência mais rica ao público."
GLT foi a responsável por confirmar decisão de que bola não ultrapassou a linha no jogo entre França e Senegal (Imagem: Divulgação/FIFA)
Como a tecnologia da Trionda ajuda o VAR
Se a GLT é a responsável por determinar se a bola cruzou a linha do gol, a Trionda foi projetada para auxiliar em outras decisões em campo, especialmente aquelas que dependem do Árbitro Assistente de Vídeo (VAR). Para isso, a bola desenvolvida pela Adidas conta com um sensor de Unidade de Medição Inercial (IMU) alimentado por uma bateria interna.
Essa estrutura, inclusive, explica o fato de a bola usada na Copa do Mundo de 2026 precisar ser recarregada antes do início das partidas. Durante o jogo, o sensor monitora aceleração, velocidade e movimentação espacial, transmitindo dados em uma frequência de 500 Hz, ou seja, 500 vezes por segundo.
Esses recursos fazem parte da tecnologia adidas Connected Ball, desenvolvida pela fabricante esportiva em colaboração com a empresa Kinexon.
O sistema foi integrado à bola para ajudar os árbitros a identificar com precisão cada toque ocorrido nela, reduzindo o tempo necessário para analisar lances complexos.
Sensor da Trionda monitora aceleração, velocidade e movimentação espacial da bola durante o jogo (Imagem: Divulgação/Adidas)
Graças à tecnologia da Trionda e à integração com 16 câmeras de rastreamento espalhadas pelo estádio, jogadas que envolvem possíveis toques de mão, desvios sutis e impedimentos semiautomáticos podem ser analisadas de forma mais rápida e eficiente, contribuindo para acelerar o processo de revisão do VAR.
Segundo Pereira, o uso dessas ferramentas também demonstra como diferentes áreas do conhecimento precisam atuar em conjunto para viabilizar soluções cada vez mais sofisticadas em grandes eventos esportivos.
"Esse conjunto de recursos melhora a experiência das pessoas em relação à Copa do Mundo. Essas funcionalidades também mostram como conhecimentos interdisciplinares, como eletrônica, engenharia e design, se unem para viabilizar soluções complexas como as utilizadas no torneio."