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Poco X7 Pro vs Galaxy A56: qual intermediário entrega mais por menos em 2026?

22 October 2026 at 19:00

O Poco X7 Pro e o Galaxy A56 continuam sendo opções interessantes para quem busca um celular intermediário em 2026. Enquanto o modelo da Xiaomi prioriza potência para jogos e aplicativos pesados, o da Samsung aposta em uma experiência equilibrada, com boas câmeras e suporte prolongado. 

A escolha depende mais do preço encontrado do que das prioridades de cada usuário, especialmente no contexto de Black Friday.

Desempenho e bateria favorecem o Poco

O Poco X7 Pro utiliza o processador MediaTek Dimensity 8400 Ultra, com versões de até 12 GB de RAM. Em nossos testes, o aparelho se destacou pela potência em jogos e aplicativos exigentes. A bateria de 6.000 mAh e o carregamento de 90 W também são diferenciais.

Já o Galaxy A56 tem chip Exynos 1580 e 8 GB de RAM nas versões brasileiras mais comuns. O desempenho atende bem a redes sociais, streaming, produtividade e jogos, mas fica atrás do concorrente em tarefas mais pesadas. Sua bateria de 5.000 mAh e o carregamento de 45 W também são inferiores em capacidade e velocidade.

poco x7 pro

Galaxy A56 leva vantagem nas câmeras e atualizações

O modelo da Samsung oferece câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP. Nosso review destaca a definição das fotos e o modo retrato, mas aponta cores excessivamente saturadas na ultrawide.

O Poco também tem câmera principal de 50 MP, mas sua ultrawide de 8 MP apresenta limitações na captura de detalhes. Por isso, o Galaxy A56 é a escolha mais equilibrada para quem fotografa com frequência.

Outro diferencial do A56 é a promessa de até seis anos de atualizações, que favorece quem pretende permanecer mais tempo com o aparelho.

galaxy a56

Preços: qual custa menos?

Em outubro de 2026, o Poco X7 Pro de 512 GB aparece na faixa de R$ 2.200, enquanto o Galaxy A56 pode ser encontrado por cerca de R$ 1.800.

O Poco leva vantagem no armazenamento: sua configuração de 512 GB oferece bastante espaço para jogos, vídeos e aplicativos. Já o A56 pode ser mais econômico para quem não precisa de tanta memória interna.

Para a Black Friday, podemos estipular um teto de R$ 1.800 para o Poco X7 Pro e R$ 1.400 para o A56. Essas são estimativas realistas e também ótimas oportunidades de se adquirir qualquer um dos modelos por preços realmente vantajosos.

O Poco X7 Pro é a melhor escolha para jogos, desempenho e armazenamento. Já o Galaxy A56 oferece um pacote mais equilibrado, com câmeras versáteis e suporte prolongado.

Se os preços estiverem próximos e potência for prioridade, vale escolher o Poco. Se o Samsung aparecer em uma promoção significativamente melhor, ele tende a entregar mais em termos de custo-benefício para quem busca um celular confiável para o uso cotidiano. É aqui que entra a preferência pessoal de cada um.

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iPhone Duo vende tão bem que Apple já quer fabricar muito mais

22 October 2026 at 14:09

A Apple aumentou em 44% os pedidos iniciais do iPhone Duo após registrar uma forte demanda durante a pré-venda. Segundo informações do DigiTimes, a empresa elevou sua meta de fabricação de 9,7 milhões para 14 milhões de unidades ao longo de um período de 12 meses.

O movimento indica uma recepção inicial positiva para o primeiro celular dobrável da Apple, que tem preço sugerido a partir de US$ 1.999 nos Estados Unidos e R$ 21.999 no Brasil. O lançamento está marcado para 23 de outubro, colocando o aparelho no mercado em meio à expectativa por uma nova categoria de produtos da fabricante.

O aumento da produção também sugere que a Apple pretende se preparar para atender a procura pelo dispositivo nos primeiros meses de comercialização. No entanto, a companhia ainda precisa lidar com limitações que podem dificultar a expansão da oferta.

Fabricação pode limitar as vendas do iPhone Duo

Apesar do aumento na meta de produção, a disponibilidade do iPhone Duo pode continuar restrita. Analistas apontam que a escassez de estoque e os desafios envolvidos na fabricação de um aparelho dobrável são obstáculos para atender a toda a demanda.

iPhone Duo

Esse cenário pode fazer com que a procura supere a quantidade de dispositivos disponíveis, especialmente durante o período inicial de vendas. A complexidade de produção de celulares dobráveis exige atenção adicional ao processo de fabricação e à escala de fornecimento de componentes.

A nova meta de 14 milhões de unidades representa uma revisão significativa em relação à previsão inicial, mas não significa que todos esses aparelhos já estejam fabricados ou que chegarão imediatamente às lojas.

Por enquanto, o aumento dos pedidos é um sinal de confiança da Apple na estreia do iPhone Duo. O desempenho comercial efetivo dependerá da capacidade da empresa de transformar o interesse na pré-venda em entregas e vendas ao longo dos próximos meses.

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Próximo iPhone dobrável pode ganhar Face ID e deixar Touch ID de lado

22 October 2026 at 13:24

A Apple já está testando internamente protótipos do iPhone Duo 2 com Face ID integrado sob a tela externa, segundo informações de Mark Gurman em seu podcast Power On. A mudança pode resolver uma das principais críticas ao primeiro celular dobrável da empresa: a ausência do reconhecimento facial.

No modelo inicial, a Apple optou pelo Touch ID no botão de liga/desliga em vez do Face ID. A decisão gerou reclamações nas primeiras avaliações, que apontaram a falta do desbloqueio facial como um dos aspectos mais difíceis de se acostumar no aparelho.

A escolha teria sido motivada pelas limitações de espaço no corpo ultrafino do dobrável. Para incluir o Face ID, a empresa precisa acomodar sensores e outros componentes sem comprometer a espessura do dispositivo.

Agora, a fabricante trabalha em componentes menores para viabilizar o reconhecimento facial sob a tela. A solução seria semelhante à tecnologia prevista para a câmera infravermelha dos modelos iPhone 18 Pro, embora ainda não haja confirmação de que os projetos utilizarão exatamente os mesmos componentes.

iPhone Duo câmera

Touch ID ainda pode continuar no dobrável

Apesar dos testes, a presença do Face ID no próximo iPhone dobrável não está garantida. A Apple ainda avalia diferentes possibilidades para o projeto, incluindo a adoção de um botão de ação, recurso já presente em outros modelos recentes da linha iPhone.

A empresa também discute se manterá o Touch ID no botão de liga/desliga caso consiga implementar o reconhecimento facial. A decisão pode depender do espaço interno disponível e da estratégia escolhida para os métodos de autenticação.

Se confirmado, o Face ID representaria uma mudança importante na experiência de uso do dobrável, aproximando o aparelho dos iPhones tradicionais em um dos recursos mais utilizados no dia a dia. Por enquanto, os testes internos não garantem que a novidade chegará à versão comercial.

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Haylou lança seu "Apple Watch Ultra" por menos de R$ 250

21 October 2026 at 15:42

A Haylou anunciou o Velo, novo smartwatch que combina visual robusto, estrutura de liga de zinco e recursos para o dia a dia. Com preço sugerido de aproximadamente US$ 45 (cerca de R$ 245 em conversão direta), o relógio chega como uma alternativa mais acessível a modelos premium como o Apple Watch Ultra, embora não tenha as mesmas especificações ou proposta de uso.

Um dos destaques do relógio é a tela AMOLED de 1,96 polegada, com resolução de 410 x 502 pixels e brilho máximo de 1.500 nits. Segundo a fabricante, essas características ajudam a manter as cores vivas e facilitar a visualização das informações mesmo em ambientes externos iluminados.

O acabamento inclui estrutura central de liga de zinco, vidro 2.5D e botões de liga de alumínio. A Haylou também inclui duas pulseiras intercambiáveis na caixa: uma com textura ondulada, voltada ao estilo, e outra de silicone, indicada para atividades físicas e uso cotidiano.

A personalização também aparece no software, com mais de 200 mostradores disponíveis pela internet, suporte a mostradores personalizados, quatro opções de layout para o menu principal e cinco estilos visuais.

Relógio tem mais de 100 modos esportivos

Entre os recursos inteligentes, o novo relógio da marca oferece chamadas por Bluetooth e notificações do celular, além de controles de música e câmera, assistente de voz e função para localizar o telefone. Usuários de Android também podem responder a mensagens do WhatsApp diretamente pelo relógio, conforme a descrição oficial.

Haylou Velo

Para atividades físicas, o dispositivo reúne mais de 100 modos esportivos e acompanhamento da atividade diária. A marca não detalhou no material divulgado todos os indicadores de saúde disponíveis nem apresentou informações completas sobre os sensores utilizados.

O Velo tem bateria de 300 mAh e carregamento sem fio. A autonomia anunciada chega a sete dias, mas depende das configurações escolhidas e da intensidade de uso. Outro ponto importante é a resistência à água de 1 ATM. A classificação permite lidar com respingos e chuva leve, mas não é indicada para natação ou banho.

O dispositivo será vendido nas cores preta e branca pelos canais oficiais da marca e por varejistas selecionados. O valor final pode variar conforme o mercado, a loja e as promoções. Até o momento, a empresa não informou um preço específico para o Brasil, incluindo dos outros modelos anunciados.

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Haylou lança seu "Apple Watch Ultra" por menos de R$ 250

21 October 2026 at 15:42

A Haylou anunciou o Velo, novo smartwatch que combina visual robusto, estrutura de liga de zinco e recursos para o dia a dia. Com preço sugerido de aproximadamente US$ 45 (cerca de R$ 245 em conversão direta), o relógio chega como uma alternativa mais acessível a modelos premium como o Apple Watch Ultra, embora não tenha as mesmas especificações ou proposta de uso.

Um dos destaques do relógio é a tela AMOLED de 1,96 polegada, com resolução de 410 x 502 pixels e brilho máximo de 1.500 nits. Segundo a fabricante, essas características ajudam a manter as cores vivas e facilitar a visualização das informações mesmo em ambientes externos iluminados.

O acabamento inclui estrutura central de liga de zinco, vidro 2.5D e botões de liga de alumínio. A Haylou também inclui duas pulseiras intercambiáveis na caixa: uma com textura ondulada, voltada ao estilo, e outra de silicone, indicada para atividades físicas e uso cotidiano.

A personalização também aparece no software, com mais de 200 mostradores disponíveis pela internet, suporte a mostradores personalizados, quatro opções de layout para o menu principal e cinco estilos visuais.

Relógio tem mais de 100 modos esportivos

Entre os recursos inteligentes, o novo relógio da marca oferece chamadas por Bluetooth e notificações do celular, além de controles de música e câmera, assistente de voz e função para localizar o telefone. Usuários de Android também podem responder a mensagens do WhatsApp diretamente pelo relógio, conforme a descrição oficial.

Haylou Velo

Para atividades físicas, o dispositivo reúne mais de 100 modos esportivos e acompanhamento da atividade diária. A marca não detalhou no material divulgado todos os indicadores de saúde disponíveis nem apresentou informações completas sobre os sensores utilizados.

O Velo tem bateria de 300 mAh e carregamento sem fio. A autonomia anunciada chega a sete dias, mas depende das configurações escolhidas e da intensidade de uso. Outro ponto importante é a resistência à água de 1 ATM. A classificação permite lidar com respingos e chuva leve, mas não é indicada para natação ou banho.

O dispositivo será vendido nas cores preta e branca pelos canais oficiais da marca e por varejistas selecionados. O valor final pode variar conforme o mercado, a loja e as promoções. Até o momento, a empresa não informou um preço específico para o Brasil, incluindo dos outros modelos anunciados.

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Luminária da Xiaomi imita luz do Sol e promete ajudar você a dormir melhor

21 October 2026 at 14:42

A Xiaomi anunciou a Mijia Bedside Lamp 3, uma luminária de cabeceira que aposta em iluminação semelhante à luz natural para tornar o quarto mais confortável e ajudar a estabelecer uma rotina de sono. O acessório oferece brilho ajustável, efeitos de cores e integração com o ecossistema de casa inteligente da fabricante.

O dispositivo utiliza LEDs de espectro completo com um índice de correspondência espectral solar (GFC) superior a 0,98, segundo a empresa. A proposta é reproduzir características da luz natural, enquanto a iluminação suave permite utilizar a luminária durante a leitura, o descanso e os momentos anteriores ao sono.

O brilho varia de menos de 1 lúmen até 570 lúmens, permitindo alternar entre uma luz bastante discreta para a noite e uma iluminação mais intensa para atividades cotidianas.

Um dos destaques da Mijia Bedside Lamp 3 é a possibilidade de programar mudanças graduais na iluminação. Pelo aplicativo Mi Home, o usuário pode configurar uma rotina para simular o amanhecer, aumentando a intensidade da luz pela manhã ou reduzir o brilho à noite para criar um ambiente mais relaxante.

A luminária também oferece um índice de reprodução de cores (IRC) de 90, característica que favorece a representação natural das cores de objetos e ambientes.

Apesar da proposta, a Xiaomi não demonstra que o produto, por si só, melhore o sono. A iluminação pode ajudar a criar uma rotina noturna mais confortável, mas os resultados dependem de fatores como intensidade, tonalidade e horário de exposição à luz.

Mijia Bedside Lamp 3

Luminária oferece 16 milhões de cores

Para personalizar o ambiente, o acessório permite escolher entre 16 milhões de cores, além de 11 efeitos dinâmicos e sete opções estáticas. Entre as cenas disponíveis estão referências a florestas, montanhas nevadas, céu azul e pôr do sol.

O controle também pode ser feito por gestos e toques na parte superior da luminária. O produto conta com uma superfície sensível ao toque que facilita ligar a luz e alternar entre efeitos sem precisar procurar botões no escuro.

A estrutura foi projetada para distribuir a iluminação em 360 graus, com difusores internos que ajudam a suavizar a luz. Segundo a fabricante, o modelo possui certificações relacionadas à segurança ocular, incluindo classificação de risco fotobiológico RG0 e certificação contra cintilação (comum nas luminárias da marca).

A Mijia Bedside Lamp 3 está listada na plataforma chinesa Xiaomi Youpin e tem campanha de financiamento coletivo prevista para 28 de outubro. O preço inicial será de 269 yuans, equivalente a aproximadamente R$ 202 em conversão direta. A Xiaomi ainda não informou se a luminária chegará a outros mercados, incluindo o Brasil.

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Luminária da Xiaomi imita luz do Sol e promete ajudar você a dormir melhor

21 October 2026 at 14:42

A Xiaomi anunciou a Mijia Bedside Lamp 3, uma luminária de cabeceira que aposta em iluminação semelhante à luz natural para tornar o quarto mais confortável e ajudar a estabelecer uma rotina de sono. O acessório oferece brilho ajustável, efeitos de cores e integração com o ecossistema de casa inteligente da fabricante.

O dispositivo utiliza LEDs de espectro completo com um índice de correspondência espectral solar (GFC) superior a 0,98, segundo a empresa. A proposta é reproduzir características da luz natural, enquanto a iluminação suave permite utilizar a luminária durante a leitura, o descanso e os momentos anteriores ao sono.

O brilho varia de menos de 1 lúmen até 570 lúmens, permitindo alternar entre uma luz bastante discreta para a noite e uma iluminação mais intensa para atividades cotidianas.

Um dos destaques da Mijia Bedside Lamp 3 é a possibilidade de programar mudanças graduais na iluminação. Pelo aplicativo Mi Home, o usuário pode configurar uma rotina para simular o amanhecer, aumentando a intensidade da luz pela manhã ou reduzir o brilho à noite para criar um ambiente mais relaxante.

A luminária também oferece um índice de reprodução de cores (IRC) de 90, característica que favorece a representação natural das cores de objetos e ambientes.

Apesar da proposta, a Xiaomi não demonstra que o produto, por si só, melhore o sono. A iluminação pode ajudar a criar uma rotina noturna mais confortável, mas os resultados dependem de fatores como intensidade, tonalidade e horário de exposição à luz.

Mijia Bedside Lamp 3

Luminária oferece 16 milhões de cores

Para personalizar o ambiente, o acessório permite escolher entre 16 milhões de cores, além de 11 efeitos dinâmicos e sete opções estáticas. Entre as cenas disponíveis estão referências a florestas, montanhas nevadas, céu azul e pôr do sol.

O controle também pode ser feito por gestos e toques na parte superior da luminária. O produto conta com uma superfície sensível ao toque que facilita ligar a luz e alternar entre efeitos sem precisar procurar botões no escuro.

A estrutura foi projetada para distribuir a iluminação em 360 graus, com difusores internos que ajudam a suavizar a luz. Segundo a fabricante, o modelo possui certificações relacionadas à segurança ocular, incluindo classificação de risco fotobiológico RG0 e certificação contra cintilação (comum nas luminárias da marca).

A Mijia Bedside Lamp 3 está listada na plataforma chinesa Xiaomi Youpin e tem campanha de financiamento coletivo prevista para 28 de outubro. O preço inicial será de 269 yuans, equivalente a aproximadamente R$ 202 em conversão direta. A Xiaomi ainda não informou se a luminária chegará a outros mercados, incluindo o Brasil.

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Xiaomi 18 Pro com tela traseira ganha versão global e preço surpreende

21 October 2026 at 14:00

A Xiaomi está preparando o lançamento global da série Xiaomi 18 Pro, mas os preços vazados podem afastar consumidores interessados nos novos celulares premium da marca. Segundo informações do site Ytechb, o modelo convencional deve custar € 1.449 (cerca de R$ 9.000 em conversão direta) na versão com 256 GB de armazenamento.

A variante com 512 GB deve chegar por € 1.649, enquanto o Xiaomi 18 Pro Max com 512 GB pode custar € 1.849. Os valores ainda não foram confirmados oficialmente pela fabricante.

A nova geração aposta em especificações avançadas, incluindo tela traseira, câmeras telefoto atualizadas, tela com recurso de privacidade e baterias de grande capacidade. Os aparelhos também utilizam os novos processadores da linha Snapdragon 8, anunciados recentemente pela Qualcomm.

Uma das principais diferenças entre as versões chinesas e globais estará na bateria. Na China, o Xiaomi 18 Pro conta com capacidade de 7.000 mAh, enquanto o Pro Max chega a 8.500 mAh. Para o mercado internacional, os números caem para 6.000 mAh e 7.050 mAh, respectivamente.

O carregamento também muda. O Xiaomi 18 Pro global terá carregamento com fio de 90 W, contra 100 W da versão chinesa. O Pro Max manterá os 100 W. Ambos os modelos devem oferecer carregamento sem fio de 50 W.

Dados do Registro Europeu de Produtos para Rotulagem Energética (EPREL) indicam autonomia estimada de até 66 horas e 30 minutos para o Xiaomi 18 Pro e 70 horas e 40 minutos para o Pro Max, conforme os critérios de medição utilizados.

Segundo os registros, as baterias devem preservar pelo menos 80% da capacidade após 1.000 ciclos de recarga.

Xiaomi 18 Pro

Preço do Xiaomi 18 Pro chama atenção

A série global deve ser comercializada com 12 GB de RAM e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento. O Xiaomi 18 Pro terá quatro opções de cores: preto, azul cósmico, vermelho aveludado e branco.

O preço inicial de € 1.449 chama a atenção porque fica apenas € 50 abaixo do valor de lançamento europeu do Xiaomi 17 Ultra, que custava € 1.499. A Xiaomi não lançou um modelo Pro global na geração anterior, o que dificulta uma comparação direta entre os dois aparelhos.

O aumento nos custos de memória e armazenamento é apontado como um dos fatores que podem pressionar os preços da nova geração. Ainda assim, o valor coloca o modelo Pro em uma faixa tradicionalmente ocupada por celulares topo de linha, o que pode tornar a relação entre preço e recursos um ponto decisivo para os consumidores.

A Xiaomi ainda não confirmou oficialmente os preços, a data de lançamento global ou a disponibilidade da série no Brasil.

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Xiaomi 18 Pro com tela traseira ganha versão global e preço surpreende

21 October 2026 at 14:00

A Xiaomi está preparando o lançamento global da série Xiaomi 18 Pro, mas os preços vazados podem afastar consumidores interessados nos novos celulares premium da marca. Segundo informações do site Ytechb, o modelo convencional deve custar € 1.449 (cerca de R$ 9.000 em conversão direta) na versão com 256 GB de armazenamento.

A variante com 512 GB deve chegar por € 1.649, enquanto o Xiaomi 18 Pro Max com 512 GB pode custar € 1.849. Os valores ainda não foram confirmados oficialmente pela fabricante.

A nova geração aposta em especificações avançadas, incluindo tela traseira, câmeras telefoto atualizadas, tela com recurso de privacidade e baterias de grande capacidade. Os aparelhos também utilizam os novos processadores da linha Snapdragon 8, anunciados recentemente pela Qualcomm.

Uma das principais diferenças entre as versões chinesas e globais estará na bateria. Na China, o Xiaomi 18 Pro conta com capacidade de 7.000 mAh, enquanto o Pro Max chega a 8.500 mAh. Para o mercado internacional, os números caem para 6.000 mAh e 7.050 mAh, respectivamente.

O carregamento também muda. O Xiaomi 18 Pro global terá carregamento com fio de 90 W, contra 100 W da versão chinesa. O Pro Max manterá os 100 W. Ambos os modelos devem oferecer carregamento sem fio de 50 W.

Dados do Registro Europeu de Produtos para Rotulagem Energética (EPREL) indicam autonomia estimada de até 66 horas e 30 minutos para o Xiaomi 18 Pro e 70 horas e 40 minutos para o Pro Max, conforme os critérios de medição utilizados.

Segundo os registros, as baterias devem preservar pelo menos 80% da capacidade após 1.000 ciclos de recarga.

Xiaomi 18 Pro

Preço do Xiaomi 18 Pro chama atenção

A série global deve ser comercializada com 12 GB de RAM e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento. O Xiaomi 18 Pro terá quatro opções de cores: preto, azul cósmico, vermelho aveludado e branco.

O preço inicial de € 1.449 chama a atenção porque fica apenas € 50 abaixo do valor de lançamento europeu do Xiaomi 17 Ultra, que custava € 1.499. A Xiaomi não lançou um modelo Pro global na geração anterior, o que dificulta uma comparação direta entre os dois aparelhos.

O aumento nos custos de memória e armazenamento é apontado como um dos fatores que podem pressionar os preços da nova geração. Ainda assim, o valor coloca o modelo Pro em uma faixa tradicionalmente ocupada por celulares topo de linha, o que pode tornar a relação entre preço e recursos um ponto decisivo para os consumidores.

A Xiaomi ainda não confirmou oficialmente os preços, a data de lançamento global ou a disponibilidade da série no Brasil.

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Suposto vídeo do iPhone Duo mostra tela sensível até demais; assista

21 October 2026 at 13:42

O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, começou a aparecer nas mãos de consumidores antes do início oficial das entregas, previsto para esta sexta (23). Vídeos que circulam na internet mostram detalhes da tela do aparelho e levantam dúvidas sobre a resistência e a sensação ao toque na região do vinco.

Durante a apresentação do dispositivo, a Apple destacou que a marca no meio da tela seria pouco perceptível. Porém, os registros mais recentes mostram que, embora o vinco seja discreto quando o painel está parado, ele fica mais evidente quando alguém desliza o dedo sobre a área da dobradiça.

Em alguns vídeos, a região central parece formar uma pequena depressão, dando a impressão de que a tela é macia demais. Até o momento, não há informações suficientes para determinar se essa característica representa um problema de durabilidade ou apenas uma particularidade do projeto.

A Apple teria adotado uma abordagem diferente da utilizada por concorrentes como o Galaxy Z Fold8, da Samsung. Em vez de priorizar uma superfície mais rígida com vidro ultrafino, o iPhone Duo utiliza uma camada de cobertura mais macia, que pode ser substituída por um custo relativamente baixo em caso de arranhões.

A escolha, combinada ao mecanismo da dobradiça, parece deixar a área central mais flexível ao toque. Nos primeiros relatos, a sensação se repete em diferentes unidades, embora ainda seja cedo para avaliar se o comportamento será o mesmo após meses de uso.

A fabricante também utiliza um acabamento com textura em escala nanométrica e adesivos especializados para reduzir a percepção visual do vinco e o estresse sobre as camadas do painel.

Vinco pode ficar mais evidente com o tempo?

A durabilidade é uma das principais dúvidas sobre o primeiro dobrável da Apple. Em outros celulares com esse formato, o vinco pode se tornar mais perceptível após repetidos ciclos de abertura e fechamento, dependendo da construção da dobradiça e das camadas do painel.

Os primeiros testes realizados durante a apresentação do iPhone Duo classificaram a marca central como menos intrusiva do que a de alguns concorrentes. Os novos relatos acrescentam uma ressalva: o vinco pode ser discreto visualmente, mas perceptível ao toque.

Com o início das entregas, novos testes deverão ajudar a esclarecer como a tela se comporta no uso cotidiano. Por enquanto, ainda não há dados suficientes para concluir se a flexibilidade será um problema ou se o aparelho manterá suas características após anos de utilização.

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Suposto vídeo do iPhone Duo mostra tela sensível até demais; assista

21 October 2026 at 13:42

O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, começou a aparecer nas mãos de consumidores antes do início oficial das entregas, previsto para esta sexta (23). Vídeos que circulam na internet mostram detalhes da tela do aparelho e levantam dúvidas sobre a resistência e a sensação ao toque na região do vinco.

Durante a apresentação do dispositivo, a Apple destacou que a marca no meio da tela seria pouco perceptível. Porém, os registros mais recentes mostram que, embora o vinco seja discreto quando o painel está parado, ele fica mais evidente quando alguém desliza o dedo sobre a área da dobradiça.

Em alguns vídeos, a região central parece formar uma pequena depressão, dando a impressão de que a tela é macia demais. Até o momento, não há informações suficientes para determinar se essa característica representa um problema de durabilidade ou apenas uma particularidade do projeto.

A Apple teria adotado uma abordagem diferente da utilizada por concorrentes como o Galaxy Z Fold8, da Samsung. Em vez de priorizar uma superfície mais rígida com vidro ultrafino, o iPhone Duo utiliza uma camada de cobertura mais macia, que pode ser substituída por um custo relativamente baixo em caso de arranhões.

A escolha, combinada ao mecanismo da dobradiça, parece deixar a área central mais flexível ao toque. Nos primeiros relatos, a sensação se repete em diferentes unidades, embora ainda seja cedo para avaliar se o comportamento será o mesmo após meses de uso.

A fabricante também utiliza um acabamento com textura em escala nanométrica e adesivos especializados para reduzir a percepção visual do vinco e o estresse sobre as camadas do painel.

Vinco pode ficar mais evidente com o tempo?

A durabilidade é uma das principais dúvidas sobre o primeiro dobrável da Apple. Em outros celulares com esse formato, o vinco pode se tornar mais perceptível após repetidos ciclos de abertura e fechamento, dependendo da construção da dobradiça e das camadas do painel.

Os primeiros testes realizados durante a apresentação do iPhone Duo classificaram a marca central como menos intrusiva do que a de alguns concorrentes. Os novos relatos acrescentam uma ressalva: o vinco pode ser discreto visualmente, mas perceptível ao toque.

Com o início das entregas, novos testes deverão ajudar a esclarecer como a tela se comporta no uso cotidiano. Por enquanto, ainda não há dados suficientes para concluir se a flexibilidade será um problema ou se o aparelho manterá suas características após anos de utilização.

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Celular para crianças troca redes sociais por “missões” fora de casa

30 September 2026 at 21:15

Um novo celular infantil quer resolver um dos principais dilemas dos pais na era dos smartphones: como dar mais independência às crianças sem colocá-las em contato com os problemas da internet aberta. Essa é a proposta do Freckle, aparelho criado para crianças de 7 a 13 anos que elimina redes sociais, navegador e loja de aplicativos, transformando o dispositivo em uma espécie de companheiro para aventuras fora de casa.

O Freckle custa US$ 199 (R$ 1.029) e exige uma assinatura de telefonia de US$ 25 (R$ 130) por mês. O aparelho utiliza o sistema simplificado ClayOS e permite fazer chamadas e enviar mensagens apenas para contatos previamente autorizados pelos responsáveis. O produto está disponível em pré-venda e tem entregas previstas para dezembro.

Em vez de oferecer acesso irrestrito a aplicativos, a proposta é estimular a criança a usar o celular como uma ferramenta durante atividades no mundo real. Um dos principais recursos são as chamadas “Missões”, que podem ser criadas pelos pais para incentivar determinadas atividades.

Os responsáveis podem, por exemplo, pedir que a criança encontre cinco tipos de insetos em um parque ou fotografe determinadas obras durante uma visita a um museu. O próprio Freckle também possui missões integradas para incentivar a exploração.

A câmera do aparelho utiliza inteligência artificial para identificar animais, plantas e outros objetos encontrados pela criança. Os elementos reconhecidos podem ser adicionados a uma espécie de álbum digital de figurinhas, transformando a exploração em uma atividade semelhante a uma coleção.

O aparelho também possui um minimapa para auxiliar na navegação. Para os pais, há recursos de localização e a possibilidade de estabelecer áreas consideradas seguras, com alertas caso a criança saia delas. 

A ideia é oferecer uma alternativa ao monitoramento constante, permitindo que os responsáveis escolham entre acompanhar a localização ou simplesmente receber alertas.

Tem walkie-talkie e até pagamento por aproximação

O Freckle também tenta reproduzir algumas funções úteis de um smartphone convencional sem abrir as portas para a internet inteira. Quando duas crianças aproximam seus aparelhos, por exemplo, elas podem ativar um modo walkie-talkie para conversar.

O celular ainda possui uma carteira com pagamento por aproximação. Os pais podem colocar dinheiro nela para que os filhos tenham uma forma controlada de pagar por um lanche ou outra pequena compra durante uma atividade fora de casa.

O hardware foi desenvolvido especificamente para o público infantil, com formato compacto, tela sensível ao toque e botões físicos. O objetivo é fazer com que o aparelho seja utilizado durante aventuras e atividades, e não como um dispositivo para consumir vídeos ou navegar pelas redes sociais.

A proposta da Freckle parte da ideia de que a tecnologia não precisa necessariamente afastar as crianças do mundo real. Para o fundador e CEO Sam Terris, o problema está menos no dispositivo em si e mais em plataformas desenvolvidas para manter o usuário conectado por longos períodos.

Por isso, o Freckle não possui redes sociais, YouTube, navegador de internet ou loja de aplicativos. A empresa tenta encontrar um equilíbrio entre segurança, comunicação e liberdade para crianças que começam a realizar atividades sem a presença constante dos pais.

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Japão quer 10 milhões de robôs no mercado para enfrentar falta de trabalhadores

30 September 2026 at 19:37

O Japão estabeleceu a meta de colocar cerca de 10 milhões de robôs equipados com inteligência artificial em operação até 2040. A iniciativa faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o uso de robôs em 18 áreas da economia diante do envelhecimento da população e da crescente dificuldade das empresas para encontrar trabalhadores.

A estratégia inclui setores como manufatura, logística, saúde, construção, varejo e segurança, além de áreas como produção de alimentos e cuidados de enfermagem. O governo japonês também pretende desenvolver infraestrutura de dados e tecnologias de IA física para permitir que os robôs aprendam e executem tarefas no mundo real.

O cenário demográfico ajuda a explicar a aposta. Segundo projeções de variante média das Nações Unidas, a população japonesa deve chegar a aproximadamente 112,2 milhões de pessoas em 2040, contra 119,6 milhões projetados para 2030. A idade mediana deve alcançar 54 anos, enquanto pessoas com 65 anos ou mais representariam 35,3% da população.

A estratégia não está apenas no papel. A startup japonesa Zeals apresentou o D1, um robô humanoide sobre rodas desenvolvido para ambientes internos. A máquina tem 129 centímetros de altura, utiliza uma câmera para reconhecer rostos e possui dois braços capazes de carregar até 5 kg cada.

Com preço inicial de 5 milhões de ienes (cerca de US$ 32 mil), a empresa pretende produzir 100 unidades até março de 2027 e acumular 10 mil horas de operação em ambientes reais. O D1 foi desenvolvido para aplicações em hospitais, hotéis, fábricas, centros de logística e instalações de cuidados para idosos.

Em agosto, um hospital de Nagoia testou a máquina para orientar visitantes, recolher pratos e limpar mesas na área de alimentação. Para Masahiro Shimizu, CEO da Zeals, colocar os robôs em situações reais é importante para coletar dados e verificar se eles são realmente úteis fora dos laboratórios.

Outra empresa japonesa, a Kakuichi, também pretende colocar um humanoide para trabalhar a partir de abril de 2027. O robô chamado Miyazawa Noah deverá passar por diferentes departamentos, incluindo manufatura e vendas, aprendendo tarefas por meio da experiência prática.

Miyazawa Noah

Seguradoras já se preparam para acidentes

O crescimento dos robôs no ambiente profissional também cria um novo mercado para seguradoras. A Mitsui Sumitomo Insurance firmou parceria com a Zeals para oferecer cobertura aos usuários do D1, incluindo empresas de setores como hotelaria, saúde, indústria e logística.

A preocupação não está apenas em acidentes físicos. As seguradoras também consideram riscos relacionados a danos materiais, ataques cibernéticos e vazamento de dados provocados pelos sistemas robóticos.

Em julho, a Mitsui Sumitomo também adquiriu participação em uma empresa japonesa especializada em IA física, tecnologia que permite aos robôs aprender novas tarefas de maneira autônoma. A iniciativa deve ajudar a seguradora a compreender melhor o comportamento desses sistemas e os riscos envolvidos em sua utilização.

Apesar dos planos ambiciosos, ainda não está claro qual será o impacto econômico da robótica em larga escala. O Japão pretende usar as máquinas para amenizar a escassez de mão de obra, mas produtividade, custos, segurança e capacidade dos robôs continuam sendo pontos que precisarão ser comprovados com a expansão dos testes em ambientes reais.

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Golpistas exploram brecha da Apple e dão fraude de R$ 100 milhões em iPhone 18

30 September 2026 at 18:50

Golpistas exploraram uma suposta brecha no sistema de compras online da Apple para realizar 1.503 pedidos não autorizados de iPhone 18 em Hong Kong. Segundo a polícia local, as transações envolviam mais de HK$ 30 milhões, valor equivalente a cerca de R$ 100 milhões na conversão aproximada.

Apesar do volume, nenhum dos envolvidos sofreu prejuízo financeiro direto. A polícia informou que todas as transações suspeitas foram canceladas antes que os pedidos resultassem em perdas para os titulares dos cartões, instituições financeiras ou para a própria Apple.

Os casos começaram a aparecer após a abertura da pré-venda dos novos smartphones da Apple, no início de setembro. De acordo com o comissário de polícia Joe Chow Yat-ming, as medidas de segurança das transações online da Apple não estavam ativas durante os pedidos investigados. Com isso, certas compras não exigiam mecanismos de verificação normalmente utilizados para confirmar a identidade do comprador.

Isso permitiu que criminosos utilizassem dados de cartões de crédito obtidos ilegalmente para realizar grandes pedidos de iPhone 18 sem a necessidade de fornecer códigos de uso único ou realizar verificações pelo aplicativo bancário.

Os fraudadores também utilizaram VPNs para esconder a localização real e informaram endereços de entrega falsos ou incompletos. Quando a Apple entrava em contato para solicitar a correção das informações, os criminosos indicavam locais públicos para receber os aparelhos.

A investigação aponta ainda que os grupos recrutavam intermediários para retirar os smartphones nesses pontos. Dessa maneira, os responsáveis pelo uso dos cartões não precisavam aparecer pessoalmente para receber os produtos.

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Apple terá que revisar sistema de segurança

A polícia de Hong Kong afirmou que continua investigando o grupo responsável pelas compras fraudulentas. As autoridades também solicitaram que a Apple revise seu processo de transações online antes de uma próxima pré-venda.

A ocorrência acontece em meio a um cenário de crescimento das fraudes em Hong Kong. Nos primeiros oito meses de 2026, a cidade registrou 29.670 casos de fraude, alta de 4,5% em relação ao mesmo período anterior. O prejuízo total chegou a HK$ 5,21 bilhões.

As fraudes representaram 50% de todos os crimes registrados no período pela primeira vez. Entre as modalidades, golpes por telefone responderam por 27% dos casos, enquanto fraudes em compras online representaram 23%.

Por enquanto, a polícia não informou quantos aparelhos chegaram a ser efetivamente entregues aos criminosos. Como todas as transações identificadas foram canceladas, o caso permanece concentrado na investigação sobre como os dados dos cartões foram obtidos e como a brecha no sistema de compras da Apple foi explorada.

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Kindle x Galaxy Z Fold 8: qual é melhor para ler quadrinhos?

27 September 2026 at 22:00

Ler quadrinhos digitalmente deixou de ser uma experiência restrita a tablets e computadores há muito tempo. Hoje, leitores podem escolher entre dispositivos dedicados como o Kindle, ou celulares dobráveis como o Galaxy Z Fold 8, que conseguem reproduzir páginas em um formato mais próximo de um livro aberto.

Cada alternativa tem vantagens e limitações importantes para quem pretende consumir HQs, mangás e graphic novels. Nesse texto, nós analisamos mais profundamente quem venceria esse duelo.

Kindle aposta em conforto e bateria

O principal diferencial do Kindle está na tela com tecnologia de tinta eletrônica, que proporciona uma experiência confortável para longas sessões de leitura e não depende da mesma iluminação de uma tela convencional. Para quem passa horas lendo, isso pode ser uma vantagem importante.

O problema aparece justamente quando o conteúdo depende de cores. A maior parte dos Kindles continua trabalhando em preto e branco, o que limita bastante a experiência com quadrinhos coloridos. Mesmo o Kindle Colorsoft, que possui tela colorida, não entrega cores tão fortes e vibrantes quanto as encontradas em smartphones e tablets.

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Por outro lado, a tecnologia de tinta eletrônica compensa essa limitação com excelente autonomia de bateria. Dependendo do uso, o Kindle pode permanecer vários dias ou até semanas longe da tomada, algo impossível de igualar em um smartphone dobrável.

Outro ponto positivo é a ausência de notificações e outros aplicativos para disputar a atenção do leitor. O Kindle funciona essencialmente como um aparelho de leitura, embora isso também signifique ter menos recursos multimídia.

Galaxy Z Fold 8 transforma o celular em uma HQ

O Galaxy Z Fold 8 segue uma proposta diferente. Quando aberto, seu grande painel interno oferece um formato mais próximo de um livro aberto, algo particularmente interessante para quadrinhos e revistas digitais.

A tela AMOLED também leva vantagem na reprodução de cores. Tons vibrantes, áreas escuras e detalhes das ilustrações aparecem com muito mais intensidade do que em uma tela de tinta eletrônica colorida. Para HQs de super-heróis, mangás coloridos e graphic novels, essa diferença pode ser bastante perceptível.

O aparelho também ganha pontos pela versatilidade. Além de ler quadrinhos, o usuário pode assistir a vídeos, navegar na internet e utilizar outros aplicativos no mesmo dispositivo. No Google Play Livros, há ainda recursos específicos para facilitar a leitura, e torna a experiência de ler quadrinhos no celular dobrável ainda mais legal do que no papel.

A principal desvantagem é a autonomia. Uma tela AMOLED grande e um hardware de alto desempenho consomem muito mais energia, fazendo com que o Fold 8 precise ser recarregado com frequência muito maior que um Kindle.

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Qual escolher para ler HQs?

A escolha depende principalmente do tipo de leitura. O Kindle faz mais sentido para quem prioriza autonomia e conforto durante longas sessões; no caso dos mangás, que em sua maioria são em preto e branco, não haveria prejuízo nas cores, tornando o e-reader uma opção mais recomendada.

Já o Galaxy Z Fold 8 é mais interessante para quem considera a experiência visual uma prioridade. A tela colorida, o formato aberto semelhante ao de um livro e os recursos do Google Play Livros fazem do dobrável uma opção mais próxima da experiência de ler uma HQ física.

No fim, o Kindle aposta na simplicidade e na bateria, enquanto o Fold 8 transforma a leitura em uma das várias funções de um aparelho bem mais versátil.

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Air fryer precisa pré-aquecer? Saiba quando isso realmente faz diferença

26 September 2026 at 18:30

O pré-aquecimento da air fryer costuma aparecer como uma etapa adicional em receitas, mas nem sempre representa uma diferença significativa no preparo. Dependendo do alimento, alguns minutos de aquecimento antecipado podem ajudar a acelerar o douramento e melhorar a textura. 

Em outras situações, colocar a comida diretamente no cesto entrega um resultado semelhante e reduz o tempo em que o aparelho permanece ligado. A diferença fica mais clara quando se consideram três fatores: tempo total de preparo, textura do alimento e consumo de energia. 

Batatas, carnes, congelados e receitas delicadas, por exemplo, podem responder de maneiras diferentes à temperatura inicial do equipamento. Entenda:

Batata pode ficar mais crocante com pré-aquecimento

Imagine uma porção de batata congelada preparada a 200 °C. Sem pré-aquecimento, a air fryer poderia levar, hipoteticamente, 18 minutos para atingir um resultado satisfatório. Com o cesto já quente, o mesmo alimento poderia precisar de 15 minutos, além de cinco minutos de pré-aquecimento.

Nesse cenário, o tempo total seria maior com pré-aquecimento: 20 minutos contra 18 minutos. Por outro lado, começar com o equipamento quente pode favorecer uma crosta mais rápida e uniforme, especialmente quando o objetivo é deixar a batata crocante por fora.

Se a diferença de textura for pequena, dispensar o pré-aquecimento pode ser mais interessante do ponto de vista energético.

Britania Airfryer BRF50 Nuggets Assados (2)

Carne depende da espessura

Para carnes, o efeito pode ser mais perceptível. Um filé fino colocado na air fryer fria pode passar mais tempo recebendo calor gradual antes de começar a dourar. Com o aparelho pré-aquecido, a superfície entra rapidamente em contato com o ar quente, favorecendo a formação de uma crosta.

Em um cenário hipotético, um bife poderia levar 14 minutos sem pré-aquecimento e 10 minutos depois de cinco minutos de aquecimento prévio. O tempo total seria praticamente o mesmo, mas o segundo método poderia entregar mais douramento em menos tempo de cozimento.

Para cortes muito espessos, o pré-aquecimento não elimina a necessidade de controlar o ponto interno. O interior continuará dependendo da espessura, da temperatura e do tempo.

Congelados nem sempre precisam de aquecimento prévio

Nuggets, batatas, palitos de queijo e outros congelados geralmente são alimentos em que a praticidade pesa bastante. Como já possuem tempos de preparo relativamente curtos, adicionar alguns minutos de pré-aquecimento pode aumentar o tempo total sem necessariamente produzir uma diferença grande.

Por exemplo, se determinado alimento leva 12 minutos diretamente na cesta, pré-aquecer por cinco minutos e depois cozinhar por nove resultaria em 14 minutos no total.

Nesse caso, o ganho de textura precisaria justificar os minutos extras e o consumo adicional. Para preparações do dia a dia, colocar diretamente na air fryer pode ser suficiente.

Receitas delicadas podem se beneficiar

Receitas mais delicadas são outro caso. Pães, massas, bolinhos e preparações que precisam crescer ou formar uma estrutura específica podem responder melhor a uma temperatura já estabilizada.

Se uma receita exige 15 minutos a 180 °C, começar em uma air fryer fria significa que parte desse período ocorre enquanto o equipamento ainda está aquecendo. O resultado pode ser diferente em textura e crescimento.

Por isso, quando a receita pede explicitamente o pré-aquecimento, vale seguir a orientação, principalmente quando temperatura e tempo são fundamentais para o resultado final.

Air fryer AFC01 da Smeg

Pré-aquecer ou não?

Na prática, o pré-aquecimento faz mais diferença quando o objetivo é dourar rapidamente, criar crosta ou estabilizar a temperatura. Para alimentos simples, pequenos ou congelados, dispensá-lo pode reduzir o tempo total e o consumo de energia.

A melhor estratégia é observar o resultado. Se a comida fica bem preparada sem pré-aquecimento, não há motivo para ligar o aparelho antecipadamente. Quando a textura fica inferior ou a receita depende de uma temperatura estável desde o início, os minutos extras podem valer a pena.

Assim, a air fryer não precisa necessariamente ser pré-aquecida em todas as preparações. O recurso deve ser tratado como uma ferramenta para determinados alimentos e não como uma etapa obrigatória de todo preparo.

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OPPO confirma versão global de celular para competir com iPhone 18 Pro

15 September 2026 at 21:01

A OPPO confirmou que o Find X10 Pro Max terá lançamento internacional e será um dos primeiros smartphones do mundo equipados com o novo MediaTek Dimensity 9600 Pro. A confirmação coloca o Find X10 Pro Max entre os principais concorrentes dos celulares premium lançados em 2026, incluindo o iPhone 18 Pro, especialmente pelo foco em desempenho.

O novo aparelho da OPPO será apresentado oficialmente junto com a série Find X10, cujo anúncio está previsto para 22 de setembro.

O novo chip da MediaTek mantém a arquitetura All-Big-Core, mas traz uma configuração formada por dois núcleos C2-Ultra com frequência de até 4,55 GHz e seis núcleos de desempenho.

Segundo a MediaTek, a nova CPU oferece 17% mais desempenho geral, enquanto o controle independente de frequência de cada núcleo permite distribuir as tarefas com maior precisão. A proposta é combinar desempenho elevado com maior eficiência energética em cargas prolongadas.

A GPU também recebeu uma atualização. A G2-Ultra NX adiciona melhorias no ray tracing e novos recursos gráficos baseados em redes neurais. Em cargas de trabalho intensas e contínuas, o fabricante promete aproximadamente 27% mais desempenho gráfico, com a expectativa de oferecer jogos mais detalhados e experiências mais imersivas.

Oppo Find X10 Pro Max

OPPO aposta em desempenho sustentado

Além do novo processador, o Find X10 Pro Max contará com o Laminar Flow Engine, sistema desenvolvido pela própria OPPO para equilibrar velocidade de resposta e consumo de energia.

A tecnologia também deve ajudar em tarefas que exigem processamento contínuo, como a abertura rápida de aplicativos e o carregamento de grandes quantidades de conteúdo. A fabricante cita especificamente a navegação rápida por galerias de fotos como um dos cenários beneficiados.

A OPPO ainda não revelou todas as especificações do Find X10 Pro Max, nem informou preços ou a lista de países que receberão o modelo. A expectativa é que esses detalhes sejam apresentados durante o anúncio da série Find X10 em 22 de setembro.

Com a confirmação do lançamento internacional, a OPPO sinaliza que pretende disputar diretamente o segmento de celulares premium também fora da China, usando o novo chip da MediaTek como um dos principais argumentos para enfrentar a concorrência.

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OPPO confirma versão global de celular para competir com iPhone 18 Pro

15 September 2026 at 21:01

A OPPO confirmou que o Find X10 Pro Max terá lançamento internacional e será um dos primeiros smartphones do mundo equipados com o novo MediaTek Dimensity 9600 Pro. A confirmação coloca o Find X10 Pro Max entre os principais concorrentes dos celulares premium lançados em 2026, incluindo o iPhone 18 Pro, especialmente pelo foco em desempenho.

O novo aparelho da OPPO será apresentado oficialmente junto com a série Find X10, cujo anúncio está previsto para 22 de setembro.

O novo chip da MediaTek mantém a arquitetura All-Big-Core, mas traz uma configuração formada por dois núcleos C2-Ultra com frequência de até 4,55 GHz e seis núcleos de desempenho.

Segundo a MediaTek, a nova CPU oferece 17% mais desempenho geral, enquanto o controle independente de frequência de cada núcleo permite distribuir as tarefas com maior precisão. A proposta é combinar desempenho elevado com maior eficiência energética em cargas prolongadas.

A GPU também recebeu uma atualização. A G2-Ultra NX adiciona melhorias no ray tracing e novos recursos gráficos baseados em redes neurais. Em cargas de trabalho intensas e contínuas, o fabricante promete aproximadamente 27% mais desempenho gráfico, com a expectativa de oferecer jogos mais detalhados e experiências mais imersivas.

Oppo Find X10 Pro Max

OPPO aposta em desempenho sustentado

Além do novo processador, o Find X10 Pro Max contará com o Laminar Flow Engine, sistema desenvolvido pela própria OPPO para equilibrar velocidade de resposta e consumo de energia.

A tecnologia também deve ajudar em tarefas que exigem processamento contínuo, como a abertura rápida de aplicativos e o carregamento de grandes quantidades de conteúdo. A fabricante cita especificamente a navegação rápida por galerias de fotos como um dos cenários beneficiados.

A OPPO ainda não revelou todas as especificações do Find X10 Pro Max, nem informou preços ou a lista de países que receberão o modelo. A expectativa é que esses detalhes sejam apresentados durante o anúncio da série Find X10 em 22 de setembro.

Com a confirmação do lançamento internacional, a OPPO sinaliza que pretende disputar diretamente o segmento de celulares premium também fora da China, usando o novo chip da MediaTek como um dos principais argumentos para enfrentar a concorrência.

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TIM aguentou 44 mil celulares conectados ao mesmo tempo no Rock in Rio

15 September 2026 at 18:44

A rede da TIM registrou um pico de 44 mil conexões simultâneas durante o Rock in Rio 2026. O recorde aconteceu em 12 de setembro, durante a apresentação da cantora Demi Lovato, em um dos momentos de maior movimentação na Cidade do Rock.

Ao longo dos sete dias de shows, a operadora contabilizou quase 200 TB de dados trafegados, volume equivalente a cerca de 525 mil horas de vídeos em HD ou mais de 60 anos de conteúdo. O dia 12 de setembro também foi o período de maior consumo, com 33 TB de dados movimentados pela rede.

O 5G teve participação importante no desempenho da rede durante o festival. Nos momentos de maior demanda, a tecnologia chegou a representar mais de 60% do tráfego, enquanto os picos de velocidade ultrapassaram 1 Gbps.

Na hora de maior movimentação do público, a infraestrutura da TIM transportou 3,2 TB de dados em apenas uma hora. O volume inclui atividades comuns em grandes eventos, como transmissões ao vivo, compartilhamento de vídeos, mensagens e publicações nas redes sociais.

Entre as atrações do Palco Mundo, o maior volume de tráfego foi registrado em 11 de setembro, durante a apresentação do grupo sul-coreano Stray Kids. Segundo a TIM, o público de K-pop começou a utilizar intensamente a rede ainda antes da abertura dos portões, com pico de conexões registrado nas filas de entrada.

TIM no Rock in Rio de 2024

Stray Kids também liderou o ranking de conectividade considerando os headliners de cada noite. Na sequência aparecem Maroon 5 e Elton John. Quando analisadas todas as atrações do Palco Mundo, Alok e Demi Lovato completam o grupo de shows com maior movimentação de dados.

TIM reforçou infraestrutura para o festival

Para suportar o aumento da demanda, a TIM instalou uma infraestrutura reforçada na Cidade do Rock. A operadora utilizou mais de 120 antenas inteligentes e manteve monitoramento contínuo da rede durante o evento.

Além do Palco Mundo, outros espaços também registraram atrações de destaque em conectividade. João Gomes liderou no Palco Sunset, MC Cabelinho teve o maior tráfego no Espaço Favela, Cat Dealers ficou em primeiro no New Dance Order e Sant liderou no Supernova.

Os números mostram como grandes festivais de música passaram a exigir uma infraestrutura de telecomunicações capaz de lidar simultaneamente com milhares de dispositivos conectados, especialmente para atividades que demandam grande volume de dados como vídeos, transmissões ao vivo e redes sociais.

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TIM aguentou 44 mil celulares conectados ao mesmo tempo no Rock in Rio

15 September 2026 at 18:44

A rede da TIM registrou um pico de 44 mil conexões simultâneas durante o Rock in Rio 2026. O recorde aconteceu em 12 de setembro, durante a apresentação da cantora Demi Lovato, em um dos momentos de maior movimentação na Cidade do Rock.

Ao longo dos sete dias de shows, a operadora contabilizou quase 200 TB de dados trafegados, volume equivalente a cerca de 525 mil horas de vídeos em HD ou mais de 60 anos de conteúdo. O dia 12 de setembro também foi o período de maior consumo, com 33 TB de dados movimentados pela rede.

O 5G teve participação importante no desempenho da rede durante o festival. Nos momentos de maior demanda, a tecnologia chegou a representar mais de 60% do tráfego, enquanto os picos de velocidade ultrapassaram 1 Gbps.

Na hora de maior movimentação do público, a infraestrutura da TIM transportou 3,2 TB de dados em apenas uma hora. O volume inclui atividades comuns em grandes eventos, como transmissões ao vivo, compartilhamento de vídeos, mensagens e publicações nas redes sociais.

Entre as atrações do Palco Mundo, o maior volume de tráfego foi registrado em 11 de setembro, durante a apresentação do grupo sul-coreano Stray Kids. Segundo a TIM, o público de K-pop começou a utilizar intensamente a rede ainda antes da abertura dos portões, com pico de conexões registrado nas filas de entrada.

TIM no Rock in Rio de 2024

Stray Kids também liderou o ranking de conectividade considerando os headliners de cada noite. Na sequência aparecem Maroon 5 e Elton John. Quando analisadas todas as atrações do Palco Mundo, Alok e Demi Lovato completam o grupo de shows com maior movimentação de dados.

TIM reforçou infraestrutura para o festival

Para suportar o aumento da demanda, a TIM instalou uma infraestrutura reforçada na Cidade do Rock. A operadora utilizou mais de 120 antenas inteligentes e manteve monitoramento contínuo da rede durante o evento.

Além do Palco Mundo, outros espaços também registraram atrações de destaque em conectividade. João Gomes liderou no Palco Sunset, MC Cabelinho teve o maior tráfego no Espaço Favela, Cat Dealers ficou em primeiro no New Dance Order e Sant liderou no Supernova.

Os números mostram como grandes festivais de música passaram a exigir uma infraestrutura de telecomunicações capaz de lidar simultaneamente com milhares de dispositivos conectados, especialmente para atividades que demandam grande volume de dados como vídeos, transmissões ao vivo e redes sociais.

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